ATUAÇÃO DO NUTRICIONISTA NO NASF: TEORIA E PRÁTICA
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- Ana Carolina Álvares
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2 ATUAÇÃO DO NUTRICIONISTA NO NASF: TEORIA E PRÁTICA Carolina Calado Carneiro Nutricionista da prefeitura Municipal de Florianópolis com especialidade em Saúde da Família e atualmente preceptora da Residência Multiprofissional em Saúde da PMF/UDESC.
3 Entender o NASF para entender o nutricionista NASF Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica (Nasf-AB). Equipe multiprofissional e interdisciplinar composta por categorias de profissionais da saúde (profissões e especialidades), complementar às equipes que atuam na Atenção Básica. Não se constituem como serviços com unidades físicas independentes ou especiais e nem são ambulatório de especialidade Não são de livre acesso para atendimento individual ou coletivo regulados pelas eab. BRASIL, 2017a
4 PROCESSO DE TRABALHO DO NASF Suporte clínico, sanitário e pedagógico por meio do apoio matricial resolver na AB as demandas MODELO DE REORGANIZAÇÃO E COMPARTILHAMENTO DO CUIDADO Superar a lógica do encaminhamento sem referência e contra referência ; AMPLIAÇÃO DA CLINICA Contribui para a integralidade do cuidado aos usuários do SUS
5 PROCESSO DE TRABALHO DO NASF CO-RESPONSABILIZAÇÃO Elo entre equipes SF e outros pontos da RAS bem como outros setores essenciais para integralidade do cuidado. Regulação de casos e situações considerando os níveis de complexidade do SUS.
6 Possibilidades de ação NASF DIMENSÃO TÉCNICO PEDAGÓGICA Matriciamento Capacitações e educações permanentes Reuniões de equipe Elaboração de material de apoio Atividades de planejamento DIMENSÃO CLINICO ASSISTENCIAL Atendimentos em grupo ou individual Ações Coletivas Consultas compartilhadas Visitas Domiciliares Ações intersetoriais
7 Áreas estratégicas do NASF
8 Alimentação e Nutrição A NOVA PUBLICAÇÃO DA PNAN DIZ QUE: [...] a Atenção Nutricional compreende os cuidados relativos à alimentação e nutrição voltados à promoção e proteção da saúde, prevenção, diagnóstico e tratamento de agravos, devendo estar associados às demais ações de atenção à saúde do SUS, para indivíduos, famílias e comunidades, contribuindo para a conformação de uma rede integrada, resolutiva e humanizada de cuidados (BRASIL, 2012, p. 26)
9 Alimentação e Nutrição no NASF Alimentação e Nutrição tema transversal; Baseado no PNAN e documentos legais sobre DHAA e SAN; O nutricionista tem o papel de fortalecer essa área estratégica, MAS todos da AB são considerados atores dessa ação estratégica.
10 Alimentação e Nutrição no NASF - resgate textual CAB NASF, 2009 CFN, 2015 BRASIL, 2017b Promoção de práticas alimentares saudáveis para todos os ciclos de vida a nível individual e coletivo. Desenvolver ações para a promoção de práticas alimentares saudáveis em todas as fases do curso da vida. Planejamento e execução de ações de educação alimentar e nutricional, bem como grupos terapêuticos Contribuição na construção de estratégias para responder às principais demandas assistências (distúrbios alimentares, deficiências nutricionais, desnutrição e obesidade). Desenvolvimento de plano terapêutico, especialmente nas DCNT. Desenvolver ações em conjunto com ESF em respostas às principais demandas assistenciais quanto aos transtornos e aos distúrbios alimentares e nutricionais (atendimentos, protocolos, educação permanente, elaboração de planos terapêuticos compartilhados). Construção de estratégias clínico-assistenciais e técnico pedagógicas. Diagnóstico de agravos relacionados à alimentação e nutrição, organização de critérios de classificação de risco, oferta de atendimento clínico nutricional, pactuadas junto às equipes SF e AB e compartilhamento de saberes para ampliar clinica..
