Desafios da saúde em Portugal

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Desafios da saúde em Portugal"

Transcrição

1 Desafios da saúde em Portugal 2013 Duas agendas simultâneas: cortes e reformas, com sentido

2 Agenda 16.15h Abertura José Alves, Territory Senior Partner 16.15h 16.55h Apresentação do estudo Luís Boquinhas, Health Partner Manuel Carrilho Dias, Health Director 16.55h 17.25h Keynote speaker Dr. Luís Filipe Pereira 17.25h 18.25h Painel Desafios da saúde em Portugal 2013 Moderador: Manuel Carrilho Dias Membros do painel: Eng.ª Isabel Vaz, Dr. Luís Portela e Prof. António Serran h Encerramento Dr. Manuel Teixeira, Secretário de Estado da Saúde 18.40h Cocktail Slide 2

3 Abertura José Alves, Territory Senior Partner Slide 3

4 Desafios da saúde em Portugal 2013 Luís Boquinhas, Health Partner Manuel Carrilho Dias, Health Director Slide 4

5 A iniciativa Desafios da saúde em Portugal Enquadramento Os fundamentos da iniciativa A aposta num modelo participativo aberto ao mercado: + mais de 30 especialistas do sector colaboraram este ano O processo da iniciativa até à publicação do estudo anual A iniciativa não acaba com a publicação Obrigado a todos que têm possibilitado esta iniciativa! Slide 5

6 Desafios da saúde em Portugal 2013 Mensagem chave da edição deste ano Duas agendas simultâneas: cortes e reformas, com sentido! Slide 6

7 Desafios da saúde em Portugal 2013 Os 10 desafios selecionados 1. Equidade, responsabilidade e sustentabilidade do sistema de saúde: uma dança a três 2. Que modelo de sistema de saúde para Portugal? Da ortodoxia ao pragmatismo 3. PPP na saúde: momento de relançar parcerias com sentido e sem preconceitos 4. Medicamentos e dispositivos médicos: pensar também na equidade, coesão social e inovação 5. Meios complementares de diagnóstico e terapêutica: transformar o mercado e optimizar a colaboração Slide 7

8 Desafios da saúde em Portugal 2013 Os desafios selecionados 6. Gestão do capital humano na saúde: à procura de uma missão 7. Investigação, desenvolvimento e inovação: aposta estratégica no desenvolvimento da saúde 8. Financiamento da saúde: público e privado em mudança 9. Prestação privada e social de cuidados de saúde: ascensão de novos modelos de negócio? 10.Qualidade em saúde: será ela importante no contexto dos desafios atuais? Slide 8

9 Equidade, responsabilidade e sustentabilidade do sistema de saúde: uma dança a três O direito à proteção de saúde e o dever de a defender + SNS universal e geral tendencialmente gratuito + A proteção da saúde constitui um direito que se efetiva em liberdade de procura e de prestação de cuidados. A eficácia dos sistemas de saúde está relacionada com a equidade. que encerra uma dimensão ética e moral na relação biunívoca entre a sociedade e os seus membros. A equidade não pode estar na caneta do médico ou Administrador. O racionamento do acesso tanto pode constituir uma iniquidade como um meio de a mitigar. A sustentabilidade não é um objectivo dos sistemas e políticas de saúde mas sim uma restrição. Slide 9

10 Equidade, responsabilidade e sustentabilidade do sistema de saúde: uma dança a três 2013 Não existe previsão de alteração significativa da carteira de serviços, elegibilidade e do modelo de financiamento. A condição económica das famílias é e será uma das principais razões de iniquidade na saúde: - 38% do financiamento é privado, dos quais 30% suportado pelas famílias - Custo directo da prestação + externalidades - Desemprego A equidade no acesso aos diversos níveis assistenciais: a situação não melhorou em 2012 e em O corte no financiamento público pode ser um risco mas também pode introduzir uma nova dinâmica de eficiência A sustentabilidade e a força dos Tratados Europeus. Slide 10

11 Equidade, responsabilidade e sustentabilidade do sistema de saúde: uma dança a três Ponderação dos políticos e líderes de saúde a evolução da carteira de serviços e elegibilidade no SNS. Reformar o SNS não para o destruir mas para o reforçar. Medidas anti-crise proteger os cidadãos e as famílias mais desfavorecidas. Cuidados transfronteiriços fazer o trabalho de casa e evitar iniquidades. Cuidados transfronteiriços fazer o trabalho de casa e evitar iniquidades. Liberdade de escolha e responsabilização mesmo no contexto de emergência. Regulação em crise os cidadãos precisam de um regulador forte. Slide 11

12 Que modelo de sistema de saúde para Portugal? Da ortodoxia ao pragmatismo O conceito de serviço público de saúde. A necessidade objectiva de reforma dos sistemas de saúde: - A evolução da ciência e a inovação tecnológica - As alterações demográficas e a evolução das doenças crónicas - O desequilíbrio entre crescimento económico e o crescimento da despesa em saúde - As dificuldades de acesso e ineficiência dos sistemas prestadores Reforma do modelo de financiamento do sistema e da carteira de benefícios. Reforma da arquitectura e modelo de funcionamento. Slide 12

