CARACTERÍSTICAS DOS MOVIMENTOS NATIVISTAS
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- Aurélia Aires Natal
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1 REBELIÕES NATIVISTAS, MOVIMENTOS PELA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL, INCONFIDÊNCIA MINEIRA E BAIANA
2 CAUSAS: Pacto Colonial: que não promovia o desenvolvimento da colônia; Escravidão: nascendo a luta por anseios de liberdade e igualdade social; Interferência da Metrópole: antes da mineração todas as questões eram decididas de forma local pelas Câmaras Municipais; Declínio da produção de açúcar e da mineração: o que provocava aumento de impostos pela Coroa.
3 INFLUÊNCIAS Anteriores: Revolução econômica, Liberalismo econômico, Ideais Republicanos, Revolução Gloriosa (ING); Posteriores: Revolução Iluminista e Industrial, Enciclopedismo,, Independência dos EUA, Revolução Francesa, Festa do Chá e Lei do Selo nos EUA (Iluminismo na América), Estudantes brasileiros na Europa do século XVIII conhecem nova teoria, e trazem para o Brasil, Influência da Constituição Americana (1776).
4 OS MOVIMENTOS NATIVISTAS
5 CARACTERÍSTICAS DOS MOVIMENTOS NATIVISTAS Não tinham sentimentos separatistas com a Metrópole; Não possuíam âmbito nacional ( nativos, locais, regionais...); Não contestavam a monarquia, queriam apenas modificar itens do Pacto Colonial.
6 ACLAMAÇÃO DE AMADOR BUENO São Paulo, 1641; Primeiro movimento nativista; Com a coroação de D. João IV dando fim à União Ibérica, espanhóis erradicados em SP revoltam-se; Comerciantes possuíam negócios com Buenos Aires (região do Prata); Como forma de protesto, aclamaram Amador Bueno, homem mais rico da cidade, como rei.
7 Aclamação de Amador Bueno
8 Os gestos dos comerciantes não surtiram efeito pois Amador Bueno não aceitou a proposta e ainda ficou ao lado de D. João IV e dos jesuítas; Comerciantes então expulsaram os jesuítas (Botada dos Padres Fora).
9 A REVOLTA DOS BECKMAN Maranhão, 1684; Tal região possuía a Companhia Geral de Comércio, criado por Portugal para que esta se responsabilizasse pela distribuição de escravos e insumos; Mas a corrupção e a má administração fazem com que fazendeiros locais revoltem-se com Portugal pela falta de mão de obra.
10 A Companhia não mantinha regularidade no envio de escravos africanos e os jesuítas não permitem idéia de escravizar indígenas; Escravos ficam mais caros e entregas estavam fora do prazo; Fazendeiros chefiados pelos irmãos Manuel e Tomás Beckman e Jorge Sampaio lutam pela extinção da Companhia de Comércio de escravos a partir de 24 fevereiro de 1684 em São Luis do Maranhão; O movimento não queria a Independência, apenas o fim da Companhia.
11 Jesuítas foram expulsos; Governo português não admitiu a revolta e sufocou o movimento com brutalidade preocupada que seus ideais se alastrassem pelo Brasil; Os irmão Beckman foram enforcados em praça pública; Jesuítas retornaram e a Companhia foi extinta.
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13 A REVOLTA DOS EMBOABAS Minas Gerais, ; Descoberta do ouro em MG por paulistas fez com que eles se achassem donos das terras; Houve grande chegada de forasteiros e aventureiros, principalmente portugueses (apelidados de emboabas); Na linguagem indígena, emboaba significa ave de penas, ou seja, galinha.
14 Isso aconteceu pois os estrangeiros que chegavam usavam plumas coloridas em suas botas; Os bandeirantes paulistas andavam descalços ou de sandálias; Nasce um conflito entre: emboabas x paulistas; Na realidade era uma disputa não somente pelas terras, mas também pelo monopólio do comercio local.
15 A Guerra O líder emboaba, o português Manuel Nunes Viana, invadia bares e pousadas a fim de derrotar paulistas madrugada a fora; O líder dos paulistas era Borba Gato que tentou defender seu povo, mas foram massacrados devido menor número de homens e o apoio dos portugueses ao inimigo; Borba Gato e seus homens se foram, encontrando ouro em GO e MT; Houve intervenção de Portugal em virtude da violência com a fundação da Vila de São Paulo e a cobrança do quinto em 1711.
16 Resumindo Portugueses derrotam bandeirantes, que vão em busca de novas minas, encontrando em Mato Grosso novas jazidas, iniciando uma nova corrida ao metal.
17 Manuel Borba Gato
18 GUERRA DOS MASCATES Pernambuco, 1710; Guerra de interesses comerciais entre Olinda e Recife; A região de Recife era, antes da União Ibérica, colonizada por holandeses; Esta, passou a ser muito importante na época mas passava por crise comercial em virtude da decadência açucareira; Na capital Olinda, moravam os decadentes senhores de engenho.
