I CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA



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Transcrição:

I CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA A Escola E. B. 2, 3 / S de Penalva do Castelo é frequentada por um universo de alunos que se estende do 5º ao 12º ano de escolaridade, incluindo o Ensino Recorrente Nocturno (2º e 3º Ciclos Educação de Adultos, a decorrer fora da escola-sede e Ensino Secundário por Unidades Capitalizáveis). A NOSSA Escola, após a abertura da E. B. I de Ínsua e com a adequação da rede escolar abrange uma população escolar à volta de 600 alunos. Nós entendemos a escola como uma organização que tem de promover todos e cada um, e não só aqueles alunos que, por razões várias, têm mais facilidade em obter sucesso. A escola tem de assumir uma dinâmica própria de sucesso, promover a autonomia, a responsabilidade e a autoconfiança de todos os seus alunos. A escola tem de fomentar o êxito, o sucesso pessoal, tem de valorizar as diferenças, promovendo a formação integral da pessoa. Preocupamo-nos em promover uma escola, simultaneamente educadora / socializadora e instrutora. Mas sabemos que esta dinâmica só será possível se o funcionamento das diversas estruturas e órgãos intermédios estiverem interligados numa rede de trabalho, se todos os membros da Comunidade Educativa assegurarem a existência de um ambiente físico e social que torne possível a aprendizagem e o ensino, que desenvolva a formação do carácter e das atitudes para a cidadania, que apoie o desenvolvimento de processos participativos. Partindo desta definição de Escola, promovemos actividades várias, dentro dos Departamentos Curriculares e em vários projectos específicos, das quais destacamos alguns exemplos: Numa parceria com o Centro de Saúde de Penalva do Castelo e no âmbito dos projectos PES Promoção e Educação para a Saúde e Trabalho Seguro, Melhor Futuro, em articulação com as áreas disciplinares de Biologia, temos em funcionamento a participação da equipa de saúde escolar em espaço da sala de aula, no tratamento de diversos temas;

Animação do projecto Internet na Escola, levando cada vez mais os alunos e agentes educativos a verem neste meio uma forma de informação e formação e motivando os alunos à pesquisa e criação de páginas; Projectos de Formação de Professores, sendo a Escola uma das pertencentes à rede de escolas Trends / Prof2000; A dinamização de um conjunto de actividades multidisciplinares na exploração de software educativo e outras metodologias de ensino aprendizagem; Exploração e animação dos Laboratórios de Biologia, Física / Química, Informática e Línguas; Exploração das potencialidades do Projecto Ciência Viva nas áreas da Biologia, Geologia, Física e Matemática; Dinamização dos ateliers de costura, vitral, bordados, Arraiolos, madeiras, jornalismo e fotografia. Dentro dos escassos recursos humanos e materiais da Escola, tentamos dar um acompanhamento o mais adequado possível aos alunos com Necessidades Educativas Especiais, no espaço do Centro de Recursos da Sala Polivalente. Salientamos ainda um conjunto de actividades mais envolventes com a comunidade educativa: O Gabinete de Saúde Escolar, em parceria com o Centro de Saúde local); O Clube do Ambiente; O Sarau de Natal; O Desfile de Carnaval; A Semana Cultural; As Marchas Populares; A permanente actividade do Grupo de Folclore da Escola, formado por 42 elementos, todos eles alunos, professores e funcionários da Escola. Esta é uma apresentação sumária das actividades, as quais visam a consecução dos objectivos do nosso Projecto Educativo, tais como:

Promover a interacção formativa de toda a comunidade educativa, levando todos a sentir a Escola como sua e a viverem nela um projecto, uma cultura de escola própria; Promover o desenvolvimento integral dos alunos a nível das atitudes, capacidades e conhecimentos; Fomentar valores cruciais da formação da personalidade como o respeito por si e pelo outro, a solidariedade, a amizade, a tolerância, o direito à diferença, a dignidade, o trabalho... Desencadear processos de aprendizagem e de sucesso educativo; Promover a competitividade saudável por forma a atingir níveis de acesso ao ensino superior; Fomentar formas de integração dos jovens na vida activa; Promover a formação do pessoal docente e não docente; Dinamizar os recursos físicos e humanos da Escola; Alargar a rede das novas tecnologias de informação na Escola; Fomentar níveis de participação com os vários actores sociais da comunidade educativa; Dinamizar parcerias com as entidades locais; Dignificar a função da Escola na sociedade; Promover uma Escola inclusiva. A sociedade de hoje centraliza na Escola a responsabilidade de ela dar resposta a um conjunto de situações tão complexas, que muitas as vezes é difícil a alguns encontrar o sentido do seu verdadeiro papel. Mas, o campo de acção primordial da Escola é encontrar os meios pedagógicos necessários para assegurar a todos os alunos as condições para o sucesso escolar, incluindo o seu sucesso educativo. Numa Escola com um Projecto Educativo preocupado em desenvolver a educação integral dos seus alunos, encontramos práticas, por um lado centradas nos alunos e, por outro, abertas à comunidade educativa.

Desta forma, a Escola de hoje tem de ser exigente num currículo que assegure uma formação integral, que interiorize regras de trabalho e convivência explícitas e responsabilizadas, com a participação de todos os agentes educativos e tendo como base a negociação e as parcerias. Na Escola, vivem-se contradições, espaços de promoção e de selecção, espaços de inovação e de reprodução e o modo como o quotidiano escolar é vivido pelos alunos é diferente para a sua formação pessoal e social. Numa sociedade democrática, a Escola tem de ser um espaço de participação activa, de promoção dos direitos, de consciencialização dos deveres. Isto significa que as opções dos professores e os seus projectos de trabalho com os alunos são importantes para a Escola. O trabalho do professor na sala de aula, na relação interactiva e nos projectos da Escola marcam a diferença.

II ESTRUTURA ORGANIZACIONAL 1 ORGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO ASSEMBLEIA DE ESCOLA REPRESENTANTES Nº DE ELEMENTOS Pessoal Docente 8 Pessoal Não Docente 2 Alunos do Ensino Secundário 2 Representantes dos Pais / Encarregados de Educação 2 Representante da Autarquia 1 CONSELHO EXECUTIVO PRESIDENTE VICE-PRESIDENTE VICE-PRESIDENTE ASSESSOR PEDAGÓGICO ASSESSOR TÉCNICO CONSELHO PEDAGÓGICO Representação Nº de Elementos Presidente Conselho Pedagógico 1 Dep. Líng. Materna e Latim Ens. Bás. 1 Dep. Líng. Materna e Latim Ens. Sec. 1 Dep. Línguas Estrangeiras Ens. Bás. 1 Dep. Línguas Estrangeiras Ens. Sec. 1 Dep. Ciências Humanas e Sociais Ens. Bás. 1 Dep. Ciências Humanas e Sociais Ens. Sec. 1 Dep. Ciências Exactas, Natureza e Tec. Ens. Bás. 1 Dep. Ciências Exactas, Natureza e Tec. Ens. Sec. 1 Dep. De Expressões Ens. Bás. 1 Dep. De Expressões Ens. Sec. 1 Coord. Ciclo dos Directores de Turma Ens. Bás. 1 Coord. Ciclo dos Directores de Turma Ens. Sec. 1 Coord. Serviços Especializados Apoio Educativo 1 Representante Alunos Ens. Sec. 1 Representante Alunos Ens. Sec. 1 Representante Ass. Pais e Encarregados Educ. 1 Representante Pessoal não docente 1 Representante Núcleo Formação 1 Representante Projectos Desenvolvimento Educativo 1 Total 20

2 ESTRUTURAS DE ORIENTAÇÃO EDUCATIVA DEPARTAMENTOS CURRICULARES DEPARTAMENTO DE LÍNGUA MATERNA E LATIM GRUPOS DISCIPLINARES ENSINO BÁSICO ENSINO SECUNDÁRIO -2 Língua Portuguesa -3 Português DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS GRUPOS DISCIPLINARES ENSINO BÁSICO -4 Francês -5 Inglês ENSINO SECUNDÁRIO -6 Francês -7 Inglês DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS GRUPOS DISCIPLINARES ENSINO BÁSICO -8 História e Geografia de Portugal -9 História -10 Geografia -11 Educação Moral e Religiosa Católica ENSINO SECUNDÁRIO -12 Contabilidade e Tecnologias -13 Economia -14 História -15 Filosofia -16 Geografia -17 Educação Moral e Religiosa Católica

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXACTAS E DA NATUREZA E TECNOLOGIAS GRUPOS DISCIPLINARES ENSINO BÁSICO -18 Matemática e Ciências da Natureza -19 Matemática -20 Físico-Química -21 Ciências de Natureza -22 Educação Tecnológica ENSINO SECUNDÁRIO -23 Matemática -24 Físico-Química -25 Biologia -26 Introdução às Tecnologias da Informação DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES ENSINO BÁSICO ENSINO SECUNDÁRIO GRUPOS DISCIPLINARES -27 Educação Visual e Tecnológica -28 Educação Musical -29 Educação Visual -30 Educação Física -31 Educação Visual -32 Educação Física

3 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A reorganização curricular do Ensino Básico, regulamentada pelo Decreto-lei nº 6/2001, de 18 de Janeiro, vem reforçar a articulação entre os 3 ciclos que o compõem, quer no plano curricular quer na organização de processos de acompanhamento e indução que assegurem, sem perda das respectivas entidades e objectivos, uma maior qualidade das aprendizagens. DESENHO CURRICULAR DO 2º CICLO 2º Ciclo Áreas Curriculares Disciplinares: Línguas e Estudos Sociais Língua Portuguesa Língua Estrangeira História e Geografia de Portugal Matemática e Ciências Matemática Ciências da Natureza Educação Artística e Tecnológica Educação Visual e Tecnológica Educação Musical Carga horária semanal mínima (x 90 min.) 5º ano 6º ano Total ciclo 5 2 2 1 3,5 2 1,5 3 2 1 5,5 2 2 1,5 3,5 2 1,5 Educação Física 1,5 1,5 3 Áreas Curriculares não disciplinares Área de Projecto Estudo Acompanhado Formação Cívica 3 1 1 1 3 2 1 2,5 1 1 0,5 10,5 total 16 16 32 A decidir pela escola 0,5 0,5 1 História e Geografia de 0,5 Portugal Educação Musical 0,5 Opcional: Ed. Moral e 0,5 0,5 - Religiosa máximo global 17 17 34 7 6 5,5

DESENHO CURRICULAR DO 3º CICLO De acordo com o Despacho nº 13780/2001 (2ª série) de 3 de Julho, o 3º ciclo foi organizado de acordo com o Decreto-lei nº 286/89, de 29 de Agosto, mas ajustando os tempos lectivos à organização prevista no Decretolei nº 6/2001 e introduzindo no plano curricular a área de Estudo Acompanhado e de Formação Cívica. Carga horária semanal (x 90 min.) a Componentes do currículo Áreas curriculares disciplinares Língua Portuguesa 7º ano 8º ano 9º Total ano Ciclo - - - - 2 2 2 6 Línguas Estrangeiras LE1 LE2 1,5 1,5 1 1,5 1 1,5 8 Ciências Humanas e Sociais História Geografia 1 1 1,5 1 1 1,5 7 Matemática 2 2 2 6 Ciências Físicas e Naturais Ciências Naturais Físico- Química 1 1 1 1 1 1,5 6,5 Educação Artística Educação Visual Ed. Musical Educação Tecnológica 1 1 Educação Física Áreas curriculares não disciplinares Área de Projecto Estudo Acompanhado Formação Cívica 1,5 1,5 1,5 4,5 1 1 0,5 1 1 0,5 1 1 0,5 7,5 total 17 17 17 51 Tecnologias de Comunicação 0,5 0,5 0,5 1,5 Educação Moral e Religiosa 0,5 0,5 0,5 1,5 Máximo global 18 18 18 54 Actividades de enriquecimento g - - - -

