PECÚNIA. Banco Pecúnia S.A.

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1 Monitoramento de Rating A LFRating comunica ao e ao mercado que, em reunião de Comitê realizada no dia 12 de dezembro de 2012, foi confirmada a nota, Perspectiva Neutra, atribuída ao referido Banco no Relatório de Rating emitido em 3 de maio de A confirmação está baseada na avaliação dos aspectos econômico-financeiros do Banco Pecúnia relativos ao primeiro semestre de 2012, assim como nas demais informações que temos conhecimento até o momento da divulgação deste Relatório, cujos principais pontos descrevemos a seguir. Dezembro de 2012, com dados contábeis do terceiro trimestre de 2012

2 Tel.: PANORAMA CONJUNTURAL - TERCEIRO 1 Os primeiros nove meses de 2012 assistiram à emissão de várias medidas regulatórias e de incentivo ao Sistema Financeiro, na atividade própria do Banco Central de manter o Sistema Financeiro mais protegido e sob controle, para que reflita o menos possível os ainda presentes efeitos da crise mundial, em especial na Europa. No período, e ainda decorrente do firme crescimento verificado no consumo de bens duráveis, os índices de inadimplência e de emissão de cheques sem fundos foram recordes, mostrando-se muito voláteis com sinais de avanços e recuos. 2 Surtiu efeito no ano a entrada em vigor da Res do CMN, três vezes adiada e finalmente produzindo efeitos a partir de 01.jan.12 na forma de contabilizar as operações de venda ou de transferência de ativos financeiros. O Banco Central também aplicou maior rigidez na fiscalização sobre políticas de crédito das instituições, em especial a pessoas jurídicas de pequeno e médio porte. O efeito conjunto destas medidas foi a retração generalizada nos resultados apresentados pelos bancos brasileiros nos três primeiros trimestres de Tais resultados foram impactados, principalmente, pela reversão de resultados de cessões de créditos, aumento dos níveis de provisão para devedores duvidosos e mesmo pela redução nas carteiras de crédito e foco na liquidez, medidas preventivas adotadas por diversos bancos, face ao cenário dos primeiros meses de 2012 e que levaram alguns deles a grandes dificuldades. 3 A Res do CMN de 26.jul.12 criou o que pode ser chamado de DPGE 2, que terá caráter permanente e poderá substituir os atuais DPGEs, em fase de extinção. Tal modalidade de captação terá prazo mínimo de 12 meses e máximo de 36 meses, será garantido pelo FGC em montante até o limite de R$ 20 milhões e o captador deverá depositar uma contrapartida junto ao FGC do equivalente a 0,3% da operação, anualmente, além de prover garantias através de sua carteira de crédito. Este tipo de depósito é muito importante para bancos médios e pequenos, trazendo estabilidade à captação e evitando crises de liquidez por transferência de recursos de bancos menores para os grandes bancos em momentos de insegurança econômico-financeira. 4 Em jun.12, seguindo o aperto na fiscalização ocorrido desde o evento com o PanAmericano, o BACEN implantou o RAET no Banco Cruzeiro do Sul, por conta de inconsistências contábeis em operações de crédito ao varejo cedidas a terceiros, instituição essa que viria a ser liquidada pela autoridade monetária em set.12, mesma ocasião da também liquidação do Banco Prosper. A boa condição do Sistema permitiu que os efeitos desse evento se localizassem em seus protagonistas, não espalhando reações adversas a outras instituições. 5 Mais recentemente, na segunda quinzena de out.12, foi a vez do Banco BVA sofrer intervenção por parte do Banco Central. Um imbróglio relativo à capacidade dos acionistas do banco sustentarem o capital necessário a seu funcionamento levou à paralisação das atividades e pode ocorrer a liquidação do banco. O BVA possuía estruturas de captação para capital próprio e créditos a terceiros fortemente baseadas em fundos de investimento, tais como FIPs e multimercados. Novamente, até o momento não se verificou efeito negativo sobre outras instituições. 2/11

