ESSENCIALIDADE DOS AMINOÁCIDOS
|
|
|
- Lucas Diegues de Almeida
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 METABOLISMO DEGRADATIVO DAS PROTEÍNAS E AMINOÁCIDOS 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS (essencialidade de aminoácidos e qualidade da proteína alimentar) Os aminoácidos devem constar na dieta dos animais devido à sua função de constituinte das proteínas corporais deste organismo. Os estudos sobre a nutrição animal e humana mostraram que os aminoácidos podem ser divididos em dois grupos dependendo do metabolismo dos mesmos: a aminoácidos essenciais ou indispensáveis: aqueles que o organismo não sintetiza, ou se o faz, em quantidades aquém da requerida. Lisina, triptofano, metionina, valina, leucina, isoleucina, fenilalanina e treonina são essenciais ao homem, sedo que esta relação de aminoácidos é dependente da espécie animal. b aminoácidos não essenciais ou dispensáveis: aqueles que o organismo sintetiza nas quantidades requeridas. Ácidos aspártico e glutâmico, alanina, serina, e demais aminoácidos. ESSENCIALIDADE DOS AMINOÁCIDOS AMINOÁCIDOS ESSENCIAIS OU INDISPENSÁVEIS FENILALANINA LEUCINA LISINA ISOLEUCINA METIONINA TREONINA TRIPTOFANO VALINA AMINOÁCIDOS NÃO ESSENCIAIS OU DISPENSÁVEIS ÁCIDO GLUTÂMICO ÁCIDO ASPÁRTICO ALANINA SERINA ETC. As proteínas alimentares (presentes nos alimentos) podem ser consideradas de boa qualidade quando ricas em aminoácidos essenciais, e de má qualidade se são pobres nestes aminoácidos. Uma proteína de boa qualidade deve suprir a demanda diária de todos os aminoácidos essenciais de um organismo. A albumina do ovo é uma proteína completa (possui todos os aminoácidos essenciais e nas quantidades adequadas) e é considerada uma referência em termos de nutrição humana. O milho opaco-2, melhorado geneticamente, apresenta maior conteúdo das proteínas glutelina e zeína, que são ricas em lisina. De uma maneira geral os cereais são pobres em lisina ao passo que os grãos das leguminosas são deficientes em metionina. A composição da dieta com proteínas de diferentes origens pode minimizar a deficiência de certos aminoácidos essenciais, como a combinação de cereais e leguminosas (arroz com feijão, muito difundido no Brasil).
2 As proteínas que ingerimos como alimentos são hidrolisadas nos aminoácidos constituintes pelas enzimas digestivas do estomago (pepsina), suco pancreático (amino- e carboxipeptidases) e suco instestinal (di- e tripeptidases). Os aminoácidos livres são absorvidos pelo intestino através do sistema porta e se dirigem ao fígado para a síntese das proteínas corporais individuais (estruturais ou de atividade biológica, como enzimas, anticorpos e hormônios), ou sofrerem reações específicas para cada aminoácido. QUALIDADE DA PROTEÍNA ALIMENTAR E SUA FUNÇÃO NUTRITIVA AMINOÁCIDOS ESSENCIAIS OU INDISPENSÁVEIS FENILALANINA LEUCINA LISINA ISOLEUCINA METIONINA TREONINA TRIPTOFANO VALINA PROTEÍNAS DE BOA QUALIDADE AMINOÁCIDOS NÃO ESSENCIAIS OU DISPENSÁVEIS ÁCIDO GLUTÂMICO ÁCIDO ASPÁRTICO ALANINA SERINA ETC. PROTEÍNAS ALIMENTARES AMINOÁCIDOS REAÇÕES ESPECÍFICAS SÍNTESE DAS PROTEÍNAS CORPORAIS 2. BALANÇO NITROGENADO O balanço nitrogenado foi um dos primeiros parâmetros para se avaliar a nutrição protéica nos animais. Ele é definido como a diferença entre o N ingerido por dia (dos alimentos) e o excretado (pelas fezes e urina).
3 BALANÇO NITROGENADO Flutuações no peso MASSA PROTEÍNA CORPORAL IDADE BALANÇO NITROGENADO (BN) = N ingerido N excretado BN > 0 (animal em crescimento) BN = 0 (animal adulto) BN < 0 (animal com carência de proteína, deficiência de aminoácido essencial, casos patológicos) Conceito de proteína metabolicamente inerte Um indivíduo ou organismo em fase de crescimento apresenta um balanço nitrogenado positivo, isto é, a quantidade de N ingerida é maior do que a excretada. Os indivíduos adultos apresentam balanço nitrogenado nulo (ou equilíbrio nitrogenado), visto que os organismos animais não mais acumulam compostos nitrogenados (proteínas) assim que cessado o crescimento. Ao contrário do que ocorre com carboidratos e lipídeos, as proteínas não podem ser armazenadas. Daí uma maior excreção de N devido a uma dieta rica em proteínas. O zootecnista ou nutricionista deve, pois, levar em consideração no balanceamento de rações ou dietas, que os carboidratos e lipídeos devem satisfazer as exigências energéticas, enquanto as proteínas (a mais cara das três classes de alimentos) devem constituir fonte de aminoácidos para a síntese das proteínas corporais do organismo. 3. TAXA DE RECICLAGEM (TURNOVER) DA PROTEÍNA CORPORAL Até recentemente se acreditava que as proteínas, em contraste com os carboidratos e lipídeos, fossem inertes metabolicamente. Assim, uma vez sintetizada, a molécula protéica permaneceria intacta até a morte do animal, quando então se iniciava a sua degradação. Este conceito prevaleceu por longo tempo, pois era observado que os teores de lipídeos (e mesmo carboidratos), num organismo animal, variavam dependendo da condição nutritiva. Assim é que os depósitos de gordura podem ser aumentados quando da ingestão de uma dieta rica em calorias. Igualmente ocorre o consumo dos depósitos de gordura em condições de deficiência calórica. Em contraste, as proteínas corporais não são utilizadas para a produção de energia (ATP) até que outras reservas (carboidratos e lipídeos) tenham sido esgotadas, o que ocorre em algumas condições atípicas, como a fome extrema.
4 METABOLISMO DAS PROTEÍNAS EXPERIMENTO DE SCHOENHEIMEN COM RATOS ADULTOS ÁCIDO GLUTÂMICO- 15 N OUTROS AMINOÁCIDOS- 15 N PROTEÍNA CORPORAL- 15 N TAXA DE RECICLAGEM DA PROTEÍNA CORPORAL PROTEÍNA HEMOGLOBINA MIOSINA COLÁGENO DESCARBOXILASE DE ORNITINA (E.coli) MEIA VIDA (TURN-OVER) 30 DIAS 180 DIAS 1000 DIAS 11 MINUTOS 84 g proteína oxidados ¼ = 21 g AA HUMANO ADULTO: 1,2 g de proteína/dia.kg de peso vivo = 70 x 1,2 = 84 g proteína corporal reciclada 1 g de cada AA O conceito de que as proteínas eram metabolicamente inertes era fortalecido pela observação de que a proteína corporal num animal aumentava durante o crescimento, mas permanecia constante na fase adulta, mesmo com variações de peso corporal (que era reflexo das alterações nas massas de gordura e carboidrato). Sabemos que no organismo animal as reservas de carboidratos são bastante limitadas. Assim a glicose do sangue (90 mg/l) e as reservas de glicogênio muscular e hepático (0,5% da massa muscular e 5% da massa do fígado), representam uma fração muito pequena na massa corporal. Ao contrário, os depósitos de gordura podem representar parte significativa do peso corpóreo. As proteínas não são armazenadas com o propósito de serem mobilizadas posteriormente como fornecedoras de energia. Os estudos pioneiros de Schoenheimen puseram por terra o conceito de que as proteínas corporais eram inertes. Ao fornecer ração contendo ácido glutâmico marcado com 15 N a ratos adultos (cessado o crescimento, os teores de proteína corporal permanecem constantes, e o animal se encontra na condição de balanço nitrogenado nulo), verificou-se que o isótopo do N passou integrar moléculas de outros aminoácidos e igualmente foi encontrado integrando moléculas de proteínas no fígado do animal. Tais resultados demonstraram algo que já se sabia o ácido glutâmico poderia se converter em outros aminoácidos. Porém, de maior impacto, foi a descoberta de que proteínas novas foram sintetizadas no animal adulto, contrariando o estabelecido anteriormente de que as proteínas seriam sintetizadas apenas durante a fase de crescimento do animal. Como os teores de proteína corporal permanecem constantes durante a fase adulta, os resultados somente poderiam ser explicados se igual quantidade de proteína corporal fosse degradada no mesmo período. Surgia um novo conceito na nutrição protéica, estabelecendo que em animais adultos, onde não há mais crescimento, ocorre síntese de proteína com relativa velocidade, a qual seria contrabalanceada por uma degradação protéica de mesma intensidade, de modo que o teor global de proteína corpórea permaneceria constante (balanço nitrogenado nulo). Durante a fase de crescimento, quando há deposição de proteína corporal, a taxa de síntese sobrepuja a de degradação (balanço nitrogenado positivo). Em alguns casos patológicos e de má nutrição, a velocidade de degradação é maior que a de síntese e ocorre diminuição no conteúdo de proteína no organismo (balanço nitrogenado negativo).