DESENHO CURRICULAR DO ESNSINO SECUNDÁRIO DOMINANTE: Científica e Natural AGRUPAMENTO 1 Curso Secundário Predominantemente Orientado para o Prosseguimento de Estudos CARGAS HORÁRIAS SEMANAIS 10º 11º 12º Português 3 3 3 Introdução à Filosofia 3 3 - Língua estrangeira I e II 3 3 - Educação Física 2 ou 3 2 ou 3 2 ou 3 Desenvolvimento Pessoal e Social ou Educação Moral e Religiosa 1 1 1 Católica Matemática C. Físico-Químicas C. Terra e da Vida (1) Física Química Biologia Geologia (2) Psicologia Des. e Geom. Des. B (a) TÈCNICA (tecnológica ou artística) (3) 6 6 6 (1) A escolher duas disciplinas (2) A escolher uma disciplina (3) A escolher de acordo com as necessidades da escola e interesses dos alunos (a) Nível geral AGRUPAMENTO 3 DOMINANTE: Económica e Social Curso Secundário Predominantemente Orientado para o Prosseguimento de Estudos CARGAS HORÁRIAS SEMANAIS 10º 11º 12º Português 3 3 3 Introdução à Filosofia 3 3 - Língua estrangeira I e II 3 3 - Educação Física 2 ou 3 2 ou 3 2 ou 3 Desenvolvimento Pessoal e Social ou Educação Moral e Religiosa 1 1 1 Católica Matemática Int. à Economia História ou Geografia (1) Int. Des. Econ. Social Sociologia Int. ao Direito Líng. Est. I ou II (cont) TÈCNICA (tecnológica ou artística) (2) 6 6 6 (1) A escolher duas ou três disciplinas (2) A escolher de acordo com as necessidades da escola e interesses dos alunos

AGRUPAMENTO 3 DOMINANTE: Económica e Social Curso Tecnológico: Administração CARGAS HORÁRIAS SEMANAIS 10º 11º 12º Português 3 3 3 Introdução à Filosofia 3 3 - Língua estrangeira I e II 3 3 - Educação Física 2 ou 3 2 ou 3 2 ou 3 Desenvolvimento Pessoal e Social ou Educação Moral e Religiosa Católica 1 1 1 Língua estrangeira (iniciação ou continuação) 4 4 4 Introdução à Economia 4 4 - Introdução ao Desenvolvimento Económico-Social - - 4 Métodos Quantitativos (a) 3 - - Psicossociologia - 3 3 Tecnologias 4 4 6 Trabalhos de Aplicação 3 3 6 (a) Os alunos que o pretendam podem optar em alternativa, pela disciplina de Matemática ficando, por conseguinte, com maior carga horária. DOMINANTE: Humanidades AGRUPAMENTO 4 Curso Secundário Predominantemente Orientado para o Prosseguimento de Estudos CARGAS HORÁRIAS SEMANAIS 10º 11º 12º Português 5 5 5 Introdução à Filosofia 3 3 - Língua estrangeira I e II 3 3 - Educação Física 2 ou 3 2 ou 3 2 ou 3 Desenvolvimento Pessoal e Social ou Educação Moral e Religiosa Católica 1 1 1 Filosofia Sociologia (2) Int. ao Direito Int. ao Des. Econ. Social Ling. Est. (Inic. ou Cont.) TÈCNICA (tecnológica ou artística) (3) 6 6 6 (1) A escolher três disciplinas (2) A escolher uma disciplina. No caso de o aluno optar por Geografia nos 10º e 11º anos, deverá escolher duas disciplinas no 12º ano. (3) A escolher de acordo com as possibilidades da escola e interesses dos alunos.

III OPÇÕES CURRICULARES Neste capítulo apresentamos a articulação entre as Competências Gerais, a operacionalização das Competências Transversais, as Competências Essenciais e as situações de Aprendizagem por disciplina ou área disciplinar que devem ser proporcionadas a todos os alunos. O termo Competência integra conhecimentos, capacidades e atitudes e pode ser entendida como saber em acção ou em uso. Deste modo, não se trata de adicionar a um conjunto de conhecimentos um certo número de capacidades e atitudes, mas sim de promover o desenvolvimento integrado de capacidades e atitudes que viabilizem a utilização dos conhecimentos em situações diversas, mais familiares ou menos familiares ao aluno.

PLANOS CURRICULARES POR DISCIPLINA/ÁREA DISCIPLINAR LÍNGUA PORTUGUESA 2º CICLO Competências Gerais Operacionalização das Competências Transversais Competências Essenciais Situação de Aprendizagem Usar correctamente a língua portuguesa para comunicar de forma adequada e para estruturar pensamento próprio Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano Valorizar e apreciar a língua portuguesa, quer como língua materna quer como língua de acolhimento Usar a língua portuguesa de forma adequada às situações de comunicação criadas nas diversas áreas do saber, numa perspectiva de construção pessoal do conhecimento. Usar a língua portuguesa no respeito de regras do seu funcionamento Promover o gosto pelo uso correcto e adequado da língua portuguesa Auto-avaliar a correcção e a adequação dos desempenhos linguísticos, na perspectiva do seu aperfeiçoamento Prestar atenção a situações e problemas manifestando envolvimento e curiosidade Questionar a realidade observada Identificar e articular saberes e conhecimentos para compreender uma situação ou problemas Compreensão oral Capacidade de seleccionar e reter a informação necessária a um determinado objectivo, na compreensão de diferentes géneros do oral Conhecimento do vocabulário e das estruturas gramaticais Expressão oral Capacidade para utilizar recursos prosódicos e pragmáticos adequados ao objectivo visado Conhecimento de vocabulário preciso e da complexidade gramatical requerida para narrar situações vividas e imaginadas, elaborar relatos e formular perguntas Organizar o ensino prevendo situações de reflexão e de uso da língua portuguesa, considerando a heterogeneidade linguística dos alunos Promover a identificação e a articulação dos contributos de cada área do saber com vista ao uso correctamente estruturado da língua portuguesa Organizar o ensino valorizando situações de interacção e de expressão oral e escrita que permitam ao aluno intervenções personalizadas, autónomas e críticas Rentabilizar os meios de comunicação social e o meio envolvente na aprendizagem da língua portuguesa Rentabilizar as potencialidades das

Usar adequadamente linguagens das diferentes áraes do saber cultural, científico e tecnológico para se expressar Reconhecer, confrontar e harmonizar diversas linguagens para a comunicação de uma informação, de uma ideia, de uma intenção Leitura Capacidade para ler com autonomia, velocidade e perseverança Conhecimento de estratégias diversificadas para procurar e seleccionar informação a partir de material escrito tecnologias de informação e de comunicação no uso adequado da língua portuguesa Abordar os conteúdos da área do saber com base em situações e problemas Rentabilizar as questões emergentes do quotidiano e da vida do aluno Organizar o ensino com base em materiais e recursos diversificados, dando atenção a situações do quotidiano Promover intencionalmente, na sala de aula e fora dela, actividades dirigidas à observação e ao questionamento da realidade e à integração de saberes Organizar actividades cooperativas de aprendizagem, orientadas para a integração e troca de saberes Organizar o ensino prevendo a utilização de linguagens de comunicação diversificadas Organizar o ensino com base em

Realizar actividades de forma autónoma, responsável e criativa Utilizar formas de comunicação diversificadas, adequando linguagens e técnicas aos contextos e às necessidades Pesquisar, seleccionar, organizar e interpretar informação de forma crítica em função de questões, necessidades ou problemas a resolver e respectivos contextos Comunicar utilizando formas diversificadas, o conhecimento resultante da interpretação da informação Auto-avaliar as aprendizagens confrontando o conhecimento prodizido com os objectivos visados e com a perspectiva de outros Realizar tarefas por iniciativa própria Identificar, seleccionar a plicar métodos de trabalho, muma perspectiva crítica e criativa Responsabilizar-se por realizar integralmente uma tarefa Avaliar e controlar o Expressão escrita Capacidade para produzir textos escritos adequados ao objectivo, à situação e ao destinatário Conhecimento das técnicas fundamentais da escrita compositiva materiais e recursos em que são utilizadas linguagens específicas Promover na sala de aula e fora dela, actividades diferenciadas de comunicação e de expressão Rentabilizar os meios de comunicação social e o meio envolvente Organizar o ensino prevendo a pesquisa, selecção e tratamento de informação Promover intencionalmente, na sala de aula e fora dela, actividades dirigidas à pesquisa, organização e interpretação de informação Organizar o ensino prevendo a realização de actividades por iniciativa do aluno Promover intencionalmente, na sala de aula e fora dela, actividades dirigidas à experimentação de situações pelo aluno e à expressão da sua actividade Organizar actividades cooperativas de aprendizagem

Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns desenvolvimento das tarefas que se propões realizar Participar em actividades interpessoais e de grupos, respeitando normas, regras e critérios de actuação, de convivência e de trabalho em vários contextos Manifestar sentido de responsabilidade, de flexibilidade e de respeito pelo seu trabalho e pelo dos outros Conhecimento Explícito Capacidade de reflexão linguística com objectivos instrumentais e atitudinais Conhecimento sistematizado de aspectos fundamentais da estrutura e do uso do Português padrão rentabilizadoras da autonomia, responsabilização e criatividade do aluno Organizar o ensino com base em materiais e recursos diversificados que favoreçam a autonomia e a criatividade do aluno Apoiar o aluno na descoberta das diversas formas de organização da sua aprendizagem e na construção da sua autonomia para aprender Valorizar, na avaliação da aprendizagem do aluno, a produção de trabalhos livres e concebidos pelo próprio Organizar o ensino prevendo e orientando a execução de actividades individuais, a pares, em grupos e colectivas Promover intencionalmente, na sala de aula e fora dela, actividades

Comunicar, discutir e defender de4scobertas e ideias próprios, dando espaços de intervenção aos seus parceiros Avaliar e ajustar os métodos de trabalho à sua forma de aprender, às necessidades do grupo e aos objectivos visados dirigidas para o trabalho cooperativo, desde a sua concepção à sua avaliação e comunicação aos outros

3º CICLO Competências Gerais Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano Usar adequadamente linguagens das diferentes áreas do saber cultural, científico e tecnológico para se expressar Operacionalização das Competências Transversais Descobrir a multiplicidade de dimensões da experiência humana, através do acesso ao património escrito legado por diferentes épocas e sociedades, e que constitui um arquivo vivo da experiência cultural, científica e tecnológica da Humanidade Ser rigoroso na recolha e observação de dados linguísticos e objectivo na procura de realidades linguísticas e na formulação das generalizações adequadas para as captar Usar estratégias de raciocínio verbal na resolução de problemas Ser rigoroso na recolha e observação de dados linguísticos e objectivo na procura de regularidades linguísticas e na formulação das generalizações adequadas para as captar Exprimir-se oralmente e por escrito de uma forma confiante, autónoma e criativa Competências Essenciais Situação de Aprendizagem Usar correctamente

a língua portuguesa para comunicar adequadamente em situações do quotidiano a para estruturar pensamento próprio Adoptar metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem adequadas a objectivos visados Pesquisar, seleccionar e organizar informação para a transformar em conhecimento mobilizável Dominar metodologias de estudo ( sublinhar, tirar notas, resumir...) Transformar informação oral e escrita em conhecimento

Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões Realizar actividades de forma autónoma, responsável e criativa Cooperar com os outros em tarefas e projectos comuns Relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspectiva pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida Usar estratégias de raciocínio verbal na resolução de problemas Exprimir-se oralmente e por escrito de uma forma confiante, autónoma e criativa Comunicar de forma correcta e adequada em contextos diversos e com objectivos diversificados Exprimir-se oralmente e por escrito de uma forma, autónoma e criativa Comunicar de forma correcta e adequada em contextos diversos e com objectivos diversificados

