Manual de Anistia de Edificações
|
|
|
- Sabina Aquino Porto
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Manual de Anistia de Edificações 1
2 Conteúdo Apresentação...1 O que é a Anistia de Edificações?...2 Quais os benefícios?...3 Histórico de Leis...4 Anistia - Leis /03 e / Não são passíveis de Regularização...6 Análise de um Processo...7 Despachos Decisórios...8 Zoneamento...8 Restrições Contratuais...8 Uso e ocupação do Solo...9 Etapas da Anistia...12 Informações...14 Glossário...15 Consulte Também...16 Apresentação Senhores Munícipes, Este Manual de Anistia de Edificações é destinado a todos os habitantes da cidade de São Paulo que desejam saber mais sobre as Leis de Anistia. Neste manual estão as principais informações sobre o processo de anistia e como é sua análise. 2 1
3 O que é a anistia de edificações? Quais os benefícios? As anistias são leis específicas ou leis de exceções que permitem a regularização de edificações com algumas infrações referentes a lei de zoneamento e ao código de obras vigente. Os processos protocolados pelas leis de anistia estão subordinados ao departamento de aprovações: SEHAB e Subprefeituras. No caso da SEHAB, os processos são analisados pelo Grupo Técnico Especial de Análise (GTEA). As anistias, ao contrário dos processos de regularização, permitem algumas concessões pré-determinadas nas leis /03 e /04, facilitando sua regularização e atualização do cadastro imobiliário. Ao solicitar a Anistia você não estará somente regularizando seu imóvel, há diversos benefícios. Você poderá: Vender o imóvel; Averbar no Registro de Imóveis; Solicitar Certidão do INSS; Desconto no Seguro do Imóvel; Dependendo do uso, concorrer na ISO 900X; Participação de concorrência pública; Locação de imóvel mais garantida; Reformar o imóvel legalmente; Evitar multas para o imóvel; Obter a Licença de Funcionamento. 2 3
4 Histórico de Leis Anistia: Leis 13558/03 e 13876/04 Ato 663 (código de obras Arthur Sabóia) anterior a Lei de 1972 (alvará de conservação). Lei de 1972 (parcelamento, uso e ocupação do solo - zoneamento anterior). Lei de 1973 (parcelamento, uso e ocupação do solo). Lei de 1975 (código de obras antigo). Lei de 1976 (criação do cadastro de edificações e edificações regularizadas). Lei de 1979 e decreto /80 (classificações das edificações). Lei de 1983 (regularizava edificações e equipamentos tanques e bombas). Lei de 1986 (regularizava edificações com atestados de segurança e incluía desdobros de lotes para residências). Lei de 1992 (Código de Obras vigente). Lei de 1994 (regularizava edificações e criou a cobrança de outorga onerosa e segurança com ressalva para apresentação no CONTRU). Lei de 2002 (Plano Diretor Estratégico). Leis 13558/2003 e de 2004 (atual Lei de Anistia para edificações e com cobrança de outorga onerosa, limite de CA para 4,0). Decreto de 2004 (índices de zoneamento pela lei 8001/73 e complementares). A Anistia pode ser aplicada para obras concluídas até a data da lei (13/09/2002) com paredes erguidas e cobertura executada. As edificações de uso residenciais classificadas como R1/R2-01/R2-03 e R poderão ser beneficiadas pela Lei de Anistia, desde que comprovadas existência até 13/09/2002 e poderão protocolar pedido a qualquer tempo. São cobrados ISS e taxas de regularização antes do despacho decisório. PARA USOS NÃO CONFORMES, não poderão ter acréscimo de área computável a regularizar. A eventual outorga onerosa é cobrada sobre a variável de localização das regiões de macroareas delimitadas pelo Plano Diretor Estratégico. OBSERVAÇÃO : na zona Z-2 benefício da redução de 50%. Os valores recolhidos pela Outorga Onerosa são destinados ao Fundo Municipal da Habitação. Antes dos despachos decisórios há algumas exigências a serem atendidas: AVS (CONTRU), AFLR (CONTRU/SUB.), AVCB (normas de segurança). O Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) poderá ser substituído por Atestado de Segurança. É necessário apresentar a ART e CAU ou CREA do responsável técnico. Lei de 2004 (uso e ocupação do solo vigente). Decreto de 2005 (classificação dos usos R e nr). 4 5
5 Não são passiveis de regularização: Análise de um Processo Em alguns casos o projeto não será passivel de regularização através da Lei de Anistia: Quando houver invasão ao logradouro, usos não conformes, imóveis com Operação Interligada, imóveis com Operação Urbana (Centro e Água Branca), faixa não edificante de corregos, imóveis sub-judice de obras irregulares, infrações as restrições contratuais de loteamentos aprovados, instalações de telefonia. Quando estiver localizado em uma rua sem saída (profundidade maior que 50m) com largura inferior à 10 metros. (Uso diverso do residencial) Quando os vãos de iluminação/ventilação estiverem a menos de 1,50m da divisa do lote. Quando o coeficiente de Aproveitamento maior que 4.0. Ao receber o processo o técnico inicia a análise através da leitura e verificação dos dados do BDT (Boletim de Dados Técnicos), emitido pelo Departamento de Cadastro da Prefeitura. O técnico então realiza a verificação da classificação das categorias de uso e zoneamento utilizado que se referem à legislação anterior, como por exemplo os usos C.1 / C.2 / C.3 / S.1 / S.2 / S.3 / E.1 / E.2 / E.3 / I.1 / I.2 / I.3. Após essa verificação, o técnico da Prefeitura inicia a leitura e análise dos documentos fornecidos pelo interessado, tais como: - escritura; - registro de imóveis; - IPTU; - plantas; - comprovante da área regularizada É importante lembrar que usos específicos necessitam de apresentação documentos específicos, como por exemplo o memorial industrial, licença da CETESB, laudo de ruídos do IPT, anuência do CONPRESP, CONDEPHAAT, COMAR, SEMA, SVMA, certidão de diretrizes de SMT e o respectivo TRAD. Se houver necessidade de complementação de informações, o técnico irá entrar em contato com o interessado, por isso lembrese sempre de manter seu contato atualizado. 6 7
