Ométodo antropométrico é o que tem rece

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ométodo antropométrico é o que tem rece"

Transcrição

1 Revista TREINAMENTO DESPORTIVO 29 ORIGINAL Validação de equações para estimar a densidade corporal e/ou percentual de gordura para militares masculinos Maria Fátima Glaner Universidade Federal de Santa Maria RS (UFSM) Ciro R. Rodriguez-Añez Universidade Católica do Paraná PR (PUC) TREINAMENTO DESPORTIVO RESUMO O objetivo deste estudo foi verificar a validade concorrente de 25 equações específicas e 27 generalizadas, para estimar a densidade corporal e/ou percentual de gordura (%G), em militares masculinos. Foram coletados os dados de 77 militares, lotados em Santa Maria, RS, com idade média de 19,62 ± 1,00 anos. Foram mensuradas 9 dobras cutâneas (DC), 3 perímetros, estatura e massa corporal. A densidade corporal mensurada (Dm) obtida através da pesagem hidrostática foi adotada como critério, cujo valor médio foi de 1,0689 ± 0,0106 g/ml. O valor médio do %G derivado da Dm foi de 13,12 ± 4,61%. Os resultados obtidos em relação as equações específicas evidenciaram que: a equação linear de KATCH & McARDLE (1973) que usa 3 DCs, a logarítmica de GUEDES (1985) que usa uma DC, as quadráticas de THORLAND et al. (1984) que usam 3 e 7 DCs, e a linear de SLOAN (1967) que usam duas DCs apresentam validade concorrente para estimar a densidade em militares brasileiros. Já, as equações generalizadas que validaram são: a logarítmica de JACKSON & POLLOCK (1978) que usa 7 DCs, 2 perímetros e a idade, e, 12 equações quadráticas de PETROSKI (1995) que usam de 2 a 9 DCs, combinadas estas com 2 perímetros e a idade, ou somente com a idade. As equações generalizadas estimaram com maior acuracidade a densidade do que as específicas. Palavras Chaves: cineantropometria, composição corporal, validação, equações de regressão, militares masculinos. ABSTRACT The objective of this study was to verify the validity of 25 specifics and 27 generalized equations to estimate the body density and/or body fat percent (F%), of military men. Data from 77 military men, with mean age of ± 1.00 years, serving in Santa Maria, RS, were collected. Were measured 9 skin folds (SF), 3 circumferences, height and weight. The body density measured Volume 4 Número Artigo Original: págs. 29 a 36 (Dm) obtained under water weighting was used as criterion and its mean value was ± g/ml. The mean value of F% derived from Dm was ± 4.61%. The obtained results in relation to the specific equation evidenced that: the linear equation of KATCH & McARDLE (1973) which uses 3 SF, the logarithmic of GUEDES (1985) which uses one SF, the quadratics of THORLAND et al. (1984) which uses 3 and 7 SF and the linear equation of SLOAN (1967) which use 2 SF, presented concurrent validity to estimate body density of military men. The generalized equation validated were the logarithmic of JACKSON & POLLOCK (1978) which use 7 SF, 2 circumferences and the age, and 12 quadratic equations of PETROSKI (1995) which use 2 to 9 SF combined witch 2 circumferences and the age or only with the age. The generalized equations estimate with more accuracy the body density than compared with the specifics. Key Words: kineanthropometry, body composition, validation, regression equation, military men. INTRODUÇÃO Ométodo antropométrico é o que tem rece bido maior aceitação para a estimativa da densidade corporal. Isto é devido ao fato dele requerer equipamentos de baixo custo, possibilitar a mensuração de um grande número de sujeitos em pouco tempo e, principalmente, pelos resultados obtidos através dele se correlacionarem muito bem com os resultados obtidos pela pesagem hidrostática. Sendo este último método adotado como critério para validação de outros métodos. O método antropométrico é caracterizado pelo uso de dobras cutâneas (DC) e perímetros, entre outras

2 30 Revista TREINAMENTO DESPORTIVO variáveis, em equações para estimar a densidade corporal e/ou percentual de gordura (%G). Na literatura existem várias equações antropométricas para estimar a densidade e o %G em homens, como as de SLOAN (1967), FAULKNER (1968), KATCH & McARDLE (1973), JACKSON & POLLOCK (1978), GUEDES (1985), PETROSKI (1995), entre outras. As equações existentes dividem-se em específicas e generalizadas, e podem ser classificadas em três modelos matemáticos: linear, quadrático e logarítmico. Cada um desses modelos possui características peculiares, bem como suas vantagens e desvantagens. As equações específicas são desenvolvidas a partir de populações homogêneas em idade, aptidão física e composição corporal. Já, as generalizadas são desenvolvidas a partir de populações heterogêneas em idade, composição corporal e aptidão física. Todavia, todas as equações são específicas por sexo. As variáveis antropométricas mais usadas no desenvolvimento de equações são as DCs, sozinhas ou em combinação com os perímetros e a idade. Os diâmetros ósseos e a estatura também estão incluídos em alguns modelos. Geralmente as equações são empregadas sem uma validação prévia às populações/amostras em questão. Isto pode mascarar os resultados obtidos, pois as equações são específicas à sua população de origem. Sendo assim, é evidente a necessidade de desenvolver equações ou validar as já existentes. Há pouco tempo, PETROSKI (1995) desenvolveu e validou 16 equações generalizadas para homens brasileiros (n = 304) entre 18 e 66 anos. Este mesmo pesquisador, quando analisou a validade cruzada de 41 equações, concluiu que as equações generalizadas que possuem validade concorrente para estimar a densidade em homens brasileiros são: as quadráticas de JACKSON & POLLOCK (1978), que usam a idade, a soma de 3 e 7 DCs, e os perímetros do antebraço e do abdômen; e, a logarítmica que usa a idade, 7 DCs e os perímetros do antebraço e do abdômen. As equações específicas que validaram no estudo de Petroski foram 5 logarítmicas de GUEDES (1985), que usam de uma a 5 DCs; e, a equação linear de SLOAN (1967), que usa duas DCs. Mais recentemente, RODRIGUEZ-AÑEZ (1997) desenvolveu e validou 17 equações específicas para 81 militares com idade entre 18 e 22 anos. Pode ser observado a inexistência de validação cruzada das diferentes equações, nacionais e estrangeiras, para militares masculinos brasileiros. Portanto, este estudo foi desenvolvido com o objetivo de verificar a validade concorrente de 25 equações específicas e 27 generalizadas, para estimar a densidade corporal e/ou percentual de gordura em militares masculinos. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A amostra deste estudo foi composta por 77 militares da 8a Região de Circunscrição Militar, lotados na cidade de Santa Maria, RS. A massa corporal e a estatura foram mensurados com precisão de 100 gr e 0,1 cm, respectivamente. Seguindo os procedimentos de CALLAWAY et al. (1991) foram mensurados os perímetros corporais, usando uma fita métrica Buterfly, com precisão de 0,1 cm; e, as DCs, com um compasso Lange que possui escala de 1 mm, conforme procedimento de HARRISON et al. (1991). De acordo com este procedimento as DCs axilar média e abdominal são mensuradas no sentido horizontal. No entanto, foram mensuradas nos sentidos obliquo e vertical, respectivamente, por serem estes os procedimentos mais adotados no Brasil, segundo PETROSKI (1995). As DCs foram mensuradas do lado direito dos avaliados, repetidas 3 vezes intercalas em cada ponto anatômico. Foi usado a média dos 3 escores, ou o escore correspondente a dois valores coincidentes. A pesagem hidrostática foi realizada na posição grupada conforme descrito em PETROSKI (1995), observando os procedimentos sugeridos por KATCH et al. (1967) e recomendações de

3 Revista TREINAMENTO DESPORTIVO 31 HEYWARD (1991). O volume residual (VR) foi estimado pela equação de GOLDMAN & BECKLAKE (1959), a qual considera a idade e estatura, conforme a seguir. VR ( l ) = 0,017 (idade anos ) + 0,027 (estatura cm ) 3,477. A densidade corporal mensurada (Dm) foi obtida pela equação seguinte. MC Dm (g / ml) = [(MC PS) / Da] (VR + 0,1) Onde: MC = Massa Corporal (kg). PS = Peso Submerso na água (kg). Da = Densidade da água. 0,1 = Constante de gás gastrointestinal (100 ml). O percentual de gordura foi estimado pela equação de SIRI (1961). % G = (495 / D) 450 A massa de gordura (MG) e a massa corporal magra (MCM) foram obtidas pelas equações a seguir. MG = MC (kg) * (100 / %G) MCM (kg) = MC MG Este estudo de validação foi delimitado a 25 equações específicas e 27 generalizadas, apresentadas nas TABELAs 1 e 2, respectivamente. As sugestões de LOHMAN (1992) foram seguidas para a análise de validação, através dos cálculos do coeficiente de correlação linear de Pearson (r), teste t pareado (t), erro constante (EC), erro total (ET) e erro padrão de estimativa (EPE), onde: Dm = Densidade mensurada pela pesagem hidrostática. De = Densidade estimada por equação. EC = Dm De ET = Σ (De Dm) 2 / n EPE = s 1 R 2 Para os cálculos estatísticos foi utilizado o SPSS/PC. Tabela 1 Equações específicas utilizadas na análise de validação cruzada. Fonte Numeração Equações específicas para estimar a densidade corporal Idade (anos) R EPE Katch & McArdle Eq. 1 D = 1, ,00083(TR) - 0,00087(SE) - 0,00098(PAB) + 0,00210(PA) ,89 0,0066 (1973) Eq. 2 D = 1, ,00103(TR) - 0,00056(SE) - 0,00054(AB) ,86 0,0072 Eq. 3 D = 1, ,00357(PBR) - 0,00127(PAB) + 0,00524(PA) ,86 0,0072 Pollock et al. Eq. 4 D = 1, ,00103(PT) - 0,00085(CX) ,81 0,0082 (1976) Eq. 5 D = 1, ,00065(PT) - 0,00055(SE) - 0,00080(CX) ,82 0,0080 Durnin & Rahman (1967) Eq. 6 D = 1,1610-0,0632(Log 10 BI+TR+SE+SI) ,835 0,0069 Eq. 7 D = 1, ,05437(Log 10 AB) ,864 0,0064 Eq. 8 D = 1, ,06550(Log 10 AB+TR) ,880 0,0061 Eq. 9 D = 1, ,06706(Log 10 AB+TR+SI) ,894 0,0057 Guedes Eq. 10 D = 1, ,07030(Log 10 AB+TR+SI+AX) ,894 0,0057 (1985) Eq. 11 D = 1, ,07848(Log 10 AB+TR+SI+AX+SE) ,894 0,0057 Eq. 12 D = 1, ,08119(Log 10 AB+TR+SI+AX+SE+CX) ,899 0,0056 Eq. 13 D = 1, ,08214(Log 10 AB+TR+SI+AX+SE+CX+PM) ,904 0,0055 Eq. 14 D = 1, ,08384(Log 10 AB+TR+SI+AX+SE+CX+PM+BI) ,901 0,0055 Durnin & Womersley (1974) Eq. 15 Eq. 16 D = 1,1620-0,0630(Log 10 TR+BI+SE+SI). D = 1,1631-0,0632(Log 10 TR+BI+SE+SI) ,0073 0,0084 Thorland et al. (1984) Eq. 17 Eq. 18 D = 1,1091-0,00052(X 1 ) + 0, (X 1 ) 2. D = 1,1136-0,00154(X 2 ) + 0, (X 2 ) ,82 0,81 0,0055 0,0056 Sloan (1967) Eq. 19 D = 1,1043-0,001327(CX) - 0,001310(SE) ,84 0,0067 Forsyth & Sinning (1973) Eq. 20 D = 1, ,00168(SE) - 0,00127(AB) ,82 0,006 Eq. 21 D = 1, ,00162(SE) - 0,00144(AB) - 0,00077(TR) + 0,00071(PT) ,84 0,006 Eq. 22 D = 1, ,00169(SE) + 0,00444(ES) - 0,00130(AB) ,86 0,005 Eq. 23 D = 1, ,00164(SE) + 0,00410(ES) - 0,00144(AB) - 0,00069(TR) ,87 0,005 0,00062(PT). Equações específicas para estimar o percentual de gordura Yuhasz (1962) Eq. 24 %G = 3, ,0156(PT) + 0,0894(TR) - 0,0240(SE) + 0,00148(SI) ,76 2,89 0,2552(AB) + 0,2122(CX). Faulkner (1968) Eq. 25 %G = 5, ,153(TR+SE+SI+AB) Onde: X 1 = TR+SE+AX+SI+AB+CX+PM; X 2 = TR+SE+AX; ES = estatura (dm).

