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1 Aprendizado Contínuo para Auditores Internos ao Redor do Mundo NORMAS & CERTIFICAÇÕES Closer Look Eleftherios sintzas S CBOK The Global Internal Audit Common Body of Knowledge

2 Sobre o CBOK FATOS DA PESQUISA Participantes 14,518* Países 166* Idiomas 23* NÍVEIS DOS FUNCIONÁRIOS Chief audit executive (CAE) 26% Diretor 13% Gerente 17% Equipe 44% *As taxas podem variar por pergunta. O Common Body of Knowledge (CBOK) Global de Auditoria Interna é o maior estudo contínuo global no mundo sobre a profissão da auditoria interna, incluindo estudos sobre os praticantes de auditoria interna e suas partes interessadas. Um dos componentes principais do CBOK 2015 é a pesquisa global do praticante, que fornece uma perspectiva abrangente das atividades e características dos auditores internos do mundo todo. Este projeto tem como base as duas pesquisas globais do praticante anteriores, conduzidas pela The IIA Research Foundation em 2006 (9.366 respostas) e 2010 ( respostas). Os relatórios serão lançados mensalmente até Julho de 2016 e podem ser baixados de graça, graças às contribuições generosas e ao apoio de indivíduos, organizações profissionais, filiais do IIA e institutos do IIA. Mais de 25 relatórios foram planejados em três formatos: 1) core reports, que abordam tópicos gerais, 2) closer looks, que exploram mais a fundo as principais questões, e 3) fast facts, com foco em uma região ou ideia específica. Esses relatórios exploram diferentes aspectos de oito áreas de conhecimento, incluindo tecnologia, riscos, talento e outras. Visite o CBOK Resource Exchange em para download das perguntas da pesquisa e dos relatórios seguintes, conforme forem disponibilizados. Pesquisa do Praticante CBOK 2015: Participação das Regiões Globais & Ásia Central 23% 19% Oriente Médio & África Sul da Ásia Latina 14% & Caribe África 6% Leste Asiático 2 Observação: As regiões globais são baseadas nas categorias do Banco Mundial. Para a, menos de 1% dos participantes era da Ásia Central. As respostas da pesquisa foram coletadas entre 2 de Fevereiro de 2015 e 1º de Abril de O link da pesquisa online foi distribuído via listas de mailing dos institutos, sites do IIA, newsletters e redes sociais. Pesquisas pesquisa está disponível para download no CBOK Resource Exchange. 2 Aprendizado Contínuo para Auditores Internos

3 Conhecimento do CBOK Conteúdos Futuro Sumário Executivo Gov Gestão 6 14 Conclusão 16 Risco 18 & C T T 3

4 Sumário Executivo Q uando um auditor interno escolhe buscar uma certificação, ele ou ela dá um grande passo em direção a estabelecer uma reputação profissional que fala alto sobre sua integridade, sua dedicação e seu compromisso, tanto com a profissão quanto com sua organização. Esse compromisso é visto nas descobertas da Pesquisa Global do Praticante de Auditoria Interna CBOK Por exemplo: Quarenta e três por cento dos participantes do mundo todo dizem que têm ao menos uma certificação ou qualificação de auditoria interna. A principal certificação, no mundo, é a Certified Internal Auditor (CIA) (obtida por 30% dos participantes do mundo todo). A certificação de especialização de auditoria interna mais popular é a Certification in Risk Management Assurance (CRMA) (obtida por 9% dos participantes do mundo todo). Certificações que não são de auditoria interna foram obtidas por 60% dos participantes do mundo. Quarenta ou mais horas de treinamento de auditoria interna ao ano são atingidas por 61% dos participantes do mundo todo. Resultados da pesquisa também revelam quais certificações são mais populares em diferentes partes do mundo, fornecendo informações valiosas para praticantes de auditoria interna, aspirantes a auditores internos e chief audit executives (CAEs). Outras partes interessadas, como reguladores, gerência executiva, comitês de auditoria e recrutadores executivos, também encontrarão informações úteis para propósitos relativos ao estabelecimento de normas, benchmarking e contratação. O CBOK é o maior estudo contínuo de auditores internos do mundo, com participação de praticantes de 166 países. 4 Aprendizado Contínuo para Auditores Internos

