ASSOCIAÇÃO PRÓ-GESTÃO DAS ÁGUAS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PARAÍBA DO SUL (AGEVAP) André Luis de Paula Marques Diretor-Presidente

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2 OBJETO: Contratação de empresa especializada para elaboração do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos - PMGIRS GESTÃO MUNICIPAL DA PREFEITURA: Joaquim Simeão de Faria Prefeito de Pequeri Antônio Elias Dominato Vice-Prefeito de Pequeri COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO DO PMGIRS: Elaine Marangon Alves da Silva Engenheira Civil José Antonio Calzavara Engenheiro Civil ASSOCIAÇÃO PRÓ-GESTÃO DAS ÁGUAS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PARAÍBA DO SUL (AGEVAP) André Luis de Paula Marques Diretor-Presidente Aline Raquel Alvarenga Diretora de Relações Institucionais Interina Diego Elias M. Nascimento Gomes Diretor Administrativo Financeiro ALTO URUGUAI - 2

3 CONSULTORIA CONTRATADA: ALTO URUGUAI SOLUÇÕES AMBIENTAIS LTDA CNPJ: Escritório Campo Grande - MS Rua Dr. Arthur Jorge, 1602 Monte Castelo (67) EQUIPE TÉCNICA: Maycon Pedott Engenheiro Ambiental CREA/SC Marcos Roberto Borsatti Engenheiro Ambiental CREA/SC Robson Ricardo Resende Engenheiro Sanitarista e Ambiental CREA/SC Ediane Mari Biasi Assistente Social CRESS/SC Roberto Kurtz Pereira Advogado OAB/SC Mariane Delamare Afonso Arquiteta e Urbanista CAU/MS: ALTO URUGUAI - 3

4 José Rudimar Santa Catarina Administrador CRA/SP: Joana Fernanda Sulzenco Administradora CRA/SC: Willian de Melo Machado Analista de Sistemas EQUIPE DE APOIO Lais Caroline B. de Almeida Analista em Planejamento Territorial Luciano Martins Delboni Analista Ambiental Matheus dos Santos Cabral Analista em Planejamento Territorial ALTO URUGUAI - 4

5 SUMÁRIO 1 LEVANTAMENTO E ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO VIGENTE Legislação federal Política Nacional dos Resíduos Sólidos - PNRS Política Nacional de Saneamento Básico PNSB Política Nacional de Educação Ambiental PNEA Legislação Estadual Legislação Municipal Plano Plurianual - PPA e Lei de Diretrizes Orçamentárias LDO Lei Orgânica ANÁLISE DE CONTRATOS, CONVÊNIOS E PROGRAMAS PARA A GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS E DA LIMPEZA PÚBLICA Modelo de gestão dos resíduos sólidos e da limpeza pública Contratos vigentes para gestão dos resíduos sólidos PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ALTO URUGUAI - 5

6 LISTA DE TABELAS Tabela 1 - Quadro Legal de Instância Federal Tabela 2 - Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) Tabela 3 - Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) Tabela 4 - Quadro legal de instância Estadual Tabela 5 - Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul CEIVAP Tabela 6 - Conselho Estadual de Recusros Hídricos CERH/MG Tabela 7 - Conselho Estadual de Política Ambiental - COPAM Tabela 8 - Quadro Legal do Município Tabela 9 - Áreas e Investimentos Tabela 8 Modelos de Gestão Institucional dos Resíduos Sólidos Tabela 9 Relação dos Contratos Vigentes para Gestão dos Resíduos Sólidos ALTO URUGUAI - 6

7 APRESENTAÇÃO Com o propósito de atender as causas e a dinâmica atual do sistema de manejo e gestão so resíduos sólidos e com o fim de subsidiar as ações de controle, este produto de legislação preliminar traz para o município de Pequeri uma análise geral das legislações Federais, Estaduais e Municipais que instituem políticas e instrumentos voltados às áreas de resíduos sólidos, sanemanto básico e educação ambiental assim como seus decretos regulamentadores. Para o início dos trabalhos de elaboração do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos PMGIRS de Pequeri, o embasamento legal se faz necessário, uma vez que o mesmo, se tornará uma política municipal. Conforme Termo de Referência estabelecido para a execução do plano, as informações contidas neste produto podem sofrer alterações no processo de elaboração do mesmo. O processo de obtenção das informações contidas neste produto decorreu através de pesquisas de legislações em geral e específicas, busca por projetos e programas em andamento e investimentos aplicáveis. O município de Pequeri possui uma projeção de investimentos para os eixos do saneamento básico e da limpeza pública já pré estabelecidos para o quadriênio de 2013/2017.O detalhamento para o ano de 2015 se dá através da Lei das Diretrizes Orçamentais - LDO e com projeções do Plano Plurianual PPA. O produto contém informações de programas e projetos que o Município possui em andamento e já consolidados, é uma forma de garantir a permanência dos mesmos e propor melhorias. Neste levantamento e estudo, apresenta-se um resumo geral das políticas públicas, investimentos, ações, programas e projetos relacionados diretamente ou indiretamente com a execução do trabalho. O fechamento do produto é realizado por meio de integração das etapas da elaboração do PMGIRS. ALTO URUGUAI - 7

8 1. LEVANTAMENTO E ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO VIGENTE O estudo e levantamento de toda e qualquer legislação, norma ou resolução aplicáveis ao que tange a gestão integrada dos resíduos sólidos, se faz necessário para o desenvolvimento de todo planejamento que resulta em políticas municipais interligadas com políticas estaduais e federais. A aplicabilidade das legislações vigentes em diferentes instâncias constitui no planejamento político adotado pelo Município. As legislações municipais podem ter o caráter mais restritivo em relação às políticas federais e estaduais, a compatibilidade entre elas é o ponto principal deste levantamento, evitando que o município incorra em ilegalidade LEGISLAÇÃO FEDERAL As diretrizes e princípios em prol do meio ambiente e do saneamento básico tiveram origem com a instituição da Política Nacional de Meio Ambiente na década de 80 através da Lei nº 6.938/81, este marco legal trouxe algumas regras para todas as políticas públicas de meio ambiente a serem desenvolvidas pelos entes federativos. Anteriormente a isso cada Estado ou Município tinha autonomia para eleger as suas diretrizes políticas em relação ao meio ambiente de forma independente, embora na prática poucos realmente demonstrassem interesse pela temática. Em 1999 o governo federal instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental através da Lei nº 9.795, na qual estabelece educação ambiental como um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal. No que se refere a resíduos sólidos, saneamanto básico e educação ambiental, as principais legislações, com seus respectivos decretos regulamentadores, são: Lei Federal nº , de 02 de agosto de 2010, que Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei Federal nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências; ALTO URUGUAI - 8

