www.arscentro.min-saude.pt



Documentos relacionados
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA A PANDEMIA DE GRIPE A (H1N1)

Prevenção da Gripe A(H1N1)v

Plano de Contingência para Serviços e Empresas

Gripe. Responsável por elevada morbilidade e aumento da mortalidade

Agir contra a Gripe A

GRIPE A (H1N1) v. Planos de Contingência para Creches, Jardins-de-infância, Escolas e outros Estabelecimentos de Ensino

Resposta pandémica: serviços de atendimento da gripe LÚCIO MENESES DE ALMEIDA

Sistema de Informação/Vigilância epidemiológica

CIRCULAR. ASSUNTO: Prevenção da Gripe A Orientações para a concepção de um plano de contingência

Situação Epidemiológica no Mundo e em Portugal

SAÚDE.sempre. Gripe. newsletter. medidas de auto cuidado. Secretaria Regional dos Assuntos Sociais

Direcção Geral da Saúde Grupo Operativo da Estrutura da Gripe

Plano de Contingência UCP

Preparação e Resposta à Doença por Vírus Ébola Avaliações Externas

Plano de contingência da gripe A (H1N1)

PROCEDIMENTOS RELATIVOS À GRIPE A (H1N1) PARA AS COMPETIÇÕES DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL

Escola Superior de Tecnologia de Viseu INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU

Introdução. O objectivo desta apresentação:

PANDEMIA GRIPE A/H1N1 PLANO DE CONTINGÊNCIA INTERNO DA CÂMARA MUNICIPAL DE FREIXO DE ESPADA À CINTA

Medidas de Prevenção e Controlo em Meio Escolar. Informação para alunos e Pais

Campanha Nacional de Higiene das MãosMinistério Resultados Nacionais

Plano de Contingência Gripe A Creche do Povo Jardim de Infância

Para a obtenção de informações complementares, poderá ainda consultar os seguintes links da Direcção Geral de Saúde: A AICOPA LINHA DE SAÚDE AÇORES

Informação e Recomendações para Escolas. Segundo a Direcção-Geral de Saúde Ano lectivo 2009/2010

ÍNDICE CÂMARA MUNICIPAL DE MEALHADA DIVISÃO DE ÁGUAS E SANEAMENTO

Medidas de protecção individual contra a Gripe A(H1N1)

Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal. Principais conclusões APIFARMA CEMD. Outubro 2014

Gripe A. Plano de Contingência da ThyssenKrupp Elevadores. ThyssenKrupp Elevadores. GRIPE A Plano de Contingência

PLANO DE CONTINGÊNCIA MUNICIPAL PARA A GRIPE A H1N1

COLÉGIO DA TROFA GRIPE A PLANO DE CONTINGÊNCIA. Índice

PLANO DE CONTI T NG N ÊNC N I C A F AC A E C À EVOLUÇÃO PAN A DÉ D MI M CA D A A GRIPE A (VÍRUS H1N1)

PLANO DE CONTINGÊNCIA DOS SASIPC GRIPE A (H1N1)

GRIPE A (H1N1)v. Planos de Contingência para Creches, Jardins-de-infância, Escolas e outros Estabelecimentos de Ensino

AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE

Ocorrências de casos humanos de influenza suína no México e EUA Informe do dia , às 13h

dos alunos, trabalhadores e demais população utilizadora dos vossos serviços.

PLANO DE CONTINGÊNCIA GRIPE A (H1N1) ESCOLA PROFISSIONAL NOVOS HORIZONTES

(GRIPE A H1N1)

GRIPE A (H1N1) INFORMAÇÃO E RECOMENDAÇÕES PARA ESCOLAS E OUTROS ESTABELECIMENTOS DE EDUCAÇÃO

GRIPE A Plano de Contingência

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO

PLANO DE ACTUAÇÃO CONTRA A GRIPE PANDÉMICA NO INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA

MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE PARA A COMUNIDADE ESCOLAR. INFLUENZA A H1N1 junho de 2011

