MODELO DE ELABORAÇÃO DO PROJETO SOCIAL



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Transcrição:

MODELO DE ELABORAÇÃO DO PROJETO SOCIAL No Projeto Social, deverão constar os seguintes itens: I Nome do projeto II Introdução III Objetivos Gerais IV Objetivo Especifico V Metas VI Justificativa VII - Metodologia VIII Cronograma IX Recursos Materiais X Avaliação XI - Bibliografia

Segue abaixo um modelo de projeto elaborado pela coordenação de estágio, com o intuito de auxiliá-los em eventuais dificuldades. I Nome do projeto - MUSICALIZAÇÃO INFANTIL II Introdução O projeto musicalização infantil será desenvolvido na escola..., com o apoio da ONG... Este projeto atenderá crianças de nove e dez anos previamente inscritas no local, e será ministrado em 10 aulas, totalizando 57 horas (que abrangem desde a pesquisa bibliográfica até o encerramento da oficina). O papel da música assume, cada ano, importância maior, dentro da perspectiva de atender as crescentes exigências de uma sociedade em processo de renovação e de busca incessante da democracia que será alcançada quando todas as pessoas, indiscriminadamente, tiverem acesso à cultura, ao conhecimento e aos meios necessários para o exercício pleno da cidadania. Incluir explicitamente o ensino de valores e o desenvolvimento de atitudes no cotidiano das pessoas, não significa tomar como instrumento e como medida da ação pedagógica, o controle do comportamento dos alunos, mas sim, intervir através da música no desenvolvimento das atitudes. Apesar de ser um trabalho complexo, desejamos acompanhar de forma cuidadosa estes alunos, para compreender o comportamento dos mesmos em seu desenvolvimento moral e social. III Objetivos Gerais Possibilitar a problematização de situações por meio de programas que permitam observar, criar soluções, estabelecer relações, pensar, entre outras funções. Favorecer a aprendizagem cooperativa, no processo de construção do conhecimento. Organizar as atividades levando o aluno a substituir sua alienação por autoconhecimento. Trocar a ociosidade por uma ação fecunda e autêntica. Promover o gosto e despertar a sensibilidade musical; IV Objetivo Especifico Despertar e desenvolver o senso rítmico, a motricidade e a concentração. Desenvolver o espírito de trabalho em grupo. Proporcionar a integração e a socialização das crianças. Estimular a capacidade auditiva do aluno. Propiciar o trabalho com o aparelho fonador. Estimular a sensibilidade afetiva.

V Metas Garantir um ensino de qualidade, indiscriminadamente, para todos. Trabalhar como mediadores do processo, permitindo ao aluno, que construa o seu conhecimento. Com o empenho e carinho que pretendemos transmitir a estes alunos, com certeza, será o primeiro passo para a inclusão dos mesmos, com todas as condições na sociedade. VI Justificativa A criança voltada para música, registra um funcionamento intelectual geral significativamente sensível, com tendências de conduta adaptativa ou de capacidade do indivíduo de responder adequadamente ao meio social em que vive nos seguintes aspectos: comunicação, cuidados pessoas, habilidades sociais, desempenho escolar, lazer e trabalho. As posturas de acolhimento desse aluno deverão envolver a valorização dos conhecimentos e da forma de expressão de cada aluno, como o processo de socialização dos mesmos. Consideramos que a valorização da cultura desse aluno, certamente irá conduzi-lo para um futuro melhor. Desejamos desenvolver um trabalho de integração através, especificamente, do canto e da bandinha rítmica, onde a criança terá a oportunidade de desenvolver suas aptidões e habilidades em que estarão disponíveis diferentes tipos de recursos pedagógicos. VII - Metodologia Através de brincadeiras, construção de matérias, as coordenadoras propiciarão um clima de trabalho em que a curiosidade o constante desafio perceptivo, a qualidade lúdica e a alegria estejam presentes junto com a paciência, a atenção e o esforço necessários para a continuidade do processo de criação, entrosamento, parceria e respeito mútuo. Pretendemos manter vivo o interesse das crianças, construindo com elas, a surpresa, o mistério, o humor, o divertimento, a incerteza, a questão difícil como ingredientes das atividades, e estas serão desenvolvidas buscando o resgate das crianças, valorizando seu lado positivo e mostrando que todas as pessoas são capazes, basta ter a oportunidade de demonstrar seu potencial.

