EXAMES COMPLEMENTARES NA ODONTOLOGIA

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Transcrição:

Disciplina: Semiologia EXAMES COMPLEMENTARES NA ODONTOLOGIA http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2013

EXAMES COMPLEMENTARES NA ODONTOLOGIA Os exames complementares fornecem informações necessárias para a realização do diagnóstico de uma determinada alteração ou doença. A realização ou solicitação de um exame complementar deve ser direcionada levando-se em consideração os dados obtidos através da anamnese e do exame clínico.

EXAMES COMPLEMENTARES DIAGNÓSTICO Para exercer o diagnóstico na Odontologia dependemos de : Exame Clínico Exames imaginológicos Exames histopatológicos, sanguíneos, citológicos

Exames Complementares de Interesse em Odontologia ü Relacionados a hemostasia ü Hemograma ü Exames sorológicos e bioquímicos ü Radiográficos/Imaginológicos ü Biópsia e citologia

EXAMES COMPLEMENTARES ü Exames por Imagem v Radiografias periapicais v Radiografias oclusais v Radiografias panorâmicas v Outras técnicas radiográficas v Tomografia computadorizada v Ressonância magnética v Ecografia (Ultrassonografia)

EXAMES COMPLEMENTARES RELACIONADOS COM A HEMOSTASIA

Exames Relacionados com a Hemostasia COAGULOGRAMA Conjunto de exames pedidos pelo médico ou cirurgião-dentista para avaliar se a coagulação do paciente está normal.

Relacionados a Hemostasia COAGULOGRAMA COMPLETO: Tempo de Sangramento Tempo de Protrombina Tempo de Coagulação Tempo de Tromboplastina Parcial Ativada Contagem de plaquetas Prova do laço ou fragilidade capilar Tempo de retração do coágulo

HEMOSTASIA- Cascata da coagulação VIA INTRÍNSECA VIA EXTRÍNSECA Factor XII Factor XI Factor IX Factor XIIa Factor XIa Factor IXa Lesão vascular Ca++ Factor tecidual Factor VIIa Factor VII Plaquetas VIII Ca++ Factor X Plaquetas Factor Xa Va Ca++ Factor XIII VIA COMUM Protrombina Trombina Factor XIIIa Fibrinogénio Fibrina COÁGULO

HEMOSTASIA- Cascata da coagulação VIA INTRÍNSECA VIA EXTRÍNSECA Ativação do Fator XII (Fator de Hageman) Liberação do Fator Tecidual

Tempo de Sangramento (avalia fatores hemostáticos primários) O tempo de sangramento é o tempo necessário para que um pequeno corte superficial na pele pare de sangrar. Teste feito para determinar a capacidade de coagulação sanguínea in vivo de pacientes que serão submetidos a cirurgias. Utilizado um instrumento pontiagudo para perfurar o lóbulo da orelha ou o dedo (Teste de Duke) O tempo normal de sangramento geralmente fica entre 1 a 6 minutos em indivíduos normais.

Tempo de Protrombina (Vias extrínseca e comum) Acompanhamento do uso de anticoagulantes e na avaliação do risco cirúrgico. normal: 11 a 15 seg. O sangue é retirado do paciente e imediatamente oxalatado, para que a protrombina não se transforme em trombina. Grandes quantidades de íons cálcio e Fatores Teciduais (tromboplastina) são misturados ao sangue. O excesso de íons cálcio anula o efeito oxalato, e o fator tecidual ativa a reação protrombina-trombina.

Tempo de Coagulação (Vias intrínseca e comum) 6 a 10 min.

TEMPO DE TROMBOPLASTINA PARCIAL ATIVADA (TTPA) Teste de TTPA é usado para avaliar todos os fatores de coagulação da Via intrínseca exceto plaquetas. Valores de referência: 25 a 36 seg. Medição do tempo necessário para formação de um coágulo de fibrina após a adição de emulsão de cálcio e fosfolipídio a uma amostra de plasma.

PROVA DO LAÇO OU FRAGILIDADE CAPILAR Durante 5 minutos (crianças = 3 min.) é mantida uma pressão elevada sobre um membro (geralmente o braço), usando-se um garrote ou um manguito inflado. Depois é realizada a contagem do número de petéquias (pequenas manchas hemorrágicas, que apareçam em um círculo de 5 cm de diâmetro). Valores normais: nenhuma petéquia, ou até no máximo 20 petéquias, em uma área de 2,5 cm. POSITIVO = quando, após 5 min., aparecem mais de 20 pontos de sangramento na pele em um quadrado de 2,5 centímetros Em crianças = 10 ou mais petéquias

PROVA DO LAÇO OU FRAGILIDADE CAPILAR

HEMOGRAMA Consiste na avaliação da parte sólida (celular) do sangue Avalia as células sanguíneas de um paciente: Séries branca e vermelha, contagem de plaquetas e índices hematológicos

HEMOGRAMA Contagem das células brancas (leucócitos) Contagem das células vermelhas (hemácias) Concentração de hemoglobina (Hb), hematócrito (Ht) (Índices das células vermelhas - Eritrograma) Contagem de plaquetas (150.000 a 400.000 por microlitro de sangue) HEMOGRAMA COMPLETO: - Consiste no hemograma mais a contagem diferencial dos leucócitos.

ERITROGRAMA Índices hematológicos Número de glóbulos vermelhos: Os valores normais variam de acordo com o sexo e com a idade. Valores normais: Homem de 5.000.000-5.500.000, Mulher de 4.500.000-5.000.000 / ml. Hematócrito: Índice calculado em % = volume de todas as hemácias de uma amostra sobre o volume total desta amostra (que contém, além das hemácias, os leucócitos, as plaquetas e o plasma, que geralmente representa mais de 50% do volume total da amostra). Valores: Homem de 40-50% e Mulher de 36-45%. Recém-nascidos tem valores altos que vão abaixando com a idade até o valor normal de um adulto.

