WEB OF SCIENCE - tutorial



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Transcrição:

WEB OF SCIENCE - tutorial O QUE É A WEB OF SCIENCE A Web of Science é a designação comum que é dada a um conjunto de bases de dados também conhecidas como «Science Citation Indexes» (Science Citation Index, Social Science Citation Index, Arts and Humanities Citation Index), compiladas pelo ISI (Institute for Scientific Information). Além destas, estão também incluídas na Web of Science as bases de dados «Current Chemical Reactions» e «Index Chemicus». Trata-se de bases de referência bibliográfica, que não contêm o texto integral dos documentos, mas que possuem uma característica especial: é possível ver quais os artigos citados por determinado artigo, ou verificar quantas vezes um artigo foi citado e por quem. É a partir destas bases de dados que é calculado o factor de impacto das publicações periódicas, bem como outros indicadores bibliométricos presentes no «Journal Citation Reports». QUAL A UTILIDADE DA WEB OF SCIENCE Esta ferramenta permite, além da pesquisa habitual por ocorrência de palavras no registo, também a pesquisa de artigos relacionados e o estabelecimento de ligações entre artigos que citam outros ou são citados por outros. ACTUALIZAÇÃO A base de dados é actualizada semanalmente. ACESSO O acesso à Web of Science está disponível a partir de qualquer terminal dentro da U.Porto, bem como nas outras instituições participantes no projecto B-On (Biblioteca do Conhecimento Online). A validação do utilizador é feita por reconhecimento de endereço IP, não havendo necessidade de qualquer password. Para aceder à Web of Science, poderá dirigir-se ao website da b-on (http://www.b-on.pt) ou ao website da Biblioteca Virtual da U.Porto (http://www.up.pt/bibliotecas/index.html). O INTERFACE ISIWEB Este tutorial destina-se a explicitar a pesquisa na Web of Science através do interface da ISI, chamado «Web of Knowledge». 1

ACESSO À BASE DE DADOS E DEFINIÇÃO DE LIMITES À PESQUISA Ao entrarmos nas opções de selecção das bases de dados, devemos começar por seleccionar se pretendemos trabalhar apenas numa ou em várias das bases de dados que constituem a Web of Science. Definimos em seguida o intervalo temporal em que queremos efectuar pesquisas. Por omissão, a opção pré-definida é para que a pesquisa seja efectuada na totalidade dos anos presentes na base de dados (período variável segundo a base de dados). No entanto, podemos efectuar pesquisas num determinado ano ou efectuar pesquisas nos apenas nos registos entrados na base de dados nas últimas semanas, o que é útil se pretendemos repetir regularmente uma mesma pesquisa e obter apenas os registos novos. Por fim, seleccionamos a opção «General Search». Chegamos assim ao ecrã de pesquisa, onde podemos introduzir expressões de pesquisa nos formulários colocados à nossa disposição. 2

PESQUISAS NA BASE DE DADOS Podemos efectuar pesquisas utilizando um dos campos da base de dados ou vários em simultâneo. Podemos também estabelecer limites de pesquisa por idioma e/ou por tipo de documento, a partir das opções no final da página. Para seleccionar vários idiomas ou tipos de documento em simultâneo, podemos pressionar o botão CTRL do teclado do computador enquanto vamos seleccionando opções. A opção «Topic» permite a introdução de termos, separados por operadores booleanos, que pretendamos que estejam contidos na base de dados (passo 1). Podemos ou não limitar a ocorrência desses termos ao título dos artigos (passo 2). Esta é a opção utilizada a maioria das vezes, nas pesquisas efectuadas nesta base de dados. 3

Definida a expressão de pesquisa e eventuais limites, deverá ser pressionado o botão «Search». Os resultados da pesquisa surgem na janela seguinte. No início da página, é-nos mostrada a expressão de pesquisa, a indicação das bases pesquisadas, o período de tempo e eventuais limites utilizados. Os resultados são apresentados em grupos de dez por página, sendo-nos também indicado o número total de registos recuperados. O número total de registos existentes na base de dados, no momento da pesquisa, é apresentado no final da página. 4

