Comunicado Técnico 07



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Transcrição:

Comunicado Técnico 07 ISSN 2177-854X Agosto. 2010 Uberaba - MG Produção de Tilápias em Tanques-Rede Instruções Técnicas Responsáveis: Gisele Cristina Fávero E-mail: giselefav82@yahoo.com.br Mestre em Zootecnia; Professora FAZU Caio Camargo Barros Magalhães Jaqueline Nunes da Silva E-mail: neru@fazu.br Alunos de Zootecnia da FAZU; Integrantes do NERU - Núcleo de Extensão Rural da FAZU

INTRODUÇÃO O cultivo de peixes vem assumindo importância cada vez maior no panorama do abastecimento alimentar, uma vez que a alta taxa de crescimento demográfico condiciona um aumento populacional que poderá colocar em risco a oferta de alimentos. O Brasil reúne condições extremamente favoráveis à piscicultura. Além do grande potencial de mercado, o país conta com clima favorável, boa disponibilidade de áreas, grandes safras de grãos (soja, milho, trigo, entre outros, que geram matérias primas para rações animais) e invejável potencial hídrico (BOZANO, 2002; KUBITZA, 2003). O sistema intensivo de cultivo de peixes em tanques-rede tem crescido nos países como China, Indonésia e Brasil e tende a tornar-se o mais importante sistema de criação de peixes em países com práticas em aquicultura, devido às vantagens que apresenta sobre os sistemas convencionais de cultivo. As tilápias compõem o grupo de peixes que mais cresce em termos de comercialização mundial, especialmente pelo aumento da sua produção na China e outros países em desenvolvimento, como o Brasil (HEMPEL, 2002). As pesquisas realizadas com as tilápias se iniciaram no século XIX, aproveitando suas características positivas como a tolerância à baixa qualidade da água e o fato de consumirem uma ampla variedade de alimentos, além da sua adaptabilidade, sendo assim, consideradas ideais para a piscicultura (CASTILLO CAMPO, 2006). Existem alguns fatores muito importantes, e que devem ser levados em consideração quando se pretende implantar uma produção de peixes em tanques-rede, como a escolha do local e a qualidade da água de cultivo, a qualidade e o manejo dos juvenis e o manejo alimentar. VANTAGENS E DESVANTAGENS DA PRODUÇÃO DE TILÁPIAS EM TANQUES-REDE (EL-SAYED, 2006) Vantagens: Menor variação dos parâmetros físico-químicos da água; Maior facilidade de retirada dos peixes para venda (despesca); Menor investimento inicial (60% a 70% menor que viveiros escavados); Facilidade de movimentação e relocação dos peixes; Facilidade de observação dos peixes; Redução no manuseio dos peixes; Diminuição dos custos com tratamentos de doenças. Desvantagens: Necessidade de um fluxo constante de água através das redes; Dependência total de dietas balanceadas; Risco de rompimento da tela do tanque e perda da produção; Possibilidade de introdução de doenças e/ou peixes no ambiente de cultivo, prejudicando a população natural. ESCOLHA DO LOCAL DE CULTIVO Os locais mais adequados para a implantação de projetos de cultivo de tilápias em tanques-rede são os lagos, represas e barragens. De acordo com NOGUEIRA (2007), os principais critérios na escolha do local são: - facilidade de acesso, através de passarelas flutuantes ou barcos;

- uso múltiplo das águas, ou seja, as águas devem ser utilizadas para atender a diversas necessidades, respeitando os limites pela legislação ambiental; - parâmetros físico-químicos e características da água. Fotos: Rodolfo Domarco QUALIDADE DA ÁGUA A criação de peixes em tanques-rede exige o uso de altas densidades de estocagem que tendem a produzir uma elevada quantidade de resíduos. Esses resíduos são depositados diretamente na água e levam ao aumento das concentrações de nutrientes, especialmente nitrogênio e fósforo, que enriquecem a água e o sedimento do ambiente (Alabaster, 1982, citado por ZANIBONI FILHO et al., 2005). Apesar das tilápias se adaptarem bem às variações dos parâmetros físico-químicos da água, como temperatura, ph, oxigênio dissolvido e amônia, deve ser realizada uma avaliação cuidadosa de sua qualidade, já que grandes alterações podem prejudicar o desempenho zootécnico da espécie. No ambiente natural, os peixes tendem a procurar locais com melhores condições de qualidade de água. Isto não é possível aos peixes confinados em tanques-rede. Portanto é necessário evitar grandes alterações na qualidade da água, ajustando a biomassa de peixes estocada aos limites sustentáveis de um açude ou represa, posicionando os tanques-rede em locais de qualidade de água adequada e constante (ONO & KUBITZA, 1999). Na Tabela 1 podem ser observadas as faixas ideais de temperatura, oxigênio dissolvido, ph e amônia para o crescimento normal de tilápias-do-nilo em sistemas de cultivo em tanques-rede.