ERITROGRAMA Índices hematológicos [] de Hemoglobina: segundo a OMS é considerado anemia quando um adulto apresentar Hb < 12,5g/dl, uma criança de 6 meses a 6 anos Hb < 11g/dl e crianças de 6 anos a 14 anos, uma Hb < 12g/dl. VCM (Volume Corpuscular Médio): Índice que ajuda na observação do tamanho das hemácias e no diagnósrco da anemia. Pequenas = microcíkcas Grandes = macrocíkcas Normais = normocíkcas

ERITROGRAMA Índices hematológicos CHCM (Concentração De Hemoglobina Corpuscular Média): é a concentração da hemoglobina dentro de uma hemácia. O intervalo normal é de 32-36g/dl. Coloração da hemácia depende da quantidade de hemoglobina: hipocrômicas, hipercrômicas e normocrômicas

ERITROGRAMA Índices hematológicos

INTERPRETAÇÃO DO HEMOGRAMA POLICITEMIA Aumento da hemoglobina e hematócrito Primária Policitemia vera Secundária Tumores renais ou de fossa posterior, cardioparas cianórcas, alrtudes.

LEUCOGRAMA - Estudo da série branca (ou Leucócitos). O adulto normalmente apresenta de 5.000-10.000 leucócitos por 1 mm³ de sangue. REFERÊNCIA

LEUCOCITOSE INTERPRETAÇÃO DO HEMOGRAMA Leucócitos Resposta da fase aguda de várias doenças Processos infecciosos e inflamatórios Leucemias Leucopenia Associada a variedade de infecções, em geral virais. Resulta de maior consumo, menor produção ou menor sobrevida intravascular

DESVIO À ESQUERDA OU DESVIO MATURATIVO Presença de maior quantidade de bastonetes e/ou de células mais jovens da série granulocítica (metamielócitos,mielócitos, promielócitos, mieloblastos) Didaticamente o processo de maturação dos granulócitos posicionam as células mais jovens à esquerda. Resposta inicial da medula óssea ao processo infeccioso é de liberação de neutrófilos da reserva Estímulo = resposta proliferativa

INTERPRETAÇÃO DO HEMOGRAMA Neutrofilia Aumento do número de neutrófilos no sangue periférico Por aumento na produção dos neutrófilos na medula óssea

Neutropenia Redução do número absoluto de neutrófilos Leve: 1.000 1.500 cel/µl Moderada: 500 1000cel/µL Grave: < 500cel/µL Causas de neutropenia Defeito intrínsico nas células mielóides ou progenitores Neutropenia ciclica Neutropenia congênita grave (Sd. Kostmann) Síndrome de Schuachman Digenesia rekcular Disqueratose congênita Síndrome de Chédiak Higashi Anemia de Fanconi Anemia apláskca Síndrome mielodisplásica Neutropenia familiar benigna Neutropenia causada por fator extrínsico Infecções Medicamentos Neutropenia neonatal isoimune Neutropenia autoimune Imunodeficiências Deficiência de vitamina B12 ou ácido fólico Sequestro rerculo endotelial Infiltração da medula óssea Falsa neutropenia ( pool marginal aumentado) Adaptado de Fonseca PBB, Interpretação do Hemograma, in Hematologia para o pediatra, 2007

INTERPRETAÇÃO DO HEMOGRAMA EOSINOFILIA Importante função na mediação de processos inflamatórios associados a alergia Defesa contra parasitas Certos distúrbios cutâneos alérgicos Neoplasias Causas de eosinofilia: Doenças alergicas Asma, rinite, urkcária, reação medicamentosa, alergia ao leite de vaca DermaRtes Pênfigo, penfigóide, dermarte atópica Parasitas e outros agentes infecciosos Protozoarios, helmintos, toxocara canis, pneumocysbs carinii, toxoplasmose, malária, escabiose, coccidiomicose, aspergilose, esquistossomose, clamídia, pneumonia por citomegalovírus, doença da arranhadura do gato. Tumores Tumores do sistema nervoso central, linfoma de Hodgkin, linfoma não Hodgkin, doenças mieloproliferarvas Eosinofilia hereditária Secundárias a outras doenças Enterite regional, doença de crohn, retocolite ulcerarva, cardioparas congênitas, heparte crônica arva, colagenoses, imunodeficiências primarias como síndrome de Wiskoo- Wldrich, trombocitopênia com ausência de rádio, purpura trombocitopênica imune, rerculoendoteliose familiar, doença de Addison, hipopituitarismo Hipereosinofilia Síndrome de Löffer, leucemia mielóide aguda eosinorlica, poliarterite nodosa, síndrome hipereosinorlica Outros Após radioterapia, diálise peritonial crônica, hemodiálise. Adaptado de Fonseca PBB, Interpretação do Hemograma, in Hematologia para o pediatra, 2007

Série Plaquetária PLAQUETAS - são observadas em relação à quantidade e a seu tamanho. Seu número normal é de 150.000 à 400.000 por microlitro de sangue. O tamanho de uma plaqueta varia entre 1 a 4 µm.

INTERPRETAÇÃO DO HEMOGRAMA Plaquetas Fragmentos citoplasmárcos sem núcleo Valor normal: 150.000 400.000/mm³ Trombocitopenia valores inferiores a 150.000/mm³ Trombocitose valores superiores a 600.000/mm³

EXAMES COMPLEMENTARES FINAL DA PARTE 1