6 Despachos Decisórios Uso e Ocupação do Solo Competências de despachos decisórios nas Leis /03 e /04 (SEHAB): Diretoria de Divisão (Grupo Técnico Especial de Análise - GTEA) Diretoria de Departamento; Secretário da Habitação; Sr. Prefeito. Avanço da Marquise sobre a calçada: Projeção máxima de 75% da largura da calçada Janela Perpendicular ao vizinho: Distância mínima de 75 cm. PRAZOS: Recursos e reconsideração de despacho: 60 dias corridos após a publicação Comunicados: 60 dias corridos Altura mínima de 3,00m calçada limite do terreno Recuo Lateral: Mínimo de 1.50 m ou Anuência do Vizinho Zoneamento largura da via A cidade está subdivida em Zonas de Uso e, na ánalise dos processos de Anistia, são considerados os mapas e os parâmetros urbanísticos (coeficientes de aproveitamento, recuos, gabarito, etc) conforme a Lei de Uso e Ocupação do Solo e Lei nº de 28 de dezembro de 1973 e complementares, vigente a época. Restrições Contratuais Quando houver restrições contratuais registradas em títulos ou contrato padrão de loteamento em zonas Z1 / Z9 / Z14 / Z15 / Z17 / Z18 e em corredores especiais Z8- CR1 / Z8-CR5 / Z8-CR6, deverá ser apresentada Escritura Primitiva (da Loteadora para o 1 proprietário). 8 Coeficiente de aproveitamento: é o quanto pode ser construído em relação ao tamanho do terreno. Por exemplo: se o coeficiente de aproveitamento máximo for 1,00 será permitido construir somente uma vez a área do lote. Lembrando que essa conta é feita somente considerando a área computável. Gabarito: é a altura máxima permitida para a edificação. Área computável: área considerada nos cálculos dos índices (área total construida subtraindo a área não computável). Área não computável: área não considerada nos cálculos dos índices, como por exemplo os estacionamentos cobertos da atividade, áreas destinadas a ar condicionado, área técnica, marquise, casa de máquinas, cabine primária, etc. 9
7 Melhoramento Público A cidade possui diversos planos de melhoramento público. Eles são como uma reserva de espaço a fim de garantir alargamentos ou aberturas de vias e outros espaços de utilidade pública. Para saber se o terreno em questão possui um melhoramento, é necessário consultar o Departamento de Projetos da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (PROJ SIURB). O atendimento ao público é feito de segunda à sexta-feira, das 10h às 16h. Localiza-se na Praça da República, nº 154, 11º andar, telefone (11) Cone de aproximação de aeroporto Bem tombado ou preservado No caso de imóvel tombado ou preservado é necessário obter previamente a anuência do Condephaat e/ou Conpresp, órgãos estadual e municipal, respectivamente, responsáveis pela preservação dos bens. Se o imóvel estiver próximo a outro tombado, também é necessário consultar os órgãos acima mencionados. Caso o imóvel se localize em zona de controle de tráfego aéreo e/ou cone de aproximação de aeroportos, deve ser observado o gabarito máximo de altura. Quando no projeto a altura ultrapassar o limite indicado na Ficha Técnica, deverá ser apresentada anuência prévia do 4º Comando Aéreo (COMAR), órgão responsável pelas diretrizes relativas às condições de voo. Polo Gerador de Tráfego Dependendo do número de vagas e em função da atividade desenvolvida no lote, o empreendimento pode ser considerado um Polo Gerador de Tráfego. Nessa situação, há a necessidade de manifestação da Secretaria Municipal de Transportes (SMT) e Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) com relação às exigências para amenizar o impacto no entorno. Área Especial de Tráfego (AET) A cidade possui alguns setores classificados como Área Especial de Tráfego que apresentam saturação da capacidade viária. Nestes locais, os empreendimentos devem observar os dispositivos especiais fixados pela Lei /87 e seção 4D do decreto /92. Área de Proteção aos Mananciais (APM) No caso de o imóvel estar situado dentro de APM, o projeto deve observar a legislação estadual pertinente, sendo necessário aprová-lo previamente na Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB). Perímetro de Operação Urbana Algumas áreas da cidade estão sujeitas a diretrizes especiais que permitem alteração dos parâmetros urbanísticos estabelecidos na legislação de parcelamento, uso e ocupação do solo. Para conhecer os parâmetros especiais desse instrumento urbanístico, Operações Urbanas Faria Lima (Lei /2004), Centro (Lei /1997), Água Branca (Lei /1995) ou Água Espraiada (Lei /2001), consulte a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (SMDU)