13 Que modelo de sistema de saúde para Portugal? Da ortodoxia ao pragmatismo 2013 Reforço da aposta na coordenação e integração de cuidados - Amenização dos efeitos da fragmentação por níveis - Evitar a homogeneização administrativa de soluções ao longo do país - Introdução de alguma liberdade de escolha Racionalização da rede e funcionamento hospitalar - Carteira de serviços nacional e de cada unidade - Actuar sobre a oferta excessiva em algumas regiões - Pensar se faz sentido avançar como Hospital de Lisboa Oriental Slide 13

14 Que modelo de sistema de saúde para Portugal? Da ortodoxia ao pragmatismo 2013 Melhoria da qualidade e uso dos sistemas de informação - Alargamento faseado da PDS ao setor social e privado (denominação comum de identificação + aspectos sociológicos e legais) - Evolução das aplicações e workflows para uma lógica centrada nos utentes (CTH, SIGLIC, SINUS) - Melhoria de exploração de dados em soluções existentes Slide 14

15 Que modelo de sistema de saúde para Portugal? Da ortodoxia ao pragmatismo A reforma é um imperativo: quanto mais tarde a efectuarmos mais dolorosa será. Reformar com sentido: reformar para todos e não para alguns. Assegurar a evolução dos sistemas de informação: proteger a consistência e a continuidade da estratégia actual. Racionalizar a rede e o funcionamento hospitalar: passar da redução e contenção da despesa para a redução sustentada do custo. Slide 15

16 Investigação, desenvolvimento e inovação: aposta estratégica no desenvolvimento da saúde Mercado que representa +/- 600 M e com forte potencial de crescimento e que tem instituições de excelência em IDI na saúde (Aibili, CNC, IBET, IMM, INEB, IPATIMUP, Bial, Eurotrials, etc.). Desde 2008 tem-se registado um decréscimo progressivo do número de ensaios clínicos em Portugal: - Inexistência de uma política de investigação clínica integrada e estável - Prazos para a aprovação de ensaios clínicos pouco atrativos - Estruturas, processos e organização em IDI ainda em ascensão Slide 16

17 Investigação, desenvolvimento e inovação: aposta estratégica no desenvolvimento da saúde A importância do papel das unidades de saúde do SNS - Como executante e como autor - Favorecer a investigação aplicada em saúde - Valorização da investigação clínica na carreira hospitalar Slide 17

18 Investigação, desenvolvimento e inovação: aposta estratégica no desenvolvimento da saúde Assegurar políticas de I&D na saúde que sejam sustentáveis e estáveis. Priorizar e estimular a investigação aplicada em saúde. Acelerar a atualização da legislação. Definir prazos máximos para a aprovação dos ensaios clínicos. Incentivar os investigadores nas unidades de saúde. Alavancar a atividade dos biobancos. Slide 18

19 Gestão do capital humano na saúde: à procura de uma missão A evolução da sociedade e do contexto do sector tem implicações na forma como gerirmos o capital humano. Apoiar cada um dos profissionais a encontrar a sua própria missão e posicionamento na cadeia de valor: - Valorizar os profissionais, em particular no setor público - Valorizar o papel dos profissionais dos cuidados primários - Valorizar a colaboração (integração e multidisciplinaridade) Potenciar o desenvolvimento de competências - Repensar o equilíbrio entre a formação inicial e a complementar - Repensar os formatos de desenvolvimento de competências para equilibrar o tipo de conteúdos e as necessidades de treino - Mudanças no processo de ensino dos profissionais Slide 19

20 Gestão do capital humano na saúde: à procura de uma missão Adequar os sistemas de avaliação de performance dos profissionais aos desafios do sector: - Discriminar as práticas e resultados excelentes. - Motivar para a melhoria do desempenho, com base na medição objectiva de resultados. - Contribuir para o aumento do vínculo de compromisso dos profissionais com os resultados das suas unidades em relação ao utente e ao sistema, mediante vinculação a riscos financeiros. - Equilíbrio entre objectivos de eficiência e volume e qualidade associada à mesma Slide 20

21 Gestão do capital humano na saúde: à procura de uma missão Definir a missão do sistema para depois se definir a missão da gestão do capital humano. Valorizar o capital humano no desafio da transformação do sistema. Redefinir competências de cada profissional para melhor interpretarem as suas novas funções. Motivar as pessoas introduzindo incentivos alinhados à nova missão do sistema e estimulando a integração de cuidados e ao trabalho em equipa. Slide 21

22 Qualidade em saúde: será ela importante no contexto dos desafios atuais? Bloqueio filosófico obsoleto que tende a olhar de forma diferenciada para a qualidade da prestação e do prestador em função da sua natureza jurídica. Parte da abordagem das organizações de saúde à gestão da qualidade não resulta de motivação endógena. Hoje, em Portugal, a avaliação da qualidade dos cuidados de saúde tem 5 motivações principais: - Redução de assimetrias de informação entre utentes e prestadores - Assegurar que os ganhos de eficiência não ocorram com base na redução da qualidade - Cultura de avaliação cria incentivos ao aumento da qualidade - Directiva Europeia dos cuidados transfronteiriços - MoU Slide 22

23 Qualidade em saúde: será ela importante no contexto dos desafios atuais? 2013 Evolução do SINAS dar um salto em frente passando da avaliação de procedimentos para a avaliação de processos e resultados das unidades prestadoras. Usufruto dos resultados do SNNIEA entrada em funcionamento do em Dezembro Reforço do Regulador (ERS) expectativa sobre lei criando o Estatuto Jurídico das Autoridades Administrativas Independentes. Directiva europeia dos cuidados transfronteiriços. Evolução nos programas de normalização clínica e de acreditação de unidades de saúde no setor público. Turismo de saúde e captação de mercado externo. Slide 23

