Monitoramento de Rating A LFRating comunica ao e ao mercado que, em reunião de Comitê realizada no dia 17 de Setembro de 2012, foi confirmada a nota, perspectiva, atribuída ao referido banco no Relatório de Rating emitido em 3 de maio de 2012. A confirmação está baseada na avaliação dos aspectos econômico-financeiros do Banco Cacique relativos ao primeiro semestre de 2012, assim como nas demais informações que temos conhecimento até o momento da divulgação deste Relatório, cujos principais pontos descrevemos a seguir. Setembro de 2012, com dados contábeis do primeiro semestre de 2012
Tel.: PANORAMA CONJUNTURAL - PRIMEIRO 1 Os primeiros seis meses de 2012 foram marcados pelo reflexo de medidas oriundas da Autoridade Monetária brasileira sobre as instituições financeiras que atuam no Brasil, assim como de medidas governamentais de incentivo ao crescimento. Por outro lado, a crise econômica europeia tem mostrado ainda nuances de indefinição, com reflexos até aqui não mensuráveis para o Brasil. Já por aqui, os índices recordes de inadimplência e de emissão de cheques sem fundos começam a mostrar sinais de recuo. 2 Destacam-se os efeitos da entrada em vigor da Res. 3.533 do CMN, que foi adiada para 01.jan.12 pela Res. 3.895 do CMN, e da maior rigidez por parte da autoridade monetária em relação à qualidade dos créditos concedidos, em especial a pessoas jurídicas de pequeno e médio porte. Desta forma, observou-se uma retração generalizada nos resultados apresentados pelas instituições financeiras brasileiras no 1 o. sem.12. Tais resultados foram impactados, principalmente, pela reversão de resultados de cessões de créditos, aumento dos níveis de provisão para devedores duvidosos e mesmo pela redução nas carteiras de crédito e foco na liquidez, medidas preventivas adotadas por diversos bancos, face ao cenário dos primeiros meses de 2012. 3 O BACEN realizou em 2011 um movimento de reforço de liquidez de instituições financeiras de pequeno porte. Para isto, passou a não remunerar integralmente a parcela de recursos recolhidos compulsoriamente sobre os depósitos a prazo de grandes bancos, induzindo seu repasse para os pequenos, inicialmente na forma de CDI, Letra Financeira ou compra de créditos, mas posteriormente os limitando à aquisição de Letras Financeiras. Esta determinação, que havia sofrido sua última alteração com a Circ. 3.569 do BACEN, de dez.11, teve sua força atenuada com a Circ. 3.594 de mai.12, que permitiu que tais recursos também fossem direcionados ao financiamento de automóveis e veículos comerciais leves, em harmonia com as decisões do Governo de incentivo à indústria e ao consumo. 4 A Res. 4.115 do CMN, de 26.jul.12, alterou a Res. 4.087, de 24.mai.12, que dispõe sobre o estatuto e o regulamento do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), alterando e consolidando as normas que dispõem sobre a captação de depósitos a prazo, com garantia especial proporcionada pelo FGC. Destacou-se no novo texto a criação do chamado DPGE 2, o qual terá caráter permanente, sendo facultado a instituições financeiras sua emissão em total detrimento do DPGE até então praticado. Tal modalidade de captação terá prazo mínimo de 12 meses e máximo de 36 meses, será garantido pelo FGC em montante até o limite de R$ 20 milhões e deverá o captador depositar junto ao Fundo o equivalente a 0,3% da operação, anualmente, além de prover garantias através de sua carteira de crédito. 