Por que o Agronegócio é o Negócio do Brasil?
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- Isabella Fernandes Paiva
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1 Por que o Agronegócio é o Negócio do Brasil? Prof. Samuel Ribeiro Giordano, Dr.Sc. Coordenador de Projetos do Pensa Programa de Agronegócios da Universidade de São Paulo-Brasil [email protected] Antes de entrar propriamente nos agronegócios situaremos o Brasil no contexto socioeconômico para que possamos ter um quadro mais preciso de seus valores. O Produto interno Bruto do Brasil em 2002 foi de US$452 bilhões, com uma renda per capita de cerca de US$2.000,00. Este desempenho coloca o Brasil em 11º lugar dentre as economias do mundo. No período de 2000 a 2002 o crescimento foi de cerca de 2% ao ano. O regime político é democrático, presidencialista, com eleições livres. O setor dos agronegócios representa, hoje, no Brasil, um volume de negócios de cerca de 38 % do Produto Interno Bruto do Brasil, significando um volume de recursos equivalente a US$171 bilhões. Estes números podem parecer demasiadamente grandes para a comunidade internacional porem para as dimensões do Brasil eles são normais. Com uma superfície total de 8,5 milhões de quilômetros quadrados, o Brasil possui 19% das terras aráveis ainda existentes no mundo, sendo considerado, por isto a última fronteira agrícola existente. O Brasil utiliza-se hoje de apenas 10% das suas terras potencialmente aráveis. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias-EMBRAPA, o estoque de terras viáveis, do ponto de vista da sustentabilidade, está ao redor de 60 milhões de ha (600 mil km2), o que equivale a pouco mais do território total da França. Isto sem incluir a região da floresta amazônica neste cálculo. Do total dos valores obtidos com exportações do Brasil os agronegócios contribuem com cerca de 40% representando, neste ultimo ano de 2002 um saldo positivo na Balança de Exportações dos agronegócios da ordem de US$ 24 bilhões. Considerando-se todos os setores envolvidos nos agronegócios cerca de 14 milhões de empregos são gerados nestas atividades. Dentre os maiores exportadores de produtos agroindustriais do mundo o Brasil situa-se em 4º lugar tendo seu foco principal nas commodities industrializadas. A tabela abaixo apresenta o ranking dos produtos brasileiros nas exportações mundiais: Posição Produto % das exportações no mundo Primeiro Café 17 Primeiro Suco de Laranja 80 Primeiro Açúcar 16 Segundo Soja 24 Terceiro Frangos 15 Terceiro Carne Bovina 10
2 Milhões de ha Milhões de t A produção agrícola e o processamento estão hoje concentrados nas regiões centro-oeste e sudeste. As fronteiras agrícolas tem avançado em direção norte, nos cerrados nos estados do Mato Grosso, Pará, Bahia, Piauí e Maranhão. O valor total das exportações agrícolas do Brasil cresceu muito, nos últimos 8 anos, dinamizado pelas mudanças internas dos padrões de consumo, responsáveis pela inovações tecnológicas na produção agrícola, e pelas transformações na logística de abastecimento e transporte. A renda do consumidor brasileiro também tem melhorado n os últimos 9 anos graças aos planos de estabilização econômica e ao controle da inflação. Este aumento de demanda sentido no setor de alimentos como um todo, não significou aumentos expressivos na ocupação territorial por lavouras. O que tem ocorrido é um significativo aumento da produtividade, da ordem de 30 % nestes últimos anos, conforme demonstra o gráfico abaixo de produção e ocupação territorial. Área e Produção-Brasil (Arr,Feij,alg,avei,amen,cent,cev,mamo,soj,sor,trig) Área ,3 37,5 39,3 Produção ,7 97,3 100,5 Fonte:CONAB Anos Área Produção
3 Quando se compara o crescimento do consumo de alimentos do Brasil com os valores da Europa e dos Estados Unidos, percebe-se que n o Brasil o crescimento é muito maior. isto é explicado pela demanda reprimida por alimentos de uma significativa parcela da população que, aos poucos, vai tendo capacidade de consumir. Um exemplo interessante é o do leite cujo consumo em volume cresceu 25% no período de 1994 a O gasto das famílias com comida para comer em casa cresceu 80% no mesmo período, ao passo que com a comida pronta dobrou. Os números de crescimento com chocolates (74%) salsichas (77%) refrigerantes (47%)e biscoitos(58%) também impressionam técnicos acostumados aos crescimentos europeus e americanos. Estes dados demonstram que o mercado consumidor brasileiro esta crescendo e mudando, dos produtos crus para os produtos industrializados e com alto valor agregado. Esta mudança gera uma mudança também no perfil dos produtos alimentícios que o Brasil tem disponíveis para a exportação. De outro lado, à medida que os gastos da população brasileira aumentam, aumenta também A concentração dos estabelecimentos de varejo que comercializam alimentos. Após o processo de estabilização da economia ocorreram processos de aquisição e associação de várias empresas causando esta situação principalmente nas áreas de supermercados. Hoje cerca de 80% dos alimentos industrializados são vendidos por supermercados. Aqueles produtos que eram vendidos tradicionalmente em feiras ao ar livre ou em padarias, como frutas, verduras e folhosas hortícolas, e leite fluido e pão, também passaram a ser comercializadas nos supermercados. As modernas lojas de varejo que adotam tecnologia de REC-resposta eficiente ao consumo, e Troca Eletrônica de informações, são responsáveis por 72% dos gastos dos consumidores com alimentos enquanto que 15 % vão para os serviços de alimentação,. Nesses serviços incluem-se os restaurantes de refeições rápidas, restaurantes tradicionais e os campeões de preferência no Brasil que são os restaurantes a quilo, nos quais o