Rol de Procedimentos 2016

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Transcrição:

Rol de Procedimentos 2016

COSAÚDE A Nova Resolução Normativa: Art. 27. O Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde deverá ser revisto periodicamente a cada 2 (dois) anos, podendo ser atualizado a qualquer tempo, segundo critérios da ANS. Parágrafo único. Para fins de qualificar e organizar o processo de revisão, as solicitações de inclusão, exclusão ou alteração no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde e de suas diretrizes de atenção à saúde deverão ser feitas por meio de formulário próprio, disponibilizado em período a ser definido pela ANS. Art. 28. Fica constituído o Comitê Permanente de Regulação da Atenção à Saúde COSAÚDE, por meio da Instrução Normativa IN nº 44, de 14 de fevereiro de 2014, que entre outras atribuições deverá realizar a análise das questões pertinentes à cobertura assistencial obrigatória a ser assegurada pelo Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde.

COSAÚDE COSAÚDE janeiro a maio de 2015 04 Reuniões Cosaúde 01 Reunião AMB (Sociedades Médicas) 14 Reuniões Grupos Técnicos: 02 - Medicação Oral 07 - Genética 05 FormSUS/Procedimentos

COSAÚDE Participação Unimed do Brasil: Grupo Coordenador Francisco Lima e Silvana Kelles GT Oncológicos orais Roberto Fonseca, Amandio Fernandes, Silvana Kelles e Francisco Lima GT Genética Gisele Oliveira. GT Novos Procedimentos Francisco Lima e Silvana Kelles. Apoio Técnico Científico para todos os grupos CTNMBE e GATS (Unimed BH/ Federação Minas)

COSAÚDE FormSus Tipos de Solicitação: Inclusão de procedimento Exclusão de procedimento Inclusão de diretriz de utilização Exclusão de diretriz de utilização Alteração de diretriz de utilização

COSAÚDE FormSus Premissas: Existe na TUSS, e/ou na CBHPM, e/ou no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da RN 338/2013 alterado pela RN 349/2014 Este procedimento ou os insumos necessários para sua execução possuem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) Foi analisado pela CONITEC Indicação do procedimento solicitado Valor em reais (R$) proposto para incorporação Estimativa anual do número de pacientes que poderão utilizar a tecnologia nos primeiros cinco anos Distribuição de rede para o procedimento Nível de evidências científicas (com comprovação)

COSAÚDE Revisão Rol 2016 Procedimentos e Eventos em Saúde CoSaúde Formulário eletrônico - FormSUS CoSaúde Genética CoSaúde Antineplásico Oral Conitec - Ministério da Saúde 109 Apresentados 28 Não Conformidade 81 Conformidade 42 Pre-análise Inadequada 1 Duplicado 4 Anitineoplásico Oral 34 Pré-análise Adequada 26 6 1 1 3 Não Incorporação Incorporação Incorporação Incorporação Incorporação

FormSus Procedimentos não conformes Procedimentos Não Conformes 1 - Angio-RM arterial de membro inferior (unilateral) 2 - Angio-RM arterial de membro superior (unilateral) 3 - Angio-RM venosa de membro inferior (unilateral) 4 - Angio-RM venosa de membro superior (unilateral) 5 - Angiotomografia arterial de membro inferior 6 - Angiotomografia arterial de membro superior 7 - Angiotomografia venosa de membro inferior 8 - Angiotomografia venosa de membro superior 9 - Cintilografia cerebral com FDG-18 F, em câmara hibrída 10 - Cintilografia com hemácias marcadas 11 - Cintilografia de corpo total com FDG-18 F, em câmara híbrida 12 - Colheita seletiva de sangue para dosagem hormonal 13 - Dacriocintilografia 14 - Ecodopplercardiograma intracardíaco 15 - Embolização de veias ovarianas para tratamento de varicocele 16 - Embolização definitiva não especificada acima - por vaso 17 - Endoscopia virtual de qualquer órgão ou estrutura por TC acresc. ao exame de base 18 - Endoscopia virtual por RM - acrescentar ao exame de base

