ATRIBUTOS E PROCESSO DE TRABALHO PNAB 2017 TERRITORIALIZAÇÃO
A desconformidade entre as estruturas da demanda e da oferta na atenção primária à saúde ESTRUTURA DA DEMANDA Condições agudas Condições crônicas agudizadas Condições crônicas estabilizadas Condições crônicas de tipo illnesses Procedimentos preventivos Cuidados paliativos Demandas administrativas Demandas de usuários frequentes ESTRUTURA DA OFERTA CONSULTAS MÉDICAS CONSULTAS DE ENFERMAGEM TRABALHOS EM GRUPOS VISITAS DOMICILIARES DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS SOLICITAÇÃO DE EXAMES COMPLEMENTARES
DESAFIOS ATUAIS Adequação de seu financiamento Amadurecimento de seu modelo de gestão tripartite Superação da fragmentação do modelo de atenção com qualificação de suas práticas
PNAB 2017 MODELO DE ATENÇÃO - REAFIRMAÇÃO Reafirma a ESF como modelo prioritário e reconhece os demais modelos incentivando o compromisso de avançar em direção à ESF; Possibilidade de ESF em municípios com menos de 2.000 habitantes (São 119); O número de ACS deve ser suficiente para cobrir 100% da população, com um máximo de 750 pessoas por agente, considerando critérios epidemiológicos e socioeconômicos.
INTEGRAÇÃO ATENÇÃO BÁSICA E VIGILÂNCIA PNAB 2011 PNAB 2017 ACE não compunha ESF; Processo de trabalho e território diferentes; Sem atribuições dos ACE; Atribuições dos ACS (8); Sem atribuições relacionadas à Vigilância. ACE pode ser membro da ESF/EAB; Território único e planejamento integrado das ações; Incorpora as atribuições do ACE Lei 11.350.
NASF AB Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica PNAB 2011 PNAB 2017 NASF: Núcleo de Apoio à Saúde da Família; Somente ESF; Somente matriciamento. NASF AB : Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica; Pode se vincular às ESF e EAB; Complementar as ações das equipes; Maior resolutividade.
OFERTA DE SERVIÇOS E AÇÕES ESSENCIAIS E AMPLIADOS DA ATENÇÃO BÁSICA PNAB 2011 PNAB 2017 Processo iniciado pelo PMAQ; Criação de uma Relação de Ações e Serviços que devem ser disponibilizados pelas UBS, ampliando o escopo de atendimento;
TERRITORIALIZAÇÃO / VÍNCULO PNAB 2011 PNAB 2017 Usuário só podia se vincular a uma UBS. Usuário agora pode se vincular a mais de uma UBS, através de negociação entre gestão e equipes, e mantendo a informação com a equipe de referência;
FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO NA SAÚDE PNAB 2011 PNAB 2017 Educação Permanente citada ao longo do texto, mas não versava sobre formação em saúde (ensino na saúde). Reforça o papel das UBS como espaço de formação da força de trabalho para a atenção básica (formação técnica, graduação e residência em saúde; Incorpora a temática do ensino na saúde integração ensinoserviço, destacando o papel da AB como lócus de formação na graduação e residência, de pesquisa e extensão.
REGULAÇÃO PNAB 2011 PNAB 2017 Aparece de forma superficial. Atribui aos membros da equipe, a função de participar e contribuir com os processos de regulação do acesso a partir da AB; Sinaliza o Telessaúde e a utilização de protocolos como ferramentas de apoio e aperfeiçoamento do processo de regulação.
GERENTE DE ATENÇÃO BÁSICA PNAB 2011 PNAB 2017 Não recomendava. Reconhece o papel do gerente de UBS, a depender da necessidade local; Gerente de AB deve ter nível superior, preferencialmente da área da saúde; Caso seja enfermeiro, a UBS deverá ter outro enfermeiro para as ações de cunho clínico.
PONTOS DE APOIO PNAB 2011 PNAB 2017 Não reconhecia. Reconhece os pontos de apoio como estrutura física que compõe a AB/SUS para atendimento às populações dispersas; Destaca que os pontos de apoio devem respeitar as normas gerais de segurança sanitária e acolhimento humanizado para a população.
O Município é divido por áreas para melhor atender a população.
Esperança Risco Nº % Alto 28 05 Médio 119 21 Baixo 193 34 Sem Risco 227 40 São João Risco Nº % Alto 4 04 Médio 26 23 Baixo 49 43 Sem Risco 35 31 Central Risco Nº % Alto 81 07 Médio 189 17 Baixo 477 42 Sem Risco 378 34 Panorama Risco Nº % Alto 47 04 Médio 176 15 Baixo 445 38 Sem Risco 506 43 São Joaquim Risco Nº % Alto 45 03 Médio 182 13 Baixo 541 39 Sem Risco 605 44 Risco Boa Vista Nº % Alto 45 06 Médio 265 37 Baixo 142 20 Sem Risco 266 37 Recife Risco Nº % Alto 94 10 Médio 282 29 Baixo 289 30 Sem Risco 291 30 Yolanda Risco Nº % Alto 43 16 Médio 115 42 Baixo 81 30 Sem Risco 34 12
FINANCIAMENTO DESDOBRAMENTOS ESF, NASF-AB, SB Mesmo financiamento PORTARIA Nº 1.808, DE 28 DE JUNHO DE 2018 MS Art. 85-A; 1º O valor do incentivo financeiro de que trata esta Seção corresponderá a 30% do valor do custeio mensal das Equipes de Saúde da Família esf modalidade II, estabelecido no 3º do art. 13, para cada eab credenciada e implantada. PARAMETRIZADAS;
FINANCIAMENTO DESDOBRAMENTOS Seção XIII Do financiamento da Gerência da Atenção Básica Art. 85-B; 1º O valor do incentivo financeiro de que trata esta Seção corresponderá a: I 10% do valor de custeio mensal de esf modalidade II,..., no caso de UBS com apenas 1 (uma) equipe; e II 20% do valor de custeio mensal de esf modalidade II,..., no caso de UBS com 2 (duas) ou mais equipes.