VIII Cronograma DIA MÊS ATIVIDADE TOTAL DE HORAS 10 Março Pesquisa bibliográfica 4 12 Março Elaboração do projeto 4 17 Março Cadastramento dos alunos 4 19 Março Confecção dos materiais pedagógicos 4 24 Março Confecção dos materiais pedagógicos 4 26 Março 1ª aula: apresentação do projeto aos alunos e 4 atividades de apresentação da turma 31 Março 2ª aula: desenvolvimento de atividades 4 referentes ao aparelho fonador 02 Abril 3ª aula: atividades para respiração, dicção e 4 ressonância. Apresentação da 1ª música aos alunos 07 Abril 4ª aula: atividades rítmicas de corpo e voz. 4 Ensaio da 1ª música 09 Abril 5ª aula: atividades de percepção auditiva. Apresentação e ensaio da 2ª música. 4 14 Abril 6ª aula: apresentação e discussão do vídeo 4 o som é assim percussão. Apresentação manipulada dos instrumentos da bandinha rítmica. 16 Abril 7ª aula: atividades rítmicas e de percepção 4 auditiva com a bandinha rítmica. Ensaio do repertório, utilizando os instrumentos da bandinha 23 Abril 8ª aula: confecção dos chocalhos e clavas 4 usando sucata e material previamente recolhido pelos alunos 28 Abril 9ª aula: Revisão das atividades da oficina e 4 ensaio do repertório utilizando os instrumentos confeccionados e a bandinha 30 Abril 10ª aula: encerramento da oficina. 1 Exposição dos instrumentos confeccionados e apresentação musical para os pais. ----- ------- Total 57

IX Recursos Materiais Serão usados os seguintes recursos: Fitas de vídeos pedagógicos musicais e TV; Instrumentos de bandinha rítmica ; Sucatas para confecção de instrumentos de percussão; Aparelho de som, CDs e teclado e Livros para o desenvolvimento do canto. X Avaliação A avaliação será feita de modo qualitativo e contínuo, procurando observar o desenvolvimento musical, a socialização, a criatividade, a sensibilidade, enfim de analisar todos os objetivos aqui propostos. XI - Bibliografia CHAN, Thelma. Divertimento de corpo e voz. São Paulo: T. Chan, 2001. GOMES, N. R.; BIAGINONI, M. Z.; VISCONTI, M. A criança é a música. São Paulo: Fermata do Brasil. 1998. JEANDOT, Nicole. Explorando o universo da música. São Paulo: Scipione, 1990. ROSA, Nereide. Educação Musical para 1ª a 4ª. São Paulo: Ática, 1990. ZIMMERMANN, Nilza. O mundo encantado da música. São Paulo: Paulinas, 1998. v. 3. Atenciosamente, Profª Darli. Btts, agosto / 2007.

48 Caderno de Estágio Relatório de Observação Data:... Horário de entrada:... Horário de saída:... Classe:... Nº. de alunos:... Idade média dos alunos:... Nome do(a) professor(a):... 1. Atividades desenvolvidas: 2. Comentários (relacionando teorias e práticas observadas): Relatório de Participação Data:... Horário de entrada:... Horário de saída:... Classe:... Nº. de alunos:... Idade média dos alunos:... Nome do(a) professor(a):... 1. Atividades desenvolvidas pelo(a) professor: Centro Universitário Claretiano

Caderno de Estágio 49 2. Atividades desenvolvidas pelo(a) estagiário(a): Relatório de Regência Tema de regência: 2. Objetivos: 3. Metodologia: 4. Conteúdos: 5. Avaliação: 17. CONCLUSÃO DOS RELATÓRIOS EM SALA DE AULA verá apontar o que o Estágio acrescentou para a sua vida profissional em termos de ação dentro da sala de aula. 18. DECLARAÇÕES A SER ENTREGUES NO FINAL DO ESTÁGIO te com o CD, a Ficha de Estágio e o atestado. Não se esqueça de que todos os documentos deverão ser entregues até o final do curso, para efeito de colação de grau.