5 1 C onforme os auditores internos mapeiam um plano de carreira gratificante, a maioria acha recomendável incluir a certificação profissional como meta. Praticantes individuais do mundo todo descobriram que a certificação melhora seu desempenho e traz grandes benefícios para a evolução da carreira. O The IIA oferece as seguintes certificações, qualificações e designações: 1 C CFS CCS S C ta tor Cov Arofes CA tor CC r -Asses CRisk Assur e ta L ( Crofesvir A tor Cro es f A t ( Para a CIA apenas, uma média de candidatos obtiveram a certificação anualmente desde Há uma alta demanda por CIAs no mercado de trabalho, comprovada pelo fato de que os empregadores tendem a pagar 43% mais àqueles que tenham uma certificação profissional, de 1 Para propósitos deste relatório, este grupo de certificações e qualificações será referido simplesmente como certificações do IIA. Para a pesquisa do praticante CBOK 2015, vale notar que a CPEA e a CPSA não foram listadas como opções separadas de resposta, porque o The IIA não tinha assumido a administração desses programas na época em que a pesquisa foi conduzida. No entanto, os participantes puderam escolher outras certificações de auditoria interna para indicar uma certificação em uma dessas áreas. 2 The IIA 2014 Annual Report, página 9, disponível em na.theiia.org/about-us/pages/annual-reports.aspx. acordo com o Estudo de Compensação de Auditoria Interna do The IIA, conduzido na. 3 Além das credenciais de auditoria interna do The IIA, outras credenciais de auditoria interna também são disponibilizadas por outras organizações. Elas podem ser específicas a uma região, indústria ou área de especialização. Com todas essas opções disponíveis, os auditores internos têm muitas oportunidades de aprendizado contínuo que podem ajudá-los a atingir o sucesso na profissão. De acordo com a Pesquisa Global do Praticante de Auditoria Interna CBOK 2015, uma proporção significante de praticantes tem ao menos uma certificação relativa à auditoria interna (veja as barras em vermelho do Documento 1). Dentre os participantes globais, 43% dizem ter ao menos uma certificação de auditoria interna (incluindo certificações do The IIA e certificações de auditoria interna de outras organizações). Na maioria das regiões, a certificação de auditoria interna varia entre 39% e 54% dos participantes da pesquisa. Duas regiões têm porcentagens significativamente menores de certificações de auditoria interna do que o restante do mundo: o Sul da Ásia (23%) e Latina e Caribe (2). Praticantes de auditoria interna vêm de uma variedade de históricos, o que levou muitos deles a obter certificações não relacionadas à auditoria interna ao longo de suas carreiras (veja as barras em cinza no Documento 1). A pesquisa do praticante CBOK 2015 mostra que: 3 Executive Report: Internal Audit Compensation, Outubro de 2015, 5

6 Documento 1 Cações Obtidas (de Auditoria Interna e Diferentes) 80% 77% 60% 40% 54% 69% 6 51% 47% 46% 4 63% 39% 59% 4 43% 60% 20% 2 23% 0% Observação: Em média, 60% dizem ter uma certificação relacionada, mas não específica à auditoria interna. Para todas menos uma região, mais participantes têm certificações não relacionadas à auditoria interna do que certificações de auditoria interna, com a lacuna variando entre 1 ( ) e 54% (Sul da Ásia). A exceção da lacuna é a, onde as porcentagens são quase iguais entre certificações de auditoria interna e certificações não relacionadas à auditoria interna (cerca de 50%) (veja o ). As duas regiões com menor índice de certificação de auditoria interna são muito diferentes em termos de certificações não relacionadas à auditoria interna. Isto é, o Sul da Ásia tem a maior porcentagem de participantes com uma certificação não relacionada à auditoria interna (77%), enquanto Latina e Caribe têm a menor (4). Insights Sobre as Diferenças Regionais Ao examinar as áreas geográficas com menor porcentagem de participantes com certificações de auditoria interna, vale explorar as razões subjacentes. Talvez não seja coincidência que as três regiões de menor Produto Interno Bruto (PIB) per capita 4 também reportem os menores níveis de certificação: Sul da Ásia (23%) Latina e Caribe (2) África (39%) Além da economia, outro motivo para os baixos índices de certificação pode ser os baixos níveis de conscientização sobre as certificações e a profissão como um todo. Por exemplo, sobre os resultados da Latina, Daniel Portillo, gerente de finanças e contabilidade da Zoniro SA, na Cidade do Panamá, no Panamá, diz, Entre os motivos 4 Banco Mundial, PIB per capita (valor atual em US $); data.worldbank.org/indicator/ny.gdp.pcap.cd 6 Aprendizado Contínuo para Auditores Internos

