Plano Nacional de Saúde 2012-2016



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Transcrição:

Plano Nacional de Saúde 2012-2016 Índice de Figuras, Quadros e Tabelas (Janeiro 2012) Plano Nacional de Saúde 2012-2016

ÍNDICE DE FIGURAS, QUADROS E TABELAS 1. Enquadramento do Plano Nacional de Saúde Quadro 1.1. Documentos base de planeamento em saúde Quadro 1.2. Principais estratégias orientadoras do PNS 2004-2010 Quadro 1.3. Quadro 1.4. Quadro 1.5. Avaliação do PNS 2004 2010 pela OMS Avaliação da implementação do PNS 2004-2010 pela OMS Análises Especializadas Quadro 1.6. Valores do PNS 2012 2016 Quadro 1.7. Quadro 1.8. Quadro 1.9. Quadro 1.10. Quadro 1.11. Dimensões do Modelo Concetual Reforço estratégico do sistema de saúde Definição, evidência e concretização das orientações Políticas transversais de concretização estratégica do PNS Domínios relativos aos Processos e Instrumentos de concretização do PNS Figura 1.1 Eixos estratégicos do PNS 2012-2016 2. Perfil de Saúde Quadro 2.1. Evolução na última década Figura 2.1 Taxas de crescimento efetivo, natural e migratório (%) em Portugal Continental Figura 2.2 População residente de 15 e mais anos fumadora (%) à data do Inquérito Nacional de Saúde, por local de residência Figura 2.3 População residente de 15 e mais anos que referiu ter tomado bebidas alcoólicas todos os dias na semana anterior à entrevista (%) à data do Inquérito Nacional de Saúde, por sexo Figura 2.4 Experimentação e consumo de drogas ilícitas entre adolescentes escolarizados (%), residentes em Portugal Continental Figura 2.5 População residente de 18 e mais anos obesa (%) à data do Inquérito Nacional de Saúde, por local de residência Pág. 2/9

Figura 2.6 Taxa de mortalidade padronizada por acidentes com veículos a motor, abaixo dos 65 anos (/100000 hab) em Portugal Continental, por sexo Figura 2.7 Taxa de mortalidade padronizada por acidentes laborais (/100000 hab) em Portugal Continental, por sexo Figura 2.8 Taxa de mortalidade padronizada por doenças atribuíveis ao álcool, abaixo dos 65 anos (/100000 hab) em Portugal Continental, por sexo Figura 2.9 Taxa de mortalidade padronizada por suicídio, abaixo dos 65 anos (/100000 hab) em Portugal Continental, por sexo Figura 2.10 Consultas médicas (por hab/ano) em Portugal Continental, por nível de cuidados Figura 2.11 Primeiras consultas no total de consultas externas hospitalares (%), por região de saúde Figura 2.12 Internamentos e urgências em unidades hospitalares do Serviço Nacional de Saúde (/1000 hab) em Portugal Continental Figura 2.13 Esperança de vida à nascença (anos) em Portugal Continental, por sexo Figura 2.14 Taxa de mortalidade em idades jovens (/100000 hab) em Portugal Continental, por grupo etário Figura 2.15 Taxa de mortalidade em idades jovens (/100000 hab) em Portugal Continental, por grupo etário e sexo Figura 2.16 Taxa padronizada de internamentos hospitalares considerados evitáveis por prevenção primária (/100000 hab) em Portugal Continental Figura 2.17 Taxa padronizada de internamentos hospitalares considerados sensíveis a cuidados de ambulatório (/100000 hab) em Portugal Continental Figura 2.18 Taxas de incidência de tuberculose e de VIH (/100000 hab) em Portugal Continental Figura 2.19 Taxa de anos de vida potencial perdidos por todas as causas de morte (/100000 hab) em Portugal Continental, por sexo Figura 2.20 Taxa de mortalidade padronizada por doença pulmonar obstrutiva crónica (/100000 hab) em Portugal Continental, por sexo Figura 2.21 Taxa de mortalidade padronizada por doença isquémica cardíaca (/100000 hab) em Portugal Continental, por sexo Figura 2.22 Taxa de mortalidade padronizada por tumor maligno do pulmão (/100000 hab) em Portugal Continental, por sexo Figura 2.23 Doentes saídos de unidades hospitalares do Serviço Nacional de Saúde (/100000 hab) em Pág. 3/9