5 Em jun.12, seguindo o aperto na fiscalização ocorrido desde o evento com o PanAmericano, o BACEN implantou o RAET no Banco Cruzeiro do Sul, por conta de inconsistências contábeis em operações de crédito ao varejo cedidas a terceiros. Até o momento seguem sendo apuradas as irregularidades e os efeitos deste evento ainda não podem ser corretamente mensurados, mas há uma grande probabilidade de danos à credibilidade do sistema, envolvendo pequenas e médias instituições, tanto âmbito nacional como internacional, uma vez que o Banco possuía parte de seu funding captado no exterior. 2/11
Tel.: 6 Se não pelos problemas localizados e pela retração na economia brasileira e mundial, em níveis ainda oscilantes e indefinidos, observam-se fatores positivos para a retomada do mercado bancário brasileiro, onde aspectos como a baixa nas taxas de juros, que proporciona maior fôlego às empresas e incentiva a tomada de recursos para aquisições de bens e serviços por parte das pessoas físicas, aliadas à criação ou consolidação de instrumentos de captação de médio e longo prazo, como é o caso do DPGE 2 e da Letra Financeira, criarão um ambiente de maior conforto para o casamento de ativos e passivos bancários, com taxas em níveis suportáveis para uma economia em recuperação. PRINCIPAIS EVENTOS NÃO FINANCEIROS - PRIMEIRO 1 O é integrante do Grupo Société Générale (Grupo SG) e controlado pelo Banco Société Générale Brasil (SG Brasil). Com sede na França, o Grupo SG trabalha com um total de 156 mil funcionários e atende a mais de 27 milhões de clientes em todo o mundo. Na França, o Grupo SG opera duas grandes redes complementares de distribuição, denominadas Société Générale e Crédit du Nord. Fora da França trabalha com dois segmentos: o Banco de Varejo, que está presente em 36 países, e a área de Serviços Financeiros Especializados, que atua em 48. De acordo com os Demonstrativos Consolidados do Grupo SG, em dez.11 seus Ativos eram de 1.181,00 bilhões EUR, o Patrimônio Líquido atingia 47 bilhões EUR e o Lucro Líquido 2,4 bilhões EUR. Segundo a Revista Fortune/ 2011, o Grupo SG ocupava a 72 a posição entre as maiores empresas do mundo, com Receitas de US$ 84 bilhões e Lucro de US$ 5,2 bilhões. 2 Organizado sob a forma de banco múltiplo, o possui autorização para operar carteiras comercial e de crédito, financiamento e investimento. Nesse sentido, conduz suas operações juntamente com um conjunto de instituições que atuam integradas no mercado financeiro, todas controladas, direta ou indiretamente, pelo Conglomerado Financeiro Société Générale Brasil. 3 O Banco Cacique mantém seu foco principal de atuação junto ao varejo masssificado, oferecendo, através de lojas próprias, crédito consignado em folha de pagamento para beneficiários do INSS. As operações de crédito consignado para funcionários públicos e as originadas junto a empresas do middle market foram definitivamente descontinuadas. Em paralelo, as operações de CDC Lojista e crédito pessoal (CP/Loja) possuem pequena relevância na carteira de crédito e constituem a parcela de diversificação de produtos na carteira de crédito da Instituição. 4 Os recursos necessários para o financiamento da carteira de crédito do Banco, bem como para a manutenção de suas operações, são garantidos pelo acionista controlador. Assim, grande parte do seu Passivo, registrado nos demonstrativos financeiros de jun.12, foi resultado de Depósitos Interfinanceiros, efetivados pelo SG Brasil, e de Empréstimos no Exterior, realizados junto ao Société Générale Corporate & Investment Bank (Paris - França). 