Aposentadoria Especial
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- João Lucas Silveira Franca
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1 Aposentadoria Especial O novo modelo. Bases éticas e legais o conceito O laudo Técnico e o DSS [email protected] tel.: (11) Perito Assistente técnico.
2 Evolução Histórica Instituída pela Lei de 26/08/60, foi regulamentada pelo Dec de 25/03/64 que estabeleceu a relação de agentes (vigorou até 13/10/96 -mp.1523) e Ocupações ( vigorou até 28/04/95 Lei 9032)
3 Base Ética (? ) a aposentadoria especial deve ser vista como um direito de quem exerce uma atividade profissional sujeita a condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física. Art. 57 da Lei 8213 / 91
4 Base Ética (? ) No entanto, numa perspectiva ética é totalmente inadmissível aceitar a priori a probabilidade do dano. Não se pode aceitar o dano como inerente ao trabalho, observado com complacência pelo Estado e, inclusive, incentivado pela aposentadoria especial
5 Base Ética (? ) Constituição Federal ( 1988 )... Políticas sociais e econômicas que visem a redução do risco de doença e outros agravos Art 7. Lei Orgânica da Saúde... eliminar, diminuir ou prevenir o risco `a saúde
6 Base Ética (? ) Legislação do Trabalho:... Especificações de medidas cabíveis para atenuação dos efeitos ( Art. 200 CLT ) NR Atividades e Operações Insalubres eliminação ou neutralização da insalubridade que conserve o ambiente do trabalho dentro dos limites de tolerância.
7 Base Ética Legislação Previdenciária : a empresa é responsável pela adoção e uso de medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador. é contravenção penal punível com multa deixar a empresa de cumprir com as normas de segurança e higiene do trabalho Ärt. 173 do Dec. 611 de 1992
8 Modernizando a Legislação NR-6 Equipamentos de Proteção Individual NR- 7 Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. NR- 9 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.
9 O mau uso. Condições Especiais Privilégios Políticas de R. H.
10 Privilégios Guardas de endemias da SUCAN Classificador de Frutas Encarregado de Manobras ( patio ). Topógrafo e Aux. Topógrafo Conferente de Carga Meteorologista Vigilante, Vigia portuário e outros...
11 A mudança fundamental DIREITO DA CATEGORIA X DIREITO DO INDIVÍDUO
12 Lei 8213 de O tempo de serviço exercido alternadamente em atividades especiais e comuns podem ser convertidos e somados para efeitos de aposentadoria especial.
13 Decreto 611 de Além de conservar o texto expresso pela Lei 8213/91 apresentou no paragrafo único do art 64 a seguinte consideração : somente sera devida a aposentadoria especial com a conversão prevista neste artigo ao segurado que comprovar o exercício da atividade profissional em condições especiais 36 meses. por no mínimo
14 Lei 9032 de Alterou o texto original do art 57 -Lei 8213/91 destacando-se : a concessão da aposentadoria especial dependerá da comprovação pelo segurado, perante o INSS de tempo de trabalho permanente, não ocasional nem intermitente em condições especiais
15 Lei 9032 de O segurado deverá comprovar além do tempo de trabalho exposição aos agentes nocivos químicos, físicos, biológicos, ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou integridade física pelo período exigido para a concessão do benefício
16 Lei 9032 de O tempo de trabalho exercido sob condições especiais que sejam ou venham a ser consideradas como prejudiciais à saúde ou à integridade será somado após a respectiva conversão ao tempo de trabalho exercido em atividade comum, segundo critérios estabelecidos pelo Ministério da Previdência e Assistência Social para o efeito de concessão de qualquer benefício.
17 Dec de Ensina o referido diploma legal o significado de tempo de trabalho : consideram-se tempo de trabalho os períodos correspondentes ao exercício de atividade permanente e habitual ( não ocasional nem intermitente) em cada vínculo trabalhista, sujeito a condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física inclusive férias, licença médica decorrente do exercício destas atividades. Segundo o art. 68 o tempo de atividade comum passou a não mais ser convertido para aposentadoria especial. durante a jornada integral
18 Med. Provisória Revoga o parágrafo 5 : do art. 57 da lei 8213 que dispunha sobre a conversão de tempo especial para comum. A medida provisória foi regulamentada pelo Dec de 9.98 sendo possível a conversão de especial para comum desde que o segurado tenha completado até pelo menos 20 % do tempo necessário para aposentadoria especial.
19 Emenda Constitucional n. 20 A portaria MPAS, respeitando a Emenda Constitucional número 20 de proíbe terminantemente qualquer tipo de conversão de tempo de serviço.