Línguas Estrangeiras 2º Ciclo Competências gerais Operacionalização das competências transversais Competências Essenciais Processos de aprendizagem 1. Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano. 2. Usar adequadamente linguagens das diferentes áreas do saber cultural, científico e tecnológico para se expressar. 3. Usar correctamente a língua portuguesa para comunicar adequadamente e para estruturar pensamento próprio. 4. Usar línguas estrangeiras para comunicar adequadamente em situações do quotidiano e para apropriação de informação. 5. Adoptar 1. Mobilizar recursos linguísticos e paralinguísticos na interacção verbal, na recepção e na produção de textos orais e escritos, tendo em vista desempenhos adequados às situações de comunicação. 2. Usar, de forma integrada e no sentido da eficácia dos actos comunicativos, linguagens diversas: imagens, gestos, mímica, sons, elementos paratextuais (ilustração, quadros, esquemas, diagramas, recursos tipográficos...). 3. Mobilizar, de forma integrada, competências de uso da língua materna e das línguas estrangeiras, no sentido da construção de uma competência plurilingue e pluricultural. 4. Conferir parte referente às competências específicas. 5. Adoptar estratégias e procedimentos adequados às necessidades de aprendizagem próprias: Mobilizar estratégias de apropriação de conhecimentos COMPREENDER OUVIR/VER textos orais e audiovisuais de natureza diversificada adequados aos desenvolvimentos intelectual, sócio-afectivo e linguístico do aluno Identificação de uma acção/tarefa a realizar a partir das respectivas instruções de execução (actividade escolar, utilização de um objecto, realização de um percurso, receita culinária). Identificação de informações em função de um objectivo preciso a partir de textos informativos (aviso, anúncio publicitário, notícia, programa, informação meteorológica,... em gravação áudio ou vídeo). Identificação de informações em função de um objectivo preciso, a partir de diálogos usuais na vida quotidiana. Identificação de informações em mensagens telefónicas Identificação de uma personagem, objecto, lugar, a partir da sua descrição (apresentação de uma personagem, região/cidade/paisagem, objecto em gravação áudio ou vídeo). LER textos escritos de natureza diversificada adequados aos desenvolvimentos intelectual, sócio-afectivo e linguístico do aluno Identificação de uma acção/tarefa a realizar a partir das respectivas instruções de execução (actividade escolar, utilização de um objecto, realização de um percurso, receita culinária). Identificação de informações em função de um objectivo preciso, a partir de textos informativos (cartaz, aviso, anúncio publicitário, mapa, artigo de dicionário, lista telefónica, boletim meteorológico,embalagem, etiqueta, bilhete de transporte...). Identificação de uma personagem, objecto, lugar, a partir da sua descrição (ficha biográfica de uma personagem, etiqueta, embalagem). Reconhecimento, num texto narrativo, dos acontecimentos e das personagens principais. Identificação de mensagens em textos de relação social e interpessoal (carta, fax, correio electrónico). Utilizar conhecimentos prévios sobre o assunto do texto na formulação de hipóteses de sentido. Associar marcas textuais (título, formato, ilustração, palavras-chave) ao assunto e ao tipo de texto. Associar unidades linguísticas do texto ou fornecidas pelo professor (léxico, estruturas gramaticais, categorias semânticas) às ideias principais e secundárias. Deduzir o sentido de palavras e de estruturas gramaticais desconhecidas a partir do contexto, da análise morfológica das palavras e de analogia/ contraste com a língua materna. Relacionar elementos do texto que permitam confirmar hipóteses de sentido (elementos lexicais utilizados na referência a uma personagem, a um objecto, a uma acção...). Prescindir de compreender o significado de palavras que não são essenciais à compreensão do sentido do texto.

metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem adequadas a objectivos visados. 6. Pesquisar, seleccionar e organizar informação para a transformar em conhecimento. 7.Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões. (nos planos linguístico e sociocultural), favorecendo a integração dos elementos novos nos já adquiridos; Identificar as finalidades das tarefas a executar; Planificar actividades; Seleccionar, de entre os auxiliares de aprendizagem, os mais adequados; Identificar dúvidas e dificuldades; Auto-regular os desempenhos exigidos em cada tarefa; Gerir adequadamente o tempo na realização das tarefas. 6. Utilizar de forma adequada, em situações de interacção, recepção e produção: D i f e rentes tipos de suportes: material impresso manuais, dicionários, jornais, revistas; material audiovisual e multimédia: cassetes áudio e vídeo, discos, emissões radiofónicas e televisivas, CD-ROM; Diferentes tipos de textos Documentos de sistematização de conhecimentos nos plano linguístico e comunicativo; Novas tecnologias de informação e de comunicação. 7. Adoptar processos de mobilização de recursos linguísticos e paralinguísticos em função de exigências de comunicação em situações de interacção verbal, de recepção e produção de textos orais e escritos: Reconhecer índices contextuais, gramaticais e lexicais que permitam a dedução de sentidos; Seleccionar, no reportório disponível, recursos que permitam Estabelecimento de relações som-sentido em textos lúdicopoéticos. Reconhecimento de traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua. Reconhecimento de afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. INTERAGIR OUVIR/FALAR em situações de comunicação diversificadas Participação em conversas sobre assuntos do quotidiano. Participação em conversas no contexto das actividades da aula. Auto-apresentação e apresentação de pessoas a partir de tópicos (elementos de identificação, situação familiar, características pessoais, gostos, hábitos) e ou de elementos linguísticos. Conversa telefónica (autêntica, simulada) a partir de tópicos e ou elementos linguísticos. Adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta: os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua; afinidades / diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. LER/ESCREVER em situações de comunicação diversificada Resposta a inquéritos simples sobre a vida quotidiana. Recepção/produção de mensagens em situações de relação interpessoal e social: carta, postal, bilhete (recado, instrução, aviso, saudação...), convite, utilizando canais diversificados (correio postal, fax, correio electrónico). Preenchimento de formulários simples (ficha de identificação, de inscrição, de leitura...). Adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta: os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua; afinidades / diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. Verificar a correcção das hipóteses de sentido formuladas. Rever as hipóteses formuladas, se necessário. Caracterizar o contexto do acto comunicativo com previsão de possíveis trocas verbais. Seleccionar, no conjunto de saberes disponíveis, enunciados, estruturas linguísticas e vocábulos necessários aos desempenhos comunicativos. Negociar os papéis de ouvinte e de locutor. Cooperar mutuamente no esclarecimento de significados, de intenções comunicativas. Compensar insuficiências mediante recurso a mímica, gestos, substituições lexicais, entoações... Avaliar o grau de adequação do desempenho à situação de comunicação, ao interlocutor, à intenção de comunicação, ao assunto. Caracterizar o contexto do acto comunicativo com previsão de possíveis realizações linguísticas. Seleccionar, no conjunto de saberes disponíveis, enunciados, estruturas

8. Realizar actividades de forma autónoma, responsável e criativa. 9. Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns. 10. Relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspectiva pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida. produzir textos adequados às situações de comunicação; Utilizar meios de compensação de insuficiências no uso da língua: gestos, definições, perífrases, paráfrases...; Gerir a tomada de palavra em situações de interacção verbal tendo em vista a eficácia da comunicação; Avaliar a justeza dos processos utilizados. 8. Tomar decisões/iniciativas, com base em critérios préestabelecidos, no sentido de uma participação adequada em actos comunicativos, projectos de trabalho, processos de aprendizagem. Organizar e utilizar materiais num processo de trabalho autónomo. Mobilizar, de entre os recursos disponíveis, aqueles que, num determinado contexto, permitem a resolução de problemas de comunicação imprevistos, a adaptação a situações novas. 9. Explorar as oportunidades de relação interactiva, na sala de aula, para praticar a interacção verbal. 10. Contribuir para a criação, na sala de aula, de um clima de trabalho favorável: Organizar o espaço de forma funcional; Organizar os materiais de trabalho; Gerir, de forma equilibarda, os ritmos de trabalho; Garantir a qualidade estética do PRODUZIR FALAR/PRODUZIR textos escritos correspondendo a necessidades específicas de comunicação Relato de episódios/acontecimentos da vida quotidiana a partir de tópicos e ou elementos linguísticos. Descrição, com o objectivo de dar a conhecer, de objectos, lugares, personagens, com ou sem apoio visual ou linguístico. Reprodução/recriação de lengalengas, adivinhas, provérbios, anedotas, canções. Adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta: os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua; afinidades / diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. ESCREVER/PRODUZIR textos orais correspondendo a necessidades específicas de comunicação Narração de episódios/acontecimentos da vida quotidiana (página de diário, relato de viagens...) a partir de suportes vários: imagens, situações, tópicos e ou elementos linguísticos. Descrição, com o objectivo de a dar a conhecer, de personagens, objectos, lugares, a partir de suportes vários: imagens, situações, tópicos e ou elementos linguísticos. Reprodução de informações recolhidas em fontes diversas. Criação de textos com características lúdico-poéticas a partir de suportes vários: um som, uma letra, uma palavra-chave. Adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta: os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua; afinidades / diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. linguísticas e vocábulos necessários aos desempenhos comunicativos. Compensar insuficiências mediante recurso a substitutos lexicais, a construções sintácticas mais simples. Avaliar o grau de adequação do desempenho à situação e intenção(ões) de comunicação ao destinatário, ao assunto. Caracterizar o contexto do acto comunicativo com previsão de eventuais reacções do público. Seleccionar, no conjunto de saberes disponíveis, enunciados, estruturas linguísticas e vocábulos necessários aos desempenhos comunicativos. Compensar insuficiências mediante recurso a mímica, gestos, entoação, substituições lexicais. Avaliar o grau de adequação do desempenho às intenções comunicativas, ao público, ao assunto. Caracterizar o contexto do acto comunicativo, tendo em vista a adequação do texto a produzir. Seleccionar, no conjunto de saberes disponíveis, enunciados, estruturas linguísticas e vocábulos necessários aos desempenhos

ambiente nos planos visual e sonoro; Garantir a segurança e a higiene do espaço e dos equipamentos. comunicativos. Compensar insuficiências mediante recurso a substitutos lexicais e a construções sintácticas mais simples. Rever o texto com utilização de códigos de correcção, consulta de dicionários e gramáticas. Recolher elementos de apoio: textos, léxico, estruturas gramaticais. Reescrever o texto, no sentido do seu aperfeiçoamento.

Línguas Estrangeiras 3º Ciclo Competências gerais Operacionalização das competências transversais Competências Essenciais Processos de aprendizagem 1. Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano. 2. Usar adequadamente linguagens das diferentes áreas do saber cultural, científico e tecnológico para se expressar. 3. Usar correctamente a língua portuguesa para comunicar adequadamente e para estruturar pensamento próprio. 4. Usar línguas estrangeiras para comunicar adequadamente em situações do quotidiano e para apropriação de informação. 5. Adoptar 1. Mobilizar recursos linguísticos e paralinguísticos na interacção verbal, na recepção e na produção de textos orais e escritos, tendo em vista desempenhos adequados às situações de comunicação. 2. Usar, de forma integrada e no sentido da eficácia dos actos comunicativos, linguagens diversas: imagens, gestos, mímica, sons, elementos paratextuais (ilustração, quadros, esquemas, diagramas, recursos tipográficos...). 3. Mobilizar, de forma integrada, competências de uso da língua materna e das línguas estrangeiras, no sentido da construção de uma competência plurilingue e pluricultural. 4. Conferir parte referente às competências específicas. 5. Adoptar estratégias e procedimentos adequados às necessidades de aprendizagem próprias: Mobilizar estratégias de apropriação de conhecimentos COMPREENDER OUVIR/VER textos orais e audiovisuais de natureza diversificada adequados aos desenvolvimentos intelectual, sócio-afectivo e linguístico do aluno Identificação de uma acção/tarefa a realizar a partir das respectivas instruções de execução (actividade escolar, utilização de um objecto, realização de um percurso, receita culinária). (LE I e LE II) Identificação de informações em função de um objectivo preciso a partir de textos informativos (aviso, anúncio publicitário, notícia, programa, informação meteorológica,... em gravação áudio ou vídeo). (LE I e LE II) Identificação de informações em função de um objectivo preciso, a partir de diálogos usuais na vida quotidiana. (LE I e LE II) Identificação de informações em mensagens telefónicas. (LE I e LE II) Identificação de uma personagem, objecto, lugar, a partir da sua descrição (apresentação de uma personagem, região/cidade/paisagem, objecto em gravação áudio ou vídeo). (LE I e LE II) Identificação, numa narrativa transmitida oralmente, de sequências de acontecimentos, de personagens e lugares e suas características, de momentos. (LE I) Reconhecimento, numa narrativa transmitida oralmente, dos acontecimentos principais e de personagens. (LE II) Identificação de traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua. (LE I) Reconhecimento de traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua. (LE II) Estabelecimento de relações afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. (LE I) Reconhecimento de afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira.(le II) LER textos escritos de natureza diversificada adequados aos desenvolvimentos intelectual, Utilizar conhecimentos prévios sobre o assunto do texto na formulação de hipóteses de sentido. Associar marcas textuais (título, formato, ilustração, palavras-chave) ao assunto e ao tipo de texto. Associar unidades linguísticas do texto ou fornecidas pelo professor (léxico, estruturas gramaticais, categorias semânticas) às ideias principais e secundárias. Deduzir o sentido de palavras e de estruturas gramaticais desconhecidas a partir do contexto, da análise morfológica das palavras e de analogia/ contraste com a língua materna. Relacionar elementos do texto que permitam confirmar hipóteses de sentido (elementos lexicais utilizados na referência a uma personagem, a um objecto, a uma acção...). Prescindir de compreender o significado de palavras que não são essenciais à compreensão do sentido do

metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem adequadas a objectivos visados. 6. Pesquisar, seleccionar e organizar informação para a transformar em conhecimento. 7.Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões. (nos planos linguístico e sociocultural), favorecendo a integração dos elementos novos nos já adquiridos; Identificar as finalidades das tarefas a executar; Planificar actividades; Seleccionar, de entre os auxiliares de aprendizagem, os mais adequados; Identificar dúvidas e dificuldades; Auto-regular os desempenhos exigidos em cada tarefa; Gerir adequadamente o tempo na realização das tarefas. 6. Utilizar de forma adequada, em situações de interacção, recepção e produção: D i f e rentes tipos de suportes: material impresso manuais, dicionários, jornais, revistas; material audiovisual e multimédia: cassetes áudio e vídeo, discos, emissões radiofónicas e televisivas, CD-ROM; Diferentes tipos de textos Documentos de sistematização de conhecimentos nos plano linguístico e comunicativo; Novas tecnologias de informação e de comunicação. 7. Adoptar processos de mobilização de recursos linguísticos e paralinguísticos em função de exigências de comunicação em situações de interacção verbal, de recepção e produção de textos orais e escritos: Reconhecer índices contextuais, gramaticais e lexicais que permitam a dedução de sentidos; Seleccionar, no reportório disponível, recursos que permitam sócio-afectivo e linguístico do aluno Identificação de uma acção/tarefa a realizar a partir das respectivas instruções de execução (actividade escolar, utilização de um objecto, realização de um percurso, receita culinária).(le I e LE II) Identificação de informações em função de um objectivo preciso, a partir de textos informativos (cartaz, aviso, anúncio publicitário, programa, guia, mapa, artigo de dicionário, enciclopédia, lista telefónica, boletim meteorológico, embalagem, etiqueta, bilhete de transporte...). (LE I e LE II) Identificação de uma personagem, objecto, lugar, a partir da sua descrição (ficha biográfica de uma personagem, guia turístico, catálogo). (LE I e LE II) Identificação, num texto narrativo, de sequências de acontecimentos, de personagens e lugares e suas características, de momentos. (LE I) Identificação, num texto narrativo, dos acontecimentos e das personagens principais. (LE II) Identificação de mensagens em textos de relação social e interpessoal (carta, fax, correio electrónico). (LE I e LE II) Estabelecimento de relações som-sentido em textos poéticos. (LE I e LE II) Identificação de traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua. (LE I) Reconhecimento de traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua. (LE II) Estabelecimento de relações afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. (LE I) Reconhecimento de afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. (LE II) INTERAGIR OUVIR/FALAR em situações de comunicação diversificadas Participação em conversas sobre assuntos do quotidiano. (LE II) Participação em conversas sobre assuntos do quotidiano e da actualidade. (LE I) Participação em conversas no contexto das actividades da aula. (LE I e LE II) Auto-apresentação e apresentação de pessoas a partir de tópicos (elementos de identificação, situação familiar, características pessoais, gostos, hábitos) e ou de elementos texto. Verificar a correcção das hipóteses de sentido formuladas. Rever as hipóteses formuladas, se necessário. Caracterizar o contexto do acto comunicativo com previsão de possíveis trocas verbais. Seleccionar, no conjunto de saberes disponíveis, enunciados, estruturas linguísticas e vocábulos necessários aos desempenhos comunicativos. Negociar os papéis de ouvinte e de locutor. Cooperar mutuamente no esclarecimento de significados, de intenções comunicativas. Compensar insuficiências mediante recurso a mímica, gestos, substituições lexicais, entoações... Avaliar o grau de adequação do desempenho à situação de comunicação, ao interlocutor, à intenção de comunicação, ao assunto. Caracterizar o contexto do acto comunicativo com previsão de possíveis

8. Realizar actividades de forma autónoma, responsável e criativa. 9. Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns. 10. Relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspectiva pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida. produzir textos adequados às situações de comunicação; Utilizar meios de compensação de insuficiências no uso da língua: gestos, definições, perífrases, paráfrases...; Gerir a tomada de palavra em situações de interacção verbal tendo em vista a eficácia da comunicação; Avaliar a justeza dos processos utilizados. 8. Tomar decisões/iniciativas, com base em critérios préestabelecidos, no sentido de uma participação adequada em actos comunicativos, projectos de trabalho, processos de aprendizagem. Organizar e utilizar materiais num processo de trabalho autónomo. Mobilizar, de entre os recursos disponíveis, aqueles que, num determinado contexto, permitem a resolução de problemas de comunicação imprevistos, a adaptação a situações novas. 9. Explorar as oportunidades de relação interactiva, na sala de aula, para praticar a interacção verbal. 10. Contribuir para a criação, na sala de aula, de um clima de trabalho favorável: Organizar o espaço de forma funcional; Organizar os materiais de trabalho; Gerir, de forma equilibarda, os ritmos de trabalho; Garantir a qualidade estética do linguísticos. (LE I e LE II) Conversa telefónica (autêntica, simulada) a partir de tópicos e ou elementos linguísticos. (LE I e LE II) Entrevista (autêntica, simulada) a partir de tópicos e ou elementos linguísticos. (LE I) Entrevista simulada a partir de tópicos e ou elementos linguísticos. (LE II) Adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta: os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua; (LE I e LE II) afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. (LE I e LE II) LER/ESCREVER em situações de comunicação diversificada Resposta a inquéritos sobre a vida quotidiana. (LE I e LE II) Recepção/produção de mensagens em situações de relação interpessoal e social: carta, postal, bilhete (recado, instrução, aviso, saudação...), convite, utilizando canais diversificados (correio postal, fax, correio electrónico). (LE I e LE II) Preenchimento de formulários (ficha de identificação, de inscrição, de leitura...). (LE I e LE II) Adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta: os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua; (LE I e LE II) afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. (LE I e LE II) PRODUZIR FALAR/PRODUZIR textos escritos correspondendo a necessidades específicas de comunicação Relato de episódios/acontecimentos da vida quotidiana. (LE I) Relato de episódios/acontecimentos da vida quotidiana a partir de tópicos e ou elementos linguísticos. (LE II) Descrição, com o objectivo de dar a conhecer, de objectos, lugares, personagens. (LE I) Descrição, com o objectivo de dar a conhecer, de objectos, lugares, personagens, com ou sem apoio visual ou linguístico. realizações linguísticas. Seleccionar, no conjunto de saberes disponíveis, enunciados, estruturas linguísticas e vocábulos necessários aos desempenhos comunicativos. Compensar insuficiências mediante recurso a substitutos lexicais, a construções sintácticas mais simples. Avaliar o grau de adequação do desempenho à situação e intenção(ões) de comunicação ao destinatário, ao assunto. Caracterizar o contexto do acto comunicativo com previsão de eventuais reacções do público. Seleccionar, no conjunto de saberes disponíveis, enunciados, estruturas linguísticas e vocábulos necessários aos desempenhos comunicativos. Compensar insuficiências mediante recurso a mímica, gestos, entoação, substituições lexicais. Avaliar o grau de adequação do desempenho às intenções comunicativas, ao público, ao assunto.

ambiente nos planos visual e sonoro; Garantir a segurança e a higiene do espaço e dos equipamentos. (LE II) Reprodução/recriação de textos poéticos, lengalengas, adivinhas, provérbios, anedotas, canções. (LE I e LE II) Adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta: os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua; (LE I e LE II) afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. (LE I e LE II) ESCREVER/PRODUZIR textos orais correspondendo a necessidades específicas de comunicação Narração de episódios/acontecimentos da vida quotidiana (página de diário, textos biográficos, notícia de jornal...). (LE I) Narração de episódios/acontecimentos da vida quotidiana (página de diário, textos biográficos, notícia de jornal,...) a partir de suportes vários: imagens, situações, tópicos e ou elementos linguísticos. (LE II) Descrição, com o objectivo de a dar a conhecer, de personagens, objectos, lugares. (LE I) Descrição, com o objectivo de a dar a conhecer, de personagens, objectos, lugares, a partir de suportes vários: imagens, situações, tópicos e ou elementos linguísticos. (LE II) Registo estruturado de informações recolhidas em fontes diversas. (LE I e LE II) Criação de textos com características poéticas a partir de suportes vários: um tópico, um som, uma letra, uma palavrachave. (LE I e LE II) Adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta: os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua; (LE I e LE II) afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. (LE I e LE II) Caracterizar o contexto do acto comunicativo, tendo em vista a adequação do texto a produzir. Seleccionar, no conjunto de saberes disponíveis, enunciados, estruturas linguísticas e vocábulos necessários aos desempenhos comunicativos. Compensar insuficiências mediante recurso a substitutos lexicais e a construções sintácticas mais simples. Rever o texto com utilização de códigos de correcção, consulta de dicionários e gramáticas. Recolher elementos de apoio: textos, léxico, estruturas gramaticais. Reescrever o texto, no sentido do seu aperfeiçoamento.

