ESTADO DO RIO DE JANEIRO
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- Lorena Stachinski da Conceição
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1 ESTADO DO RIO DE JANEIRO PREFEITURA MUNICIPAL DE JAPERI SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Rua Rosária Loureiro, 181 Centro Japeri RJ CEP: Tels.: (0XX21) e CNPJ: / Plano Municipal de Educação Japeri, Maio de
2 A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar. Eduardo Galeano 10
3 Ivaldo Barbosa dos Santos Prefeito Roberta Bailune Antunes Secretária Municipal de Educação Comissão técnica de elaboração do Plano Municipal de Educação Portaria nº 0119/2015 Abigail Alexandre Silva Berenice Cruz dos Santos Maria Claudia Pereira Nunes Gomes Mariangela Mayrink Guimarães Barcelos Fernandes Vanessa Cavalcanti 11
4 Comissão Coordenadora do Plano Municipal de Educação Portaria nº 0119/2015 Nome Ana Célia Silva Ana Luiza Batista Tomé Carlos Augusto Barbosa Catarina Rosa Dias Araujo David Venancio da Silva Junior Edilene Paula dos Santos Fabrícia Batalha F. da Silva Girlandia Mota Cunha Glória Cristina Ribeiro de Castro José Gomes da Silva Sobrinho Lucilene Oliveira dos Santos Marinalva da Conceição Assis Nilcea Paes Leme Pablo C. de A. H. Ferreira Patrícia Alves de Oliveira Machado Ricardo de Souza Ribeiro Rogéria Vale Moreira Rosa Maria de Fátima Rosa Maria Rodrigues de Almeida Sandra Regina Pereira Gomes Representatividade Sindicato dos Profissionais da Educação Administrativo Sociedade Civil Sindicato dos Profissionais da Educação Orientação Pedagógica Educação Infantil Escolas Particulares Ensino Fundamental Gestores Sociedade Civil Orientação Pedagógica Educação Infantil Educação de Jovens e Adultos Orientação Educacional Educação de Jovens e Adultos Ensino Fundamental Supervisão Escolar Administrativo Conselho Municipal de Educação Conselho Municipal de Educação 12
5 Equipes responsáveis pelas discussões das Câmaras Temáticas nas Salas de debate Salas de debate Metas Representantes da SME Representantes da Comissão Coordenadora CÂMARA 1 Meta 1: Educação Infantil Meta 5:Alfabetização Elizabeth Pereira Andresa Lins Edilene Paula Marinalva Assis CÂMARA 2 Meta 2: Ensino Fundamental Meta 4:Educação Especial Tathiana Pontes Izabel Cristina Girlandia Mota Luiza Thomé CÂMARA 3 Meta 6:Educação Integral Maria Cláudia Mariangela Mayrink Romário Silveira David Junior Meta 7: IDEB CÂMARA 4 Meta 8, 9 e 10: Educação de Jovens e Adultos Júlio Caril Rosangela Corrêa Lucilene Oliveira Ricardo Ribeiro CÂMARA 5 Metas 3 e 11: Ensino Médio Marcos Félix Leandro Planço Rosa Maria 13
6 CÂMARA 6 Metas 12, 13 e 14: Ensino Superior Daniele Calixto Raquel Bahia Glória Cristina CÂMARA 7 Metas 15, 16, 17 e 18: Formação e Valorização dos Profissionais da Educação Berenice Cruz Fernanda Couto Catarina Rosa Sandra Regina CÂMARA 8 Meta 19: Gestão Democrática Meta 20:Investimento na Educação Abigail Alexandre Vanessa Cavalcanti Patrícia Oliveira Rosa Fátima 14
7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...9 I - CARACTERIZAÇÃO GERAL DO MUNICÍPIO...11 ASPECTOS HISTÓRICOS...11 ASPECTOS GEOGRÁFICOS...13 POPULAÇÃO...13 HINO DO MUNICÍPIO DE JAPERI...16 SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO...17 II DIAGNÓSTICOS...18 EDUCAÇÃO INFANTIL...18 ENSINO FUNDAMENTAL...21 INDICADORES DA EDUCAÇÃO...24 ENSINO MÉDIO...27 ENSINO SUPERIOR...28 EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS...28 EDUCAÇÃO ESPECIAL...29 GESTÃO DEMOCRÁTICA...34 FORMAÇÃO DE PROFESSORES E VALORIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO...36 FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO...37 III - METAS E ESTRATÉGIAS DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO...40 Meta Meta Meta
8 Meta Meta Meta Meta Meta Meta Meta Meta Meta Meta Meta Meta Meta Meta Meta Meta Meta IV - MECANISMOS DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO...58 ANEXOS
9 INTRODUÇÃO Analisando o cenário nacional, o município de Japeri apresenta o seu Plano Municipal de Educação pautado nas grandes metas da Educação Para Todos, tendo como cerne os pilares da educação voltados para os valores e a garantia dos direitos fundamentais previstos na Constituição da República Federativa do Brasil de Destacando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9394/96 que determina os objetivos da educação escolar o desenvolvimento pleno do indivíduo e sua preparação para a vida e o mundo do trabalho e as providências que se fazem necessárias para atingi-los, foram redefinidas as responsabilidades educacionais de cada esfera de governo e pautadas as reformas que devem ser implementadas, das creches às instituições de Ensino Superior. As diretrizes curriculares nacionais, elaboradas posteriormente pelo Ministério da Educação - MEC, por sua vez, sugerem um novo fazer pedagógico, que para se concretizar, exige uma reestruturação dos sistemas de ensino, bem como a qualificação dos profissionais da educação. O Plano Municipal de Educação de Japeri PME é resultado de uma construção coletiva, envolvendo todos os segmentos educacionais e a sociedade como um todo, diagnosticando a realidade educacional e propondo metas e estratégias para a educação de Japeri, a partir do contexto nacional, da legislação vigente e das necessidades apresentadas pela sociedade. O Plano Municipal de Educação de Japeri é fundamentado pelo Plano Nacional de Educação PNE, Lei nº de 25 de junho de 2014, o qual determina que, a partir dos pressupostos, diretrizes e metas, cada município construa seu Plano de Educação. Essa elaboração cumpriu a legislação e permitiu pensar e repensar a Educação de Japeri, atendendo aos anseios dos munícipes e sendo coerente com toda a conjuntura social, política e cultural do país. Este PME é a proposta de ação da educação no município de Japeri para a década de 2015 a Caracteriza-se pela elaboração coletiva da sociedade japeriense e como projeto de educação. 17