8 Etapas da Anistia - Leis /03 e /04 Opção 1: Processos em andamento antes de 15/04/2003 Por ex: Lei /94 tem que apresentar opção assinada pelo proprietário ou procurador. Opção 2: Comprovar a existência antes de 13/09/2002 através de Foto Base e Parecer Técnico (foto interpretação) onde ocorre acrécimo de área. Identificação do lote IPTU Matrícula Escritura Primitiva (Restrições Contratuais). 1 2 Edificação/Características Zoneamento Planta Permeabilidade/Reservatório de Águas Pluviais Uso Segurança AVCB/Atestado AVS AFLR Acessibilidade 3 4 Declaração Melhoramento viário Sub-júdice (art 7 VIII do decreto /04 Produto Final Retirada do Auto de Regularização e Planta Carimbada (SEHAB-21) Anuências: CONPRESP/CONDEPHAAT Comar Vizinho APA/SEMA Mananciais Condominio (fração ideal) GTEA - Publicação e emissão do Auto de Regularização 8 2a Contrato Social Memorial Industrial Memorial de Serviços DEFERIMENTO 7 2b 6 Comprovação de taxas/ ISS e check list para cobrança outorga onerosa NEC Higiene e Salubridade (W.Cs) Segurança USO CA>4 5 Fotos podem ser aceitas nos seguintes casos: - NEC - Fechamento de vão para vizinho - Alinhamento (invasão) - Demolição ou construção solicitadas Solo Potencialmente contaminado (DECONT, CETESB) 5a 5b 12 13
9 Informações Glossário GTEA Rua São Bento, nº 405, 9º andar, Centro -sala 92 Atendimento ao público: Terças e Quintas das 14h às 17h Telefone: CETESB Av. Professor Frederico Hermann Júnior, 345-Alto de Pinheiros Ligação gratuita: Disque Meio Ambiente CONDEPHAAT Rua Mauá, 51 - Luz Telefone: CONPRESP Av. São João, º andar - Centro Telefone: BASE S/A Rua Marquês de Lages, 1027 Vila das Mercês Telefone: IV COMAR Avenida Dom Pedro I, 100 Telefone: Andamento do processo: AFLR Alvará de Funcionamento de Local de Reunião APROV Departamento de Aprovação das Edificações ART Anotação de Responsabilidade Técnica AVCB Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros AVS Auto de Verificação de Segurança CAU Conselho de Arquitetura e Urbanismo COMAR Comando Aéreo CONTRU Departamento de Controle do Uso de Imóveis CONDEPHAAT Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Arqueológico, Artístico e Turístico CONPRESP Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo CREA Conselho Regional Engenharia Arquitetura Agronomia DECONT Departamento de Controle Ambiental DEPAVE Departamento de Parques e Áreas Verdes EEA Equipe Especial de Análise GTEA Grupo Técnico Especial de Análise IPTU Imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana ISS Imposto sobre serviços de qualquer natureza NEC Notificação de Exigências Complementares (Autorização para Execução de Adaptações) PROJ/SIURB Secretaria Municipal de Infra-Estrutura Urbana e Obras SEMA Secretaria Municipal do Meio Ambiente SVMA Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente SMT Secretaria Municipal de Transportes TRAD Termo de Recebimento e Aceitação Definitivo ZEIS Zona Especial de Interesse Social 14 15
10 Consulte também: Para saber mais sobre a legislação vigente e o processo de aprovação eletrônica de projetos, acesse os manuais já disponíveis para download na página São Paulo Mais Fácil através do endereço PUBLICAÇÃO TEXTOS Corpo Técnico do GTEA Revisão de Textos e diagramação Corpo Técnico do GTEA DIREÇÃO DE ARTE E DESIGN 2011 Marcello de Oliveira Ilustrações Fernanda Vaz de Campos Francisco Ferreira Dezembro/2012 Todos os procedimentos descritos neste manual são estabelecidos por lei e podem sofrer modificações
11 Versão Digital Consulte a versão digital deste manual na internet no endereço: Realização: 20
FLUXO LICENCIAMENTO DE GRANDES EMPREENDIMENTOS À LUZ DAS LEIS 13.885/04 E 16.050/14
PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO SECRETARIA MUNICIPAL DE LICENCIAMENTO I SEL SECRETARIA EXECUTIVA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS I SEC MANUAL DE EMPREENDIMENTOS DE GRANDE PORTE nr1 nr2 nr3 SÃO PAULO 2014 EMPREENDIMENTOS
Manual de Licenciamento de Projetos
Manual de Licenciamento de Projetos Conteúdo Apresentação... 3 O que é o licenciamento de projetos?... 4 O que observar antes de fazer o projeto?... 5 Zoneamento... 6 Uso e Ocupação do Solo... 7 Melhoramento
PERGUNTAS E RESPOSTAS CONSTANTES NO GUIA DE SERVIÇOS DA PREFEITURA
PERGUNTAS E RESPOSTAS CONSTANTES NO GUIA DE SERVIÇOS DA PREFEITURA IMÓVEIS - EDIFICAÇÕES E LOTEAMENTOS A Prefeitura Municipal de Aracaju fiscaliza e licencia obras de edificação e de parcelamento do solo
PERGUNTAS E RESPOSTAS CONSTANTES NO GUIA DE SERVIÇOS 2007 PMA
PERGUNTAS E RESPOSTAS CONSTANTES NO GUIA DE SERVIÇOS 2007 PMA IMÓVEIS - EDIFICAÇÕES E LOTEAMENTOS A Prefeitura Municipal de Aracaju fiscaliza e licencia obras de edificação e de parcelamento do solo através
Resolução Normativa RESOLVE CAPÍTULO I
Resolução Normativa SÚMULA: Dispõe sobre os parâmetros de ocupação do solo para a Zona Especial de Controle de Gabarito no Município de Guarapuava. O CONCIDADE, no uso das atribuições que lhe são conferidas
REGULARIZAÇÃO POSTO DE ABASTECIMENTO E SERVIÇOS DE VEÍCULOS
POSTO DE ABASTECIMENTO E SERVIÇOS DE VEÍCULOS I- Requerimento (modelo fornecido pela EMURB), assinado pelo proprietário ou procurador legalmente constituído. II- Número da inscrição cadastral do imóvel
EMPRESA MUNICIPAL DE OBRAS E URBANIZAÇÃO COORDENADORIA DE CONTROLE URBANO ANUÊNCIA PRÉVIA PARA CONSTRUÇÃO INICIAL DE EDIFICAÇÃO NÃO RESIDENCIAL
ANUÊNCIA PRÉVIA PARA CONSTRUÇÃO INICIAL DE EDIFICAÇÃO NÃO RESIDENCIAL 1. Requerimento assinado pelo proprietário ou procurador legalmente constituído. 2. Nº da inscrição cadastral do imóvel para prova
PREFEITURA DE SÃO LUÍS SECRETARIA MUNICIPAL DE URBANISMO E HABITAÇÃO - SEMURH
Documentos pessoais do requerente; Certidão Negativa do IPTU; Documento de responsabilidade técnica emitido pelo CREA ou CAU; Declaração do engenheiro ou arquiteto responsável pela obra; Aprovação do projeto
PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAVATÁ Secretaria de Planejamento e Orçamento Secretaria Executiva de Planejamento Urbano
PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAVATÁ Secretaria de Planejamento e Orçamento Secretaria Executiva de Planejamento Urbano 2014 CONCEITOS GERAIS DOS SERVIÇOS E Lei nº 3401/06 ( Plano Diretor), Lei nº 3420/07 (Código
