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Transcrição:

Abril de 2011 A melhor Arma anticorte Conforto incluído Uma boa protecção contra cortes não é um luxo desnecessário. Motivo pelo qual testamos as nossas luvas extensivamente, utilizando o método de teste europeu EN388, o método de teste americano ASTM F1790-05 e o método de teste internacional ISO 13997-1999. Desta forma, conseguimos recomendar com maior rigor qual a protecção contra cortes adequada em relação às suas avaliações de risco. O Eurostat informou que 7 milhões de trabalhadores (3,2%) na Europa sofreram um acidente de trabalho em 2009. Muitas estatísticas nacionais, como RIDDOR, HSE, DGUV e FAO/FAT demonstraram que um em cada 3 acidentes a mão, dedos ou pulso sofrem lesões. Além disso, de acordo com o TNO 10,4% e Assurance Maladie 15,3% de todos os acidentes de trabalho são cortes. Mike Carducci, gestor de produtos da, refere que o problema de lesões nas mãos vai muito além dos acidentes que constam nas estatísticas oficiais. "Nos Estados Unidos, por exemplo, é dado como comprovado que ocorrem 29 acidentes ligeiros e 300 quase acidentes por cada acidente grave comunicado," afirma. "A protecção adequada das mãos na resistência a cortes faz a diferença. Motivo pelo qual diversas aplicações laborais requerem a utilização de luvas resistentes a cortes em vez de luvas de uso geral." Actualmente, a dispõe de uma vasta gama de modelos de protecção das mãos resistentes a cortes. Ao mesmo tempo, a equipa de investigação da, a maior equipa de Investigação e Desenvolvimento relativa à protecção das mãos em todo o mundo, continua a inovar com novos modelos de luvas, combinando fibras resistentes a cortes e características de superfície como o nitrilo de esponja para aplicações oleosas escorregadias. A expandiu recentemente a sua já abrangente linha com novos modelos para colmatar as necessidades de tarefas especificas no futuro próximo. Examinando as escolhas actuais, as opções de luvas resistentes a cortes da Showa Best Glove protegem e conferem conforto ao mesmo tempo que proporcionam uma boa lavagem e uso. As escolhas incluem alguns modelos de luvas em Kevlar da DuPont com diversos revestimentos para fins específicos, bem como luvas com fibras em aço inoxidável e luvas tecidas a partir de Polietileno de Alto Desempenho (HPPE). Cada modelo de luvas é adequado para um fim específico. Ideais para ambientes críticos onde existam perigos de cortes/lacerações, montagem de peças pequenas, semi-condutores, placas de circuitos e componentes electrónicos, as luvas de elevado desempenho Showa 540, 541 e 545 são em HPPE. Através da combinação de fibras de HPPE com a tecnologia de forro inovadora da Showa Best, o utilizador usufrui do máximo conforto e destreza, estando ao mesmo tempo protegido contra cortes. Quer a luva 540 branca como a luva 541 preta possuem revestimento em poliuretano na palma, enquanto o modelo 545 cinzento sem costuras possui revestimento em nitrilo azul na palma. Os

modelos de luvas específicos das linhas de luvas D-Flex (com fibras em aço inoxidável) e T-Flex da empresa conferem conforto e resistência a cortes para aplicações tais como transformação de alimentos, corte, manipulação do vidro, manipulação de folhas de metal, indústria de carnes e aves, pesca comercial e restaurantes. Os modelos vão desde o ultra-leve T-Flex 8115 de calibre 15, até ao D-Flex de calibre 10 mais pesado e que confere maior protecção. "REDUZIR CUSTOS" Todas as empresas podem obter seguros contra acidentes de trabalho mas cada acidente irá aumentar o prémio do seguro. Para além do custo do seguro, cada acidente resultará em custos a pagar pela empresa não cobertos pelo seguro como tempo perdido, baixas, reparações, perda de contratos, perda de reputação de negócio e outros efeitos negativos. Estes custos não cobertos pelo seguro podem ascender a 36 vezes o prémio do seguro. (Fonte: EU-OSHA) FORROS DIFERENTES EM TESTES DE CORTE A redução de custos é apenas possível quando os locais de trabalho investem numa protecção adequada das mãos. De modo a ajudar a formular uma decisão fundamentada, a Showa Best Glove organizou testes de corte internos utilizando uma selecção de luvas com diferentes tipos de fios no forro da base. Graças aos nossos testes, irá aprofundar os seus conhecimentos acerca da protecção contra cortes dos diferentes forros. Estes testes internos foram executados extensivamente, utilizando o método de teste de corte europeu EN388, o método de teste americano ASTM F1790-05 e o internacional ISO13997-1999. Elimine quaisquer dúvidas, torne-se também num especialista em anticorte! Visite.