9 Decreto nº 7.404, de 23 de dezembro de 2010, que Regulamenta a Lei Federal n º , de 02 de agosto de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, cria o Comitê Interministerial da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Comitê Orientador para a Implantação dos Sistemas de Logística Reversa, e dá outras providências; Lei Federal nº , de 05 de janeiro de 2007, que Estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico; altera as Leis nº 6.766, de 19 de dezembro de 1979, 8.036, de 11 de maio de 1990, 8.666, de 21 de junho de 1993, 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, revoga a Lei nº 6.528, de 11 de maio de 1978, e dá outras providências; Decreto nº 7.217, de 21 de junho de 2010, que Regulamenta a Lei nº , de 05 de janeiro de 2007, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico, e dá outras providências; Decreto nº 7.405, de 23 de dezembro de 2010, que Institui o Programa Pró-Catador, denomina Comitê Interministerial para Inclusão Social e Econômica dos Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis e o Comitê Interministerial da Inclusão Social de Catadores de Lixo criado pelo Decreto de 11 de setembro de 2003, dispõe sobre sua organização e funcionamento, e dá outras providências; Lei nº 9.795, 27 de abril de 1999, que - institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências; Decreto nº de 25 de junho de Regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências. Dentro da esfera Federal encontram-se diversas legislações que se relacionam com os tópicos analisados anteriormente. A tabela a seguir apresenta as principais legislações vigentes. ALTO URUGUAI - 9

10 Tabela 1 - Quadro Legal de Instância Federal Instrumento Matéria PORTARIA MINISTERIAL Nº 53/1979 LEI Nº 6.776/1979 LEI Nº 6.938/1981 LEI Nº 7.802/1989 LEI Nº 8.078/1990 LEI Nº 8.080/1990 LEI Nº 8.666/1993 DECRETO Nº 875/1993 Dispõe sobre o tratamento e disposição final de resíduos sólidos de qualquer natureza. Lei do Parcelamento do Solo, que traz a obrigatoriedade dos serviços de saneamento. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente seus fins e mecanismos de formulação e aplicação e dá outras providências. Dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins, e dá outras providências. Dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e dá outras providências. Promulga a Convenção da Basiléia sobre o Controle de Movimentos Transfronteiriços de Resíduos Perigosos e seu depósito. LEI Nº 8.987/1995 Dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos previstos no art. 175 da Constituição Federal, e dá outras providências. LEI Nº 9.074/1995 LEI ORDINÁRIA Nº 787/1997 LEI Nº 9.433/1997 LEI Nº 9.605/1998 LEI Nº 9.795/1999 LEI Nº 9.974/2000 Estabelece normas para outorga e prorrogações das concessões e permissões de serviços públicos e dá outras providências. Dispõe sobre o Programa de Prevenção de Contaminação por Resíduos Tóxicos, a ser promovido por empresas fabricantes de lâmpadas fluorescentes, de vapor de mercúrio, vapor de sódio e luz mista e dá outras providências. Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Altera a Lei nº7.802, de 11 de julho de 1989, que dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins, e dá outras providência. ALTO URUGUAI

11 DECRETO Nº 4.074/2002 LEI Nº /2004 LEI Nº /2005 DECRETO Nº 5.940/2006 DECRETO Nº 6.017/2007 LEI Nº /2007 LEI Nº /2009 LEI Nº /2010 DECRETO Nº 7.217/2010 Regulamenta a Lei nº 7.802, de 11 de julho de 1989, que dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins, e dá outras providências. Institui normas gerais para licitação e contratação de parceria público-privada no âmbito da administração pública. Dispõe sobre normas gerais de contratação de consórcios públicos. Institui a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta, na fonte geradora, e a sua destinação às cooperativas. Regulamenta a Lei nº , de 06 de abril de 2005, que dispõe sobre normas gerais de contratação de consórcios públicos. Estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico: altera as Leis nº 6.766, de 19 de dezembro de 1979, 8.036, de 11 de maio de 1990, 8.666, de 21de junho de 1993, 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, revoga a Lei nº 6.528, de 11 de maio de 1978, e dá outras providências. Institui a Política Nacional sobre a mudança do clima Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei nº 9.605, de 12 de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Regulamenta a Lei nº , de 5 de janeiro de 2007, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico, e dá outras providências. DECRETO Nº 7.404/2010 Regulamenta a Lei nº de 02 de agosto de DECRETO Nº 7.405/2010 DECRETO Nº 7.390/2010 DECRETO Nº 7.619/2011 Institui o Programa Pró-Catador. Regulamenta os arts. 6º, 11 e 12 da Lei nº , de 29 de dezembro de 2009, que institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima PNMC. Regulamenta a concessão de crédito presumido do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI na aquisição de resíduos sólidos. LEI Nº /2013 Fonte: Organizado por Alto Uruguai, Altera a Lei nº /2007, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico, com o objetivo de incentivar a economia no consumo de água. ALTO URUGUAI