10 A adequação do PME iniciou-se através da publicação da portaria de nomeação da equipe técnica municipal. Constituída a equipe técnica, foi realizada a convocação da sociedade civil, a fim de informar acerca do processo de adequação do referido plano. Nesta ocasião, foram definidos os membros da comissão coordenadora, também nomeados através de portaria. A primeira reunião foi realizada no dia 19 de março de 2015, para a aprovação do cronograma e metodologia de trabalho. No dia 27 de março de 2015, foram realizadas as pré-conferências do PME em todas as Unidades Escolares com o objetivo de fomentar as discussões de estratégias para fundamentar as metas definidas no Plano Nacional de Educação. Após as pré-conferências realizadas nas escolas municipais, a equipe técnica sistematizou as estratégias definidas pelas referidas escolas em um documento, que foi apresentado para a análise e validação pela comissão coordenadora em reunião realizada nos dias 16 e 17 de abril de Após a validação do Plano Municipal de Educação pela comissão coordenadora, foi realizada a Conferência do Plano Municipal de Educação, no dia 7 de maio de 2015, com a participação da sociedade civil e dos órgãos de controle social. Nesta oportunidade, as estratégias estabelecidas a princípio, através das pré-conferências nas Unidades Escolares, foram novamente discutidas e avaliadas com a contribuição de novos atores do cenário social. A participação coletiva é um grande pilar no processo de reformulação do Plano Municipal de Educação, tendo em vista que se trata de uma proposta que deverá nortear os rumos pedagógicos de toda uma sociedade, pois os resultados de uma educação, seja ela de qualidade ou não, atinge a todos de forma direta ou indireta. No entanto, a proposta deste plano é contribuir para a efetiva qualidade da educação do município de Japeri, visando os aspectos pedagógicos e estruturais. 18
11 I - CARACTERIZAÇÃO GERAL DO MUNICÍPIO ASPECTOS HISTÓRICOS A origem do nome Japeri é indígena e denominava uma planta semelhante ao junco que flutuava nos pântanos da região, à qual era chamada de Yaperi (Yapó-Yui) que em tupi-guarani significa aquilo que flutua. Esta denominação substituiu, a partir de janeiro de 1947, o nome de Belém, dado a localidade pelos bandeirantes paulistas, responsáveis por sua fundação e que permaneceram em seu território por quase dois séculos. Contudo, não existiam tribos indígenas assentadas em Belém quando se deu a sua fundação. Os silvícolas que por aqui passavam, eram de tribos itaguaís, que habitavam as terras às margens do rio Guandu, onde se acha hoje o município de Itaguaí. A história de Japeri, contudo, tem início, verdadeiramente, no dia 13 de agosto de 1743, data de sua fundação por Inácio Dias da Câmara Leme, denominado Morgado de Belém. As terras, que até então pertenciam à Freguesia de Paty do Alferes, passou à Freguesia de Sacra Família de Tinguá, a partir de Inácio Leme, o primeiro Morgado, foi mais tarde sucedido por seu pai, Fernando Paes Leme, o Marquês de São João Marcos, que deu a localidade grande desenvolvimento. Além de incentivar a lavoura, montou vários engenhos de açúcar, construiu inúmeras casas, fundou a Igreja do Menino de Deus de Belém, inaugurou a primeira escola (em 1872) e até criou um teatro. Ainda por influência do marquês, foi construída a Estrada de Ferro de Dom Pedro II, cuja estação foi inaugurada em 8 de dezembro de Com a morte de Fernando Paes Leme, seus herdeiros venderam em 1890, todo o acervo da fazenda de Belém à Companhia Industrial de Sede e Ramie, que dissolvida em 1904, distribuiu suas terras entre seus acionistas, sendo a maior parte, vendida à Empresa de Obras Públicas do Brasil, sendo repassada, dois anos depois, para Raimundo Otoni de Castro Maia. A partir desta época, as terras de Belém passam a viver algo que se pode chamar de peregrinação geográfica, sendo anexadas a outras localidades, de tempos em tempos. Em 1906, a localidade, então distrito de Vassouras, cede uma parte de seu território para Nova Iguaçu, anexando-o ao 2º distrito daquele município. No ano seguinte, o distrito de Tairietá volta a ser 7º distrito de Vassouras, e só em 1947, Belém passa a chamar-se Japeri. 19