24 Qualidade em saúde: será ela importante no contexto dos desafios atuais? Assegurar a qualidade em saúde melhoria de eficiência não é sinónimo de redução de qualidade. No contexto da restrição orçamental é importante continuar a apostar na melhoria da qualidade. Regulação para a defesa do utente é importante um regulador forte, independente e empenhado na luta para assegurar que as políticas públicas, em contexto de crise, não afectem a qualidade da prestação. Concorrência justa é importante que em matérias de licenciamento e qualidade, a intervenção com consequências seja uniforme para todos os prestadores independentemente da sua natureza jurídica. Slide 24

25 PPP na saúde: momento de relançar parcerias com sentido e sem preconceitos Clareza de benefícios da parceria: - Benefícios em qualidade de serviço - utente - Redução de despesa - estado - Rendimento pelo investimento e serviços prestados parceiro privado Transferência de riscos para quem melhor é capaz de os gerir. Requisitos extremos na qualidade e detalhe da informação: - Acompanhamento permanente - Impacto ao nível do grupo de hospitais pertencentes ao grupo de controlo Slide 25

26 PPP na saúde: momento de relançar parcerias com sentido e sem preconceitos Comunicar com clareza os resultados obtidos até agora. Construir relação de sólida confiança entre estado e parceiro privado. Estado deve reforçar capacidade de controlo sobre o contrato de parceria. Internalização de boas práticas do parceiro privado para a rede pública. Alargar o âmbito das parcerias para além da prestação de serviços em ambiente hospitalar. Slide 26

27 Medicamentos e dispositivos médicos: pensar também na equidade, coesão social e inovação Redução do mercado do medicamento em valor, quer hospitalar, quer utente, apesar do segmento hospitalar ter crescido em volume. Expectativa da contracção do mercado continuar. Liquidez dos grossistas e retalhistas muito baixa tem impactado a disponibilidade. Enfoque das empresas na redução de custos, mas pouco trabalho na alteração dos modelos de negócio. Procura nos serviços de ambulatório tem impacto na estrutura do mercado de dispositivos médicos. Slide 27

28 Medicamentos e dispositivos médicos: pensar também na equidade, coesão social e inovação Redução de custos e internacionalização nas farmacêuticas. Aumento do mercado de genéricos. O nível de serviço da distribuição tenderá a baixar. Concentração/alianças horizontais e verticais na distribuição. Inovação será deixada para 2.º plano. Dispositivos médicos como solução integrada de terapêutica e surgimento de dispositivos low cost. Slide 28

29 MCDT s: transformar o mercado e otimizar a colaboração Movimento de internalização de MCDT na rede pública. Rede convencionada já apresenta níveis de concentração relevantes e focaliza-se na redução de custos. Capilariedade assegurada pela rede convencionada. Redução do incentivo à qualidade e inovação. Slide 29

30 MCDT s: transformar o mercado e otimizar a colaboração Reforçar redes de referenciação entre privados/sociais/privados. Ajustar modelos de financiamento promoção da eficiência e inovação. Garantir equidade ao nível de custos de transporte. Clareza nas decisões de internalização e externalização. Promoção da concorrência através do acesso a convenções. Slide 30

31 Financiamento da saúde: público e privado em mudança Financiamento público: - Crescimento dos encargos com saúde (valor mais que triplicou entre ) - Imposições macro-económicas - Abandono implícito das coberturas públicas Financiamento privado: - Mercado em estagnação - Aposta em oferta mais simples e alargando as coberturas gerais mas com forte enfoque no risco - Controlo dos custos de prestação Slide 31

32 Financiamento da saúde: público e privado em mudança Mercado estagnado mas com maior pendor para a sinistralidade. Produtos com coberturas alargadas, simples compreensão mas que permitam gerir o risco do financiador privado. Pressão sobre a rentabilidade do seguro de saúde. Grande enfoque na redução de custos (estratégias de curto prazo vs estratégias de longo prazo). Introdução de modelos de prestação não focalizadas no ato mas na gestão da saúde (managed care). Slide 32

33 Prestação privada e social de cuidados de saúde: ascensão de novos modelos de negócio? Preferência dos utentes por one stop shops Transferência da procura para os prestadores privados: - Congestionamento do SNS - Evolução tecnológica das unidades privadas - Segmentação da oferta Criação de alianças regionais Crescimento da oferta dos prestadores sociais: - Em que modelo de gestão? Slide 33

34 Prestação privada e social de cuidados de saúde: ascensão de novos modelos de negócio? Ganhos de saúde no ciclo de vida do cliente eficiência de referenciação e trabalho em equipes multidisciplinares. Melhoria na subscrição de risco pelas seguradoras. Concentração/acordos verticais. Procura de factores de competitividade & diferenciação. Grandes prestadores cada vez mais assumem uma posição de substituição ao SNS. Slide 34

35 Keynote Speaker: Dr. Luís Filipe Pereira Slide 35

36 Painel de debate: Moderador: Manuel Carrilho Dias Membros do painel: Eng.ª Isabel Vaz Dr. Luís Portela Prof. António Serrano Slide 36