12 Tabela 2 - Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) Instrumento 001/ / / / / / / / /1997 Matéria Estabelece critérios básicos e diretrizes para o Relatório de Impacto Ambiental RIMA, para o licenciamento de atividades com significativo impacto ambiental. Dispõe sobre o licenciamento de obras de saneamento básico. Dispõe sobre o licenciamento de obras de resíduos industriais perigosos. Dispõe sobre o tratamento a ser dado em cargas deterioradas, contaminadas, fora de especificação ou abandonadas. Dispõe sobre a incineração de resíduos sólidos provenientes de estabelecimentos de saúde, portos e aeroportos. Dispõe sobre a entrada no país de materiais residuais. Dispõe sobre o gerenciamento de resíduos sólidos gerados nos portos, aeroportos, terminais ferroviários e rodoviários. Alterada pela Resolução nº 358, de 29 de abril de Estabelece as Áreas de Segurança Portuária. Dispõe sobre a importação de desperdícios e resíduos de acumuladores elétricos de chumbo. 237/ / / / / / / /2002 Dispõe sobre a revisão e complementação dos procedimentos e critérios utilizados para o licenciamento ambiental. Trata da alteração do Anexo 10 da Resolução CONAMA nº 23, Listagem dos resíduos perigosos com importação proibida e resíduos não inertes classe II controlados pelo IBAMA. Altera o anexo 10 da Resolução CONAMA nº 23, de 12 de dezembro de Procedimentos especiais ou diferenciados para destinação adequada quando do descarte de pilhas e baterias usadas, para evitar impactos negativos ao meio ambiente. Estabelece código de cores para diferentes tipos de resíduos na coleta seletiva. Dispõe sobre o tratamento e a destinação final dos resíduos dos serviços de saúde. Altera dispositivos da Resolução nº 258, de 26 de Agosto de 1999, que dispõe sobre pneumáticos. Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. ALTO URUGUAI

13 307/ / / / / / /2004 RESOLUÇÃO RDC Nº 306/ / / / / / / /2006 Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. Alterada pelas Resoluções 348, de 16 de agosto de 2004, e nº 431, de 24 de maio de Licenciamento Ambiental de sistemas de disposição final dos resíduos sólidos urbanos gerados em municípios de pequeno porte. Dispõe sobre o Inventário Nacional de Resíduos Sólidos Industriais. Dispõe sobre procedimentos e critérios para o funcionamento de sistemas de tratamento térmico de resíduos. Alterada pela Resolução nº 386 de 27 de dezembro de Institui a Câmara Técnica de Saúde, Saneamento Ambiental e Gestão de resíduos. Alterada pelas Resoluções nº 360, de 17 de maio 2005 e nº 376, de 24 de outubro de Dispõe sobre os procedimentos de licenciamento ambiental de estabelecimentos destinados ao recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos. Altera a Resolução CONAMA nº 307, de 05 de julho de 2002, incluindo o amianto na classe de resíduos perigosos. Dispõe sobre o regulamento técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. Dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde e dá outras providências. Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes, e dá outras providências. Alterada pelas Resoluções nº 370, de 06 de abril de 2006, nº 397, de 03 de abril de 2008, nº 410, de 04 de maio de 2009, e nº 430, de 13 de maio de Dispõe sobre o recolhimento, coleta e destinação final de óleo lubrificante usado ou contaminado. Altera o art. 18 da Resolução CONAMA nº 316, de 29 de outubro de 2002 que versa sobre tratamento térmico de resíduos. Define os empreendimentos potencialmente causadores de impacto ambiental nacional ou regional para fins do disposto no inciso III, 1, art. 19 da Lei nº 4.771, de 15 de setembro de 1965, e dá outras providências. Altera dispositivos da Resolução nº 335, de 03 de abril de 2003, que dispõe sobre o licenciamento ambiental de cemitérios. Alterada pela Resolução nº 402, de 17 de novembro de Retifica a Resolução CONAMA nº 375 de 29 de agosto de Define critérios e procedimentos, para o uso agrícola de lodos de esgoto gerados em estações de tratamento de esgoto sanitário e seus produtos derivados, e dá outras providências. ALTO URUGUAI

14 375/ / / / / / / / / / /2012 Define critérios e procedimentos, para o uso agrícola de lodos de esgoto gerados em estações de tratamento de esgoto sanitário e seus produtos derivados, e dá outras providências. Retificada pela Resolução nº 380, de 31 de outubro de Estabelece os limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio para pilhas e baterias comercializadas no território nacional e os critérios e padrões para o seu gerenciamento ambientalmente adequado, e dá outras providências. Alterada pela Resolução nº 424, de 22 de abril de Estabelece critérios e diretrizes para o licenciamento ambiental de aterro sanitário de pequeno porte de resíduos sólidos urbanos. Dispõe sobre critérios e valores orientadores de qualidade do solo quanto à presença de substâncias químicas e estabelece diretrizes para o gerenciamento ambiental de áreas contaminadas por essas substâncias em decorrência de atividades antrópicas. Dispõe sobre a prevenção à degradação ambiental causada por pneus inservíveis e sua destinação ambientalmente adequada, e dá outras providências. Prorroga o prazo para complementação das condições e padrões de lançamento de efluentes, previsto no art. 44 da Resolução nº 357, de 17 de março de 2005, e no art. 3º da Resolução nº 397, de 03 de abril de Revoga o parágrafo único do art. 16 da Resolução nº 401, de 4 de novembro de 2008, do Conselho Nacional do Meio Ambiente. Dispõe sobre condições e padrão de lançamento de efluentes complementa e altera a Resolução nº357, de 17 de março de 2005, do Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA. Altera o art. 3º da Resolução nº 307, de 05 de julho de 2002, do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA, estabelecendo nova classificação para o gesso. Altera os arts. 9º, 16, 19, 20, 21 e 22, e acrescenta o art. 24-A à Resolução no 362, de 23 de junho de 2005, do Conselho Nacional do Meio Ambiente, que dispõe sobre recolhimento, coleta e destinação final de óleo lubrificante usado ou contaminado. Altera os arts. 2º, 4º, 5º, 6º, 8º, 9º, 10, 11 da Resolução nº 307, de 5 de julho de 2002, do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA, alterando critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. 452/2012 Fonte: Organizado por Alto Uruguai, Dispõe sobre os procedimentos de controle da importação de resíduos, conforme as normas adotadas pela Convenção da Basiléia sobre o Controle de Movimentos Transfronteiriços de Resíduos Perigosos e seu Depósito. ALTO URUGUAI