11 Alimentação e Nutrição no NASF - resgate textual CAB NASF, 2009 CFN, 2015 BRASIL, 2017b Realização do diagnóstico alimentar e nutricional e Promoção da segurança alimentar e nutricional Realizar o diagnóstico da situação alimentar e nutricional da população com a identificação de áreas geográficas e segmentos de maior risco aos agravos nutricionais, grupos em situação de insegurança alimentar e nutricional com base no SISVAN. Promover a inserção de família e indivíduos em programas e equipamentos sociais de maneira articulada com outros setores Desenvolvimento de articulações intersetoriais nos territórios para a promoção da SAN, defesa e exigibilidade do DHAA
12 Alimentação e Nutrição no NASF - resgate textual CAB NASF, 2009 CFN, 2015 BRASIL, 2017b Socializar o conhecimento sobre os alimentos e o processo de alimentação, bem como desenvolver estratégias de resgate de hábitos e práticas alimentares regionais relacionadas ao consumo de alimentos saudáveis. Para além do nutriente, da doença, da dieta, da restrição, da reflexão sobre a alimentação cotidiana da população, essa estratégia deve incorporar os saberes sobre a comida, a culinária, a cultura, o prazer, a saúde e a qualidade do alimento, tanto do ponto de vista sanitário quanto nutricional Identificação e análise das características alimentares e nutricionais da população adstrita, o que demanda ir além da análise epidemiológica de indicadores antropométricos e de consumo alimentar, incluindo o reconhecimento da alimentação como prática social nos territórios permeada por aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais, não somente os biológicos, de modo a contribuir para a prática do acolhimento e da clínica ampliada.
13 Alimentação e Nutrição como área estratégia: algo mudou? -PNAN ainda ordena essa área estratégica. Território Diagnóstico da situação AN Pontos de rede de apoio a SAN BRASIL,2017b
14 Alimentação e Nutrição como área estratégia: algo mudou? Oferta de ações de por meio do apoio matricial de diferentes núcleos de saberes da enasf Ações de promoção de alimentação adequada e saudável Grupos de culinária, horta comunitárias, atividades nas escolas/pse, ações de EAN BRASIL,2017b
15 Alimentação e Nutrição como área estratégia: algo mudou? Oferta de ações de por meio do apoio matricial de diferentes núcleos de saberes da enasf Apoia o desenvolvimento de ações voltadas para os agravos relacionados à alimentação e nutrição: Discussões de casos, plano terapêuticos, PTS, grupos como HIPERDIA, interconsultas presenciais e por telefone ou meio eletrônico. BRASIL,2017b; Florianópolis, 2016
16 Alimentação e Nutrição como área estratégia: algo mudou? Oferta de ações de por meio do apoio matricial de diferentes núcleos de saberes da enasf Apoia o desenvolvimento de ações de Vigilância Alimentar e Nutricional Mapeamento da área de atuação da equipe, identificando grupos, famílias e indivíduos expostos a riscos e vulnerabilidades. Antropometria x SISVAN BRASIL,2017b; Florianópolis, 2016
17 Alimentação e Nutrição como área estratégia: algo mudou? Oferta de ações de por meio do apoio matricial de diferentes núcleos de saberes da enasf Apoia o desenvolvimento de ações de articulação intersetorial para garantia da SAN Articular recursos terapêuticos do território e das redes de saúde e intersetoriais (PSE, projeto hortas comunitárias, atuação em CLS, COMSEAS BRASIL,2017b; Florianópolis, 2016
18 Alimentação e Nutrição como área estratégia: o nutricionista? A proposta de trabalho no Nasf desafia a histórica atuação e formação do nutricionista É preciso um profissional generalista, capaz de mobilizar e combinar diferentes saberes e práticas do campo da alimentação e nutrição:: (PRADO, 2013; VASCONCELOS; BATISTA FILHO, 2011 apud BRASIL, 2017) Alimentação e Nutrição em Saúde Coletiva Nutrição Básica e Clínica Alimentos BRASIL, 2017b