DECRETO Nº 56.089, DE 30 DE ABRIL DE 2015
Secretaria Geral Parlamentar Secretaria de Documentação Equipe de Documentação do Legislativo DECRETO Nº 56.089, DE 30 DE ABRIL DE 2015 Regulamenta dispositivos da Lei nº 16.050, de 31 de julho de 2014,
ANEXO I - DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA INGRESSO DO PROCESSO DE ALVARÁ PROVISÓRIO
ANEXOS AO DECRETO Nº 25.023 DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009 ANEXO I - DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA INGRESSO DO PROCESSO DE ALVARÁ PROVISÓRIO 2.Cópia do contrato de locação do imóvel onde funcionará a atividade,
MANUAL DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE ATIVIDADES POTENCIALMENTE POLUIDORAS Gerência de Controle da Poluição GCP : PASSO A PASSO
MANUAL DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE ATIVIDADES POTENCIALMENTE POLUIDORAS Gerência de Controle da Poluição GCP : PASSO A PASSO O QUE É O LICENCIAMENTO AMBIENTAL? O Licenciamento Ambiental é um procedimento
O Sr. Prefeito Municipal de Volta Redonda, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei;
DECRETO N.º 9185 EMENTA: Institui o DCU SIMPLES, um conjunto de Programas de Ação do Departamento de Controle Urbanístico da Secretaria Municipal de Planejamento, para aprovação de projetos e licenciamento
Manual da Construção. Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Econômico
Manual da Construção Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Econômico APRESENTAÇÃO A presente cartilha é uma contribuição da Prefeitura Municipal de Viana, através da Secretaria de Planejamento
Licença de Funcionamento
SUBPREFEITURA CAPELA do SOCORRO COORDENADORIA de PLANEJAMENTO e DESENVOLVIMENTO URBANO SUPERVISÃO TÉCNICA de USO do SOLO E LICENCIAMENTO Licença de Funcionamento BUFFETS (até 250 pessoas) Engenheiro Cabral
APROVAÇÃO E LICENÇA - RESIDENCIAL UNIFAMILIAR
APROVAÇÃO E LICENÇA - RESIDENCIAL UNIFAMILIAR 1. Formulário Padrão (fornecido pelo IMPLURB) devidamente preenchido, sendo imprescindível conter o nome do interessado, número do telefone, número do celular
LEI Nº 9.074, DE 18 DE JANEIRO DE 2005. O Povo do Município de Belo Horizonte, por seus representantes, decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
LEI Nº 9.074, DE 18 DE JANEIRO DE 2005 Dispõe sobre a regularização de parcelamentos do solo e de edificações no Município de Belo Horizonte e dá outras providências. O Povo do Município de Belo Horizonte,
Novo Decreto de HIS. Apresentação ao Conselho Municipal de Habitação São Paulo - 27/08/2015. Secretaria Municipal de Licenciamento
Novo Decreto de HIS Apresentação ao Conselho Municipal de Habitação São Paulo - 27/08/2015 Novo Decreto de HIS EHIS, EHMP, EZEIS, HIS e HMP Adequação à Lei nº 16.050/14 Sistematiza, Consolida e Revoga
ORDEM DO DIA FLS.394 , ESTADO DE SÃO PAULO. OFíCIO GP. N. 196/2012 Proc. n", 3194/96. Senhor Presidente,
ORDEM DO DIA FLS.394 "R" U~,.-:.-L.C. _~"'''' "'-'~ (".':N,~ -..,.~:..:-.;::..-
Procedimentos a serem seguidos para a realização de obras ou grandes reformas na USP 2/12/2012
Procedimentos a serem seguidos para a realização de obras ou grandes reformas na USP 2/12/2012 Rua da Praça do Relógio, nº 9, Bloco K Cidade Universitária São Paulo SP 1 O presente documento pretender
LEI DOS INSTRUMENTOS
LEI DOS INSTRUMENTOS LEI Nº 2.333 DE 06 DE OUTUBRO DE 2006 Dispõe sobre os Instrumentos de Política Urbana no Município de Itápolis. MAJOR AVIADOR MOACYR ZITELLI, Prefeito do Município de Itápolis, Estado
MANUAL DO PROPRIETÁRIO RIO
MANUAL DO PROPRIETÁRIO RIO Prezado Cliente, A fim de facilitar seu dia-a-dia a Zitune Empreendimentos Imobiliários, criou o manual do proprietário. Através deste manual você poderá esclarecer suas principais
Instituto de Meio Ambiente de Alagoas IMA Diretoria da Presidência DIPRE Diretoria Técnica DIT Diretoria de Licenciamento DILIC POSTOS DE COMBUSTÍVEIS
POSTOS DE COMBUSTÍVEIS LICENÇA PRÉVIA 1. Formulário de requerimento padrão dirigido à Presidência do IMA, devidamente preenchido e assinado; 2. Comprovante de pagamento da Taxa de Concessão da Licença
DEPARTAMENTO DE PARCELAMENTO DO SOLO Competência de Análise, Legislação Vigente e Principais Fluxos de Aprovação. SECOVI SP 12 de Novembro de 2010
DEPARTAMENTO DE PARCELAMENTO DO SOLO Competência de Análise, Legislação Vigente e Principais Fluxos de Aprovação SECOVI SP 12 de Novembro de 2010 SECRETARIA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DEPARTAMENTO DE PARCELAMENTO
A Preservação do Patrimônio Cultural na Esfera Municipal
A Preservação do Patrimônio Cultural na Esfera Municipal 1. Introdução O patrimônio cultural de cada comunidade pode ser considerado a sua cédula de identidade. Por isso, cada vez mais os municípios necessitam
PREFEITURA DE SÃO LUIS SECRETARIA MUNICIPAL DE URBANISMO E HABITAÇÃO SEMURH
Projeto de Lei nº, de de de Institui o primeiro plano municipal de incentivo à construção civil, e dá outras providências. O PREFEITO DE SÃO LUÍS, Capital do Estado do Maranhão Faço saber a todos os seus
Cidade de São Paulo. 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011
Cidade de São Paulo 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011 LOCALIZAÇÃO POPULAÇÃO (Censo 2010) RMSP...19.683.975 habitantes Município de São Paulo...11.253.563 habitantes Estatuto
FECHAMENTO DE RUAS AO TRÁFEGO DE VEÍCULOS ESTRANHO AOS MORADORES DE VILAS, RUAS SEM SAÍDA E RUAS E TRAVESSAS COM CARACTERÍSITCAS DE RUAS SEM SAÍDA.
