Reforma Tributária A Visão do Consumidor de Energia
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- Isabel Lagos Bugalho
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1 Reforma Tributária A Visão do Consumidor de Energia Brasília, 02 de abril de
2 Visão Estratégica da Energia O papel da energia elétrica na sociedade pós-industrial é fundamental. A pressão pela redução de emissão só aumentará e com um novo governo democrata nos EUA isto pode significar uma mudança de postura contra países em desenvolvimento Cada vez mais a humanidade será e ficará dependente da oferta de energia elétrica. O Brasil precisa dela não só para manter o crescimento econômico, mas para ampliar a cidadania e atender as demandas derivadas do processo de redistribuição de renda. Diante da tendência de tarifas crescentes da energia elétrica, o setor elétrico, a própria base da arrecadação já alavancará um montante significativo na arrecadação. 2
3 Reforma Tributária Importante, oportuna e conceitualmente bem pensada, e cabe antes de mais nada, uma reflexão sobre o sistema vigente: Recorde de arrecadação do governo Explosão de impostos e encargos setoriais nem sempre com as devidas contrapartidas esperadas pelos consumidores ICMS altíssimo em todas as unidades federativas Perda crescente de competitividade CONCLUSÃO: Não se atingirá nunca a modicidade tarifária enquanto não houver a modicidade tributária! 3
4 Reforma Tributária 4
5 Reforma Tributária 5
6 Reforma Tributária 6
7 A fome arrecadatória O setor elétrico, pelo seu porte e essencialidade, tornou-se um mecanismo preferencial de arrecadação fiscal e condução de políticas públicas. Receita Total do Setor ,00% 100% do mercado de Distribuição Arrecadação 2004 (R$ Milhões) % da Receita ICMS R$ ,10% PIS/Cofins R$ ,84% CPMF R$ 390 0,50% IRPJ + CSLL R$ 975 1,25% Encargos Sociais R$ ,82% CCC R$ ,44% CDE R$ ,48% ECE R$ ,92% RGR R$ 803 1,03% Taxa Fiscalização Aneel R$ 78 0,10% CFURH R$ 179 0,23% Total R$ ,71% 7
8 A fome arrecadatória 8
9 A fome arrecadatória 9 P&D TAXA MAE ESS TAXA ONS TFSE COFUR H T. ITAIPU CCC RGR ECE EAE PROINFA CDE Linha do Tempo PROLIFERAÇÃO IMPREVISÍVEL E CRESCENTE! APLICAÇÃO DOS RECURSOS COM DIFÍCIL FISCALIZAÇÃO, EFICÁCIA DUVIDOSA!!
10 A fome arrecadatória A Variação da Tarifa e o Aumento dos Tributos e Encargos Fonte: ABRADEE - Apresentação dos Agentes aos Congressistas maio/
11 A fome arrecadatória Classe Residencial, Incidência do ICMS sobre Base 100 Peso do ICMS sobre a Tarifa: - EUA: 7/107 = 6.5% - México: 15/115 = 13.0% - Brasil: 47/147 = 32.0% ,5 112, Reino Unido Portugal EUA Hungria Nova Zelândia Irlanda México Espanha Brasil Fonte: EIA Energy Prices and Taxes
12 A fome arrecadatória Uma Comparação com o Mundo A carga tributária sobre o setor elétrico brasileiro é muito superior à vigente em outros países. País * Canadá EUA Japão UK Alemanha França % de Tributos 8,9 % 8,2 % 4,9 % 4,8 % 13,8 % 5,2 % * Fonte: Instituto de Estudos de Energia (Japão), 2002 Brasil (%) Impostos Encargos Total Atual 25,03 % 9,52 % 34,55 Estimado 29,02 % 9,52 % 38,54 Fonte: PriceWaterhouseCooper / Energy Summit
13 Reforma Tributária: Principais Ameaças a) Unificação do IVA-Federal não-cumulativo (PIS/PASEP cumulativo + PIS/PASEP não-cumulativo + COFINS cumulativo + COFINS não cumulativo + CIDEcombustíveis), onerará o setor, já que a nova alíquota contemplará a substituição da CIDE-combustível, da qual o setor não é contribuinte e b) Retirada da não-cumulatividade c) Risco de cobrança do IPI e ISS sobre energia elétrica, petroleo e seus derivados 13
14 Propostas a) manutenção do p. 3º do art. 155 CF com alteração da redação, deixando claro que nenhum outro imposto poderá incidir sobre as operações de energia elétrica, derivados de petroleo, combustíveis e minerais do País A revogação do pgfo 3o. deixaria em aberto o entendimento de que o IPI e o ISS passariam a incidir sobre operações relativas à energia elétrica, petróleo e seus derivados, combustíveis e minerais do País. b) definição da não-cumulatividade no texto, art. 153 e 155-A, A não-cumulatividade evita o efeito "cascata" da tributação dos impostos indiretos, cuja incidência ocorre em cada uma das várias etapas em que se completará o ciclo econômico de um bem ou serviço. Ao contrário do que pretende à PEC 233, de 2008, deve-se não só manter os atuais signos constitutivos da não cumulatividade, constantes da Constituição Federal, como também ampliá-los, de forma a não mais permitir que a Lei fixe restrições ao uso integral e imediato dos benefícios da não cumulatividade c) retirar a CIDE do IVA-Federal, já que hoje o consumidor não é onerado com este componente. 14
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