5 Desde a aquisição do controle integral do Banco Pecúnia, o Grupo SG tem procurado promover um maior ganho de sinergias entre os bancos controlados, e PECÚNIA. Nesse sentido, como já comentado em Relatórios anteriores, progressivamente, essas Instituições passaram a compartilhar vários segmentos operacionais. Esse processo 3/11
Tel.: está concluído, estando toda a estrutura funcional já compartilhada entre os dois Bancos, modus operandi que inclui Presidência e Vice-Presidência, demais Diretorias (Comercial, Crédito e Cobrança, Risco de Crédito, Financeiro e TI) e todas as áreas de apoio (Comitês, Controles de Riscos, Auditoria, RH, Compliance, etc.). 6 Assim, a gestão dos negócios permanece centralizada em sua Diretoria e em uma estrutura de governança, que se reporta à linha de negócios do Grupo SG encarregada da área de banco comercial, sediada na França. Ao mesmo tempo, é sustentada por visitas periódicas de executivos da matriz para finalidades que vão desde rigorosos processos de auditoria até definições estratégicas. 7 O compartilha também com o PECÚNIA um total de dezesseis comitês com composição e periodicidade de encontro que variam conforme a finalidade e a demanda de cada um. A relação completa desses comitês é a seguinte: ( i) Diretoria, (ii) Comercial, (iii) Merchant, (vi) Crédito Pessoa Jurídica, (v) Crédito Pessoa Física, (vi) Coordenação de Controles Internos, (vii) Cobrança de Pessoa Física, (viii) Compliance, (ix) Riscos de Mercado e ALM, (x) Riscos Operacionais, (xi) Recursos Humanos, (xii) TI, (xiii) Desenvolvimento de Produtos e Serviços, (xiv) Auditoria, (xv) Animação e (xvi) Prevenção à Fraude. EVOLUÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA - PRIMEIRO 1 Durante o 1.sem12 os demonstrativos financeiros do indicavam Ativos de R$ 2.423 milhões, montante 3% inferior aos Ativos de dez.12. No período, o Banco efetivou uma pequena redução em suas Operações de Crédito, para R$ 1.775 milhões (livre de PDD) e, em contrapartida, fortaleceu as operações de maior liquidez, Aplicações Interfinanceiras e TVMs, que cresceram no conjunto 5%. O Ativo Permanente (integrado por participações em controladas/coligadas, imobilizações e, principalmente, pelo ágio resultante da incorporação de controlada, ocorrido em out.08), também foi levemente reduzido. 3000 EVOLUÇÃO DAS CONTAS ATIVAS - R$ MM 2500 2000 1500 1000 500 0 DEZ.09 JUN.10 DEZ.10 JUN.11 DEZ.11 JUN.12 ATIVO PERMANENTE OUTROS ATIVOS OUTROS CRÉDITOS OPER. CRÉDITO TVMs INTERFINANCEIRO 2 O desenvolve suas operações, basicamente, junto a pessoas físicas e, por isso, trabalha com um confortável grau de concentração. Assim, em jun.12 seus dez maiores devedores absorviam apenas 0,64% da carteira de crédito e os cinquenta seguintes 0,67%. Quanto às regras de risco estabelecidas pela Res. 2.682, a maior parte da carteira, 87,2%, 4/11
