Sustentabilidade da Saúde: uma perspetiva de gestão
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- Maria do Loreto Pietra Chaplin Teixeira
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1 Sustentabilidade da Saúde: uma perspetiva de gestão 4º Congresso Internacional dos Hospitais, Lisboa, 8 Nov 2012 (APDH). A Dias Alves 1
2 Valor acrescentado pelo sistema saúde? EUA 1950/2000: na Saúde 1 $ gerou 4 $ (Cutler, 2001) Valor = Benefícios ++ --_-_ + Custos Medidas em 3 níveis: Sistema, SNS, Instituições. Qualidade e Eficiência. A Dias Alves 2
3 Portugal: principais conclusões Joumard, I; André, C; Nicq, C (2010): Health Care Systems: Efficiency and Institutions, OECD Economics Department Working Papers Nº º Score DEA acima da média e baixos custos de administração do sistema. 2º Baixa eficiência internamento (agudos) e poucas altas per capita. 3º Poucas CE per capita e por médico. 4º Sinais mistos na qualidade de cuidados e na mortalidade evitável. A Dias Alves 3
4 E P Depois do PRACE, MS, ARS e HH?? A Dias Alves 4
5 E P A Dias Alves 5
6 E E P P A Dias Alves 6
7 Orientações 0- Manter rigor/disciplina e programas atuais (ex. medicamento). 1- Influenciar grandes causadores de despesa e garantir equidade no sistema. 2- Ajustar a oferta e melhorar gestão SNS. 3- Melhorar a gestão das instituições. A Dias Alves 7
8 E P Reduzir mortalidade em 50%. A Dias Alves 8
9 1.1. Causadores de despesa. Reforço de planos de prevenção c/ > impacto em doença (tb antibióticos e ansiolíticos). «aproximadamente 80% doença coronária, até 90% diabetes tipo 2, e mais 50% cancros podem ser prevenidos através de mudanças no estilo de vida, como dieta e exercício adequados» IBM Institute for Business Value (2006). Gestão integrada doença crónica: programas c/ financiamento, protocolos cuidados, coordenação clínica e metas nacionais, diferenciar vias verdes. A Dias Alves 9
10 1.2. Garantir equidade no sistema Acesso equitativo a cuidados eficazes (ACB; grupo peritos adapta normas e critérios do NICE). Parlamento aprova plano financiamento (% saúde PIB) e desenvolvimento da Saúde, p/ 5 anos. Centralizar alta tecnologia, financiar por doente, abordagem clínica normalizada, cuidados region.s, concurso nacional medicamentos. SU grandes cidades c/ walking clinic: taxas moder. p/ não urgentes, salvo referência clínica (CSP, HH). A Dias Alves 10
11 Doctor consultations per capita E P A Dias Alves 11
12 E P A Dias Alves 12
13 2.1. Ajustar a oferta do SNS Ajustar nº HH e SU às necessidades atuais (rede estruturada; requalificar serviços; equipes médicas profissionalizadas, ). Orientar p/ CSP atendimentos não urgentes e algumas 2 as CE -pagar em HH referência até 2 as /1ª Adequar CSP: dotar c/ profissionais e MCD, fixar objetivos, ligar à avaliação e retribuição. A Dias Alves 13
14 2.2. Financiar, gerir, prestar contas no SNS ACES compram CE e MCDT, HH responsáveis por doentes em CCI (pagar p/ GDH c/ Dm limite). Contrato gestão em HH, c/objetivos e metas, monitorizar, avaliar CA e consequências. Melhorar informação e medição, objetivos nacionais p/ instituição e variáveis principais. A Dias Alves 14
15 3- Melhorar a gestão das instituições Contrato c/ gestão intermédia/operacional com orçamento, objetivos, avaliação, consequências. Retribuir profissionais c/ parte fixa e variável e avaliação = f(atividade, qualidade, contributo p/serviço e hospital), exclusividade para o futuro. Governação clínica: garantir qualidade, programas p/ problemas clínicos, coordenar cuidados interinstit. A Dias Alves 15
16 Spear, SJ (2005). Fixing Healthcare from the Inside, HBR CDC: estima-se 88 em 1000 terão doença ou lesão, 6 morrem; por cada A Dias Alves 16 falecimento há 5 a 10 com infecção não fatal.
17 Spear, SJ (2005).Fixing Healthcare from the Inside, HBR Bates et al. (1995): por cada morte por erro de medicação há 10 com A Dias Alves 17 danos e 100 casos que foram evitados.
18 Gestão das instituições (conclusão) Substituir internam.to e SU p/ambulatório programado e cuid. proximidade; centrar no doente, rever práticas clínicas e normalizar; redefinir trabalho c/ equipas e substituição de trabalho. Automatizar e informatizar processos, escala em funções apoio e bolsas de profissionais, desperdício e eficiência (todos serviços). A Dias Alves 18
19 A Dias Alves 19
20 Redução Desperdício MCQ A Dias Alves 20
21 Sair A Dias Alves 21
22 A Dias Alves 22
23 E P A Dias Alves 23
24 P E A Dias Alves 24
25 P E A Dias Alves 25
26 A Dias Alves 26
27 Portugal: principais conclusões Joumard, I; André, C; Nicq, C (2010): Health Care Systems: Efficiency and Institutions, OECD Economics Department Working Papers Nº 769. A Dias Alves 27
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