Roteiro para a Elaboração de Relatórios do Estágio Supervisionado Inicie seus relatórios (do Plano Gestor e da sala de aula) pela sua identificação: Identificação do curso: Licenciatura em Pedagogia. Coordenação de Estágio: Profª Terezinha Darli Nazar Bergamo. Supervisor de Estágio: Nome do aluno(a): Polo e ano: É importante ressaltar que o supervisor de Estágio é aquele que assinará a sua Ficha como responsável pelo desenvolvimento do Estágio (diretor). 1. PLANO GESTOR E ADMINISTRATIVO Você deverá fazer a análise do Plano Gestor e Administrativo da escola em que estiver estagiando. Para isso, deverá levar em consideração o roteiro apresentado por essa coordenação. Nada impede, porém, que você vá além desse roteiro quando encontrar itens relevantes em seu trabalho. Para facilitar o seu trabalho na elaboração dos relatórios, apresentamos um guia dos itens que deverão ser analisados no Plano Gestor e nas atividades da instituição em que você irá estagiar. 2. UNIDADE ESCOLAR Identificação a) Nome: b) Endereço: c) CEP: d) Telefone: e) CGC: f) Horário de funcionamento (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio). 3. ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA a) Normas regimentais básicas (Anexo C, F e D).

b) Análise do regimento escolar medidas previstas de forma genérica no regimento, sobretudo as que se referem aos deveres e direitos do aluno e do professor. c) Grade curricular (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio). d) Calendário escolar e demais eventos da escola. e) Análise de projetos propostos para o ano: ações para sua execução, período letivo por turno e série e projetos especiais. f) Em que consiste o plano gestor (Anexo D). A documentação exigida para análise deverá ser escaneada e anexada no CD, obedecendo à ordem do roteiro (se você não puder escanear, faça a análise de item por item). 4. ORGANIZAÇÃO TÉCNICO-ADMINISTRATIVA: OBSERVAÇÃO E REFLEXÃO A definição dos núcleos da organização técnico-administrativa deverá ser relatada por meio de quantidade, não sendo necessário citar os nomes. Núcleos a) Direção: Diretor. Vice-Diretor. b) Técnico-pedagógico: Professor-coordenador. Supervisor de Estágio. c) Administrativo: Secretária de administração escolar. d) Operacional: Inspetor de alunos. Servente. Vigia. Zelador. e) Corpo docente: Professor. f) Corpo discente: Alunos da escola.

5. FILOSOFIA DA ESCOLA A orientação para análise da filosofia da escola encontra-se no Anexo F. 6. PROCESSO E MOVIMENTO DA ESCOLA 7. DIAGNÓSTICO a) Em que realidade a escola está inserida? b) Que escola ideal queremos para os nossos alunos? c) Que tipo de cidadão queremos formar? d) Que tipo de intervenção poderemos fazer para aproximar a realidade do ideal? e) Formas de ingresso, classificação e reclassificação. f) Frequência e compensação de ausências. Aspectos que devem ser analisados: a) Eficiência do processo de ensino-aprendizagem. b) Proposta pedagógica da escola. c) Administração e gestão financeira da escola. 8. DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO DA ESCOLA a) Processo de avaliação. b) Recuperação. c) Reforço. d) Classes de aceleração. 9. DIRETOR DA ESCOLA a) O papel do diretor. b) Programa de desenvolvimento do trabalho do diretor. c) As condições de trabalho. d) A sala do diretor. e) As propostas do diretor para a construção de uma escola democrática. 10. DESCRIÇÃO DO PRÉDIO E INSTALAÇÕES a) Sala de aula. b) Salas ambiente.

c) Salas de vídeo e TV. d) Sala de professores. e) Sala de reuniões. f) Biblioteca. g) Espaço para aulas de Educação Física. h) Conservação do prédio. i) Outros. 11. OBJETIVOS E METAS DA ESCOLA a) Objetivo geral. b) Objetivos específicos. 12. ATIVIDADES EXTRACLASSE (PROFESSORES) a) Hora da atividade. b) HTPC organização de trabalho pedagógico coletivo, explicitando o temário e o cronograma. c) Reunião de pais e mestres. 13. SECRETARIA a) Organização. b) Secretário: Atuação e análise de suas atribuições. a) Escriturário: Serviços realizados na secretaria. Análise de escrituração. Livros existentes. Incineração de documentos. 14. CONCLUSÃO DO PLANO GESTOR A conclusão deverá ser pessoal, apontando aquilo que o Plano Gestor trouxe de benefício para sua vida profissional.