Tel.: estava classificada no nível A, 3,5% no B, 1,2% no C e 8,1% nos níveis inferiores, sendo 4,8% no nível H. Em relação a prazos de vencimento, observamos que enquanto 2,5% da carteira estava vencida a mais de quinze dias, 52,6% vencia no curto prazo (17,4% em até noventa dias e 35,2% entre três meses e um ano) e 44,9% vencia em prazos superiores a um ano (35,3% entre um e três anos e 9,6% em prazos superiores a três anos. 3 O Ativo Permanente do, na faixa de R$ 174 milhões (7% das aplicaçõess), em jun.12, estava representado por duas parcelas principais: R$ 54,2 milhões - relativos a participações em empresas controladas (Promotora de Vendas, Informática e Cartões de Crédito) e coligadas (Fomento, Securitizadora e Cobrança) - e R$ 105 milhões referentes ao ágio que resultou da incorporação da empresa Trancoso Participações Ltda., ocorrida em out.08. 4 Na vertente das captações, historicamente, os Depósitos se posicionam como a mais importante fonte de recursos do Banco, contribuindo em jun.12 com 3/4 do Passivo. No fim do semestre, os Depósitos Interfinanceiros representavam a maior parcela dessa carteira (95,6%). De acordo com orientação do Grupo SG, esses recursos tinham como aplicador único o SG Brasil. Esse procedimento facilita bastante a administração do fluxo de caixa do, pois anula a possibilidade de saques imprevisíveis. Adicionalmente, fruto de captações realizadas em períodos anteriores, os demonstrativos do Banco registraram também, na conta de Empréstimos e Repasses, captações no exterior, integralmente efetivadas pelo Grupo SG (França). 3000 2000 EVOLUÇÃO DAS CONTAS PASSIVAS - R$ MM PATRIMÔNIO LÍQUIDO OUTRAS OBRIGAÇÕES EMP. & REPASSES 1000 MERCADO ABERTO DEPÓSITOS 0 DEZ.09 J UN.10 DEZ.10 J UN.11 DEZ.11 J UN.12 5 Complementando o quadro de fontes de recursos do Banco, seguem-se Outras Obrigações no valor de R$ 110 milhões, onde destacam-se as Obrigações Fiscais e Previdenciárias pendentes (R$ 30 milhões) e as Provisões para Passivos Contingentes (R$ 68 milhões). 6 Quanto ao capital próprio, é importante lembrar que o Patrimônio Líquido do, influenciado de um lado pelo elevado prejuízo apurado no exercício de 2011 (em grande parte provocado pela baixa de Créditos Tributários e pela reversão de lucros) e de outro pelo aporte de recursos efetivados pelo controlador (R$ 206 milhões), encerrou o exercício de 5/11
Tel.: 2011 em R$ 257 milhões. No entanto, com o resultado negativo, apurado durante o 1.sem.12, o Patrimônio Líquido, mais uma vez, teve seu valor reduzido para R$ 212 milhões. 7 Durante os primeiros seis meses de 2012 as Receitas Financeiras do evoluíram 9,7% e as Despesas Financeiras cresceram 5,4%, o que proporcionou um Resultado Financeiro nove vezes superior ao apurado em igual período de 2011. No entanto, mesmo considerando-se a queda das despesas não financeiras (principalmente Despesas de Custeio e Provisões para IR e CS), esse resultado não foi suficiente para gerar um resultado final positivo. Assim, no semestre, o Banco registrou prejuízo de R$ 46 milhões, sensivelmente inferior ao prejuízo apurado no 1.sem.11 (R$ 246 milhões). 8 Os indicadores relacionados na página 9/11 deste Relatório mostram fortalecimento do Caixa Livre, boa Liquidez de Curto Prazo, baixa Inadimplência e, consequentemente, uma boa Qualidade da Carteira. Esses indicadores revelam também fraca evolução dos níveis de Rentabilidade, elevada Alavancagem e pequena recuperação do Índice de Basileia consolidado, referente ao Conglomerado Econômico Société Générale Brasil (Société Générale Corporate & Investment Banking, SG Equipament Finance, Banco Cacique e PECÚNIA), que fechou o semestre em 14,8%. 9 Cabe observar que LFRating ajustou a série dos indicadores de Liquidez de Curto Prazo do desde set.09, quando passou a considerar os recursos de curto prazo recebidos de empresas ligadas através de Depósitos Interbancários, por entender que esses depósitos, independentemente do seu prazo de resgate, constituem atualmente uma importante fonte de recursos do Banco. 25 20 EVOLUÇÃO DO ÍNDICE DE BASILEIA - % 15 10 5 0 JUN.09 SET.09 DEZ.09 MAR.10 JUN.010 SET.10 DEZ.10 MAR.11 JUN.11 SET.11 DEZ.11 MAR.12 SET.10 6/11