3 Tel.: 6 No conjunto observam-se fatores positivos para a retomada do mercado bancário brasileiro, com aspectos como a baixa nas taxas de juros, que proporciona maior fôlego às empresas e incentiva a tomada de recursos para aquisições de bens e serviços por parte das pessoas físicas, aliadas à criação ou consolidação de instrumentos de captação de médio e longo prazo, como é o caso do DPGE 2 e da Letra Financeira, que devem criar um ambiente de maior conforto para o casamento de ativos e passivos bancários, com taxas em níveis compatíveis com uma economia ainda em recuperação. PRINCIPAIS EVENTOS NÃO FINANCEIROS - TERCEIRO 1 O é integrante do grupo francês Société Générale (Grupo SG) e controlado pelo Banco Société Générale Brasil (SG Brasil). O Grupo SG possui sede na França e opera com um total de 156 mil funcionários, atendendo a mais de 27 milhões de clientes em todo o mundo. Na França, o Grupo SG trabalha com duas grandes redes complementares de distribuição, denominadas Société Générale e Crédit du Nord. Fora da França atua com dois segmentos: o Banco de Varejo, que está presente em 36 países, e a área de Serviços Financeiros Especializados, que opera em 48. Os Demonstrativos Consolidados do Grupo SG, relativos a dez.11, registravam que seus Ativos eram de 1.181,0 bilhões EUR, o Patrimônio Líquido atingia 47 bilhões EUR e o Lucro Líquido foi de 2,4 bilhões EUR. Segundo a Revista Fortune/2011, o Grupo SG ocupava a 72 a posição entre as maiores empresas do mundo, com Receitas de US$ 84 bilhões e Lucro de US$ 5,2 bilhões. 2 O Banco Pecúnia está organizado sob a forma de banco múltiplo, com autorização para operar carteiras comercial e de crédito, financiamento e investimento. Em paralelo, conduz suas operações em um conjunto de instituições que atua integrado no mercado financeiro, todas controladas, direta ou indiretamente, pelo Conglomerado Financeiro Société Générale Brasil. 3 Os recursos necessários para o financiamento da carteira de crédito do Banco, bem como para a manutenção de suas operações, são garantidos pelo acionista controlador. Assim, grande maioria de suas captações contabilizadas nos balanço de set.12 foi realizada através de depósitos interfinanceiros efetivadas pelo SG Brasil. 4 Com a finalidade de recompor o Patrimônio Líquido do, reduzido em consequência da série de prejuízos apurados durante os últimos exercícios, no terceiro trimestre de 2011 o Grupo controlador realizou uma subscrição no valor de R$ 62 milhões. Assim, o fechou o ano de 2011 com Capital Social de R$ 262,6 milhões e Patrimônio Líquido de R$ 90,4 milhões. No dia 03.jan.12 o Banco recebeu um novo aporte de recursos via subscrição, no valor de R$ 25 milhões, mas o prejuízo apurado durante os primeiros nove meses de 2012 voltou a reduzir seu Patrimônio Líquido, para R$ 57 milhões. 5 Depois de descontinuar as operações de CDC Lojista no final de 2009 e as operações de crédito consignado em folha de pagamento durante o 1 o. sem.11, o Pecúnia passou a concentrar suas operações no financiamento de veículos, principalmente direcionado à classe D. Com esse objetivo, concentra a distribuição de suas operações através da controlada Credial Empreendimentos e Serviços Ltda.. Em set.12 o Banco trabalhava com lojas 3/11