ARAMIDA A aramida é leve, flexível, confortável e lavável. Confere uma verdadeira protecção contra cortes (acima do nível 5, com reforço em aço inoxidável) e contra calor por convecção, proporcionando durabilidade e desempenho muito superiores aos do couro e algodão. A maioria das luvas fabricadas apenas com aramida alcança um nível de corte EN388:2003 de 3. Kevlar é a fibra de aramida desenvolvida e comercializada pela DuPont. Kevlar-aramida reforçada com Aço inoxidável 250 AEGIS KVS4 HPPE O polietileno de alto desempenho é flexível, táctil, leve e durável. É quase tão resistente aos cortes como a paraaramida mas possui uma maior resistência à abrasão, permanecendo resistente a químicos, especialmente a solventes. A maioria das luvas fabricadas apenas com HPPE alcança níveis de corte EN388:2003 de 2/3, excepto se misturado com outros fios como aço ou vidro. Dyneema é a fibra de HPPE desenvolvida e comercializada pela DSM. HPPE para máxima tactilidade: 542 AÇO INOXIDÁVEL vs FIBRA DE VIDRO O Aço inoxidável e a Fibra de vidro podem ser combinados com outra fibra para aumentar, de forma significativa, a resistência ao corte. Ao adicionar estes reforços a outra fibra, são possíveis níveis de corte EN 388:2003 de 4/5. O aço inoxidável adiciona uma resistência ao corte significativa nas luvas, contudo, os procedimentos de teste (tanto EN388:2003, ISO 13997-1999 como ASTM F1790) têm dificuldades na apresentação do nível de protecção verdadeiro visto serem ambos baseados no contacto da lâmina de corte com uma superfície metálica para interromper o teste. O fio de aço causa uma "falsa" leitura na máquina e termina o teste. A fibra de vidro proporciona um resultado diferente. A superfície fica de tal forma escorregadia que a lâmina "desliza" sobre o fio tornando a extremidade microscópica romba. Recomenda-se a observação de ambos os resultados dos testes aquando da avaliação de luvas de elevado nível de corte (nível de corte EN 4 e 5). Aço inoxidável e poliéster (Hagane Coil): S-TEX GP-1 / S-TEX GP-2

NUNCA IMITE Na Showa Best, a inovação sempre foi uma das tradições. GP-KV1 (luva com palma em aramida) e 540 (HPPE com tactilidade máxima) foram as luvas de protecção contra cortes originais. Desde então, a Showa Best concentrou ainda mais os seus esforços no desenvolvimento de luvas com elevada protecção contra cortes e conforto. Actualmente, o resultado é uma gama completa de luvas anticorte, com protecção química, tactilidade e preensão melhoradas, adequadas para quase todas as aplicações e indústria. Sabia que o aço HAGANE é também utilizado para fabricar espadas de Samurai? HAGANE COIL A HAGANE Coil foi desenvolvida pela Showa e é aplicada em todas as luvas S-TEX: S-TEX KV3, S-TEX GP-1 e S-TEX GP-2. HAGANE Coil é uma tecnologia que combina Aço inoxidável HAGANE com outra fibra de forma a proporcionar uma elevada protecção contra cortes. Para além disso, a estrutura HAGANE coil adere bem ao revestimento em látex e nitrilo e não é afectada pela luz UV. As S-TEX KV3 combinam Aço inoxidável com Kevlar-aramida, resultando num elevado nível de corte EN388:2003 de 5. As S-TEX GP-1 e S-TEX GP-2 combinam Aço inoxidável com poliéster, resultando num nível de corte EN388:2003 de 4 e maior conforto. Veja a visão geral esquemática da HAGANE Coil para as S-TEX GP-1 e S-TEX GP-2. O aço HAGANE é utilizado para fabricar as espadas de SAMURAI japonesas? A HAGANE Coil é a forma patenteada utilizada pela Showa para combinar este aço Hagane com outro fio.

