Educação Permanente e gestão do trabalho
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- André Quintão Almada
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1 São Bernardo,março de 2013 Educação Permanente e gestão do trabalho Laura Camargo Macruz Feuerwerker Profa. Associada Faculdade de Saúde Pública da USP
2 Trabalho em saúde O trabalho em saúde não é completamente controlável; Baseia-se em uma relação entre pessoas, em todas as fases de sua realização; Portanto, sempre está sujeito aos desígnios do trabalhador em seu espaço autônomo, privado, de prática; Além disso contém boa dose de incerteza por conta das singularidades de cada usuário.
3 Trabalho em saúde Cada trabalhador de saúde e cada usuário operam com uma concepção de saúde, de cuidado; É no espaço do encontro com o usuário que se concretiza o momento de autonomia do trabalhador para expressar e operar suas concepções (um espaço íntimo, privado); Numa unidade de saúde, portanto, há múltiplos projetos de saúde (ocultos) operando, em disputa, tentando prevalecer sobre os demais; Geralmente esta disputa é surda, não revelada; Não se resolve por meio de prescrições ou estratégias de convencimento teórico/racional.
4 O trabalho em saúde em diferentes cenários Complexidades envolvidas; Arranjos tecnológicos; Especialização e combinação das práticas; Graus de institucionalização das práticas; Graus de autonomia de trabalhadores e usuários; Lógica de organização das intervenções (pontuais, contínuas, isoladas, em rede).
5 Que lugar é esse, a atenção básica? Lugar de baixa concentração das tecnologias duras (como equipamentos), mas relativa presença dos procedimentos e normas; Lugar em que há graus variáveis de sofrimento e baixo risco de perda da vida; Grau máximo de autonomia para os usuário; Trabalhador territorializado (mas menos apropriado do contexto), usuário vivendo sua vida.
6 Integralidade um conceito para nos ajudar a produzir foco Coloca o usuário e suas necessidades no centro da preocupação, tanto na organização do sistema, como na configuração das práticas de saúde; Garantia de acesso ao cuidado de que o usuário (individual ou coletivo) necessita, incluindo acolhimento, escuta, vínculo, resolutividade, continuidade da atenção etc.
7 Processo de Trabalho em Saúde Sempre envolve a relação entre duas pessoas Tecnologias envolvidas no fazer Leves Relacionais, intersubjetivas Leveduras Clínica Epidemiologia Duras Equipamentos Medicamentos O outro pessoa Disputa de projetos terapêuticos O outro objeto Trabalho Vivo Trabalho Morto fragmentação, padronização, procedimentos singularidade, subjetividade afecção, incerteza, imprevisibilidade
8 Trabalho em saúde O trabalho em saúde é centrado no trabalho vivo porque seu objeto não é plenamente estruturado e suas tecnologias mais estratégicas configuram-se como processos de intervenção em ato, operando como tecnologias de relação, comportando um grau de liberdade significativo na escolha do modo de fazer essa produção.
9 Retomando!!! Cada trabalhador de saúde e cada usuário operam com uma concepção de saúde, de cuidado; É no espaço do encontro com o usuário que se concretiza o momento de autonomia do trabalhador para expressar e operar suas concepções (um espaço íntimo, privado); Numa unidade de saúde, portanto, há múltiplos projetos de saúde (ocultos) operando, em disputa, tentando prevalecer sobre os demais; Geralmente esta disputa é surda, não revelada; Não se resolve por meio de prescrições ou estratégias de convencimento teórico/racional.
10 O trabalho em saúde envolve encontros e disputas Tensão constitutiva da atenção em saúde: possibilidade de troca ou de interdição de saberes num território que desafia o saber técnicocientífico. As diferentes expectativas usuário e trabalhadores As diferentes referências: o saber técnico e a vida Os diferentes lugares: quem é sujeito e quem é objeto A disputa pelo comando da vida
11 Ferramentas para uma outra Agenciar coletivos para pensar e reconstruir o trabalho; Criar oportunidades para auto-análise e explicitação de projetos/ diferenças e produção de novos acordos. Ferramentas para analisar o processo de trabalho e produzir novos pactos: casos traçadores, fluxograma analisador, mapas analíticos, redes de petição e compromisso. gestão
12 Ferramentas analíticas Abrir a caixa preta sobre como se trabalha. Revelar o que o modo de trabalhar produz (produtos, resultados). Permitir a interrogação sobre o para que se está trabalhando.
13 Mapas analíticos Dependendo da pergunta que nos fazemos, do lugar de onde olhamos, revelamos as múltiplas unidades de saúde que existem em nossa unidade de saúde. Atos inúteis Atos indispensáveis Atos inusitados Atos solitários Atos solidários...
14 Casos traçadores Um caso comum, um caso bacana, um caso muito difícil... -Escolhidos coletivamente - por que vocês escolheram esse caso? Etc o que cada um tem a dizer?
15 Fluxograma analisador entrada ação tomada de decisão
16 Fluxograma analisador Toda a equipe vai desenhando o fluxograma, relembrando passos do usuário e ações de cada trabalhador e m cada unidade produtiva (recepção, consulta médica, arquivo, sala de vacinas etc.)