7 por trás dessa observação, estão a falta de conhecimento acerca das certificações e de seus benefícios e o fato de que a autoeducação necessária para tais exames não é uma prática comum, de modo que a única forma disponível é por meio de um processo formal de treinamento. Na África, a limitada familiaridade com a auditoria interna é um problema, diz Ineeleng T. Motlalekgosi, executivo de gerenciamento de riscos para o Ministério de Governo Local, em Gaborone, Botswana. Em Botswana, quando uma pessoa comum ouve falar de auditores, pensam automaticamente em auditores externos... Nem mesmo o Labor Market Observatory faz qualquer esforço para diferenciar entre contadores e auditores internos. Por fim, os entrevistados indicam que o idioma é outra barreira que pode atrapalhar os profissionais a obter a certificação CIA. Eles dizem que o material de estudo atualizado dificilmente está disponível em idiomas locais. Portanto, apesar da prova da CIA ser oferecida em 18 idiomas, alguns praticantes não possuem os materiais de estudo atualizados em seu idioma para usar na preparação para a prova. 7

8 2 Q ual certificação de auditoria interna é mais amplamente obtida? Claramente, é a certificação CIA, obtida por 30% dos participantes (veja o Documento 2). CIA A tem a maior porcentagem de CIAs (43%), enquanto as menores porcentagens estão no Sul da Ásia e na Latina e Caribe (menos de 20%). As demais regiões globais têm cerca de 30%. A segunda maior área de certificação é a de outras certificações de auditoria interna, que engloba credenciais de auditoria interna não oferecidas pelo The IIA. 5 Na média global, 10% indicam ter uma certificação de auditoria interna não oferecida pelo The IIA. Esse índice é maior na (14%) e menor na do Norte (6%) (veja o Documento 2). Outro insight a partir dos resultados é que o índice de certificações CIA é muito maior do que o de outras certificações de auditoria interna em todas as regiões do mundo, menos uma. A exceção é a Latina e Caribe, onde o índice daqueles com outras certificações de auditoria interna é quase igual ao índice da certificação CIA. CRMA Entre as certificações de especialização do IIA, a mais popular é a certificação CRMA (9%). Isso destaca a 5 Esta categoria também engloba as credenciais ambientais, de saúde e segurança (CPEA, CPSA) que foram adicionadas ao grupo de certificações do IIA após a condução da pesquisa CBOK. ênfase que os auditores internos do mundo todo dão às questões de gerenciamento de riscos e governança. QIAL A qualificação QIAL é a mais nova designação do IIA, lançada em Julho de As respostas à pesquisa CBOK foram coletadas menos de um ano depois (de Fevereiro a Abril de 2015), tornando especialmente interessante ver que a qualificação QIAL já foi obtida por 1% do total de participantes. Essa descoberta apoia a demanda considerável de futuros, novos e experientes líderes de auditoria interna ao redor do mundo por um treinamento de liderança e pelo reconhecimento. Em média, mais da metade dos participantes disse não possuir uma certificação específica de auditoria interna. Esse índice é maior no Sul da Ásia e na Latina e Caribe (mais de 70%) e menor na (46%). A Seção 3 examina com maior profundidade as certificações de especialização, especialmente para os setores financeiro e público. Além disso, o Anexo A mostra a popularidade das certificações por região entre aqueles que têm certificações de auditoria interna. Isso cria uma rápida forma visual de avaliar qual região tem o maior uso de cada certificação. 8 Aprendizado Contínuo para Auditores Internos