FormSus Procedimentos não conformes Procedimentos Não Conformes: 19 - Estudo funcional (mapeamento cortical por RM) 20 - Histerossonografia 21 - RM - Endorretal 22 - RM - Endovaginal 23 - RM - Reconstrução tridimensional - acrescentar ao exame de base 24 - RM para planejamento oncológico 25 - RX - Mamotomia por RM (não inclui o exame de imagem) 26 - TC - Coração - para avaliação do escore de cálcio coronariano 27 - TC - Escanometria digital 28 - TC - Reconstrução tridimensional de qualquer órgão ou região acresc. ao exame de base 29 - TC de vias urinárias (urotomografia) 30 - TC para planejamento oncológico 31 - Teleperfil em cefalostato - com traçado 32 - Teleperfil em cefalostato - sem traçado 33 - Tratamento de pseudoaneurisma por compressão com US-Doppler 34 - Tratamento de tumores neuroendócrinos 35 - Trituração de calcificação tendínea orientada por RX ou US 36 - US - Tridimensional - acrescentar ao exame de base

FormSus Procedimentos Conformes 1. Estimulação Magnética Transcraniana de repetição (EMTr) 2. Visita ou consulta hospitalar do médico assistente 3. Ablação percutânea de tumor (qualquer médico) 4. Ablação percutânea de tumor hepático (qualquer método) 5. Ablação percutânea de tumor ósseo (qualquer método) 6. Ablação percutânea de tumor torácico (qualquer método) 7. Análise computadorizada de papila e/ou fibras nervosas monocular 8. Análise computadorizada do segmento anterior monocular 9. Biometria Óptica 10. Crioterapia conjuntival 11. Fármaco modulação com anti-angiogênico para retinopatia e obstrução venosa retiniana 12. Implante Intravítreo de Polímero Farmacológico de Liberação Controlada 13. Pantofotocoagulação na retinopatia de prematuridade 14. Plástica conjuntiva 15. Termoterapia Transpupilar 16. Tomografia de coerência óptica monocular 17. Transplante lamelar anterior

FormSus Procedimentos Conformes 18. Transplante lamelar posterior 19. Ecocardiograma Transesofáfico Tridimensional 20. Ecocardiograma Transtorácico Tridimensional 21. Ecocardiograma Fetal 22. Translucência Nucal 23. USG Obstétrica Morfológica 24. Embolização de veias ovarianas para tratamento de varicocele 25. TC Coração para avaliação do escore de cálcio coronariano 26. Implante de Cardiodesfibrilador Multisspitio (TRC-D) Gerador e Eletrodos 27. Implante de Monitor de Eventos (Looper Implantável) 28. Desarterialização Hemorroidaria Transanal com Mucopexia Guiada por Doppler 29. Enteroscopia do intestino delgado com cápsula endoscópica 30. Avaliação Geriátrica Ampla AGA 31. Diálise peritoneal automática por mês (agudo ou crônico) 32. Terapia Imunobiológica Endovenosa para Tratamento de Artrite Psoriásica, Doença de Crohn e Espondilite Anquilosante (Com Diretriz de Utilização) 33. Tratamento da hiperatividade vesical: injeção intravesical de Toxina Botulínica 34. Tratamento ocular quimioterápico com antiangiogênico. Programa de 24 meses. Uma sessão por mês (por sessão).

FormSus - Procedimentos que entraram na Consulta Pública

FormSus - Procedimentos que entraram na Consulta Pública

Avaliação Geriátrica Ampla Avaliação Geriátrica Ampla Na CBHPM 2014: 20101236 Avaliação geriátrica ampla - AGA 3B

Avaliação Geriátrica Ampla Quando o procedimento consulta, corresponder a uma consulta para a realização de Avaliação Geriátrica Ampla (AGA), deverá atender os seguintes critérios: Para pacientes acima de 60 anos, deverá ser realizado por médico geriatra, utilizando instrumento específico reconhecido pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), disponibilizado no sítio eletrônico www.sbgg.org.br, e preenchido pelo menos um dos critérios do Grupo I e nenhum dos critérios do Grupo II:

