Cliente: Sindicerv Veículo: www.diariodepetropolis.com.br Data: 09-05-2010 Imagem Corporativa Lei Seca: número de acidentados no trânsito cai 11,6% em abril Núcleo de Imprensa A operação Lei Seca que tem como objetivo combater a mistura de álcool e direção, contabiliza mais um balanço positivo: em abril, a redução foi de 11,6%, comparando-se com o mesmo período de 2009. Desde que foi lançada pela Secretaria de Estado de Governo, em 19 de março de 2009, as blitzes da operação abordaram mais de 200 mil motoristas e evitaram que pelo menos 5.037 pessoas morressem ou se ferissem no trânsito, na cidade do Rio de Janeiro. Durante o último mês de abril, 162 pessoas deixaram de ser vitimadas em acidentes de trânsito na cidade do Rio de Janeiro, em relação a abril de 2009. Foram contabilizadas 1.231 vítimas de acidentes, contra 1.393 em abril do ano passado, segundo dados do Grupamento de Socorro de Emergência (GSE) do Corpo de Bombeiros. Em 13 meses de operação, continuamos a salvar vidas. Esse índice de 11,6% representa muito, já que significa uma redução em relação aos resultados da própria operação, que já tinha reduzido o número de vítimas em abril de 2009, em comparação com 2008 ressalta o porta-voz da operação Lei Seca, Carlos Alberto Lopes. Mais de 200 mil motoristas abordados Do início da operação Lei Seca, em 19 de março de 2009, até 30 de abril deste ano, 205.168 motoristas foram abordados em blitzes, 38.138 deles receberam multas e 11.577 veículos foram rebocados. No mesmo período, 15.580 carteiras de habilitação foram recolhidas e os agentes realizaram 193.401 testes com etilômetro. Foram aplicadas 2.512 sanções administrativas e 899 criminais. A operação Lei Seca é uma campanha educativa e de fiscalização, de caráter permanente, que abrange os bairros da Capital e municípios da Região Metropolitana (Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Maricá) e da Baixada Fluminense. As ações são desenvolvidas nas vias com maior número de acidentes. Os motoristas são abordados em blitzes nas ruas e passam pelo teste do etilômetro para medir o teor de bebida alcoólica ingerida. Em paralelo, cadeirantes vítimas de acidentes de carro, estudantes de Medicina e fiscais da secretaria de Estado de Governo fazem panfletagem em bares, boates e restaurantes sobre o perigo de misturar direção e álcool.
Cliente: Sindicerv Veículo: www.investimentosenoticias.com.br Data: 07-05-2010 Imagem Corporativa Ambev investe R$670 milhões no Norte e Nordeste A AmBev vai investir R$ 670 milhões até o final do ano em suas fábricas e centros de distribuição direta das regiões Norte e Nordeste. Os recursos fazem parte do pacote de R$ 2 bilhões para ampliar de 10% a 15% a produção de bebidas no Brasil. O investimento, o maior já feito pela companhia em um único ano desde a sua criação, está condicionado à manutenção das atuais alíquotas de impostos federais. Segundo o grupo, a estratégia de ampliar a produção se deve ao crescimento das vendas no ano passado e nos primeiros meses de 2010 e à expectativa de comercialização elevada em um ano de Copa do Mundo. Devido à maior distribuição de renda e à ampliação do poder de consumo da população brasileira, as regiões Norte e Nordeste foram as que obtiveram maior crescimento em vendas no primeiro trimestre deste ano, contribuindo para a expansão de 15% no segmento de cervejas e 9% em refrigerantes. Dos R$ 670 milhões destinados para as duas regiões, R$ 144 milhões foram empregados na duplicação da Filial Equatorial, em São Luís/MA, e R$ 71 milhões em novas linhas de produção da fábrica de Manaus/AM. O restante será dividido entre unidades fabris e centros de distribuição direta de outros seis estados do Nordeste: Bahia, Ceará, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Cliente: Sindicerv Veículo: www.dw-world.de Data: 07-05-2010 Imagem Corporativa Brasil produzirá cerveja tipicamente alemã Cervejaria Petrópolis, que produzirá a bebida no Brasil Um acordo entre cervejarias dos dois países permitirá que o Brasil produza uma cerveja com o que a Alemanha tem de melhor: os ingredientes e a receita tradicional. Iniciativa deve agradar aos consumidores mais exigentes. Será lançada na segunda quinzena de maio a primeira cerveja feita no Brasil segundo o tradicional preceito de pureza alemão (Reinheitsgebot). Esse decreto, que vigora desde o século 16 na Baviera, e se tornou lei nacional na Alemanha no início do século passado, só permite o uso de lúpulo, malte e água na fabricação da bebida. A nova cerveja é fruto de uma parceria entre as cervejarias Weltenburger, da Alemanha, e Petrópolis, do Brasil. Alemanha, sinônimo de qualidade Mosteiro Weltenburg, na Baviera A cervejaria brasileira não procurou uma parceira alemã por acaso. "Para nós, brasileiros, a Alemanha é obviamente um país com muita tradição, tem um know-how na produção de cerveja. Por isto, o país é uma referência de qualidade neste segmento", explicou Douglas Costa, gerente de marketing do Grupo Petrópolis, à Deutsche Welle. A ideia é investir num segmento que os fabricantes chamam de "super premium". São cervejas finas, com um preço mais elevado, e que agradam ao paladar. Uma pesquisa de mercado encomendada pelos fabricantes mostra que, nos últimos três anos, esse setor cresceu 20% no Brasil, enquanto o crescimento da indústria de cervejas ficou em 4%.
Atualmente, o público que aprecia esse tipo de cerveja já encontra o que procura nos produtos alemães. Marcas como Erdinger, Franziskaner, Paulaner, Warsteiner e Weihenstephan podem ser encontradas não só em restaurantes típicos e lojas especializadas, mas também em bares e supermercados. Por tudo isto, Costa explica que a estratégia de marketing do lançamento da nova cerveja será explorar a tradição que as cervejas alemãs agregam. A Weltenburger foi fundada no ano 1050 num mosteiro na Baviera, e a história de quase mil anos que a marca carrega será enfatizada nas campanhas publicitárias para o Brasil. Produzir no Brasil é melhor que importar? A cerveja que chegará aos copos brasileiros não terá apenas marca e história, mas também o sabor típico das cervejas alemãs. Leonhard Resch, cervejeiro-mestre da Weltenburger, é quem garante. Segundo ele, o segredo está na receita e nos ingredientes, que serão os mesmos. Além disso, alguns dos cervejeiros-mestres da Petrópolis também estudaram na Alemanha, onde é exigido um curso específico de ensino superior para exercer esta profissão. Cerveja Weltenburger Para Resch, a cerveja produzida no Brasil chega ao consumidor com melhor qualidade do que se fosse importada. "A distância é muito grande entre a Alemanha e o Brasil. Se a cerveja fica muito tempo no transporte entre os dois países, não chega tão fresca ao destino", explicou o cervejeiro-mestre. Nem mesmo alguns hábitos de consumo que são diferentes nos dos países fazem grande diferença. No Brasil, aprecia-se a cerveja "estupidamente gelada", em temperaturas abaixo de 0ºC, enquanto na Alemanha ela é bebida apenas fria. As comidas típicas de cada lugar também são uma diferença óbvia, mas que não é determinante. "Tudo isso é uma questão de gosto, não existe melhor ou pior", assegurou Resch. Autor: Tadeu Meniconi Revisão: Augusto Valente