Campo Escalar Complexo
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- Joana Belmonte Ribas
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1 Finalmente consideremos: Teoria Quântica de Campos I 60 operador na representação de Schödinger, basta partir de 59.2 e usar lembrando que: É uma superposição de vários estados de uma partícula (cada um deles com momento bem definido), muito similar aos auto-estados da posição em MQ (a diferença vem do fator 1/E p ). De fato: Da mesma forma que na MQ tínhamos Por isso podemos interpretar esta função como a função de onda no espaço das posições da partícula criada com momento p, e dizemos que φ(x) cria uma partícula na posição x. Campo Escalar Complexo Para entender melhor a propagação (a evolução temporal) destes estados, nós passaremos à quatização do campo escalar complexo: Esta Lagrangeana é simétrica sobre: que é uma simetria U(1) Global. Há várias formas de falar sobre φ: dizemos que φ é carregado sobre U(1) Global, tem carga de U(1) global ou se transforma sobre U(1) global. Notem que temos um fator 1/2 faltando aí: Isso porque um campo complexo tem dois graus de liberdade e trataremos φ e φ* como campos independentes (poderíamos usar e, mas é mais simples trabalhar com φ e φ*) Seguimos um procedimento análogo ao do campo real, só que agora com o dobro dos graus de liberdade: ( eq )
2 Teoria Quântica de Campos I 61 Podemos repetir todo o procedimento do campo real para mostrar que que a dependência temporal é a mesma e que: ( eq ) A carga conservada pela simetria U(1) é (exercício): ( qualquer outro comutador é zero ) Número de partículas com carga negativa Número de partículas com carga positiva cria carga + aniquila carga + cria carga - aniquila carga - aniquila carga + e cria carga - aniquila carga - e cria carga + (de qualquer forma ele diminue a carga em 1) (de qualquer forma ele aumenta a carga em 1) Temos dois estados distintos de uma partícula: ambos tem funções de onda de uma partícula, de mesma massa m e cargas opostas. Assim introduzimos o conceito de antipartícula e vemos que o mesmo campo complexo descreve tanto a partícula quanto a antipartícula, de forma indissociável (pense quão mais elegante isto é do que a história do mar de Dirac). Ademais, para este campo: De forma que o momento e a energia (que é positiva) se comportam como esperaríamos de dois conjuntos de partículas (só a carga é subtraída). O campo real pode ser visto como um caso particular, onde as partículas são a própria antipartícula (já que tem carga zero). Consideremos agora o objeto:
3 Teoria Quântica de Campos I 62 cria um estado em y aniquila um estado em x Note que esta é a função de dois pontos da teoria (compare com a pg 21 - aqui os estados fixos q> e q > são o vácuo da teoria em um tempo não especificado - que mais tarde veremos ser infinito passado e infinito futuro) Note que: (pg 15) O que é o mesmo objeto que calculamos na pg 3: E que mostramos ter problemas com probabilidade não nula para propagação fora do cone de luz. Voltemos por um instante para o campo real: 53.3 ( eq ) Vamos ver o que acontece com este objeto sobre transformações de Lorentz. Temos que analisar dois casos: (1) (x - y) é tipo-tempo dentro do cone de luz (2) (x - y) é tipo-espaço fora do cone de luz
4 Teoria Quântica de Campos I 63 No caso (1) (tipo-tempo), podemos escolher um referencial em que: E fazer a integral, usando: No caso (2) (tipo-espaço), podemos escolher um referencial em que: método da fase estacionária (ver material adicional) A probabilidade é oscilatória (não vai a zero), mas como estamos olhando x = y, isto não é um problema. Neste caso: (muito fora do cone de luz) Opa! Parece que temos (qualitativamente) o mesmo problema que antes! Acontece que ainda não definimos apropriadamente os observáveis desta teoria de campos. Será que este problema afeta quantidades observáveis? Veremos em breve que o que realmente importa são comutadores
5 do tipo: Teoria Quântica de Campos I 64 (outra forma de pensar é a de que estamos construindo uma teoria quântica e ainda não definimos bem qual tipo de experiência ou observável queremos descrever. Então, por enquanto, estamos apenas verificando quais objetos na teoria violam causalidade ou não, e depois passaremos ao trabalho de mostrar quais destes objetos que aparecem nas grandezas observáveis) Notemos então que: Note que o comutador de dois campos (operadores) é uma função, por isso: Note também que é a primeira vez que estamos falando em comutadores para tempos diferentes, veja a eq Veja que, para separações tipo-espaço: e podemos fazer uma rotação que é uma transformação de Lorentz. Acontece que D é um invariante por transformações de Lorentz e portanto: (fora do cone de luz) Ok! (não cruza o cone de luz) Not ok! (cruza o cone de luz) Por outro lado, para separações tipo-tempo temos: e não há transformação de Lorentz que leve um vetor no outro (de fato seria necessária uma transformação discreta, a inversão temporal), logo: (dentro do cone de luz) Esse resultado é importantíssimo. Ele mostra que, nestes comutadores, a contribuição que causaria violações de causalidade na transição de x μ y μ é cancelada por uma outra transição na direção oposta y μ x μ (inclusive no eixo temporal). Note também que fizemos esta conta para um campo escalar real, cujas partículas (excitações) são a própria anti-partícula, e que a contribuição que caminha na direção contrária tambem poderia ser lida como uma solução de frequência negativa, andando na direção certa x μ y μ.