ASSUNTO: Ponto de Situação da Gripe A (H1N1) em Portugal

PLANO DE CONTINGÊNCIA ESPECÍFICO PARA AS ONDAS DE CALOR

VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO

CARACTERÍSTCAS DOS ATENDIMENTOS AOS PACIENTES COM GRIPE H1N1 EM UM SERVIÇO DE REFERÊNCIA

PROTOCOLO ENERGIA POSITIVA CONTRA A OBESIDADE

PLANO DE CONTINGÊNCIA

PUBLICAÇÕES:TECNOMETAL n.º 139 (Março/Abril de 2002) KÉRAMICA n.º 249 (Julho/Agosto de 2002)

GRIPE A H1N1 Plano de Contingência Empresarial contra Influenza e para outras Emergências Médicas.

Informativo Empresarial Especial

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DE ARRIAGA PLANO DE CONTINGÊNCIA GRIPE A

PREVENÇÃO DA GRIPE A(H1N1)V

ESCOLA PROFISSIONAL DE CHAVES. Plano de Contingência Gripe A(H1N1)v

Secretaria Regional da Saúde. Gripe A (H1N1) Informação para as Escolas, Colégios e ATL s

Vigilância epidemiológica da infecção

Plano de Contingência

Agrupamento Vertical de Escolas de Ferreira do Alentejo PLANO DE CONTINGÊNGIA GRIPE A (H1N1)

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS Nº2 DE ELVAS

GRIPE A (H1N1) v Medidas de Prevenção e Controlo em Meio Escolar

Gripe A (H1N1) de origem suína

Vírus (H1N1)v. Medidas de Prevenção e Controlo Informação para Assistentes Operacionais 14 de Setembro 2009

Plano de Contingência Da Gripe A (H1N1) Do Jardim de Infância de Alcoitão

HOSPITAL DE CLÍNICAS UFPR

GRIPE A (H1N1) PLANO DE CONTINGÊNCIA. Exposição e Motivos

QUINTA DOS SONHOS Creche Jardim de Infância ÉVORA. Plano de Contingência para a Pandemia da Gripe A

DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS SANTOS SIMÕES. PLANO DE CONTINGÊNCIA GRIPE A (H1N1)v

GRIPE A(H1N1)v. Medidas de Prevenção e Controlo em Meio Escolar Informação para Professores e Pais

PLANO DE CONTINGÊNCIA GRIPE A (H1N1)

Mesa - redonda. Programas Nacionais. Programa Nacional da Prevenção das Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde

Plano de Contingência

Escola Secundária/3 Afonso Lopes Vieira

ATCHIM!! Gripe Suína. Influenza A. Conheça essa doença que está assustando todo mundo...

Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ

PLANO DE CONTINGÊNCIA DA GRIPE (H1N1 (v) ) DO A G R U P A M E N T O D E E S C O L A S D E R I O T I N T O N º 2 VERSÃO 01 AGOSTO 2009

Medidas gerais de higiene pessoal:

Plano de Contingência para os Jardins-de-infância e Escolas

Pandemia Influenza. Márcia Regina Pacóla. GVE XVII Campinas SES - SP.

Gripe A. Dr. Basil Ribeiro. Prof. Doutor Manuel Teixeira Veríssimo. Faculdade de Medicina de Coimbra Medicina Interna e Medicina Desportiva

Palavras- chave: Vigilância epidemiológica, Dengue, Enfermagem

PANDEMIA (H1N1) PLANO DE CONTINGÊNCIA do Município de Paredes de Coura

Plano de Contingência Gripe A (H1N1) (H1N1)

DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR

É uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus A (H1N1).