5 Tal descoberta levou a se constatar que cada molécula protéica difere quanto à taxa de reciclagem (turnover). A hemoglobina possui uma meia vida de 30 dias, enquanto esses valores seriam de 180 e 1000 dias para a miosina e o colágeno, respectivamente. A meia vida vem a ser o tempo para que 50% das moléculas da referida proteína sejam substituídas por moléculas recém sintetizadas. Os valores de meia vida se relacionam com as funções biológicas das proteínas. Assim a hemoglobina, sujeita a muitos acidentes fisiológicos no desempenho de suas funções, deveria ser mais intensamente reciclada, quando comparada com o colágeno, proteína estrutural típica. Calcula-se que para um humano adulto, 1,2 g de proteína por dia sofra degradação e síntese por cada quilograma de peso vivo. Dessa degradação protéica, um quarto dos aminoácidos resultantes seriam biologicamente oxidados, de modo que o mesmos devem ser restituídos pela proteína da dieta. Como cerca de metade dos aminoácidos protéicos são considerados essenciais, facilmente se compreende a necessidade desses aminoácidos essenciais estarem contidos na dieta e nas quantidades adequadas. A grosso modo, se pode estimar que um indivíduo com 60 Kg degrada cerca de 1g de cada aminoácido protéico por dia. 4. REAÇÕES ESPECÍFICAS PARA OS AMINOÁCIDOS Os aminoácidos oriundos tanto da hidrólise das proteínas corporais (que estão sendo recicladas) como da proteína alimentar, se dirigem ao fígado nos mamíferos onde sofrem várias modalidades de reações, dentre as quais destacamos as que se seguem Desaminação Neste tipo de reação o aminoácido perde o grupo amino (- ) na forma de amônia ( ) e o esqueleto carbônico se transforma no alfa-cetoácido correspondente. A desidrogenase glutâmica é uma enzima de ocorrência universal, encontrada em animais e vegetais. A reação é reversível, de modo que pode operar no sentido de síntese ou de degradação do ácido glutâmico, aumentado assim a sua importância fisiológica. Tanto assim que mediante esta enzima a toxidez da amônia pode ser atenuada e se constitui na possibilidade de se produzir aminoácido a partir de um esqueleto carbônico oriundo de carboidrato. REAÇÃO DE DESAMINAÇÃO NAD + NADH H + CH C O + DESIDROGENASE GLUTÂMICA A DESIDROGENASE GLUTÂMICA É FRANCAMENTE REVERSÍVEL, ATUANDO TAMBÉM NA SÍNTESE DE GLUTAMATO
6 4.2. Transaminação Como o nome indica na reação de transaminação ocorre a transferência do grupo amino de um composto para outro. A molécula doadora do grupo amino é sempre o REAÇÕES DE TRANSAMINAÇÃO N H 2 C H C H 2 C H 2 + C O C H 2 TGO B6 C O C H 2 C H 2 + N H 2 C H C H 2 TGO = transaminase glutamico-oxalocética CH + C O CH 3 TGP B6 C O + CH CH 3 TGP = transaminase glutamico-pirúvica ácido glutâmico, enquanto a molécula receptora do grupo amino é sempre um cetoácido. Duas enzimas se destacam: Transaminase Glutâmico-Pirúvica (TGP) e Transaminase Glutâmico-Oxaloacética (TGO), ambas exigindo piridoxina (vitamina B6) como cofator enzimático. Tais enzimas permitem as sínteses da alanina e do ácido aspártico, razão pela qual estes aminoácidos, assim como o glutamato (sintetizado pela desidrogenase glutâmica) são considerados não essenciais aos humanos. Estas enzimas, como mencionado anteriormente, estão confinadas no tecido hepático, sendo muito baixa a atividade das mesmas no plasma sanguíneo. No entanto, no caso de lesão hepática (mecânica ou devido à inflamação como no caso da hepatite), a ruptura das células acarreta o vazamento do conteúdo celular resultando em alta atividade enzimática no plasma sanguíneo, sendo tal valor de atividade enzimática o teste confirmatório destes trauma/distúrbio patológico Descarboxilação Mediante reação de descarboxilação o aminoácido perde a carboxila (-) na forma de gás carbônico, dando origem a uma amina, a qual, geralmente, apresenta efeitos fisiológicos significativos ao organismo.
7 REAÇÕES DE DESCARBOXILAÇÃO AMINOÁCIDO AMINA + CO 2 CH Descarboxilase de ornitina CH + CO 2 ORNITINA PUTRESCINA AMINA QUE SE ACUMULA EM PLANTAS DEFICIENTES EM POTÁSSIO, RESPONSÁVEL PELOS SINTOMAS DA DEFICIÊNCIA A descarboxilação de histidina (pela descarboxilase de histidina) leva à produção de histamina, amina que estimula a secreção gástrica. Esta amina também está envolvida com os vários processos alérgicos, os quais são precedidos da formação da mesma. Tanto assim que alguns medicamentos para controlar a alergia são desenhados para bloquear a formação de histamina, sendo assim chamados de anti-histamínicos. Vários outros aminoácidos podem ser descarboxilados por suas respectivas descarboxilases, dando origem às respectivas aminas. Dentre elas podemos citar o ácido gama-aminobutírico (GABA, oriundo do ácido glutâmico) e que é um componente essencial ao metabolismo dos neurônios. A formação do GABA é crucial para as atividades nervosas, razão pela qual o seu precursor (glutamato) é encontrado em formulações medicamentosas para se aumentar a capacidade de memorização. Também explica porque ao ácido alfa-gama-diaminobutírico (encontrado em plantas tóxicas do gênero Lathirus) exerce a sua ação tóxica neurológica (neuro-latirismo, distúrbio causado pela ingestão das sementes da referida planta ver aminoácidos tóxicos em aulas anteriores). O alfa-gama-diaminobutírico devido à semelhança estrutural com o gama-aminobutírico atua como inibidor competitivo no metabolismo dos neurônios. Di-hidroxifenilalanina (DOPA), aminoácido não protéico, ao ser descarboxilado gera a DOPAMINA, molécula precursora da adrenalina, potente vaso-constritor e acelerador dos batimentos cardíacos e da taxa respiratória. Os efeitos fisiológicos da adrenalina (naturalmente induzidos pelo susto) tornam os animais mais aptos a um esforço físico, escapando dos predadores. Atletas têm usado os precursores da adrenalina para se tornarem mais competitivos, e o teste anti-dopping visa detectar os níveis destes compostos no sangue.