9 Documento 2 Norte CIA (C ta tor) 43% 33% 31% 27% 27% 16% 13% 30% 6% 11% 12% 14% 9% 7% 12% 10% CRMA (C r e) 16% 11% 11% 6% 3% 9% 9% CCSA (CC r -A 2% 3% 3% 4% 6% 1% 4% CGAP (Cov Aro e 1% 1% 4% 2% 1% 2% 2% CFSA (C Servi A tor) 1% 2% 2% 2% 1% 1% 2% QIAL (t A L p) 0,3% 1% 2% 0,3% 1% 1% 1% 1% CMIIA ( ter T A PIIA r T A 0,1% 1% 1% 2% 1% 0,2% 0,1% 1% 46% 5 54% 53% 61% 77% 72% 57% Observação: 9

10 3 Q uando profissionais de auditoria interna desejam oportunidades adicionais de se diferenciar no mercado de trabalho, buscar uma certificação de especialização do IIA pode ser a resposta. Com o objetivo de enriquecer o conhecimento do auditor interno em um campo ou indústria específica, essas certificações fornecem aos profissionais credenciais valiosas que demonstram seu compromisso e profissionalismo. A pesquisa do praticante CBOK 2015 mostrou que 1 dos participantes possuem ao menos uma das certificações ou qualificações de especialização em auditoria interna (veja o ). Documento 3 Enquanto a tem o maior índice (23%), outras regiões têm índices menores, de 4% a 17%. CFSA A certificação CFSA tem foco no setor financeiro, de modo que é importante examinar o índice de certificação entre aqueles que trabalham com serviços financeiros, que é de no mundo. A tem o maior índice (13%), seguida da África (6%) e do Oriente Médio e África () (veja o ). Documento 4 Obtenção da CFSA Entre Participantes do Setor Financeiro 23% 13% 17% 6% 1 13% 3% 12% 3% 9% 1% 4% 0% 1 0% 10% 1 20% 2 0% 10% 1 Observação: Observação: 10 Aprendizado Contínuo para Auditores Internos

11 CGAP A certificação CGAP é especificamente para aqueles do setor público, com um índice de certificação CGAP no mundo de. A tem o maior índice para aqueles do setor público com certificação CGAP (1), seguida da (13%) e do Sul da Ásia () (veja o Documento 5). É importante notar que, em alguns países (Polônia e Estônia, por exemplo), a certificação CGAP é obrigatória para auditores do setor público. De acordo com entrevistas conduzidas para este relatório, a barreira mais comum para a obtenção de certificações de especialização é a percepção. A própria existência de certificações de especialização não é muito conhecida por alguns auditores internos e eles precisam ser convencidos de seus benefícios. Além disso, em algumas regiões, essas certificações não são reconhecidas amplamente no mercado de trabalho e, consequentemente, não são buscadas pelos empregadores. Documento 5 Obtenção da CGAP Entre Participantes do Setor Público 1 13% Sul da Ásia Latina e Caribe Leste Asiático África 4% 4% Oriente Médio e África 2% Média Global 0% 10% 1 Observação: 11

12 4 O Aprendizado Continua ao Longo da Vida A certificação de auditoria interna parece ser uma parte natural do aprendizado contínuo na profissão, de acordo com os resultados da pesquisa. Conforme exibido no, a certificação aumenta constantemente com a idade. Apenas 20% dos participantes com menos de 30 anos de idade têm uma certificação de auditoria interna, mas esse número aumenta para 39% para aqueles entre 30 e 39 anos de idade. Até mesmo aqueles já à frente em suas carreiras (com 40 anos de idade ou mais) parecem enxergar valor em adicionar uma certificação de auditoria interna a seu portfólio, com aumento dos índices para 50% ou mais. De forma similar, as taxas de certificação aumentam conforme o indivíduo progride de cargo ao longo de sua carreira. No nível de equipe, o índice é de 32%, mas o número aumenta para 50% ou mais para aqueles no nível de gerência ou maior (veja o ). Documento 6 Documento 7 80% Equipe 32% 60% 40% 39% 50% 52% 5 Gerente Diretor ou gerente sênior CAE ou equivalente 50% 53% 57% 20% 0% 20% 29 anos ou menos 30 a 39 anos 40 a 49 anos 50 a 59 anos 60 anos ou mais 0% 20% 40% 60% Observação: as aplicáveis.) participantes. Observação: as aplicáveis.) participantes. 12 Aprendizado Contínuo para Auditores Internos