ESTRUTURA PATRIMONIAL R$ 30.JUN.12 31.DEZ.11 30.JUN.11 31.DEZ.10 30.JUN.10 31.DEZ.09 TOTAL DE ATIVOS 2.423.458.925 2.505.820.565 2.733.071.416 2.624.833.849 2.869.336.176 2.930.460.754 DISPONIBILIDADES 519.008 1.027.577 1.883.454 1.164.794 1.374.928 1.061.254 APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS 125.920.480 118.700.268 1.016.391 3.020.388 4.301.303 2.404.390 Aplicações em Mercado Aberto 0 0 0 0 0 0 Aplicações em CDI 125.515.828 118.324.884 704.096 2.687.142 3.941.087 2.230.350 TÍTULOS E DERIVATIVOS 289.052.716 277.637.482 452.346.987 428.649.589 699.413.979 670.620.184 Operações Compromissadas 3.000.540 0 143.327.123 131.810.887 33.551.822 392.210.281 Títulos de Renda Fixa - Carteira Própria 235.221.989 237.849.469 251.942.479 224.759.894 550.103.725 154.300.720 Vinculados a Prestação de Garantias 50.830.187 39.788.013 57.077.385 72.078.808 115.758.432 124.109.182 RELAÇÕES ENTRE BANCOS E AGÊNCIAS 4.089.082 2.818.882 4.067.008 3.297.068 6.048.911 5.322.502 OPERAÇÕES DE CRÉDITO E LEASING 1.774.914.654 1.858.547.199 1.956.345.373 1.701.139.202 1.686.903.917 1.786.489.886 Empréstimos e Títulos Descontados 1.675.761.338 1.747.733.338 1.820.534.159 1.556.580.796 1.562.219.777 1.620.716.362 Financiamentos 222.187.936 224.467.095 233.414.906 241.955.859 231.939.664 291.767.825 Provisão para Créditos em Atraso (123.034.621) (113.653.234) (97.603.691) (97.397.453) (107.255.524) (125.994.300) OUTROS CRÉDITOS 17.929.994 17.302.216 19.823.648 186.672.592 190.191.647 202.935.217 OUTROS VALORES E BENS 36.855.706 49.498.801 62.555.649 57.833.703 31.708.405 3.590.046 ATIVO PERMANENTE 174.177.285 180.288.141 235.032.905 243.056.512 249.393.086 258.037.277 TOTAL DE PASSIVOS 2.423.458.925 2.505.820.565 2.733.071.416 2.624.833.849 2.869.336.176 2.930.460.754 DEPÓSITOS TOTAIS 1.824.004.414 1.892.710.419 1.935.991.029 1.630.388.798 1.758.433.473 1.436.082.896 Depósitos à Vista 969.464 1.412.717 1.155.031 766.900 2.686.117 2.940.871 Depósitos Interfinanceiros 1.745.638.766 1.811.263.189 1.802.037.499 1.510.090.021 1.596.778.274 1.239.274.941 Depósitos a Prazo 77.396.184 80.034.513 132.798.499 119.531.878 158.969.077 193.866.464 Depósitos em Moeda Estrangeira 0 0 0 0 5 619 CAPTAÇÕES NO MERCADO ABERTO 3.000.172 0 143.205.625 131.652.276 33.499.544 391.594.935 Carteira Própria 3.000.172 0 143.205.625 131.652.276 33.499.544 391.594.935 Carteira de Terceiros 0 0 0 0 0 0 RELAÇÕES ENTRE BANCOS E AGÊNCIAS 603.457 57.317 2.061.441 279.006 360.305 1.373.931 OBRIGAÇÕES EMPRÉSTIMOS E REPASSES 241.747.651 219.677.974 322.865.447 340.287.765 578.483.953 551.152.350 OUTRAS OBRIGAÇÕES 110.204.524 100.023.161 173.435.011 120.651.738 118.337.183 89.342.590 RESULTADO EXERCÍCIOS FUTUROS 32.311.739 36.427.420 44.413.792 44.795.799 33.616.809 35.164.890 PATRIMÔNIO LÍQUIDO 211.586.968 256.924.273 111.099.071 356.778.468 346.604.908 425.749.161 Capital Social 545.517.414 545.517.414 339.767.234 339.767.234 339.767.234 419.767.234 Lucros Acumulados (334.792.864) (288.593.141) (245.679.396) 10.986.519 855.747 (4.487.312) Coobrigações 58.791.882 89.454.976 154.664.281 292.851.250 205.979.628 10.523.899 Responsabilidade por Garantias Prestadas 0 0 0 0 0 0 Créditos em Write Off 624.515.320 569.118.862 549.216.614 502.647.845 444.284.904 369.418.208 7/11
DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS R$ JAN-JUN/12 JAN-DEZ/11 JAN-JUN/11 JAN-DEZ/10 JAN-JUN/10 JAN-DEZ/09 RECEITAS DA ATIVIDADE FINANCEIRA 315.880.045 613.078.327 287.933.332 730.877.942 387.229.706 679.531.604 RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO 270.306.999 504.745.827 249.252.300 644.837.646 340.274.970 586.137.628 CRÉDITOS RECUPERADOS 14.107.966 32.540.503 13.921.189 27.835.570 13.384.585 16.905.494 RENDAS DE CÂMBIO 29.844 45.420 (27.861) (57.792) (19.220) (85.037) RECEITAS DE TESOURARIA 31.435.237 75.746.577 24.787.704 58.262.518 33.589.371 76.573.520 DESPESAS DA ATIVIDADE FINANCEIRA (302.161.892) (611.643.057) (286.477.557) (600.698.932) (297.390.558) (982.326.162) DESPESAS DE CAPTAÇÃO - DEPÓSITOS (106.417.959) (227.839.590) (109.451.203) (196.403.857) (90.819.671) (168.680.051) DESPESAS DE CAPTAÇÃO - EMPRÉSTIMOS (22.069.676) (46.664.213) (5.544.156) (36.358.258) (31.375.713) (57.869.986) DESPESAS DE TESOURARIA (2.537.402) (43.403.055) (36.637.786) (53.250.651) (7.890.445) (245.790.788) PROVISÃO PARA CRELI (171.136.855) (293.736.198) (134.844.413) (314.686.167) (167.304.729) (509.985.338) RESULTADO DA ATIVIDADE FINANCEIRA 13.718.153 1.435.270 1.455.775 130.179.010 89.839.148 (302.794.559) DESPESAS TRIBUTÁRIAS (10.283.112) (18.269.601) (9.123.943) (24.705.238) (13.228.565) (21.676.543) RESULTADO DE PARTICIPAÇÕES 3.600.043 2.575.086 2.552.699 1.775.205 1.408.690 39.945.152 RECEITAS DE SERVIÇOS 8.498.859 26.402.260 15.074.539 19.427.025 8.547.086 18.469.331 DESPESAS DE CUSTEIO (148.131.178) (326.987.358) (167.644.925) (293.537.342) (147.378.980) (363.496.594) OUTROS RESULTADOS OPERACIONAIS 82.624.740 170.191.301 74.141.724 187.420.799 69.697.042 500.290.593 OUTROS RESULTADOS NÃO OPERACIONAIS 914.574 994.667 199.784 944.086 420.407 2.909.810 PROVISÃO PARA IR E CS 2.858.199 (161.751.414) (162.140.465) (10.345.731) (8.449.080) 72.184.257 PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS 0 (194.584) (194.584) (128.507) 0 0 LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO (46.199.723) (305.604.375) (245.679.396) 11.029.306 855.747 (54.168.552) LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO (46.199.723) (305.604.375) (245.679.396) 11.029.306 855.747 (54.168.552) LUCRO TRIMESTRAL AJUSTADO (22.423.455) (22.168.345) (222.983.129) 9.613.909 792.007 (18.985.904) DEPRECIAÇÃO E AMORTIZAÇÃO - DRE (30.538.073) (60.639.116) (30.356.906) (60.859.459) (30.399.593) (60.454.580) JUROS SOBRE O CAPITAL 0 0 0 0 0 0 8/11
HIGHLIGHTS CAPACIDADE DE PAGAMENTO JUN.12 DEZ.11 JUN.11 DEZ.10 JUN.10 DEZ.09 CAIXA LIVRE - R$ mil 361.661 357.577 247.238 228.945 555.780 157.766 CAIXA LIVRE EM RELAÇÃO AO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 170,9% 139,2% 222,5% 64,2% 160,3% 37,1% LIQUIDEZ DE CURTO PRAZO 9,14 8,95 4,56 0,41 5,53 2,62 SOLVÊNCIA 1,02 1,03 0,95 1,05 1,04 1,07 GERAÇÃO DE CAIXA - R$ mil 8.115 8.114 (192.626) 40.074 31.192 39.930 MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO 37,0% 28,7% 37,8% 46,3% 49,6% 43,6% MARGEM FINANCEIRA - R$ mil 184.150 157.951 135.426 186.346 240.352 167.950 