Re Relatório de Seguridade Relatório de Seguridade Relatório Julho/2015 O relatório da área de seguridade tem por finalidade apresentar as principais atividades desenvolvidas no mês, informando os números e valores relativos ao período de Julho de 2015, bem como notícias sobre a Previdência Social e o segmento de Previdência Complementar. Participantes e Assistidos QUANTIDADE QUANTIDADE SITUAÇÃO PLANO BD PLANO CD ATIVOS (COELCE E FAELCE) 268 838 AUTOPATROCINADOS 16 14 EM VESTING OU BPD 6 20 EM PROCESSO DE APOSENTADORIA 0 0 EM PRAZO DE OPÇÃO 0 5 APOSENTADOS 1.570 47 PENSIONISTAS 639 2 TOTAL 2503 926 Definem-se como participantes Em Vesting ou BPD aqueles que se desligaram do patrocinador e optaram por suspender o recolhimento de contribuições ao Plano de Benefícios, tendo direito a um benefício proporcional ao seu tempo de filiação, a ser recebido quando implementar todas as condições estabelecidas no Regulamento do Plano. Cabe-nos esclarecer que participantes enquadrados na situação em processo de aposentadoria são aqueles que estão aguardando a carta de concessão do benefício da Previdência Social, enquanto que participantes em prazo de opção são aqueles que se desligaram do patrocinador e estão em prazo de definição por um dos institutos previdenciários previstos no regulamento do Plano de Benefícios.
Despesas Previdenciárias Despesa com Benefícios do Plano BD A despesa com benefícios de complementação totalizou R$ 4.981.004,19 (quatro milhões, novecentos e oitenta e um mil, quatro reais e dezenove centavos), sendo distribuídos conforme o quadro abaixo: TIPO DE BENEFÍCIO QUANTIDADE VALOR EM R$ TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO 1.220 3.811.545,14 IDADE 23 32.444,44 INVALIDEZ 140 213.749,03 VESTING / BPD 27 84.493,68 ESPECIAL 160 238.482,09 PENSÕES 639 600.289,81 TOTAL 2.209 4.981.004,19 No mês de Julho houve 1(uma) concessão de benefícios do Plano BD e nenhuma concessão do Plano CD). Despesa com Benefícios do Plano CD O valor da despesa do Plano CD no mês de Julho foi de R$ 83.714,99 (oitenta e três mil setecentos e catorze reais e noventa e nove centavos). QUANTIDADE VALOR EM R$ TIPO DE BENEFÍCIO APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO 47 82.387,83 PENSÕES POR MORTE 2 1.327,16 TOTAL 49 83.714,99 Despesa com Restituição de Contribuições Plano CD Não houve despesa com restituição de contribuições do Plano CD no mês de julho/15. Plano BD Não houve despesa com restituição de contribuições do Plano BD no mês de julho/15.
Receitas Previdenciais Plano BD As receitas previdenciárias do Plano de Benefícios, constituída por contribuições normais, amortizantes e custeio administrativo previdencial totalizaram R$ 1.219.632,19 (um milhão duzentos e dezenove mil seiscentos e trinta e dois reais e dezenove centavos). Abaixo apresentamos quadro com distribuição das receitas previdenciais do mês de julho, bem como o valor acumulado no exercício. RECEITAS PREVIDENCIAIS VALOR EM R$ PATROCINADORES ( A ) 835.505,38 CONTRIBUIÇÕES NORMAIS 225.294,97 CONTRIBUIÇÕES EXTRAORDINÁRIAS 610.210,41 ATIVOS ( B ) 137.867,69 AUTOFINANCIADOS ( C ) 13.618,58 ASSISTIDOS ( D ) 232.640,54 TOTAL (A + B + C + D) 1.219.632,19 Plano CD No mês não ocorreu nenhum desligamento. A seguir apresentamos as contribuições efetuadas no mês de julho: RECEITAS PREVIDENCIAIS VALOR EM R$ PATROCINADORES ( A ) 260.386,00 ATIVOS ( B ) 284.005,29 ASSISTIDOS ( C ) 1.255,73 AUTOFINANCIADOS ( D ) 2.290,98 TOTAL (A + B + C + D) 547.938,00
Reservas dos Planos de Benefícios Plano BD O quadro abaixo apresenta as provisões matemáticas recorrentes do Plano BD, referente ao mês de julho/2015. RESERVAS VALOR EM R$ RESERVA TÉCNICA ( A ) R$ 968.971.040,83 PROVISÕES MATEMÁTICAS ( B ) R$ 968.074.970,32 BENEFÍCIOS CONCEDIDOS (+) R$ 799.579.220,12 BENEFÍCIOS A CONCEDER (+) R$ 202.435.234,68 RESERVA A AMORTIZAR (-) -R$ 33.939.484,48 SUPERÁVIT TÉCNICO ACUMULADO ( A - B) R$ 896.070,51 Plano CD Apresentamos a seguir as provisões matemáticas do Plano CD, referentes ao mês de julho/2015. RESERVAS VALOR EM R$ PROVISÕES MATEMÁTICAS 82.491.354,54 BENEFÍCIOS CONCEDIDOS 7.723.997,64 BENEFÍCIOS A CONCEDER 71.553.986,51 PROVISAO COLETIVA BENEF DE RISCO 3.213.370,39 FUNDO PREVIDENCIAL 41.116,22