8 AS AMINAS SÃO FISIOLOGICAMENTE ATIVAS H C C CH N NH CH H C C N NH + CO 2 CH Histidina Histamina ÁCIDO GLUTÂMICO DOPA (DIHIDROXIFENILALANINA) ORNITINA LISINA AMINOÁCIDO ÁCIDO GAMA-AMINOBUTÍRICO DOPAMINA ADRENALINA PUTRESCINA CADAVERINA AMINA CORRESPONDENTE Putrescina e cadaverina (oriundas da ornitina e lisina, repectivamente) são formadas pela decomposição bacteriana de materiais protéicos. Putrescina se acumula particularmente em plantas deficientes em potássio, alcançando níveis tóxicos para as plantas, causando os sintomas específicos que caracterizam a deficiência mineral em questão. Os níveis foliares de putrescina já foram utilizados para o diagnóstico precoce da deficiência de potássio em culturas (permitindo que a correção da fertilidade do solo seja feita antes do estabelecimento dos prejuízos fisiológicos/econômicos irreversíveis) 4.4. Reações degradativas dos aminoácidos Cada um dos 20 aminoácidos protéicos sofrem diferentes reações originando como produtos, dependendo do esqueleto carbônico dos mesmos, apenas acetil-coa, pirúvato, oxaloacetato ou alfa-cetoglutarato. Nestas reações o grupo amino é removido (normalmente na forma de amônia) e deverá ser processado pela célula para minimizar o seu efeito tóxico (veremos este tema na excreção do nitrogênio). Os esqueletos carbônicos resultantes normalmente são processados pelo ciclo de Krebs (o piruvato e o acetil-coa são substratos naturais do ciclo, enquanto os cetoácidos são intermediários do mesmo ciclo). Desta forma a célula ainda tem a vantagem de utilizar a energia química encerrada nos esqueletos carbônicos oriundos dos aminoácidos que estão sendo degradados. Assim, embora as proteínas não sejam adequadas ao fornecimento de energia utilizável (ATP), estas reações permitem que os esqueletos carbônicos dos aminoácidos possam contribuir para a demanda energética. Isto acontece em condições fisiológicas anormais como no caso do diabete mellitus e num balanceamento inadequado da dieta (veremos detalhes mais adiante, na tema integração do metabolismo).
9 REAÇÕES DEGRADATIVAS DOS AMINOÁCIDOS: DESTINO DO ESQUELETO CARBÔNICO Fenilalanina Tirosina Ac. aspártico Aspagina Metionina Isoleucina Valina Ac. Glutâmico Arginina Prolina Histidina Acetoacetil-CoA Oxaloacetato Alfa-cetoglutarato Acetil-CoA Ciclo de Krebs Lisina Leucina Triptofano Acetil-CoA Alanina Serina Citeína Glicina Treonina Piruvato Acetil-CoA TEORES DE AMINOÁCIDOS (mg/100g do alimento) ALIMENTO PROTEÍNA (%) LEITE 3,5% OVO 11,4% CARNE BOVINA 17,7% ARROZ 7,5% FEIJÃO 22,1% BROCOLI 14,3% ISOLEUCINA LEUCINA LISINA METIONINA FENILALANINA TREONINA TRIPTOFANO VALINA Amino-acidContent of Foods andbiologicaldata onproteins. FoodPolicy andfoodscience Service, Nutrition Division, FAO
10 NECESSIDADES DIÁRIAS DE AMINOÁCIDOS ESSENCIAIS (mg/dia.kg de peso vivo) AMINOÁCIDO 3-6 MESES ANOS ADULTO HISTIDINA ISOLEUCINA LEUCINA LISINA METIONINA, CISTEÍNA FENILALANINA, TIROSINA TREONINA TRIPTOFANO VALINA ? ? 12 (720)* 16 (960)* 12 (720)* 10 (600)* 19 (960)* 8 (480)* 3 (180)* 14 (840)* ( )* ESTIMATIVA PARA ADULTO COM 60 Kg 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS EXCREÇÃO DO NITROGÊNIO Do metabolismo degradativo dos compostos nitrogenados, especialmente dos aminoácidos, resulta a amônia ( ). Devido à natureza dinâmica dos processos metabólicos, parte da amônia é reutilizada pela célula mediante o processo da assimilação da amônia, enquanto o restante deve ser eliminada através da excreção. Sabe-se que os animais excretam o nitrogênio em uma das três seguintes formas nitrogenadas de excreção: amônia, uréia e ácido úrico. Destas formas a amônia é a mais tóxica e altamente solúvel em água. A uréia é bem menos tóxica, mas igualmente solúvel em água, enquanto o ácido úrico não é tóxico, porém bastante insolúvel em água. Um dos capítulos mais interessantes da bioquímica comparada vem a ser aquele referente à excreção do nitrogênio. Existem evidências suficientes de que a forma nitrogenada excretada por um organismo animal é geralmente determinada pela disponibilidade de água para este organismo. Assim, os organismos aquáticos, que vivem circundados pela água, podem excretar a amônia, a qual, a despeito de ser tóxica, não acarreta nenhum inconveniente devido à diluição instantânea no meio ambiente. Já os animais terrestres, que possuem um suprimento limitado de água, não podem acumular a amônia, excretando, pois, o nitrogênio na forma de uréia ou ácido úrico. A escolha entre uréia ou ácido úrico é estabelecida pelas condições do desenvolvimento embrionário. Assim os mamíferos, nos quais o feto se desenvolve em contato íntimo com o corpo materno através do sistema circulatório, sintetizam a uréia, a qual sendo solúvel pode ser removida do embrião e excretada pela mãe. Já os embriões de pássaros e répteis que se desenvolvem no interior de um sistema fechado, o ovo, com um conteúdo de água bastante limitado, não podem utilizar a uréia como forma de excreção devido à sua solubilidade e toxidez. Tais organismos optaram então pelo ácido úrico, o qual sendo insolúvel, se deposita na forma sólida
11 EXCREÇÃO DO NITROGÊNIO PROTEÍNAS AMINOÁCIDOS ACETIL-CoA OXALOACETATO ALFA-CETOGLUTARATO Aminoácidos Amidas assimilação AMÔNIA TÓXICA EXCREÇÃO FORMAS NITROGENADAS DE EXCREÇÃO 1. (AMÔNIA=82%N): ALTAMENTE TÓXICA E SOLÚVEL EM ÁGUA 2. O=C( ) 2 (URÉIA=60%N): POUCO TÓXICA E SOLÚVEL EM ÁGUA 3. ÁCIDO ÚRICO (33%N): NÃO TÓXICO E INSOLÚVEL EM ÁGUA CLASSIFICAÇÃO SEGUNDO A FORMA NITROGENADA DE EXCREÇÃO 1. AMONIOTÉLICOS (EXCRETAM AMÔNIA) VERTEBRADOS AQUÁTICOS LARVAS DE ANFÍBIOS FORMAS AQUÁTICAS 2. UREOTÉLICOS (EXCRETAM URÉIA) 3. URICOTÉLICOS (EXCRETAM ÁCIDO ÚRICO) FORMAS TERRESTRES A ESCOLHA ENTRE URÉIA E ÁCIDO ÚRICO DEPENDE DAS CONDIÇÕES DO DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO URÉIA: MAMÍFEROS, ONDE O FETO SE DESENVOLVE EM CONTATO ÍNTIMO COM O ORGANISMO MATERNO, USANDO O SISTEMA CIRCULATÓRIO PARA A EXCREÇÃO DO N ÁCIDO ÚRICO: EMBRIÃO SE DESENVOLVE NUM SISTEMA FECHADO COM SUPRIMENTO MUITO LIMITADO DE ÁGUA na parte interna da casca. Essas características de excreção nitrogenada, tão importante para o desenvolvimento dos embriões, seriam então mantidas no organismo adulto. No entanto, na fase adulta, dependendo da disponibilidade de água para o animal, o mesmo pode alterar a forma nitrogenada de excreção, atendendo ao princípio da economicidade energética. Isto porque a síntese da uréia, e com mais razão a síntese do ácido úrico, representa um dispêndio energético (gasto de ATP). Assim, a tartaruga marinha, embora tenha aprendido a excretar o nitrogênio na forma de ácido úrico na fase embrionária, passa a excretar o nitrogênio na forma de amônia na fase adulta, permitida pela grande disponibilidade de água.