Avaliação Geriátrica Ampla Grupo I (pelo menos 1): 1. Trinta dias após internações clínicas com duração igual ou superior a dez dias; 2. Trinta dias após cirurgia de médio e grande porte independente do tempo de internação; 3. Idade 85 anos, mesmo sem comorbidades; 4. Incapacidade funcional; 5. Neoplasias malignas; 6. Insuficiência cardíaca CF II; 7. Insuficiência cognitiva; 8. Fragilidade psicossocial e/ou depressão; 9. Incontinência urinaria e/ou fecal; 10. Instabilidade postural e/ou história de quedas

Avaliação Geriátrica Ampla Grupo II ( nenhum dos ) 1. Doença terminal; 2. Demência severa; 3. Dependência funcional severa; 4. Suporte de enfermagem domiciliar já existente e inevitável.

Looper Implantável Implante de monitor de eventos (looper implantável) CBHPM 20102062 - Monitor de eventos sintomáticos por 15 a 30 dias (LOOPER) 2 A, 30 UCOs (R$384,96) Dispositivo a ser implantado no subcutâneo da parede superior esquerda do tórax, que é capaz realizar monitorização eletrocardiográfica para avaliação de síncope. A síncope de origem cardíaca dobra o risco de mortalidade por qualquer causa.

Looper Implantável Implante com anestesia local Gravação automática de bradi e taquiarritmias Gravação manual (acionada pelo paciente) em caso de sintomas Memória retrógrada Duração da bateria de até 36 meses

Looper Implantável A Diretriz Proposta: Cobertura obrigatória para pacientes com história de pelo menos 3 episódios de síncope (perda completa e transitória da consciência e do tônus postural) de origem indeterminada nos últimos dois anos e que não preencha nenhum dos seguintes critérios: 1 História clínica que indique síndrome de origem mediada ou causas metabólicas, excetuando-se a hipersensibilidade do seio carotídeo; 2 ECG prévio que apresente achado que justifique a síndrome; 3 Ecocardiograma que demonstre doença cardíaca estrutural.

Looper Implantável

Plástica de conjuntiva para tumores, pterígio ou trauma Plástica de conjuntiva para tumores, pterígio ou trauma CBHPM 30303052 Porte 4C, 1 aux, porte anest 2 Cirurgia complementar à remoção de pterígio, para diminuição do retorno da enfermidade, além de ser útil para tumores conjuntivais.

Implante intra vítreo de polímero Implante intra vítreo de polímero farmacológico de liberação prolongada CBHPM 30312132 Porte 9B, 1 auxiliar, porte anestésico 6 DUT Proposta: Cobertura obrigatória para pacientes que apresentem um dos seguintes critérios: a. Uveíte crônica infecciosa intermediária ou posterior. b. Edema macular nas oclusões venosas de ramo e central.

Implante intra vítreo de polímero Implante intra vítreo de polímero farmacológico de liberação prolongada Contribuição Unimed do Brasil: Dentre os pacientes que são submetidos ao implante, complicações como catarata e glaucoma são frequentes. Cerca de 30% dos pacientes necessitarão de nova cirurgia para glaucoma( Up To Date) O estudo que avaliou o uso do implante intravítreo de dexametasona faz a comparação com sham quando deveria, no mínimo, ter realizado a comparação com o uso tópico de glicocorticoide.

Implante intra vítreo de polímero

Panfotocoagulação a laser Panfotocoagulação a laser na retinopatia da prematuridade CBHPM 30312124 Porte 10C, 1 aux, porte an. 5 Instruções gerais: 3.03.12.99-0 OBSERVAÇÃO: Referente ao código 3.03.12.12-4: o procedimento de Panfotocoagulação na retinopatia da prematuridade binocular está indicado no estágio III da Retinopatia da Prematuridade (Diretrizes CBO). DUT proposta: Cobertura obrigatória para pacientes que apresentem retinopatia da prematuridade no estágio 3 diagnosticada através de oftalmoscopia indireta.

Termoterapia transpupilar a laser Termoterapia transpupilar a laser CBHPM 30312159 Porte 9, 1 aux, P anest 4 Diretriz Proposta ANS: Cobertura obrigatória em adjuvância à braquiterapia para pacientes portadores de melanoma de coróide.