FECHAMENTO DE RUAS AO TRÁFEGO DE VEÍCULOS ESTRANHO AOS MORADORES DE VILAS, RUAS SEM SAÍDA E RUAS E TRAVESSAS COM CARACTERÍSITCAS DE RUAS SEM SAÍDA. LEI Nº 15.002, DE 22 DE OUTUBRO DE 2009 (Projeto de Lei
Novo Plano Diretor de SP 2014. Novas diretrizes e consequências para o mercado imobiliário
Novo Plano Diretor de SP 2014 Novas diretrizes e consequências para o mercado imobiliário 1 Eixos de Estruturação de Transformação Urbana (4 x) O que é o Eixo? São áreas próximas à infraestrutura de transporte
Guia de Aprovação de Plantas
Guia de Aprovação de Plantas Projeto Plantas On-Line da Prefeitura da Cidade de São Paulo Objetivos Orientar e agilizar O Guia Para Aprovação de Projetos que colocamos à disposição dos cidadãos de nossa
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE LONDRINA Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação. Documentação para aprovação
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE LONDRINA Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação DIRETORIA DE APROVAÇÃO DE PROJETOS Onde requerer: Praça de Atendimento 2 - Centro Administrativo Térreo Endereço: Avenida
Quinta-feira, 26 de Abril de 2007 Ano XIII - Edição N.: 2834 Diário Oficial do Município Poder Executivo Secretaria Municipal de Governo
Quinta-feira, 26 de Abril de 2007 Ano XIII - Edição N.: 2834 Diário Oficial do Município Poder Executivo Secretaria Municipal de Governo DECRETO Nº 12.693 DE 25 DE ABRIL DE 2007 Estabelece procedimentos
O PREFEITO DE SÃO LUÍS, Capital do Estado do Maranhão.
Lei 4.052, de 13 de março de 2002 Define condições para a instalação de pólos geradores de tráfego, estabelecendo-lhes exigências; critérios para quantidade de vagas de carga e descarga, embarque e desembarque,
ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DO RAS - Obras de Telecomunicação
1 Informações iniciais Indentificação do empreendedor Responsável pelo empreendimento: Responsável pelo RAS ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DO RAS - Obras de Telecomunicação Razão Social CNPJ Telefone Nome CPF
SLEA SISTEMA DE LICENCIAMENTO ELETRÔNICO DE ATIVIDADES DA PREFEITURA DE SÃO PAULO
SLEA SISTEMA DE LICENCIAMENTO ELETRÔNICO DE ATIVIDADES DA PREFEITURA DE SÃO PAULO Manual passo-a-passo para obtenção do Auto de Licença de Funcionamento/ Auto de Licença de Funcionamento Condicionado Eletrônico
TRANSFERÊNCIA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO
ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA Assessoria Técnica SEPLAM Sobre a Lei nº. 12.145 de 08 de Setembro de 2011, que regulamentou o Instrumento: TRANSFERÊNCIA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO
ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA
ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE CÓDIGO 11.00 GRUPO/ATIVIDADES GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE PPD 11.01 Linhas de Distribuição B 11.02 Linhas de Transmissão
II Desenho na escala de 1:100 (uma para cem); III Cotas necessárias à perfeita compreensão do projeto; 1º - O projeto simplificado deverá apresentar:
Institui Projeto Simplificado e dispõe sobre a forma de apresentação de projetos de construção de edificações residenciais unifamiliares, e dá outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE GUARATINGUETÁ
- ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA -
- ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA - ARU do Centro Histórico de Beja ARU do Centro Histórico de Beja II ARU do Bairro Social de Beja ARU da Rua da Lavoura - Beja ESCLARECIMENTOS E INSTRUÇÕES PARA OS INTERESSADOS
SUPERINTENDENCIA ADMINISTRATIVA DE CONTROLE, FISCALIZAÇÃO E OBRAS SACFO. Município de Sumaré MANUAL DE ORIENTAÇÃO DO PROFISSIONAL
SUPERINTENDENCIA ADMINISTRATIVA DE CONTROLE, FISCALIZAÇÃO E OBRAS SACFO. Município de Sumaré MANUAL DE ORIENTAÇÃO DO PROFISSIONAL 1 APROVAÇÃO DE PROJETOS TRANSCRIÇÃO DE TRECHOS LEGISLAÇÃO PERTINENTE CÓDIGO
MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS
MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS 1 AUTORIZAÇÕES E CADASTRAMENTO Para entrada de profissionais e execução de serviços como LEVANTAMENTO PLANIALTIMÉTRICO e SONDAGEM, será necessária a autorização por
Manual de Aprovação Eletrônica de Projetos
Manual de Aprovação Eletrônica de Projetos 1 Conteúdo Apresentação... 1 O que é a aprovação eletrônica de projetos?... 2 Quais os serviços disponíveis?... 3 Como cadastrar sua senha web?... 4 Aprovação
ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST)
ANÁLISE DOCUENTAL (CHECK LIST) CONSTRUÇÃO CIVIL CÓDIGO 10.00 GRUPO/ATIVIDADES CONSTRUÇÃO CIVIL PPD 10.01 Empreendimentos ultifamiliares Sem Infra- Estrutura (Condomínios e Conjuntos Habitacionais); 10.02
PROJETO LEI Nº Autoria do Projeto: Senador José Sarney
PROJETO LEI Nº Autoria do Projeto: Senador José Sarney Dispõe sobre loteamento fechado de áreas consolidadas regularizadas ou em fase de regularização, altera em parte as Leis n 6.766/79 e n 6.015/73 e
DOCUMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE LICENÇA AMBIENTAL DE ESTAÇÃO RÁDIO-BASE (ERB) Portaria SMMA nº 002/2012 e Lei Mun. 11.535/2005
DOCUMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE LICENÇA AMBIENTAL DE ESTAÇÃO RÁDIO-BASE (ERB) Portaria SMMA nº 002/2012 e Lei Mun. 11.535/2005 ***TODOS OS DOCUMENTOS E PROJETOS ENTREGUES FICARÃO RETIDOS. *** TODOS OS PROJETOS
SECRETARIA DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL E POLÍTICA URBANA
SECRETARIA DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL E POLÍTICA URBANA ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE PARCELAMENTO DO SOLO LOTEAMENTOS E DESMEMBRAMENTOS 04 vias do processo contendo na capa o número
Autorização Especial de Trânsito AET
Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte Urbano Autorização Especial de Trânsito AET Amparo legal: Lei Complementar Municipal nº 205/2009: que acrescenta, altera e regulamenta a Seção XI, do Capítulo
Para que um estabelecimento esteja legalizado, é necessário, inicialmente, obter um alvará de licença, documento concedido pela Prefeitura.