20 O pedágio Com a publicação da emenda constitucional número 20, com aplicação imediata : deixa de existir a aposentadoria proporcional ( 30 anos para o homem e 25 para a mulher ) para quem ingressou no sistema após esta data Para os demais haverá um acréscimo de 40% no tempo de contribuição e comprovação da idade mínima de 53 anos para o homem e 48 para a mulher.
21 O endurecimento Perfil Profissiográfico Introduzido pelo art. 58 da medida provisória 1523 de 11 / out / 96 Dec de 03/ março / 97 Atualiza as lista de Agentes Nocivos ( Anexo IV ) OS 600 Operacionalizou a aplicação da Lei Questões relativas a irretroatibilidade das Leis. Só foi editada em 02/06/98
22 O endurecimento A OS determina que quem protocolou o benefício após 28 / 04 / 95 deve se submeter as novas regras e apresentar LAUDO TECNICO e PERFIL PROFISSIOGRÁFICO para todos os períodos anteriores. Necessário definir e descrever medidas de proteção coletiva e individual.
23 O laudo A exposição ao agente deve ser : HABITUAL E PERMANETE NÃO OCASIONAL NEM INTERMITENTE OBRIGATORIO EPI E EPC, CA, NÍVEIS DE ATENUAÇÃO E DEMAIS ASPECTOS.
24 O laudo Atenuação x Neutralização Medidas que atenuam aos limites de tolerância. No caso de ruído não serão aceitos valores variáveis com medidas diretas : apenas Equivalente Ruído e Nível Equivalente. ( a não ser quando o menor valor exceder 80 ou 90 conf. o caso).
25 Não Confundir RISCO DE EXPOSIÇÃO X EXPOSIÇÃO AO RISCO.
26 O laudo Não deixar de referir os elementos formais do laudo tais como : metodologia empregada, critérios técnicos, solicitação formal para feitura das avaliações, acompanhantes, registros pessoais do emissor ( Med. Trab. Ou Eng. Segurança)
27 O financiamento A OS CONJUNTA INSS/DAF/DSS N. 98 DE : Estabelece procedimentos para majoração da alíquota de recolhimento na GFIP de 6 %, 9 % e 12 %, integral a partir de Na falta de laudo será feito lançamento pela alíquota máxima incidente sobre a totalidade dos segurados empregados e avulsos cabendo a empresa o ônus da prova em contrário.
28 As consequências : Todos os casos em que no laudo técnico e no DSS 8030 constar que o índivíduo está exposto ao risco, acima dos limites de tolerância, ou que não utilizem o EPI adequado serão: encaminhados com ofício à sub-delegacia do Trabalho. Encaminhados à fiscalização para majoração automática das alíquotas de recolhimento na GFIP Encaminhados à procuradoria federal para eventual ação regressiva. Encaminhados ao Conselho Regional Profissional se comprovado o descumprimento voluntário das normas regulamentadoras por parte do médico do trabalho ou Eng. Segurança.
29 Conclusões Finais A aposentadoria especial foi praticamente abolida da legislação. Nos casos remanescentes a empresa financiará o seu risco. O custo do privilégio não será distribuído para toda a nação aumentando o Custo Brasil. A nova sistemática é mais ética em relação à saúde do trabalhador.
30 Efeito Montadoras OI INSS / DB No IN No.7 - Diretoria Colegiada O PEDÁGIO DA NIOSH
31 Aspecto Formal Dados da empresa setor / descrição minuciosa condições ambientais registro agente : concentração/ intesidade e tempo EPI / EPC - informar se atenua / elide. Limites Tolerancia - CA - NRR - periodicidade de troca/ controle entrega/
32 Aspecto formal Metodos/técnica/aparelhagem data e local avaliação / acompanhantes conclusão clara e objetiva se os agentes são prejudiciais à saúde, informar se os EPIs e EPC atenuam aos Limites Tolerâc. Especificar se signatário ( médico ou eng.) tem, teve, e qual o seu relacionamento com a empresa
33 A DIFERENÇA LAUDO TÉCNICO X LAUDO PIROTÉCNICO
34 DSS - Aspecto Formal Descrição local Descrição minuciosa atividades Agentes a que ficava exposto Habitual e permanente não event./ inter. Assinatura e qualificação CGC e matrícula no INSS ( empresa ) Alterações razão social Transc. Integral ou sintética conclusão do laudo técnico.
35 Laudos encomendados. Responsabilidade Pessoal do Signatário
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