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Transcrição:

UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE REGISTRO E CONTROLE ACADÊMICO CONTEÚDO DE DISCIPLINA CARGA HORÁRIA CÓDIGO DENOMINAÇÃO CR. TEÓR. PRÁT. TOT. ENG-157 MÁQUINAS E MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA 4 34 34 68 DEPARTAMENTO PROFESSOR(ES) Fábio Moreira da Silva ENGENHARIA Wellington Pereira Alencar de Carvalho Carlos Eduardo Silva Volpato OFERECIDA PARA O (S) CURSO (S) DE: Engenharia Agronômica Zootecnia - Ementa (Síntese do Conteúdo) EMENTA: (Síntese do Conteúdo) O conteúdo da disciplina aborda conhecimentos básicos de mecânica geral, conceitos de força, energia, potência e rendimento, formas de energia e fontes de potência, como introdução ao estudo orgânico e funcional detalhados dos motores de combustão interna, sobretudo os motores do ciclo Diesel. Conhecido o motor, a disciplina aborda o estudo orgânico detalhado e funcional dos sistemas que compõem os tratores agrícolas, objetivando o uso adequado do mesmo através de seus pontos de potência dos tratores. Finalmente a disciplina aborda o estudo orgânico e o uso racional das máquinas e implementos para o preparo periódico do solo, semeadura e adubação, cultivo, tratamento fitossanitário e colheita, bem como regulagens e manutenção dos mesmos e o planejamento de operações agrícolas mecanizadas, visando a escolha e número adequado de conjuntos para diversas situações. O sistema de avaliação constará de 3 provas realizadas em sala de aulas com pesos iguais, com a seguinte distribuição de conteúdos: - Primeira prova (sexta semana letiva) conteúdo 1,2,3 e 4 - Segunda prova (décima primeira semana letiva) - Terceira prova (décima sétima semana letiva) - Chefe do Departamento de Lavras, / / Assinaturas: Conteúdo Programático

1. INTRODUÇÃO À DISCIPLINA. 1.1. Apresentação do professor e alunos; 1.2. Conceitos básicos de força, trabalho, energia potência e torque; 1.3. Formas de energia e fontes de potência na agricultura; 1.4. O motor de combustão interna como fonte de potência; 2. MOTORES DE COMBUSTÃO 2.1. Motores de combustão interna, constituição orgânica dos motores; 2.2. Características técnicas dos motores; 2.3. Ciclo termodinâmico Otto e Diesel, tempos motor, ordem de ignição, eficiência volumétrica 2.4. Curvas características dos motores: torque, potência e consumo, utilização dos motores 2.5. Sistema de alimentação: ar e combustível; 2.6. Sistema de arrefecimento, Sistema de válvulas, Sistema de lubrificação. 3. TRATORES AGRÍCOLAS 3.1. Classificação dos tratores, tipos e categorias dos tratores, 4x2, 4x2 aux., 4x4 3.2. Sistema de transmissão, teoria de transmissão por engrenagens 3.3. Embreagem, câmbio, reduzida, diferencial, redução final, transmissão total 4. PONTOS DE POTÊNCIA DOS TRATORES 4.1. Teoria da tração, rodado 4.2. Barra de tração, força e potência da BT 4.3. Tomada de potência, torque e potência na TDP 4.4. Sistema hidráulico de acoplamento, controle de tração, reação e posição 5. MÁQUINAS E IMPLEMENTOS PARA O PREPARO PERIÓDICO DOS SOLOS 5.1. Arados: Aração. Classificação dos arados. Estudo orgânico dos arados. Métodos de aração. Acoplamentos e ajustes do conjunto. Regulagens dos arados. Capacidade de campo dos arados. Recomendações e observações para a aração. 5.2. Grades: Gradagem. Classificação das grades. Estudo orgânico das grades. Métodos de gradagem. Acoplamento e ajustes do conjunto. Regulagens das grades. Capacidade de campo das grades. Recomendações na gradagem. 5.3. Enxada rotativa. Estudo orgânico da enxada rotativa. Ação de seu órgão ativo com opção para o preparo periódico dos solos. Capacidade de campo. Recomendações para o uso da enxada rotativa. 5.4. Escarificador. Escarificação. Estudo orgânico dos escarificadores. Regulagens dos escarificadores. Efeito da escarificação no preparo periódico dos solos. Periodicidade no uso de escarificadores. Recomendações para o uso de escarificadores. 5.5. Subsolador: Subsolagem. Estudo orgânico dos subsoladores. Regulagens dos subsoladores. Efeitos da subsolagem em diferentes situações. Periodicidade no uso de subsoladores. Estudo econômico no uso de subsoladores. Recomendações para o uso de subsoladores. 6. MÁQUNAS E IMPLEMENTOS PARA A SEMEADURA E ADUBAÇÃO 6.1. Semeadura