Proposta Aprovada Reunião com Conasems em 01/08/2018 a) Municípios com apenas uma UBS com uma ESF Valor: 713,00 b) Municípios com várias UBS com uma ESF por UBS Valor: 1.426,00 Valor: 1.426,00 Essa UBS não recebe, mas ela pode ter gerente vinculado c) Municípios com várias UBS com duas ou mais ESF na UBS Valor: 1.426, 00 A UBS pode ter 2, 3, 4, 5, 6... vai receber 1.426,00 c) Municípios com várias UBS com duas, três ou uma ESF nas UBS Valor: 1.426,00 O pagamento é por UBS, e a decisão do gerente ficar responsável pela UBS com uma ESF será do gestor local Valor: 1.426,00 O municípios só fará jus a receber 1.426,00 quando tiver duas UBS com uma ESF em cada UBS Essa UBS não recebe, mas ela pode ter gerente vinculado
DESAFIO PARA O SUS Construção de um sistema integrado, que, numa dimensão macro e respeitando a autonomia de gestão de cada município, consiga articular suas práticas em âmbito regional, na perspectiva de estruturação de redes de atenção à saúde (RAS), visando favorecer o acesso com continuidade assistencial, integralidade da atenção e utilização racional dos recursos existentes.
FRAGILIDADES DESAFIOS Garantir o acesso e cobertura a 100% da população; Que o território seja reconhecido para além da conformação geográfica, qual seja, (mapa da saúde e cadastro de pessoas) Financiamento por critério de rateio (necessidades e serviços existentes); Que os arranjos loco regionais sejam reconhecidos considerando os programas e projetos estaduais, regionais e municipais (resolução 37);
FRAGILIDADES Autonomia dos municípios nos gastos, com base nas necessidades locais; Participação dos conselhos na gestão local; Escopo de serviços ampliado, com formação; Que a AB seja verdadeiramente ordenadora da RAS e coordenadora do cuidado (seu João) ;
PLANEJAMENTO MUNICIPAL Em Janeiro de 2017, iniciamos o processo de planejamento para a construção do Plano Municipal de Saúde e da Programação Anual de Saúde: Atenção Básica como ordenadora e coordenadora da rede de atenção a saúde. 1º momento: Realização de encontro com todos os funcionários da secretaria municipal de saúde (aprox. 250 funcionários) com a pauta: importância do planejamento e do conhecimento da Rede de Atenção à Saúde. Cada coordenador apresentou a organização do seu setor Constatação: a maior parte dos funcionários não conhecem a rede de atenção à saúde em que trabalham. Foram utilizados dois vídeos durante o encontro. 1º vídeo: abordagem sobre a importância do resultado nas ações executadas (tarefa X resultado) 2º vídeo: palestra sobre Motivação de Mário Sergio Cortella. 2º momento Encontro por equipe (aproximadamente 15 pessoas por grupo). Dinâmica: Fazer e Receber críticas. Oportunidade de fala para todos os atores envolvidos e também de escuta qualificada da equipe.
3º momento Encontro por equipe (aproximadamente 15 pessoas por grupo). Técnica: MATRIZ SWOT /FOFA para análise estratégica. 4º momento Avaliação do resultado do trabalho das equipes pela coordenação e início da elaboração do Plano Municipal de Saúde e da Programação Anual da Saúde. Elaboração do Plano Municipal de Saúde: Levantamento do perfil do TERRITÓRIO e classificação de risco familiar (diabéticos, hipertensos, saúde mental, analfabetismo, baixas condições de saneamento, menor de 18 anos sem renda, alto risco em saúde bucal, acamados, deficientes físicos e mentais, desnutrição, drogadição, câncer, menores de 2 anos, maiores de 60 anos, hemodialisado, gestante, DPOC) Planejamento considerando faixa e etária e níveis de atenção
5º momento/julho 2017 Reuniões caracterizadas como pré-conferências em todos os bairros apresentando o produto (levantamento de problemas e planejamento); Para a participação nessas pré-conferências foram convidados: Conselho Municipal de Saúde Líderes comunitários Vereadores Equipe administrativa da prefeitura População em geral Finalmente validamos este documento na Conferência Municipal de Saúde, realizada no dia 31/07/2017, juntamente com a construção do plano plurianual do munícipio. Monitoramento quadrimestral.
OBRIGADO! gtab@conasems.org.br