MATEMÁTICA 2º CICLO Competências Gerais Operacionalização das Competências Transversais Competências Essenciais Situação de Aprendizagem À saída da educação básica, o aluno deverá ser capaz de [1] : 1. Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano; Identificar e articular saberes e conhecimentos para compreender uma situação ou problema. Pôr em acção procedimentos necessários para a compreensão da realidade e para a resolução de problemas. Avaliar a adequação dos saberes e procedimentos mobilizados e proceder a ajustamentos necessários. Prática compreensiva de procedimentos. Para promover a aquisição de destrezas utilizáveis com segurança e autonomia ( o cálculo mental, o domínio de algoritmos, a utilização de fórmulas, construções geométricas e a manipulação de instrumentos ); Resolução de problemas. Jogos. Materiais 2. Usar adequadamente linguagens das diferentes áreas do saber cultural, científico e tecnológico para se expressar; Reconhecer, confrontar e harmonizar diversas linguagens para a comunicação de uma informação, de uma ideia, de manipuláve is. Utilização uma intenção. de Utilizar formas de comunicação diversificadas, adequando linguagens e técnicas aos contextos e às necessidades. Comunicar, discutir e defender ideias próprias mobilizando adequadamente diferentes linguagens. Valorizar as diferentes formas de linguagem. Comunicação matemática. Para pesquisa, organização de informação, a escrita e apresentação; tecnologias. Realização de trabalhos. * Trabalhos de 3. Usar correctamente a língua portuguesa para comunicar de grupo, em pares e individual. forma adequada e para estruturar

pensamento próprio. 4. Adoptar metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem adequadas a objectivos visados; 5. Pesquisar, seleccionar e organizar informação para a transformar em conhecimento mobilizável; Usar a língua portuguesa de forma adequada às situações de comunicação criadas nas diversas áreas do saber, numa perspectiva de construção pessoal do conhecimento. Usar a língua portuguesa no respeito de regras do seu funcionamento. Exprimir dúvidas e dificuldades. Organizar as suas actividades de aprendizagem. Identificar, seleccionar e aplicar métodos de trabalho. Auto-avaliar e ajustar os métodos de trabalho à sua forma de aprender. Exploração de conexões Compreensão de relações entre ideias matemáticas, tanto entre diferentes temas de matemática como no interior de cada tema. 6. Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões; 7. Realizar actividades de forma Pesquisar, seleccionar, organizar e interpretar informação de forma crítica em função de questões, necessidades ou problemas a resolver e respectivos contextos. Rentabilizar as tecnologias da informação e comunicação nas tarefas de construção de conhecimento. Comunicar, utilizando formas diversificadas, o conhecimento resultante da interpretação da informação. Auto-avaliar as aprendizagens, confrontando o conhecimento produzido com os objectivos visados e com a perspectiva de outros. Atitudes. Implementação de tarefas onde o aluno desenvolva atitudes inerentes ao trabalho.

autónoma, responsável e criativa; Identificar situações problemáticas em termos de levantamento de questões. Seleccionar informação e organizar estratégias criativas face às questões colocadas por um problema. Debater a pertinência das estratégias adoptadas em função de um problema. 8. Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns; Realizar tarefas por iniciativa própria. Responsabilizar-se por realizar integralmente uma tarefa. Valorizar a realização de actividades intelectuais, artísticas e motoras que envolvam esforço, persistência, iniciativa e criatividade. Avaliar e controlar o desenvolvimento das tarefas que se propõe realizar. 9. Relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspectiva pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida. Participar em actividades interpessoais e de grupo, respeitando normas, regras e critérios de actuação, de convivência e de trabalho em vários contextos. Manifestar sentido de responsabilidade, de flexibilidade e de respeito pelo seu trabalho e pelo dos outros. Comunicar, discutir e defender descobertas e ideias próprias, dando espaços de intervenção aos seus parceiros.

Avaliar e ajustar os métodos de trabalho à sua forma de aprender, às necessidades do grupo e aos objectivos visados. Mobilizar e coordenar os aspectos psicomotores necessários ao desempenho de tarefas. Estabelecer e respeitar regras para o uso colectivo de espaços.

CIÊNCIAS DA NATUREZA Competências Gerais Operacionalização das Competências Transversais Competências Essenciais Situação de Aprendizagem À saída da educação básica, o aluno deverá ser capaz de [1] : 1. Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano; Prestar atenção a situações e problemas manifestando envolvimento e curiosidade. Questionar a realidade observada. Identificar e articular saberes e conhecimentos para compreender uma situação ou problema. Conhecimento: Conhecimento substantivo que permite ao aluno adquirir conhecimento científico apropriado. Conhecimento processual; Observar o meio envolvente ( planificar saídas de campo). * Recolher e organi- 2. Usar adequadamente linguagens das diferentes áreas do saber Pôr em acção procedimentos necessários para a compreensão da realidade e para a resolução de problemas. Avaliar a adequação dos saberes e procedimentos mobilizados e proceder a ajustamentos necessários. zar material, classi ficando-o por categorias ou temas. Planificar e cultural, científico e tecnológico para se expressar; Reconhecer, confrontar e harmonizar diversas linguagens desenvolver pesqui para a comunicação de uma informação, de uma ideia, de sas diversas. uma intenção. Utilizar formas de comunicação diversificadas, adequando linguagens e técnicas aos contextos e às necessidades. Comunicação oral e escrita; Conceber projec- Comunicar, discutir e defender ideias próprias mobilizando tos. adequadamente diferentes linguagens. Valorizar as diferentes formas de linguagem. Realizar activida- 3. Usar correctamente a língua de experimental.

portuguesa para comunicar de forma adequada e para estruturar pensamento próprio; Usar a língua portuguesa de forma adequada às situações de comunicação criadas nas diversas áreas do saber, numa perspectiva de construção pessoal do conhecimento. Usar a língua portuguesa no respeito de regras do seu Raciocínio. Para promover o pensamento de uma forma criativa e crítica; * Analisar e criticar notícias de jornais e televisão. 4. Adoptar metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem adequadas a objectivos visados; funcionamento. Auto-avaliar a correcção e a adequação dos desempenhos linguísticos, na perspectiva do seu aperfeiçoamento. Realizar debates sobre temas polé micos e actuais. Exprimir dúvidas e dificuldades. 5. Pesquisar, seleccionar e organizar informação para a transformar em conhecimento mobilizável; Planear e organizar as suas actividades de aprendizagem. Identificar, seleccionar e aplicar métodos de trabalho. Auto-avaliar e ajustar os métodos de trabalho à sua forma de aprender. * Atitudes. Implementação de experiências educativas onde o aluno desenvolva atitudes inerentes ao trabalho em Ciência. Realizar trabalho cooperativo em diferentes situações e trabalho independente. Pesquisar, seleccionar, organizar e interpretar informação de * Utilização de tecnologias. forma crítica em função de questões, necessidades ou problemas a resolver e respectivos contextos. 6. Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões; Rentabilizar as tecnologias da informação e comunicação nas tarefas de construção de conhecimento. Comunicar, utilizando formas diversificadas, o conhecimento

resultante da interpretação da informação. Auto-avaliar as aprendizagens, confrontando o conhecimento 7. Realizar actividades de forma autónoma, responsável e criativa; produzido com os objectivos visados e com a perspectiva de outros. Identificar situações problemáticas em termos de levantamento de questões. Seleccionar informação e organizar estratégias criativas face às questões colocadas por um problema. Debater a pertinência das estratégias adoptadas em função de 8. Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns; um problema. Realizar tarefas por iniciativa própria. Identificar, seleccionar e aplicar métodos de trabalho, numa perspectiva crítica e criativa. Responsabilizar-se por realizar integralmente uma tarefa. Valorizar a realização de actividades intelectuais, artísticas e 9. Relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspectiva pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida. motoras que envolvam esforço, persistência, iniciativa e criatividade. Avaliar e controlar o desenvolvimento das tarefas que se propõe realizar. Participar em actividades interpessoais e de grupo, respeitando normas, regras e critérios de actuação, de

convivência e de trabalho em vários contextos. Manifestar sentido de responsabilidade, de flexibilidade e de respeito pelo seu trabalho e pelo dos outros. Comunicar, discutir e defender descobertas e ideias próprias, dando espaços de intervenção aos seus parceiros. Avaliar e ajustar os métodos de trabalho à sua forma de aprender, às necessidades do grupo e aos objectivos visados. Mobilizar e coordenar os aspectos psicomotores necessários ao desempenho de tarefas. Estabelecer e respeitar regras para o uso colectivo de espaços.

EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA Competências Gerais Operacionalização das Competências Transversais Competências Essenciais À saída da educação básica, o aluno deverá ser capaz de [1] : 1. Mobilizar saberes culturais, Prestar atenção a situações e problemas manifestando Comunicação Visual científicos e tecnológicos para Interpretar mensagens na leitura de formas envolvimento e curiosidade. compreender a realidade e para abordar situações e problemas do Questionar a realidade observada. visuais. quotidiano; Identificar e articular saberes e conhecimentos para compreender uma situação ou problema. Conceber sequências visuais a partir de vários formatos narrativos. Pôr em acção procedimentos necessários para a compreensão Produzir objectos plásticos explorando da realidade e para a resolução de problemas. temas, ideias e situações. Avaliar a adequação dos saberes e procedimentos Descodificar diferentes produtos gráficos. 2. Usar adequadamente linguagens Conceber objectos gráficos aplicando regras mobilizados e proceder a ajustamentos necessários. das diferentes áreas do saber da comunicação visual composição, relação cultural, científico e tecnológico para se expressar; Reconhecer, confrontar e harmonizar diversas linguagens forma- fundo, módulo- padrão. para a comunicação de uma informação, de uma ideia, de Compreender e interpretar símbolos e uma intenção. sistemas de sinais visuais. Situação de Aprendizagem Actividades de observação. Práticas de investigação. Actividades de resolução de problemas. Actividades de design. Práticas interdisciplinares Exploração plástica. Utilizar formas de comunicação diversificadas, adequando Utilizar a simbologia visual com intenção Experimentação linguagens e técnicas aos contextos e às necessidades. funcional. de diversas Comunicar, discutir e defender ideias próprias mobilizando Aplicar regras de representação gráfica tecnologias. 3. Usar correctamente a língua portuguesa para comunicar de forma adequada e para estruturar pensamento próprio; adequadamente diferentes linguagens. Traduzir ideias e informações expressas numa linguagem para outras linguagens. Valorizar as diferentes formas de linguagem. convencional em lettering, desenho geométrico, mapas, esquemas e gráficos. Diálogos baseados na análise das características formais,

temáticas e 4. Usar línguas estrangeiras para comunicar adequadamente em situações do quotidiano e para apropriação de informação; Valorizar e apreciar a linguagem portuguesa, quer como língua de acolhimento. Usar a língua portuguesa de forma adequada às situações de comunicação criadas nas diversas áreas do saber, numa perspectiva de construção pessoal do conhecimento. Usar a língua portuguesa no respeito de regras do seu funcionamento. Promover o gosto pelo uso correcto e adequado da língua portuguesa. Auto-avaliar a correcção e a adequação dos desempenhos linguísticos, na perspectiva do seu aperfeiçoamento. Elementos da forma Reconhecer as proporções e noções de antropometria na representação da figura humana Compreender as posições relativas entre o observador e os objectos percepcionados. Reconhecer processos de representação do espaço a duas dimensões: sobreposição, tamanho relativo dos objectos, textura, luz/ cor e perspectiva linear. Organizar com funcionalidade e equilíbrio estilísticas das diversas obras da cultura portuguesa. Desenho como uma atitude expressiva. Desenho como uma metodologia para a invenção de formas provenientes de pensamentos, 5. Adoptar metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem adequadas a objectivos visados; Compreender textos orais e escritos em línguas estrangeiras para diversificação das fontes dos saberes culturais, científicos e tecnológicos. Interagir, oralmente e por escrito, em línguas estrangeiras, para alargar e consolidar relacionamentos com interlocutores/parceiros estrangeiros. Usar a informação sobre culturas estrangeiras disponibilizada visual os espaços bidimensionais e tridimensionais. Utilizar, nas suas experimentações bidimensionais, processos de representação do espaço. Utilizar elementos definidores da forma ponto, linha, plano, volume, luz/ cor, textura e estrutura nas experimentações plásticas. ideias e utopias. Desenho como registo de observações. Desenho como instrumento para a construção rigorosa de pelo meio envolvente e, particularmente, pelos media, com vista à realização de trocas interculturais. Auto-avaliar os desempenhos linguísticos em línguas Compreender a estrutura das formas percepcionadas, relacionando as partes com o todo e entre si. formas. Desenho como sintetização de 6. Pesquisar, seleccionar e organizar informação para a transformar em estrangeiras quanto à adequação e eficácia. Relacionar as formas naturais e ou construídas com as respectivas funções, informação. Explorações

conhecimento mobilizável; Exprimir dúvidas e dificuldades. Planear e organizar as suas actividades de aprendizagem. Identificar, seleccionar e aplicar métodos de trabalho. materiais que as constituem e técnicas. Compreender a relação entre luz e cor, síntese subtractiva,, qualidade térmica e contraste. plásticas bidimensionais. Explorações plásticas Confrontar diferentes métodos de trabalho para a realização Criar composições bidimensionais e tridimensionais. da mesma tarefa. tridimensionais a partir da observação e da Tecnologias da 7. Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões; Auto-avaliar e ajustar os métodos de trabalho à sua forma de aprender. Pesquisar, seleccionar, organizar e interpretar informação de forma crítica em função de questões, necessidades ou imaginação, utilizando expressivamente os elementos da forma. Identificar os diferentes materiais básicos e algumas das suas principais aplicações. Conhecer a origem dos principais materiais imagem. problemas a resolver e respectivos contextos. básicos. Rentabilizar as tecnologias da informação e comunicação nas Reconhecer características físicas tarefas de construção de conhecimento. elementares e aptidão técnica dos materiais Comunicar, utilizando formas diversificadas, o conhecimento básicos mais correntes. resultante da interpretação da informação. Seccionar os materiais adequados para Auto-avaliar as aprendizagens, confrontando o conhecimento aplicar na resolução de problemas concretos. 8. Realizar actividades de forma autónoma, responsável e criativa; produzido com os objectivos visados e com a perspectiva de outros. Seleccionar e aplicar os materiais tendo em conta as suas qualidades expressivas/ estéticas. Identificar situações problemáticas em termos de Identificar e distinguir algumas técnicas levantamento de questões. básicas de fabricação e construção. Seleccionar informação e organizar estratégias criativas face Seleccionar e aplicar as ferramentas às questões colocadas por um problema. específicas aos materiais a trabalhar. Debater a pertinência das estratégias adoptadas em função de Descrever um objecto comum por meio de

9. Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns; 10. Relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspectiva pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida. um problema. Confrontar diferentes perspectivas face a um problema, de modo a tomar decisões adequadas. Propor situações de intervenção, individual e, ou colectiva, que constituam tomadas de decisão face a um problema, em contexto. Realizar tarefas por iniciativa própria. Identificar, seleccionar e aplicar métodos de trabalho, numa perspectiva crítica e criativa. Responsabilizar-se por realizar integralmente uma tarefa. Valorizar a realização de actividades intelectuais, artísticas e motoras que envolvam esforço, persistência, iniciativa e criatividade. Avaliar e controlar o desenvolvimento das tarefas que se propõe realizar. esquemas gráficos e figuras. Identificar os principais sectores profissionais da actividade tecnológica. Manter comportamentos saudáveis e seguros durante o trabalho prático, conhecer algumas técnicas básicas. Medir e controlar distâncias expressas em milímetros. Aplicar as técnicas específicas aos materiais a utilizar e aos problemas técnicos a resolver. Participar em actividades interpessoais e de grupo, respeitando normas, regras e critérios de actuação, de convivência e de trabalho em vários contextos. Manifestar sentido de responsabilidade, de flexibilidade e de respeito pelo seu trabalho e pelo dos outros. Comunicar, discutir e defender descobertas e ideias próprias, dando espaços de intervenção aos seus parceiros.

Avaliar e ajustar os métodos de trabalho à sua forma de aprender, às necessidades do grupo e aos objectivos visados. Mobilizar e coordenar os aspectos psicomotores necessários ao desempenho de tarefas. Estabelecer e respeitar regras para o uso colectivo de espaços. Realizar diferentes tipos de actividades físicas, promotoras de saúde, do bem- estar e da qualidade de vida. Manifestar respeito por normas de segurança pessoal e colectiva.

EDUCAÇÃO MUSICAL Competências Gerais Operacionalização das Competências Transversais Competências Essenciais Situação de Aprendizagem Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano. Prestar atenção a situações e problemas manifestando envolvimento e curiosidade. Questionar a realidade observada. Identificar e articular saberes e conhecimentos para compreender uma situação ou problema. Pôr em acção procedimentos necessários para a compreensão da realidade e para a resolução de problemas. Avaliar a adequação dos saberes e procedimentos mobilizados e proceder a ajustamentos necessários. Compreende a música como construção social e como cultura em diferentes períodos históricos e contextos diversificados. Compreende e valoriza o fenómeno musical como património, factor identitário e de desenvolvimento social, económico e cultural. Compreende as diferentes relações e interdependências entre a música, as outras artes e áreas do conhecimento. Investiga os modos como as sociedades contemporâneas se relacionam com a música. Identifica e compara estilos e géneros musicais tendo em conta os enquadramentos socioculturais do passado e do presente. Investiga funções e significados da música no contexto das sociedades contemporâneas. Relaciona a música com as outras artes e áreas do saber e do conhecimento em contextos do passado e do presente. Usar adequadamente linguagens das diferentes áreas do saber cultural, científico e tecnológico Reconhecer, confrontar e harmonizar diversas linguagens para a comunicação de uma Canta sozinho e em grupo, com precisão técnicoartística, peças de diferentes Prepara, dirige, apresenta e avalia peças musicais diferenciadas, atendendo à diversidade

para se expressar. Usar correctamente a língua portuguesa para comunicar de forma adequada e para informação, de uma ideia, de uma intenção. Utilizar formas de comunicação diversificadas, adequando linguagens e técnicas aos contextos e às necessidades. Comunicar, discutir e defender ideias próprias mobilizando adequadamente diferentes linguagens. Traduzir ideias e informações expressas numa linguagem para outras linguagens Valorizar as diferentes formas de linguagem. Valorizar e apreciar a géneros estilos e tipologias musicais. Toca sozinho e em grupo pelo menos um instrumento musical utilizando técnicas instrumentais e interpretativas diferenciadas de acordo com a tipologia musical. Prepara, dirige pequenas peças e/ou espectáculos musicais de âmbitos diferenciados. Partilha, com os pares, as músicas do seu quotidiano. Investiga e avalia diferentes tipos de interpretação utilizando vocabulário apropriado. de funções e pressupostos. Ensaia e apresenta publicamente interpretações individuais e em grupo de peças musicais em géneros e formas contrastantes de acordo com as intenções e características próprias de cada autor, estilo e género. Analisa diferentes interpretações das mesmas ideias, estruturas e peças musicais em estilos e géneros variados. Apresenta publicamente e regista em diferentes tipos de suportes as criações realizadas, para avaliação, aperfeiçoamento e manipulação técnicoartística e comunicacional. Troca experiências com músicos e instituições musicais.

estruturar pensamento próprio. Usar línguas estrangeiras para comunicar adequadamente em situações do quotidiano e para apropriação de informação. língua portuguesa, quer como língua materna quer como língua de acolhimento. Usar a língua portuguesa de forma adequada às situações de comunicação criadas nas diversas áreas do saber, numa perspectiva de construção pessoal do conhecimento. Usar a língua portuguesa no respeito de regras do seu funcionamento. Promover o gosto pelo uso correcto e adequado da língua portuguesa. Auto-avaliar a correcção e a adequação dos desempenhos linguísticos, na perspectiva do seu aperfeiçoamento. Canta sozinho e em grupo, com precisão técnicoartística, peças de diferentes géneros estilos e tipologias musicais. Toca sozinho e em grupo pelo menos um instrumento musical utilizando técnicas instrumentais e interpretativas diferenciadas de acordo com a tipologia musical. Prepara, dirige pequenas peças e/ou espectáculos musicais de âmbitos diferenciados. Partilha, com os pares, as músicas do seu quotidiano. Investiga e avalia diferentes tipos de interpretação utilizando vocabulário apropriado. Prepara, dirige, apresenta e avalia peças musicais diferenciadas, atendendo à diversidade de funções e pressupostos. Ensaia e apresenta publicamente interpretações individuais e em grupo de peças musicais em géneros e formas contrastantes de acordo com as intenções e características próprias de cada autor, estilo e género. Analisa diferentes interpretações das mesmas ideias, estruturas e peças musicais em estilos e géneros variados. Apresenta publicamente e regista em diferentes tipos de suportes as criações realizadas, para avaliação, aperfeiçoamento e manipulação técnicoartística e comunicacional.

Adoptar metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem adequadas a objectivos visados. Compreender textos orais e escritos em línguas estrangeiras para diversificação das fontes dos saberes culturais, científicos e tecnológicos. Interagir, oralmente e por escrito, em línguas estrangeiras, para alargar e consolidar relacionamentos com interlocutores/parceiros estrangeiros. Usar a informação sobre culturas estrangeiras disponibilizada pelo meio envolvente e, particularmente, pelos media, com vista à realização de trocas interculturais. Auto-avaliar os desempenhos linguisticos em línguas estrangeiras quanto à adequação e eficácia. Canta sozinho e em grupo, com precisão técnicoartística, peças de diferentes géneros estilos e tipologias musicais. Toca sozinho e em grupo pelo menos um instrumento musical utilizando técnicas instrumentais e interpretativas diferenciadas de acordo com a tipologia musical. Prepara, dirige pequenas peças e/ou espectáculos musicais de âmbitos diferenciados. Partilha, com os pares, as músicas do seu quotidiano. Investiga e avalia diferentes tipos de interpretação utilizando vocabulário apropriado. Prepara, dirige, apresenta e avalia peças musicais diferenciadas, atendendo à diversidade de funções e pressupostos. Ensaia e apresenta publicamente interpretações individuais e em grupo de peças musicais em géneros e formas contrastantes de acordo com as intenções e características próprias de cada autor, estilo e género. Analisa diferentes interpretações das mesmas ideias, estruturas e peças musicais em estilos e géneros variados. Apresenta publicamente e regista em diferentes tipos de suportes as criações realizadas, para avaliação, aperfeiçoamento e manipulação técnicoartística e comunicacional. Exprimir dúvidas e

Pesquisar, seleccionar e organizar informação para a transformar em conhecimento mobilizável. dificuldades. Planear e organizar as suas actividades de aprendizagem. Confrontar diferentes métodos de trabalho para a realização da mesma tarefa. Auto-avaliar e ajustar os métodos de trabalho à sua forma de aprender e aos objectivos visados. Investiga processos de criação musical tendo em conta pressupostos, técnicas, estilos, temáticas comunicacionais e estéticas diferenciadas. Manipula conceitos, códigos, convenções e técnicas instrumentais e vocais, bem como as TIC, para criar e arranjar musicas em diferentes estilos e géneros contrastantes. Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões. Pesquisar, seleccionar, organizar e interpretar informação de forma critica em função de questões, necessidades ou problemas a resolver e respectivos contextos. Rentabilizar as tecnologias da informação e comunicação nas tarefas de construção de conhecimento. Comunicar, utilizando formas diversificadas, o conhecimento resultante da interpretação da informação. Auto-avaliar as aprendizagens, confrontando o conhecimento produzido com os objectivos visados e com a perspectiva de outros. Compõe, arranja e apresenta publicamente peças musicais com níveis de complexidade diferentes utilizando técnicas vocais e instrumentais e tecnologias diversificadas. Improvisa melodias, variações e acompanhamentos utilizando diferentes vozes e instrumentos. Manipula os sons através de diferentes tecnologias acústicas e electrónicas. Apresenta publicamente e regista em diferentes tipos de suportes as criações realizadas, para avaliação, aperfeiçoamento e manipulação técnicoartística e comunicacional. Utiliza diferentes estruturas e tecnologias para desenvolver a composição e a improvisação de acordo com determinados fins.