consumidor, por um preço fixo por quilograma de alimento, escolhe uma farta variedade de saladas, pratos quentes e carnes. O aumento explosivo deste tipo de serviço foi responsável pela mudança no perfil de produção e oferta dos alimentos, incentivando e acelerando a produção de hortaliças e legumes. A conseqüência direta dos investimentos em tecnologia e da entrada de novas empresas na indústria de alimentos foi o aumento da pressão na competitividade. Este fato provocou a diminuição de preços, o aumento do número de produtos, a segmentação e diferenciação de mercado. Na questão específica da diferenciação de mercado, ela se apoiou na qualidade, com a inclusão de novas tendências dos consumidores associada com preocupações ligadas à saúde, nutrição e segurança do alimento. Pode-se então afirmar que as várias dimensões das preocupações européias e suas tendências na indústria de alimentos tais como legislação, segurança alimentar, origem e rastreabilidade dos produtos, tendência para frutas frescas ou resfriadas, estão também, em variados graus contemplados pelo setor dos agronegócios no Brasil. Estas expectativas dos consumidores e dos varejistas tem proporcionado um efeito marcante nos produtores brasileiros, dos quais se requer a adoção de novas práticas e tecnologias, investimentos em novos equipamentos e aquisição de novos conhecimentos. O setor de laticínios, para o qual o governo brasileiro desenvolveu leis para regulamentar a sanidade dos produtos, atendendo às demandas das indústrias, constitui-se num exemplo interessante. A lei solicita a refrigeração do produto ao nível da fazenda e sistemas refrigerados de transporte. Mais para a frente a lei poderá exigir ordenha mecânica, o que será bom para produtores que, tirando vantagem de seus sistemas de refrigeração queiram fazer uma segunda ordenha em seus animais.
4 Também a carne bovina avançou muito na área do atendimento de novos requisitos voltados para os mercados internacionais. Com o advento do mal da vaca louca(bse) na Europa, o padrão brasileiro adotado há séculos de gado criado a pasto passou a ser valorizado. Decorrente do interesse dos mercados europeu, americano e asiático na carne brasileira, iniciou-se um dos maiores programa do mundo de rastreabilidade e determinação das origens dos animais desde o seu nascimento até o seu abate. Para isso utilizam-se técnicas avançadas de chips implantados nas orelhas dos animais, contendo as informações de sua vida, garantindo assim aos consumidores o completo conhecimento do animal. Isso deu ao produto brasileiro uma reputação inigualável no mundo, passando seu produto a ser demandado por muito mercados tradicionais. A produção de carne suína brasileira, seguindo o caminho da carne bovina, conseguiu também avançar em tecnologia e controle de pestes e endemias, abrindo as portas de mercado anteriormente fechados ao Brasil por causa de barreiras sanitárias. Os preços tanto da carne bovina brasileira quanto da carne suína são extremamente competitivos e atraentes aos olhos do mercado internacional. A grande produção de soja eleva o Brasil à categoria de segundo produtor mundial e exportador mundial, quase alcançando os Estados Unidos na exportação. Produtos tradicionalmente exportado como o farelo de soja destinado à ração animal continua a ser demandado, ao passo que um produto não tradicionalmente exportado como o óleo de soja, começa a bater records de exportação. Produtos de soja diferenciados com altos teores protéicos ou altos teores de óleo começam a ser visualizados como vantajosos para os importadores internacionais criando novas oportunidades para os produtores brasileiros se especializarem em produtos com maior valor agregado e de melhores preços. A transformação dos agronegócios brasileiros ocorrida nos últimos dez anos lhe confere uma gama bastante extensa de oportunidade para interesses de outros países: Do lado da produção, em que pesem certas semelhanças de condições de produção entre Brasil e Rússia, como extensão territorial, solos cultiváveis e agricultura extensiva e em grande escala, o Brasil possui certas vantagens comparativas que lhe confere amplas possibilidades de atender vários mercados diferentes. Dentre essas vantagens destacam-se : alta insolação do território brasileiro conferindo-lhe uma alta taxa de fotossíntese. Tradição em produzir frutas, grãos e carnes numa ampla latitude geográfica suprindo várias entressafras internacionais. Ausência de invernos rigorosos e ausência de neve. Tecnologia desenvolvida nacionalmente com adaptação para diversos cultivares às diferentes latitudes. Com relação às oportunidades tecnológicas do Brasil citam-se as seguintes : Maquinas agrícolas especializadas Tecnologia de irrigação Colheitadeiras de grãos para diferentes lavouras Defensivos para agricultura Fertilizantes Sementes Pastagens Florestamentos e reflorestamentos Condicionadores de solos Genética animal Genética Vegetal
5 Consultoria em projetos agrícolas e pecuários Com relação aos produtos tradicionalmente exportados pelo Brasil pode-se citar: Carne Bovina Carne Suína Carne de aves Ovos frescos e em pó Farelo de soja Óleo de soja Soja Grão Frutas tropicais frescas e resfriadas Frutas em conservas Café em Grão torrado Café solúvel Laticínios Enfim o Brasil do século 21 está preparado para as parcerias comerciais. como um vetor tecnológico e moderno difundindo o conceito de alimentos sadios e rastreáveis, oferecendo o que ele tem de melhor para a comunidade internacional. Os números e o crescimento das exportações são a melhor prova dessa capacidade. Artigo publicado na Revista da Câmara de Comercio Brasil Rússia Revista Multi Brasil Rússia em 2003 p
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