4 Tel.: revendedoras de veículos (localizadas basicamente na região Sudeste), gerando durante o 3.trim.12 um total de novos contratos relativos a financiamento de veículos. 6 Desde a aquisição do controle integral do, o Grupo SG tem procurado promover um maior ganho de sinergia entre os bancos controlados, CACIQUE e. Nesse sentido, como já comentado em Relatórios anteriores, progressivamente, essas Instituições passaram a compartilhar entre si vários segmentos operacionais. Esse processo está concluído e, nesse sentido, uma só estrutura funcional atua na gestão dos dois Bancos, modus operandi que inclui Presidência e Vice-Presidência, demais Diretorias (Comercial, Crédito e Cobrança, Risco de Crédito, Financeiro e TI) e todas as áreas de apoio (Comitês, Controles de Riscos, Auditoria, RH, Compliance, etc.). 7 A gestão dos negócios permanece centralizada em sua Diretoria e em uma estrutura de governança, que se reporta à linha de negócios do Grupo SG sediada na França, encarregada da área de banco comercial. Ao mesmo tempo, é sustentada por visitas periódicas de executivos da matriz para finalidades diversas, que vão desde processos de auditoria até decisões estratégicas do Banco. 8 De acordo com o programa de integração entre as duas Instituições, o compartilha também com o Banco Cacique um total de dezesseis comitês, com composição e periodicidade de encontro que variam conforme a finalidade e a demanda de cada um. Eis a relação completa desses comitês: ( i) Diretoria, (ii) Comercial, (iii) Merchant, (vi) Crédito Pessoa Jurídica, (v) Crédito Pessoa Física, (vi) Coordenação de Controles Internos, (vii) Cobrança de Pessoa Física, (viii) Compliance, (ix) Riscos de Mercado e ALM, (x) Riscos Operacionais, (xi) Recursos Humanos, (xii) de TI, (xiii) Desenvolvimento de Produtos e Serviços, (xiv) Auditoria, (xv) Animação e (xvi) Prevenção à Fraude. PRINCIPAIS EVENTOS CONTÁBEIS - TERCEIRO 1 No fim do 3.trim.12 os Ativos do alcançaram o valor de R$ milhões, revelando um crescimento de 8% em relação aos números de dez.11. Nesse período as Operações de Crédito (livres de PDDs) evoluíram para R$ milhões (+3%), reduzindo sua participação para 76% dos Ativos. Por outro lado, as Aplicações Interfinanceiras cresceram 2%, para R$ 137 milhões (10% dos Ativos), e a conta de Outros Créditos (que inclui Créditos Tributários no valor R$ 58 milhões) evoluiu para R$ 93 milhões (7% dos Ativos). Com essas movimentações o Caixa Livre foi fortalecido, evoluindo para R$ 145 milhões, duas vezes superior ao equivalente em dez Os recursos necessários para o financiamento da carteira de crédito do Banco, bem como para a manutenção de suas operações, são garantidos pelo seu acionista controlador., sendo que, em set.12, grande parte das captações haviam sido feitas através de depósitos interfinanceiros realizados do Banco Société Générale Brasil S.A. (SG Brasil). Em função de seu foco de atividades, CDC-Veículos, o trabalha com baixa concentração em suas operações de crédito e, nesse sentido, se caracteriza como um típico banco de varejo massificado. Nesse linha, seus dez maiores devedores representavam, no fim do trimestre, apenas 0,07% das operações de crédito, seguidos pelos 50 e 100 maiores com, respectivamente, 0,21% e 0,35% da carteira. Em set.12 o CDC-Veículos representava a quase totalidade do book de crédito do Banco. 4/11

5 Tel.: EVOLUÇÃO DAS CONTAS ATIVAS - R$ MM DEZ.09 SET.10 DEZ.10 SET.11 DEZ.11 SET.12 3 Em relação às fontes de recursos, observamos que durante os primeiros nove meses de 2012 a carteira de depósitos do foi o grande destaque: cresceu 12%, atingiu o montante de R$ milhões e elevou sua participação para 79% do Passivo. No fim do período, essa carteira era composta, quase que integralmente, por Depósitos Interfinanceiros que, de acordo com orientação da direção do Grupo SG, foram aplicados pelo SG Brasil. Observe-se ainda que a diretoria do decidiu não realizar captação de recursos via Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGEs). 4 Em set.12 os recursos captados no exterior totalizavam R$ 32,7 milhões, representando apenas 2% do Passivo do. Esses recursos foram captados no passado junto ao IFC - International Finance Corporation. Em anos anteriores, o realizou também captações em moeda estrangeira (USD) diretamente junto à sua Matriz, em Paris, hedgeando integralmente o valor dessas operações junto à BMF. Na medida em que essas operações venceram foram sendo progressivamente substituídas por captações em reais, oriundas do SG Brasil, instituição que hoje efetiva a internação dos recursos, realiza as operações de hedge e deposita esses recursos, em CDIs prefixados, no. EVOLUÇÃO DAS CONTAS PASSIVAS - R$ MM OUTROS ATIVOS OUTROS CRÉDITOS OP. DE CRÉDITO TVMs INTERFINANCEIRO PATRIMÕNIO LÍQUIDO OUTROS PASSIVOS OUTRAS OBRIGAÇÕES EMPRÉTIMOS/REPASSES DEPÓSITOS 0 DEZ.09 SET.10 DEZ.10 SET.11 DEZ.11 SET.12 5/11