12 No ano de 1951, a antiga Belém passa a constituir, juntamente com Engenheiro Pedreira, o distrito de Japeri, 6º distrito de Nova Iguaçu. Em seguida, as administrações foram consideradas regionais, por haver um só distrito, duas localidades distintas. Por isso foram criadas as Administrações Regionais de Engenheiro Pedreira e Japeri. Embora não tendo havido medidas complementares, a nova organização serviu para melhorar as relações entre a comunidade e a chefia do executivo municipal. Assim, durante mais de duas décadas, vários nomes passaram pela administração regional de Japeri. A partir de 1989, o município de Nova Iguaçu passou a ter 13 subprefeituras, e no 6º distrito foram criadas duas delas: Japeri e Engenheiro Pedreira. Por esta razão e por estarem politicamente constituídas em um único distrito, surgiu o primeiro movimento de emancipação, visando beneficiar a localidade. Anteriormente, houve a tentativa de anexar o 6º distrito de Nova Iguaçu ao Município de Paracambi. Em seguida, foi efetuada uma nova tentativa de emancipar o 2º e o 6º distrito: Queimados e Japeri, respectivamente. Uma terceira tentativa com o mesmo objetivo foi contida por uma liminar do Tribunal Superior Eleitoral, que vetava a criação de novos municípios. Contudo, um plebiscito em 30 de junho de 1991, com a finalidade de obter a emancipação político-administrativa do distrito, resultou na criação do Município de Japeri, constituído pelas localidades de Japeri, Engenheiro Pedreira, Jaceruba e Rio D Ouro. Dados fornecidos por: Professoras: Rosimar Maria de Souza Profª de História Ivonice Ribeiro Ferraz Profª de Geografia 20
13 ASPECTOS GEOGRÁFICOS Japeri é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro. Localiza-se a uma latitude 22º sul e a uma longitude 43º oeste, estando a uma altitude de 30 metros. Sua população estimada em 2010 era de habitantes. Possui uma área de 82,954 km² e tem como municípios limítrofes Paracambi, Seropédica, Queimados, Miguel Pereira e Nova Iguaçu. Distrito criado com a denominação de Japeri, pela lei estadual nº 1472, de Sede no povoado de Japeri desmembrado do distrito de Belford Roxo, subordinado ao município de Nova Iguaçu. Em divisão territorial datada de 01 de junho de 1960, o distrito de Japeri permaneceu no município de Nova Iguaçu. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 17 de janeiro de Elevado à categoria de município com a denominação de Japeri, pela lei estadual nº 1902, de 02 de dezembro de 1991, desmembrado de Nova Iguaçu. Durante o seu processo de formação sempre esteve sob influência direta da cidade do Rio de Janeiro e de outros municípios da Região Metropolitana, da qual faz parte. POPULAÇÃO Estado do Rio de Janeiro: habitantes Região Metropolitana: habitantes Município de Japeri: habitantes (sendo na área rural) População japeriense distribuída por cor ou raça: Branca 32,8% Negra 14,8% Amarela 01% Parda 50,9% Indígena 0,4% Sem declarar 1,0% 21
14 População residente por grupos de idade: 0 a 4 anos a 9 anos a 19 anos a 29 anos a 39 anos a 49 anos a 59 anos anos ou mais População por unidades (sub-regiões): Japeri: habitantes Engenheiro Pedreira: habitantes Rio D Ouro: habitantes Marajoara: habitantes Pedra Lisa: habitantes Densidade demográfica (hab./km²): 1.166,37 Hidrografia Rios principais: Guandu Ribeirão das Lajes Rio Santana Rio São Pedro Canal do Aníbal Rio dos Poços Canal do Quebra-Coco Rio Santo Antonio Rio Teófilo Cunha 22
15 Clima e solos Clima tropical úmido com incidências de chuvas nos meses de novembro a fevereiro. Temperaturas médias entre 28º e 40º. Em relação ao solo diz-se que é um latossolo alaranjado e amarelo, e hidrográfico, com bastantes rios. Dados fornecidos por: Fundação CIDE (Centro de Informação e Dados do Rio de Janeiro), INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira), DATASUS (do Ministério da Saúde), IBGE e outros. 23
16 HINO DO MUNICÍPIO DE JAPERI Avante cidadão japeriense A vitória conquistou Com a luta e o suor da nossa gente. Mostraremos o amor. Pra defender o patrimônio nacional Em nossa terra trabalhamos com fervor E garantindo a liberdade com harmonia Construindo a alegria do seu povo sonhador Avante cidadão japeriense Já mostrou que és capaz Agora o teu futuro é ir a frente E crescer bem mais, bem mais. És uma célula do Rio de Janeiro Teu coração bate pelo Brasil inteiro Avante cidadão japeriense Vai mostrar a toda gente o seu valor. Pra defender o patrimônio nacional Em nossa terra trabalhamos com fervor E garantindo a liberdade com harmonia Construindo a alegria do seu povo sonhador. Letra: Jorge da Silva Alves Música: Abner Lopes Cardoso 24
17 SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO A Secretaria Municipal de Educação de Japeri SEMED, desempenha um papel relevante no cumprimento das políticas educacionais do governo federal, cumprindo o que estabelece a lei nº 9394/96. Portanto, a missão da SEMED é garantir a aprendizagem significativa e contextualizada através de investimentos na sensibilização e valorização dos educadores da rede municipal, por meio da educação continuada, na tentativa de estimular a função transformadora da escola, com base em um acompanhamento pedagógico efetivo. A SEMED entende o aluno como sujeito ativo, que inova, que transforma e adquire meios através da ação de refazer, de forma significativa, o que já está feito. O aluno deve ser um questionador do mundo, do homem, da sociedade e de si mesmo, com o objetivo de compreender, trabalhar e perpetuar a cultura. É um ser em formação que está buscando seu espaço na sociedade e precisa de mediação e auxílio para a construção do seu conhecimento. A proposta pedagógica da SEMED encontra-se fundamentada nas teorias interacionistas de Vygotsky e Piaget, bem como nas concepções de Paulo Freire. 25