Notícias Educação financeira e previdenciária VOCÊ É RESPONSÁVEL PELA APOSENTADORIA José Pio Martins, economista e reitor da Universidade Positivo, do Paraná, escreve o artigo a seguir: Os tempos modernos andam turbulentos. A epidemia do desemprego ataca todos os países, inclusive os ricos, sobretudo na Europa. Os avanços da ciência nos deram mais vida: o brasileiro atualmente vive em média 71 anos, contra apenas 33 anos em 1900. Muitos já estão vivendo mais de 80 anos. Daqui a quatro décadas, o Brasil terá 57 milhões de pessoas com mais de 60 anos. É uma alegria tanta vida. Mas com a dádiva vem o desafio. Como essa legião de pessoas viverá? Como você irá viver em sua velhice? O bem-estar depois dos 60 anos enfrenta problemas. Anos de vida a mais geram novas demandas: saúde, cuidados pessoais, conforto, descanso. Tudo isso custa caro. De onde virá o dinheiro para pagar a conta? Você já se perguntou com quem poderá contar na velhice ou de onde virá o dinheiro para sustentar uma vida boa quando lhe faltar energia ou você resolver parar? Talvez você não poderá contar com ninguém e não tem a menor ideia de que fonte sacará os recursos para uma velhice confortável. Pois a responsabilidade de prover seu sustento é sua. Você terá de assumir o controle de sua vida, sua carreira, seus ganhos e sua poupança. Caso contrário, a velhice pode ser dura e triste. Achar que alguém vai cuidar de você é uma aposta arriscada. No passado, os casais tinham muitos filhos, na esperança de serem cuidados e sustentados por eles. Isso está acabando. Um relatório do IBGE diz que 64% dos idosos sustentam suas famílias, numa inversão da lógica. De alguma forma, a população entende esse fenômeno e é cada vez menor o número de casais com mais de dois filhos. Um dia, utopias bonitas, mas inviáveis, tentaram nos convencer de que o governo iria cuidar de nós. Você sabe onde surgiu a ideia de aposentadoria aos 65 anos paga pelo governo? Veio de Otto Von Bismarck, presidente da Prússia, em 1889. Naquela época, a expectativa média de vida na Europa não passava dos 45 anos e a proposta de Bismarck não ameaçava as finanças do governo. Hoje, com tanta gente passando dos 75 anos, a previdência social pode levar qualquer governo à falência. Depender do governo é uma furada. Havia uma ilha de pessoas imunes ao problema: os funcionários públicos, beneficiados com estabilidade no emprego e aposentadoria integral. Mas até isso está sumindo. No Brasil, os novos funcionários públicos receberão do governo, no máximo, o teto do INSS; para terem mais, eles deverão contribuir para um fundo de pensão próprio. Quanto às mulheres, no passado elas apostavam no casamento como uma apólice de seguros para sua vida. Essa fonte secou. Esperar que o marido (ou a esposa) vá prover seu sustento na velhice é como saltar do trapézio sem rede de proteção. Além disso, de cada dois casamentos, um vai acabar com o marido ou a mulher dispensando o cônjuge muito antes da terceira idade.
Há a hipótese do segundo casamento, pois o IBGE informa que 50% dos novos matrimônios são recasamentos para um dos dois. Ocorre que, como dizia o pensador Samuel Johnson, o segundo casamento é o triunfo da esperança sobre a experiência, e pode ser que também este acabe antes da terceira idade dos pombinhos. O fato concreto é: nem o patrão, nem o governo, nem a família irão cuidar de você ou pagar suas contas na velhice. Isso pode até acontecer, mas convém não confiar. É melhor acreditar em dois pontos: um você é o responsável; dois, cuide de seu dinheiro e construa sua arca. Noé sobreviveu ao dilúvio porque não esperou que Deus ou seus pais lhe construíssem uma arca. Outras atividades realizadas no mês Reuniões com o Itaú Soluções Previdenciárias implantação do novo sistema. Recadastramento dos participantes do Plano CD Façamos da interrupção um caminho novo. Da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sonho uma ponte, da procura um encontro. Fernando Sabino.