Informação à Imprensa Janeiro de 2008 Iluminação de nova geração adapta-se às condições da estrada e de visibilidade Sistema de iluminação adaptativa inteligente estreia no novo Opel Insignia Distribuição da luz emitida pelos faróis adapta-se automaticamente ao perfil da estrada e à velocidade Actual sistema de faróis direccionais já está disponível em seis gamas de modelos da Opel, incluindo o Corsa Em 2003, a Opel foi o primeiro fabricante de automóveis a introduzir no segmento médio a luz dinâmica de curva e a luz de cruzamento a 90 graus com o inovador sistema de faróis direccionais AFL (Advanced Forward Lightning Iluminação Dianteira Adaptativa). Em 2004, a luz dinâmica de curva viria a ser apresentada pela primeira vez na classe dos veículos compactos, mais precisamente no Opel Astra. A Opel democratizou ainda mais esta tecnologia de segurança em 2006, quando passou a disponibilizar nos modelos Meriva e Corsa a luz de curva e de cruzamento baseada em faróis de bi-halogéneo. Há anos pioneira na tecnologia de iluminação para automóveis, a Opel produziu novos avanços para apresentar um sofisticado sistema de iluminação adaptativa no novo modelo Insignia. O novo sistema de iluminação possui a capacidade de adaptar automaticamente a distribuição dos feixes dos faróis ao perfil da estrada e às condições de visibilidade de cada momento. O sistema integra nove funções específicas de iluminação e fará a sua estreia no Opel Insignia, incluindo luzes de LED para condução diurna, que requerem menos energia eléctrica (e, logo, menos combustível) que a utilização das luzes de médios convencionais durante o dia. O novo desenho do sistema de iluminação tornará o Insígnia inconfundível para quem circula na estrada, seja de dia ou de noite. GM Portugal Comunicação http://media.opel.pt General Motors Corporation Comunicação e Assuntos Institucionais
A missão dos técnicos da Opel especialistas em tecnologia de iluminação foi desde sempre sempre proporcionar aos condutores a melhor visibilidade possível e em quaisquer condições, sem correr o risco de incomodar os condutores dos veículos que circulam em sentido contrário. A importância da boa visibilidade no tráfego rodoviário é confirmada pelas estatísticas da sinistralidade: embora o tráfego rodoviário diminua cerca de 33% durante a noite, o risco de acidentes mortais com o crepúsculo ou a escuridão duplica em relação ao período diurno. Além de um maior nível de segurança, o novo sistema de iluminação adaptativa proporciona maior prazer de condução: graças à melhor visibilidade da estrada, o condutor toma decisões com base em mais e melhor informação, permitindo-lhe ajustar mais adequadamente a sua condução, nomeadamente a velocidade com que deve abordar cada curva ou a reacção perante um obstáculo. Outro argumento importante a favor desta tecnologia de iluminação adaptativa com faróis de xénon é o menor consumo de combustível dos automóveis equipados com este tipo de faróis. Como o gás inflamado actua com uma tensão muito baixa, o alternador do veículo é sujeito a uma menor carga que nos automóveis com faróis convencionais. A economia no consumo e nas emissões ronda os 0,06 l aos 100 km ou um grama de CO 2 /km. Comparativamente aos faróis de halogéneo, tal corresponde a uma economia total de cerca de 1 l de combustível por cada 1600 km percorridos com os faróis acesos. Nova geração do sistema AFL: Diversas funções para as mais variadas condições O novo sistema de faróis direccionais, desenvolvidos pela Opel em conjunto com a Hella, baseia-se em potentes faróis de bi-xénon. Em faróis de descarga de gás convencionais, o formato do feixe de médios é determinado com a ajuda de um escudo colocado à frente da lâmpada. Em vez disso, a sofisticada tecnologia aplicada no novo sistema adaptativo da Opel possui a lâmpada integrada num conjunto cilíndrico com diversos contornos na sua superfície, calculados com grande precisão, para que o farol possa emitir feixes luminosos com diversos padrões. 2