18 II - DIAGNÓSTICOS EDUCAÇÃO INFANTIL A educação das crianças de 0 a 5 anos e 11 meses no Brasil, em especial nos últimos anos, passou por grandes transformações, crescendo de forma acelerada devido às necessidades das famílias e dos argumentos das ciências que investigam o processo de desenvolvimento infantil, cuja inteligência se aperfeiçoa de acordo com os estímulos e experiências vivenciadas. A Constituição Federal de 1988, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA,1990), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9.394/96 com destaque para as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI,2009) define a Educação Infantil como primeira etapa da educação básica, oferecida em creches e pré-escolas, as quais se caracterizam como espaços institucionais não domésticos que constituem estabelecimentos educacionais públicos ou privados que educam e cuidam de crianças de 0 a 5 anos de idade no período diurno, em jornada integral ou parcial, regulados e supervisionados por órgão competente do sistema de ensino e submetidos a controle social. É dever do município garantir a oferta de Educação Infantil pública, gratuita e de qualidade, sem requisito de seleção. Essa Lei tem por finalidade promover o desenvolvimento integral da criança em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade (BRASIL,1996). Na organização política administrativa, estabelecida na Constituição Federal de 1988, compete aos municípios atuar e manter prioritariamente o Ensino Fundamental e a Educação Infantil, em regime de colaboração com o Estado, o Distrito Federal e a União, através da elaboração de políticas, implementação de ações e garantia de recursos. Com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais de Educação Infantil DCNEI, a criança é um sujeito histórico e de direitos que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura. 26
19 A Educação Infantil no município de Japeri tem por finalidade favorecer o crescimento integral e harmônico da criança, através de atividades diversas, voltadas para o desenvolvimento motor, intelectual, emocional e social. Para melhor atender às crianças matriculadas e ampliar as vagas, o governo municipal executou reformas e ampliações nas seguintes Unidades Escolares: E. M. E.I. Creche Janderson Alves Correa, E. M. E. I. Manoel Júlio de Amorim e E. M. E. I. São Jorge e a construção da E. M. E. I. Antonio Jorge Ferreira Aruante. Com base no censo escolar 2014, o município de Japeri atendeu o total de alunos na Educação Infantil. No entanto, ainda é necessário ampliar o número de vagas, para oferecer o acesso à primeira etapa da Educação Básica, conforme determina a legislação vigente. TABELA 1 - QUADRO DEMONSTRATIVO DE ALUNOS MATRICULADOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL POR UNIDADE ESCOLAR UNIDADES ESCOLARES QUE OFERECEM EDUCAÇÃO INFANTIL BAIRROS TOTAL DE ALUNOS MATRICULADOS NA CRECHE TOTAL DE ALUNOS MATRICULADOS NA PRÉ ESCOLA E. M. Amaralina Beira Rio alunos E. M. Antonio Groppo Mucajá alunos E. M. E. I.Creche Janderson Alves Correa São Sebastião 100 alunos ---- E. M. Dom Adriano Hipólito de Oliveira Vila Planetária alunos E. M. E. I. Antônio Jorge Ferreira de Aruante Alecrim 194 alunos ---- E. M. E. l. São Jorge São Jorge 170 alunos ---- E. M. Frei Mauricio Viann Chacrinha alunos 27
20 E. M. Gov. Leonel de Moura Brizola Guandu alunos João XXIII Centro alunos E. M. Manoel Julio de Amorim Santa Amélia 226 alunos ---- E. M. Pastor Aristides Arruda Nova Belém alunos E. M. Pastor Idalécio Ferreira São Jorge alunos E. M. Pastor Tasso Andrade de Oliveira Jardim Delamare alunos E. M. Pedra Lisa Pedra Lisa alunos E. M. Profª. Célia Sobreira Alecrim alunos E. M. Profª. Celita Rodrigues de Andrade Jardim Marajoara alunos E. M. Profª. Etiene de Souza Oliveira São Jorge alunos E. M. Santa Inês Santa Inês alunos E. M. Santa Terezinha Santa Terezinha alunos E. M. Santo Antonio Santo Antonio alunos E. M. Santos Dumont Vila Central alunos E. M. Teófilo Cunha Teófilo Cunha alunos 28
21 E. M. Ver. Dário Lins Cosme e Damião alunos E. M. Ver. Paulo Felix Saudade Vila Laranjal alunos E. M. Vila Conceição Vila Conceição alunos Fonte: Educacenso ENSINO FUNDAMENTAL A Constituição Brasileira define que o acesso ao Ensino Fundamental é obrigatório e gratuito e direito público subjetivo, o não oferecimento pelo poder público ou sua oferta irregular, implica a responsabilidade da autoridade competente. Este Plano Municipal pretende manter o Ensino Fundamental universalizado, sob a responsabilidade do poder público, considerando a relação entre acesso, permanência e qualidade da educação escolar. O direito ao Ensino Fundamental não se refere apenas à matrícula, mas ao ensino de qualidade, até a conclusão. A oferta qualitativa deverá regularizar os percursos escolares, permitindo que crianças e adolescentes permaneçam na escola o tempo necessário para concluírem este nível de ensino, eliminando mais celeremente o analfabetismo e elevando, gradativamente, a escolaridade da população no município. Prevê ainda a infraestrutura física das escolas, generalizando inclusive, as condições para a utilização das tecnologias educacionais em multimídia, contemplando-se desde a construção física, com adaptações adequadas às pessoas com necessidades educacionais especiais, até os espaços especializados de atividades artístico-culturais, esportivas, recreativas e a adequação de equipamentos. A continuidade da oferta dos programas de formação e de qualificação de professores é uma das metas dessa modalidade, bem como o incentivo para que todos os professores busquem constantemente novos saberes e a ascensão intelectual. 29