Portugal Continental, por doença Tabela 2.1. Tabela 2.2. Tabela 2.3. Tabela 2.4. Tabela 2.5. Tabela 2.6. Tabela 2.7. Tabela 2.8. Tabela 2.9. Tabela 2.10. Tabela 2.11. Alojamentos familiares de residência habitual sem infraestruturas básicas, à data dos Censos 2001 e 2011, em Portugal Continental População residente de 15 e mais anos fumadora (%), por sexo e local de residência (2006) População residente de 15 e mais anos que referiu ter tomado bebidas alcoólicas todos os dias na semana anterior à entrevista (%), por sexo e grupo etário (2006) Consumo de álcool puro (litros per capita) na população residente de 15 e mais anos (2007) Experimentação e consumo de drogas ilícitas entre adolescentes escolarizados (%), por local de residência (2010) Consumo de cannabis entre adolescentes escolarizados de 15 anos (%), por sexo (2010) População residente de 18 e mais anos obesa (%), por sexo e local de residência (2006) População residente de 15 e mais anos que pratica desporto/exercício físico ou realiza outras atividades físicas (%), por sexo e grupo etário (2009) Prática de desporto/exercício físico e de outras atividades físicas pelo menos uma vez por semana (%) em 2009 Taxa de mortalidade padronizada por acidentes com veículos a motor, abaixo dos 65 anos (/100000 hab), por sexo e local de residência (2009) Taxa de mortalidade padronizada por acidentes laborais (/100000 hab), por sexo e local de residência (2008) Tabela 2.12. Taxa de mortalidade padronizada por doenças atribuíveis ao álcool, abaixo dos 65 anos (/100000 hab), por sexo e local de residência (2009) Tabela 2.13. Tabela 2.14. Taxa de mortalidade padronizada por suicídio, abaixo dos 65 anos (/100000 hab), por sexo e local de residência (2009) Número de lugares de internamento e ECCI e cobertura populacional, por região de saúde (1º semestre 2012) Tabela 2.15. Consultas médicas (por hab/ano), por nível de cuidados e região de saúde (2010) Tabela 2.16. Primeiras consultas no total de consultas externas em unidades hospitalares do SNS (%), por região de saúde (2010) Pág. 4/9

Tabela 2.17. Número de doentes saídos de internamento e de doentes observados nas urgências em unidades hospitalares do SNS e privadas (/1000 hab), por região de saúde (2009) Tabela 2.18. Esperança de vida à nascença (anos), por sexo e local de residência (2008-2010) Tabela 2.19. Taxas de incidência (/100 000 hab) em 2010 Tabela 2.20. Tabela 2.21. Tabela 2.22. Tabela 2.23. Tabela 2.24. Tabela 2.25. Tabela 2.26. Tabela 2.27. Taxa de Anos de Vida Potenciais Perdidos (/100000 hab), por sexo e local de residência (2010) 10 principais causas de mortalidade prematura (taxa de AVPP/100000 hab) em Portugal Continental (2010) 10 principais causas de mortalidade prematura (taxa de AVPP/100000 hab) para o sexo masculino em Portugal Continental (2010) 10 principais causas de mortalidade prematura (taxa de AVPP/100000 hab) para o sexo feminino em Portugal Continental (2010) Dimensões e indicadores para a identificação de Ganhos em Saúde e definição de prioridades Taxa padronizada de Anos de Vida Potenciais Perdidos (/100000 hab) por causas sensíveis à prevenção primária ou a cuidados de saúde, em Portugal Continental (2009) Taxa padronizada de AVPP (/100000 hab) por causas sensíveis à prevenção primária e a cuidados de saúde (Portugal Continental e países da UE que integram a OCDE, 2007): ordenação decrescente das diferenças Taxa padronizada de internamentos (/100000 hab) por causas sensíveis a cuidados de ambulatório, em Portugal Continental (2009) 3. Eixos Estratégicos 3.1. Eixo Estratégico Cidadania em Saúde Quadro 3.1.1 Quadro 3.1.2 Figura 3.1.1 Quadro 3.1.3 A cidadania é compreendida na tripla aceção Referências sobre os Direitos e Deveres do Cidadão na Saúde Modelo do envolvimento contínuo dos cidadãos Canadá Oportunidades decorrentes da promoção de Cidadania em Saúde Pág. 5/9