Por omissão, os registos são apresentados por uma ordem cronológica, do mais recente para o menos recente. Esta opção pode porém ser alterada, através das opções do quadro da figura seguinte. Os dados apresentados neste formato, relativamente a cada registo, são apenas o o título, o nome do autor e a fonte (título do periódico, volume e/ou fascículo, páginas). Podemos visualizar mais informação sobre um dado registo pressionando o botão do rato sobre o título, a azul. Passamos assim para uma janela onde nos é apresentado o registo no seu formato completo. Além dos dados já apresentados no formato reduzido, temos agora outros dados importantes, entre os quais o abstract do documento, entre outros campos. Além disso, são apresentados outros elementos, como os dados de citação do artigo e a possibilidade de pesquisar registos relacionados. Estes dados aparecem logo no início do registo, após os dados relativos ao título, autor e fonte. 5

Os dados de citação são o elemento que distingue estas bases de dados das outras bases de dados de referência: é possível saber quais os documentos citados no documento cujos dados estamos a visualizar, bem como saber quantas vezes este documento foi citado, onde e por quem. No presente documento, é-nos indicada a existência de 28 referências. É possível visualizar a informação sobre essas referências, seleccionando esta opção. As referências a azul correspondem a títulos presentes na base de dados, sendo possível navegar entre eles. Se seleccionar uma dessas referências, usando a opção «View record», abrir-se-á o registo correspondente, como na imagem seguinte: Este registo refere-nos que o documento foi citado 15 vezes (umas das quais, como é óbvio, pelo documento de onde partimos), e o processo de navegação será o mesmo. Outra possibilidade de navegação entre os registos é através da opção «Find related records». Seleccionando esta opção, é apresentada uma lista de registos que contenham pelo menos uma referência bibliográfica em comum com o artigo onde estamos. Trata-se normalmente de uma lista constituída por um elevado número de registos (no caso presente, são 2211), mas os artigos que contêm um maior número de referências em comum com o artigo onde estamos serão apresentados em primeiro lugar, sendo remetidos para o final da lista os que contêm menor número de referências em comum com aquele de onde partimos. 6

O conceito subjacente à pesquisa por registos relacionados é de que registos que partilhem uma ou várias citações referências possuem uma relação entre si, independentemente dos termos contidos nos títulos, abstracts ou palavras-chave. MARCAR REGISTOS Se se pretender guardar os registos de uma determinada pesquisa, na totalidade ou em parte, devemos marcar os quadrados à esquerda do título. Para validar a marcação, teremos de pressionar o botão «Submit», no quadro do lado direito, com a opção «Selected records» assinalada. Podemos também, com recurso ao mesmo quadro, marcar toda a página, através da opção «All records on this page», ou a totalidade dos registos obtidos na pesquisa, através da opção «Records to». Devemos ter em atenção o facto de apenas ser possível marcar até um máximo de 500 registos. Logo que haja pelo menos um registo guardado, aparecerá, no conjunto de botões na parte superior do ecrã, uma nova opção: «Marked List». 7

Os registos podem ir buscar-se a essa lista, surgindo uma nova janela, onde podemos definir as opções dos campos dos registos que pretendemos guardar e a ordenação que pretendemos atribuir à lista. Por omissão, aparecem validados já os campos de autor, título e fonte, aos quais poderemos acrescentar outros campos que consideremos úteis. Podemos também definir se pretendemos imprimir, gravar um ficheiro com os resultados, enviar por e-mail ou exportar os registos para um software de gestão bibliográfica (EndNote, por exemplo). No caso de pretendermos imprimir, podemos optar dois formatos («Field tagged» ou «Bibliographic») (passo 1) e pressionar o botão «Format for print» (passo 2). Esta opção fará abrir uma nova página, com menos imagens, mais adequada à impressão. No caso de pretendermos gravar o ficheiro, devemos escolher a opção «Save to file». Abrir-se-á uma nova janela e, conjuntamente, uma janela de Windows: «File download». Devemos seleccionar a opção «Save / Guardar» e guardar o ficheiro num apasta do computador, atribuíndo-lhe um nome. Consoante a opção escolhida anteriormente (Field Tagged, Tab Delimited ou HTML), o ficheiro será guardado em formato texto (txt), como texto formatado para importação numa folha de cálculo (como o Excel, por exemplo) ou como HTML. 8