QUALIDADE DO CRÉDITO QUALIDADE DA CARTEIRA 7,92 8,04 8,19 8,12 7,96 7,84 INADIMPLÊNCIA TOTAL SOBRE OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,9% 3,4% 2,9% 3,0% 3,8% 4,7% INADIMPLÊNCIA TOTAL SOBRE PATRIMÔNIO LÍQUIDO 35,3% 26,3% 53,6% 15,1% 19,8% 21,0% PROVISÃO/INADIMPLÊNCIA 167,1% 170,3% 164,9% 183,4% 159,6% 142,4% RENTABILIDADE - % RENTABILIDADE ÚLTIMOS 12 MESES - ROE -95,5% -85,7% -67,9% 2,6% -1,7% -11,3% RENTABILIDADE ÚLTIMOS 12 MESES - ROA -4,1% -11,9% -8,4% 0,4% -0,3% -1,9% SPREAD MÉDIO 1,2% 1,0% 0,8% 1,3% 1,7% 1,0% ATIVOS QUE GERAM JUROS EM RELAÇÃO AO ATIVO TOTAL 90,4% 90,0% 88,2% 81,3% 83,3% 83,9% PASSIVOS QUE PAGAM JUROS EM RELAÇÃO AO PASSIVO TOTAL 85,3% 84,2% 87,8% 80,1% 82,5% 81,1% EFICIÊNCIA - R$ mil (exceto Índice) ÍNDICE DE EFICIÊNCIA 1,74 2,02 2,22 1,12 1,13 1,74 OPERAÇÕES DE CRÉDITO POR UNIDADE DE PRODUÇÃO 1.774.915 1.858.547 1.956.345 1.701.139 1.686.904 1.786.490 DEPÓSITOS POR UNIDADE DE PRODUÇÃO 1.824.004 1.892.710 1.935.991 1.630.389 1.758.433 1.436.083 LUCRO LÍQUIDO POR UNIDADE DE PRODUÇÃO (*) (22.423) (22.168) (222.983) 9.614 792 (18.986) OPERAÇÕES DE CRÉDITO POR FUNCIONÁRIO 5.086 5.325 5.606 4.874 4.634 4.908 DEPÓSITOS POR FUNCIONÁRIO 5.226 5.423 5.547 4.672 4.831 3.945 LUCRO LÍQUIDO POR FUNCIONÁRIO (*) (64,25) (63,52) (638,92) 27,55 2,18 (52,16) ALAVANCAGEM DOS PASSIVOS SOBRE O PATRIMÔNIO LÍQUIDO 10,45 8,75 23,60 6,36 7,28 5,88 DA CARTEIRA DE CRÉDITO SOBRE O PATRIMÔNIO LÍQUIDO 8,39 7,23 17,61 4,77 4,87 4,20 DO IMOBILIZADO SOBRE O PATRIMÔNIO LÍQUIDO 0,82 0,70 2,12 0,68 0,72 0,61 DO TOTAL RECURSOS EXTERNOS SOBRE O PATRIMÔNIO LÍQUIDO 1,14 0,86 2,91 0,95 1,67 1,29 ÍNDICE DE RISCO BASEADO EM ATIVOS - RBA - BASILEIA (***) 14,8% 13,5% 12,2% 18,3% 20,2% 21,0% PATRIMÔNIO LÍQUIDO REAL - R$ mil (**) 209.518 255.497 109.450 263.368 181.020 249.651 (*) Lucro Líquido Trimestral Ajustado (**) Ajustado por desp. diferidas, ágios/deságios, créd. tributários e excesso de provisionamento (***) A partir de dez.08: Índice de Basileia do Consolidado Financeiro SG Brasil 9/11
Tel.: INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS DO AVALIADOR - LFRating LFRating foi criada em 2002 como complemento dos serviços de avaliação de instituições financeiras e não financeiras que a Lopes Filho & Associados já realizava há 26 anos. É formada por profissionais de elevada experiência em avaliação corporativa, que uniram seus conhecimentos para prover o mercado brasileiro de serviços de análise de risco de todas as modalidades, baseados em três princípios fundamentais. independência entre o processo e o objeto de classificação; transparência dos fundamentos da classificação; e capacidade técnica e ética irreprovável de todos os envolvidos na classificação. LFRating produz ratings de emissões de empresas nacionais, utilizando-se da expertise de seus analistas e de uma cultura formada ao longo de 34 anos em trabalhos de análises e avaliações de empresas, bancos e fundos de investimentos para os mais diversos propósitos. Um rating emitido por LFRating é o resultado de uma criteriosa análise que envolve: uma definição precisa dos riscos envolvidos no objeto avaliado; a análise detalhada de uma extensa gama de informações estruturais, estratégicas e econômico- financeiras; um pormenorizado trabalho de due diligence, incluindo abrangente entrevista com os dirigentes e responsáveis pela emissão e pela administração das garantias; e um