CARTILHA DE ALVARÁ Este pequeno manual abordará, de maneira simplificada, os requisitos para obtenção de alvará de licenciamento para a abertura de casa noturna ou boate. Para que um estabelecimento esteja
Roteiros de Processos PASSO A PASSO
SECRETARIA DE PLANEJAMENTO Roteiros de Processos PASSO A PASSO Roteiro dos Processos da SEPLAN À Secretaria de Planejamento compete formular, planejar e implementar a política de planejamento e desenvolvimento
Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1
Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1 Entenda quais são os Instrumentos de Planejamento e Gestão Urbana que serão revistos Revisão Participativa
Plano Diretor Estratégico de São Paulo e Reflexos nos Negócios Imobiliários. Rodrigo Bicalho
Plano Diretor Estratégico de São Paulo e Reflexos nos Negócios Imobiliários Rodrigo Bicalho Objetivos do Plano Aproximar local de residência e trabalho Concentrar o adensamento nos eixos de transporte
ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA REPRESENTAÇÕES DE DESENHO TÉCNICO E APROVAÇÃO DE PROJETOS SETOR DE ENGENHARIA
ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA REPRESENTAÇÕES DE DESENHO TÉCNICO E APROVAÇÃO DE PROJETOS SETOR DE ENGENHARIA ANEXO II DO DECRETO N 80/2011 DE 02/05/2011 PARTE 01: OBRA NOVA OU AMPLIAÇÃO 1. Planta de situação
P O R T O A L E G R E plano diretor de desenvolvimento urbano ambiental. pddua COMO APLICAR O REGIME URBANÍSTICO PREVISTO NO PDDUA DEZEMBRO/1999
P O R T O A L E G R E plano diretor de desenvolvimento urbano ambiental PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA DO PLANEJAMENTO MUNICIPAL DEZEMBRO/1999 1999 I N F O R M A Ç Õ E S Ú T E I S S O
ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) REGULARIZAÇÃO
ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) REGULARIZAÇÃO Regularização de Licença de Instalação (Empreendimento ou Atividade sem qualquer Licenciamento Ambiental) LICENÇA DE INSTALAÇÃO (Regularização) - Exigida nos
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS
1. Quais os casos passíveis de licenciamento ambiental junto ao setor Anexo III Áreas Verdes do (DLA), visando a Autorização Ambiental Municipal? São passíveis de licenciamento ambiental pelo Anexo III:
AUTORIZAÇÃO PARA RESPONSÁVEL PELA OBRA À ASSOCIAÇÃO DOS PROPRIETÁRIOS DO LOTEAMENTO RESIDENCIAL ATHENAS PROPRIETÁRIO:... TEL:...
AUTORIZAÇÃO PARA RESPONSÁVEL PELA OBRA À ASSOCIAÇÃO DOS S DO LOTEAMENTO RESIDENCIAL ATHENAS REF. AUTORIZAÇÃO PARA RESPONSÁVEL PELA OBRA LOTE:... QUADRA:... :... TEL:... Venho através deste, comunicar a
PUBLICADO DOC 10/01/2012, p. 1 c. todas
PUBLICADO DOC 10/01/2012, p. 1 c. todas LEI Nº 15.525, DE 9 DE JANEIRO DE 2012 (Projeto de Lei nº 470/11, do Executivo, aprovado na forma de Substitutivo do Legislativo) Institui o Projeto Estratégico
1. OBJETIVO Prestar atendimento ao cidadão de maneira rápida, eficiente e eficaz, de acordo com os requisitos especificados pelo cliente.