6 Tel.: 5 O Banco registrou também a importância de R$ 160 milhões na conta de Outras Obrigações (12% do Passivo), que incluem R$ 136 milhões referentes a Obrigações Fiscais e Previdenciárias e R$ 24 milhões relativos a Provisões Diversas. 6 Fechando as contas Passivas, verificamos que o Patrimônio Líquido do, em função de um aumento de Capital de R$ 25 milhões ocorrido em jan.12 e do prejuízo apurado até set.12 (R$ 58,5 milhões), recuou de R$ 90,4 milhões em dez.11 para R$ 57 milhões, reduzindo, em consequência, sua participação para 4% das contas Passivas. 7 Em comparação a igual período de 2011, durante os primeiros nove meses de 2012 as Receitas Financeiras do evoluíram 31%, para R$ 271 milhões. As Despesas da Atividade Financeiras, no entanto, muito pressionadas pelo evolução das Despesas de Captação (+35%) e, principalmente, pelo aumento das Provisões para Créditos em Liquidação (+116%) cresceram mais intensamente (50%). Em consequência, o Resultado Financeiro ficou estável, na faixa de R$ 77 milhões. Assim, trabalhando com despesas não-financeiras também crescentes (+17% sobre set.11), o Banco encerrou o período com resultado negativo de R$ 58 milhões. 8 Os Highlights calculados na página 9/11 deste Relatório revelam que o Banco reforçou seu Caixa Livre (+100% sobre dez.11) e manteve elevada sua Liquidez de Curto Prazo. No entanto, os indicadores mostram também um alto grau de Inadimplência, histórico de retorno patrimonial negativo, Alavancagem crescente e Índice de Basileia consolidado, referente ao Conglomerado Econômico Société Générale Brasil (Société Générale Corporate & Investment Banking, SG Equipament Finance, Banco Cacique e ) em queda, equivalente a 12,8%. 9 Cabe observar que LFRating ajustou a série dos indicadores de Liquidez de Curto Prazo do, desde set.09, quando passou a considerar também os recursos aplicados por empresas ligadas através de Depósitos Interbancários, por entender que esses depósitos, independentemente do seu prazo de resgate, constituem-se em segura, importante e única fonte de recursos do Banco. EVOLUÇÃO DO ÍNDICE DE BASILEIA - % SET.09 DEZ.09 MAR.10 JUN.10 SET.10 DEZ.10 MAR.11 JUN.11 SET.11 DEZ.11 MAR.12 JUN.12 SET.12 6/11

7 ESTRUTURA PATRIMONIAL R$ 30.SET DEZ SET DEZ SET DEZ.09 TOTAL DE ATIVOS DISPONIBILIDADES APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS Aplicações em CDI TÍTULOS E DERIVATIVOS Títulos de Renda Fixa - Carteira Própria Vinculados a Prestação de Garantias RELAÇÕES ENTRE BANCOS E AGÊNCIAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO E LEASING Empréstimos e Títulos Descontados Financiamentos Provisão para Créditos em Atraso ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) OUTROS CRÉDITOS OUTROS VALORES E BENS ATIVO PERMANENTE TOTAL DE PASSIVOS DEPÓSITOS TOTAIS Depósitos à Vista Depósitos Interfinanceiros Depósitos a Prazo RELAÇÕES ENTRE BANCOS E AGÊNCIAS OBRIGAÇÕES EMPRÉSTIMOS E REPASSES OUTRAS OBRIGAÇÕES RESULTADO EXERCÍCIOS FUTUROS PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social Lucros Acumulados ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Coobrigações Responsabilidade por Garantias Prestadas Créditos em Write Off /11

8 DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS R$ JAN-SET/12 JAN-DEZ/11 JAN-SET/11 JAN-DEZ/10 JAN-SET/10 JAN-DEZ/09 RECEITAS DA ATIVIDADE FINANCEIRA RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO CRÉDITOS RECUPERADOS RECEITAS DE TESOURARIA DESPESAS DA ATIVIDADE FINANCEIRA ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) DESPESAS DE CAPTAÇÃO - DEPÓSITOS ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) DESPESAS DE CAPTAÇÃO - EMPRÉSTIMOS ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) PERDAS COM TÍTULOS 0 ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) PROVISÃO PARA CRELI ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) RESULTADO DA ATIVIDADE FINANCEIRA DESPESAS TRIBUTÁRIAS ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) RESULTADO DE PARTICIPAÇÕES ( ) RECEITAS DE SERVIÇOS DESPESAS DE CUSTEIO ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) OUTROS RESULTADOS OPERACIONAIS ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) OUTROS RESULTADOS NÃO OPERACIONAIS PROVISÃO PARA IR E CS ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) LUCRO TRIMESTRAL AJUSTADO ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) DEPRECIAÇÃO E AMORTIZAÇÃO - DRE ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) JUROS SOBRE O CAPITAL /11