37 Encerramento Dr. Manuel Teixeira Secretário de Estado da Saúde Slide 37

38 Encerramento Cocktail Slide 38

39 Obrigado Esta comunicação é de natureza geral e meramente informativa, não se destinando a qualquer entidade ou situação particular, e não substitui aconselhamento profissional adequado ao caso concreto. A não se responsabilizará por qualquer dano ou prejuízo emergente de decisão tomada com base na informação aqui descrita Todos os direitos reservados. refere-se à Portugal, constituída por várias entidades legais, ou à rede. Cada firma membro é uma entidade legal autónoma e independente. Para mais informações consulte

Artigo 1.º. Âmbito e objeto

Artigo 1.º. Âmbito e objeto PROJETO DE REGULAMENTO DO CONCURSO PÚBLICO PARA A SELEÇÃO DE INFRAESTRUTURAS DE INVESTIGAÇÃO E SUA INTEGRAÇÃO NO ROTEIRO NACIONAL DE INFRAESTRUTURAS DE INVESTIGAÇÃO DE INTERESSE ESTRATÉGICO Artigo 1.º

Leia mais

6.º Congresso Internacional dos Hospitais. Inovar em Saúde Mito ou realidade?

6.º Congresso Internacional dos Hospitais. Inovar em Saúde Mito ou realidade? 6.º Congresso Internacional dos Hospitais. Inovar em Saúde Mito ou realidade? 23, 24 e 25 novembro 2016 O mundo e os sistemas de saúde e sociais estão em transformação, muito por força das atuais pressões

Leia mais

SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES

SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES Jaime Andrez Presidente do CD do IAPMEI 20 de Abril de 2006 A inovação

Leia mais

Novo Modelo para o Ecossistema Polos e Clusters. Resposta à nova ambição económica

Novo Modelo para o Ecossistema Polos e Clusters. Resposta à nova ambição económica Novo Modelo para o Ecossistema Polos e Clusters Novo Modelo para o Ecossistema Polos e Clusters Resposta à nova ambição económica Resposta à nova ambição económica 02-07-2012 Novo Modelo para o Ecossistema

Leia mais

Medidas de apoio à inovação

Medidas de apoio à inovação Medidas de apoio à inovação Programa de Desenvolvimento Rural 2014-2020 Maria Pedro Silva Organização: Apoio Institucional: Grupos Rede INOVAR The Portuguese Agro, Food and Forest Innovation Network Rede

Leia mais

ACTUALIZAÇÃO ANUAL DO PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: PRINCIPAIS LINHAS DE ORIENTAÇÃO. 11 de Março de 2011

ACTUALIZAÇÃO ANUAL DO PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: PRINCIPAIS LINHAS DE ORIENTAÇÃO. 11 de Março de 2011 Ministério das Finanças e da Administração Pública ACTUALIZAÇÃO ANUAL DO PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: PRINCIPAIS LINHAS DE ORIENTAÇÃO 11 de Março de 2011 Enquadramento No actual quadro de incerteza

Leia mais

Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015]

Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015] Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015] Introdução As Organizações da Aliança Global Wycliffe desejam expressar a unidade e a diversidade do Corpo

Leia mais

Informação de Custos dos Cuidados de Saúde. Serviço Nacional de Saúde

Informação de Custos dos Cuidados de Saúde. Serviço Nacional de Saúde Informação de Custos dos Cuidados de Saúde Serviço Nacional de Saúde A Informação de custos dos Cuidados de Saúde é uma iniciativa que se pretende que venha a ter abrangência nacional, enquadrada no Programa

Leia mais

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA FACTORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA POLÍTICA DE INTENSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO EMPRESARIAL EM PORTUGAL E POTENCIAÇÃO DOS SEUS RESULTADOS 0. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

Leia mais

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para

Leia mais

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino. Cerimónia de Abertura do WTPF-09

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino. Cerimónia de Abertura do WTPF-09 INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Eng. Mário Lino Cerimónia de Abertura do WTPF-09 Centro de Congressos de Lisboa, 22 de Abril de 2009 (vale a versão

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa ANA Aeroportos de Portugal, S.A. Missão, Visão e Valores Missão da ANA A ANA - Aeroportos de Portugal, SA tem como missão gerir de forma eficiente as infraestruturas aeroportuárias

Leia mais

A Certificação das atividades de investigação, desenvolvimento e inovação (IDI) Alter do Chão 12 Novembro. Miguel Taborda - SPI

A Certificação das atividades de investigação, desenvolvimento e inovação (IDI) Alter do Chão 12 Novembro. Miguel Taborda - SPI A Certificação das atividades de investigação, desenvolvimento e inovação (IDI) Miguel Taborda - SPI Conteúdos. 1. O CONCEITO DE IDI (INVESTIGAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO) 2. A NORMA NP 4457:2007 REQUISITOS

Leia mais

INVESTIR EM I&D - PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 CIÊNCIA E INOVAÇÃO -PLANO PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 - NOVA TIPOLOGIA DE PROJECTOS

INVESTIR EM I&D - PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 CIÊNCIA E INOVAÇÃO -PLANO PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 - NOVA TIPOLOGIA DE PROJECTOS CIÊNCIA E INOVAÇÃO -PLANO PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 - NOVA TIPOLOGIA DE PROJECTOS 1 ENQUADRAMENTO - I - Os objectivos delineados na Estratégia de Lisboa e as conclusões do Conselho de Barcelona,

Leia mais

AGENDA. Da Globalização à formulação de uma estratégia de Crescimento e Emprego para a União Europeia.