Variados sensores do automóvel, que medem a velocidade, a luminosidade exterior, o ângulo de viragem do veículo face ao seu eixo transversal (guinada), o ângulo da direcção e a pluviosidade recolhem informação sobre o perfil da estrada e as condições de visibilidade e enviam-na para o comando electrónico. O software envia a ordem correspondente para um motor eléctrico, que faz movimentar o cilindro da lâmpada para a posição adequada numa fracção de segundo, aplicando a função de iluminação apropriada para as condições de condução do momento. A rotação do cilindro altera a trajectória dos raios luminosos e o formato do feixe de luz. Uma vez que se encontra associado a um dispositivo rotativo, o módulo pode também incorporar outras funções, como as luzes de curva e de viragem. Nos automóveis da Opel, estas funções são especialmente eficazes, visto que, graças ao desenho tridimensional dos faróis, a carroçaria não obstrui o feixe luminoso dos faróis. Esta é uma breve descrição das nove funções específicas do novo sistema de iluminação adaptativa do Opel Insignia: A luz de cidade é accionada a velocidades inferiores a 50 km/h e emite um feixe mais amplo, de alcance reduzido. Isto ajuda o condutor a ver melhor os peões que se encontram nos lados da via. A luz de área de peões destina-se a zonas em que o condutor tem de circular com extremo cuidado. Este modo é activado a velocidades entre os 5 a 30 km/h e ajusta o cone de luz de ambos os faróis em oito graus na direcção de cada lado da via. A luz de estrada secundária emite para as bermas da estrada um feixe mais brilhante e de maior alcance que um feixe de médios convencional. É activada entre os 50 e os 100 km/h. A luz de auto-estrada cria um cone de luz de médios que ilumina melhor a estrada para a frente e para o lado esquerdo. O aumento da potência eléctrica de 35 para 38 Watt permite igualmente uma nítida melhoria da visibilidade. A luz de auto-estrada activa-se automaticamente a mais de 100 km/h, mas só se o sensor do ângulo da direcção indicar que os ângulos das curvas descritas não coincidem com os de uma estrada secundária. A luz de clima adverso é activada pela precipitação de chuva ou de neve, caso o sensor de pluviosidade reconheça a ocorrência de chuva ou o limpa pára-brisas 3
seja accionado. Esta função de iluminação faz variar quer o padrão de distribuição quer a potência do feixe dos faróis. A distribuição do feixe dos faróis é mais direccionada para as bermas (um pouco menos para a esquerda), para as tornar mais visíveis. Com a redução da potência do feixe do farol esquerdo de 35 para 32 Watt, o risco de encandear os condutores dos veículos que circulam em sentido contrário é também minimizado. Com condições climatéricas adversas, os feixes dos faróis convencionais perturbam muitas vezes aqueles condutores, dado que são reflectidos pela superfície molhada da estrada. Por seu turno, a potência do feixe do farol direito sobe de 35 para 38 Watt para melhorar a visibilidade da berma direita. A luz de cruzamento (já incluída na actual geração do sistema de faróis direccionais) ilumina uma área à direita ou à esquerda do veículo até um ângulo de 90 graus, facilitando as mudanças de direcção em cruzamentos e as manobras em locais mal iluminados. É activada a velocidades inferiores a 40 km/h por um elevado ângulo da direcção ou pelos indicadores de mudança de direcção. A luz dinâmica de curva (já incluída na actual geração do sistema de faróis direccionais) melhora a iluminação nas curvas. Os faróis de bi-xénon da luz de curva iluminam até um ângulo de 15 à direita e à esquerda à medida que o automóvel descreve uma curva. O ângulo da luz de curva é determinado pela velocidade e pelo ângulo de direcção do veículo. A luz de estrada (já incluída na actual geração do sistema de faróis direccionais) maximiza a potência e o alcance do feixe dos máximos. Em vez de emitir um feixe assimétrico, a luz de estrada optimiza a iluminação a toda a largura da estrada. A potência dos faróis aumenta também de 35 para 38 Watt. A nona função é o sistema auxiliar das luzes de estrada que é uma inovação neste segmento e representa um acréscimo de segurança considerável para conduzir em locais escuros. O sistema auxiliar activa automaticamente os máximos para iluminar melhor a via e, com isso, melhorar a visibilidade. A câmara do sistema reconhece os faróis ou as luzes traseiras de outros veículos e, se necessário, comuta automaticamente para médios para impedir o encandeamento dos restantes automobilistas. 4
Condutores alemães reconhecem vantagens do sistema O potencial de mercado dos faróis de alta tecnologia é comprovado pela sua crescente inclusão como equipamento dos automóveis novos. Em 2007, na Alemanha, cerca de 45 por cento dos compradores do Signum e 33 por cento dos compradores do Vectra optaram pelo sistema de faróis direccionais. No decurso de 2008, a Opel espera um significativo crescimento da sua aceitação junto dos compradores dos modelos Zafira, Astra, Corsa e também do Meriva, modelo que, em 2006, tornou-se no primeiro monovolume do seu segmento a estar disponível com faróis direccionais de bi-halogéneo. Texto e fotografias disponíveis em http://media.opel.pt. 5