4 32 Revista TREINAMENTO DESPORTIVO Tabela 2 Equações generalizadas utilizadas na análise de validação cruzada. Fonte Numeração Equações generalizadas para estimar a densidade corporal Idade R EPE Durnin & Eq. 26 D = 1,1765-0,0744(Log 10 TR+BI+SE+SI) ,0103 Womersley (1974) Eq. 27 D = 1, , (X 1 ) + 0, (X 1 ) 2-0, (ID) ,902 0,0078 Eq. 28 D = 1, , (X 1 ) + 0, (X 1 ) 2-0, (ID) - 0, (PAB) + 0, (PA) ,916 0,0073 Eq. 29 D = 1, ,03101(LogN X 1 ) - 0,00029(ID) ,893 0,0082 Jackson & Pollock Eq. 30 D = 1, ,02394(LogN X 1 ) - 0,00022(ID) - 0,0070(PAB) + 0,02120(PA) ,917 0,0073 Eq. 31 D = 1, , (X 2 ) + 0, (X 2 ) 2-0, (ID) ,905 0,0077 (1978) Eq. 32 D = 1, , (X 2 ) + 0, (X 2 ) 2-0, (ID) - 0,005675(PAB) + 0,018586(PA) ,918 0,0072 Eq. 33 D = 1, ,03049(LogN X 2 ) - 0,00027(ID) ,888 0,0083 Eq. 34 D = 1, ,02288(LogN X 2 ) - 0,00019(ID) - 0,0075(PAB) + 0,0223(PA) ,915 0,0073 Pollock et al. (1980) Petroski (1995) Eq. 35 Eq. 36 D = 1, , (PT+AB+CX) + 0, (PT+AB+CX) 2-0, (ID). D = 1, , (PT+TR+SE) + 0, (PT+TR+SE) 2-0, (ID). Eq. 37 D = 1, , (X 3 ) + 0, (X 3 ) 2-0, (ID) ,887 0,0072 Eq. 38 D = 1, , (X 3 ) + 0, (X 3 ) 2-0, (ID) + 0, (PA) - 0, (PAB) ,894 0,0070 Eq. 39 D = 1, , (X 4 ) + 0, (X 4 ) 2-0, (ID) ,880 0,0073 Eq. 40 D = 1, , (X 4 ) + 0, (X 4 ) 2-0, (ID) + 0, (PA) - 0, (PAB) ,892 0,0071 Eq. 41 D = 1, , (X 5 ) + 0, (X 5 ) 2-0, (ID) ,881 0,0074 Eq. 42 D = 1, , (X 5 ) + 0, (X 5 ) 2-0, (ID) + 0, (PA) - 0, (PAB) ,889 0,0071 Eq. 43 D = 1, , (X 6 ) + 0, (X 6 ) 2-0, (ID) ,875 0,0075 Eq. 44 D = 1, , (X 6 ) + 0, (X 6 ) 2-0, (ID) + 0, (PA) - 0, (PAB) ,889 0,0071 Eq. 45 D = 1, , (X 7 ) + 0, (X 7 ) 2-0, (ID) ,874 0,0075 Eq. 46 D = 1, , (X 7 ) + 0, (X 7 ) 2-0, (ID) + 0, (PA) - 0, (PAB) ,887 0,0072 Eq. 47 D = 1, , (X 8 ) + 0, (X 8 ) 2-0, (ID) ,871 0,0076 Eq. 48 D = 1, , (X 8 ) + 0, (X 8 ) 2-0, (ID) + 0, (PA) - 0, (PAB) ,884 0,0072 Eq. 49 D = 1, , (X 9 ) + 0, (X 9 ) 2-0, (ID) ,873 0,0075 Eq. 50 D = 1, , (X 9 ) + 0, (X 9 ) 2-0, (ID) + 0, (PA) - 0, (PAB) ,885 0,0072 Eq. 51 D = 1, , (X 10 ) + 0, (X 10 ) 2-0, (ID) ,885 0,0072 Eq. 52 D = 1, , (X 10 ) + 0, (X 10 ) 2-0, (ID) + 0, (PA) - 0, (PAB) ,896 0,0070 Onde: X 1 = PT+AX+TR+SE+AB+SI+CX; X 2 = PT+AB+CX; X 3 = SE+TR+BI+AX+PT+SI+AB+CX+PM; X 4 = SE+TR+PT+AX+SI+AB+CX; X 5 = SE+TR+BI+PT+AX+SI; X 6 = SE+TR+SI+PM; X 7 = SE+TR+BI+SI; X 8 = SE+TR+SI; X 9 = SE+TR+PT; X 10 = TR+AX; PAB = perímetro do abdômen (m); PA = perímetro do antebraço (m); ID = idade (anos) ,91 0,89 0,008 0,008 RESULTADOS E DISCUSSÃO Os valores médios, desvios padrões, escores mínimos e máximos, das variáveis mensuradas, são apresentados na TABELA 3 com a finalidade de caracterizar a amostra. São mostrados na TABELA 4 os resultados da validação cruzada das equações específicas para estimativa da densidade corporal e/ou %G. Os resultados médios e desvios padrões das densidades mensurada e estimadas, bem como os valores do teste t, das correlações, dos erros constantes, erros totais e erros padrões de estimativa, também, são mostrados nesta tabela. Todos os coeficientes de correlação obtidos neste estudo, entre a densidade mensurada e as densidades estimadas, e, entre o %G mensurado e os %G estimados, são de magnitude média e significativos estatisticamente, exceto para a Eq. 16 (DURNIN & WOMERSLEY, 1974). Entretanto, todos eles são menores que os obtidos quando da validação das equações pelos respectivos autores. O teste t pareado evidenciou que as densidades médias estimadas pelas Eq. 2 (KATCH & McARDLE, 1973), Eq. 7 (GUEDES, 1985), Eq. 17 e 18 (THORLAND et al., 1984) e Eq. 19 (SLOAN, 1967) não diferem estatisticamente (p > 0,05) da densidade mensurada pela pesagem hidrostática. Este aspecto sugere uma forte evidência de validação destas equações para militares masculinos. Os desvios padrões das Eq. 2, 7 e 19 são menores que o desvio padrão da densidade mensurada. Portanto, o total da amostra não é representado através destas equações, podendo subestimar os valores mais elevados de gordura e superestimar os mais baixos. Sendo levado em consideração este aspecto, as Eq. 17 e 18 são mais representativas que as Eq. 2, 7 e 19. Todavia, as Eq. 17 e 18 heterogenizam a amostra mais do que a pesagem hidrostática. No que diz respeito aos ECs das Eq. 2, 7, 17, 18 e 19, pode ser visto que as Eq. 2 e 18 superestimam levemente a densidade, enquanto que as Eq. 7, 17 e 19 fazem o contrário. Também, pode ser visto na TABELA 4 que os ECs das demais equações são sensivelmente superiores aos ECs das Eq. 2, 7, 17, 18 e 19. Os valores dos ETs e EPEs destas equações (2, 7, 17, 18 e 19) são superio-