22 No município de Japeri, o Ensino Fundamental é ofertado em nove escolas privadas e em vinte e nove unidades municipais. TABELA 2 - QUADRO DEMONSTRATIVO DE ALUNOS MATRICULADOS NO ENSINO FUNDAMENTAL UNIDADES ESCOLARES BAIRRO TOTAL DE ALUNOS ATENDIDOS E. M. Amaralina Beira Rio 203 E. M. Antônio Groppo Mucajá 445 E. M. Ary Schiavo Centro 963 E. M. Bernardino de Melo Centro 1193 E. M. Carlos Alberto Morro de Cruzeiro 9 E. M. Darcílio Ayres Raunheitti Nova Belém 220 E. M. Dom Adriano Hipólito Vila Planetária 79 E. M. Duque de Caxias Jardim Itaquaré 597 E. M. Frei Maurício Viann Chacrinha 479 E. M. Governador Leonel de Moura Brizola Guandu 765 E. M. Jardim Belo Horizonte Jardim Belo Horizonte 194 E. M. João XXIII Centro 433 E. M. Pastor Aristides Arruda Nova Belém 730 E. M. Pastor Idalécio São Jorge
23 E. M. Pastor Tasso de Oliveira Andrade Delamare 312 E. M. Pedra Lisa Pedra Lisa 123 E. M. Professora Célia Sobreira Alecrim 1003 E. M. Professora Celita Rodrigues de Andrade Marajoara 369 E. M. Professora Etiene de Souza Oliveira São Jorge 953 E. M. Rio D Ouro Rio D Ouro 236 E. M. Tânia Mara da Silva Carnaval Basílio Santa Amélia 452 E. M. Santa Inês Santa Inês 74 E. M. Santa Terezinha Santa Terezinha 504 E. M. Santo Antonio Santo Antonio 89 E. M. Santos Dumont Vila Central 1209 E. M. Teófilo Cunha Teófilo Cunha 82 E. M. Vereador Dário de Oliveira Lins Cosme e Damião 281 E. M. Vereador Paulo Félix Saudade Laranjal 102 E. M. Vila Conceição Vila Conceição 217 Fonte: Educacenso No total, em 2014, foram atendidos alunos no Ensino Fundamental, distribuídos em 440 turmas, com uma média de 30 a 45 alunos por turma. 31
24 TABELA 3 - QUADRO DEMONSTRATIVO DE ALUNOS MATRICULADOS NA REDE PARTICULAR DE ENSINO UNIDADES ESCOLARES BAIRRO TOTAL DE ALUNOS ATENDIDOS Centro Educacional Santos Mussel Engenheiro Pedreira 68 Educandário Senhor do Bonfim Mucajá 901 Escola Espirita Joanna de Angelis Santa Amélia 106 Centro Educacional Carvalho Braga Mucajá 784 Jardim Escola Recanto do Aprender Ltda Jardim Transmontana 105 Colégio Cenecista Profª Lina Monte Mor Nova Belém 344 APAE JAPERI Centro 34 Centro Educacional Nova Opção Engenheiro Pedreira 221 Centro Educacional Triunfo Ágape Senhor do Bonfim 419 Fonte: Educacenso INDICADORES DA EDUCAÇÃO TABELA 4 - QUADRO DEMONSTRATIVO DE MOVIMENTAÇÃO E RENDIMENTO DE ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL DA REDE MUNICIPAL DE JAPERI ANO ESCOLAR MATR. FREQ. APTOS % NÃO APTOS % % EVASÃO TRANF. DESIST. FALECIDO 1º A. E º A. E º A. E º A. E º A. E
25 6º A. E º A. E º A. E º A. E Total Fonte: Setor de Estatística - SEMED TABELA 5 IDEB DO PRIMEIRO SEGMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL IDEB Observado Metas projetadas Município Japeri Fonte: TABELA 6 IDEB DO PRIMEIRO SEGMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL POR ESCOLA IDEB Observado Metas projetadas ESCOLA E.M. Amaralina E.M. Antonio Groppo E.M. Ary Schiavo E.M. Darcílio Ayres Raunheitti E.M. Dom Adriano Hipolito de Oliveira E.M. Duque de Caxias E.M. Frei Maurício Viann E.M. Governador Leonel de M. Brizola E.M. Jardim Belo Horizonte ***
26 E.M. João XXIII *** E.M. Pastor Aristides Arruda E.M. Pastor Idalécio E.M. Pastor Tasso A. de Oliveira *** E.M. Pedra Lisa E.M. Professora Célia Sobreira E.M. Professora Celita R. Andrade E.M. Professora Etiene de S. Oliveira E.M. Rio D Ouro E.M. Santa Amélia E.M. Santa Terezinha E.M. Santos Dumont E.M. Vereador Dário de O. Lins E.M. Vereador Paulo Felix Saudade *** E.M. Vila Conceição Fonte: TABELA 7 IDEB DO SEGUNDO SEGMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL IDEB Observado Metas projetadas Município Japeri Fonte: 34
27 TABELA 8 IDEB DO SEGUNDO SEGMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL POR ESCOLA IDEB Observado Metas projetadas ESCOLA E.M. Ary Schiavo E.M. Bernardino de Melo E.M. Governador Leonel de M. Brizola E.M. João XXIII *** E.M. Professora Célia Sobreira E.M. Professora Etiene de S. Oliveira E.M. Rio D Ouro E.M. Santa Amélia E.M. Santos Dumont Fonte: ENSINO MÉDIO O Ensino Médio, etapa final da Educação Básica, deve vincular a educação com o mundo do trabalho e a prática social, consolidando a preparação para o exercício da cidadania. Quanto ao financiamento do Ensino Médio, a Emenda Constitucional nº14, assim como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, atribui aos estados a responsabilidade por sua manutenção e desenvolvimento. O município de Japeri possui nove escolas estaduais que oferecem Ensino Médio. 35