Termoterapia transpupilar a laser Termoterapia transpupilar a laser DUT ANS Cobertura obrigatória em adjuvância à braquiterapia para pacientes portadores de melanoma de coróide. DUT Proposta CBO Cobertura obrigatória no tratamento do retinoblastoma do grupo A, para consolidação após quimioterapia endovenosa nos retinoblastomas dos grupos C,D e E, no hemangioma de coróide com exsudação em lesões de até 4 mm de espessura e adjuvante à braquiterapia oftálmica para destruição e controle do melanoma de coróide.

Revisão DUT antiangiogênico Tratamento ocular quimioterápico com antiangiogênico DUT atual: 1. Cobertura obrigatória para pacientes que apresentem a forma exsudativa, também conhecida como úmida ou neovascular, da degeneração macular relacionada à idade - DMRI.

Revisão DUT antiangiogênico

Revisão DUT antiangiogênico Diretriz Proposta Unimed do Brasil 1 - Cobertura obrigatória quando todas as seguintes condições se aplicarem ao olho tratado: a) Melhor acuidade visual corrigida está entre 20/40 e 20/320; b) Não há dano estrutural permanente da fóvea central; c) O tamanho das lesões é inferior ou igual a 12 áreas de disco na maior dimensão linear; d) Há evidência presumida de recente progressão da doença (crescimento de novos vasos sanguíneos, constatado por angiografia com fluoresceína, ou alterações recentes da acuidade visual).

Revisão DUT antiangiogênico Diretriz Proposta Unimed do Brasil 2 - O tratamento não deve ser iniciado com antiangiogênicos na presença de: a) Dano estrutural permanente da fóvea, quando não é mais possível a prevenção de mais perda visual. b) Evidência ou suspeita de hipersensibilidade a qualquer agente antiangiogênico.

Revisão DUT antiangiogênico 3 Critérios de continuidade do tratamento: a) Evidência persistente de lesão (doença) em atividade (demonstrada pela presença de hemorragia ou fluido retiniano, sub-retiniano ou epitélio pigmentar sub-retiniano sub-rpe), demonstrada clinicamente ou pela OCT e/ou lesão em crescimento demonstrada pela FFA (morfológica) e/ou deterioração funcional da visão. b) Melhora da lesão como resposta ao tratamento repetido. c) Não há contraindicação com relação à continuidade do tratamento.

Revisão DUT antiangiogênico Diretriz Proposta Unimed do Brasil 4 Critérios de descontinuidade do tratamento: a)reação de hipersensibilidade a um agente anti-vegf comprovada ou presumida. b)redução da acuidade visual no olho tratado para menos de 15 letras (absolutos), em duas avaliações consecutivas, atribuíveis a DMRI na ausência de outra doença.

Revisão DUT antiangiogênico Diretriz Proposta Unimed do Brasil 4 Critérios de descontinuidade do tratamento: c) Redução no BCVA de 30 letras ou mais em comparação com qualquer linha de base e / ou melhor nível registrado desde linha de base, pode indicar falta de resposta ao tratamento, ou evento adverso ou ambos. d) Evidências de deterioração da morfologia da lesão, apesar do tratamento ideal. Essas evidências incluem aumento progressivo do tamanho da lesão confirmada com FFA, piora dos indicadores de atividade da doença verificados pela OCT através da presença de CNV ou outra evidência de atividade da doença, na forma de nova hemorragia ou exsudato significativo, apesar de terapia otimizada por mais de três aplicações consecutivas.

Revisão DUT US Obstétrica DUT Translucência Nucal: Cobertura obrigatória para gestantes com idade gestacional entre 11 e 13 semanas e 6 dias de gestação e quando a solicitação de autorização do procedimento ocorrer até a idade gestacional de 13 semanas e 6 dias. DUT USG morfológica: Cobertura obrigatória para gestantes com idade gestacional entre 18 e 24 semanas de gestação no momento da solicitação de autorização do procedimento e quando a solicitação de autorização do procedimento ocorrer até a idade gestacional de 24 semanas. DUT Ecocardiograma fetal: Cobertura obrigatória para gestantes com idade gestacional a partir de 18 semanas de gestação no momento da solicitação de autorização do procedimento.

Obrigado Francisco José de Freitas Lima Regulação em Saúde