5 Revista TREINAMENTO DESPORTIVO 33 Tabela 3 Características descritivas da amostra de validação (n = 77). Variáveis x s Mínimo Máximo Idade anos 19,62 1,00 18,55 22,11 Massa corporal kg 68,65 7,63 51,40 88,60 Estatura cm 172,00 6,96 157,00 187,50 Perímetro do abdômen (PAB) cm 78,99 4,98 69,50 97,20 Perímetro do antebraço (PA) cm 27,08 1,36 25,00 31,20 Perímetro do braço (PBR) cm 27,98 2,02 24,00 33,80 DC subescapular (SE) mm 11,78 3,24 7,50 27,00 DC tricipital (TR) mm 11,30 3,65 5,00 27,50 DC bicipital (BI) mm 5,17 1,84 2,00 14,00 DC peitoral (PT) mm 7,86 3,38 3,50 23,50 DC axilar obliqua (AX) mm 9,45 3,78 4,50 23,50 DC suprailíaca obliqua (SI) mm 14,95 5,76 6,00 36,50 DC abdominal vertical (AB) mm 15,57 5,94 5,00 29,00 DC coxa média (CX) mm 15,19 3,83 7,00 26,00 DC panturrilha (PM) mm 9,65 3,23 4,00 22,00 Onde: DC = dobra cutânea. res aos valores quando da proposição das mesmas e, a maioria deles encontram-se no limite para validação Diante das constatações até aqui evidenciadas e, devido a escassez de equações validadas para a população de militares masculinos, as Eq. 2 (KATCH & McARDLE, 1973), Eq. 7 (GUEDES, 1985), Eq. 17 e 18 (THORLAND et al., 1984) e Eq. 19 (SLOAN, 1967) podem ser usadas para estimar a densidade em militares brasileiros, com boa acuracidade, uma vez que os critérios sugeridos por LOHMAN (1992) foram atendidos satisfatoriamente. PETROSKI (1995), em estudo de validação cruzada, também, evidenciou validade concorrente para a Eq. 7 de GUEDES (1985) e a Eq. 19 de SLOAN (1967), para homens brasileiros. No que refere-se a equação de Sloan, segundo PETROSKI (1995), ela também foi validada em outros estudos, como os de Forsyth & Sinning; Wilmore & Behnke; Sherbeeny & Lohman. Petroski ainda coloca que a equação de Sloan apresenta validade concorrente para estimar a densidade em universitários e, em não universitários brasileiros. Pode ser adicionado a esta colocação de Petroski que, a referida equação também estima com boa acuracidade a densidade em militares masculinos brasileiros. Aspecto este que é reforçado em outro estudo de validação cruzada realizado por GLANER et al. (1998), quando evidenciaram que a equação de Sloan apresentou validade concorrente para estimar a densidade em 59 militares. Em outro estudo de validação cruzada GUEDES & SAMPEDRO (1985), envolvendo as equações de Durnin & Rahaman (1967), Sloan (1967), Katch & McArdle (1973) e Durnin & Womersley (1974), concluíram que essas equações produzem vieses bastante acentuados em universitários gaúchos. As demais equações específicas (Eq. 1, 3 a 6, 8 a 16, 20 a 25) de KATCH & McARDLE (1973), DURNIN & RAHMAN (1967), GUEDES (1985), DURNIN & WOMERSLEY (1974), FORSYTH & SINNING(1973), YUHASZ (1962) e FAULKNER (1968), não atenderam à todos os critérios de validação, principalmente no que tange para a estimativa da densidade, pois diferiram estatisticamente (p < 0,05) da densidade mensurada e/ou %G, e muitas delas apresentaram elevados ECs e ETs. Indicando, desta forma, que as diferenças entre as densidades estimadas e a mensurada são bastante acentuadas. Os valores para validação das equações generalizadas (apresentadas na tabela 1) são mostrados na TABELA 5. Os coeficientes de correlação entre as densidades estimadas e a mensurada são significativos estatisticamente, de magnitude média. Porém são inferiores aos obtidos quando da proposição das equações (Eq. 27 a 52). As densidades médias estimadas pela Eq. 30 (JACKSON & POLLOCK, 1978) e pelas Eq. 37 a 40, 42, 44, 46, 48 a 52 (PETROSKI, 1995) não diferem estatisticamente do valor médio da densidade mensurada, conforme foi evidenciado através do teste t. Isto é um forte indício para validação destas equações. Os desvios padrões das densidades estimadas por estas equações são inferiores ao desvio padrão da densidade mensurada, sugerindo que o total da amostra em estudo não é representada por estas equações. Os ETs e EPEs das Eq. 30, 37 a 40, 42, 44, 46, 48 a 52, são superiores aos obtidos quando da proposição destas equações. Todavia, todas estas equações atendem o critério de validação nestes itens (LOHMAN, 1992). No que diz respeito a Eq. 30 de JACKSON & POLLOCK (1978), resultado similar foi obtido por

6 34 Revista TREINAMENTO DESPORTIVO PETROSKI (1995), quando evidenciou que esta equação apresenta validade concorrente para estimar a densidade em homens brasileiros, heterogêneos em idade, composição corporal e aptidão física. Sendo levado em consideração este aspecto, e o resultado obtido neste estudo, então, é evidente que além desta equação estimar a densidade com acuracidade em uma amostra heterogênea, também o faz em uma amostra mais homogênea, como no caso os militares. As demais equações (Eq. 27 a 29, 31 a 34) logarítmicas e quadráticas de JACKSON & POLLOCK (1978) e as quadráticas (Eq. 35 e 36) de POLLOCK et al. (1980) superestimaram a densidade. Enquanto que a logarítmica (Eq. 26) de DURNIN & WOMERSLEY (1974) e as quadráticas (Eq. 41, 43, 45 e 47) de PETROSKI (1995) subestimaram. É bom lembrar que, a análise da densidade é inversamente proporcional ao %G, ou seja, quanto menor a densidade mais gordo será o sujeito, e vice-versa. Também, pelo fato das densidades estimadas por estas equações (Eq. 26 a 29, 31 a 34, 41, 43, 45 e 47) diferirem estatisticamente da densidade critério, estas equações não são recomendadas para estimar a densidade em homens militares, ou demais sujeitos considerando a abrangência da amostra deste estudo. Comparando os coeficientes de correlação, ETs e EPEs das equações específicas e generalizadas, que apresentaram validade concorrente neste estudo, pode ser evidenciado que as equações generalizadas estimaram com maior acuracidade a densidade na amostra deste estudo, pelo fato de apresentarem maiores ou iguais coeficientes de correlação e menores ETs e EPEs, do que as equações específicas. CONCLUSÃO Em função do objetivo estabelecido para a realização deste estudo pode ser concluído que: A densidade corporal, dos militares, estimada através da pesagem hidrostática caracteriza-se por um valor médio de 1,0689 g/ml e um %G médio de 13,12%. Tabela 4 Validação de equações específicas para militares. Equação Modelo n x D mensurada x D estimada r t p EC ET EPE Eq. 1 Linear 77 1,0689 ± 0,0106 1,0711 ± 0,0076 0,5950-2,20 0,031-0,0022 0,0089 0,0086 Eq. 2 Linear 77 1,0689 ± 0,0106 1,0700 ± 0,0073 0,6393-1,14 0,258-0,0011 0,0082 0,0082 Eq. 3 Linear 77 1,0689 ± 0,0106 1,0728 ± 0,0081 0,4832-3,49 0,001-0,0039 0,0105 0,0093 Eq. 4 Linear 77 1,0689 ± 0,0106 1,0738 ± 0,0061 0,5359-4,73 0,000-0,0048 0,0101 0,0089 Eq. 5 Linear 77 1,0689 ± 0,0106 1,0734 ± 0,0062 0,5420-4,40 0,000-0,0045 0,0099 0,0089 Eq. 6 Log ,0689 ± 0,0106 1,0588 ± 0,0079 0, ,77 0,000 0,0102 0,0130 0,0082 Eq. 7 Log ,0689 ± 0,0106 1,0676 ± 0,0094 0,5915 1,33 0,187 0,0014 0,0092 0,0085 Eq. 8 Log ,0689 ± 0,0106 1,0670 ± 0,0090 0,6718 2,07 0,041 0,0019 0,0083 0,0078 Eq. 9 Log ,0689 ± 0,0106 1,0642 ± 0,0098 0,6886 5,15 0,000 0,0048 0,0093 0,0077 Eq. 10 Log ,0689 ± 0,0106 1,0643 ± 0,0102 0,6909 5,00 0,000 0,0047 0,0094 0,0077 Eq. 11 Log ,0689 ± 0,0106 1,0647 ± 0,0106 0,6805 4,38 0,000 0,0042 0,0094 0,0078 Eq. 12 Log ,0689 ± 0,0106 1,0632 ± 0,0102 0,6725 6,01 0,000 0,0058 0,0101 0,0078 Eq. 13 Log ,0689 ± 0,0106 1,0627 ± 0,0101 0,6688 6,48 0,000 0,0062 0,0105 0,0079 Eq. 14 Log ,0689 ± 0,0106 1,0626 ± 0,0102 0,6666 6,52 0,000 0,0063 0,0106 0,0079 Eq. 15 Log ,0666 ± 0,0101 1,0590 ± 0,0077 0,6676 7,37 0,000 0,0076 0,0107 0,0075 Eq. 16 Log ,0748 ± 0,0098 1,0635 ± 0,0077 0,4673* 5,76 0,000 0,0113 0,0144 0,0087 Eq. 17 Quadrática 55 1,0666 ± 0,0101 1,0642 ± 0,0110 0,6615 2,00 0,050 0,0024 0,0090 0,0076 Eq. 18 Quadrática 55 1,0666 ± 0,0101 1,0684 ± 0,0116 0,6241-1,43 0,158-0,0018 0,0096 0,0079 Eq. 19 Linear 77 1,0689 ± 0,0106 1,0687 ± 0,0084 0,5135 0,20 0,839 0,0002 0,0095 0,0091 Eq. 20 Linear 77 1,0689 ± 0,0106 1,0634 ± 0,0113 0,6423 5,19 0,000 0,0055 0,0107 0,0081 Eq. 21 Linear 77 1,0689 ± 0,0106 1,0618 ± 0,0121 0,6496 6,47 0,000 0,0071 0,0120 0,0081 Eq. 22 Linear 77 1,0689 ± 0,0106 1,0604 ± 0,0121 0,6405 7,75 0,000 0,0086 0,0130 0,0081 Eq. 23 Linear 77 1,0689 ± 0,0106 1,0590 ± 0,0127 0,6495 8,76 0,000 0,0099 0,0140 0,0081 x %G mensurado x %G estimado Eq. 24 Linear 77 13,12 ± 4,61 11,23 ± 2,25 0,6339 4,56 0,000 1,89 4,07 3,57 Eq. 25 Linear 77 13,12 ± 4,61 13,99 ± 2,42 0,6752-2,18 0,032-0,86 3,55 3,40 Onde: D= densidade; * (p > 0,05).