AGENDA. Da Globalização à formulação de uma estratégia de Crescimento e Emprego para a União Europeia. PORTUGAL A INOVAR O Desafio do Desenvolvimento Regional AGENDA Da Globalização à formulação de uma estratégia de Crescimento e Emprego para a União Europeia. Objectivos Plano Tecnológico, a resposta portuguesa

Leia mais

Together We Create Value

Together We Create Value Together We Create Value APRESENTAÇÃO DA MUNDISERVIÇOS LISBOA 2015 A história da MundiServiços carateriza-se por um percurso de inovação e de investimento na excelência dos seus serviços, assim como por

Leia mais

Instrumentos Financeiros de Apoio à Internacionalização. Financiamentos, Garantias, Capital de Risco, etc. / SOFID, S.A.

Instrumentos Financeiros de Apoio à Internacionalização. Financiamentos, Garantias, Capital de Risco, etc. / SOFID, S.A. Ficha de Produto Tipo de Produto: Instrumentos Financeiros de Apoio à Internacionalização Produto: Financiamentos, Garantias, Capital de Risco, etc. / SOFID, S.A. Objectivo: Contribuir para o progresso

Leia mais

O Programa Enfermeiros de Família. (Página intencionalmente deixada em branco)

O Programa Enfermeiros de Família. (Página intencionalmente deixada em branco) (Página intencionalmente deixada em branco) 2 Conteúdo A Saúde Quem Somos... O programa Enfermeiros de Família... O Enfermeiro de Família Saúde... O desafio de carreira... Principais competências e responsabilidades...

Leia mais

Introdução. Carlos Alberto da Silva

Introdução. Carlos Alberto da Silva Introdução [email protected] «Toda a organização é o produto da forma como os seus membros pensam e agem. Mude a forma como as pessoas pensam e interagem e poderá mudar o mundo.» Senge et al. (1990) Um

Leia mais

PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS No âmbito da avaliação realizada, a nível internacional, sobre os fundamentos da crise financeira iniciada no Verão

Leia mais

SESSÃO TÉCNICA SOBRE O VALE I&DT E VALE INOVAÇÃO NOS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS

SESSÃO TÉCNICA SOBRE O VALE I&DT E VALE INOVAÇÃO NOS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS SI À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO SI À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME SESSÃO TÉCNICA SOBRE O VALE I&DT E VALE INOVAÇÃO NOS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Data: 13 de Outubro

Leia mais

Montepio, Portugal. Tecnologia de recirculação de notas na optimização dos processos de autenticação e de escolha por qualidade

Montepio, Portugal. Tecnologia de recirculação de notas na optimização dos processos de autenticação e de escolha por qualidade Montepio, Portugal Tecnologia de recirculação de notas na optimização dos processos de autenticação e de escolha por qualidade A qualidade e fiabilidade dos recirculadores Vertera foram determinantes na

Leia mais

SISTEMA DE APOIO AO FINANCIAMENTO E PARTILHA DE RISCO DA INOVAÇÃO (SAFPRI)

SISTEMA DE APOIO AO FINANCIAMENTO E PARTILHA DE RISCO DA INOVAÇÃO (SAFPRI) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Nº 03 / SAFPRI / 2009 SISTEMA DE APOIO AO FINANCIAMENTO E PARTILHA DE RISCO DA INOVAÇÃO (SAFPRI) CONSTITUIÇÃO OU REFORÇO DE FUNDOS DE CAPITAL DE RISCO (FCR) PROJECTOS FASE

Leia mais

Descarbonizar a economia Competitividade Desenvolvimento sustentável

Descarbonizar a economia Competitividade Desenvolvimento sustentável Descarbonizar a economia Competitividade Desenvolvimento sustentável O BCSD Portugal Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável é uma associação sem fins lucrativos, de utilidade pública,

Leia mais

A Sustentabilidade e a Inovação na formação dos Engenheiros Brasileiros. Prof.Dr. Marco Antônio Dias CEETEPS

A Sustentabilidade e a Inovação na formação dos Engenheiros Brasileiros. Prof.Dr. Marco Antônio Dias CEETEPS A Sustentabilidade e a Inovação na formação dos Engenheiros Brasileiros Prof.Dr. Marco Antônio Dias CEETEPS O PAPEL DA FORMAÇÃO ACADÊMICA Segundo diversos autores que dominam e escrevem a respeito do tema,

Leia mais

Programa Horizon 2020. Algumas Regras de Participação. Disposições Gerais

Programa Horizon 2020. Algumas Regras de Participação. Disposições Gerais Programa Horizon 2020 Fonte: Proposta de Regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho que estabelece as Regras de Participação e Difusão relativas ao «Horizonte 2020 Programa-Quadro de Investigação

Leia mais

Seminário Energia e Cidadania 23 de Abril de 2009 Auditório CIUL

Seminário Energia e Cidadania 23 de Abril de 2009 Auditório CIUL Seminário Energia e Cidadania 23 de Abril de 2009 Auditório CIUL Começo por agradecer a todos terem vindo a este seminário. Em especial à Senhora Secretária de Estado que muito nos honra com a sua presença

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha o documento

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha o documento COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 10.7.2013 SWD(2013) 252 final DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO que acompanha o documento Proposta de Decisão do Parlamento Europeu

Leia mais

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP CONTEXTO Respeitar a diversidade social e a representatividade presente nas comunidades em que as organizações se inserem é um dever ético e simultaneamente um fator