VISÃO GERAL DE ARMAS ANTICORTE DA SHOWA BEST GLOVE Na, desenvolvemos uma ampla gama de protecções contra cortes através da combinação dos já mencionados materiais resistentes a cortes como aramida, HPPE, Aço inoxidável e Fibra de vidro. Produto Marca Material do forro S-TEX KV3 Showa HAGANE Coil (Aço inoxidável e Kevlar) S-TEX GP-1 Showa HAGANE Coil (Aço inoxidável e Poliéster) S-TEX GP-2 Showa HAGANE Coil (Aço inoxidável e Poliéster) KV660 Showa Kevlararamida 250 Best Kevlararamida e Aço inoxidável 4560 Best Kevlararamida 4565 Best Kevlararamida Índice de Aplicação de Corte corte 5 Folha de metal Facas 4 Folha de metal Fio de metal 4 Folha de metal Fio de metal 3 Folha de metal Perigos químicos Óleos 4 Folha de metal Óleos 3 Folha de metal Óleos 3 Folha de metal Óleos 542 Showa HPPE 3 Folha de metal Componentes electrónicos 541 Showa HPPE 3 Folha de metal Componentes electrónicos 8110 Best HPPE 5 Facas Alimentos Característica Nível de corte mais elevado Preensão a seco e húmida Elevada visibilidade Preensão a seco e húmida Elevada visibilidade Preensão húmida e com óleo Elevada protecção química Preensão húmida e com óleo Conforto Preensão húmida e com óleo Respirabilidade Preensão húmida e com óleo Protecção dos nós dos dedos Durabilidade Tactilidade Tactilidade Nível de corte mais elevado Respirabilidade

TESTE DE CORTE EUROPEU EXPLICADO O método EN388:2003 utiliza a máquina de teste Coup. Uma lâmina circular roda à medida que é arrastada para a frente e para trás pela máquina de teste ao longo de uma amostra da luva, sob um peso constante de 500 gramas e a uma velocidade igualmente constante. O teste é interrompido quando a lâmina rotativa corta o material da luva. O número de ciclos (frente-atrás) necessários para cortar o material é registado. De seguida, é testado um tecido de controlo (tecido de algodão), de forma a estabelecer uma referência. O número de ciclos (frente-atrás) é novamente registado. Este teste é repetido da seguinte forma: algodão - amostra algodão amostra algodão amostra algodão amostra algodão amostra algodão. Após estes testes repetidos, o índice de corte pode ser calculado. Este é o rácio entre o número de ciclos necessários para causar o corte do material de teste e o número de ciclos necessários para cortar o material padrão (lona de algodão). Este Índice de Corte pode ser encontrado nas marcações da própria luva. O segundo número, sob o pictograma para protecção mecânica, indica o nível de protecção contra cortes entre 0 e 5. Quanto mais elevado o Índice de Corte, mais elevado o nível de protecção contra cortes. Índice de Corte EN388:2003 Índice de Corte Rácio Exemplos de forros (de acordo com testes internos e excluindo o efeito do revestimento e grossura) 0 0 Luvas sem reforço 1 1,2 Nylon Algodão Couro 2 2,5 HPPE 3 5 HPPE Aramida, calibre 13 4 (ISO 13997) 5 (ISO 13997) 10 Aramida, calibre 10 Aramida reforçada com Aço inoxidável Aço inoxidável com poliéster 20 Aramida reforçada com Aço inoxidável HPPE reforçado com Fibra de vidro Aço inoxidável Este Teste Coup apresenta como desvantagem o facto de a extremidade microscópica da lâmina ficar romba aquando do teste a luvas com elevada protecção contra cortes. Testes inter-laboratoriais indicam várias diferenças entre diferentes laboratórios de testes. O Teste Coup tende a fornecer resultados mais favoráveis com fios à base de cerâmica do que com fios à base de aço. Os fios à base de aço causarão a paragem da máquina devido ao contacto de metal com metal sem que o corte do material tenha sido efectuado, ao passo que a fibra de vidro torna o material escorregadio. É por esta razão que é recomendado aos fabricantes que também indiquem os resultados do teste TDM de acordo com a ISO 13997-1999 para luvas com Índice de Corte 4 ou 5.