12 AS FORMAS NITROGENADAS PODEM SER ALTERADAS EM FUNÇÃO DA DISPONIBILIDADE DE ÁGUA ANFÍBIOS GIRINO: FASE LARVAL EXCRETA O N NA FORMA DE AMÔNIA FASE ADULTA EXCRETA AMÔNIA + URÉIA PEIXES PULMONADOS ÉPOCA DE CHUVAS - AMÔNIA ESTIAGEM AMÔNIA + URÉIA ESPÉCIES ESSENCIALMENTE AQUÁTICAS - AMÔNIA QUELÔNIOS ESPÉCIES SEMI-TERRESTRES AMÔNIA + URÉIA ESPÉCIES ESSENCIALMENTE TERRESTRES ÁCIDO ÚRICO O contrário igualmente acontece, como no caso dos anfíbios, nos quais a fase larval (essencialmente aquática) excreta a amônia. Porém durante na fase adulta, vivendo também fora da água, passam a excretar uma mistura de amônia e uréia, proporção esta que varia dependendo do tempo que vive na água. O mesmo acontece com os peixes pulmonados e aqueles habitantes de rios que secam durante a época de estiagem, sendo que são obrigados a sobreviver em poças de água no leito dos rios. Tais organismos arcam com o custo energético da biossíntese da uréia quando da necessidade/opção por viverem em ambiente com menor disponibilidade de água. 2. EXCREÇÃO DA AMÔNIA Nos animais amoniotélicos, ou seja, aquele que excretam predominantemente a amônia (como a maior parte dos vertebrados aquáticos, especialmente os peixes ósseos e as larvas de anfíbios), o catabolismo dos aminoácidos se inicia com uma transaminação envolvendo alfa-cetoglutarato, formando-se glutamato. Glutamanto igualmente pode ser formado pela desidrogenase glutâmica, utilizando de amônia livre ( ). Entretanto devido à carga negativa do glutamato no ph fisiológico (apresenta as duas carboxilas desprotonizadas) o mesmo não atravessa as membranas lipoprotéicas. Para contornar tal problema o glutamato se combina enzimaticamente com mais amônia, pela ação da glutamina sintetase, formando glutamina, uma molécula neutra não tóxica capaz de se translocar, transportando o N nas formas amínica (- ) e amídica (-CO ) para o fígado (no caso da maioria dos animais terrestres) ou para a guelras (ou brânquias) das formas aquáticas. Nas guelras a glutamina perde o nitrogênio amídico pela ação da glutaminase aípresente, liberando o nitrogênio na forma de amônia ( ) que é excretada no meio exterior. O glutamato resultante é desaminado liberando mais amônia para excreção. Já no fígado dos mamíferos, por exemplo, esta amônia deverá ser novamente processada pelo Ciclo da Uréia, sendo convertida numa forma menos tóxica (uréia).
13 SÍNTESE DA GLUTAMINA NOS TECIDOS Alfa-aminoácido O - R CH COO - OOC CH CH CH COO R O CH COO - Alfa-cetoácido Alfa-cetoglutárico transaminase - OOC COO - Acido glutâmico desidrogenase glutâmica sintetase de glutamina CO COO - Glutamina DEGRADAÇÃO DA GLUTAMINA NAS BRÂNQUIAS (GUELRAS) LIBERAÇÃO DA AMÔNIA NO MEIO Glutamina CO COO - glutaminase - OOC COO - Acido glutâmico desidrogenase glutâmica IGUALMENTE NO FÍGADO DOS MAMÍFEROS O - OOC CH COO - Alfa-cetoglutárico 3. EXCREÇÃO DA URÉIA A uréia é a principal forma nitrogenada de excreção dos ureotélicos que compreendem a maior parte dos vertebrados terrestres. A formação da uréia foi estuda por Krebs e Henseleit, utilizando-se de fatias de fígado de rato. Tal tecido tinha a habilidade sintetizar uréia a partir de e CO 2 (na proporção de 2:1) em um processo endergônico, ou seja, exigente em energia (ATP). Tais pesquisadores demonstraram que quantidades catalíticas (diminutas) de arginina, citrulina e ornitina, propiciavam formação de uma quantidade apreciável de uréia. Foi então proposto um ciclo reações, que tinha por finalidade promover a desintoxicação da amônia, o qual é mencionado como Ciclo da Uréia, Ciclo da Ornitina-Uréia ou Ciclo de Krebs-Henseleit.
14 CICLO DA URÉIA OU DA ORNITINA-URÉIA ATP 2ATP 2ADP AMP + P~P CUSTO ENERGÉTICO DA PRODUÇÃO DA URÉIA = 4 ATP/MOLÉCULA DE URÉIA Tal ciclo opera em animais e em plantas. Entretanto em plantas, devido à presença da urease (enzima que hidrolisa a uréia em amônia e CO 2 ), a síntese da uréia não teria propósito fisiológico, sendo que a função do ciclo seria unicamente a de propiciar a síntese de arginina. FORMAÇÃO DA URÉIA O privilégio de se excretar o nitrogênio na forma de uréia tem um preço energético: 4 moléculas de ATP são gastas por molécula de uréia formada. 4. EXCREÇÃO DO ÁCIDO ÚRICO Os animais uricotélicos (aves e répteis) excretam o nitrogênio mormente na forma insolúvel de ácido úrico, composto com 33% de nitrogênio.
15 FORMAÇÃO DO ÁCIDO ÚRICO É FEITO A PARTIR DE MOLÉCULAS SIMPLES COM GRANDE GASTO DE ENERGIA (ATP) SUA FORMAÇÃO ATENDE A DOIS PROPÓSITOS: 1. SÍNTESE DAS BASES NITROGENADAS 2. EXCREÇÃO DO N Entretanto o ácido úrico também é o principal sub-produto da degradação das bases púricas (adenina e guanina) nos primatas, pássaros e répteis. Há um considerável gasto de energia para a fabricação do ácido úrico (muito mais que a uréia), que é realizada às custas de pequenas moléculas. De início o nitrogênio de alguns aminoácidos, juntamente com o carbono de outras moléculas doadoras é empregado para se confeccionar as bases adenina e guanina. Tais bases irão integrar os nucleotídeos, inclusive estruturando os ácidos nucléicos. Ao reciclarem estas moléculas (assim como ocorre com as proteínas) o metabolismo encaminha parte dessas bases nitrogenadas para a formação do ácido úrico o qual é excretado.
A oxidação dos aminoácidos e a produção de uréia
A oxidação dos aminoácidos e a produção de uréia A U L A 17 objetivos Ao final desta aula, você deverá ser capaz de: Identificar as situações metabólicas nas quais ocorre o catabolismo dos aminoácidos.
Nestas últimas aulas irei abordar acerca das vitaminas. Acompanhe!