13 5 O s profissionais empregados como auditores internos podem buscar certificações em áreas que não sejam específicas à auditoria interna. Quais áreas externas à auditoria interna são mais comumente procuradas? Entre os participantes da pesquisa, a resposta clara é contabilidade, seguida das certificações relativas à tecnologia da informação (TI) (veja o ). Globalmente, 32% dos participantes têm uma certificação relacionada à contabilidade. 6 Isso é mais comum no Sul da Ásia (5 dos participantes). Na maioria das regiões, as médias variam entre 34% e 41%. As menores médias são da Latina e Caribe (24%) e da (19%). Para certificações relacionadas a TI, a média global é de 11%. 7 Certificações relativas a TI são mais comuns na (1) e no Oriente Médio e África do Norte (16%). 6 As opções de resposta oferecidas nesta categoria da pesquisa foram: contabilidade pública ou certificada (CA, CPA, ACCA, ACA, etc.), certificação de contabilidade de nível técnico (como CAT, AAT, etc.) e gestão e contabilidade geral (como CMA, CIMA e CGA). 7 As opções de resposta oferecidas nesta categoria da pesquisa foram: auditoria de sistemas de informação (como CISA, QiCA e CRISC) e segurança de TI (como CISM, CISSP, CSP, CDP e CISRCP). Documento 8 80% 60% 5 40% 41% 39% 37% 34% 32% 20% 11% 1 24% 19% 16% 9% 9% 10% 11% 0% Observação: 13

14 6 O Valor do Treinamento Contínuo P odemos aprender muito com o legislador grego Sólon, que proclamou Girasko D Aiei Polla Didaskomenos, traduzido como Envelheço aprendendo sempre muitas coisas. Essa observação é mais aplicável hoje do que antes. Os auditores internos devem ser eternos aprendizes, para acompanhar o ambiente atual de rápidas mudanças. É por esse motivo que as Normas Internacionais para a Prática Profissional de Auditoria Interna (Normas) do The IIA estipulam que os auditores internos são responsáveis pela educação e treinamento continuados que aumentarão e manterão sua proficiência. Assim como profissionais que trabalham em outros campos, como direito e saúde, os auditores internos precisam se manter informados sobre melhorias e avanços atuais nas normas, procedimentos e técnicas de auditoria interna. Horas de Treinamento Formal por Ano A maioria dos auditores internos reporta receber ao menos 40 horas de treinamento formal relativo à auditoria interna por ano, conforme mostra o Documento 9: Em média, 61% reportam ter obtido ao menos 40 horas de treinamento formal de auditoria interna durante o ano anterior, com a tendo a maior porcentagem (7). Quando examinamos os participantes que reportaram menos de 40 horas de treinamento formal, 6% não tiveram treinamento algum, 13% tiveram menos de 20 horas de treinamento e 20% receberam entre 20 e 39 horas de treinamento. Documento 9 Horas de Treinamento por Ano 7 6% 9% 4% 2% 1% Latina e Caribe 63% 11% 4% África 62% 13% 6% 6% Sul da Ásia 59% 9% 12% 4% 11% 57% 10% 14% 10% 6% Oriente Médio e África 5 13% 6% 9% Leste Asiático 53% 9% 13% 1 6% Média Global 61% 12% 9% 4% 6% 0% 20% 40% 60% 80% 100% 40 ou mais 30 a a a 19 1 a 9 Nenhuma Observação: 14 Aprendizado Contínuo para Auditores Internos