15 Instrumento NBR 8.418/1984 Tabela 3 - Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) Matéria Apresentação de projetos de aterros de resíduos industriais perigosos Procedimento. NBR 8.911/1985 NBR8.849/1985 NBR /1987 NBR /1990 NBR /1990 NBR /1992 NBR 7.166/1992 NBR 8.419/1992 NBR /1993 NBR /1993 NBR /1993 NBR /1993 NBR /1993 NBR /1993 NBR /1995 NBR /1996 NBR /1997 NBR /1999 NBR /2001 NBR /2003 NBR /2003 NBR /2004 NBR /2004 NBR /2004 Solventes - Determinação de material não volátil - Método de ensaio. Apresentação de projetos de aterros controlados de resíduos sólidos urbanos Procedimento. Aterros de resíduos perigosos - Critérios para projeto, construção e operação Procedimento. Armazenamento de resíduos classes II - não inertes e III inertes: procedimento. Incineração de resíduos sólidos perigosos - Padrões de desempenho Procedimento. Armazenamento de resíduos sólidos perigosos Procedimento. Conexão internacional de descarga de resíduos sanitários - Formato e dimensões. Apresentação de projetos de aterros sanitários de resíduos sólidos urbanos: procedimento. Coleta, varrição e acondicionamento de resíduos sólidos urbanos: terminologia. Líquidos livres - Verificação em amostra de resíduos - Método de ensaio. Resíduos de serviços de saúde Terminologia. Resíduos de serviço de saúde Classificação. Coleta de resíduos de serviços de saúde Procedimentos internos. Coleta de resíduos de serviços de saúde Procedimentos internos e externos. Coleta de resíduos sólidos. Compostagem Terminologia. Aterros de resíduos não perigosos - Critérios para projeto, implantação e operação. Resíduos em solos - Determinação da biodegradação pelo método respirométrico Coletor-transportador rodoviário de resíduos de serviços de saúde - Requisitos de construção e inspeção - Resíduos do grupo A. Papel, cartão, pastas celulósicas e madeira - Determinação do resíduo (cinza) após a incineração a 525 C. Requisitos de segurança para coletores-compactadores de carregamento traseiro e lateral. Resíduos sólidos: classificação. Procedimento para obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos. Procedimento para obtenção de extrato solubilizado de resíduos sólidos. ALTO URUGUAI

16 NBR /2004 NBR /2004 NBR /2004 NBR /2004 NBR /2004 NBR /2004 NBR /2004 NBR 7.501/2005 Amostragem de resíduos sólidos Resíduos da construção civil e resíduos volumosos - Áreas de transbordo e triagem - Diretrizes para projeto, implantação e operação. Resíduos sólidos da construção civil e resíduos inertes - Aterros - Diretrizes para projeto, implantação e operação. Resíduos sólidos da construção civil - Áreas de reciclagem - Diretrizes para projeto, implantação e operação. Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil - Execução de camadas de pavimentação Procedimentos. Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil - Utilização em pavimentação e preparo de concreto sem função estrutural Requisitos Gerenciamento de resíduos de Laboratórios clínicos. Transporte terrestre de produtos perigosos. NBR ISO /2006 Sistemas espaciais - Limpeza de superfície de sistemas de fluido. Parte 3: Procedimentos analíticos para a determinação de resíduos não voláteis e contaminação de partícula. NBR /2007 Contentor metálico de 0,80 m³, 12m³ e 16m³ para coleta de resíduos sólidos por coletores compactadores de carregamento traseiro Requisitos. NBR /2007 Poços de monitoramento de águas subterrâneas em aquíferos granulados. Parte 1: Projeto e construção. NBR /2008 Poços de monitoramento de águas subterrâneas em aquíferos granulares. Parte 2: Desenvolvimento. NBR /2010 Implementos rodoviários Coletor-compactador de resíduos sólidos e seus principais componentes Terminologia NBR /2010 NBR /2010 NBR 7.500/2013 Resíduos sólidos urbanos aterros sanitários de pequeno porte diretrizes para localização, projeto, implantação, operação e encerramento. Transporte terrestre de resíduos. Identificação para o transporte terrestre, manuseio, movimentação e armazenamento de produtos. Fonte: Organizado por Alto Uruguai, ALTO URUGUAI

17 1.1.1 POLÍTICA NACIONAL DOS RESÍDUOS SÓLIDOS - PNRS Na parte de Legislação, o Brasil contém vários instrumentos estabelecidos por políticas que visam o aperfeiçoamento do manejo adequado dos resíduos sólidos. A Lei nº /10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos é bastante atual e contém instrumentos importantes para permitir o avanço necessário ao País no enfrentamento dos principais problemas ambientais, sociais e econômicos decorrentes do manejo inadequado dos resíduos sólidos. Prevê a prevenção e a redução na geração de resíduos, tendo como proposta a prática de hábitos de consumo sustentável e um conjunto de instrumentos para propiciar o aumento da reciclagem e da reutilização dos resíduos sólidos (aquilo que tem valor econômico e pode ser reciclado ou reaproveitado) e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos (aquilo que não pode ser reciclado ou reutilizado). Institui a responsabilidade compartilhada dos geradores de resíduos: dos fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, o cidadão e titulares de serviços de manejo dos resíduos sólidos urbanos na Logística Reversa dos resíduos e embalagens pós-consumo (MMA, 2010). Cria metas importantes que irão contribuir para a eliminação dos lixões e institui instrumentos de planejamento nos níveis nacional, estadual, microregional, intermunicipal e metropolitano e municipal; além de impor que alguns estabecimentos particulares elaborem seus Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. Também coloca o Brasil em patamar de igualdade aos principais países desenvolvidos no que concerne ao marco legal e inova com a inclusão de catadoras e catadores de materiais recicláveis e reutilizáveis, tanto na Logística Reversa quando na Coleta Seletiva (MMA, 2010). Observa-se abaixo a linha do tempo estabelecida pelo Ministério do Meio Ambiente MMA no que diz respeito à gestão dos residuos sólidos no Brasil: Projeto de Lei nº 203 dispõe sobre acondicionamento, coleta, tratamento, transporte e destinação dos resíduos de serviços de saúde; ALTO URUGUAI