Escolhendo a opção de envio dos registos por e-mail, temos a possibilidade de acrescentar notas e devemos definir em que formato pretendemos enviar os registos. Além disso, devemos indicar o endereço para onde queremos enviar os registos e, opcionalmente, um endereço para onde pretendemos que nos seja enviada uma confirmação do envio. HISTÓRICO DE PESQUISAS A qualquer momento, desde que tenhamos pelo menos duas pesquisas efectuadas, podemos ir ver o nosso histórico de pesquisa e mesmo cruzar expressões de pesquisa. Para ver o histórico, seleccionamos a opção «Search history», através dos botões na parte superior do ecrã. Surge uma nova página, com o histórico das pesquisas efectuadas na sessão corrente. Podemos voltar a aceder aos resultados de uma pesquisa anterior, pressionando o rato sobre o número de registos correspondente, a azul. Podemos também combinar pesquisas, com recurso aos operadores booleanos AND ou OR, validando essa opção, assinalando as pesquisas que se pretende combinar e pressionando o botão «Combine». Outra forma de combinar pesquisas será através das opções da «Advanced search». 9

PESQUISA AVANÇADA Para efectuar pesquisas mais detalhadas, pressionamos o botão «Advanced search», através dos botões na parte superior do ecrã. A pesquisa avançada permite introduzir, directamente num formulário, expressões de pesquisa numa linguagem de comandos própria da base de dados. Do lado direito do formulário, encontramos uma lista contendo as abreviaturas a utilizar para os principais campos da base de dados. Também na pesquisa avançada, podemos cruzar pesquisas anteriores, introduzindo no formulário o número de cada pesquisa, precidido do símbolo de cardinal (#), com os adequados operadores booleanos. PESQUISA DE CITAÇÕES (CITED REFERENCE SEARCH) Este tipo de pesquisa permite-nos ver, de uma forma mais directa, se um determinado artigo foi citado e onde. Para efectuar uma pesquisa de citações a um dado documento, devemos, a partir dos botões na parte superior do ecrã, seleccionar a opção «Cited ref search». Na janela que se abre, podemos preencher um ou vários dos campos disponíveis: a) o nome do autor citado; b) a fonte, consistindo no título abreviado do periódico onde foi publicado o artigo citado; c) o ano em que se publicou o artigo ou artigos. 10

Podemos começar por pesquisar introduzindo no formulário o nome de um determinado autor. Pressionando o botão «Search», somos remetidos para uma página com todos os registos da base de dados que citam um autor com este nome. Algumas referências, que são as que estão incluídas na Web of Science, surgem a azul. Podemos então seleccionar uma dessas referências, através da opção «View record», e visualizá-la no formato completo. Neste exemplo, seleccionaremos o registo do «Ann Otol Rhinol Laryn» (Annals of Otology, Rhinology and Laryngology). Ao seleccionarmos o artigo, surgirá uma página com o registo completo. 11

A partir daqui, podemos ver onde este artigo foi citado, seleccionando a opção «Times cited». Um tutorial mais detalhado sobre a pesquisa de citações na Web of Science existe no próprio website da base de dados. Foi elaborada na U.Porto uma tradução para português, disponível no website da Biblioteca Virtual da U.Porto: «Pesquisa de referências citadas: uma introdução» 1. MAIS INFORMAÇÕES Mais informação sobre pesquisas na Web of Science pode ser obtida por correio electrónico, a partir do endereço biblioteca.virtual@reit.up.pt Versão actualizada em 13/04/2005. 1 Tradução de: Cited reference searching: an introduction A tutorial using Web of Science. 12