capacitado comitê de avaliação que definirá o rating adequado para expressar o entendimento da LFRating sobre o risco de crédito do avaliado. A equipe de análise é especializada e formada por: Cristina Meyer (empresas e títulos) Flávia Marins ( cooperativas) Helio Darwich (bancos) João Batista Simões (empresas e títulos) (empresas, títulos, fundos e cooperativas) José Luiz Marquez da Silva (empresas e títulos) Julio Flávio Souza Lima (bancos) Kleber Lemos (empresas e títulos) Paulo Frazão (empresas, títulos e gestores) Rodrigo Pires (empresas, títulos e fundos) Rubem Crusius (empresas e títulos) O Comitê de Rating é presidido por e formado por pelo menos dois analistas envolvidos na avaliação em questão, além de dois outros componentes, no mínimo. A escala utilizada para classificação de emissões diversas é baseada em nossa experiência e ajustada ao longo do tempo por fatos concretos que alterem a estrutura do Sistema Financeiro Nacional ou da Economia Brasileira. 10/11
Tel.: ESCALA DE CLASSIFICAÇÃO DE RATING INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS NOTA A A BBB BB B C D CONCEITO - MOEDA NACIONAL oferecem a mais alta segurança para com fortes bases patrimoniais, excelente política de crédito e histórico de resultados acima da média da indústria financeira. Sua capacidade de geração de caixa é diferenciada e não é seriamente afetada por mudanças nas condições econômicas e regulatórias possíveis de serem previstas. honrar compromissos com saudável política de crédito nesta faixa, no entanto, estão econômicas e regulatórias do oferecem boa segurança para honrar compromissos com adequada política de crédito, mas que possuem uma ou mais áreas com fragilidades, com condições, no entanto, de superá-las no curto prazo. As instituições estão que aquelas das faixas superiores. oferecem moderada segurança para que possuem algumas áreas que precisam ser melhor desenvolvidas. Estas instituições, no entanto, são consideradas capazes de fazê-lo no médio prazo, embora mudanças adversas nas condições econômicas e regulatórias possam prejudicar sua capacidade de honrar compromissos financeiros. apresentam perda de alguns fatores de proteção financeira que podem resultar em inadequado nível de segurança para honrar compromissos que dependem de mudanças favoráveis no ambiente econômico e regulatório que lhes permita honrar compromissos de maneira periódica. apresentam baixa capacidade para financeiros regulares. A capacidade de gerar caixa está seriamente afetada por várias fragilidades em várias áreas. Ainda que estas instituições possam estar honrando os compromissos nas datas pactuadas, a continuidade deste procedimento depende grandemente de mudanças favoráveis nas condições econômicas e regulatórias, além de algum suporte externo. apresentam elevado risco de não honrarem compromissos financeiros. O rating com muitos sérios problemas e, a menos que algum suporte externo seja providenciado, elas não terão capacidade de honrar os compromissos financeiros assumidos. estão inadimplentes ou muito próximas de não honrarem compromissos financeiros. O rating com graves problemas de geração de caixa, exigindo imediato suporte externo de grande capacidade financeira. Obs.: Com o objetivo de diferenciar os bancos que apresentam diferenças sensíveis dentro do mesmo segmento de rating, LFRating acrescenta sinais de + ou ao lado de cada nota entre e B. 11/11