Planificación Cultural



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Transcrição:

FACULTADE DE FILOLOXÍA DEPARTAMENTO DE FILOLOXÍA GALEGA Planificación Cultural Elias J. Feijó Torres M. Felisa Rodríguez Prado GUÍA DOCENTE E MATERIAL DIDÁCTICO 2015/2016

FACULTADE DE FILOLOXÍA. DEPARTAMENTO DE FILOLOXÍA GALEGA AUTORES: Elias J. Feijó Torres, M. Felisa Rodríguez Prado Edición electrónica. 2014 ADVERTENCIA LEGAL: Reservados todos os dereitos. Queda prohibida a duplicación total ou parcial desta obra, en calquera forma ou por calquera medio (electrónico, mecánico, gravación, fotocopia ou outros) sen consentimento expreso por escrito dos autores.

GUIA DIDÁTICO DE PLANIFICAÇÃO CULTURAL 1. Dados descritivos 2. Sentido da cadeira no perfil 3. Objetivos, competências e destrezas 4. Conteúdos 5. Bibliografia 6. Metodologia de ensino 7. Sistema de avaliação

1. DESCRIÇÃO Nome: Planificação Cultural. Código: G5081361. Tipo de cadeira: Matéria Ordinária Graduação RD 1393/2007. Titulação: Línguas e Literaturas Modernas: Maior Plus em Língua Portuguesa e Literaturas Lusófonas. Ano: 3º ano. Número de créditos: 6. Duração: semestral 1º semestre. Requisitos prévios: não se aplica. Língua(s) utilizada(s): Português. Eventualmente poderão ser utilizadas outras línguas (castelhano, inglês, francês) para a leitura de bibliografia recomendada. Professores da cadeira: Elias J. Feijó Torres (coord.) e M. Felisa Rodríguez Prado Lugar do atendimento: Gabinetes 115 e 126 - Faculdade de Filologia Horário de atendimento: será indicado no início do período lectivo, tanto através dos meios eletrónicos previstos como nos gabinetes dos professores. Correio-eletrónico: eliasjose.torres@usc.es, felisa.prado@usc.es Telefone: 881811781 881811772

2. SENTIDO DA CADEIRA NO PERFIL A cadeira de Planificação Cultural, situada no terceiro ano de formação, faz parte do Maior Plus de Língua Portuguesa e Literaturas Lusófonas, dentro do módulo opcional Análise e planificação cultural na Lusofonia, que visa o contato com os fundamentos teóricos e as principais aplicações da intervenção prática nos campos culturais lusófonos. Neste sentido, a matéria apresenta-se como uma aproximação geral à cultura através do plane(j)amento e, tanto pelos seus conteúdos teóricos como pelos estudos de caso, vai dialogar com Indústrias e Instituições Culturais, do segundo semestre, e com as cadeiras do quarto ano Dinâmicas Socioculturais da Lusofonia e, também, Assessoria e Consultoria Culturais na Lusofonia, exclusivamente centradas no âmbito lusófono, como os próprios rótulos indicam.

3. OBJETIVOS, COMPETÊNCIAS E DESTREZAS 3.1 Objetivos 3.1.1. Objetivos gerais Fixar os vários conceitos de cultura e da sua interpretação. Compreender e analisar a atividade cultural como um fenómeno social. Compreender e assumir a dimensão profissional da análise dos campos culturais. Entender a planificação como um sistema de intervenção social e para o bem-estar. Contatar com os fundamentos teóricos e as principais aplicações da intervenção prática nos campos culturais 3.1.2. Objetivos específicos Ser capaz de analisar programas e produtos culturais no quadro inter-sistémico lusófono. Contatar com os fundamentos teóricos e as principais aplicações da intervenção prática nos campos culturais lusófonos. Procurar e determinar os diferentes agentes envolvidos na planificação cultural, com atenção ao inter-sistema lusófono. 3.2. Competências e destrezas Visão dos processos culturais de uma forma integral. Capacidade para perceber o valor transformador da cultura. Aquisição de conhecimentos básicos sobre planificação da cultura. Aprofundamento nos métodos de pesquisa (investigação indutiva e dedutiva, ferramentas empíricas) e de caracterização de agentes implicados nos processos. Aplicação prática dos conhecimentos teóricos ou dos conteúdos adquiridos na cadeira a diversas tipos de entidades e âmbitos: património, indústria cultural, etc. Aproximação da elaboração de informes e propostas de ação cultural. Domínio profissional das ferramentas básicas de exposição e divulgação: elaboração de trabalhos próprios e originais e exposição pública dos mesmos.

4. CONTEÚDOS Conceito de Planificação. A compreensão sistémica da planificação. Principais elementos a ter em conta na Planificação Cultural. Planificação estratégica e planificação interpretativa. Os agentes culturais. Fabricador@s de ideias e empreendedor@s da cultura. Cultura e Política Cultural. Gestão e organização da cultura. O projecto cultural. Aproximação à elaboração e avaliação. Cultura, turismo, património e território. Cultura e comunidade: identidade, lealdade, património e coesão colectivos. Marca(s) da comunidade. A Cultura e o local; a cultura e o nacional; a cultural e o intersistémico. A planificação da cultura nesses âmbitos. Cultura e diversidade; cultura e integração; cultura e desenvolvimento. A seguir, desenha-se uma concretização possível da cadeira, focalizando alguns dos pontos de desenvolvimento do programa através da marcação de atividades: ATIVIDADE em Planificação estratégica e planificação interpretativa Informes estratégicos Trabalho sobre informes estratégicos de instituições públicas e privadas: contato com responsáveis.