Quadro 3.1.4 Ameaças à promoção de Cidadania em Saúde 3.2. Eixo Estratégico Equidade e Acesso aos Cuidados de Saúde Quadro 3.2.1 Quadro 3.2.2 Quadro 3.2.3 Quadro 3.2.4 Quadro 3.2.5 Quadro 3.2.6 Quadro 3.2.7 Figura 3.2.1 Desigualdades em Saúde O acesso adequado resulta de várias dimensões interrelacionadas Estratégias e recursos de promoção do acesso Oportunidades decorrentes da promoção da Equidade e Acesso aos Cuidados de Saúde Ameaças à promoção da Equidade e Acesso aos Cuidados de Saúde Legislação e estratégias intersectoriais dirigida a grupos vulneráveis Documentos de referência sobre o acesso à saúde em Portugal Necessidades de saúde, procura e oferta de serviços 3.3. Eixo Estratégico Qualidade em Saúde Quadro 3.3.1. Quadro 3.3.2. Quadro 3.3.3. Quadro 3.3.4. A promoção da Qualidade em Saúde envolve A QeS pode ser promovida através de Oportunidade do desenvolvimento da Qualidade em Saúde Ameaças ao desenvolvimento da Qualidade em Saúde 3.4. Eixo Estratégico Políticas Saudáveis Quadro 3.4.1. Quadro 3.4.2. Quadro 3.4.3. Perspetivas chave das Políticas Saudáveis As Políticas Saudáveis englobam As Políticas de Saúde conduzem a ganhos em saúde através de Quadro 3.4.4. Eixos de ação da promoção da Saúde (carta de Ottawa 1986) Quadro 3.4.5. Quadro 3.4.6. A Saúde Pública é potenciadora de ganhos em saúde através de Referências sobre Políticas Saudáveis Pág. 6/9

Quadro 3.4.7. Figura 3.4.1. Iniciativas de outros Ministérios com impacto na Saúde e/ou parcerias com o MS Modelo dos Determinantes de Saúde 4. Objetivo para o Sistema de Saúde 4.1. Objetivo para o Sistema de Saúde Obter Ganhos em Saúde Quadro 4.1.1. Quadro 4.1.2. Perspetivas para a obtenção de ganhos em Saúde Modelo de definição de prioridades em Saúde Quadro 4.1.3. Estratégia de monitorização do PNS 2012-2016 Quadro 4.1.4. Quadro 4.1.5. Quadro 4.1.6. Quadro 4.1.7. Quadro 4.1.8. Quadro 4.1.9. Quadro 4.1.10. Figura 4.1.1. Figura 4.1.2. Figura 4.1.3. Figura 4.1.4. Indicadores de GPS Taxa padronizada de Anos de Vida Potencial Perdidos (por 100 000 habitantes) por causas sensíveis à prevenção primária ou a cuidados de saúde, em Portugal Continental, referente ao ano de 2009 Ordenação da taxa padronizada de AVPP (por 100 000 hab.) por causas sensíveis à prevenção primária e a cuidados de saúde selecionados (Portugal Continental e países da UE que integram a OCDE, dados referentes ao ano de 2007) Taxa padronizada de AVPP (por 100 000 hab.) por causas sensíveis à prevenção primária e a cuidados de saúde (regiões de saúde, dados referentes a 2009) Taxa padronizada de AVPP (por 100 000 hab.) por causas sensíveis à prevenção primária e a cuidados de saúde (Regiões de Saúde, dados referentes a 2009) Taxa padronizada de internamentos (por 100 000 hab.) por causas sensíveis a cuidados de ambulatório em Portugal Continental (2000-2009) Meta proposta e ganhos estimados para 2016 para a taxa padronizada de internamentos sensíveis aos cuidados de ambulatório (/100 000 hab.) Processo de estabelecimento de metas (ilustração) Articulação entre os diferentes níveis de planeamento para obtenção de GPS Modelo de determinantes e desenvolvimento de intervenções Processo de identificação de intervenções prioritárias (ilustração) Pág. 7/9