Leia mais

As regiões Portuguesas: Lisboa: Competitividade e Emprego; Madeira: Phasing-in; Algarve: Phasing-out; Norte, Centro, Alentejo, Açores: Convergência

As regiões Portuguesas: Lisboa: Competitividade e Emprego; Madeira: Phasing-in; Algarve: Phasing-out; Norte, Centro, Alentejo, Açores: Convergência A Nova Agenda da Política de Coesão no Espaço Europeu Nuno Teixeira CCDR-LVT 26.Novembro.2010 A Nova Agenda da Política de Coesão no Espaço Europeu 1 ÍNDICE I. A coesão no espaço europeu II. O Tratado

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 233/XII

PROPOSTA DE LEI N.º 233/XII PROPOSTA DE LEI N.º 233/XII PLANO NACIONAL DE AÇÃO PARA OS DIREITOS DA CRIANÇA As crianças são encaradas como sujeitos de direitos, a partir do momento em que o seu bem-estar é concebido como uma consequência

Leia mais

A Declaração Política de Recife sobre Recursos Humanos para a Saúde: compromissos renovados para a cobertura universal de saúde

A Declaração Política de Recife sobre Recursos Humanos para a Saúde: compromissos renovados para a cobertura universal de saúde A Declaração Política de Recife sobre Recursos Humanos para a Saúde: compromissos renovados para a cobertura universal de saúde 1. Nós, representantes dos governos que se reuniram no Recife, Brasil, de

Leia mais

A REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS

A REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS CAD 8 27/9/7 14:28 Page 6 A REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS LUÍS PISCO COORDENADOR DA MISSÃO PARA OS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS. O Programa do XVII Governo Constitucional (1), na área da saúde,

Leia mais

FICHA DE CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTO

FICHA DE CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTO CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTO Estudo da Sustentabilidade das Empresas Recém Criadas Produção apoiada pelo Programa Operacional de Emprego, Formação e Desenvolvimento Social (POEFDS), co-financiado pelo Estado

Leia mais

Projectar o Algarve no Futuro

Projectar o Algarve no Futuro Projectar o Algarve no Futuro Os Novos Desafios do Algarve Região Digital [email protected] 25 Maio 2007 Auditório Portimão Arena Um mundo em profunda mudança O Mundo enfrenta hoje um processo

Leia mais

4. Princípios da Gestão da Qualidade

4. Princípios da Gestão da Qualidade FEUP MIEIG & MIEM Ano letivo 2013/14 Disciplina: Gestão da Qualidade Total Parte 1: Fundamentos de Gestão da Qualidade 4. Princípios da Gestão da Qualidade (v1 em 2 de setembro) José A. Faria, [email protected]

Leia mais

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º.

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º. Legislação Portaria n.º 542/2007, de 30 de Abril Publicado no D.R., n.º 83, I Série, de 30 de Abril de 2007 SUMÁRIO: Aprova os Estatutos do Instituto da Construção e do Imobiliário, I.P.. TEXTO: O Decreto-Lei

Leia mais

Análise jurídica para a ratificação da Convenção 102 da OIT

Análise jurídica para a ratificação da Convenção 102 da OIT Análise jurídica para a ratificação da Convenção 102 da OIT A análise do quadro jurídico para a ratificação da Convenção 102 da OIT por Cabo Verde, inscreve-se no quadro geral da cooperação técnica prestada

Leia mais

FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS

FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS INFORMAÇÃO Carreiras Médicas e Contratação Colectiva Na sequência da entrada em vigor da nova legislação laboral da Administração Pública (Lei n.º 12 A/2008 e Lei n.º 59/2008),

Leia mais

Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira

Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira 1 de 9 Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira PREÂMBULO O Hospital Vila Franca de

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 30 de Novembro de 2000 (13.10) (OR. fr) 14110/00 LIMITE SOC 470

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 30 de Novembro de 2000 (13.10) (OR. fr) 14110/00 LIMITE SOC 470 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 30 de Novembro de 2000 (13.10) (OR. fr) 14110/00 LIMITE SOC 470 ENVIO DE TEXTO de: Conselho (Emprego e Política Social) para: Conselho Europeu de Nice Nº doc. ant.:

Leia mais

4. PRINCÍPIOS DE PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS

4. PRINCÍPIOS DE PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS 4. PRINCÍPIOS DE PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS A abordagem estratégica que se pretende implementar com o Plano Regional da Água deverá ser baseada num conjunto de princípios nucleares que, sendo unanimemente

Leia mais

9º Encontro Nacional SINAENCO Novas formas de contratação 1º. de dezembro de 2011

9º Encontro Nacional SINAENCO Novas formas de contratação 1º. de dezembro de 2011 A Estruturadora Brasileira de Projetos tem por missão desenvolver, com imparcialidade e transparência, projetos de infraestrutura que contribuam para o desenvolvimento econômico e social brasileiro criando

Leia mais

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2007/A de 19 de Novembro de 2007 Regulamenta o Subsistema de Apoio ao Desenvolvimento da Qualidade e Inovação O Decreto Legislativo Regional

Leia mais

Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais Acções. 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias

Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais Acções. 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1. Oferta Formativa 1.1. Dinamizar e consolidar a oferta formativa 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1.1.2. Promover o funcionamento de ciclos de estudos em regime