Realizar actividades de forma autónoma, responsável e criativa. Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns. Identificar situações problemáticas em termos de levantamento de questões. Seleccionar informação e organizar estratégias criativas face às questões colocadas por um problema. Debater a pertinência das estratégias adoptadas em função de um problema. Confrontar diferentes perspectivas face a um problema, de modo a tomar decisões adequadas. Propor situações de intervenção, individual e, ou colectiva, que constituem tomadas de decisão face a um problema, em contexto. Realizar tarefas por iniciativa própria Identificar, seleccionar e aplicar métodos de trabalho, numa perspectiva crítica e criativa. Responsabilizar-se por realizar integralmente uma Compõe, arranja e apresenta publicamente peças musicais com níveis de complexidade diferentes utilizando técnicas vocais e instrumentais e tecnologias diversificadas. Improvisa melodias, variações e acompanhamentos utilizando diferentes vozes e instrumentos. Manipula os sons através de diferentes tecnologias acústicas e electrónicas. Grava as suas criações e improvisações musicais. Compõe, arranja e apresenta publicamente peças Utiliza diferentes conceitos, códigos e convenções para a criação de pequenas peças e improvisações musicais. Utiliza diferentes estruturas e tecnologias para desenvolver a composição e a improvisação de acordo com determinados fins. Apresenta publicamente e regista em diferentes tipos de suportes as criações realizadas, para avaliação, aperfeiçoamento e manipulação técnicoartística e comunicacional. Prepara, dirige, apresenta e avalia peças musicais diferenciadas, atendendo à diversidade de funções e pressupostos. Ensaia e apresenta publicamente interpretações individuais e em grupo de peças musicais em

Relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspectiva pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida. tarefa. Valorizar a realização de actividades intelectuais, artísticas e motoras que envolvam esforço, persistência, iniciativa e criatividade. Avaliar e controlar o desenvolvimento das tarefas que se propõe realizar. Participar em actividades interpessoais e de grupo, respeitando normas, regras e critérios de actuação, de convivência e de trabalho em vários contextos. Manifestar sentido de responsabilidade, de flexibilidade e de respeito pelo seu trabalho e pelo dos outros. Comunicar, discutir e defender descobertas e ideias próprias, dando espaços de intervenção aos seus parceiros. Avaliar e ajustar métodos de trabalho à sua forma de aprender, às necessidades do grupo e aos objectivos visados. musicais com níveis de complexidade diferentes utilizando técnicas vocais e instrumentais e tecnologias diversificadas. Canta sozinho e em grupo, com precisão técnicoartística, peças de diferentes géneros estilos e tipologias musicais. Toca sozinho e em grupo pelo menos um instrumento musical utilizando técnicas instrumentais e interpretativas diferenciadas de acordo com a tipologia musical. género. Participa como interprete, autor e produtor em recitais e concertos com diferentes pressupostos comunicacionais e estéticos e para públicos diferenciados. géneros e formas contrastantes de acordo com as intenções e características próprias de cada autor, estilo e Prepara, dirige, apresenta e avalia peças musicais diferenciadas, atendendo à diversidade de funções e pressupostos. Apresenta publicamente e regista em diferentes tipos de suportes as criações realizadas, para avaliação aperfeiçoamento e manipulação técnicoartística e comunicacional. Relaciona a música com outras artes

Mobilizar e coordenar os aspectos psicomotores necessários ao desempenho de tarefas. Estabelecer e respeitar regras para o uso colectivo de espaços. Realizar diferentes tipos de actividades físicas, promotoras de saúde, do bemestar e da qualidade de vida. Manifestar respeito por normas de segurança pessoal e colectiva. Compreende diferentes relações e interdependências entre a música, as outras artes e áreas de conhecimento. Canta sozinho e em grupo, com precisão técnicoartística, peças de diferentes géneros estilos e tipologias musicais. Toca sozinho e em grupo pelo menos um instrumento musical utilizando técnicas instrumentais e interpretativas diferenciadas de acordo com a tipologia musical. e áreas do saber e do conhecimento em contextos do passado e do presente. Prepara, dirige, apresenta e avalia peças musicais diferenciadas, atendendo à diversidade de funções e pressupostos. Ensaia e apresenta publicamente interpretações individuais e em grupo de peças musicais em géneros e formas contrastantes de acordo com as intenções e características próprias de cada autor, estilo e género.

EDUCAÇÃO FÍSICA Competências Gerais Operacionalização das Competências Transversais Competências Essenciais Situação de Aprendizagem Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano. Prestar atenção a situações e problemas manifestando envolvimento e curiosidade. Questionar a realidade observada. Identificar e articular saberes e conhecimentos para compreender uma situação ou problema. Pôr em acção procedimentos necessários para a compreensão da realidade e para a resolução de problemas. Avaliar a adequação dos saberes e procedimentos mobilizados e proceder a ajustamentos necessários. Elevar o nível funcional das capacidades condicionais e coordenativas gerais básicas, particularmente da resistência geral de longa duração; da força rápida; da velocidade de reacção simples e complexa, de execução, de frequência de movimentos e de deslocamento; da flexibilidade; da força resistente (esforços localizados ) e das destrezas geral e direccionada. Conhecer os processos fundamentais das adaptações morfológicas, funcionais e psicológicas, que lhe permitem compreender os diversos factores de aptidão física. Conhecer e aplicar cuidados higiénicos, bem como regras de segurança pessoal e dos companheiros, e de preservação de recursos materiais. Exercício individual. Exercício grupo. em Usar

adequadamente linguagens das diferentes áreas do saber cultural, científico e tecnológico para se expressar. Usar correctamente a língua portuguesa para comunicar de forma adequada e para estruturar pensamento próprio. Reconhecer, confrontar e harmonizar diversas linguagens para a comunicação de uma informação, de uma ideia, de uma intenção. Utilizar formas de comunicação diversificadas, adequando linguagens e técnicas aos contextos e às necessidades. Comunicar, discutir e defender ideias próprias mobilizando adequadamente diferentes linguagens. Traduzir ideias e informações expressas numa linguagem para outras linguagens Valorizar as diferentes formas de linguagem. Valorizar e apreciar a língua portuguesa, quer como língua materna quer como língua de acolhimento. Usar a língua portuguesa de forma adequada às situações de comunicação criadas nas diversas áreas do saber, numa Compor e realizar, da ginástica as destrezas elementares de solo, aparelhos e mini-trampolim, em esquemas individuais e ou de grupo, aplicando os critérios de correcção técnica e expressão, e apreciando os esquemas de acordo com esses critérios. Analisar e interpretar a realização das actividades físicas seleccionadas, utilizando os conhecimentos sobre técnica, organização e participação, ética desportiva, etc. Exercício individual. ( com ajuda, em percurso e em circuito ) Sequência de habilidades. ( individual e em grupo ) Exercício individual. Exercício grupo. ( em concurso ) em

perspectiva de construção pessoal do conhecimento. Usar a língua portuguesa no respeito de regras do seu funcionamento. Usar línguas estrangeiras para comunicar adequadamente em situações do quotidiano e para apropriação de informação. Adoptar metodologias personalizadas de Promover o gosto pelo uso correcto e adequado da língua portuguesa. Auto-avaliar a correcção e a adequação dos desempenhos linguísticos, na perspectiva do seu aperfeiçoamento. Compreender textos orais e escritos em línguas estrangeiras para diversificação das fontes dos saberes culturais, científicos e tecnológicos. Interagir, oralmente e por escrito, em línguas estrangeiras, para alargar e consolidar relacionamentos com interlocutores/parceiros estrangeiros. Usar a informação sobre culturas estrangeiras disponibilizada pelo meio envolvente e, particularmente, pelos media, com vista à realização de trocas interculturais. Cooperar com os companheiros para o alcance do objectivo dos jogos desportivos colectivos, desempenhando com oportunidade e correcção as acções solicitadas pelas situações de jogo, aplicando a ética do jogo e as suas regras. Praticar actividades lúdicas tradicionais populares de acordo com os padrões culturais característicos da Exercício individual. Exercício grupo. em

trabalho e de aprendizagem adequadas a objectivos visados. Pesquisar, seleccionar e organizar informação para a transformar em conhecimento mobilizável. Auto-avaliar os desempenhos linguisticos em línguas estrangeiras quanto à adequação e eficácia. Exprimir dúvidas e dificuldades. Planear e organizar as suas actividades de aprendizagem. Confrontar diferentes métodos de trabalho para a realização da mesma tarefa. Auto-avaliar e ajustar os métodos de trabalho à sua forma de aprender e aos objectivos visados. Pesquisar, seleccionar, organizar e interpretar informação de forma critica em função de questões, necessidades ou problemas a resolver e respectivos contextos. Rentabilizar as tecnologias da informação e comunicação nas tarefas de região e cooperar com os companheiros para o alcance do objectivo de jogos elementares, utilizando com oportunidade as acções técnico-tácticas características. Cooperando nas situações de aprendizagem e de organização, escolhendo as acções favoráveis ao êxito, segurança e bom ambiente relacional, na actividade da turma. Analisar e interpretar a s realizações das actividade físicas seleccionadas, utilizando os conhecimento sobre a técnica, organização e participação, ética desportiva, etc. Exercício individual. Exercício em grupo. Jogo formal. Exercício individual. Exercício grupo. em

Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões. Realizar actividades de forma autónoma, responsável e criativa. construção de conhecimento. Comunicar, utilizando formas diversificadas, o conhecimento resultante da interpretação da informação. Auto-avaliar as aprendizagens, confrontando o conhecimento produzido com os objectivos visados e com a perspectiva de outros. Identificar situações problemáticas em termos de levantamento de questões. Seleccionar informação e organizar estratégias criativas face às questões colocadas por um problema. Debater a pertinência das estratégias adoptadas em função de um problema. Confrontar diferentes perspectivas face a um problema, de modo a tomar decisões adequadas. Propor situações de intervenção, individual e, ou colectiva, que constituem tomadas de decisão face a um problema, em contexto. Aceitando o apoio dos companheiros nos esforços de aperfeiçoamento próprio, bem como as opções dos outros e as dificuldades reveladas por eles. Cooperando nas situações de aprendizagem e de organização, escolhendo as acções favoráveis ao êxito, segurança e bom ambiente relacional, na actividade da turma. Patinar com equilíbrio e segurança, ajustando as suas acções para orientar o seu deslocamento com intencionalidade e oportunidade na realização de sequências rítmicas, percursos ou jogos. Realizar, do atletismo, saltos, corridas e lançamentos, segundo padrões simplificados e cumprindo correctamente as exigências elementares técnicas e elementares. Exercício individual. Exercício em grupo. Jogo simplificado. Jogo formal. Exercício

Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns. Relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspectiva pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida. Realizar tarefas por iniciativa própria Identificar, seleccionar e aplicar métodos de trabalho, numa perspectiva crítica e criativa. Responsabilizar-se por realizar integralmente uma tarefa. Valorizar a realização de actividades intelectuais, artísticas e motoras que envolvam esforço, persistência, iniciativa e criatividade. Avaliar e controlar o desenvolvimento das tarefas que se propõe realizar. Participar em actividades interpessoais e de grupo, respeitando normas, regras e critérios de actuação, de convivência e de trabalho em vários contextos. Manifestar sentido de responsabilidade, de flexibilidade e de respeito pelo seu trabalho e pelo dos outros. Comunicar, discutir e defender descobertas e ideias Participar activamente em todas as situações e procurar o êxito pessoal e do grupo: relacionando-se com cordialidade e respeita os seus companheiros, quer no papel de parceiros quer no de adversários. Aceitando o apoio dos companheiros nos esforços de aperfeiçoamento próprio bem como as opções dos outros e as dificuldades reveladas por eles. Cooperando nas situações de aprendizagem e de organização, escolhendo as acções favoráveis ao êxito, segurança e bom ambiente relacional, na actividade da turma. Realizar, da luta, as acções de oposição directa solicitadas, utilizando as técnicas fundamentais de controlo e desequilíbrio, com individual ( em percurso) Exercício em grupo. (em jogos de perseguição e de estafetas) Exercício individual. Exercício grupo. Jogo simplificado. em

próprias, dando espaços de intervenção aos seus parceiros. Avaliar e ajustar métodos de trabalho à sua forma de aprender, às necessidades do grupo e aos objectivos visados. Mobilizar e coordenar os aspectos psicomotores necessários ao desempenho de tarefas. Estabelecer e respeitar regras para o uso colectivo de espaços. Realizar diferentes tipos de actividades físicas, promotoras de saúde, do bemestar e da qualidade de vida. Manifestar respeito por normas de segurança pessoal e colectiva. segurança ( própria e do opositor ), aplicando as regras e os princípios éticos. Interpretar sequências de habilidades específicas elementares da dança, em coreografias individuais e ou em grupo, aplicando os critérios de expressividade considerados, de acordo com os motivos das composições. Utilizar as habilidades apropriadas, em percursos da natureza, de acordo com as características do terreno e obstáculos, orientando-se pela interpretação dos sinais da carta e do percurso, apoiando os colegas e respeitando as regras de segurança e de preservação da qualidade do ambiente. Jogo de luta. ( no chão e em pé ) Exercício em grupo Exercício individual. Jogo simplificado. Jogo formal. Sequência de habilidades. ( individual e em grupo ) Exploração individual do movimento. Exploração do movimento em grupo. ( a pares e em grupo ) Pequenas coreografias. Percursos a par

ou em equipa.