Sistema de Gestão do Programa Vapt Vupt SUPERINTENDÊNCIA DE VAPT VUPT E ATENDIMENTO AO PÚBLICO INSTRUÇÃO DE TRABALHO VAPT VUPT EMPRESARIAL PREFEITURA DE GOIANIA Responsável: Rosana Mérola Martins Cópia
Estado do Rio Grande do Sul Município de Caxias do Sul
DECRETO N 17.078, DE 16 DE JULHO DE 2014. Aprova a atualização do Plano de Classificação e da Tabela de Temporalidade de s da Secretaria Municipal de Urbanismo SMU, atividades-fim, e revoga o Decreto nº
Guia do Requerente. Orientações de preenchimento
Guia do Requerente Orientações de preenchimento Bem-vindo (a) ao nosso novo sistema on-line de atendimento Empresa Legal. Este documento é o Guia do Requerente. Ele o (a) ajudará em seu contato com o ambiente
Licença de Funcionamento de estabelecimentos
SUBPREFEITURA CAPELA do SOCORRO COORDENADORIA de PLANEJAMENTO e DESENVOLVIMENTO URBANO SUPERVISÃO TÉCNICA de USO do SOLO E LICENCIAMENTO Licença de Funcionamento de estabelecimentos Esta PALESTRA está
REGULAMENTO DE COMPENSAÇÕES POR NÃO CEDÊNCIA DE TERRENOS PARA EQUIPAMENTOS E ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS DECORRENTE DA APROVAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS
REGULAMENTO DE COMPENSAÇÕES POR NÃO CEDÊNCIA DE TERRENOS PARA EQUIPAMENTOS E ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS DECORRENTE DA APROVAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS 1. O Regulamento referente à compensação pela não
ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST)
AGROPECUÁRIA CÓDIGO 01.00 GRUPO/ATIVIDADES AGROPECUÁRIA PPD AGRUPAMENTO NORMATIVO 01.01 Criação de Animais Sem Abate(avicultura,ovinocaprinocultura,suino M cultura,bovinocultura,escargot, ranicultura)
Capítulo 4 - EXECUÇÃO E SEGURANÇA DAS OBRAS
Capítulo 4 - EXECUÇÃO E SEGURANÇA DAS OBRAS 4.1 Disposições gerais Art. 61 - A execução de obras, incluindo os serviços preparatórios e complementares, suas instalações e equipamentos, embora que temporários,
PROGRAMA PARAISÓPOLIS Regularização Fundiária
PROGRAMA PARAISÓPOLIS Regularização Fundiária POLÍTICA HABITACIONAL DA CIDADE DE SÃO PAULO Plano Diretor Estratégico do Município (Lei 13.430/02, art. 79): Moradia digna é aquela que garante ao morador
CARTILHA INSCRIÇÃO MUNICIPAL E REDESIM
CARTILHA INSCRIÇÃO MUNICIPAL E REDESIM 1- ATRAVÉS DA REDESIM PORTAL REGIN 1.1 -SOLICITAÇÃO DE INSCRIÇÃO MUNICIPAL ( EMPRESA SEM REGISTRO NA JUCEB) PASSO 1: PEDIDO DE VIABILIDADE DE INSCRIÇÃO A empresa
Check List Básico Onde construir seu próximo Data Center" Condições Essênciais
Check List Básico Onde construir seu próximo Data Center" Condições Essênciais PRINCIPAIS LIGAÇÕES - ACESSO Principais vias de acesso: Rodovias Anhanguera, Bandeirantes, Dom Pedro, Campinas Mogi Mirim
REGULARIZAÇÃO DE TERRENOS E IMÓVEIS
REGULARIZAÇÃO DE TERRENOS E IMÓVEIS A regularização tira o imóvel da clandestinidade. Se o imóvel estiver irregular, pode sofrer ação da fiscalização a qualquer momento e ser multado pela infração que
DECRETO Nº 37426 DE 11 DE JULHO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais, e
DECRETO Nº 37426 DE 11 DE JULHO DE 2013 Regulamenta a aplicação da Lei Complementar nº 126/13 e da Lei nº 6400/13, que instituem, por AUTOVISTORIA, a obrigatoriedade de realização de vistorias técnicas
MANUAL DE DESDOBRO PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA HABITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO URBANO
MANUAL DE DESDOBRO PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA HABITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO URBANO 1 DEPARTAMENTO DE PARCELAMENTO DO SOLO E INTERVENÇÕES URBANAS APRESENTAÇÃO A partir da criação das
Rio de Janeiro: Decreto Regulamentador de Autovistoria
Rio de Janeiro: Decreto Regulamentador de Autovistoria Regulamenta a aplicação da Lei Complementar 126 de 26 de março de 2013 e da Lei 6400 de 05 de março de 2013, que instituem a obrigatoriedade de realização
PROCEDIMENTOS DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO ELÉTRICO À ENERSUL
PROCEDIMENTO DA DISTRIBUIÇÃO VERSÃO Nº R0 DATA DATA DA VIGÊNCIA 15/07/2013 Histórico de Revisões Revisão Alterações Data R0 - Versão Inicial. 21/06/2013 Página 2 de 10 1. ENCAMINHAMENTO Para apresentação
Lei Municipal N.º 1413
1 EMENTA: -- Disciplina o parcelamento da terra no Município de Volta Redonda, Estado do Rio de Janeiro. A Câmara Municipal Aprova e Eu Sanciono a Seguinte Lei: -- CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art.
Tema: Aprovação de Loteamentos Município de Franca. Palestrante: Nicola Rossano Costa
Tema: Aprovação de Loteamentos Município de Franca Palestrante: Nicola Rossano Costa Leis Municipais Plano diretor Lei Complementar nº 050/2003 e posteriores alterações Plano viário Lei complementar nº
4.9 PROJETO DE LEI DO DIREITO DE PREEMPÇÃO
302 4.9 PROJETO DE LEI DO DIREITO DE PREEMPÇÃO Regulamento o exercício do direito de preempção pelo Poder Público Municipal de acordo com a Lei de Revisão do Plano Diretor, e dá outras providências. A
Tema: Diretrizes, Pré-Aprovação e Aprovação Final. Palestrante: Arqº Milton Faria de Assis Júnior
Tema: Diretrizes, Pré-Aprovação e Aprovação Final. Palestrante: Arqº Milton Faria de Assis Júnior Rio Preto lidera loteamentos no Estado Nos últimos anos, Rio Preto se mantém como 1ª no ranking dos municípios
MÓDULO IV - Gestão social da valorização imobiliária para a inclusão territorial
MÓDULO IV - Gestão social da valorização imobiliária para a inclusão territorial Produção social da valorização imobiliária A valorização imobiliária é definida por: Distribuição de investimentos públicos
A observância da acessibilidade na fiscalização de obras e licenciamentos de projetos pelos municípios
A observância da acessibilidade na fiscalização de obras e licenciamentos de projetos pelos municípios Luciano de Faria Brasil Promotoria de Justiça de Habitação e Defesa da Ordem Urbanística de Porto