15 As áreas com maior porcentagem de participantes reportando não ter recebido o mínimo de 40 horas de treinamento no ano anterior foram Leste Asiático e Pacífico (47%) e Oriente Médio e África (4). As indústrias em que os auditores internos reportam a maior média de horas de treinamento formal são o setor público (49 horas) e o de serviços financeiros (47 horas) (Q14, participantes). Profissionais certificados têm maior probabilidade de receber treinamento contínuo do que os não certificados. 8 Entre aqueles certificados em auditoria interna, 73% reportam ter recebido ao menos 40 horas de treinamento no ano anterior. Por outro lado, apenas 52% dos não certificados completaram a mesma quantidade de treinamento (veja o Documento 10). Com base nos comentários das entrevistas, fica claro que a maior barreira à obtenção de treinamento de auditoria interna é o custo, que, na maioria das regiões globais, não é assumido pelos empregadores. Isso significa que os auditores internos precisam arcar com os custos de investir em seu treinamento profissional. Documento 10 Recebimento de 40 ou Mais de Horas de Treinamento auditoria interna auditoria interna Média 52% 61% 73% 0% 20% 40% 60% 80% Observação: participantes. 8 O treinamento formal é uma parte importante do cumprimento com as unidades de educação profissional continuada (continuing professional education CPE) exigidas anualmente para certificações do IIA. Ao mesmo tempo, é importante notar que as CPEs também podem ser obtidas por outros meios que não treinamento, como voluntariado em organizações profissionais, redação de questões para provas e conclusão de cursos de autoestudo. 15

16 Conclusão A Pesquisa Global do Praticante de Auditoria Interna CBOK 2015 apoia o valor que os auditores internos enxergam na certificação de auditoria interna, com 43% dos participantes reportando ter ao menos uma certificação profissional relacionada à auditoria interna. A principal certificação de auditoria interna obtida no mundo é a CIA (30%). Uma variedade de certificações de especialização é oferecida para praticantes e 1 dos participantes obtiveram ao menos uma certificação de especialização do IIA. A certificação de especialização mais amplamente obtida é a CRMA (9%). Entre aqueles do setor financeiro, uma média global de 9% tem a CFSA, com maior índice na (13%). Entre aqueles do setor público, uma média global de tem a CGAP, com maiores índices na (1), (13%) e Sul da Ásia (). Os auditores internos continuam aprendendo ao longo de suas carreiras. Dos participantes, 61% reportaram ter obtido 40 horas ou mais de treinamento formal de auditoria interna no ano anterior. Além disso, o índice de certificação de auditoria interna aumenta consistentemente com a idade, começando com 20% para aqueles na faixa dos 20 anos e aumentando para 5 para aqueles com 60 anos ou mais. Ao investir na certificação e na educação profissional continuada, os auditores internos podem ficar a par dos últimos avanços, habilidades e novas tecnologias. Esse aprendizado contínuo ajudará que continuem agregando valor às suas organizações e que se mantenham relevantes no mercado de trabalho. 16 Aprendizado Contínuo para Auditores Internos

17 Sobre o Autor Eleftherios Tsintzas, MSc, CIA, CRMA, CFSA, CFE, é auditor sênior da divisão de auditoria interna do Alpha Bank, um dos bancos mais proeminentes da Península Balcânica. Ele é especializado na revisão das atividades de gerenciamento de riscos e da estrutura de controle interno da atividade de crédito do banco. Envolvido na profissão de auditoria interna desde 2003, atuou anteriormente em um grande grupo de manufatura na Grécia e, depois, em uma grande organização bancária da Grécia, nas posições de auditor, auditor sênior e chefe de missões de auditoria. Ao longo de três anos, Tsintzas participou ativamente do Exam Development Committee do The IIA. É Bacharel em Ciências de Economia pela Aristotle University of Thessaloniki e Mestre em Ciências de Contabilidade e Ciências Empresariais pela University of Southampton. Sobre a Equipe do Projeto Agradecimentos O autor agradece pela contribuição significante à elaboração deste relatório à equipe de desenvolvimento e aos membros do comitê de revisão, assim como a Aminpour Ehud (Israel), Daniel Portillo (Panamá), Ineeleng T. Motlalekgosi (Botswana) e Michael Bünis (Alemanha), por oferecerem perspectivas quanto às descobertas da pesquisa. Além disso, agradece à sua adorável esposa Sofia e à filha Elena por sua inspiração e apoio. Comitê de Revisão do Relatório Christina Brune, Equipe do IIA/de Revisão (Estados Unidos) Jason Philibert, Equipe de Revisão (Estados Unidos) Daniel Portillo, Equipe de Revisão (Panamá) Vijesh Ravindran, Equipe de Revisão (Emirados Árabes Unidos) Equipe de Desenvolvimento do CBOK Co-Presidentes do CBOK: Dick Anderson (Estados Unidos) Jean Coroller (França) Presidente do Subcomitê da Pesquisa do Praticante: Michael Parkinson (Austrália) Vice-Presidente da IIARF: Bonnie Ulmer Analista de Dados Primários: Dr. Po-ju Chen Desenvolvedora de Conteúdo: Deborah Poulalion Gerentes de Projeto: Selma Kuurstra e Kayla Manning Editora Sênior: Lee Ann Campbell 17