9 HIGHLIGHTS SET.12 DEZ.11 SET.11 DEZ.10 SET.10 DEZ.09 CAPACIDADE DE PAGAMENTO CAIXA LIVRE - R$ mil CAIXA LIVRE EM RELAÇÃO AO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 254,5% 81,0% 162,5% 70,7% 94,7% 308,0% LIQUIDEZ DE CURTO PRAZO 1.263, , ,66 11,10 9,78 11,08 SOLVÊNCIA 1,03 1,05 1,07 1,07 1,09 1,01 GERAÇÃO DE CAIXA - R$ mil (10.305) (14.356) (17.565) (3.680) (4.679) (8.074) MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO 35,7% 45,3% 46,5% 54,7% 56,9% 14,7% MARGEM FINANCEIRA - R$ mil QUALIDADE DO CRÉDITO QUALIDADE DA CARTEIRA 5,24 6,34 6,53 3,78 6,04 4,91 INADIMPLÊNCIA TOTAL SOBRE OPERAÇÕES DE CRÉDITO 24,3% 17,5% 16,3% 16,1% 18,5% 24,3% INADIMPLÊNCIA REAL SOBRE OPERAÇÕES DE CRÉDITO (1) 23,9% 17,1% 15,7% 15,0% 17,2% 24,3% INADIMPLÊNCIA TOTAL SOBRE PATRIMÔNIO LÍQUIDO 500,8% 216,5% 150,1% 139,9% 133,1% 507,2% PROVISÃO/INADIMPLÊNCIA 41,3% 42,3% 38,0% 46,3% 50,0% 62,1% RENTABILIDADE - % RENTABILIDADE ÚLTIMOS 12 MESES - ROE -70,3% -65,6% -48,4% -92,4% -80,1% -54,9% RENTABILIDADE ÚLTIMOS 12 MESES - ROA -5,7% -5,0% -4,2% -3,3% -4,2% -4,6% SPREAD MÉDIO 1,5% 1,3% 1,2% 1,2% 1,2% 1,7% ATIVOS QUE GERAM JUROS EM RELAÇÃO AO ATIVO TOTAL 86,8% 87,2% 87,6% 85,5% 84,4% 84,1% PASSIVOS QUE PAGAM JUROS EM RELAÇÃO AO PASSIVO TOTAL 81,1% 78,7% 77,7% 74,1% 72,6% 82,2% EFICIÊNCIA - R$ mil (exceto Índice ) ÍNDICE DE EFICIÊNCIA 1,58 1,65 1,71 1,30 1,32 2,20 OPERAÇÕES DE CRÉDITO POR UNIDADE DE PRODUÇÃO DEPÓSITOS POR UNIDADE DE PRODUÇÃO LUCRO LÍQUIDO POR UNIDADE DE PRODUÇÃO (*) (11.613) (16.920) (18.850) (6.247) (5.958) (12.576) OPERAÇÕES DE CRÉDITO POR FUNCIONÁRIO DEPÓSITOS POR FUNCIONÁRIO LUCRO LÍQUIDO POR FUNCIONÁRIO (*) (170,77) (260,31) (294,52) (201,53) (180,53) (1.796,59) ALAVANCAGEM DOS PASSIVOS SOBRE O PATRIMÔNIO LÍQUIDO 23,32 13,16 10,71 9,32 7,94 27,70 DA CARTEIRA DE CRÉDITO SOBRE O PATRIMÔNIO LÍQUIDO 18,57 11,42 8,64 8,05 6,53 17,77 DO IMOBILIZADO SOBRE O PATRIMÔNIO LÍQUIDO 0,40 0,29 0,24 0,31 0,27 0,82 ÍNDICE DE RISCO BASEADO EM ATIVOS - RBA - BASILEIA (***) 12,8% 13,5% 12,2% 18,3% 19,8% 21,0% PATRIMÔNIO LÍQUIDO REAL - R$ mil (**) (720) (41.341) (*) Lucro Líquido Trimestral Ajustado (**) Ajustado por desp. diferidas, ágios/deságios, créd. tributários e excesso de provisionamento (***) A partir de dez.08: Índice de Basileia do Conglomerado Financeiro SG Brasil (1) inclui créditos cedidos com coobrigação 9/11