Sociedade loteamento MONT BLANC PROCEDIMENTO PARA INÍCIO DE OBRA
PROCEDIMENTO PARA INÍCIO DE OBRA 1. Apresentar cópia de Planta Aprovada pela Prefeitura Municipal de Campinas, cópia do Alvará de Execução para liberação de obra e cópia da ART recolhida do responsável
ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST)
ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) CÓDIGO 09.00 GRUPO/ATIVIDADES 09.07 Postos de Revenda de Combustíveis e Derivados de Petróleo com ou sem lavagem e ou lubrificação de veículos PPD M AGRUPAMENTO NORMATIVO
Classificação DOS EMPREENDIMENTOS DE TURISMO NO ESPAÇO RURAL:
O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL CAE Rev_3: 55202 TURISMO NO ESPAÇO RURAL NOÇÃO:
Estado de Mato Grosso Município de Tangará da Serra Assessoria Jurídica
MENSAGEM PROJETO DE LEI xxx/gp/2012 Tangará da Serra/MT, xx de xxxxxxxxxx de 2012. Excelentíssimo Senhor Presidente, Excelentíssimos (a) Senhores (a) Vereadores (a), Cumprimentando-o cordialmente, vimos
8. Regularização do Negócio
8. Regularização do Negócio Conteúdo 1. Forma Jurídica das Empresas 2. Consulta Comercial 3. Busca de Nome Comercial 4. Arquivamento do contrato social/requerimento de Empresário 5. Solicitação do CNPJ
PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU
P.32818/99 LEI Nº 4553, DE 08 DE JUNHO DE 2000 Dispõe sobre Perfuração de Poços para Captação de Águas Subterrâneas no Município de Bauru e dá outras providências. NILSON COSTA, Prefeito Municipal de Bauru,
DIVISÃO DE FISCALIZAÇÃO DE OBRAS
DIVISÃO DE FISCALIZAÇÃO DE OBRAS HABITE-SE CERTIDÃO RETIFICAÇÃO DE NÚMERO E DE ENDEREÇO CERTIDÃO DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO PARA EMPREENDIMENTO DE USO RESIDENCIAL E NÃO RESIDENCIAL RENOVAÇÃO DE HABITE-SE/
UniVap - FEAU CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Prof. Minoru Takatori ESTUDO PRELIMINAR
1 ESTUDO PRELIMINAR OBJETIVOS Analise e avaliação de todas as informações recebidas para seleção e recomendação do partido arquitetônico, podendo eventualmente, apresentar soluções alternativas. Tem como
Município de Estarreja 1
Apreciação de pedidos I 0 0 0 0 I 1 0 0 0 I 1.1 0 0 0 I 1.1 a) 0 0 I 1.1 b) 0 0 I 1.2 0 0 0 I 2 0 0 0 I 2.1 0 0 0 I 2.2 0 0 0 I 3 0 0 0 I 3.1 0 0 0 I 3.2 0 0 0 I 3.3 0 0 0 Informação Prévia Loteamentos
PORTARIA Nº571/DGAC, de 25 de Nov de 1994.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL PORTARIA Nº571/DGAC, de 25 de Nov de 1994. Aprova e Efetiva o Plano Específico de Zoneamento de Ruído do Aeroporto Santos
Planilha de Controle e Registro Comentada Instruções
PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE BRAS E VIAÇÃO SUPERVISÃO DE EDIFICAÇÕES E CONTROLE Planilha de Controle e Registro Comentada Instruções A Planilha de Controle e Registro é
SAN.T.IN.NT 33. A.R.T.: Anotação de Responsabilidade Técnica do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura CREA;
1 / 5 SUMÁRIO: 1. FINALIDADE 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3. DEFINIÇÕES 4. PROCEDIMENTOS 5. REFERÊNCIAS 6. ANEXOS 1. FINALIDADE Esta Norma tem como finalidade disciplinar e padronizar os procedimentos para liberação
RESOLUÇÃO SMF Nº 2835 DE 05 DE FEVEREIRO DE 2015
RESOLUÇÃO SMF Nº 2835 DE 05 DE FEVEREIRO DE 2015 Disciplina os procedimentos referentes aos benefícios fiscais instituídos pela Lei nº 5.780, de 22 de julho de 2014. O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE FAZENDA,
ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL
1 OBJETIVO: Estabelecer requisitos e exigências para o Credenciamento de Empresas Revendedoras, Instaladoras e Conservadoras de Sistemas de Proteção Contra Incêndio e Pânico, complementando o Art. 9º do
Instituto do Meio Ambiente ESTADO DE ALAGOAS DOCUMENTAÇÃO PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NOVOS
DOCUMENTAÇÃO PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NOVOS LICENÇA PRÉVIA - Documentação necessária 1. Requerimento Padrão definido pelo IMA, devidamente preenchido e assinado; 2. Cadastro do empreendimento, definido
DECRETO ESTADUAL nº 52.052, de 13 de agosto de 2007
2009 DECRETO ESTADUAL nº 52.052, de 13 de agosto de 2007 Institui, no âmbito da Secretaria de Estado da Habitação Programa Estadual de Regularização de Núcleos Habitacionais Cidade Legal Comitê de Regularização
Unidades de apartamentos
Unidades de apartamentos Os apartamentos são de 141,92 m² e de 178,38m². As plantas podem sofrer variações devido à opção pelo número de dormitórios, sendo que um dormitório pode se integrar à sala ou
Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (A. V. C. B.)
Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (A. V. C. B.) Página 1 / 4 O que é AVCB? O AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros da Policia Militar do Estado
Relatório de Vistoria Técnica com Cadastramento do Imóvel
Relatório de Vistoria Técnica com Cadastramento do Imóvel REFORMA DA SEDE DA SUBSEÇÃO DA OAB/BA NO MUNICÍPIO DE GUANAMBI/BA Avenida Presidente Castelo Branco, nº 271, Aeroporto Velho Guanambi/BA Foto:
LICENCIAMENTO AMBIENTAL
LICENCIAMENTO AMBIENTAL Página 1 / 7 O que é LICENCIAMENTO AMBIENTAL? O LICENCIAMENTO AMBIENTAL é o procedimento administrativo realizado pelo órgão ambiental competente, que pode ser federal, estadual
INSPEÇÃO DE FONTES ALTERNATIVAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA PARA A COBRANÇA DOS ESGOTOS
INSPEÇÃO DE FONTES ALTERNATIVAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA PARA A COBRANÇA DOS ESGOTOS O Daae (Departamento Autônomo de Água e s) está inspecionando os poços artesianos dos estabelecimentos comerciais, industriais
TABELA DE TAXAS PARTE B - OPERAÇÕES URBANÍSTICAS QUADRO I. Taxa devida pela apreciação de projectos de loteamento
TABELA DE TAXAS PARTE B - OPERAÇÕES URBANÍSTICAS Loteamento sem obras de urbanização QUADRO I Taxa devida pela apreciação de projectos de loteamento 1 Informação prévia 95,00 d) 2 Licenciamento 142,00