18 Proposição Conama nº 259 intitulada Diretrizes Técnicas para a Gestão de Resíduos Sólidos. Aprovada pelo plenário do conselho, mas não chegou a ser publicada; Câmara dos Deputados cria e implementa Comissão Especial da Política Nacional de Resíduos com o objetivo de apreciar as matérias contempladas nos projetos de lei apensados ao Projeto de Lei 203/91 e formular uma proposta substitutiva global. Com o encerramento da legislatura, a Comissão foi extinta. Realizado em Brasília o 1º Congresso Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, com congressistas, entre catadores, técnicos e agentes sociais de 17 estados. Eles promoveram a 1ª Marcha Nacional da População de Rua, com participantes; Em janeiro foi realizado, em Caxias do Sul, o I Congresso Latino- Americano de Catadores, que propõe formação profissional, erradicação dos lixões, responsabilização dos geradores de resíduos. Presidente Lula institui Grupo de Trabalho Interministerial de Saneamento Ambiental a fim de promover a integração das ações de saneamento ambiental, no âmbito do governo federal. GT reestrutura o setor de saneamento e resulta na criação do Programa, Resíduos Sólidos Urbanos. Realizada a I Conferência de Meio Ambiente; MMA promove grupos de discussões interministeriais e de secretarias do ministério para elaboração de proposta para a regulamentação dos resíduos sólidos. Em agosto do mesmo ano, o Conama realiza o seminário Contribuições à Política Nacional de Resíduos Sólidos com objetivo de ouvir a sociedade e formular nova proposta de projeto de lei, pois a Proposição Conama 259 estava defasada; Criado grupo interno na Secretaria de Qualidade Ambiental nos Assentamentos Humanos do MMA para consolidar contribuições do Seminário Conama, os anteprojetos de lei existentes no Congresso ALTO URUGUAI

19 Nacional e as contribuições dos diversos atores envolvidos na gestão de resíduos sólidos. Encaminhado anteprojeto de lei de Política Nacional de Resíduos Sólidos, debatido com Ministérios das Cidades, da Saúde, mediante sua Fundação Nacional de Saúde - Funasa, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, do Planejamento, Orçamento e Gestão, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e da Fazenda. Realizada II Conferência Nacional de Meio Ambiente, para consolidar participação da sociedade na formulação de políticas ambientais. Um dos temas prioritários são os resíduos sólidos. Realizados seminários regionais de resíduos sólidos, promovidos pelo Conama, Ministério do Meio Ambiente, Ministério das Cidades, Funasa, Caixa Econômica Federal e ainda debates com a Confederação Nacional das Indústrias (CNI), Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Associação Brasileira de Engenharia Sanitária (ABES), Compromisso Empresarial para Reciclagem (CEMPRE), e com outras entidades e organizações afins, tais como Fórum Lixo & Cidadania e Comitê Interministerial de Inclusão Social dos Catadores de Lixo. Instituída nova Comissão Especial na Câmara dos Deputados; Aprovado relatório (deputado Ivo José) que trata do PL 203/91 acrescido da liberação da importação de pneus usados no Brasil; Executivo propõe, em setembro, o PL O projeto de lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos, considerou o estilo de vida da sociedade contemporânea, que aliado às estratégias de marketing do setor produtivo, levam a um consumo intensivo provocando uma série de impactos ambientais, à saúde pública e sociais incompatíveis com o modelo de desenvolvimento sustentado que se pretende implantar no Brasil. O PL 1991/2007 apresenta forte inter-relação com outros instrumentos legais na esfera federal, tais como a Lei de Saneamento Básico (Lei nº11.445/2007) e a Lei dos Consórcios Públicos (Lei nº11.107/1995), e seu Decreto regulamentador (Decreto nº /2007). ALTO URUGUAI

20 De igual modo está interrelacionado com as Políticas Nacionais de Meio Ambiente, de Educação Ambiental, de Recursos Hídricos, de Saúde, Urbana, Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior e as que promovam inclusão social. O Texto é finalizado e enviado à Casa Civil. Constituído GT (GTRESID) para analisar subemenda substitutiva proposta pelo relator, deputado Arnaldo Jardim, que envolveu reuniões com a Casa Civil; Realizadas audiências públicas, com contribuição da CNI, da representação de setores interessados, do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis e dos demais membros do GTRESID Em junho, uma minuta do Relatório Final foi apresentada para receber contribuições adicionais No dia 11 de março, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou em votação simbólica um substitutivo ao Projeto de Lei 203/91, do Senado, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos e impõe obrigações aos empresários, aos governos e aos cidadãos no gerenciamento dos resíduos. Depois o projeto seguiu para o Senado. Foi analisado em quatro comissões e no dia 7 de julho foi aprovado em plenário. No dia 2 de agosto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em cerimônia no Palácio do Itamaraty, sancionou a lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos. No dia 3 é publicada no Diário Oficial da União a Lei nº que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos e dá outras providências. No dia 23 de dezembro é publicado no Diário Oficial da União o Decreto nº 7.404, que regulamenta a Lei no , de 2 de agosto de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, cria o Comitê Interministerial da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Comitê Orientador para a Implantação dos Sistemas de Logística Reversa, e dá outras providências. Também no dia 23 é publicado o Decreto nº 7405, que institui o Programa Pró-Catador, denomina Comitê Interministerial para Inclusão Social e Econômica dos Catadores de ALTO URUGUAI