19 Estes, endividavam-se cada vez mais, pois comercializavam com Recife; Os comerciantes de Recife eram chamados pejorativamente de mascates ; A descoberta de ouro em outras regiões brasileiras fizeram Portugal desviar sua atenção com relação aos engenhos; Olinda e Recife já eram rivais históricos; Em 1709 o rei de Portugal elevou Recife à categoria de vila e mandou erguer o pelourinho, símbolo do poder local; Isso irritava os senhores de Olinda.
20 Olinda
21 Recife
22 Isso acontece pois Olinda não mais arrecadava impostos, e Recife toma maior importância perante o rei; Assim, os Olindenses invadem a cidade de Recife e derrubam o pelourinho; O governador fugiu e os comerciantes de Recife pedem ajuda ao governo de Portugal; A reação real foi imediata: 150 pessoas presas e mais de 400 fugiram; Recife se torna capital de Pernambuco.
23 REVOLTA DE VILA RICA OU REVOLTA DE FILIPE DOS SANTOS Minas Gerais, 1720; Último movimento nativista; Líder: Filipe dos Santos; Motivação: arrocho tributário devido ao quinto português; O governo português criou as casas de fundição, onde os mineiros deveriam fazer longas caminhadas até as casas.
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25 Nas casas de fundição o ouro era transformado em barras, sendo proibida a comercialização de ouro em pepitas ou em pó; A burocracia enraivecia os mineiros, além disso, o monopólio do comércio local era dos portugueses; O movimento enviou uma carta ao governador Conde de Assumar exigindo o fim das casas de fundição, redução de impostos e o fim do monopólio comercial local.
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27 O Governador então fingiu aceitar as reivindicações e invadiu a cidade prendendo os revoltosos; Filipe dos Santos foi enforcado.
28 A Sentença de Filipe dos Santos
29 MOVIMENTOS PELA INDEPENDÊNCIA: AS INCONFIDÊNCIAS
30 Introdução Na Europa e na América movimentos revolucionários marcavam o século XVIII; No Brasil havia o esforço português em manter o colonialismo; Assim, os colonos só pediam a alteração de alguns itens do Pacto Colonial, e raramente se falava em independência; Mas com as influências revolucionárias européias e americanas o desejo de independência é crescente no Brasil; Principal influência: ILUMINISMO.
31 O Ouro no Brasil Século XVIII: nascimento da classe média no Brasil, enriquecimento da coroa portuguesa (pois o controle sobre o ouro era maior do que sobre o açúcar), altos impostos, grande contrabando (o santo do pau oco ); Muitos escravos eram obrigados a trabalhar nus para se evitar roubos e contrabandos; Portugal envia oficiais, fiscalização, casas de fundição, entre outros.
32 O Imposto e o Trabalho Exigência do quinto e das 100 arrobas anuais (derrama); Para controlar o número de pessoas nas ruas, a Igreja (em acordo com o governo português) afirmava que o diabo estava em todo lugar ; Neste período, as dificuldades da coroa portuguesa eram enormes assina tratado com a Inglaterra (Methuen) sendo uma dependência oficial de Portugal a Inglaterra (1703) afetou o ouro brasileiro.
33 INCONFIDÊNCIA MINEIRA
34 INFLUÊNCIAS Chegada dos livros de Voltaire, Montesquieu, Rousseu; Ataques ao absolutismo europeu no século XVIII; Independência dos EUA (1776); Crise econômica de Portugal; O sistema colonial encontrava-se em declínio.
35 Essa Conjuração tinha como objetivo central romper com Portugal e com o laço colonial; Possuía apoio popular e da classe média, objetivando acabar com a exploração metropolitana; Foi ocasionado pelo aumento do controle policial sobre MG, aumentando mais ainda os impostos.
36 MINAS GERAIS DO SÉC. XVIII Ouro em declínio; O imposto sobre o ouro coletado em 1750 foi estabelecido em cem arrobas anuais; Até 1766 esse imposto era pago com folga; A partir disso, os déficits se acumularam, chegando a 354 arrobas anuais.
37 A DERRAMA Com a grande quantidade de débitos, o governo português instituiu a derrama, que eram a cobrança de impostos atrasados; Quem não pagasse, perderia até mesmo seus bens; D. Maria I,a louca, decidiu instituir a proibição de manufaturas no Brasil em 1785, para colaborar com a Inglaterra.
38 VISCONDE DE BARBACENA Novo governador geral de Minas Gerais; Ele intervém e institui a derrama ordenada por Maria I; Nascem os inconfidentes.
39 Visconde de Barbacena
40 A Inconfidência Início de propostas separatistas, devendo esta ocorrer no dia da cobrança da derrama; O Brasil ficaria independente com capital em Vila Rica (hoje Ouro Preto); Entre os envolvidos estavam padres que queriam propriedades, ricos que não queriam pagar impostos, intelectuais que querem liberdade intelectual, militares acusados de contrabando... Entre estes encontramos os poetas Tomás Ant. Gonzaga e Cláudio Manuel da Costa.
41 Outros envolvidos eram os militares Joaquim Silvério dos Reis (delator) e Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes); O delator imaginou que seria mais lucrativo delatar os companheiros; Este tinha dívidas de derrama com o governo, que foram perdoadas; O governo cancelou a derrama, o movimento esvaziou-se e os responsáveis foram presos.