28 ENSINO SUPERIOR De acordo com o Art. 45 da LDB, Lei nº 9394/96, A educação superior será ministrada em instituições de Ensino Superior, públicas ou privadas, com variados graus de abrangência ou especialização, tendo por finalidade garantir os seguintes direitos: O estímulo à criação cultural, o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; a formação de diplomados nas diferentes áreas do conhecimento, colaborando na sua formação contínua; o incentivo ao trabalho de pesquisa e investigação científica; A promoção e a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos; o estímulo ao conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais; a prestação de serviços especializados à comunidade, estabelecendo sempre uma relação de reciprocidade. O município de Japeri não conta com nenhuma universidade pública ou privada. Para ter acesso ao Ensino Superior os cidadãos japerienses precisam locomover-se a outras cidades. EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS De acordo com o Art. 37da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9394/96, a Educação de Jovens e Adultos (EJA) será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no Ensino Fundamental e Médio na idade própria. Atualmente, a maior dificuldade que o município de Japeri enfrenta na oferta da Educação de Jovens e Adultos é o alto índice de evasão, bem como questões relacionadas à criminalidade e o consumo de drogas. Percebe-se também uma necessidade de adequação do currículo, a fim de motivar a permanência do aluno na escola, como uma possível estratégia de minimizar a evasão escolar nas turmas de EJA. No ano de 2014, o município de Japeri atendeu, na modalidade EJA, alunos. 36
29 TABELA 5 - QUADRO DEMONSTRATIVO DE ALUNOS MATRICULADOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS UNIDADES ESCOLARES BAIRRO I A IV FASE V A VIII FASE E. M. Ary Schiavo Centro E. M. Bernardino de Melo Centro E. M. Duque de Caxias Centro E. M. Profª Etiene de Souza Oliveira São Jorge Fonte: Educacenso TABELA 6 - QUADRO DEMONSTRATIVO DE MOVIMENTAÇÃO E RENDIMENTO DE ALUNOS DA EJA DA REDE MUNICIPAL DE JAPERI ANO ESCOLAR MATR. FREQ. APTOS % NÃO APTOS % % EVASÃO TRANF. DESIST. FALECIDO 1º FASE º FASE º FASE º FASE º FASE º FASE º FASE º FASE Total Fonte: Setor de Estatística - SEMED EDUCAÇÃO ESPECIAL A deficiência e, consequentemente, a Educação Especial passou por todo um processo histórico de aceitação, onde as pessoas com alguma deficiência eram, normalmente, subestimadas e desvalorizadas e, por isso, não recebiam uma educação adequada. A partir da Declaração Mundial sobre Educação para Todos (1990), em Jomtien, na Tailândia, foi garantido o atendimento às necessidades básicas de aprendizagem a todas as crianças, jovens e adultos. Em seguida, em 1994, realizou-se na Espanha a Declaração 37
30 de Salamanca (na qual o Brasil firmou compromisso), que foi um importante marco no que se refere à educação dos alunos com alguma deficiência, fundamentando o direito de que pudessem estudar junto com os que não possuíam nenhuma deficiência, estabelecendo-se princípios que buscam resgatar e garantir a cidadania das pessoas com necessidades especiais, assegurando-lhes o direito de acesso, permanência e êxito no sistema educacional. Desta forma, a Educação Especial institucionalizada começa a ceder lugar a Educação Inclusiva que vem sendo amplamente difundida e propõe que os alunos com necessidades educacionais especiais sejam incluídos na rede regular de ensino em todos os seus níveis, tendo todos os seus direitos respeitados, como é assegurado também pela Constituição Federal de 1988, Lei de Diretrizes e Bases da Educação LDB, Estatuto da Criança e do Adolescente ECA e a Lei 10436/02. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que em torno de 10% da população mundial tem necessidades especiais em diversas ordens: visuais, auditivas, físicas, intelectuais, múltiplas, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Com isso, a formação de recursos humanos específicos para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais é uma das metas a ser considerada no Plano Municipal de Educação no que se refere à Educação Especial. Sendo assim, o Setor de Educação Especial possui atribuições voltadas para o atendimento específico aos alunos com Necessidades Educacionais Especiais - com alguma deficiência comprovada através de laudo médico ou por necessidades especiais observadas em avaliação pedagógica, realizada pelo professor de Educação Especial, junto ao professor regente e à equipe pedagógica da Unidade Escolar - perpassando por todos os níveis de escolaridade: Educação Infantil, 1º e 2º Segmentos do Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos (EJA), atendendo a alunos com Deficiências Intelectual, Física, Auditiva, Visual e Múltiplas e Transtornos Globais do Desenvolvimento. 38
31 TABELA 7 - QUADRO DEMONSTRATIVO DE OFERTA DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO UNIDADES ESCOLARES CLASSE ESPECIAL SALA DE RECURSOS E. M. Antônio Groppo -- 1 E. M. Frei Maurício 2 -- E. M. Pastor Aristides Arruda 1 2 E. M. Pedra Lisa -- 1 E. M. Profª Celita Rodrigues -- 1 E. M. Profª Etiene de Souza Oliveira 3 -- E. M. Gov. Leonel de Moura Brizola 1 -- E. M. Santa Terezinha -- 1 E. M. Santos Dumont -- 2 E.M. Ver. Paulo Félix Saudade -- 1 Fonte: Setor de Educação Especial - SEMED - Inclusão no Ensino Regular que já vem acontecendo ao longo desses anos e na qual vem oportunizando a conclusão do Ensino Fundamental e o encaminhamento para o Ensino Médio. - Atendimento Educacional Especializado realizado através das Salas de Recursos Multifuncionais (implantadas com recursos federais) ou Sala de Recursos comuns (implantadas pela Secretaria de Municipal de Educação), por profissionais habilitados, no contra turno escolar, tendo o objetivo de complementar ou suplementar o ensino dado na classe regular de ensino, aos 39
