b-) 12 Mg b*-)mg 2+ e-) 52 Te e*-) Te 2-

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Transcrição:

Forneça a configuração eletrônica por subníveis dos seguintes átomos neutros no Estado Fundamental. E números quânticos para o elétron de diferenciação b-) 12 Mg b*-)mg 2+ e-) 52 Te e*-) Te 2-

EXERCÍCIO

CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA Tabela Periódica

IUPAC

HISTORICO DA CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA LEITURA PARA CASA NO SITE DO CASD

LEI DAS TRÍADES HISTÓRICO Em 1817, Johann Wolfgang Döbereiner observou que muitos elementos podiam ser agrupados em tríades, (grupo de três elementos), baseando-se em suas propriedades químicas. Lítio, Sódio e Potássio, por exemplo, foram agrupados juntos como uma tríade de metais reativos frágeis. Döbereiner também observou que, quando arranjados pelo massa atômica relativa, o segundo membro de cada tríade tinha aproximadamente a média do primeiro elemento com o terceiro, o que ficou conhecido como a Lei das tríades. Outras propriedades químicas dos elementos também apresentavam esta particularidade matemática.

PARAFUSO TELÚRICO Em 1862, o geólogo francês Alexandre-Emile Béguyer de Chancourtois publicou uma forma de tabela periódica chamada de parafuso telúrico, sendo o primeiro a notar a periodicidade dos elementos. Com este arranjo em espiral ordenados por massa atômica relativa no cilindro, Chancourtois demonstrou que os elementos tinham propriedades similares que pareciam ocorrer em intervalos regulares. Sua demonstração incluía alguns íons e compostos além de elementos. Porém, seu artigo empregava termos geológicos ao invés de químicos e não incluiu um diagrama.

LEI DAS OITAVAS O químico inglês John Newlands publicou uma série de artigos entre 1863 e 1866 notando que quando os elementos eram listados em ordem crescente de massa atômica, propriedades físicas e químicas ocorriam em intervalos de oito, o que ele ligou a periodicidade das oitavas na escala musical. Porém estas observações, o qual denominou "Lei das Oitavas", foi ridicularizada pelos contemporâneos de Newlands em virtude da comparação com a escala musical e a Chemical Society se recusou a publicar seu trabalho. Embora a tabela original proposta tivesse algumas falhas e contradições, a Royal Society somente reconheceu a importância de suas descobertas muitos anos depois de terem publicado o trabalho de Mendeleev, outorgando-lhe a Medalha Davy por sua contribuição.

1 2 3 4 5 6 7 8

TABELA PERIÓDICA DE MENDELEEV O professor de química russo Dmitri Mendeleev e Meyer publicaram de forma independente tabelas periódicas em 1869 e 1870, respectivamente. A tabela de Mendeleev foi a primeira versão enquanto a de Meyer foi uma versão expandida da tabela publicada em 1864. Ambos construíram suas tabelas listando os elementos em linhas ou colunas ordenados pela massa atômica e começando uma nova coluna ou linha quando as características dos elementos começavam a se repetir.

O reconhecimento e aceitação da tabela de Mendeleev vieram de duas decisões que havia feito. A primeira foi deixar espaços na tabela que pareciam corresponder a um elemento que ainda não havia sido descoberto.ele não foi o primeiro químico a fazer isto, porém foi o primeiro a ser reconhecido como usando a tendência em sua tabela para predizer as propriedades dos elementos faltantes, tais como o Gálio e o Germânio. A segunda decisão foi ignorar ocasionalmente a ordem sugerida pelas massas atômicas e trocar elementos adjacentes, tais como o Telúrio e o Iodo, para classificá-los corretamente nas famílias químicas.

deixar espaços ocasionalmente a ordem sugerida pelas massas atômicas e trocar elementos adjacentes

Previsão de Propriedades Propiedade Ekasilicio Germanio massa atômica 72 72.61 densidade (g/cm³) 5.5 5.35 Ponto de Fusão( C) alto 947 tipo de óxido densidade do óxido (g/cm³) Ponto de Ebulição do cloreto Densidade do Cloreto(g/cm³) dióxido de tipo refractario 4.7 4.7 dióxido de tipo refractario menor de 100 C 86 C (GeCl 4 ) 1.9 1.9

The scientist's sculpture on Moskovsky Prospekt in Saint Petersburg next to his Periodic Table on a wall of D.I.Mendeleyev Institute for Metrology opposite Saint Petersburg State Institute of Technology

A TABELA PERÍÓDICA MODERNA a-) Na Tabela Periódica os Elementos Químicos estão dispostos em ordem crescente de número atômico (da esqerda para a direita). b-) Cada linha agrupa Elementos de um mesmo Período. Enquanto que cada coluna, de uma mesma Família. c-) Modernamente o termo Família esta sendo substituído pelo termo Grupo.

Divisão da Tabela Periódica

FAMILIA E GRUPO Cada Grupo de Elementos Representativos recebe uma denominação espeicial, uma quando preferimos a nomenclatura antiga de FAMÍLIA e outra quando preferimos a nova de GRUPO.

Propriedades periódicas Dizemos que uma propriedade é Periódica quando esta se repete de tempos em tempos. Em se tratando de Propriedades Periódicas de Elementos Químicos dizemos que se repete de Número Atômico em Número Atômico.

Configuração Eletrônica

Raio Atômico Número atômico = cargas positivas no núcleo Raio aumenta com diminuição do número atômico Raio aumenta com aumento de numero de níveis de energia

Energia de Ionização É definida como sendo a energia necessária para se arrancar um elétron de um átomo isolado no estado gasoso. Assim são definidas as Energias de Ionização de um elemento químico. Quão maior a Energia de Ionização menor a tendência deste Elemento de perder elétrons (maior tendência a ganhar elétrons).

Variação na Tabela Periódica Maior o Raio Atomico Menor EI

Eletronegatividade É definida como a tendência relativa de um elemento atrair para si um par de elétrons em uma ligação química. Maior EN

Variação na Tabela Periódica Menor o Raio Atomico Maior EN

Linus Pauling, estudando energias envolvidas em Reações Químicas, determinou a eletronegatividade relativa dos elementos químicos, estabelecendo uma Escala de Eletronegatividade que têm seu máximo o valor 4 para o elemento Flúor.

Densidade

Ponto de Fusão

Comportamento Químico: têm a forte tendência de perder elétrons, transformando-se apresentam a forte em tendência apresentam comportametno cátions. de receber elétrons, intermediário entre Metais transformando-se apresentam comportamento em (doadores de elétrons) e os ânions. químico inerte, não se ligando Ametais (receptores quimicamente de elétrons). em condições normais.