6.2. Semeadoras para sementes grossas. Estudo orgânico. Acoplamento e ajustes do conjunto. Regulagens principais. 6.3. Semeadora para sementes finas. Estudo orgânico. Acoplamento e ajustes do conjunto. Regulagens principais. 6.4. Capacidade de campo das semeadoras-adubadoras. Exemplos de cálculo para semeadoras-adubadoras. Recomendações no uso das semeadoras-adubadoras. 6.5. Semeadura direta. Máquinas para a semeadura direta. Principais vantagens e desvantagens da semeadura direta. Recomendações para a semeadura direta. 7. MÁQUINAS E IMPLEMENTOS PARA O CULTIVO E APLICAÇÃO DE CORRETIVOS 7.1. Cultivo. Classificação dos cultivadores. Estudo orgânico dos cultivadores. Manejo e regulagens principais dos cultivadores. Capacidade de campo dos cultivadores. Recomendações para o cultivo. 7.2. Aplicadores de corretivos. Classificação dos aplicadores de corretivos. Estudo orgânico dos aplicadores de corretivos. Manejo e regulagens principais dos aplicadores de corretivos. Capacidade de campo dos aplicadores de corretivos. Recomendações para a aplicação de corretivos. 8. MÁQUINAS PARA O TRATAMENTO FITOSSANITÁRIO 8.1. Tratamento fitossanitário. Introdução a tecnologia de aplicação. Conceitos sobre tamanho e densidade de gotas. Características dos bicos e pontas de pulverização. 8.2. Máquinas que utilizam veículo sólido. Estudo orgânico. Recomendações para o tratamento fitossanitário com veículo sólido. 8.3. Máquinas que utilizam veículo líquido. Pulverizadores. Estudo orgânico. Pulverizadores de costal e de barra. Manejo e regulagens principais dos pulverizadores de barra. Capacidade de campo dos pulverizadores de barra. Exemplos de cálculo para pulverizadores costais e de barra. Recomendações para o uso de pulverizadores. 8.4. Atomizadores. Classificação dos atomizadores. Estudo orgânico. Manejo e regulagens principais dos atomizadores. Capacidade de campo dos atomizadores. Exemplos de cálculo para atomizadores. Recomendações para o uso de atomizadores. 8.5. Aplicação aérea. Estudo orgânico das aeronaves. Conceitos de aplicação por via aérea, tipos de equipamentos de aplicação por via líquida e sólida. Cálculos de calibração. 8.6. Agricultura de precisão. Caracterização da eletrônica embarcada nas máquinas de aplicação (descrição de sistemas de monitoramento de aplicação e controladores de fluxo). 9. MÁQUINAS PARA A COLHEITA MECANIZADA. 9.1. Colheita mecanizada. 9.2. Classificação das colhedoras.colhedoras de milho acopladas. Colhedoras acopladas ou semi-montadas. Tipos de colhedoras de cereais. Colhedoras combinadas automotrizes. Considerações entre as colhedoras acopladas em relação às automotrizes. 9.3. Colhedoras combinadas automotrizes (autopropelidas). Princípio básico de funcionamento. Estudo orgânico das unidades funcionais. Locais de observação para identificação de possíveis perdas. Determinação das principais perdas na colheita. Principais problemas de campo. Capacidade de campo das colhedoras. Estimativa da capacidade de colheita. Recomendações úteis para o uso de colhedoras autopropelidas. Colheita mecanizada do café. 10. PLANEJAMENTO DAS OPERAÇÕES AGRÍCOLAS MECANIZADAS

10.1. Importância do planejamento das operações agrícolas mecanizadas. Levantamento das operações a serem realizadas. 10.2. Estimativa do tempo disponível. Estimativa do ritmo operacional da empresa. 10.3. Elaboração do Gráfico de Gantt. Estimativa do número de conjuntos motomecanizados. 10.4. Documentos recomendados no planejamento das operações agrícolas mecanizadas. 10.5.Exemplos de cálculo para o planejamento das operações agrícolas mecanizadas BIBLIOGRAFIA BALASTREIRE, L. A. Máquinas Agrícolas. São Paulo: Manole, 1990. 314p.

BARGER, E.L. Tratores e seus motores USAID. Rio de Janeiro, 1966. BEKKER, M.G. Theory of land locomotion. The University of Michigan Press. Michigan,1956. CHIGIER, N. Energy, combustion and environment. McGraw-Hill, New York. 1891 GIASCOSA, D. Motores endotérmicos. Editora Científico-Medica, Barcelona, 1970. MATUO, T. Técnicas de aplicação de defensivos, FUNEP. 1990 139 p. MATTHEWS, G. A. et all. Application Technology for Crop Protection. 368p.1977. MIALHE, L.G. Máquinas Motoras na Agricultura. Vol. I e II, EDUSP, Piracicaba, 1980. ** MIALHE, L.G. Manual de Mecanização Agrícola. São Paulo: Ceres, 1974.301 p MIALHE, L.G. Máquinas Agrícolas Ensaios e Certificações. Piracicaba: FEALQ, 1996. ORTIZ-CANAVATE, J. Las maquinas agricolas e su aplicacion. Mundi-Prensa, 5ª ed. 1995. PORTELLA, J.A. Semeadoras para plantio direto. Aprenda fácil, 2001.249p. QUANTICK, H. R. Manual del Piloto Agricola. MUNDI PRENSA, 1990. SILVEIRA, G.M. Máquinas para plantio e condução de culturas. Aprenda Fácil, 2001. 334p. SILVEIRA, G.M. Preparo do solo : Técnicas e implementos. Aprenda Fácil, 2001. 290p. SILVEIRA, G.M. Os cuidados com o trator.globo, 1988.245p. TEYLOR, F.C. Analise dos motores de combustão interna, Edgarrd Blucher, São Paulo 1976.*** VOLPATO,C.E.S. et all. Mecanização racional Textos acadêmicos., UFLA/FAEPE, 2001. 170p.