7 Revista TREINAMENTO DESPORTIVO 35 Tabela 5 Validação de equações generalizadas para militares. Equação Modelo n x D mensurada x D estimada r a t p EC ET EPE Eq. 26 Log ,0689 ± 0,0106 1,0562 ± 0,0093 0, ,06 0,000 0,0128 0,0153 0,0082 Eq. 27 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0733 ± 0,0083 0,6588-4,73 0,000-0,0044 0,0092 0,0080 Eq. 28 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0728 ± 0,0081 0,6838-4,32 0,000-0,0038 0,0087 0,0077 Eq. 29 LogN 77 1,0689 ± 0,0106 1,0714 ± 0,0090 0,6666-2,62 0,011-0,0024 0,0085 0,0079 Eq. 30 LogN 77 1,0689 ± 0,0106 1,0697 ± 0,0083 0,6855-0,86 0,390-0,0008 0,0078 0,0077 Eq. 31 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0750 ± 0,0077 0,6384-6,45 0,000-0,0060 0,0102 0,0082 Eq. 32 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0744 ± 0,0078 0,6593-5,92 0,000-0,0054 0,0097 0,0080 Eq. 33 LogN 77 1,0689 ± 0,0106 1,0732 ± 0,0089 0, ,000-0,0042 0,0092 0,0080 Eq. 34 LogN 77 1,0689 ± 0,0106 1,0736 ± 0,0083 0,6670-5,15 0,000-0,0047 0,0093 0,0079 Eq. 35 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0750 ± 0,0077 0,6384-6,45 0,000-0,0060 0,0102 0,0082 Eq. 36 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0728 ± 0,0082 0,5653-3,79 0,000-0,0039 0,0098 0,0087 Eq. 37 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0672 ± 0,0072 0,6485 1,88 0,064 0,0017 0,0082 0,0081 Eq. 38 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0693 ± 0,0071 0,6758-0,35 0,724-0,0003 0,0078 0,0078 Eq. 39 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0675 ±0,0072 0,6571 1,56 0,122 0,0014 0,0081 0,0080 Eq. 40 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0693 ± 0,0071 0,6815-0,44 0,661-0,0004 0,0077 0,0077 Eq. 41 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0661 ± 0,0076 0,6315 2,98 0,004 0,0028 0,0087 0,0082 Eq. 42 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0683 ± 0,0073 0,6660 0,74 0,460 0,0007 0,0079 0,0079 Eq. 43 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0656 ± 0,0080 0,6132 3,45 0,001 0,0034 0,0091 0,0084 Eq. 44 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0683 ± 0,0076 0,6564 0,70 0,484 0,0006 0,0080 0,0081 Eq. 45 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0653 ± 0,0079 0,6180 3,75 0,000 0,0036 0,0092 0,0083 Eq. 46 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0679 ± 0,0076 0,6592 1,15 0,252 0,0011 0,0080 0,0080 Eq. 47 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0656 ± 0,0081 0,6198 3,42 0,001 0,0033 0,0090 0,0083 Eq. 48 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0680 ± 0,0077 0,6613 0,98 0,330 0,0009 0,0080 0,0079 Eq. 49 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0680 ± 0,0075 0,5584 0,90 0,371 0,0009 0,0090 0,0088 Eq. 50 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0701 ± 0,0072 0,6093-1,24 0,217-0,0012 0,0085 0,0084 Eq. 51 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0676 ± 0,0077 0,5770 1,30 0,198 0,0013 0,0089 0,0087 Eq. 52 Quadrática 77 1,0689 ± 0,0106 1,0705 ± 0,0072 0,6380-1,67 0,100-0,0016 0,0083 0,0082 Onde: D = densidade; a (p < 0,001). As equações específicas que apresentam validade concorrente para estimar a densidade em militares brasileiros são: a equação linear de KATCH & McARDLE (1973) que usa 3DCs; a equação logarítmica de GUEDES (1985) que usa uma DC; as equações quadráticas de THORLAND et al. (1984) que usam 7 e 3 DCs; e, a equação linear de SLOAN (1967) que usa duas DCs. Já, as equações generalizadas que possuem validade concorrente para estimar a densidade em mili- tares são: a equação logarítmica de JACKSON & POLLOCK (1978) que usa 7 DCs, os perímetros do antebraço e abdômen, e a idade; e, 12 equações quadráticas de PETROSKI (1995) que usam de 2 a 9 DCs, combinadas estas com os perímetros do antebraço e abdômen e a idade, ou somente com a idade. Em função dos resultados obtidos pode ser inferido que, as equações generalizadas estimaram com maior acuracidade a densidade nos militares, do que as específicas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CALLAWAY, C.W.; CHUMLEA, W.C.; BOUCHARD, C.; HIMES, J.H.; LOHMAN,; MARTIN, A.D.; MITCHELL, C.D.; MUELLER, W.H.; ROCHE, A.F.& SEEFELDT, V.D. Circumferences. In. T.G. LOHMAN,; A.F. ROCHE & R. MARTORELL, (Eds.). Anthropometric standardization reference manual. Abridged Edition. Champaign, IL: Human Kinetics Books, DURNIN, J.V.G.A. & RAHAMAN, M.M. The assessment of the amount of fat in the human body from measurements of skinfold thickness. British Journal of Nutrition. v.21, p , DURNIN, J.V.G.A. & WOMERSLEY, J.. Body fat assessed from total body density and its estimation from skinfold thickness: measurements on 481 men and women aged fron 16 to 72 years. British Journal of Nutrition. v.32, p.77-97, 1974.

8 36 Revista TREINAMENTO DESPORTIVO FAULKNER, J.A. Physiology of swimming and diving. In: H. FALLS. Exercise Physiology. Baltimore, Academic Press, FORSYTH, H.L. & SINNING, W.E. The anthropometric estimation of body density and lean body weight of male athletes. Medicine and Science in Sports. v.5, n.3, p , GLANER, M.F.; PIRES-NETO, C.S. & RODRIGUEZ-AÑEZ, C.R. Equações antropométricas de regressão: um estudo de validação. XXI Simpósio Internacional de Ciências do Esporte: São Paulo, SP: Anais. p. 76, GOLDMAN, H.I. & BECKLAKE, M.R. Respiratory function tests: normal values of medium altitudes and the prediction of normal results. American Review of Respiratory Disease. v.79, p , GUEDES, D.P. Estudo da gordura corporal através da mensuração dos valores de densidade corporal e da espessura de dobras cutâneas em universitários. Dissertação de Mestrado. UFSM, Santa Maria, RS, GUEDES, D.P. & SAMPEDRO, R.M.F. Tentativa de validação de equações para predição dos valores de densidade corporal com base nas espessuras de dobras cutâneas em universitários. Revista Brasileira de Ciências do Esporte. v.6, n. 3, p , HARRISON, G.G.; BUSKIRK, E.R.; CARTER, J.E.L.; JOHNSTON, F.E.; LOHMAN, T.G.; POLLOCK, M.L.; ROCHE, A.F. & WILMORE, J.H. Skinfold thicknesses and measurement technique. In. T.G. LOHMAN, A.F. ROCHE & R. MARTORELL, (Eds.). Anthropometric standardization reference manual. Abridged Edition. Champaign, IL: Human Kinetics Books, HEYWARD, V.H. Advanced fitness assessment and exercise prescription. Champaign, Human Kinetics Books, JACKSON, A.S. & POLLOCK, M.L. Generalized equations for prediting body density of men. British Journal of Nutrition. v.40, p , KATCH, F.I. & McARDLE, W.C. Prediction of body density from simple anthropometric measurementes in college-age men and women. Human Biology. v.45, n.3, p , KATCH, F.I; MICHAEL Jr, E.D. & HORVATH, S.M. Estimation of body volume by underwater weighing description of a simple method. Journal of Applied Physiology. v.23, n.5, p , LOHMAN, T.G. Advances in body composition assessment. Champaign, IL: Human kinetics Publishers, PETROSKI, É.L. Desenvolvimento e validação de equações generalizadas para a estimativa da densidade corporal em adultos. Tese de Doutorado. UFSM, Santa Maria, RS, POLLOCK, M.L.; HICKMAN, T.; KENDRICK, Z.; JACKSON, A.S.; LINNERUD, A.C. & DAWSON, G. Prediction of body density in young and middle-aged men. Journal of Applied Physiology. v.40, n.3, p , POLLOCK, M.L.; SCHMIDT, D.H. & JACKSON, A.S. Measurement of cardiorespiratory fitness and body composition in the clinical setting. Comprehensive Therapy. v.6, n.9, p.12-27, RODRIGUEZ-AÑEZ, C.R. Desenvolvimento de equações para estimar a densidade corporal de soldados e cabos do exército brasileiro. Dissertação de Mestrado. UFSM, Santa Maria, RS, SIRI, W.E. Body composition from fluid space and density. In J. BROZEK & A. HANSCHEL, (Eds.). Techniques for measuring body composition. Washington, D.C. National Academy of Science, SLOAN, A.W. Estimation of body fat in young men. Journal of Applied Physiology. v.23, n.3, p , SPSS/PC. Inc. SPSS/PC user's guide. 2. ed. New York: Ed. Mc Graw-Hill, THORLAND, W.G.; JOHNSON, G.O.; THARP, G.D., HOUSH, T.J. & CISAR, C.J.. Estimation of body density in adolescent athletes. Human Biology. v.56, p , YUHASZ, M.S. The effects of sports training on body fat in man with prediction of optimal body weight. Doctoral Thesis. University of Illinois, Urbana, IL, ENDEREÇO PARA CORRESPONDÊNCIA: Maria Fátima Glaner Rua Carlos Irineu Pieta, 232 CEP Erechim RS

19/08/2014 AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL: PRINCÍPIOS, MÉTODOS E APLICAÇÕES

19/08/2014 AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL: PRINCÍPIOS, MÉTODOS E APLICAÇÕES AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL: PRINCÍPIOS, MÉTODOS E APLICAÇÕES 1 FRACIONAMENTO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL (04 COMPONENTES) GORDURA CORPORAL MASSA ÓSSEA MASSA MUSCULAR RESÍDUOS FRACIONAMENTO DA COMPOSIÇÃO

Leia mais

TÍTULO: AVALIAÇÃO DE UM PROGRAMA ESPECÍFICO DE ATENÇÃO À SAÚDE DO ADOLESCENTE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA MG.