Tabela 1. Faixas ideais dos principais parâmetros físico-químicos da água para a produção de tilápias em tanques-rede (Kubita, 1999). A qualidade dos juvenis é um dos pontos principais ao se iniciar a criação de peixes em qualquer sistema de produção. Portanto é necessário estar atento e ter um mínimo de conhecimento a respeito da uniformidade do lote, eficiência da reversão sexual, sinais indicativos de doenças e o comportamento dos animais. Avaliar a qualidade e o custo benefício dos lotes de juvenis de tilápia é uma tarefa que exige experiência e organização por parte dos piscicultores (KUBITZA, 2006). Com relação ao manejo, os juvenis de tilápia devem ser transportados em sacos plásticos contendo água e oxigênio ou em caixas próprias. O povoamento não pode ser realizado instantaneamente para evitar choques térmicos. É necessário realizar o processo de aclimatação dos peixes, ou seja, os sacos contendo os juvenis devem ser colocados ainda fechados dentro da água do tanque-rede, até que a temperatura da água de dentro do saco se iguale a da água do tanque-rede. Assim, o saco pode ser aberto, misturando-se vagarosamente a água do tanque-rede com a água do saco, para que os peixes possam, posteriormente, ser liberados. Esse procedimento, quando realizado com cautela, pode evitar grande mortalidade do lote. Foto: Centro de Tecnologia em Aquicultura e Meio Ambiente (CTA)

MANEJO NUTRICIONAL Os hábitos alimentares e as dietas dos peixes não só influenciam diretamente seu comportamento, integridade estrutural, fisiológicas, reprodução e crescimento, mas também podem alterar as condições ambientais do sistema de produção. Portanto, a otimização do crescimento dos peixes só pode ser alcançada através do manejo concomitante da qualidade da água, nutrição e alimentação (CYRINO et al., 2005). A alimentação é um dos itens de maior representatividade em cultivos de peixes, podendo chegar a 70% dos custos totais da produção. O manejo alimentar adequado pode minimizar esses custos. O produtor precisa estar atento à qualidade da dieta que está fornecendo aos peixes. A dieta denominada completa e balanceada é aquela que apresenta todos os nutrientes (proteína, gordura, vitaminas e minerais) e energia em quantidades que satisfaçam as exigências do animal para o seu adequado desenvolvimento e desempenho zootécnico. A taxa de alimentação é um item muito importante no cultivo de qualquer organismo aquático, representando a quantidade de dieta fornecida diariamente. A determinação dessa taxa deve associar o ganho de peso, a conversão alimentar, o retorno econômico e a qualidade da água. A subalimentação piora o desempenho sem comprometer a qualidade da água, enquanto o excesso de ração pode comprometer o desempenho de forma direta, piorando a conversão alimentar e, indiretamente, a redução na qualidade da água (FURUYA, 2007). CONSIDERAÇÕES FINAIS O cultivo de tilápias em tanques-rede pode ser muito rentável quando comparado a outras produções. Incentivando-se a implantação e o desenvolvimento da piscicultura por meio do uso de tanquesrede poderá haver um grande incremento na produção brasileira de pescado, criando-se condições necessárias para instalação de indústrias processadoras de pescado, alcançando toda a cadeia produtiva (SALARO, 2009).

REFERÊNCIAS BOZANO, G.L.N.; Viabilidade Técnica da Criação de peixes em tanques-redes. In: Simpósio Brasileiro de Aquicultura 12, 2002, Goiânia. Anais... Goiânia: Abraq. p. 107-111 CASTILLO CAMPO, L. F. Tilápia Roja 2006: una evolución de 25 años, de la incertidumbre al éxito, 2006. 124p. CYRINO, J.E.P., BICUDO, A.J.A., SADO, R.Y., BORGHESI, R., DAIRIKI, J.K. A nutrição de peixes e o ambiente. Palestra. In: I Simpósio de Nutrição e Saúde de Peixes, Unesp Botucatu,SP. Anais... Botucatu: Aquanutri, Cd-rom. 2005. EL-SAYED, A. F. M. Enviromental requirements. In:. Tilapia Culture. Alexandria, 2006. cap. 3, p. 34 46. HEMPEL, E. Tilapia, the new whitefish. Seafood International, London, v. 17, n. 10, p. 16 20, 2002. FURUYA, W. M. Redução do impacto ambiental por meio da ração. In: Palestra VII Seminário de Aves e Suínos Acesui Regiões. III Seminário de Aqüicultura, Maricultura e Pesca. Anais... Belo Horizonte-MG. p. 121-139. 2007. KUBITZA, F. Qualidade da água no cultivo de peixes e camarões. 1 ed. Jundiaí: F. Kubitza, 229 p. KUBITZA, F. Questões frequentes dos produtores sobre a qualidade dos alevinos de tilápia. In: Panorama da Aquicultura, setembro/outubro, 2006. p. 14 23. NOGUEIRA, A. C. Criação de tilápias em tanques-rede. SEBRAE: Serviço de Apoio às micro e pequenas empresas da Bahia; Salvador, Bahia, 2007. ONO, E. A.; KUBITZA, F. Cultivo de peixes em tanques-rede. 2. ed. rev. ampliada. Jundiaí: F. Kubitza. 1999. 68 p. SALARO, A. L. Manejo e nutrição de peixes em tanques-rede. 2009. 10 p.

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