10 Tel.: INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS DO AVALIADOR - LFRating LFRating foi criada em 2002 como complemento dos serviços de avaliação de instituições financeiras e não financeiras que a Lopes Filho & Associados já realizava há 26 anos. É formada por profissionais de elevada experiência em avaliação corporativa, que uniram seus conhecimentos para prover o mercado brasileiro de serviços de análise de risco de todas as modalidades, baseados em três princípios fundamentais. independência entre o processo e o objeto de classificação; transparência dos fundamentos da classificação; e capacidade técnica e ética irreprovável de todos os envolvidos na classificação. LFRating produz ratings de emissões de empresas nacionais, utilizando-se da expertise de seus analistas e de uma cultura formada ao longo de 35 anos em trabalhos de análises e avaliações de empresas, bancos e fundos de investimentos para os mais diversos propósitos. Um rating emitido por LFRating é o resultado de uma criteriosa análise que envolve: uma definição precisa dos riscos envolvidos no objeto avaliado; a análise detalhada de uma extensa gama de informações estruturais, estratégicas e econômico- financeiras; um pormenorizado trabalho de due diligence, incluindo abrangente entrevista com os dirigentes e responsáveis pela emissão e pela administração das garantias; e um capacitado comitê de avaliação que definirá o rating adequado para expressar o entendimento da LFRating sobre o risco de crédito do avaliado. A equipe de análise é especializada e formada por: Claudia Feddersen( empresas e títulos ) Cristina Meyer (empresas e títulos) Flávia Marins ( cooperativas) Helio Darwich (bancos) João Batista Simões (empresas e títulos) (empresas, títulos, fundos e cooperativas) José Luiz Marquez da Silva (empresas e títulos) Julio Flávio Souza Lima (bancos) Kleber Lemos (empresas e títulos) Paulo Frazão (empresas, títulos e gestores) Rodrigo Pires (empresas, títulos e fundos) Rubem Crusius (empresas e títulos) O Comitê de Rating é presidido por e formado por pelo menos dois analistas envolvidos na avaliação em questão, além de dois outros componentes, no mínimo. A escala utilizada para classificação de emissões diversas é baseada em nossa experiência e ajustada ao longo do tempo por fatos concretos que alterem a estrutura do Sistema Financeiro Nacional ou da Economia Brasileira. 10/11

11 Tel.: ESCALA DE CLASSIFICAÇÃO DE RATING INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS NOTA A A BBB BB B C D CONCEITO - MOEDA NACIONAL oferecem a mais alta segurança para com fortes bases patrimoniais, excelente política de crédito e histórico de resultados acima da média da indústria financeira. Sua capacidade de geração de caixa é diferenciada e não é seriamente afetada por mudanças nas condições econômicas e regulatórias possíveis de serem previstas. honrar compromissos com saudável política de crédito nesta faixa, no entanto, estão econômicas e regulatórias do. oferecem boa segurança para honrar compromissos com adequada política de crédito, mas que possuem uma ou mais áreas com fragilidades, com condições, no entanto, de superá-las no curto prazo. As instituições estão que aquelas das faixas superiores. oferecem moderada segurança para que possuem algumas áreas que precisam ser melhor desenvolvidas. Estas instituições, no entanto, são consideradas capazes de fazê-lo no médio prazo, embora mudanças adversas nas condições econômicas e regulatórias possam prejudicar sua capacidade de honrar compromissos financeiros. apresentam perda de alguns fatores de proteção financeira que podem resultar em inadequado nível de segurança para honrar compromissos que dependem de mudanças favoráveis no ambiente econômico e regulatório que lhes permita honrar compromissos de maneira periódica. apresentam baixa capacidade para financeiros regulares. A capacidade de gerar caixa está seriamente afetada por várias fragilidades em várias áreas. Ainda que estas instituições possam estar honrando os compromissos nas datas pactuadas, a continuidade deste procedimento depende grandemente de mudanças favoráveis nas condições econômicas e regulatórias, além de algum suporte externo. apresentam elevado risco de não honrarem compromissos financeiros. O rating com muitos sérios problemas e, a menos que algum suporte externo seja providenciado, elas não terão capacidade de honrar os compromissos financeiros assumidos. estão inadimplentes ou muito próximas de não honrarem compromissos financeiros. O rating com graves problemas de geração de caixa, exigindo imediato suporte externo de grande capacidade financeira. Obs.: Com o objetivo de diferenciar os bancos que apresentam diferenças sensíveis dentro do mesmo segmento de rating, LFRating acrescenta sinais de + ou ao lado de cada nota entre e B. 11/11

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