6 Teoria Quântica de Campos I 65 Para deixar isto mais claro, vamos olhar estes comutadores com mais cuidado. Propagador de Klein-Gordon Considere o número complexo: É possivel reescrever isto em termos de uma integral em p 0 : Transições na mesma direção no tempo (em ambos temos: ) a curva está no sentido horário Esta mesma integral se calculada para x 0 < y 0 dá zero. Isto porque seremos forçados a fechar o contorno por cima, sem pegar nenhum polo.
7 Assim, definiremos o propagador retardado: Teoria Quântica de Campos I 66 igualdade garantida pela função θ ( eq ) ( eq ) Fazendo uma transformada de Fourier, temos: Considere o operador de Klein-Gordon: mostramos que (eq 50.1) no espaço dos (tri-)momentos: de forma análoga, poderíamos mostrar que: Vemos então que: ( eq ) Voltando para as posições: ( quer sejam derivadas em x ou y, o resultado é o mesmo) O que mostra que este propagador retardado é uma função de Green do operador de KG. De forma totalmente análoga, poderíamos definir o propagador avançado usando um contorno que passasse abaixo de ambos os polos. Este seria zero para x 0 > y 0 e seria também uma função de Green do operador de KG. Propagador de Feynman ( eq ) Consideremos agora uma forma diferente de definir o caminho no plano complexo. Ao invés de deformar o caminho no eixo real de p 0, deslocamos um pouco os polos. Além disso passaramos por cima (eixo imaginário positivo) de um deles e por baixo do outro.
8 Teoria Quântica de Campos I 67 equivalentes ( eq ) a informação da posição dos polos em relação ao caminho está aqui o caminho para integração em p 0 é simplesmente o eixo real não é o mesmo ε, mas é um número pequeno > 0 Assim como no caso anterior, ao fazer a integral em p 0, temos que decidir como fechar o caminho de integração. Fechamos por baixo (C - ) Fechamos por cima (C + ) ( eq )
9 Teoria Quântica de Campos I 68 importante notar que o propagador de Feynman não é causal (ele é muito útil, mas não estará diretamente ligado aos observáveis da teoria), isto é uma correlação e não uma propagação de informação. ( eq ) ( eq ) E o campo escalar complexo? Muitas das expressões acima são diretamente generalizáveis e não adicionam nada de novo. A questão da causalidade, no entanto, é interessante. No caso do campo complexo: aniquila carga + e cria carga - aniquila carga - e cria carga + Os comutadores de interesse serão: O resultado é que teremos um termo representando uma partícula de carga positiva fazendo a transição de y μ x μ menos um outro representando uma carga negativa na direção oposta x μ y μ (que também pode ser interpretada como uma carga positiva e frequência negativa andando na direção certa y μ x μ ). Estas duas contribuições se cancelam exatamente fora do cone de luz, mas não dentro dele. Isto deixa bem claro que a teoria precisa de antipartículas com a mesma massa e carga oposta (na verdade todos os números quânticos) para ser causal. O próximo passo é tratar o campo escalar na presença de um potencial, o campo escalar interagente, mas antes vamos ver como obtemos observáveis desta teoria.
Quantização por Integrais de Trajetória:
Teoria Quântica de Campos I 14 Representações Fermiônicas: é possível mostrar que existem representações impossíveis de se obter através do simples produto de Λ s. Em especial o objeto: ( eq. 14.1 ) Matrizes
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Bilineares do Campo de Dirac. Analogamente:
Teoria Quântica de Campos I 133 ( eq. 133.1 ) Analogamente: ( eq. 133.2 ) Bilineares do Campo de Dirac Claramente, qualquer grandeza observável vai ter que ser composta do produto de um número par de campos
Funções de Correlação. Com isso, nossa amplitude de transição fica em uma forma bastante reveladora: Paremos aqui um momento para notar duas coisas:
Teoria Quântica de Campos II 13 ( eq. 13.1 ) Com isso, nossa amplitude de transição fica em uma forma bastante reveladora: ( eq. 13.2 ) Paremos aqui um momento para notar duas coisas: (1) As equações 10.1
( eq. 12.1) No caso de um campo com várias componentes, se a transformação for linear em φ, podemos escrever:
Temos então a corrente conservada: Teoria Quântica de Campos I 12 ( eq. 12.1) No caso de um campo com várias componentes, se a transformação for linear em φ, podemos escrever: De forma que : ( eq. 12.2)
A equação 20.1 é bastante geral, mas é possível encontrar uma expressão mais simples (e mais útil) no caso de hamiltonianas que tenham a forma:
Teoria Quântica de Campos I 21 A equação 20.1 é bastante geral, mas é possível encontrar uma expressão mais simples (e mais útil) no caso de hamiltonianas que tenham a forma: ( eq. 21.1) Neste caso temos:
produto completamente antissimétrico Definindo a terminologia, dado um bilinear texto pseudo-vetor ou vetor axial tensor antissimétrico
E exigindo a normalização: Teoria Quântica de Campos I 136 Rigorosamente: Temos a relação de completeza: Que leva a uma eq. equivalente a 135.3: ( eq. 136.1 ) Dada a base 135.4, não precisamos nos preocupar
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