Leia mais

Valorização e Qualificação dos Recursos Humanos da Segurança Social

Valorização e Qualificação dos Recursos Humanos da Segurança Social Valorização e Qualificação dos Recursos Humanos da Segurança Social Dr. Hugo Brás Chefe do Departamento de Recursos Humanos do Instituto Nacional de Segurança Social Workshop Protecção Social Obrigatória:

Leia mais

Serviços de Acção Social do IPVC. Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores

Serviços de Acção Social do IPVC. Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores Aprovadas pelo Conselho de Acção Social do IPVC em 1 de Fevereiro de 2011 Serviços de Acção Social do IPVC Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores O Conselho de Acção Social do Instituto Politécnico

Leia mais

PARECER N.º 2 / 2012

PARECER N.º 2 / 2012 PARECER N.º 2 / 2012 DOTAÇÃO DE PESSOAL NO SERVIÇO DE PEDIATRIA ONCOLÓGICA 1. A questão colocada Solicitar o parecer da Ordem acerca da dotação de pessoal no serviço de Pediatria Oncológica, dado que não

Leia mais

Inovação no Financiamento

Inovação no Financiamento Inovação no Financiamento José Mendes Ribeiro Covilhã,18 de Maio de 2007 UBI_JMR_Maio 2007 Três perguntas simples...... de resposta muito complexa! Quem financia, hoje, a SAÚDE? Onde é gasto o dinheiro?

Leia mais

1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os

1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os A IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO ASSOCIATIVO NA DINAMIZAÇÃO DA ACTIVIDADE EMPRESARIAL 1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os interesses das empresas junto do poder

Leia mais

Melhor Contabilidade, Condição de Planeamento e Gestão Eficaz da Despesa Pública

Melhor Contabilidade, Condição de Planeamento e Gestão Eficaz da Despesa Pública Melhor Contabilidade, Condição de Planeamento e Gestão Eficaz da Despesa Pública Teodora Cardoso Apresentação na Conferência UM NOVO OLHAR SOBRE A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: O SNC-AP, Instituto Politécnico

Leia mais

01. Missão, Visão e Valores

01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 06 Missão, Visão e Valores Missão A missão do ICP-ANACOM reflecte a sua razão de ser, concretizada nas actividades que oferece à sociedade para satisfazer

Leia mais

Metodologia de construção o da co- responsabilidade para o bem estar de todos a nível local

Metodologia de construção o da co- responsabilidade para o bem estar de todos a nível local FORMAÇÃO: : A METODOLOGIA SPIRAL Metodologia de construção o da co- responsabilidade para o bem estar de todos a nível local Divisão I&A Coesão Social do Conselho da Europa Instituto da Segurança Social

Leia mais

Miguel Poiares Maduro. Ministro-Adjunto e do Desenvolvimento Regional. Discurso na Tomada de Posse do Presidente da Comissão de

Miguel Poiares Maduro. Ministro-Adjunto e do Desenvolvimento Regional. Discurso na Tomada de Posse do Presidente da Comissão de Miguel Poiares Maduro Ministro-Adjunto e do Desenvolvimento Regional Discurso na Tomada de Posse do Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte CCDR Norte Lisboa, 09 de agosto

Leia mais

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA Índice Capítulo I Disposições gerais Secção I Noção, âmbito e objectivos Art.º 1 - Noção e âmbito material Art.º 2 - Objectivos

Leia mais

PROJECTO REDE EM PRÁTICA

PROJECTO REDE EM PRÁTICA PROJECTO REDE EM PRÁTICA O Programa Rede Social no Contexto Europeu e o Futuro da Política de Coesão Janeiro 2012 O Programa Rede Social no Contexto Europeu e o Futuro da Política de Coesão 1. O Programa

Leia mais

O SMMP oferece aos seus associados uma apólice de Internamento Hospitalar, com as seguintes características:

O SMMP oferece aos seus associados uma apólice de Internamento Hospitalar, com as seguintes características: SEGUROS E ASSISTÊNCIA MÉDICA DOS ASSOCIADOS DO SMMP RESUMO 2015 SEGURO DE INTERNAMENTO HOSPITALAR O SMMP oferece aos seus associados uma apólice de Internamento Hospitalar, com as seguintes características:

Leia mais

Prioridades da presidência portuguesa na Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

Prioridades da presidência portuguesa na Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Prioridades da presidência portuguesa na Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Prioridades da presidência portuguesa da União Europeia na área de Ciência e Tecnologia Construir o futuro da Ciência e da

Leia mais

PROCESSO DE AUDITORIA AO SISTEMA DE GESTÃO IDI. Coimbra / Instituto Pedro Nunes 28 de Outubro de 2014

PROCESSO DE AUDITORIA AO SISTEMA DE GESTÃO IDI. Coimbra / Instituto Pedro Nunes 28 de Outubro de 2014 PROCESSO DE AUDITORIA AO SISTEMA DE GESTÃO IDI Coimbra / Instituto Pedro Nunes 28 de Outubro de 2014 1 2 Normalização *Em 2013 Normas em Catálogo (UNE e ratificadas) Novas normas UNE ajudarão a: - Melhorar

Leia mais

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT TURISMO: TENDÊNCIAS E SOLUÇÕES Exmos. Senhores Conferencistas, Antes de

Leia mais

6 Conclusão do estudo e implicações empresariais

6 Conclusão do estudo e implicações empresariais 6 Conclusão do estudo e implicações empresariais Este estudo buscou entender o fenômeno da criação de aceleradoras corporativas por parte de empresas de grande porte, com base na análise dos dois casos