42 Acusados: José Joaquim da Maia, José Álvares Maciel, José Inácio de Alvarenga Peixoto, Tomás Antônio Gonzaga, Francisco de Paula Freire de Andrade, Cláudio Manuel da Costa, Joaquim Silvério dos Reis, Joaquim José da Silva Xavier; O pobre era Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes; Os demais ou foram perdoados ou expulsos para a África.
43 Tiradentes foi o único condenado à morte, sendo enforcado e esquartejado; Foi enforcado no Rio de Janeiro em 21 de abril de 1792 para servir de exemplo para se evitar novas rebeliões.
44 Condenação de Tiradentes
45 Tiradentes esquartejado.
46 Tiradentes foi esquartejado, sua cabeça envia à Vila Rica, os membros pendurados em postes na estrada de ligava RJ à MG, sua casa foi destruída e a terra onde ela estava construída foi salgada para amaldiçoar seus descendentes.
47 INCONFIDÊNCIA BAIANA, CONJURAÇÃO BAIANA OU REVOLTA DOS ALFAIATES
48 CONJURAÇÃO BAIANA OU REVOLTA DOS ALFAIATES Bahia, 1798; Ocorreu devido a mudança da sede da capital para o RJ (1761), inflação, falta de alimentos; Teve participação das camadas inferiores da população, em sua maioria soldados rasos e alfaiates; Líderes: Lucas Dantas, Luis Gonzaga das Virgens, João de Deus, Manuel Lira.
49 PROBLEMAS A falta de importância política da excapital gerou inflação, fome e desigualdade social é claro, para os pobres! Muitos foram os saques a armazéns, roubo de carne e farinha, que demonstravam um caos na região; Ideais revolucionários chegaram à Bahia com a fundação da Loja Maçônica Cavaleiros da Luz.
50 Influenciados por ideais iluministas possuíam propostas mais radicais; Queriam proclamação da República, igualdade jurídica, liberdade de comércio, fim da escravidão, liberdade religiosa, livre participação política da população; Não passou da fase dos planos, pois seus líderes foram delatados devido ingenuidade.
51 Diferencia-se da Conjuração Mineira pois esta tinha um certo número de letrados e políticos locais; Já a baiana, tinha mulatos, negros livres, escravos..; Os mineiros tinham preocupações políticas.
52 BAHIA DO SÉCULO XVIII Uma situação econômica das piores; Em 1770 a lavoura canavieira voltou a prosperar; Mas somente os ricos fazendeiros recebiam seus lucros; O povo, de forma geral, vivia na precariedade.
53 A FOME As ordens para cobrança de impostos eram terríveis; O governador baiano na época era D. Fernando José de Portugal, que cometia grandes arbitrariedades; Entre 1797 e 1798 ocorreram as pilhagens (com pobres e esfomeados).
54 D. Fernando José de Portugal
55 ILUMINISMO NO BRASIL O pensamento Iluminista atingiu clandestinamente o Brasil; Os maiores revolucionários chamavam-se Cipriano Barata, João de Deus e Luiz Gonzaga das Virgens possuíam exemplares desta Filosofia; Em 1796 um navegador maçônico chamado Comandante Larcher esteve no Brasil.
56 NASCE O MOVIMENTO Ele fez palestras sobre os pensamentos revolucionários mundiais, botando fogo no movimento; Foi criada em 1797 uma sociedade secreta baiana para emancipação nacional, a Conjuração; Distribuíram cartazes subversivos pela cidade de Salvador ao dia 12 de agosto de 1798.
57 OS CARTAZES Animai-vos, Povo Bahiense, que está para chegar o tempo em que todos seremos irmãos: o tempo em que seremos todos iguais; Proclamação da República ; Igualdade Jurídica ; Liberdade de Comércio ; Fim da Escravidão ; Participação Política da População.
58 O movimento foi delatado; 49 pessoas foram presas, entre elas nove escravos e três mulheres; Como os integrantes do Cavaleiros da Luz eram letrados, ninguém foi preso; Quatro dos acusados foram enforcados e esquartejados todos mulatos: Luis Gonzaga das Virgens; Lucas Dantes de Amorim Torres; João de Deus do Nascimento; Manuel Faustino dos Santos.
59 Luis Gonzaga das Virgens
60 Lucas Dantes de Amorim Torres
61 João de Deus do Nascimento
62 Manuel Faustino dos Santos
63 REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA
64 Pernambuco, 1817; Influência do Iluminismo e da independência das Colônias da América Espanhola; Passou da fase dos planos mais foi sufocada; Ganhou adesões da vários setores locais e de outras províncias do nordeste.
65 Teve influência da maçonaria; Líderes: padre Roma e Miguelinho; O governo português (que estava no país na época) sufocou o movimento mandando atear fogo na cidade de Olinda.
66 Como sabemos, o desejo de Independência somente viria a se concretizar em 7 de setembro de 1822, feito pela burguesia agrária, sem república, sem democracia e sem igualdade
67 Período Pombalino e o Renascimento Agrícola
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