21 Materiais Reutilizáveis e Recicláveis o Comitê Interministerial da Inclusão Social de Catadores de Lixo criado pelo Decreto de 11 de setembro de 2003, dispõe sobre sua organização e funcionamento, e dá outras providências. Nota-se que nos últimos 10 anos o Brasil tem evoluido significativamente com relação a políticas voltadas aos resíduos sólidos. Através desta linha do tempo apresentada pelo MMA, fica mais evidente perceber a trajetória da construção da política dos resíduos na última década POLÍTICA NACIONAL DE SANEAMENTO BÁSICO PNSB A Lei /2007 institui como diretrizes para a prestação dos serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos: o planejamento, a regulação e fiscalização, a prestação de serviços com regras, a exigência de contratos precedidos de estudo de viabilidade técnica e financeira, definição de regulamento por lei, definição de entidade de regulação, e controle social assegurado Inclui como princípios a universalidade e integralidade na prestação dos serviços, além da interação com outras áreas como recursos hídricos, saúde, meio ambiente e desenvolvimento urbano. Logo no seu artigo 2º traz entre seus princípios fundamentais: III - abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos realizados de formas adequadas à saúde pública e à proteção do meio ambiente; No artigo 7º especifica as atividades que constituem o serviço de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos urbanos: I - de coleta, transbordo e transporte dos resíduos relacionados na alínea c do inciso I do caput do art. 3º desta Lei; II - de triagem para fins de reuso ou reciclagem, de tratamento, inclusive por compostagem, e de disposição final dos resíduos relacionados na alínea c do inciso I do caput do art. 3o desta Lei; ALTO URUGUAI

22 III - de varrição, capina e poda de árvores em vias e logradouros públicos e outros eventuais serviços pertinentes à limpeza pública urbana. Estabele os princípios fundamentais para a prestação dos Serviços: Universalização do Acesso; Integralidade das Ações; Articulação com as políticas setoriais: desenvolvimento urbano e regional, habitação, combate a pobreza, proteção ambiental, promoção da saúde; Controle Social e direito à informação; Transparências das ações processos decisórios institucionalizados; Eficiência e sustentabilidade econômica ; Segurança, qualidade e regularidade POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PNEA A Política Nacional de Educação Ambiental - PNEA foi instituída pela Lei nº 9.795/99, e tem a coordenação a cargo do Órgão Gestor, Ministérios do Meio Ambiente e da Educação. São atribuições do Órgão Gestor: I - definição de diretrizes para implementação em âmbito nacional; II - articulação, coordenação e supervisão de planos, programas e projetos na área de educação ambiental, em âmbito nacional; III - participação na negociação de financiamentos a planos, programas e projetos na área de educação ambiental. A Constituição Federal de 1988 já preconizava no seu artigo 225, 1º a obrigação do Poder Público de promover a Educação Ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente, entretanto, ALTO URUGUAI

23 foi com a promulgação da Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 que o Brasil destacou-se como o primeiro país da América Latina a ter uma política nacional especificamente voltada para a Educação Ambiental. A lei define a Educação Ambiental como um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal. Posterior ao decreto regulamentador da lei, surge o Programa Nacional de Educação Ambiental ProNEA - o qual é coordenado pelo órgão gestor da Política Nacional de Educação Ambiental. Suas ações destinam-se a assegurar, no âmbito educativo, a integração equilibrada das múltiplas dimensões da sustentabilidade - ambiental, social, ética, cultural, econômica, espacial e política - ao desenvolvimento do País, resultando em melhor qualidade de vida para toda a população brasileira, por intermédio do envolvimento e participação social na proteção e conservação ambiental e da manutenção dessas condições ao longo prazo. Nesse sentido, assume também as quatro diretrizes do Ministério do Meio Ambiente: Transversalidade; Fortalecimento do Sisnama; Sustentabilidade; Participação e controle social. O ProNEA representa um constante exercício de Transversalidade, criando espaços de interlocução bilateral e múltipla para internalizar a educação ambiental no conjunto do governo, contribuindo assim para a agenda transversal, que busca o diálogo entre as políticas setoriais ambientais, educativas, econômicas, sociais e de infra-estrutura, de modo a participar das decisões de investimentos desses setores e a monitorar e avaliar, sob a ótica educacional e da sustentabilidade, o impacto de tais políticas. Tal exercício deve ser expandido para outros níveis de governo e para a sociedade como um todo (MMA, 2005). Considerando-se a Educação Ambiental como um dos elementos fundamentais da gestão ambiental, o ProNEA desempenha um importante papel na orientação de ALTO URUGUAI

24 agentes públicos e privados para a reflexão e construção de alternativas que almejem a Sustentabilidade. Assim propicia-se a oportunidade de se ressaltar o bom exemplo das práticas e experiências exitosas (MMA, 2005). A Participação e o Controle Social também são diretrizes que permeiam as estratégias e ações do ProNEA, por intermédio da geração e disponibilização de informações que permitam a participação social na discussão, formulação, implementação, fiscalização e avaliação das políticas ambientais voltadas à construção de valores culturais comprometidos com a qualidade ambiental e a justiça social; e de apoio à sociedade na busca de um modelo socioeconômico sustentável (MMA, 2005) LEGISLAÇÃO ESTADUAL Dentre as legislações estaduais, pode-se citar como os principais marcos para os residuos sólidos, a consolidação da Política Estadual de Saneamento Básico (1994), e consolidação da Política Estadual de Resíduos Sólidos (2009), ambas anteriores às Leis que criam as políticas federais de Saneamento Básico (11.445/2007) e Resíduos Sólidos (12.305/2010). As legislações vigentes no Estado de Minas Gerais servem como exemplo para os outros estados brasileiros, foi o segundo estado a criar a política de saneamento básico. No tocante à universalização dos serviços de saneamento, a política pública do estado de Minas Gerais estabelece como princípio o direito de todos ao saneamento básico (Minas Gerais, 1994). Entre as diretrizes da política, prevê-se a adoção de mecanismos que propiciem à população de baixa renda o acesso aos serviços e a solução dos problemas de saneamento básico em áreas urbanas faveladas ou em outras de situação irregular. Os instrumentos financeiros e o controle social dos serviços são tratados no âmbito do sistema estadual de saneamento básico, definido como o conjunto de agentes institucionais que trabalham de forma articulada e cooperada para a formulação de políticas, definição das estratégias e execução das ações de saneamento básico. Dentro do sistema, os instrumentos financeiros são orientados pelo Plano Estadual de Saneamento Básico (Pesb), que estabelecerá objetivos e diretrizes, metas de curto e médio prazos, cronograma de execução das ALTO URUGUAI