ATIVIDADE em Os agentes culturais. Fabricador@s de ideias e empreendedor@s da cultura. Dia (Nacional) da Cultura. Trata-se de observar a institucionalização (ou não) de um dia com esse nome em um ou vários países, bem como o propósito ou o foco do desenho de atividades para comemorá-lo. ATIVIDADE em O projecto cultural. Aproximação à elaboração e avaliação. Instituição ou indústria cultural. Trata-se de deduzir ad initium / reconstruir o projeto cultural de uma instituição ou indústria cultural. ATIVIDADE em Cultura e comunidade: identidade, lealdade, património e coesão colectivos. Marca(s) da comunidade. Observação participante Observação participante na zona velha e na zona nova de Santiago e, no caso, nos lugares de residência prévia habitual d@s estudantes. ATIVIDADE em Cultura e diversidade; cultura e integração; cultura e desenvolvimento. A CPLP instrumento eficaz? Para quê? Recolha e análise de dados.

5. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BECKER, Howard (2010). Mundos da arte. Lisboa: Livros Horizonte. [Art Worlds, Berkeley, University of California Press, 1982]. BOURDIEU, Pierre (1996). Regras da Arte: Gênese e estrutura do campo literário.são Paulo: Companhia das Letras,. [Les Regles De L'Art ; Gènese Et Structure Du Champ Littéraire, Paris: Points, 1998, reimpressão]. BOURDIEU, Pierre (2007). A distinção: crítica social do julgamento. São Paulo: Edusp; Porto Alegre, RS: Zouk. [La Distinction: critique sociale du jugement, Paris, Minuit, 1979]. EVEN-ZOHAR, Itamar (1999). Planificación de la cultura y mercado. Universidad de Tel-Aviv. http://www.tau.ac.il/~itamarez/works/papers/trabajos/ez-planificacion1999.pdf. EVEN-ZOHAR, Itamar (2005). Papers in Culture Research. [Electronic Book, available from http://www.even-zohar.com]. http://www.tau.ac.il/~itamarez/ez_vita/ez-tocs- Books.htm#Culture_Research MARTEL, Frédéric (2011): Mainstream. Enquête sur cette culture qui plaît à tout le monde. Paris: Flammarion. MESTRES, À.; CASACUBERTA, D. (2004). "Aspectos genéricos y conceptuales sobre planificación estratégica y gestión cultural". Periférica (núm. 5). Cádiz: Vicerrectorado de Extensión Universitaria de la Universidad de Cádiz. ROSELLÓ, D. (2008). Diseño y evaluación de proyectos culturales (5.ª ed.). Barcelona: Editorial Ariel. SAEZ, G. (1990). "La structure de la politique culturelle et la démarche évaluative". En: Recherche évaluation dans les politiques culturelles. Grenoble: Cenat.

6. METODOLOGIA DE ENSINO A metodologia escolhida exige a presença continuada nas aulas, a participação ativa nelas e a realização das leituras e dos exercícios marcados. O objetivo é que @s estudantes aprendam a realizar trabalhos de pesquisa e documentação de forma autónoma e que mediante estes trabalhos ampliem os conteúdos fornecidos através do seguimento do programa. Do mesmo modo, pretende-se desenvolver competências, destrezas e habilidades relativas ao trabalho cooperativo e em equipa, debate e argumentação, comunicação oral e escrita, criatividade, iniciativa, tomada de decisões e solução de problemas. Todos os materiais precisos para o seguimento da cadeira serão pendurados na aula virtual ou, a não ser possível, será indicada a forma de consegui-los.

7. SISTEMA DE AVALIAÇÃO Sobre um máximo de 10 valores, a qualificação final estará constituída por: a) Assistência ativa às aulas e realização das tarefas e atividades vinculadas ao desenvolvimento da matéria: máximo de 7 valores. b) realização de um trabalho escrito, conforme as indicações dadas polo/a docente: máximo de 2 valores. c) Realização de trabalhos voluntários vinculados à matéria: máximo de 1 valor. Na prova da Primeira Oportunidade, na data oficialmente marcada, @ estudante poderá recuperar ou melhorar, mediante uma prova oral e/ou escrita, a parte relativa ao item a) antes referido. Esta prova poderá desenvolver-se contendo a exposição de um tema proposto à/ao estudante e/ou com debate entre vári@s estudantes sobre alguns temas propostos. A/O docente poderá dar a possibilidade de melhorar o trabalho escrito, com um prazo determinado. Na Segunda Oportunidade, o sistema será o mesmo que o da Primeira Oportunidade A/O estudante que não possa frequentar as aulas por causas de força maior (documentalmente justificada) terá ao seu dispor um sistema alternativo de trabalho e avaliação, consistente nos items b) e c) antes referidos, na realização dos trabalhos que a/o docente lhe indicar e na assistência obrigatória à prova da Primeira Oportunidade e, no seu caso, Segunda Oportunidade.