32 alunos com necessidades educacionais especiais incluídos em classes regulares. Atualmente, esse atendimento é oferecido nas seguintes Unidades Escolares: E.M. Santos Dumont, E. M. Santa Terezinha, E. M. Antonio Groppo, E. M. Professora Celita Rodrigues, E. M. Pedra Lisa, E. M. Vereador Paulo Félix Saudade, E. M. Pastor Aristides Arruda. - Professor de Apoio Pedagógico profissional habilitado em Educação Especial que terá como atribuição acompanhar o aluno com alguma deficiência, incluído no ensino regular, mediando a aprendizagem do mesmo e dando o suporte necessário ao seu desenvolvimento escolar, realizando o acompanhamento pedagógico e adaptações necessárias ao atendimento às especificidades do educando. Esse trabalho deve ser feito em parceria com o professor regente da turma em que o aluno está incluído e oferecido aos alunos com maiores dificuldades ou mais dependentes. - Professor de Apoio Pedagógico de Surdos profissional habilitado em Educação Especial, com conhecimento de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), que tem como atribuição acompanhar o aluno surdo, mediando a aprendizagem do mesmo e dando o suporte necessário ao seu desenvolvimento escolar, realizando o acompanhamento pedagógico e adaptações necessárias ao atendimento às especificidades do educando. Esse trabalho deve ser feito em parceria com o professor regente da turma em que o aluno está incluído e oferecido ao aluno surdo, no 1º segmento do Ensino Fundamental, quando o professor regente não possuir conhecimento de LIBRAS. - Tradutor e Intérprete de LIBRAS profissional especializado em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), com domínio e fluência da mesma, atuando, principalmente, no 2º segmento do Ensino Fundamental, sendo responsável pela interpretação de todo o conteúdo ministrado pelo professor regente, fazendo a mediação da comunicação entre o aluno surdo, usuário da LIBRAS, e o professor da turma, conforme estabelecido pela Lei nº , de 01/09/2010. Esse profissional não é responsável pelo planejamento e desenvolvimento do conteúdo, sendo essa uma atribuição exclusiva do professor regente, porém será necessário estabelecer uma parceria entre os dois profissionais. 40
33 - Instrutor de LIBRAS profissional surdo responsável por ministrar o Curso de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) para os professores da rede municipal de ensino, principalmente aos que atendem aos alunos surdos, assim como os demais profissionais da Educação e às famílias dos alunos surdos, assegurando aos educandos surdos o ensino bilíngue, conforme regulamentado pelo Decreto nº de 22/12/2005, que regulamenta a Lei nº de 24/05/2004. Além disso, difundir e ensinar a LIBRAS aos alunos surdos do município. - Instrutor de Braille profissional responsável por ministrar o Curso de Técnica de Escrita Braille para os professores da rede municipal de ensino, principalmente aos que atendem a alunos cegos, assim como demais profissionais da Educação. A Educação Especial no município conta com professores habilitados e/ou especializados na área, atendendo a alunos com Deficiências Intelectual, Auditiva, Visual, Física e Transtornos Globais do Desenvolvimento. De acordo com as propostas pedagógicas, a avaliação deve processarse de forma diagnóstica, de caráter contínuo, permitindo detectar potencialidades e dificuldades, para intervir no processo educativo, através de novos encaminhamentos metodológicos, revendo ou avançando o processo. Também deve valorizar as diferentes manifestações culturais, através do respeito às diferenças individuais dos alunos e contemplar a educação dentro das potencialidades e recursos que se encontram disponíveis. O trabalho da escola não pode e não deve ficar restrito apenas à exploração dos conteúdos programáticos, principalmente quando nos referimos ao aluno que apresenta uma deficiência intelectual, como é citado no documento O Acesso de Alunos com Deficiência às Escolas e Classes Comuns da Rede Regular Se ele não chegar a aprender exatamente tudo o que os demais alunos costumam aprender (o que é provável, pois do contrário não haveria déficit intelectual algum), ainda assim ele tem o direito de ser avaliado por aquilo que conseguiu desenvolver e de chegar ao término do Ensino Fundamental, que é básico e obrigatório. A partir daí, ele poderá, além dos cursos tradicionais, optar por cursos profissionalizantes, cursos para jovens e 41
34 adultos, que ainda retomem conteúdos de alfabetização, se necessário. (Ministério Público Federal, 2004, p.50) Diante dos dados levantados, faz-se necessário, entre outras ações, a aplicação da oferta de atendimento especializado, que responda às necessidades educacionais, em todos os níveis de ensino em que o aluno estiver inserido, como assegurado pela LDBEN 9394/96 no Art. 58: Entende-se por educação especial, para os efeitos desta lei, a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais. Assim como, no Art. 59: I currículo, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades; II- terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências, e aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar para os superdotados; III- professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns. GESTÃO DEMOCRÁTICA No Brasil, a educação pública sempre atravessou fases de sérias reflexões, transformações e contradições que até hoje, ainda permanecem. Mediante esses fatos, a gestão é apenas um dos integrantes de todo processo que se constrói e reconstrói, a cada momento. A Constituição Federal de 1988, declara que o Brasil é um Estado Democrático de Direito que tem dentre seus fundamentos a cidadania (art.1, II). Em seu artigo 206, respalda o princípio da gestão democrática como norteador da educação pública. Tendo em vista esta determinação, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB Nº 9394/96), no seu artigo 3º, no inciso VIII, determina: gestão democrática do ensino público na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de ensino, normas que definem e norteiam a prática 42