Aula: 31 Temática: Vitaminas parte I Nestas últimas aulas irei abordar acerca das vitaminas. Acompanhe! Introdução O termo vitamina refere-se a um fator dietético essencial requerido por um organismo em
Metabolismo de Aminoácidos. Degradação de Proteínas a Aminoácidos. Degradação de Proteínas e Aminoácidos. - glicemia = de glucagon e TNF
Metabolismo de Aminoácidos Degradação de Proteínas e Aminoácidos - Degradação de aminoácidos em excesso na alimentação - Absorção pelo fígado, retirada grupo amino - Degradação espontânea de proteínas
2. Metabolismo de Prótidos
2. Metabolismo de Prótidos 2.1. Aminoácidos O transporte de aminoácidos é activo e faz-se juntamente com o sódio (Na + ), utilizando proteínas transportadoras. Os aminoácidos, são geralmente transportados
METABOLISMO DAS PROTEÍNAS. Bioquímica Básica Ciências Biológicas 3º período Cátia Capeletto
METABOLISMO DAS PROTEÍNAS Bioquímica Básica Ciências Biológicas 3º período Cátia Capeletto Aminoácido Os aminoácidos livres são obtidos da degradação da proteína da dieta, da renovação constante das proteínas
23/03/2015. Moléculas orgânicas - Carboidratos
Moléculas orgânicas - Carboidratos São formados por C, H, O. São Conhecidos como: Hidratos de Carbono Glucídios Glicídios Açúcares Sacarídeos Funções: Energética (glicose); Glicogênio : reserva energética
FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO I BIOENERGÉTICA: CICLO DE KREBS
FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO I BIOENERGÉTICA: CICLO DE KREBS Ciclo de Krebs Considerações Gerais Esta denominação decorre da homenagem ao bioquímico Hans Krebs, a qual lhe valeu o Prémio Nobel de Fisiologia
M E T B O L I S M O CATABOLISMO ANABOLISMO
METABOLISMO É o conjunto das reações químicas que ocorrem num organismo vivo com o fim de promover a satisfação de necessidades estruturais e energéticas. ...metabolismo Do ponto de vista físico-químico,
METABOLISMO DE LIPÍDEOS
METABOLISMO DE LIPÍDEOS 1. Β-oxidação de ácidos graxos - Síntese de acetil-coa - ciclo de Krebs - Cadeia transportadora de elétrons e fosforilação oxidativa 2. Síntese de corpos cetônicos 3. Síntese de
Aula: 12 Temática: Metabolismo das principais biomoléculas parte IV. Na aula de hoje iremos estudar a fermentação. Boa aula!
Aula: 12 Temática: Metabolismo das principais biomoléculas parte IV Na aula de hoje iremos estudar a fermentação. Boa aula! Fermentação O Piruvato, produto da glicólise, pode continuar sendo processado
Criado e Desenvolvido por: RONNIELLE CABRAL ROLIM Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com
Criado e Desenvolvido por: RONNIELLE CABRAL ROLIM Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com ÁCIDOS NUCLEICOS ÁCIDOS NUCLÉICOS: são substâncias formadoras de genes, constituídas por um grande
CICLOS BIOGEOQUÍMICOS
CICLOS BIOGEOQUÍMICOS O fluxo de energia em um ecossistema é unidirecional e necessita de uma constante renovação de energia, que é garantida pelo Sol. Com a matéria inorgânica que participa dos ecossistemas
(2) converter as moléculas dos nutrientes em unidades fundamentais precursoras das macromoléculas celulares;
INTRODUÇÃO AO METABOLISMO Metabolismo é o conjunto das reações químicas que ocorrem num organismo vivo com o fim de promover a satisfação de necessidades estruturais e energéticas. O metabolismo tem quatro
Gliconeogênese. Gliconeogênese. Órgãos e gliconeogênese. Fontes de Glicose. Gliconeogênese. Gliconeogênese Metabolismo dos aminoácidos Ciclo da Uréia
Gliconeogênese Metabolismo dos aminoácidos Ciclo da Uréia Gliconeogênese Alexandre Havt Gliconeogênese Fontes de Energia para as Células Definição Via anabólica que ocorre no fígado e, excepcionalmente
Alimentos de Soja - Uma Fonte de Proteína de Alta Qualidade
Alimentos de Soja - Uma Fonte de Proteína de Alta Qualidade Documento de posição do Comité Consultivo Científico da ENSA Introdução As proteínas são um importante nutriente necessário para o crescimento
Função orgânica nossa de cada dia. Profa. Kátia Aquino
Função orgânica nossa de cada dia Profa. Kátia Aquino Vamos analisar! Funções Carboidratros (ou Glicídios) Energética: eles são os maiores fornecedores de energia para os seres vivos, principalmente a
A patroa quer emagrecer
A patroa quer emagrecer A UU L AL A Andando pela rua, você passa em frente a uma farmácia e resolve entrar para conferir seu peso na balança. E aí vem aquela surpresa: uns quilinhos a mais, ou, em outros
Proteína: digestibilidade e sua importância na produção. Fabrizio Oristanio (Biruleibe)
Proteína: digestibilidade e sua importância na produção Fabrizio Oristanio (Biruleibe) Introdução Evolução das estimativas protéicas a partir da década de 80 Método fatorial Manutenção Produção Sistemas
Questões. Biologia Professor: Rubens Oda 24/11/2014. #VaiTerEspecífica. 1 (UEMG 2014) Considere, a seguir, a recorrência de uma heredopatia.
Questões 1 (UEMG 2014) Considere, a seguir, a recorrência de uma heredopatia. De acordo com o heredograma e outros conhecimentos sobre o assunto, é CORRETO afirmar que a) normalidade ocorre na ausência
SISTEMA EXCRETOR PROFª CLÁUDIA LOBO
SISTEMA EXCRETOR PROFª CLÁUDIA LOBO Excreção Mecanismo pelo qual os seres vivos recolhem seu lixo celular, como a amônia (NH 3 ), CO 2, água e sais. Desta forma, os seres vivos mantém a homeostase, isto
ENZIMAS. Células podem sintetizar enzimas conforme a sua necessidade.
ENZIMAS As enzimas são proteínas, catalisadores (aumenta a velocidade de uma determinada reação química) biológicos (proteínas) de alta especificidade. Praticamente todas as reações que caracterizam o
Proteínas. As proteínas são o centro da acção em todos os processos biológicos. Voet & Voet Biochemistry
Proteínas As proteínas são o centro da acção em todos os processos biológicos. Voet & Voet Biochemistry As proteínas são os compostos orgânicos mais abundantes dos organismos vivos (~50% do peso sêco)
QUÍMICA CELULAR NUTRIÇÃO TIPOS DE NUTRIENTES NUTRIENTES ENERGÉTICOS 4/3/2011 FUNDAMENTOS QUÍMICOS DA VIDA
NUTRIÇÃO QUÍMICA CELULAR PROFESSOR CLERSON [email protected] CIESC MADRE CLÉLIA CONCEITO CONJUNTO DE PROCESSOS INGESTÃO, DIGESTÃO E ABSORÇÃO SUBSTÂNCIAS ÚTEIS AO ORGANISMO ESPÉCIE HUMANA: DIGESTÃO ONÍVORA
DIGESTÃO E ABSORÇÃO DAS PROTEÍNAS
DIGESTÃO E ABSORÇÃO DAS PROTEÍNAS 1 Fenilalanina Valina Aa essenciais Treonina Triptofano Isoleucina Metionina Histidina Lisina Arginina Leucina PROTEÍNAS Alanina Asparagina Aspartato Cisteína Glutamato
Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. [email protected]
Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo [email protected] O metabolismo de carboidratos em humanos pode ser dividido nas seguintes categorias: 1. Glicólise 2. Ciclo de Krebs 3. Glicogênese 4. Glicogenólise
Você não é o que come. Você é o que absorve!