Transcrição:

www.arscentro.min-saude.pt Pandemia de gripe e planos de contingência e de continuidade de laboração LÚCIO MENESES DE ALMEIDA MÉDICO ESPECIALISTA EM SAÚDE PÚBLICA Grupo Coordenador d do Plano de Contingência i da Região Centro para a Pandemia de Gripe (sector da saúde) Eixo funcional da mitigação e da mobilização da sociedade civil 6 de Agosto de 2009 lucioalmeida@arscentro.min saude.ptsaude.pt

Gripe Doença respiratória aguda causada por vírus influenza Surtos anuais de intensidade e gravidade variáveis Morbilidade significativa na população em geral Absentismo escolar e laboral Mortalidade nos grupos de risco acrescido continuidade das empresas 2

Gripe: vias de transmissão Transmissão directa por gotículas infecciosas de tosse ou espirro (distância igual ou inferior a 1 metro) Transmissão indirecta (mãos ( mãos ou objectos contaminados) As mãos são a via mais frequente de transmissão da infecção continuidade das empresas 3

Pandemias de gripe Epidemias globais Afectam mais de 25% da população (gripe sazonal: 5-10%) Periodicidade 10-50 anos Provocadas por vírus completamente novos Ausência de imunidade prévia Virtualmente toda a população é susceptível continuidade das empresas 4

Pandemias de gripe do século XX Ano Subtipo Evolução viral Excesso de mortalidade (nº mortes relacionadas) 1918-19 19 H1N1 Mutação adaptativa 50-100 milhões 1957-58 58 58 H2N2 Recombinação genética > 2 milhões 1968-6969 H3N2 Recombinação genética < 1 milhão continuidade das empresas 5

Pandemias Acontecimentos globais Afectam mais de 25% da população p em todo o Mundo (epidemias à escala global) mas impacte essencialmente local Dia-a-dia a das pessoas e das empresas Absentismo laboral (primário e secundário) Custos sociais e económicos continuidade das empresas 6

Cronologia da pandemia (H1N1) 2009 18 de Março: primeiros casos (ILI) detectados no México 23 de Abril: o México notifica mais de 850 casos de pneumonia na capital e 59 mortes relacionadas 24 de Abril: os EUA notificam 7 casos confirmados (Califórnia e Texas). Dos 18 casos mexicanos 12 são geneticamente idênticos aos dos vírus da Califórnia 27 de Abril: 73 casos confirmados e 7 mortes (México, EUA, Canadá e Espanha). Declarada a fase 4 (risco pandémico médio a elevado) 29 de Abril: 148 casos e 8 mortes relacionadas em 9 países. Declarada a fase 5 (pandemia iminente) 4 de Maio: 1º caso confirmado em Portugal 11 de Junho: 28 774 casos e 144 mortes relacionadas em 74 países. Portugal: 2 casos. Declarada a fase 6 (pandemia) 16 de Junho: 1º caso confirmado da Região Centro de Portugal continuidade das empresas 7

Pandemia A (H1N1) 2009: previsões para a 1ª onda no Reino Unido (UK Department of Health citado por Nicoll & Coulombier, 2009) Taxa de ataque clínica cumulativa: 30% Taxa de ataque semanal máxima: 6,5% (entre 4,5% e 8%) Absentismo laboral: 12% continuidade das empresas 8

Pandemia (H1N1) 2009: situação europeia e nacional a 27/07/2009 29 países EU+3 13 países em fase de mitigação Tratamento de doentes Portugal em fase de contenção Reduzida proporção de casos secundários e terciários (eficácia do SNS) Gestão hospitalar de casos (hospitais de referência) Identificação e quimiprofilaxia de contactos (rede de serviços de saúde pública) continuidade das empresas 9

Cenário provável na Europa (reproduzido de ECDC, 2009) Proportion of total cases, con nsultations, hosp pitalisations or deaths 25% 20% 15% 10% 5% 0% Initiation Acceleration Peak Declining Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec Jan Feb Mar Apr Month 10 continuidade das empresas

Pandemia de gripe (H1N1) 2009: qual o seu impacte?