19 Alimentação e Nutrição como área estratégia: o nutricionista? PROFISSIONAL PRESCRITIVO, em que momento? Devemos repensar sobre a nossa atuação que por vezes produz culpabilização e desmotivação do sujeito, família ou comunidade. Podemos conhecer e criar metodologias de educação alimentar e nutricional para apoiar a autonomia e o autocuidado dos usuários... BRASIL, 2017
20 Alimentação e Nutrição como área estratégia: atuação é interdisciplinar? Desatando nós para a oferta da atenção integral à saúde: quem cuida do obeso? + comum equipes SF solicitarem o atendimento ao nutricionista e as vezes profissional de educação física Caráter multifatorial da obesidade Como organizar o processo para superar a lógica do encaminhamento PTS intersetorialidade - gordofobia BRASIL, 2017
21 Nutricionista no NASF Florianópolis Visitas Domiciliares, solicitada pela ESF? Atendimentos Individuais 40% da agenda, após passar pela ESF Grupo de Alimentação Saudável e apoio aos grupos dos CS - ABERTO Reuniões de Equipe/ Matriciamento Apoio aos programas SMS/MS (Hora de Comer, Leites Especiais, Bolsa Família, PSE) Apoio às ações de Segurança e Vigilância Alimentar e Nutricional
22 Nutricionista no NASF Florianópolis: proposta de fluxo de acesso em andamento Demanda espontânea Agenda mento para nutricionista NASF VAGA PARA EQUIPE Matriciamento mensal com cada equipe de SF Acompanhamento com nutricionista NASF FLUXO DE ATENDIMENTO Equipe de Saúde da Família Acompanhamento com equipe ESF Continuar fazendo encaminhamento no INFO! Encaminhamento para nivel secundário ou terciário (feito pela nutri NASF) Encaminhamentos externos Grupo de comportamento alimentar Mulheres a partir de 20 anos com sobrepeso ou obesidade! CRITÉRIOS PARA ENCAMINHAMENTO Grupo de Comportamento Alimentar * Mulheres a partir de 20 anos com sobrepeso ou obesidade. Atendimento Individual -Crianças e adolescentes: * Alteração no estado nutricional; * Diagnóstico de distúrbios relacionados à nutrição; * Gestação na adolescência. - Gestantes: *Ganho de peso excessivo ou deficiente; * Redução de peso; * Diagnóstico de anemia ferropriva de difícil manejo; * Diagnóstico de DM e/ou HAS. - Adultos e idosos: * Magreza (IMC < 18,5 kg/m²); * Obesidade grave (IMC > 40 kg/m²). - Todas as fases da vida: * Redução intensa de peso não intencional; * Doenças hepáticas e renais; * Intolerâncias e alergias alimentares e doença celíaca; * DCNT de difícil manejo; * Pessoas em uso de ostomias e sondas; * Transtornos alimentares * HIV/AIDS e câncer com redução de peso não intencional ou outros distúrbios ligados à nutrição; * Cirurgia bariátrica, após alta da equipe multiprofissional hospitalar.
23 Alimentação e Nutrição como área estratégia: desafios? Quais são as perspectivas do NASF? Atuamos em que nível da atenção? Processos de trabalho de NASF diferente em cada município. Profissionais apoiadores das equipe SF/equipes AB
24 Alimentação e Nutrição como área estratégia: desafios? Somos especialistas ou profissionais generalistas? Como atuar de maneira interdisciplinar? Atividades privativas do nutricionista?
25 REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria no de 21 de setembro de Brasília: Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Brasília: Ministério da Saúde, FLORIANÓPLIS. Portaria Nº 22/2016. Aprova a Política Municipal de Atenção Primária à Saúde para organização dos serviços e gestão e direcionamento das ações de educação permanente no âmbito da Atenção Primária à Saúde no município de Florianópolis. Diário Oficial de Florianópolis, Florianópolis, SC, n. 1820, p. 15 a 120, 9 nov Recine, Elisabetta. O papel do nutricionista na atenção primária à saúde/elisabetta Recine, Marília Leão, Maria de Fátima Carvalho; [organização Conselho Federal de Nutricionistas]. - 3.ed. - Brasília, DF : Conselho Federal de Nutricionistas, BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes do NASF: Núcleo de Apoio Saúde da Família. Brasília: Ministério da Saúde, (Cadernos de Atenção Básica, n. 27) (Série A. Normas e Manuais Técnicos)
26 OBRIGADA
27 Perguntas e respostas
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