Você não é o que come. Você é o que absorve! Sabe-se que o consumo de suplementos alimentares com finalidades específicas, como incremento de massa muscular,vem crescendo constantemente no Brasil e no
VALOR NUTRITIVO DA CARNE
VALOR NUTRITIVO DA CARNE Os alimentos são consumidos não só por saciarem a fome e proporcionarem momentos agradáveis à mesa de refeição mas, sobretudo, por fornecerem os nutrientes necessários à manutenção
Você tem ninho de ovos de ouro?
Você tem ninho de ovos de ouro? Promotor L, o reforço que suas aves precisam... E seu bolso também! Benefícios com o uso do Promotor L : Diminui efeitos do estresse (calor, debicagem, etc.); Aumenta a
Requerimentos Nutricionais de Cães e Gatos
Requerimentos Nutricionais de Cães e Gatos animais de companhia duas espécies diferentes de animais Maria Clorinda Soares Fioravanti ([email protected]) apresentam requerimentos nutricionais específicos
Proteínas na alimentação de monogástricos
Proteína - Composição: C, H, O e N - Proteína Bruta: 16% FC: 6,25% - Composta de aminocácidos com grupamento amínico, carboxílico e outros. Professor Luciano Hauschild 1 Classificação nutricional dos aminoácidos
Padrão de respostas às questões discursivas
Padrão de respostas às questões discursivas A seguir encontram-se as questões das provas discursivas da 2ª ETAPA do Vestibular UFF 2011, acompanhadas das respostas esperadas pelas bancas. GABARITO BIOLOGIA
Professor Fernando Stuchi M ETABOLISMO DE C ONSTRUÇÃO
M ETABOLISMO DE C ONSTRUÇÃO P ROTEÍNAS P ROPRIEDADE BÁSICA São grandes moléculas (macromoléculas) constituídas por aminoácidos, através de ligações peptídicas. É o composto orgânico mais abundante no corpo
Fisiologia: Digestão, respiração, circulação, excreção, coordenação e reprodução
Fisiologia: Digestão, respiração, circulação, excreção, coordenação e reprodução 1. No nosso organismo existem dois tipos de enzimas do tipo amilase, a amilase pancreática e a amilase salivar, com velocidades
Capacidade de organizar os produtos da digestão usando a energia extraída dos mesmos produtos da digestão (REGULAÇÃO)
Capacidade de organizar os produtos da digestão usando a energia extraída dos mesmos produtos da digestão (REGULAÇÃO) As proteínas são digeridas até aminoácidos, as gorduras (triglicérides) até glicerol
Carla Bittar Bioquímica e Metabolismo Animal
Carla Bittar Bioquímica e Metabolismo Animal Biosfera rica em N2 Microrganismos reduzem N2 formando NH3 Plantas e microrganismos absorvem NH3 e NO3- para síntese de biomoléculas Animais dependem da dieta
( ) Falta de vitamina D. Dificuldades em absorver o cálcio, provocando problemas para a calcificação dos ossos.
NOME: ANO: 8º ENSINO: FUNDAMENTAL I TURMA: DATA: / / PROF(ª).:Sandra Medeiros ATIVIDADE DIAGNÓSTICA DE CIÊNCIAS 1. Questão Estabeleça relação entre as colunas. (a) Beribéri ( ) Falta de vitamina D. Dificuldades
Proteínas. Enzima que Colagénio Insulina degrada a insulina (hormona)
Proteínas O seu nome deriva da palavra Grega proteios, que significa de principal importância. As proteínas desempenham um papel fundamental nos sistemas biológicos, estando associadas a todas as formas
ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO PARALELA 2º Trimestre. 3 ano DISCIPLINA: BIOLOGIA B
ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO PARALELA 2º Trimestre 3 ano DISCIPLINA: BIOLOGIA B Observações: 1- Antes de responder às atividades, releia o material entregue sobre Sugestão de Como Estudar. 2 - Os exercícios
Catabolismo de Aminoácidos em Mamíferos
Catabolismo de Aminoácidos em Mamíferos O grupo amino e o esqueleto de carbono seguem vias separadas. A amônia é tóxica para os animais As bases moleculares não são totalmente esclarecidas Em humanos,
3ªsérie B I O L O G I A
3.1 QUESTÃO 1 Três consumidores, A, B e C, compraram, cada um deles, uma bebida em embalagem longa vida, adequada às suas respectivas dietas. As tabelas abaixo trazem informações nutricionais sobre cada
REGISTRO: Isento de Registro no M.S. conforme Resolução RDC n 27/10. CÓDIGO DE BARRAS N : 7898171287947(Frutas vermelhas) 7898171287954(Abacaxi)
Ficha técnica CHÁ VERDE COM CÓLAGENO, VITAMINA C E POLIDEXTROSE Pó para Preparo de Bebida a Base de Chá Verde, com Colágeno hidrolisado, vitamina C e polidextrose Sabor Abacaxi e frutas vermelhas REGISTRO:
BIOQUÍMICA DA ÁGUA. Disciplina: Bioquímica, Prof. Dr. Vagne Oliveira E-mail: [email protected]
BIOQUÍMICA DA ÁGUA Disciplina: Bioquímica, Prof. Dr. Vagne Oliveira E-mail: [email protected] ÁGUA Substância mais abundante nos seres vivos; É uma substância líquida, incolor, inodora e
Hormonas e mensageiros secundários
Hormonas e mensageiros secundários Interrelação entre os tecidos Comunicação entre os principais tecidos Fígado tecido adiposo hormonas sistema nervoso substratos em circulação músculo cérebro 1 Um exemplo
Sistemas Excretores. Professor Fernando Stuchi
Sistemas Excretores Definição Para manutenção da vida de um organismo animal, todo alimento e substancia que são digeridas, as células absorvem os nutrientes necessários para o fornecimento de energia.
TURMA DE REVISÃO - EMESCAM 1º SEMESTRE 2012 - QUÍMICA
TURMA DE REVISÃO - EMESCAM 1º SEMESTRE 2012 - QUÍMICA Prof. Borges EXERCÍCIOS DE AMINOÁCIDOS 1. (Fuvest) A hidrólise de um peptídeo rompe a ligação peptídica, originando aminoácidos. Quantos aminoácidos
Em termos comparativos a chlorella possui proporcionalmente mais proteínas do que a soja, a carne bovina e o trigo.
O que é? A chlorella é uma alga unicelular de água doce existente na Terra há milhões de anos. A sua estrutura genética manteve-se intacta ao longo do tempo resultando numa grande concentração e variedade
AVALIAÇÃO DA QUALIDADE E VALOR NUTRICIONAL DE ÓLEOS E GORDURAS
Data: Agosto/2003 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE E VALOR NUTRICIONAL DE ÓLEOS E GORDURAS Óleos e gorduras são constituintes naturais dos ingredientes grãos usados nas formulações de rações para animais. Podem
EXCREÇÃO COMPARADA. Profº Moisés Myra Araújo, por www.bioloja.com
EXCREÇÃO COMPARADA Profº Moisés Myra Araújo, por www.bioloja.com EXCREÇÃO Através da excreção são eliminadas substâncias tóxicas do organismo (como resíduos nitrogenados provenientes do metabolismo de
Aula: 16 Temática: Estrutura dos aminoácidos e proteínas parte I. Iremos iniciar o estudo da estrutura dos aminoácidos e proteínas.
Aula: 16 Temática: Estrutura dos aminoácidos e proteínas parte I Acompanhe! Iremos iniciar o estudo da estrutura dos aminoácidos e proteínas. Introdução: A proteína é o composto orgânico mais abundante
Introdução. Conceitos aplicados a alimentação animal. Produção animal. Marinaldo Divino Ribeiro. Nutrição. Alimento. Alimento. Nutriente.