TÍTULO: AVALIAÇÃO DE UM PROGRAMA ESPECÍFICO DE ATENÇÃO À SAÚDE DO ADOLESCENTE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA MG. TÍTULO: AVALIAÇÃO DE UM PROGRAMA ESPECÍFICO DE ATENÇÃO À SAÚDE DO ADOLESCENTE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA MG. AUTORES: Kiriaque Barra Ferreira Barbosa bolsista CNPq ([email protected]),

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO ADIPÔMETRO CESCORF PARA ESTIMATIVA DA GORDURA CORPORAL RELATIVA A PARTIR DE EQUAÇÕES VALIDADAS COM O ADIPÔMETRO LANGE

UTILIZAÇÃO DO ADIPÔMETRO CESCORF PARA ESTIMATIVA DA GORDURA CORPORAL RELATIVA A PARTIR DE EQUAÇÕES VALIDADAS COM O ADIPÔMETRO LANGE DOI: 10.4025/reveducfis.v19i3.6000 UTILIZAÇÃO DO ADIPÔMETRO CESCORF PARA ESTIMATIVA DA GORDURA CORPORAL RELATIVA A PARTIR DE EQUAÇÕES VALIDADAS COM O ADIPÔMETRO LANGE USE OF THE CESCORF SKINFOLD CALIPER

Leia mais

FRUSRUDOGHiUELWURVGHIXWHERO

FRUSRUDOGHiUELWURVGHIXWHERO 3HUILODQWURSRPpWULFRHGDFRPSRVLomR FRUSRUDOGHiUELWURVGHIXWHERO $QWKURSRPHWULFDQGERG\FRPSRVLWLRQSURILOHRIVRFFHUVJDPHUHIHUHH *Mestrando em Educação Física - ISCF - Manoel Fajardo - Cuba. Árbitro da Federação

Leia mais

COMPOSIÇÃO CORPORAL. Ma. Ana Beatriz Monteiro AULA 8

COMPOSIÇÃO CORPORAL. Ma. Ana Beatriz Monteiro AULA 8 COMPOSIÇÃO CORPORAL Ma. Ana Beatriz Monteiro AULA 8 Composição Corporal Mede e avalia a quantidade dos principais componentes do peso corporal: Massa Gorda ou peso gordo (MG) Massa Corporal Magra ou peso

Leia mais

VALIDAÇÃO DE EQUAÇÕES ANTROPOMÉTRICAS GENERALIZADAS PARA A ESTIMATIVA DA DENSIDADE CORPORAL EM MULHERES MILITARES

VALIDAÇÃO DE EQUAÇÕES ANTROPOMÉTRICAS GENERALIZADAS PARA A ESTIMATIVA DA DENSIDADE CORPORAL EM MULHERES MILITARES Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Martins Humano & Fernandes Filho ISSN 1415-846 Artigo original Marcelo Eduardo de Almeida Martins 1 José Fernandes Filho VALIDAÇÃO DE EQUAÇÕES ANTROPOMÉTRICAS

Leia mais

Qual a melhor técnica de avaliação da composição corporal?

Qual a melhor técnica de avaliação da composição corporal? Qual a melhor técnica de avaliação da composição corporal? Roberto Fernandes da Costa Mestrando em Educação Física da Escola de Educação Física e Esporte da USP E-mail: [email protected] Esta é

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A COMPOSIÇÃO CORPORAL DE HOMENS TREINADOS E DESTREINADOS Aristófanes Lino Pinto de Sousa David Marcos Emérito de Araújo

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A COMPOSIÇÃO CORPORAL DE HOMENS TREINADOS E DESTREINADOS Aristófanes Lino Pinto de Sousa David Marcos Emérito de Araújo ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A COMPOSIÇÃO CORPORAL DE HOMENS TREINADOS E DESTREINADOS Aristófanes Lino Pinto de Sousa David Marcos Emérito de Araújo RESUMO: O presente estudo compara a composição corporal

Leia mais

CURSO MUSCULAÇÃO E CARDIO 2011

CURSO MUSCULAÇÃO E CARDIO 2011 1 CURSO MUSCULAÇÃO E CARDIO 2011 %MASSA GORDA SAUDÁVEL Homens 20 anos %MGsaudável = 10% (a partir dos 20 anos acresce-se 1% por cada 3 anos de idade, até ao limite de 25% ou até 50 anos de idade). Ou usando

Leia mais

Aula 3 Perimetria, Dobras Cutâneas e Protocolos

Aula 3 Perimetria, Dobras Cutâneas e Protocolos Aula 3 Perimetria, Dobras Cutâneas e Protocolos Perimetria Medida da circunferência de determinados segmentos corporais, podendo ser realizados estando o corpo relaxado ou contraído. 2. Fita Métrica Equipamentos

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA CORPORAL EM HOMENS E MULHERES QUE FREQUENTAM ACADEMIAS EM TERESINA PI Francisco Avelar Lopes

DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA CORPORAL EM HOMENS E MULHERES QUE FREQUENTAM ACADEMIAS EM TERESINA PI Francisco Avelar Lopes DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA CORPORAL EM HOMENS E MULHERES QUE FREQUENTAM ACADEMIAS EM TERESINA PI Francisco Avelar Lopes RESUMO: Esta pesquisa teve como objetivo a análise da distribuição de gordura em homens

Leia mais

VALIDAÇÃO DE EQUAÇÕES PARA A ESTIMATIVA DA DENSIDADE CORPORAL EM ATLETAS DE FUTEBOL CATEGORIA SUB-20

VALIDAÇÃO DE EQUAÇÕES PARA A ESTIMATIVA DA DENSIDADE CORPORAL EM ATLETAS DE FUTEBOL CATEGORIA SUB-20 22 Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano Moura et al. ISSN 1415-8426 Artigo original João Augusto Reis de Moura 1 Cassiano Ricardo Rech 2 Paulo Henrique Santos da Fonseca 3 João Luiz

Leia mais

COMPOSIÇÃO CORPORAL ATRAVÉS DOS MÉTODOS DA PESAGEM HIDROSTÁTICA E IMPEDÂNCIA BIOELÉTRICA EM UNIVERSITÁRIOS

COMPOSIÇÃO CORPORAL ATRAVÉS DOS MÉTODOS DA PESAGEM HIDROSTÁTICA E IMPEDÂNCIA BIOELÉTRICA EM UNIVERSITÁRIOS Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano ISSN 1980-0037 Artigo original Anatole Barreto R. de Carvalho 1 Cândido S. Pires Neto 2 COMPOSIÇÃO CORPORAL ATRAVÉS DOS MÉTODOS DA PESAGEM HIDROSTÁTICA

Leia mais

Sistema de Avaliação, Motivação e Prescrição de Treinamento

Sistema de Avaliação, Motivação e Prescrição de Treinamento Sistema de Avaliação, Motivação e Prescrição de Treinamento Nome: WALMAR DE HOLANDA CORREA DE ANDRADE Matrícula: 004905 Sexo: Masculino Data Avaliação Funcional: Idade: 31 anos Professor: Email: EURIMAR

Leia mais

ANTROPOMETRIA PROCESSAMENTO DOS DADOS

ANTROPOMETRIA PROCESSAMENTO DOS DADOS PROCESSAMENTO DOS DADOS Reunião Locomotion 25/03/2013 Jorge Storniolo Henrique Bianchi Método duplamente indireto Validado a partir de um método indireto; Densimetria; Aplicáveis para grandes amostras;

Leia mais

AVALIAÇÃO FÍSICA O QUE PODEMOS MEDIR? PRAZOS PARA REAVALIAÇÃO.

AVALIAÇÃO FÍSICA O QUE PODEMOS MEDIR? PRAZOS PARA REAVALIAÇÃO. AVALIAÇÃO FÍSICA Antes de iniciarmos qualquer atividade física é necessário realizar uma avaliação Física. Somente através de uma avaliação podemos : - Identificar a nossa condição inicial (check-up) -

Leia mais

Perfil antropométrico da seleção brasileira de canoagem

Perfil antropométrico da seleção brasileira de canoagem ARTIGO ORIGINAL Perfil antropométrico da seleção brasileira de canoagem Anthropometric profile of the Brazilian national canoeing team Luís Alberto Gobbo, Rafael Raul Papst, Ferdinando Oliveira Carvalho,

Leia mais

Avaliação nutricional de adultos em estudos epidemiológicos

Avaliação nutricional de adultos em estudos epidemiológicos Avaliação nutricional de adultos em estudos epidemiológicos Luiz Antonio dos Anjos SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros VERAS, RP., et al., orgs. Epidemiologia: contextos e pluralidade [online].

Leia mais

CAPITULO I 1. O PROBLEMA. 1.1.Introdução. O interesse dos estudiosos voltou-se, segundo Malina (1984), para a

CAPITULO I 1. O PROBLEMA. 1.1.Introdução. O interesse dos estudiosos voltou-se, segundo Malina (1984), para a 1 CAPITULO I 1. O PROBLEMA 1.1.Introdução O interesse dos estudiosos voltou-se, segundo Malina (1984), para a composição corporal no sentido da medida do homem em sua variedade de perspectivas morfológicas,

Leia mais

EQUAÇÃO DE CHUVAS INTENSAS PARA O MUNICÍPIO DE JOAÇABA/SC

EQUAÇÃO DE CHUVAS INTENSAS PARA O MUNICÍPIO DE JOAÇABA/SC EQUAÇÃO DE CHUVAS INTENSAS PARA O MUNICÍPIO DE JOAÇABA/SC Daiani Rosa 1 ; Elfride Anrain Lindner 2 ; Angelo Mendes Massignam 3 RESUMO As relações entre a intensidade, duração e freqüência de chuvas podem

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE IDOSAS PARTICIPANTES DE GRUPOS DE ATIVIDADES FÍSICAS PARA A TERCEIRA IDADE Liziane da Silva de Vargas;

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Roberto Fernandes da Costa

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Roberto Fernandes da Costa UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE VALORES REFERENCIAIS DE SOMATÓRIAS DE DOBRAS CUTÂNEAS EM MORADORES DA CIDADE DE SANTOS SP, DE 20 A 69 ANOS DE IDADE Roberto Fernandes da Costa

Leia mais

Educação baseada em evidências

Educação baseada em evidências Educação baseada em evidências Textos para discussão Resultados do ENEM 2013 Texto 2015-01 Abril 2015 APRESENTAÇÃO Textos para discussão do apresentam dados, análise e evidências para informar o público

Leia mais

ANÁLISE DE FALHAS EM CADEIRAS COM AJUSTE DE ALTURA POR PISTÃO PNEUMÁTICA

ANÁLISE DE FALHAS EM CADEIRAS COM AJUSTE DE ALTURA POR PISTÃO PNEUMÁTICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESPÍRITO SANTO EDUARDO LACERDA HEBERT B. MAGNAVITA MICHEL SANTOS GASPARINI ANÁLISE DE FALHAS EM CADEIRAS COM AJUSTE DE ALTURA POR PISTÃO PNEUMÁTICA

Leia mais

Disciplina: Resistência dos Materiais Unidade I - Tensão. Professor: Marcelino Vieira Lopes, Me.Eng. http://profmarcelino.webnode.

Disciplina: Resistência dos Materiais Unidade I - Tensão. Professor: Marcelino Vieira Lopes, Me.Eng. http://profmarcelino.webnode. Disciplina: Resistência dos Materiais Unidade I - Tensão Professor: Marcelino Vieira Lopes, Me.Eng. http://profmarcelino.webnode.com/blog/ Referência Bibliográfica Hibbeler, R. C. Resistência de materiais.