Leia mais

EngIQ. em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química. Uma colaboração:

EngIQ. em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química. Uma colaboração: EngIQ Programa de Doutoramento em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química Uma colaboração: Associação das Indústrias da Petroquímica, Química e Refinação (AIPQR) Universidade de Aveiro Universidade

Leia mais

ECONOMIA E EMPREENDEDORISMO

ECONOMIA E EMPREENDEDORISMO ECONOMIA E Rui Leão Martinho Junho 2013 O O termo empreendedor é derivado da palavra francesa entrepreneur e foi usada pela primeira vez em 1725, pelo economista irlandês Richard Cantillon, reconhecido

Leia mais

Projecto de Lei nº 68/XII. Lei de Bases da Economia Social

Projecto de Lei nº 68/XII. Lei de Bases da Economia Social Projecto de Lei nº 68/XII Lei de Bases da Economia Social A Economia Social tem raízes profundas e seculares na sociedade portuguesa. Entidades como as misericórdias, as cooperativas, as associações mutualistas,

Leia mais

Prémio Desenvolvimento Sustentável

Prémio Desenvolvimento Sustentável Prémio Desenvolvimento Sustentável 1 Prémio Desenvolvimento Sustentável A noção de que o desenvolvimento sustentável é um investimento a longo prazo, com vista à criação de valor para os stakeholders através

Leia mais

Política nacional. Empreendedorismo Fator fundamental e prioritário para o desenvolvimento e aumento da competitividade da economia nacional.

Política nacional. Empreendedorismo Fator fundamental e prioritário para o desenvolvimento e aumento da competitividade da economia nacional. Criar a Empresa O desafio do empreendedorismo! Política nacional Empreendedorismo Fator fundamental e prioritário para o desenvolvimento e aumento da competitividade da economia nacional. Empreendedorismo

Leia mais

Práticas de Responsabilidade Social: Limites e Potencialidades

Práticas de Responsabilidade Social: Limites e Potencialidades Práticas de Responsabilidade Social: Limites e Potencialidades Responsabilidade social, políticas e participação 15/12/08 Hermínia Gonçalves 1. Transformações sociopolíticas nas sociedades ocidentais A

Leia mais

Projeto Educativo da Escola Profissional de Leiria

Projeto Educativo da Escola Profissional de Leiria Projeto Educativo da Escola Profissional de Leiria A educação é a ferramenta mais poderosa que podemos usar para mudar o mundo Nelson Mandela 1- INTRODUÇÃO A Lei de Bases do sistema Educativo Português

Leia mais

NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952

NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952 NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952 Bureau Internacional do Trabalho 1 Ratificação Como são utilizadas as Normas Internacionais do Trabalho?

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Este material resulta da reunião de fragmentos do módulo I do Curso Gestão Estratégica com uso do Balanced Scorecard (BSC) realizado pelo CNJ. 1. Conceitos de Planejamento Estratégico

Leia mais

José Mendes Ribeiro Ciclo de Conferências ÁGORA: Ciência e Sociedade - 7ª Conferência Desafios e sustentabilidade do sistema de saúde

José Mendes Ribeiro Ciclo de Conferências ÁGORA: Ciência e Sociedade - 7ª Conferência Desafios e sustentabilidade do sistema de saúde Inclusivo, equitativo, sustentável José Mendes Ribeiro Ciclo de Conferências ÁGORA: Ciência e Sociedade - 7ª Conferência Desafios e sustentabilidade do sistema de saúde Auditório do Instituto para a Investigação

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental PRSA

Política de Responsabilidade Socioambiental PRSA 1. OBJETIVO Em atendimento à Resolução do Banco Central do Brasil nº 4.327 de 25 de abril de 2014, que dispõe sobre as diretrizes que devem ser observadas no estabelecimento e na implementação da Política

Leia mais

EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO. José Matias Alves

EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO. José Matias Alves Seminário NORTE 2015 O Desenvolvimento Regional no Novo Horizonte Europeu: O caso do Norte de Portugal 25.Maio.2005 EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO José Matias Alves Norte Continente População 25-64 com 12º ano 22

Leia mais

Valorizar os produtos da terra. Melhorar a vida das nossas aldeias. documento síntese para consulta e debate público 9 Fev 2015

Valorizar os produtos da terra. Melhorar a vida das nossas aldeias. documento síntese para consulta e debate público 9 Fev 2015 PROGRAMA VISEU RURAL Valorizar os produtos da terra Melhorar a vida das nossas aldeias documento síntese para consulta e debate público 9 Fev 2015 CONSELHO ESTRATÉGICO DE VISEU Apresentação. O mundo rural

Leia mais

Intervenção Psicossocial na Freguesia de São Julião do Tojal, especificamente no Bairro CAR

Intervenção Psicossocial na Freguesia de São Julião do Tojal, especificamente no Bairro CAR Comissão Social de Freguesia de São Julião do Tojal Intervenção Psicossocial na Freguesia de São Julião do Tojal, especificamente no Bairro CAR 1- Enquadramento do Projecto A freguesia de São Julião do

Leia mais

Fondo Europeo de Desarrollo Regional

Fondo Europeo de Desarrollo Regional Anúncio da Autoridade de Gestão (Vice-secretaria da Economia e Assuntos Económicos com a União Europeia do Governo das Canárias), pelo qual se dá publicidade à primeira convocatória do Programa Operacional

Leia mais