25 ações, definição dos recursos financeiros, entre outros. O Fundo Estadual de Saneamento Básico (Fesb), previsto na política, foi extinto em 2001, por meio da Lei no Seus recursos foram destinados ao Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais S.A. (BDMG) para aplicação em saneamento básico em consonância com as diretrizes da política estadual. Conforme previsto, o plano estadual deverá ser instituído por lei (RAP, 2009). O controle social é definido como princípio na política, ficando a criação do Conselho Estadual de Saneamento Básico (Cesb), órgão colegiado de nível estratégico superior ao sistema estadual. Não há menção a mecanismos de regulação na política. Outro fator importante é a criação da Política Estadual de Recursos Hídricos (1999), também criada anterior a Política Federal. Dessa forma é apresentada as legislações inter-relacionadas com os resíduos sólidos no estado do Minas Gerais: Legislação LEI ESTADUAL Nº /93 LEI ESTADUAL Nº /94 LEI ESTADUAL Nº , DE 29 DE DEZEMBRO DE 1994 Tabela 4 - Quadro legal de instância Estadual Matéria Dispõe sobre os Programas de Construção e Reforma de unidades habitacionais populares em zona rural e dá outras providências. Dispõe sobre a política estadual de desenvolvimento agrícola e dá outras providências. Dispõe Sobre a Política Estadual de Saneamento Básico. LEI ESTADUAL Nº /97 LEI ESTADUAL Nº DE 29 DE JANEIRO DE 1999 LEI ESTADUAL Nº , DE 24 DE SETEMBRO DE 1999 LEI ESTADUAL Nº /2000 LEI ESTADUAL Nº , de 19 de junho de 2002 Cria o Programa Estadual de Conservação da Água. Dispõe sobre a Política Estadual de Recursos Hídricos. Trata-se do Código de Saúde do Estado de Minas Gerais. Dispõe sobre a administração, a proteção e a conservação das águas subterrâneas de domínio do Estado e dá outras providências. Dispõe sobre a Política Florestal e de Proteção à Biodiversidade no Estado. ALTO URUGUAI

26 LEI ESTADUAL Nº , de 12 de Janeiro de 2009 LEI ESTADUAL Nº , DE 12 DE JANEIRO DE 2009 LEI ESTADUAL Nº DE 15 DE ABRIL DE 2009 LEI ESTADUAL Nº 7.772, de 8 de setembro de 1980 LEI Nº , DE 30 DE NOVEMBRO DE 2000 LEI Nº , DE 19 DE DEZEMBRO DE 2001 DECRETO ESTADUAL Nº , DE 23 DE MAIO DE 1995 DECRETO ESTADUAL Nº /2001, 08 de março 2001 DECRETO ESTADUAL Nº , de 13 de junho de 2005 DECRETO ESTADUAL Nº , DE 22 DE JUNHO DE 2007 DECRETO ESTADUAL Nº , de 25 de junho de 2008 DECRETO ESTADUAL Nº DE 25 DE SETEMBRO DE 2009 DECRETO ESTADUAL Nº , DE 30 DE DEZEMBRO Dispõe sobre a distribuição da parcela da receita do produto da arrecadação do ICMS pertencente aos Municípios. O artigo 4º, inciso I dessa lei fixa a porcentagem de repasse de recursos advindo do ICMS do Estado para os municípios que atingirem altos graus de serviços de saneamento. Dispõe sobre a Política Estadual de Resíduos Sólidos. Dispõe sobre a Política Estadual de Apoio e Incentivo aos Serviços Municipais de Gestão Ambiental. Dispõe sobre a proteção, conservação e melhoria do meio ambiente. Disciplina toda atividade geradora de poluição no Estado de Minas Gerais Dispõe sobre a política estadual de apoio e incentivo à coleta seletiva de lixo e altera dispositivo da Lei nº , de 28 de dezembro de 1995, que dispõe sobre a distribuição da parcela de receita do produto da arrecadação do ICMS pertencente aos municípios, de que trata o inciso II do parágrafo único do art. 158 da Constituição Federal. Dispõe sobre a Política Estadual de Reciclagem de Materiais e sobre os instrumentos econômicos e financeiros aplicáveis à Gestão de Resíduos Sólidos. Regulamentou totalmente a Lei /94. Regulamenta a Lei nº , de 29 de janeiro de 1999, que dispõe sobre Política Estadual de Recursos Hídricos. Regulamenta a cobrança pelo uso de recursos hídricos de domínio do Estado. Altera o Decreto nº , de 13 de junho de 2005, que regulamenta a cobrança pelo uso de recursos hídricos de domínio do Estado. Estabelece normas para licenciamento ambiental e autorização ambiental de funcionamento, tipifica e classifica infrações às normas de proteção ao meio ambiente e aos recursos hídricos e estabelece procedimentos administrativos de fiscalização e aplicação das penalidades. Regulamenta a Lei nº , de 12 de janeiro de 2009 e dá outras providências. Contém o Regulamento da Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do ALTO URUGUAI