Leia mais

6 Construção de Cenários

6 Construção de Cenários 6 Construção de Cenários Neste capítulo será mostrada a metodologia utilizada para mensuração dos parâmetros estocásticos (ou incertos) e construção dos cenários com respectivas probabilidades de ocorrência.

Leia mais

Estimativa da gordura corporal através de equipamentos de bioimpedância, dobras cutâneas e pesagem hidrostática

Estimativa da gordura corporal através de equipamentos de bioimpedância, dobras cutâneas e pesagem hidrostática ARTIGO ORIGINAL Estimativa da gordura corporal através de equipamentos de bioimpedância, dobras cutâneas e pesagem hidrostática Maurício Nunes Rodrigues 1, Sidney Cavalcante da Silva 2, Walace David Monteiro

Leia mais

Correlação Canônica. Outubro / 1998. Versão preliminar. Fabio Vessoni. [email protected] (011) 30642254. MV2 Sistemas de Informação

Correlação Canônica. Outubro / 1998. Versão preliminar. Fabio Vessoni. fabio@mv2.com.br (011) 30642254. MV2 Sistemas de Informação Correlação Canônica Outubro / 998 Versão preliminar Fabio Vessoni [email protected] (0) 306454 MV Sistemas de Informação Introdução Existem várias formas de analisar dois conjuntos de dados. Um dos modelos

Leia mais

EQUAÇÕES DE INFILTRAÇÃO PELO MÉTODO DO INFILTRÔMETRO DE ANEL, DETERMINADAS POR REGRESSÃO LINEAR E REGRESSÃO POTENCIAL

EQUAÇÕES DE INFILTRAÇÃO PELO MÉTODO DO INFILTRÔMETRO DE ANEL, DETERMINADAS POR REGRESSÃO LINEAR E REGRESSÃO POTENCIAL EQUAÇÕES DE INFILTRAÇÃO PELO MÉTODO DO INFILTRÔMETRO DE ANEL, DETERMINADAS POR REGRESSÃO LINEAR E REGRESSÃO POTENCIAL K. F. O. Alves 1 ; M. A. R. Carvalho 2 ; L. C. C. Carvalho 3 ; M. L. M. Sales 4 RESUMO:

Leia mais

A R TIGOS ANÁLISE DA COMPOSIÇÃO CORPORAL E DO ÍNDICE DE MASSA CORPORAL

A R TIGOS ANÁLISE DA COMPOSIÇÃO CORPORAL E DO ÍNDICE DE MASSA CORPORAL A R TIGOS ANÁLISE DA COMPOSIÇÃO CORPORAL E DO ÍNDICE DE MASSA CORPORAL DE INDIVÍDUOS DE 18 A 50 ANOS Body composition and body mass index in individuals from 18 to 50 years old Adriana Lopes Martins 1,

Leia mais

Artigo original PERFIL MORFOLÓGICO DOS MELHORES ATLETAS PAN-AMERICANOS DE HANDEBOL POR POSIÇÃO DE JOGO RESUMO ABSTRACT. Maria Fátima Glaner 1

Artigo original PERFIL MORFOLÓGICO DOS MELHORES ATLETAS PAN-AMERICANOS DE HANDEBOL POR POSIÇÃO DE JOGO RESUMO ABSTRACT. Maria Fátima Glaner 1 Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano ISSN 1980-0037 Artigo original Maria Fátima Glaner 1 PERFIL MORFOLÓGICO DOS MELHORES ATLETAS PAN-AMERICANOS DE HANDEBOL POR POSIÇÃO DE JOGO MORPHOLOGICAL

Leia mais

Departamento de Matemática - UEL - 2010. Ulysses Sodré. http://www.mat.uel.br/matessencial/ Arquivo: minimaxi.tex - Londrina-PR, 29 de Junho de 2010.

Departamento de Matemática - UEL - 2010. Ulysses Sodré. http://www.mat.uel.br/matessencial/ Arquivo: minimaxi.tex - Londrina-PR, 29 de Junho de 2010. Matemática Essencial Extremos de funções reais Departamento de Matemática - UEL - 2010 Conteúdo Ulysses Sodré http://www.mat.uel.br/matessencial/ Arquivo: minimaxi.tex - Londrina-PR, 29 de Junho de 2010.

Leia mais

Perfil antropométrico e fisiológico de jogadores de rugby.

Perfil antropométrico e fisiológico de jogadores de rugby. 496 Perfil antropométrico e fisiológico de jogadores de rugby. X Salão de Iniciação Científica PUCRS Randhall Bruce Kreismann Carteri 1, Eraldo Pinheiro 2, Giovani Cunha 1, Katiuce Zapata 1, Jocelito Martins

Leia mais

PERFIL ANTROPOMÉTRICO E DE DESEMPENHO MOTOR DE ATLETAS PARANAENSES DE FUTSAL DE ELITE

PERFIL ANTROPOMÉTRICO E DE DESEMPENHO MOTOR DE ATLETAS PARANAENSES DE FUTSAL DE ELITE Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano ISSN 1415-8426 Artigo original Ademar Avelar 1,2 Katiucia Meneguzzi dos Santos 2 Edilson Serpeloni Cyrino 1,2 Ferdinando Oliveira Carvalho 1,2,3

Leia mais

Tópico 11. Aula Teórica/Prática: O Método dos Mínimos Quadrados e Linearização de Funções

Tópico 11. Aula Teórica/Prática: O Método dos Mínimos Quadrados e Linearização de Funções Tópico 11. Aula Teórica/Prática: O Método dos Mínimos Quadrados e Linearização de Funções 1. INTRODUÇÃO Ao se obter uma sucessão de pontos experimentais que representados em um gráfico apresentam comportamento

Leia mais

Por que o quadrado de terminados em 5 e ta o fa cil? Ex.: 15²=225, 75²=5625,...

Por que o quadrado de terminados em 5 e ta o fa cil? Ex.: 15²=225, 75²=5625,... Por que o quadrado de terminados em 5 e ta o fa cil? Ex.: 15²=225, 75²=5625,... 0) O que veremos na aula de hoje? Um fato interessante Produtos notáveis Equação do 2º grau Como fazer a questão 5 da 3ª

Leia mais

Impacto da utilização de diferentes compassos de dobras cutâneas para a análise da composição corporal

Impacto da utilização de diferentes compassos de dobras cutâneas para a análise da composição corporal ARTIGO ORIGINAL Impacto da utilização de diferentes compassos de dobras cutâneas para a análise da composição corporal Edilson Serpeloni Cyrino 1, Alexandre Hideki Okano 1,2, Maria Fátima Glaner 1,3, Marcelo

Leia mais

CORRELAÇÕES DA DENSIDADE CORPORAL MENSURADA COM AS VARIÁVEIS ANTROPOMÉTRICAS EM JOVENS MENINOS NO ESTÁGIO MATURACIONAL PUBESCENTE

CORRELAÇÕES DA DENSIDADE CORPORAL MENSURADA COM AS VARIÁVEIS ANTROPOMÉTRICAS EM JOVENS MENINOS NO ESTÁGIO MATURACIONAL PUBESCENTE 54 Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Pereira Humano & Fernandes Filho ISSN 14158426 Artigo original Rogério Pedro de Barros Pereira 1 José Fernandes Filho 2 CORRELAÇÕES DA DENSIDADE

Leia mais

Jorge Storniolo. Henrique Bianchi. Reunião Locomotion 18/03/2013

Jorge Storniolo. Henrique Bianchi. Reunião Locomotion 18/03/2013 Jorge Storniolo Henrique Bianchi Reunião Locomotion 18/03/2013 Histórico Conceito Cuidados Protocolos Prática Antiguidade: Gregos e egípcios estudavam e observavam as relações de medidas entre diversas

Leia mais

Material Teórico - Módulo de Divisibilidade. MDC e MMC - Parte 1. Sexto Ano. Prof. Angelo Papa Neto

Material Teórico - Módulo de Divisibilidade. MDC e MMC - Parte 1. Sexto Ano. Prof. Angelo Papa Neto Material Teórico - Módulo de Divisibilidade MDC e MMC - Parte 1 Sexto Ano Prof. Angelo Papa Neto 1 Máximo divisor comum Nesta aula, definiremos e estudaremos métodos para calcular o máximo divisor comum

Leia mais

ANTROPOMETRIA MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS PESO CORPORAL (EM KG):

ANTROPOMETRIA MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS PESO CORPORAL (EM KG): ANTROPOMETRIA O método mais utilizado para avaliação da composição corporal é a Antropometria, devido à sua facilidade de aplicação, tanto no laboratório como no campo, na área clínica e em estudos populacionais.

Leia mais

PALAVRAS CHAVES: Perfil antropométrico. Crianças. Ginástica Artística. INTRODUÇÃO

PALAVRAS CHAVES: Perfil antropométrico. Crianças. Ginástica Artística. INTRODUÇÃO PERFIL ANTROPOMÉTRICO DAS CRIANÇAS DE 07 A 10 ANOS DE IDADE QUE FREQUENTAM O PROJETO, APRIMORAMENTO DAS AÇÕES MOTORAS ATRAVÉS DA GINÁSTICA ARTÍSTICA NO MEPROVI PEQUENINOS. França, Bruna S.* Silva, Janaina

Leia mais

Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício ISSN versão eletrônica

Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício ISSN versão eletrônica RESULTADOS DA AVALIAÇÃO DE DENSIDADE CORPORAL POR MEIO DE DIFERENTES PROTOCOLOS 20 Thainá Caetano Pereira da Silva 1 Marcelo Henrique Silva 2 Alexandre Vinícius Malmann Medeiros 3 RESUMO A avaliação física

Leia mais

COMPOSIÇÃO CORPORAL EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES. Aula 11. Ma. Ana Beatriz Monteiro

COMPOSIÇÃO CORPORAL EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES. Aula 11. Ma. Ana Beatriz Monteiro COMPOSIÇÃO CORPORAL EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES Aula 11 Ma. Ana Beatriz Monteiro Sumário Composição Corporal Equações Antropométricas Bioimpedância Maturação Sexual (Tanner) Livro Didático: págs. 74 à 89

Leia mais

A importância da anamn m ese s......