18 Anexo A Observação: CIA (C ta tor) CMIIA e PIIA* 80% 4,3% Leste Asiático 74% Oriente Médio e África 1,6% Sul da Ásia 72% África 1,3% África 69% Leste Asiático 1,1% Oriente Médio e África 67% Sul da Ásia 0, 5 Latina e Caribe 0,2% Latina e Caribe 46% 0,2% Média Global 6 Média Global 1,7% 0% 20% 40% 60% 80% 0% 1% 2% 3% 4% CCSA (C tion in Contr -Asses Latina e Caribe 42% Latina e Caribe 17% 29% África 16% Sul da Ásia 29% Oriente Médio e África 27% Leste Asiático Leste Asiático 24% Oriente Médio e África 7% África 24% Sul da Ásia 11% 4% Média Global 24% Média Global 0% 10% 20% 30% 40% 50% 0% 10% 1 20% * Chartered Member of the IIA Reino Unido e Irlanda ou Practitioner of The IIA Reino Unido e Irlanda Observação: 18 Aprendizado Contínuo para Auditores Internos

19 CRMA (C cation in Risk Management Assurance) CGAP (Covernment A Professional) Latina e Caribe 34% 9% 29% Oriente Médio e África 23% Latina e Caribe 6% 23% África África 1 Sul da Ásia 3% Sul da Ásia 13% Oriente Médio e África 3% Leste Asiático 10% Leste Asiático 2% Média Global 21% Média Global 6% 0% 10% 20% 30% 40% 0% 2% 4% 6% 10% CFSA (C ces A tor) QIAL ( ation in Internal A L 10% Latina e Caribe 3, África Oriente Médio e África 3,2% Oriente Médio e África 4% Sul da Ásia 2,3% 4% Leste Asiático 1, Leste Asiático 3% África 1,6% Latina e Caribe 3% 0,6% Sul da Ásia 2% 0,6% Média Global Média Global 1, 0% 2% 4% 6% 10% 0% 1% 2% 3% 4% Observação: 19

20 Sua Doação Em Ação Os relatórios CBOK estão disponíveis gratuitamente para o público graças às contribuições generosas de indivíduos, do IIA e institutos IIA do mundo todo. Doe para o CBOK CBOK Sobre a The IIA Research Foundation O CBOK é administrado pela The IIA Research Foundation (IIARF), que fornece pesquisas inovadoras para a profissão de auditoria interna há quatro décadas. Por meio de iniciativas que exploram questões atuais, tendências emergentes e necessidades futuras, a IIARF tem sido uma força propulsora por trás da evolução e do avanço da profissão. Limitação de Responsabilidade A IIARF publica este documento para propósitos informativos e educacionais apenas. A IIARF não dá orientações jurídicas ou contábeis ou qualquer garantia de resultados jurídicos ou contábeis por meio da publicação deste documento. Quando questões jurídicas ou contábeis surgirem, assistência profissional deve ser buscada e obtida. Contate-nos Sede do The Institute of Internal Auditors Global 247 Maitland Avenue Altamonte Springs, Flórida, , EUA Copyright 2015, The Institute of Internal Auditors Research Foundation (IIARF). Todos os direitos reservados. Para permissão para reprodução ou citação, favor contatar [email protected]. ID #

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