TESTE DE CORTE AMERICANO EXPLICADO O método ASTM F1790-05 utiliza a máquina de teste de corte TDM 100. A versão de 2005 do método de teste ASTM F-1790-05 utiliza o dinamómetro de corte (TDM) para medir a distância percorrida por uma lâmina afiada sobre um material de teste antes de ocorrer penetração. A lâmina de gume recto com 100 mm é utilizada apenas uma vez e é calibrada antes de cada teste. Após a adição de peso à lâmina, esta é arrastada para a frente e para trás pela máquina de teste ao longo da amostra da luva, a uma velocidade constante. No momento em que corta através da amostra da luva, entra em contacto com a faixa de cobre sob a amostra da luva. Este contacto de metal com metal causa a paragem da máquina. A máquina mede a distância percorrida pela lâmina para produzir um corte de 20 mm no material. De seguida, a máquina mede a carga, em gramas, que um material suporta com um corte de 20 mm. São concluídos cinco ciclos de testes com 3 cargas diferentes (pesos) e os dados da distância/peso são introduzidos num programa de regressão exponencial. Este programa determina o peso (em gramas) que seria necessário para causar um corte com uma distância de 20 mm. Quanto mais elevado o peso em gramas, mais elevado o nível de protecção contra cortes. A versão de 1997 deste método de teste é conhecida como ASTM F1790-97 e utilizava o Dispositivo de Teste do Desempenho de Protecção contra Cortes (CPPT). Outras diferenças chave: a amostra de luva é fixa na máquina utilizando fita adesiva de 2 faces, a distância de referência do corte é de 25 mm e a calibração é inferior (500 g no método de 2005). Os resultados de 1997 não podem ser comparados com os resultados anteriores a 2005. Muitas empresas ainda utilizam o ASTM 1790-97 e a máquina CPPT. Tenha em atenção que os resultados podem variar com base no grau de afiação microscópico da nova lâmina. O ANSI/ISEA 105 é o padrão que atribui níveis de acordo com os pesos em gramas dos Testes ASTM. O Nível de Corte ANSI é a referência mais comum para níveis de protecção contra cortes nos EUA. Importante: apenas se aplica ao ASTM F1797-97 e não ao ASTM F1790-05. O padrão de 2005 não é reconhecido pelo ANSI/ISEA visto proporcionar resultados inferiores ao método de 1997.

TESTE DE CORTE INTERNACIONAL EXPLICADO O método ISO 13997-1999 apenas utiliza a máquina de teste de corte TDM 100. Este método é muito semelhante ao método de teste ASTM F1790-05 com pequenas alterações relativamente aos comprimentos alcançados com os 3 pesos diferentes. O método ISO requer uma validação do peso calculado para que se encontre dentro dos limites das especificações. Os resultados são apresentados em newton (N). A utilização do método de teste ISO 13997-1999 é obrigatória na Europa para luvas com uma elevada protecção contra cortes de níveis 4 ou 5. O método ASTM F1790-05 utiliza a mesma máquina e várias características de teste iguais. RECOMENDAÇÕES DA SHOWA BEST GLOVE Todos os métodos de teste de corte podem apresentar diferenças importantes nos resultados, relacionadas com a variabilidade nas máquinas de teste, nas amostras de luvas, na colocação e força exercida nas amostras, no grau de afiação microscópico da extremidade da lâmina, etc. É por esta razão que não basta apenas comparar os Índices de corte EN388:2003 sem organizar um teste antes de efectuar uma encomenda. As luvas podem contaminar os produtos manuseados, ou até mesmo colocar as vidas dos trabalhadores em perigo. É nosso dever disponibilizar informações sobre possíveis contaminações, alergias, condições de armazenamento, instruções de lavagem, protecção química, características da preensão, etc. Uma nota importante: É também recomendado que não se utilizem luvas em fibra com elevada protecção contra cortes quando exposto a lâminas serrilhadas e em movimento. A resistência à tracção destas fibras é muito elevada e pode puxar as mãos do trabalhador para a máquina! A concebeu um pacote de informações dedicado. As brochuras e o sítio Web instruirão o Responsável pela Saúde e Segurança a tomar uma decisão mais fundamentada sobre protecção das mãos contra riscos de cortes. Existe bastante informação disponível sobre a protecção contra cortes de luvas. Pode confiar nos conhecimentos técnicos dos fabricantes de luvas. Estão à sua disposição para o aconselharem quanto a, por exemplo, qual a luva específica para uma determinada aplicação. Quanto aos produtos da Showa Best Glove, pode utilizar o seguinte contacto:. Pode ter a certeza de que todas as luvas fabricadas pela proporcionam o mais elevado conforto e destreza!

Sobre a O grupo japonês Showa é líder mundial no mercado de luvas de protecção profissionais. Como inventores da luva em PVC sem costuras e da luva de preensão, a visão industrial e a estratégia de desenvolvimento da Showa centram-se na inovação e na excelência operacional. A demanda pela inovação ganha forma através da pesquisa constante por novas fibras e materiais que proporcionem um conforto único e uma segurança melhorada. Estabelecida há mais de 50 anos neste mercado, a possui uma forte presença em todos os continentes. Os seus centros de pesquisa no Japão, Malásia e EUA são reconhecidos como dos mais avançados no mundo. É exercido um controlo integral e único, desde o design e fabrico até ao marketing, proporcionando uma experiência reconhecida pelos seus clientes. Através da sua contribuição para o aumento da produtividade, as luvas da Showa Best representam um investimento lucrativo enquanto correspondem a um contributo significativo para a melhoria das condições de trabalho.