A importância da anamn m ese s...... Importância da Anamnese Dobras Cutâneas BIOTIPOS COMPOSIÇÃO CORPORAL PERIMETRIA A importância da anamnese... Conceito A anamnese (do grego anamnesis significa recordação) consiste na história clínica do

Leia mais

Recursos antropométricos para análise da composição corporal

Recursos antropométricos para análise da composição corporal Recursos antropométricos para análise da composição corporal Procedimentos laboratoriais oferecem estimativas muito precisas sobre os componentes de gordura e de massa isenta de gordura e se tornam, portanto,

Leia mais

Palavras-chave: Aptidão Física. Saúde. Projeto Esporte Brasil.

Palavras-chave: Aptidão Física. Saúde. Projeto Esporte Brasil. APTIDÃO FÍSICA RELACIONADA Á SAÚDE DE CRIANÇAS E JOVENS DO PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL EM APODI/RN Jorge Alexandre Maia de Oliveira Maria Lúcia Lira de Andrade Maikon Moisés de Oliveira

Leia mais

O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima

O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima Saúde mais próxima. Por causa de quem mais precisa. Saúde mais Próxima é um programa da

Leia mais

Estudo da Viabilidade da utilização de Cartão de Crédito para um Grupo de Clientes Essenciais

Estudo da Viabilidade da utilização de Cartão de Crédito para um Grupo de Clientes Essenciais Estudo da Viabilidade da utilização de Cartão de Crédito para um Grupo de Clientes Essenciais Cleyton Zanardo de Oliveira CER, DEs, UFSCar Vera Lúcia Damasceno Tomazella, DEs, UFSCar Resumo Uma única pessoa

Leia mais

4 Avaliação Econômica

4 Avaliação Econômica 4 Avaliação Econômica Este capítulo tem o objetivo de descrever a segunda etapa da metodologia, correspondente a avaliação econômica das entidades de reservas. A avaliação econômica é realizada a partir

Leia mais

USO DO SOFTWARE WINDOGRAPHER PARA ESTIMATIVAS DA VELOCIDADE DO VENTO EM ALTITUDE NUMA REGIÃO DO LITORAL CEARENSE

USO DO SOFTWARE WINDOGRAPHER PARA ESTIMATIVAS DA VELOCIDADE DO VENTO EM ALTITUDE NUMA REGIÃO DO LITORAL CEARENSE USO DO SOFTWARE WINDOGRAPHER PARA ESTIMATIVAS DA VELOCIDADE DO VENTO EM ALTITUDE NUMA REGIÃO DO LITORAL CEARENSE Emerson Mariano da Silva 1 ; Flavio José Alexandre Linard 2 1 Universidade Estadual do Ceará

Leia mais

CÁLCULO DE INCERTEZA EM ENSAIO DE TRAÇÃO COM OS MÉTODOS DE GUM CLÁSSICO E DE MONTE CARLO

CÁLCULO DE INCERTEZA EM ENSAIO DE TRAÇÃO COM OS MÉTODOS DE GUM CLÁSSICO E DE MONTE CARLO ENQUALAB-28 Congresso da Qualidade em Metrologia Rede Metrológica do Estado de São Paulo - REMESP 9 a 2 de junho de 28, São Paulo, Brasil CÁLCULO DE INCERTEZA EM ENSAIO DE TRAÇÃO COM OS MÉTODOS DE GUM

Leia mais

Protocolo em Rampa Manual de Referência Rápida

Protocolo em Rampa Manual de Referência Rápida Protocolo em Rampa Manual de Referência Rápida 1 O que é o Protocolo em Rampa O protocolo em rampa é um protocolo para testes de esforço que não possui estágios. Nele o incremento da carga se dá de maneira

Leia mais

Método dos mínimos quadrados - ajuste linear

Método dos mínimos quadrados - ajuste linear Apêndice A Método dos mínimos quadrados - ajuste linear Ao final de uma experiência muitas vezes temos um conjunto de N medidas na forma de pares (x i, y i ). Por exemplo, imagine uma experiência em que

Leia mais

Prof.. Claudio Pavanelli

Prof.. Claudio Pavanelli Comparação de resultados de testes por posição em jogadores de futebol profisional Prof.. Claudio Pavanelli CEMAFE Universidade Federal de São Paulo - EPM Exigência Fisiológica no Futebol: Grau de intensidade

Leia mais

Matemática - UEL - 2010 - Compilada em 18 de Março de 2010. Prof. Ulysses Sodré Matemática Essencial: http://www.mat.uel.

Matemática - UEL - 2010 - Compilada em 18 de Março de 2010. Prof. Ulysses Sodré Matemática Essencial: http://www.mat.uel. Matemática Essencial Equações do Segundo grau Conteúdo Matemática - UEL - 2010 - Compilada em 18 de Março de 2010. Prof. Ulysses Sodré Matemática Essencial: http://www.mat.uel.br/matessencial/ 1 Introdução

Leia mais

AULAS 04 E 05 Estatísticas Descritivas

AULAS 04 E 05 Estatísticas Descritivas 1 AULAS 04 E 05 Estatísticas Descritivas Ernesto F. L. Amaral 19 e 28 de agosto de 2010 Metodologia de Pesquisa (DCP 854B) Fonte: Triola, Mario F. 2008. Introdução à estatística. 10 ª ed. Rio de Janeiro:

Leia mais

GERAÇÃO DE VIAGENS. 1.Introdução

GERAÇÃO DE VIAGENS. 1.Introdução GERAÇÃO DE VIAGENS 1.Introdução Etapa de geração de viagens do processo de planejamento dos transportes está relacionada com a previsão dos tipos de viagens de pessoas ou veículos. Geralmente em zonas

Leia mais

Correlação e Regressão

Correlação e Regressão Correlação e Regressão Análise de dados. Tópico Prof. Dr. Ricardo Primi & Prof. Dr. Fabian Javier Marin Rueda Adaptado de Gregory J. Meyer, University of Toledo, USA; Apresentação na Universidade e São

Leia mais

Copyright 2014-15 OSIsoft, LLC. 1

Copyright 2014-15 OSIsoft, LLC. 1 1 Avaliação de Desempenho Energético em Tempo Real Presented by Petrobras Objetivo Construir uma ferramenta capaz de monitorar a eficiência energética das unidades termoelétricas em tempo real e inferir

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL - MATEMÁTICA PROJETO FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA ELEMENTAR

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL - MATEMÁTICA PROJETO FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA ELEMENTAR UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL - MATEMÁTICA PROJETO FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA ELEMENTAR Assuntos: Matrizes; Matrizes Especiais; Operações com Matrizes; Operações Elementares

Leia mais

COMPARAÇÃO ENTRE OS MÉTODOS DE BIOIMPEDANCIA E ANTROPOMETRIA PARA AVALIAÇÃO DA GORDURA CORPORAL EM ATLETAS DO TIME DE FUTEBOL FEMININO DE BOTUCATU/SP

COMPARAÇÃO ENTRE OS MÉTODOS DE BIOIMPEDANCIA E ANTROPOMETRIA PARA AVALIAÇÃO DA GORDURA CORPORAL EM ATLETAS DO TIME DE FUTEBOL FEMININO DE BOTUCATU/SP COMPARAÇÃO ENTRE OS MÉTODOS DE BIOIMPEDANCIA E ANTROPOMETRIA PARA AVALIAÇÃO DA GORDURA CORPORAL EM ATLETAS DO TIME DE FUTEBOL FEMININO DE BOTUCATU/SP Fabio Fabian Buscariolo 1 Maria Cecília Catalani 1

Leia mais

4.6 Análise estatística

4.6 Análise estatística 36 4.6 Análise estatística Na análise dos dados, foi utilizado o programa estatístico SPSS, versão 11.5 (Windows). Inicialmente, apresentou-se o resultado geral do grupo dos adolescentes obesos e de eutróficos,

Leia mais

7 LEVANTAMENTO ANTROPOMÉTRICO

7 LEVANTAMENTO ANTROPOMÉTRICO 7 LEVANTAMENTO ANTROPOMÉTRICO Apresentamos aqui os resultados obtidos na pesquisa de campo realizada com quarenta ciclistas profissionais. Buscamos obter dados no que diz respeito a dores na coluna vertebral

Leia mais

O ESPAÇO NULO DE A: RESOLVENDO AX = 0 3.2

O ESPAÇO NULO DE A: RESOLVENDO AX = 0 3.2 3.2 O Espaço Nulo de A: Resolvendo Ax = 0 11 O ESPAÇO NULO DE A: RESOLVENDO AX = 0 3.2 Esta seção trata do espaço de soluções para Ax = 0. A matriz A pode ser quadrada ou retangular. Uma solução imediata

Leia mais

DIAGNÓSTICO DA OBESIDADE INFANTIL

DIAGNÓSTICO DA OBESIDADE INFANTIL DIAGNÓSTICO DA OBESIDADE INFANTIL Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica - ABESO Dra. Maria Edna de Melo CREMESP 106.455 Responsável Científica pelo site da ABESO A Pesquisa

Leia mais

PERFIL ANTROPOMÉTRICO DA EQUIPE DE FUTEBOL SOCIETY CAMPEÃ DA XXXVII OLIMBLIND

PERFIL ANTROPOMÉTRICO DA EQUIPE DE FUTEBOL SOCIETY CAMPEÃ DA XXXVII OLIMBLIND Recebido em: 28/2/2010 Emitido parece em: 6/3/2010 Artigo original PERFIL ANTROPOMÉTRICO DA EQUIPE DE FUTEBOL SOCIETY CAMPEÃ DA XXXVII OLIMBLIND João Carlos T. Strickert, Alberto Inácio da Silva, Mauro

Leia mais

Avaliação antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade.

Avaliação antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade. 10mo Congreso Argentino de Educación Física y Ciencias. Universidad Nacional de La Plata. Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación. Departamento de Educación Física, La Plata, 2013. Avaliação

Leia mais

RESOLUÇÃO CFP N.º 25/2001

RESOLUÇÃO CFP N.º 25/2001 RESOLUÇÃO CFP N.º 25/2001 Define teste psicológico como método de avaliação privativo do psicólogo e regulamenta sua elaboração, comercialização e uso. O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso das atribuições

Leia mais

CAPÍTULO 1 MEDIÇÃO E O ERRO DE MEDIÇÃO

CAPÍTULO 1 MEDIÇÃO E O ERRO DE MEDIÇÃO CAPÍTULO 1 MEDIÇÃO E O ERRO DE MEDIÇÃO 1.1. Definições do Vocabulário Internacional de Metrologia (VIM) Metrologia: Ciência das medições [VIM 2.2]. Medição: Conjunto de operações que têm por objectivo

Leia mais

Análise de Regressão. Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho. Cleber Moura Edson Samuel Jr

Análise de Regressão. Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho. Cleber Moura Edson Samuel Jr Análise de Regressão Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho Cleber Moura Edson Samuel Jr Agenda Introdução Passos para Realização da Análise Modelos para Análise de Regressão Regressão Linear Simples

Leia mais

PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009. Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros

PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009. Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros 1 of 5 11/26/2010 2:57 PM Comunicação Social 26 de novembro de 2010 PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009 Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros O número de domicílios

Leia mais

Cálculo de potência; Limites de confiança; Análise estatística (ANOVA).