4.2. Objetivo para o Sistema de Saúde Promover Contextos favoráveis à Saúde ao Longo do Ciclo de Vida Quadro 4.2.1. Quadro 4.2.2. Quadro 4.2.3. Quadro 4.2.4. Quadro 4.2.5. Quadro 4.2.6. Quadro 4.2.7. Quadro 4.2.8. Quadro 4.2.9. Quadro 4.2.10. Quadro 4.2.11. Quadro 4.2.12. Quadro 4.2.13. Figura 4.2.1. Perspetivas estratégicas para a promoção de contextos saudáveis Níveis dos contextos promotores da saúde Etapas do Ciclo de Vida Recursos para a promoção de contextos favoráveis à saúde Ganhos esperados pela promoção de contextos favoráveis à saúde ao longo do Ciclo de Vida Ameaças à promoção de contextos favoráveis à saúde ao longo do Ciclo de Vida Nascer com Saúde Crescer com Segurança Uma Juventude à procura de um futuro saudável Uma Vida Adulta produtiva Envelhecimento Ativo Contextos promotores de vida saudável Saúde Escolar Perda do Capital de Saúde ao longo do percurso individual 4.3. Objetivo para o Sistema de Saúde Reforçar o Suporte Social e Económico na Saúde e na Doença Quadro 4.3.1. Quadro 4.3.2. Quadro 4.3.3. Quadro 4.3.4. Perspetivas chave para o reforço do suporte social e económico na saúde e na Doença Comparação de tipos de organização de cuidados de saúde Oportunidades decorrentes do reforço do suporte social e económico na saúde e na doença Potenciais barreiras ao reforço do suporte social e económico na saúde e na doença Pág. 8/9

4.4. Objetivo para o Sistema de Saúde Fortalecer a Participação de Portugal na Saúde Global Quadro 4.4.1. Quadro 4.4.2. Quadro 4.4.3. Quadro 4.4.4. Quadro 4.4.5. Perspectivas para o reforço de Portugal na Saúde Global Oportunidades decorrentes do desenvolvimento da participação na Saúde Global Potenciais barreiras à participação na Saúde Global Espaços de exercício e de influência na saúde global Estratégias e recursos para o reforço de Portugal na Saúde Global 7. Indicadores e Metas em Saúde Figura 7.1. Conjunto de indicadores do PNS 2012-2016 Tabela 7.1. Tabela 7.2. Tabela 7.3. Tabela 7.4. Tabela 7.5. Grupo de indicadores do Estado de Saúde e Desempenho do SdS Lista de indicadores de ganhos em saúde, com valores, projeções, metas e ganhos acumulados associados Lista de indicadores do estado de saúde e do desempenho do Sistema de Saúde de ganhos em saúde, com valores, projeções, metas e ganhos acumulados associados Lista de indicadores de ganhos em saúde a desenvolver Lista de indicadores do estado de saúde e do desempenho do sistema de saúde de ganhos em saúde a desenvolver Pág. 9/9