IV PRÁTICAS METODOLÓGICAS O centro da educação é constituído pelo currículo e pelo ensino-aprendizagem, para valorizar o papel do aluno. Para professores, esta afirmação deverá fazer todo o sentido: o que ensinar e como ensinar serão sempre as grandes preocupações dos responsáveis pela aprendizagem dos seus alunos. (Prof. Varela de Freitas Univ. Minho) Numa escola inclusiva, não se pode pretender que todos os alunos consigam ter percursos escolares iguais, portanto, com os mesmos currículos, sob pena de se alastrarem situações de fracasso educativo, o que equivale a dizer, fracasso pessoal. De facto, pede-se é que os alunos têm de ser considerados individualmente, pensando num currículo que se centra na compreensão dos estudantes sobre aquilo que aprendem sabendo porquê e como ; e numa ênfase no desenvolvimento de competências. (Freymier, 1977) É necessário valorizar mais a aquisição de processos do que de produtos. Nós professores devemos preocupar-nos com que os nossos alunos aprendam a usar meios de adquirir conhecimentos (processos, metodologias, organização, estruturação de informação, interligação de conhecimentos, etc. etc.). É nosso objectivo, como professores que são parte integrante de um Conselho de Turma, pensarmos o nosso trabalho não só como professor de uma disciplina, mas como professor de um currículo integrado de turma, de um currículo integrado de aluno. É nosso objectivo promover aprendizagens significativas. Continuamos a considerar que o caminho do sucesso educativo centra-se na renovação da prática pedagógica quotidiana nas salas de aula, nas estratégias de motivação das actividades de ensino por parte dos professores e de organização do estudo e das aprendizagens por parte dos alunos. As aprendizagens escolares devem ser perspectivadas e integradas num processo contínuo de desenvolvimento pessoal, de organização e de concretização de um plano de vida ou de um projecto de existência que tem a Escola como um espaço importante, mas que se alargam à realidade exterior, ao mundo do trabalho, às realidades locais, regionais e internacionais.(professor-doutor Manuel Viegas Abreu)

A Escolaridade Básica constitui o começo de um processo permanente de educação e formação, imprescindível para responder aos novos desafios pessoais e sociais. Mas também a aquisição de saberes e competências essenciais ao longo da vida. A nossa realidade mostra que ainda hoje muitos alunos não completam a escolaridade obrigatória na idade normal e muitos outros, quando o fazem, não têm os conhecimentos e competências que a Educação Básica deve dar. É um facto que a Escola não tem sido capaz de dar resposta à complexidade dos problemas e à diversidade de situações que a Educação para Todos coloca. Pretendemos: - Promover uma mudança nos modos de trabalho dentro da sala de aula, através da organização das aprendizagens centrada no trabalho dos alunos, na sua auto-regulação e responsabilização; - Promover uma nova prática curricular, assumida, gerida e avaliada pelas escolas, no contexto de um currículo nacional que enquadre as competências essenciais; - Incentivar a adopção de estruturas de trabalho em equipa entre professores de diferentes áreas disciplinares e de diferentes ciclos; 33 Contribuir para uma avaliação contínua e reguladora que equacione os objectivos propostos, as aprendizagens efectuadas e as competências desenvolvidas, tendo em conta alunos, professores e encarregados de educação, etc; 34 Promover uma mudança nos modos de trabalho dos Conselhos de Turma, como estrutura de orientação educativa, entendendo o ensino/aprendizagem como um processo articulado para a formação integral do aluno e não como um sumatório de saberes disciplinares; 35 Valorizar o Conselho de Turma, como equipa educativa dotada de maior coerência na sua actuação, concretizando as orientações curriculares em propostas de intervenção pedagógica e didáctica, adequada ao contexto específico da turma e do aluno; 36 Valorizar as áreas curriculares não disciplinares como mais valias para a formação pessoal e social dos alunos e visando a concepção, realização e avaliação de projectos, bem como a aquisição de competências que permitam a apropriação pelos alunos de métodos de estudo e de trabalho.

V PRÁTICAS AVALIATIVAS 1.DISPOSITIVOS DE AVALIAÇÃO PARA O ENSINO BÁSICO NOTA INTRODUTÓRIA A avaliação traduz-se em resultados escolares socialmente visíveis, pelo que constitui um domínio particularmente sensível das escolas, tal facto exige que se trabalhe de uma forma concertada. Podemos deduzir que só se pode considerar adequada numa avaliação que incentive a motivação, a iniciativa pessoal e a competência. Os resultados transformam-se, assim, em contributos para melhorar o desempenho. Seja qual for o objecto de avaliação, esta deve influenciar positivamente o ensino e a aprendizagem, isto é, deve ter um fim formativo, encorajando os professores e os alunos a incidirem, de um modo claro, nos aspectos mais importantes da aprendizagem e em actividades relacionadas com o desenvolvimento de competências de diferentes domínios do currículo. A avaliação é um instrumento no processo de aprendizagem, um mecanismo para aferir a qualidade das aprendizagens, mas é também um instrumento de selectividade e hierarquização dos alunos porque o processo de avaliação leva à classificação dentro de uma escala. Não esquecendo que a avaliação leva à classificação, nós professores não podemos esquecer três características da avaliação: 1 ser explícita para os alunos; 2 ser dada a conhecer aos alunos; 3 ser parte integrante de um processo de auto - aprendizagem. Para facilitar a concretização destas características, criámos um dispositivo de avaliação para o ensino básico de modo a: 1 reduzir a ênfase tradicional da avaliação de componentes específicas e compartimentadas do conhecimento dos alunos; 2 aumentar a ênfase da avaliação das competências dos alunos, desenvolvidas em experiências educativas diferenciadas.

3 Valorizar o trabalho dos alunos obtido por metodologias participativas que o professor deve organizar nas aulas, principalmente no período de noventa minutos. Conjuntamente com o dispositivo de avaliação, construímos uma grelha de registo de observação de competências e, uma grelha de auto - avaliação. Estes documentos são documentos de processo, a serem utilizados durante a aprendizagem. A linguagem utilizada é do tipo codificado, sendo utilizadas letras: A Sistemático B Dominante C Ocasional A estrutura do dispositivo é de carácter analítico, incluindo uma lista de competências acompanhada de escala de classificação, prestando, assim, uma informação mais completa e mais útil para o aluno e para o encarregado de educação. Os documentos agora aprovados e postos em funcionamento em todo o Ensino Básico revogam os Critérios de Avaliação por Departamentos do Ensino Básico, aprovados no Conselho Pedagógico desta Escola no ano lectivo de 1999/2000, em 21 de Novembro. Após muita reflexão foi aprovado o seguinte funcionamento da grelha de classificação por competências. No respeitante às Competências Transversais: 4 Responsabilidade/Solidariedade no total dos 5 indicadores tem de se verificar para: 1 A O nível 3 2 B 2 - C 2 A O nível 4 3 - B 3 A O nível 5 2 - B

5 Empenhamento no total dos 3 indicadores tem de se verificar para: O nível 3 2 B 1 C O nível 4 1 A 2 - B O nível 5 2 A 1 - B 6 Comunicação no total dos 3 indicadores tem de se verificar para: O nível 3 2 B 1 C O nível 4 1 A 2 - B O nível 5 2 A 1 - B A distribuição das grelhas de classificação (letras) é incontornável na quantidade de letras (código) a verificar por competência, mas a sua distribuição por indicadores é concertada no Conselho de Turma e com o Projecto Curricular de Turma. Nas capacidades cognitivas, a distribuição que se apresenta por indicadores e por níveis já está definida, (não sendo alterável a sua ordem nem no Grupo Disciplinar, Departamento Curricular ou Conselho de Turma). Este Documento foi realizado a partir do Trabalho Como Clarificar as práticas de Avaliação: A construção de referentes e suportes facilitadores da avaliação realizado pelas Professoras Célia Dias, Lucília Rodrigues e Manuela Correia, no âmbito de uma Oficina de Formação, no Centro de Formação Penalva e Azurara.

DISPOSITIVO DE AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS PARA O ENSINO BÁSICO COMPETÊNCIAS INDICADORES Nível 3 Nível 4 Nível 5 Pontualidade Cumprimento das regras estabelecidas Respeito pelos outros Cumprimento de tarefas Resposta positiva às solicitações dos colegas Atenção nas aulas Participação oportuna Interesse na realização de actividades Clareza de ideias Correcção linguística Utilização de vocabulário específico Memorização/reprodução da informação Interpretação da informação Relacionação da informação Aplicação da informação B A A B A A C B A C B A A Sistemático B Dominante C - Ocasional

GRELHA DE OBSERVAÇÃO DE COMPETÊNCIAS PARA O ENSINO BÁSICO Responsabilidade/Solidariedade Empenhamento Comunicação Capacidades cognitivas Pontualidade Cumprimento das regras estabelecidas Respeito pelos outros Cumprimento de tarefas Resposta positiva às solicitações dos colegas Atenção nas aulas Participação oportuna Interesse na realização de actividades Clareza de ideias Correcção linguística Utilização de vocabulário específico Memorização/R eprodução da informação Interpretação da informação Relacionação da informação Aplicação da informação Classificação de testes/outros trabalhos Data A Sistemático B Dominante C - Ocasional

GRELHA DE AUTO - AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS DO ENSINO BÁSICO NOME: Nº TURMA 1º 2º 3º período período período A B C A B C A B C Sou pontual Cumpro as regras estabelecidas Respeito os outros Cumpro as tarefas Respondo de forma positiva às solicitações dos colegas Estou atento nas aulas Participo de forma oportuna Empenho-me na realização de actividades Exprimo-me de forma clara Exprimo-me com correcção linguística Utilizo vocabulário específico da disciplina Memorizo/reproduzo informação Interpreto informação Relaciono informação Aplico informação A Sistemático B Dominante C - Ocasional Proposta de nível

2 AVALIAÇÃO DO ENSINO SECUNDÁRIO Estão em vigor os critérios de avaliação definidos e aprovados pelo Conselho Pedagógico, realizado em 21 de Novembro de 1999, do conhecimento de todos os professores através do Delegado de Disciplina e Coordenador de Departamento. VI OUTROS PROJECTOS A Escola, no desenvolvimento do seu Projecto Educativo, tenta proporcionar aos alunos actividades de enriquecimento do currículo, de carácter facultativo e de natureza lúdica e cultural. Assim apresentamos: 37 Trends/Prof2000 38 PES 39 Clube de Jornalismo 40 Clube de Artes 41 Clube de Ambiente 42 Clube de Fotografia 43 Clube de Madeiras 44 Clube do Desporto Escolar 45 Clube de Teatro 46 Gabinete de Apoio Gráfico 47 Clube de Matemática 48 Clube de Inglês 49 OTL As Tic s 50 Atelier de leitura 51 Clube da Saúde 52 Dinamização da Biblioteca 53 Internet na Escola 54 Trabalho Seguro, Melhor Futuro.

VII MEDIDAS DE AVALIAÇÃO DO PROJECTO O desenvolvimento do Projecto Curricular, bem como a aquisição pelos alunos das competências transversais essenciais e estruturantes nos diversos anos e ciclos, é objecto de avaliação, recorrendo a uma diversidade de técnicas e de instrumentos: 55 os resultados da avaliação sumativa; 56 os planos de avaliação do Projecto Curricular de Turma; 57 os relatórios dos Coordenadores de Ciclo/Directores de Turma; 58 os relatórios dos Coordenadores de Departamento; 59 os relatórios/grelhas dos Professores das Área Curriculares Não Disciplinares; 60 o relatório final de avaliação.