Cálculo de potência; Limites de confiança; Análise estatística (ANOVA). CENTRO UNIVERSITÁRIO FRANCISCANO UNIFRA CURSO DE FARMÁCIA CONTROLE BIOLÓGICO DA QUALIDADE DE MEDICAMENTOS DELINEAMENTO: 3 x 3 3 doses do padrão Prof. Marcos R. dos Santos P2 A1 A3 A2 P1 A = amostra P=

Leia mais

Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano ISSN 1415-8426 SOMATOTIPO E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE ÁRBITROS E ÁRBITROS ASSISTENTES DA CBF

Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano ISSN 1415-8426 SOMATOTIPO E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE ÁRBITROS E ÁRBITROS ASSISTENTES DA CBF Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano ISSN 1415-8426 Artigo original Alberto Inácio da Silva 1 Cassiano Ricardo Rech 1 SOMATOTIPO E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE ÁRBITROS E ÁRBITROS ASSISTENTES

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO NUTRICIONAL DE INDIVÍDUOS PARATLETAS FREQUENTADORES DE UMA ASSOCIAÇÃO PARADESPORTIVA DE MARINGÁ, PARANÁ

CARACTERIZAÇÃO NUTRICIONAL DE INDIVÍDUOS PARATLETAS FREQUENTADORES DE UMA ASSOCIAÇÃO PARADESPORTIVA DE MARINGÁ, PARANÁ CARACTERIZAÇÃO NUTRICIONAL DE INDIVÍDUOS PARATLETAS FREQUENTADORES DE UMA ASSOCIAÇÃO PARADESPORTIVA DE MARINGÁ, PARANÁ Débora de Moura¹; Débora Augusto Sampaio²; Geziane Deldoto 2 ; Sonia Maria Marques

Leia mais

Eduardo Alves de Oliveira. [email protected] IME Instituo Militar de Engenharia LES PUC-Rio Laboratório de Engenharia de Software da Puc - Rio

Eduardo Alves de Oliveira. eduaopec@yahoo.com.br IME Instituo Militar de Engenharia LES PUC-Rio Laboratório de Engenharia de Software da Puc - Rio Eduardo Alves de Oliveira [email protected] IME Instituo Militar de Engenharia LES PUC-Rio Laboratório de Engenharia de Software da Puc - Rio Processo de Desenvolvimento de Software; Produtividade:

Leia mais

MODELO DE INSTRUÇÕES PARA A PREPARAÇÃO E SUBMISSÃO DE TRABALHOS PARA CONGRESSOS BRASILEIROS

MODELO DE INSTRUÇÕES PARA A PREPARAÇÃO E SUBMISSÃO DE TRABALHOS PARA CONGRESSOS BRASILEIROS MODELO DE INSTRUÇÕES PARA A PREPARAÇÃO E SUBMISSÃO DE TRABALHOS PARA CONGRESSOS BRASILEIROS TÍTULO DO TRABALHO Primeiro Autor e-mail Instituição de Ensino Endereço CEP Cidade Estado Segundo Autor e-mail

Leia mais

RESOLUÇÃO Matemática APLICADA FGV Administração - 14.12.14

RESOLUÇÃO Matemática APLICADA FGV Administração - 14.12.14 FGV Administração - 1.1.1 VESTIBULAR FGV 015 1/1/01 RESOLUÇÃO DAS 10 QUESTÕES DE MATEMÁTICA DA PROVA DA TARDE MÓDULO DISCURSIVO QUESTÃO 1 Um mapa de um pequeno parque é uma região em forma de quadrilátero,

Leia mais

Associação de resistores

Associação de resistores Associação de resistores É comum nos circuitos elétricos a existência de vários resistores, que encontram-se associados. Os objetivos de uma associação de resistores podem ser: a necessidade de dividir

Leia mais

Perfil Morfológico de Culturistas Brasileiros de Elite em Período Competitivo

Perfil Morfológico de Culturistas Brasileiros de Elite em Período Competitivo Perfil Morfológico de Culturistas Brasileiros de Elite em Período Competitivo Artigo Original Morphological Profile of Elite Brazilian Bodybuilders in Competitive Season Edilson Serpeloni Cyrino 1 José

Leia mais

O Dimensionamento do Centro de Produção

O Dimensionamento do Centro de Produção O Dimensionamento do Centro de Produção (posto de trabalho) ANTROPOMETRIA estudo e sistematização das medidas físicas do corpo humano. ANTROPOMETRIA ESTÁTICA - refere-se a medidas gerais de segmentos corporais,

Leia mais

AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL

AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL técnico A AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL - A MEDIÇÃO DE PREGAS ADIPOSAS COMO TÉCNICA PARA A AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL AUTORES Francisco Gonçalves 1 Paulo Mourão 2 1 Licenciado e Doutorando em

Leia mais

Análise descritiva das informações referentes a aluno, diretor e escola. Modelos de Regressão Multinivel:(dois níveis hierárquicos) Aluno Escola

Análise descritiva das informações referentes a aluno, diretor e escola. Modelos de Regressão Multinivel:(dois níveis hierárquicos) Aluno Escola Avaliação do Projeto Arte na Escola Resultados Janeiro 2012 Objetivo Avaliar o desempenho dos alunos da 8ª série nas provas de matemática e língua portuguesa das escolas públicas nas quais o professor

Leia mais

APLICAÇÕES DA DERIVADA

APLICAÇÕES DA DERIVADA Notas de Aula: Aplicações das Derivadas APLICAÇÕES DA DERIVADA Vimos, na seção anterior, que a derivada de uma função pode ser interpretada como o coeficiente angular da reta tangente ao seu gráfico. Nesta,

Leia mais

Departamento de Engenharia Civil, Materiais de Construção I 3º Ano 1º Relatório INDÍCE

Departamento de Engenharia Civil, Materiais de Construção I 3º Ano 1º Relatório INDÍCE INDÍCE 1- Introdução/ Objectivos... 2- Análise Granulométrica... 2.1- Introdução e descrição dos ensaios... 2.2- Cálculos efectuados, resultados encontrados e observações... 2.3- Conclusão... 3- Ensaio

Leia mais

Método de Monte Carlo e ISO

Método de Monte Carlo e ISO Método de Monte Carlo e ISO GUM para cálculo l de incerteza Prof. Dr. Antonio Piratelli Filho Universidade de Brasilia (UnB) Faculdade de Tecnologia Depto. Engenharia Mecânica 1 Introdução: Erro x incerteza

Leia mais

Objetivos: Construção de tabelas e gráficos, escalas especiais para construção de gráficos e ajuste de curvas à dados experimentais.

Objetivos: Construção de tabelas e gráficos, escalas especiais para construção de gráficos e ajuste de curvas à dados experimentais. 7aula Janeiro de 2012 CONSTRUÇÃO DE GRÁFICOS I: Papel Milimetrado Objetivos: Construção de tabelas e gráficos, escalas especiais para construção de gráficos e ajuste de curvas à dados experimentais. 7.1

Leia mais

3. Características amostrais. Medidas de localização e dispersão

3. Características amostrais. Medidas de localização e dispersão Estatística Descritiva com Excel Complementos. 77 3. Características amostrais. Medidas de localização e dispersão 3.1- Introdução No módulo de Estatística foram apresentadas as medidas ou estatísticas

Leia mais

Avaliando o que foi Aprendido

Avaliando o que foi Aprendido Avaliando o que foi Aprendido Treinamento, teste, validação Predição da performance: Limites de confiança Holdout, cross-validation, bootstrap Comparando algoritmos: o teste-t Predecindo probabilidades:função

Leia mais

Introdução. Palavras-chave: Composição corporal. Antropometria. Escola pública. Escola privada.

Introdução. Palavras-chave: Composição corporal. Antropometria. Escola pública. Escola privada. I Comparação de Composição Corporal Entre Alunos de Escolas Públicas e Privadas Por: André Shigueo F. Vieira Orientador: Prof. Dr. Ricardo Bernardo Mayolino Resumo: O objetivo do presente estudo foi analisar

Leia mais

Composição corporal de pessoas com deficiências avaliadas pela técnica de pletismografia

Composição corporal de pessoas com deficiências avaliadas pela técnica de pletismografia AUTORES: Mateus Rossato 1 John Lennon Moura Lima 1 Silas Nery de Oliveira 1 Murillo Augusto de Moraes 1 Ewertton de Souza Bezerra 1 Minerva Amorim 2 Lionela Corrêa 2 Khatya A Thome Lopes 2 Composição corporal

Leia mais

Resíduos Quadráticos e Fatoração: uma aplicação à criptoanálise do RSA

Resíduos Quadráticos e Fatoração: uma aplicação à criptoanálise do RSA Resíduos Quadráticos e Fatoração: uma aplicação à criptoanálise do RSA Charles F. de Barros 20 de novembro de 2008 Resumo Faremos uma breve introdução ao conceito de resíduos quadráticos, descrevendo em

Leia mais

4 Análise dos Resultados

4 Análise dos Resultados 4 Análise dos Resultados 4.1 Construção do o de Regressão Logística No SPSS 13.0, foi aplicado o modelo de regressão logística binário, método stepwise foward, para definir o modelo final que minimiza

Leia mais

MULHER NO MERCADO DE TRABALHO

MULHER NO MERCADO DE TRABALHO MULHER NO MERCADO DE TRABALHO Tâmara Freitas Barros A mulher continua a ser discriminada no mercado de trabalho. Foi o que 53,2% dos moradores da Grande Vitória afirmaram em recente pesquisa da Futura,

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS ESTATÍSTICOS AVANÇADOS DO EXCEL PREVISÃO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS ESTATÍSTICOS AVANÇADOS DO EXCEL PREVISÃO UTILIZAÇÃO DE RECURSOS ESTATÍSTICOS AVANÇADOS DO EXCEL PREVISÃO! Fazendo regressão linear! Relacionando variáveis e criando uma equação para explicá-las! Como checar se as variáveis estão relacionadas!

Leia mais