Estimação do impacte da pandemia: principais determinantes (WHO, 2009) Características do vírus Intrínsecas (virulência, susceptibilidade farmacológica) Clínicas (gravidade) Epidemiológicas (distribuição e frequência) Intrínsecas Clínicas Epidemiológicas População e sua vulnerabilidade Imunidade prévia (?) População com risco acrescido de complicações Capacidade de resposta Robustez do sistema de saúde (acessibilidade e resiliência) Comunicação do risco e mobilização social Planeamento e preparação adequados continuidade das empresas 12

Impacte da pandemia de gripe Factores prognósticos positivos: Mais e melhores cuidados de saúde Melhor estado nutricional Maior facilidade e rapidez na implementação de uma resposta apropriada - sistemas de vigilância integrada e de comunicação Preparação pandémica global iniciada em 2005 Factores prognósticos negativos: Maiores disparidades no acesso aos cuidados de saúde (iniquidade países sem serviço nacional de saúde) Maior proporção de idosos Maior número de imunodeprimidos Maior facilidade de disseminação do vírus (viagens aéreas) continuidade das empresas 13

Pandemia de gripe: planos de contingência do sector da saúde

Plano Pandémico Global (2005) (WHO global influenza preparedness plan) Cabe a cada País a gestão da ameaça pandémica Avaliação do risco Elaboração e revisão do plano pandémico nacional A avaliação global do risco é da responsabilidade do Director-Geral da OMS Declaração da pandemia continuidade das empresas 15

Plano de Contingência Nacional para a Pandemia de Gripe (2007) Elaborado em Março de 2007 pela Direcção-Geral da Saúde Reduzir a incidência da gripe pandémica Reduzir a morbilidade e mortalidade associadas Minimizar a disrupção social e económica Empresas e serviços essenciais Disponível em www.dgs.pt continuidade das empresas 16

Plano nacional de contingência da gripe: estrutura de comando e controlo Ministro da Saúde Director-Geral da Saúde Autoridade Nacional de Saúde Presidente do Conselho Directivo da ARS Delegado Regional de Saúde Dirigentes máximos das unidades de saúde (ACES/ULS e hospitais) Delegados de Saúde continuidade das empresas 17

Plano Pandémico da Região Centro (2008) (disponível em www.arscentro.min-saude.pt) Elaborado em Abril de 2008 Operacionaliza o Plano de Contingência Nacional da Direcção-Geral da Saúde Contém orientações destinadas às unidades de saúde (públicas e privadas) da Região Centro Accionado a 27 de Abril de 2009 continuidade das empresas 18

Estratégia de intervenção da ARSC Capacitação do público em geral Informação geral e sectorial Maximização i da capacidade d de resposta do sistema de saúde regional Rede de serviços de atendimento da gripe (SAG) Prontidão dos serviços de saúde pública Externalização da preparação pandémica Ensino Autarquias Outros sectores da sociedade (empresas, transportes colectivos, etc.) continuidade das empresas 19

Estratégia de intervenção da ARSC: externalização da preparação pandémica Circular-gripe nº 5 de 15/07/2009 da ARSC Disponível em www.arscentro.min-saude.ptsaude.pt Contém orientações destinadas aos dirigentes dos serviços de saúde da Região Centro (SNS) Sector da saúde como catalizador catalizador da preparação e resposta pandémicas Anexa e divulga as orientações técnicas nº 10 (OT-10) da Direcção-Geral da Saúde Lista de verificação de medidas e procedimentos para serviços e empresas continuidade das empresas 20

Formação e informação em saúde Essencial à preparação e resposta pandémica das empresas Público-alvo: todos os estratos profissionais e colaboradores externos Promotora de comportamentos correctos Redução do risco (higiene das mãos e etiqueta respiratória) Procura apropriada dos serviços de saúde A cargo dos serviços de segurança e saúde no trabalho/médicos do trabalho A basear na melhor evidência científica e epidemiológica disponível e nas orientações técnicas em vigor da DGS Designar responsável pela recolha e actualização da informação continuidade das empresas 21

Medidas individuais de prevenção Lavar as mãos com frequência Água corrente e sabão/sabonete Palma e dorso das mãos e espaços entre os dedos Proteger a tosse e espirro com o antebraço e nunca com a mão Utilizar lenços de papel Utilização única e deposição em caixotes de lixo accionados por pedal Manter um bom estado geral de saúde