17 Babel X organismo vivo; Como não dispomos de neurotransmissores, as relações entre os trabalhadores e entre os setores precisam ser ativamente construídas!! Rede de petição e compromissos
18 Rede de petição e compromissos Que produtos eu produzo com meu trabalho? Que compromissos eu assumo? Que produtos eu consumo eu meu trabalho? Que demandas eu faço?
19 Roteiro para observação de processo de trabalho Aqui você tem a oferta de um roteiro, com muitas questões, que podem ajuda-lo na observação e apreensão do processo de trabalho em um certo estabelecimento de saúde. Você pode utilizar de todo o roteiro ou parcialmente, conforme forem evoluindo seus estudos e discussões com o tutor. OBS.: Após observar o processo de trabalho no estabelecimento que você escolheu, faça um relato detalhado do mesmo para discussão com o grupo. 1. Estabelecimento Tipo: ( ) Unidade Básica ( ) Unidade de Especialidade. Qual? ( ) Hospital ( ) Pronto Atendimento ( ) Outra. Qual? 1. Observação do processo de trabalho: 1.1. Lugar do estabelecimento observado: 1.2. Das pessoas que trabalham nesse lugar, qual o número e a que categorias de trabalhadores pertencem? 1.3. Que funções/tarefas as pessoas exercem? 1.4. Elas usam algum instrumento (formulário, máquinas, cadernos, etc...) para auxiliar seu trabalho? De que tipo? 1.5. Quais produtos oferecem aos usuários? 1.6. Quais produtos oferecem aos outros trabalhadores deste estabelecimento? 1.7. Como você observa o relacionam entre os trabalhadores? 1.8. Qual sua impressão pessoal do trabalho realizado neste lugar, em relação ao usuário? 2. Repita o mesmo relato para vários ambientes de produção de saúde, do mesmo estabelecimento. 3. Tente montar a rede de relações que você enxerga quando os trabalhadores executam seu trabalho na Unidade de Saúde.
20 Exercício de reflexão sobre o processo de trabalho Supondo que o trabalhador de saúde, ao assistir a um usuário, estabelece com ele uma relação (tecnologia leve) e usa do seu conhecimento (tecnologia leve-dura) e instrumentos (tecnologia dura). Descreva a seguir, cada tecnologia desta utilizada em um determinado lugar (recepção, consultório, sala de vacinas, sala de procedimentos, etc...) do estabelecimento de saúde, por um trabalhador quando executa seu processo de trabalho: Lugar: Trabalhador (categoria profissional): Usuário: ( ) Homem ( ) Mulher Idade aproximada:. Relacionar o que você considera que sejam os instrumentos (tecnologia dura) Utilizados no processo de trabalho observado. Relacionar o que você considera que seja Conhecimento técnico (tecnologia leve-dura) utilizados no processo de trabalho observado: Relacionar o que você considera que sejam Relações (tecnologia leve) manifestas e estabelecidas no processo de trabalho: Após refletir sobre estas questões, na sua opinião, que tipo de tecnologia prevalece no processo de trabalho observado?
21 A matriz de análise dos conflitos. 1 Conflito em análise 2 Tensões constitutivas do conflito 3 Como se lida com o conflito atualmente 4 Novas possibilidades de lidar-se com o conflito
22 Como favorecer/ produzir trabalho em equipe? Quanto mais os trabalhadores se abrem para a escuta, maior a possibilidade de identificar a complexidade dos problemas a serem enfrentados; E aí entra a necessidade de articular diferentes saberes na produção de projetos terapêuticos em defesa da vida; Quando provocados e desafiados pela complexidade das situações é que vale a pena o esforço da articulação e da interdisciplinaridade; Equipe e casos traçadores; projeto terapêutico singular etc. Geralmente é necessária mediação e também aportes: apoio institucional, matriciamento.
23 Como colocar necessidades de saúde no centro da agenda? Dentro da unidade: Reorganizar o processo de trabalho para ampliar escuta e responsabilização,produzir equipe, ampliar ferramentas dos trabalhadores para diversificar ofertas; Mobilizar dispositivos para favorecer análise do trabalho em saúde (processo em si e seus resultados): educação permanente com suas ferramentas, avaliação etc
24 Como colocar necessidades de saúde no centro da agenda? No território: olhar interessado para buscar os problemas, mas também recursos, redes sociais etc; Produzir agendas que favoreçam encontros entre agentes do território (favorecidas pela articulação política, mas produzidas micropoliticamente); Mobilizar recursos e saberes para o enfrentamento de problemas complexos: Bolsa Família, violência etc.
25 Como colocar necessidades de saúde no centro da agenda? Entre os serviços: Criar espaços de conversa, cooperação, produção de pactos; Linhas de cuidado como guias para ampliar responsabilização e continuidade do cuidado; Matriciamento, produção compartilhada de protocolos, gestão dos casos; Diversificação das ofertas de acordo com necessidades
26 Educação Permanente nesse É uma política fundamental Porque a reflexão sobre o processo de trabalho é imprescindível para produzir conexões e novos modos de organizar o trabalho e as relações entre trabalhadores das diferentes equipes. arranjo
27 Como colocar necessidades de saúde no centro da agenda? Ampliar o lugar da produção do cuidado na agenda do gestor; Todas as estruturas da secretaria podem ser colocadas a favor da produção do cuidado: removendo barreiras, produzindo encontros, apoiando, compartilhando saberes, mobilizando recursos.
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