Conceitos aplicados a alimentação animal Introdução Produção animal Marinaldo Divino Ribeiro EMV Depto de Produção ão Animal - UFBA Genética Sanidade Nutrição Alimento Susbstância que, consumida por um
BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 17 MITOCÔNDRIAS E RESPIRAÇÃO CELULAR
BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 17 MITOCÔNDRIAS E RESPIRAÇÃO CELULAR Retículo endoplasmático Invólucro nuclear Núcleo Mitocôndria Procarionte fotossintético Cloroplasto Procarionte ancestral Eucariote ancestral
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CARNE. Profª Sandra Carvalho
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CARNE Profª Sandra Carvalho A carne magra: 75% de água 21 a 22% de proteína 1 a 2% de gordura 1% de minerais menos de 1% de carboidratos A carne magra dos diferentes animais de abate
NUTRIÇÃO DE GATOS. DUTRA, Lara S. 1 ; CENTENARO, Vanessa B. 2 ; ARALDI, Daniele Furian 3. Palavras-chave: Nutrição. Gatos. Alimentação.
NUTRIÇÃO DE GATOS DUTRA, Lara S. 1 ; CENTENARO, Vanessa B. 2 ; ARALDI, Daniele Furian 3 Palavras-chave: Nutrição. Gatos. Alimentação. Introdução Nutrição veterinária é a ciência que tem por objetivo descobrir
Aula 9 Sistema digestório
Aula 9 Sistema digestório Os alimentos fornecem nutrientes para construção de estruturas celulares e, ainda, liberação de energia para as atividades celulares. A função da digestão é converter os alimentos
Eliane Petean Arena Nutricionista - CRN 3257. Rua Conselheiro Antônio Prado 9-29 Higienópolis Bauru - SP Telefone : (14) 3243-7840
Músculos Ok Eliane Petean Arena Nutricionista - CRN 3257 Rua Conselheiro Antônio Prado 9-29 Higienópolis Bauru - SP Telefone : (14) 3243-7840 Conhecendo seu corpo e seus músculos Proteínas e o ganho de
EXERCÍCIOS DE REVISÃO CITOPLASMA E METABOLISMO
Componente Curricular: Biologia Professor: Leonardo Francisco Stahnke Aluno(a): Turma: Data: / /2015 EXERCÍCIOS DE REVISÃO CITOPLASMA E METABOLISMO 1. A respeito da equação ao lado, que representa uma
Figura 1: peridrociclopentanofenantreno
COLESTEROL A n a L a u r a B u e n o Esteróides são álcoois de alto peso molecular. São compostos lipossolúveis muito importantes na fisiologia humana. Os esteróis possuem uma estrutura básica chamada
Metabolismo de Proteínas. Tiago Fernandes 2014
Metabolismo de Proteínas Tiago Fernandes 2014 Proteínas (do grego de primordial importância ) - aa acoplados formam proteínas. - 10 a 12 kg de proteína em um adulto saudável - maior proporção no músculo
NUTRIÇÃO APLICADA À FARMÁCIA
NUTRIÇÃO APLICADA À FARMÁCIA METABOLISMO BASAL GASTO ENERGÉTICO TOTAL Profª. Alcinira Furtado Farias METABOLISMO BASAL Conjunto de processos por meio dos quais o organismo vivo recolhe e transforma as
FARELO DE SOJA: PROCESSAMENTO E QUALIDADE
Data: Janeiro/2001 FARELO DE SOJA: PROCESSAMENTO E QUALIDADE...A soja é uma das mais importantes culturas agrícolas mundiais, sendo sua produção destinada para a obtenção de óleo e farelo, pela indústria
FISIOLOGIA RENAL EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM
EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM FISIOLOGIA RENAL 01. A sudorese (produção de suor) é um processo fisiológico que ajuda a baixar a temperatura do corpo quando está muito calor ou quando realizamos uma atividade
Perder Gordura e Preservar o Músculo. Michelle Castro
Perder Gordura e Preservar o Músculo Michelle Castro 25 de Novembro de 2012 Principais Tópicos 1. Processos catabólicos associados a dietas hipocalóricas. 2. Contextualização/compreensão do porquê da existências
Bioenergética. Profa. Kalyne de Menezes Bezerra Cavalcanti
Bioenergética Profa. Kalyne de Menezes Bezerra Cavalcanti Natal/RN Fevereiro de 2011 Substratos para o exercício O corpo utiliza nutrientes carboidratos, gorduras e proteínas consumidos diariamente para
A A A A A A A A A A A A A A A BIOLOGIA
BIOLOGI 1 Nos últimos 10.000 anos, o nível de evaporação da água do Mar Morto tem sido maior que o de reposição. Dessa forma, a concentração de sais tem aumentado, já que o sal não evapora. principal fonte
JUSTIFICATIVA OBJETIV OS:
JUSTIFICATIVA Para termos um corpo e uma mente saudável, devemos ter uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes, carnes, cereais, vitaminas e proteínas. Sendo a escola um espaço para a promoção
COMENTÁRIO DA PROVA DE BIOLOGIA
COMENTÁRIO DA PROVA DE BIOLOGIA A prova de Biologia da UFPR apresentou uma boa distribuição de conteúdos ao longo das nove questões. O grau de dificuldade variou entre questões médias e fáceis, o que está
VITAMINAS. COMPOSTOS ORGÂNICOS, NECESSÁRIOS EM QUANTIDADES PEQUENAS -mg, µg/ DIA;
VITAMINAS COMPOSTOS ORGÂNICOS, NECESSÁRIOS EM QUANTIDADES PEQUENAS -mg, µg/ DIA; ESSENCIAIS PARA A MANUTENÇÃO DA SAÚDE, CRESCIMENTO NORMAL E REPRODUÇÃO. DEFICIÊNCIA VITAMÍNICA em 1987: NPT = MORTE VITAMINAS
Profª Marília Varela
Profª Marília Varela Por que um Técnico em Enfermagem estudar Nutrição e Dietética? Para quê??? Reconhecer o estado nutricional adequado Diferenciar grupos alimentares Compreender como os nutrientes são
EXERCÍCIO E DIABETES
EXERCÍCIO E DIABETES Todos os dias ouvimos falar dos benefícios que os exercícios físicos proporcionam, de um modo geral, à nossa saúde. Pois bem, aproveitando a oportunidade, hoje falaremos sobre a Diabetes,
46. Com relação à pequena circulação, assinale a afirmativa CORRETA:
2 o PROCESSO SELETIVO/2005 2 O DIA GABARITO 1 29 BIOLOGIA QUESTÕES DE 46 A 60 46. Com relação à pequena circulação, assinale a afirmativa CORRETA: a) A artéria pulmonar sai do ventrículo esquerdo e transporta
METABOLISMO. - ATP é a moeda energética da célula
INTEGRAÇÃO DO METABOLISMO ESTRATÉGIAS DO METABOLISMO - ATP é a moeda energética da célula - ATP é gerado pela oxidação de moléculas de alimento: * as macromoléculas da dieta são quebradas até suas unidades
METABOLISMO. Nesta 3 a parte da disciplina nosso principal objetivo é compreender os mecanismos pelos quais as células regulam o seu metabolismo
METABOLISMO Nesta 3 a parte da disciplina nosso principal objetivo é compreender os mecanismos pelos quais as células regulam o seu metabolismo Mas o que é metabolismo? Metabolismo é o nome que damos ao
47 Por que preciso de insulina?
A U A UL LA Por que preciso de insulina? A Medicina e a Biologia conseguiram decifrar muitos dos processos químicos dos seres vivos. As descobertas que se referem ao corpo humano chamam mais a atenção
Alimentação da vaca leiteira
Alimentação da vaca leiteira A exploração leiteira consiste em atividade de converter recursos alimentares em leite, cujo valor agregado é superior a matéria-prima original. Recursos alimentares: Volumosos
RESENHA: Novas perspectivas na luta contra a dependência química provocada pela cocaína.