27 DE 2011 DECRETO Nº , de 28 de agosto de 1995 Estado de Minas Gerais - ARSAE-MG, e dá outras providências Dispõe sobre o Conselho Estadual de Recursos Hídricos - CERH-MG - e dá outras providências. DECRETO Nº , DE 16 Cria o Sistema Estadual de Informações sobre Saneamento - DE JULHO DE 2009 SEIS, e dá outras providências. Fonte: Organizado por Alto Uruguai, 2015 Tabela 5 - Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul CEIVAP. Deliberação Matéria DELIBERAÇÃO CEIVAP Nº 03/2001 DELIBERAÇÃO CEIVAP Nº08 DE 6 DE DEZEMBRO DE 2001 Aprova a Implantação da Cobrança pelo Uso de Recursos Hídricos de Domínio da União na Bacia do Rio Paraíba do Sul a partir de 2002 e estabelece as condições para a sua participação no Programa Nacional de Despoluição de Bacias Hidrográficas. Dispõe sobre a Implantação da Cobrança pelo Uso de Recursos Hídricos na Bacia do Rio Paraíba do Sul a partir de DELIBERAÇÃO CEIVAP Nº 65/2006 DELIBERAÇÃO CEIVAP Nº 70/2006 Fonte: Organizado por Alto Uruguai, Estabelece mecanismos e propõe valores para a cobrança pelo uso de recursos hídricos na bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul, a partir de 2007 Estabelece mecanismo diferenciado de pagamento pelo uso de recursos hídricos na bacia hidrográfica do Rio Paraíba do Sul Tabela 6 - Conselho Estadual de Recusros Hídricos CERH/MG. Deliberação Matéria DELIBERAÇÃO CERH/MG Nº 260, de 26 de Novembro de 2010 Deliberação Normativa CERH - MG Nº 04, de 18 de fevereiro de 2002 DELIBERAÇÃO NORMATIVA CERH - MG Nº 07, de 4 Novembro de 2002 Aprova o Plano Estadual de Recursos Hídricos do Estado de Minas Gerais. Estabelece diretrizes para a formação e funcionamento de Comitês de Bacia Hidrográfica, e dá outras providências. Estabelece a classificação dos empreendimentos quanto ao porte e potencial poluidor, tendo em vista a legislação de recursos hídricos do Estado de Minas Gerais, e dá outras providências. ALTO URUGUAI

28 DELIBERAÇÃO NORMATIVA CERH - MG Nº 09, de 16 de junho de 2004 DELIBERAÇÃO NORMATIVA CERH - MG Nº 3, de 10 de abril de 2001 Deliberação Normativa CERH Nº 19, de 28 de junho de 2006 Deliberação Normativa CERH-MG Nº 30, de 26 de agosto de 2009 DELIBERAÇÃO NORMATIVA CERH-MG Nº 35, de 13 de outubro de 2010 DELIBERAÇÃO NORMATIVA CERH - MG Nº 27, de 18 de dezembro de 2008 DELIBERAÇÃO NORMATIVA CERH MG Nº 24, de 27 de Outubro de 2008 Fonte: Organizado por Alto Uruguai, Define os usos insignificantes para as circunscrições hidrográficas no Estado de Minas Gerais. Estabelece os critérios e valores para indenização dos custos de análise, publicações e vistoria dos processos de outorga de direito de uso de recursos hídricos no Estado de Minas Gerais e dá outras providências. Alterada pela Deliberação Normativa CERH nº 39, de 19 de outubro de Regulamenta o art. 19, do Decreto /2001 que dispõe sobre as agências de bacia hidrográfica e entidades a elas equiparadas e dá outras providências. Altera a Deliberação Normativa CERH/MG n.º 04, de 18 de fevereiro de 2002, que estabelece diretrizes para a formação e funcionamento de Comitês de Bacia Hidrográfica. Dispõe sobre a criação da Comissão Permanente de Fiscalização e Acompanhamento dos Recursos da Cobrança pelo Uso de Recursos Hídricos no Estado de Minas Gerais, e dá outras providências. Dispõe sobre os procedimentos para arrecadação das receitas oriundas da cobrança pelo uso de recursos hídricos de domínio do Estado de Minas Gerais. Dispõe sobre procedimentos gerais de natureza técnica e administrativa a serem observados no exame de pedidos de outorga para o lançamento de efluentes em corpos de água superficiais no domínio do Estado de Minas Gerais. ALTO URUGUAI

29 Tabela 7 - Conselho Estadual de Política Ambiental - COPAM Deliberação DELIBERAÇÃO COPAM Nº 428, de 28 de junho de 2010 DELIBERAÇÃO NORMATIVA COPAM Nº 74, de 09 de setembro de 2004 DELIBERAÇÃO NORMATIVA CONJUNTA - COPAM/CERH-MG Nº 01, de 05 de maio de 2008 DELIBERAÇÃO NORMATIVA COPAM Nº 128, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2008 DELIBERAÇÃO NORMATIVA COPAM Nº 96, DE 12 DE ABRIL DE 2006 Fonte: Organizado por Alto Uruguai, Matéria Fixa os custos médios per capita para estimativa de investimentos em sistemas de saneamento ambiental previstos no Art. 4º da Lei nº , de 12 de janeiro de Estabelece critérios para classificação, segundo o porte e potencial poluidor, de empreendimentos e atividades modificadoras do meio ambiente passíveis de autorização ou de licenciamento ambiental no nível estadual, determina normas para indenização dos custos de análise de pedidos de autorização e de licenciamento ambiental, e dá outras providências. Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para seu enquadramento, bem como estabelece condições e padrões de efluentes e dá outras providências. Altera prazos estabelecidos pela Deliberação Normativa COPAM 96/2006 que convoca municípios para o licenciamento ambiental de sistema de tratamento de esgotos. Convoca municípios para o licenciamento ambiental de sistema de tratamento de esgotos LEGISLAÇÃO MUNICIPAL Pequeri foi fundado por Marcelino Dias Tostes e por Manoel Gervásio que construíram a capela de São Pedro na divisa das Fazendas São Pedro e Piquiri, grandes produtoras de café da região. Posteriormente, a vila recebeu várias famílias de imigrantes italianos que ajudaram na colonização da área. Antes de sua emancipação em 1953, foi distrito de Juiz de Fora, Mar de Espanha e Bicas (de quem se emancipou). Em tupi-guarani "piquiri" significa "rio do peixinhos". Quando era distrito de Bicas era conhecida como São Pedro do Pequeri. ALTO URUGUAI

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