Medidas comunitárias de prevenção Desinfecção de superfícies inertes não porosas Manípulos de portas, corrimões, teclados de computador, etc. Arejamento frequente dos espaços Atenção às correntes de ar turbulentas (aerossolização gotículas) aerossolização das Disponibilização de meios de lavagem e secagem higiénica das mãos Lavatórios com comando não-manual Secagem das mãos com toalhetes de papel Em alternativa: disponibilização de soluções antissépticas Formação dos profissionais e informação ao público

O que fazer se desenvolver sintomas Restringir os contactos sociais Mantenha-se em casa e proteja os outros Contactar a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) ou Contactar a o médico assistente Não vá directamente ao hospital Respeite as orientações dos profissionais de saúde Lavar as mãos com frequência e em especial depois de espirrar ou tossir 24

Empresas: planos de contingência e de continuidade de laboração

Resposta à pandemia de gripe Da responsabilidade d de toda a sociedade d Governo (liderança, alocação de recursos e meios de intervenção) Governo Sector da saúde (prestação de cuidados de saúde & controlo da infecção) Sector produtivo (manutenção da actividade essencial ao regular funcionamento da sociedade) Comunidades, famílias e indivíduos (acesso a informação válida & comportamentos redutores do risco) continuidade das empresas 26

Planos de contingência e continuidade de laboração das empresas Medidas de redução dos riscos para a saúde dos trabalhadores por forma a assegurar a continuidade da laboração Manutenção da actividade durante as semanas de maior intensidade epidémica continuidade das empresas 27

Planos de contingência e continuidade de laboração: objectivos Manter a laboração durante as semanas de maior intensidade epidémica/absentismo laboral elevado Planos de contingência internos (empresa) e externos (fornecedores) Adoptar medidas e comportamentos que dificultem a disseminação da infecção no local de trabalho Etiqueta t respiratória i Higiene das mãos Distanciamento social dos sintomáticos continuidade das empresas 28

Planos de contingência e continuidade de laboração das empresas Da responsabilidade da entidade empregadora (dirigentes) Alocação dos recursos necessários Identificação de tarefas prescindíveis e de formas alternativas de trabalho para a continuidade da laboração Accionamento do(s) plano(s) Operacionalização a cargo dos serviços de segurança e saúde no trabalho/medicina do trabalho Avaliação do risco ocupacional Desenho e implementação de medidas de gestão do risco (incluindo EPI, quando recomendados risco muito elevado) Respeitar os normativos nacionais da DGS e as indicações da Autoridade de Saúde Assegurar a vigilância médica dos trabalhadores sintomáticos em fase de pandemia instalada ( exames ocasionais ) continuidade das empresas 29

Documentos nacionais de referência (disponíveis em www.dgs.pt) Orientações técnicas (OT) nº 10 da Direcção-Geral da Saúde ( Lista de verificação e procedimentos para serviços e empresas ) Pandemia de gripe A(H1N1)v: orientações para a concepção do plano de contingência Pandemia de gripe: orientações para as empresas. Como avaliar o risco e manter a actividade continuidade das empresas 30

GRUPO COORDENADOR DO PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA A PANDEMIA DE GRIPE DA REGIÃO CENTRO (SECTOR DA SAÚDE) Presidente: Dr. João Pedro Travassos de Carvalho Pimentel Presidente do Conselho Directivo da ARS do Centro, IP Alameda Júlio Henriques 3000-057057 Coimbra E-mail: secretariado.ca@arscentro.min-saude.ptsaude.pt Webpage ARSC: www.arscentro.min-saude.ptsaude.pt DELEGADO REGIONAL DE SAÚDE DO CENTRO Dr. José Manuel Azenha Tereso, Director do Departamento de Saúde Pública e Planeamento da ARS do Centro, IP Av. D. Afonso Henriques, 141 3000-011011 Coimbra Telefone: 239 488 284 Fax: 239 488 289 Email: saudepublica@arscentro.min-saude.ptsaude.pt