RESENHA: Novas perspectivas na luta contra a dependência química provocada pela cocaína. FONTE: Yao, L. et al. (2010) Nature Medicine 16 (9), 1024. Contribuição de Rodolfo do Couto Maia (Doutorando do
Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. [email protected]
Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo [email protected] A glicólise é provavelmente a via bioquímica mais bem compreendida. Desempenha uma função central no metabolismo energético, fornecendo uma porção
As bactérias operárias
A U A UL LA As bactérias operárias Na Aula 47 você viu a importância da insulina no nosso corpo e, na Aula 48, aprendeu como as células de nosso organismo produzem insulina e outras proteínas. As pessoas
NECESSIDADE BÁSICAS DOS SERES VIVOS. Estágio docência: Camila Macêdo Medeiros
NECESSIDADE BÁSICAS DOS SERES VIVOS Estágio docência: Camila Macêdo Medeiros Necessidades básicas O planeta oferece meios que satisfaçam as necessidades básicas dos seres vivos. Necessidades básicas dos
Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. [email protected]
Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo [email protected] A conversão do fluxo de elétrons em trabalho biológico requer transdutores moleculares (circuito microscópico), análogos aos motores elétricos que
7ª série / 8º ano 2º bimestre U. E. 10
7ª série / 8º ano 2º bimestre U. E. 10 Tipos de reprodução Reprodução é a capacidade que os seres vivos têm de gerar descendentes da mesma espécie. A união dos gametas é chamada fecundação, ou fertilização,
Profº André Montillo www.montillo.com.br
Profº André Montillo www.montillo.com.br Definição: É a soma de todas as reações químicas envolvidas na manutenção do estado dinâmico das células, onde milhares de reações ocorrem ao mesmo tempo, determinando
Curso superior em Agronomia GESA- Grupo de estudo em solos agrícolas Absorção de nutrientes e Fotossíntese Bambuí-MG 2009 Alunas: Erica Marques Júlia Maluf É o processo pelo qual a planta sintetiza compostos
Metabolismo de PROTEÍNAS
FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Departamento de Educação Física Metabolismo de PROTEÍNAS Disciplina Nutrição aplicada à Educação Física e ao Esporte Prof. Dr. Ismael Forte Freitas Júnior FORMAÇÃO DAS
As proteínas transportadoras
As proteínas transportadoras 10 A U L A objetivos Ao final desta aula, você deverá compreender o que são: Proteínas transportadoras: carreadores e canais. Aquaporinas. Biologia Celular As proteínas transportadoras
R C COOH. H H H O O desidratação O R1 C C + R2 C C R1 C C H + H 2 O OH OH intramolecular O NH 2 N NH 2 N C C H H OH H R2
1. Comentário: A ausência de alimentos de origem animal na dieta implica na ausência de proteínas integrais, as quais possuem todos os aminoácidos essenciais, ou seja, aqueles que não podem ser produzidos
Preferências alimentares individuais; Disponibilidade dos alimentos no mercado; Influência das propagandas no mercado, na televisão.
Nutrição na Infância e Adolescência A alimentação e a nutrição constituem requisitos básicos para a promoção e a proteção da saúde, possibilitando a afirmação plena do potencial de crescimento e desenvolvimento
Álcool e energéticos. Uma mistura perigosa. José Guerchon Camila Welikson Arnaldo Welikson Barbara Macedo Durão
Álcool e energéticos. Uma mistura perigosa. José Guerchon Camila Welikson Arnaldo Welikson Barbara Macedo Durão Este documento tem nível de compartilhamento de acordo com a licença 3.0 do Creative Commons.
Lisina, Farelo de Soja e Milho
Lisina, Farelo de Soja e Milho Disponível em nosso site: www.lisina.com.br Veja como substituir uma parte do farelo de soja por Lisina Industrial e milho Grande parte dos suinocultores conhecem a Lisina
IESA-ESTUDO DIRIGIDO 1º SEMESTRE 8º ANO - MANHÃ E TARDE- DISCIPLINA: CIÊNCIAS PROFESSORAS: CELIDE E IGNÊS. Aluno(a): Turma:
IESA-ESTUDO DIRIGIDO 1º SEMESTRE 8º ANO - MANHÃ E TARDE- DISCIPLINA: CIÊNCIAS PROFESSORAS: CELIDE E IGNÊS Aluno(a): Turma: Querido (a) aluno (a), Este estudo dirigido foi realizado para que você revise
COMPOSIÇÃO QUÍMICA CELULAR COMPOSTOS INORGÂNICOS: ÁGUA- SAIS MINERAIS COMPOSTOS ORGÂNICOS: CARBOIDRATOS
COMPOSIÇÃO QUÍMICA CELULAR COMPOSTOS INORGÂNICOS: ÁGUA- SAIS MINERAIS COMPOSTOS ORGÂNICOS: CARBOIDRATOS COMPOSTOS INORGÂNICOS Não apresentam Carbono em sua estrutura DOIS TIPOS: Água e Sais Minerais ÁGUA:
MACRONUTRIENTES III PROTEÍNAS
MACRONUTRIENTES III PROTEÍNAS 1 PROTEÍNAS As proteínas são compostos orgânicos de estrutura complexa e massa molecular elevada, elas são sintetizadas pelos organismos vivos através da condensação de um
RAÇÕES PARA PEIXES: FATORES NUTRICIONAIS IMPORTANTES E IMPACTOS NOS RESULTADOS. Silvia Pastore - M.Sc. V Aquishow Agosto/2014
RAÇÕES PARA PEIXES: FATORES NUTRICIONAIS IMPORTANTES E IMPACTOS NOS RESULTADOS Silvia Pastore - M.Sc. V Aquishow Agosto/2014 Perguntas frequentes 1. As rações são todas iguais? 2. Como diferenciar as rações
Recuperação. Células tecidos órgãos sistemas. - As células são as menores unidades vivas e são formadas por três regiões:
Recuperação Capítulo 01 - Níveis de organização Células tecidos órgãos sistemas - As células são as menores unidades vivas e são formadas por três regiões: A- Membrana Plasmática - Revestimento da célula;
FISIOLOGIA DIGESTIVA
EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM FISIOLOGIA DIGESTIVA 01. Na digestão, a redução dos alimentos a partículas através de processos mecânicos tem por finalidade: a) facilitar a eliminação de substâncias inúteis
NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO ANIMAL 1. HISTÓRICO E IMPORTANCIA DOS ESTUDOS COM NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO:
NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO ANIMAL 1. HISTÓRICO E IMPORTANCIA DOS ESTUDOS COM NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO: 1750 Europa com o início do processo da Revolução Industrial houve aumento da população nas cidades, com
Nutrientes. E suas funções no organismo humano
Nutrientes E suas funções no organismo humano O corpo humano necessita de uma série de substâncias básicas indispensáveis para a formação de tecidos, para obtenção de energia, para a realização de atividades
BASES NITROGENADAS DO RNA
BIO 1E aula 01 01.01. A determinação de como deve ser uma proteína é dada pelos genes contidos no DNA. Cada gene é formado por uma sequência de códons, que são sequências de três bases nitrogenadas que
Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. [email protected]
Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo [email protected] Lipídeos são compostos guardados em grandes quantidades como triglicerídeos neutros e representam 90% da dieta. São altamente insolúveis, podendo ser
9/30/2014. Por que engenheiros biomédicos precisam estudar anatomia e fisiologia? Introdução. Fisiologia. Anatomia
Por que engenheiros biomédicos precisam estudar anatomia e fisiologia? Introdução à Anatomia e Fisiologia EN2319-Bases Biológicas para Engenharia I Reginaldo K Fukuchi Universidade Federal do ABC Por que
ESTUDO DA FARMACOLOGIA Introdução - Parte II
NESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA "JÚLIO DE MESQUITA FILHO UNESP ESTUDO DA FARMACOLOGIA Introdução - Parte II A Terapêutica é um torrencial de Drogas das quais não se sabe nada em um paciente de que