35 escolar. Ainda no seu artigo 14, dois princípios importantes que não podem ser refutados nas normas municipais que tratam da gestão: I participação de profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; II participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes. O Compromisso Todos pela Educação (Brasil, 2012), decreto que faz parte do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), lançado em 24 de abril do ano de 2007 pelo Ministério da Educação (MEC), transformou vários temas em pautas prioritárias. Entre as vinte e oito diretrizes a serem cumpridas por todos os estados e municípios, estão os artigos que citam: I - Zelar pela transparência da gestão pública na área da educação, garantindo o funcionamento efetivo, autônomo e articulado dos conselhos de controle social. II - Promover a gestão participativa na rede de ensino. A busca efetiva pela melhoria da qualidade da educação são promessas de uma gestão competente baseada na concepção democrático-participativa. A gestão democrática é principalmente caracterizada pela participação de pais, alunos e dos profissionais da educação na gestão da escola. Onde todos começam a se perceber como também responsáveis pelas tomadas de decisões. A escola deve prever tal participação a partir de seus próprios objetivos dentro do seu quadro organizacional, pois o processo de gestão democrática das instituições de ensino representa um importante instrumento de consolidação de democracia em nível de sociedade. A Secretaria Municipal de Educação de Japeri, implementou no ano de 2013, através da resolução 001/CME/2013, os Conselhos Escolares em todas as escolas municipais de Japeri. Atualmente, o maior desafio é o fortalecimento dos referidos Conselhos Escolares. 43
36 indicação. O cargo de gestão das escolas, não é definido por eleição e sim por FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E VALORIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO O Plano de Cargos e Salários dos Profissionais do Magistério do Município de Japeri foi alterado através da Lei Municipal nº 1187/2009 de 21/12/2009. A investidura nos cargos que compõem a carreira dos profissionais do magistério da rede pública municipal ocorrerá com a aprovação em concurso público, posse e efetivo exercício na classe para qual prestou concurso, com nível e referência salarial correspondente à habilitação apresentada no ato de sua posse, cumprida a exigência de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos. O exercício da docência na carreira dos profissionais do magistério exige como qualificação mínima: I - Ensino Médio, na modalidade magistério, para docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. II - Ensino Superior em curso de licenciatura, de graduação plena, com habilitações específicas em área própria, para docência nos anos finais do Ensino Fundamental. III - Funções de especialista em educação no exercício das atividades destas funções, exige como qualificação mínima a graduação em Pedagogia ou Pós- graduação, nos termos do artigo 64 da Lei 9394/96. Os profissionais do magistério têm a data de 1º de janeiro como base para reajuste do piso salarial. Os ocupantes dos cargos de professor da Educação Básica PEBI/PEBII e Especialista em Educação de provimento efetivo da prefeitura municipal de Japeri, serão posicionados nos níveis por formação acadêmica e nas referências por tempo de serviço, guardando entre si percentual de 5% (cinco por cento) por graduação e de 5% (cinco por cento) por tempo de serviço. 44
37 Os profissionais do magistério têm direito às seguintes gratificações: I - Auxílio transporte; II - Gratificação do resíduo anual do FUNDEB, pago de forma igualitária, discriminada no contracheque. III - Verificada a necessidade temporária de excepcional interesse público, admitir-se-á GLP (gratificação por lotação prioritária) ou contratação por tempo determinado nos termos do artigo 37, IX, da Constituição da República Federativa do Brasil. TABELA 8 - QUADRO DEMONSTRATIVO DE ESCALONAMENTO POR QUALIFICAÇÃO E TEMPO DE SERVIÇO Níveis A (Magistério) B (Adicional) C (Graduação) D (Pós-Graduação) REF REF REF REF REF E (Mestrado) anos 1 R$ 1.944,14 2 R$ 2.041,32 3 R$ 2.143,38 4 R$ 2.250,55 5 R$ 2.363, anos 2 R$2.041,32 3 R$ 2.143,38 4 R$ 2.250,55 5 R$ 2.363,06 6 R$ 2.481, anos 3 R$2.143,38 4 R$ 2.250,55 5 R$ 2.363,06 6 R$ 2.481,12 7 R$ 2.605, anos 4 R$ 2.250,55 5 R$ 2.363,06 6 R$ 2.481,12 7 R$ 2.605,29 8 R$ 2.735, anos 5 R$ 2.363,06 6 R$ 2.481,12 7 R$ 2.605,29 8 R$ 2.735,56 9 R$ 2.871, anos 6 R$ 2.481,12 7 R$ 2.605,29 8 R$ 2.735,56 9 R$ 2.871,84 10 R$ 3.014,58 Fonte: Setor de Recursos Humanos SEMED/ Janeiro FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO A Lei de Responsabilidade Fiscal exige o equilíbrio das contas públicas, a partir do entendimento de que as metas devem apresentar resultados positivos entre receitas e despesas. Os constantes investimentos tendem aumentar as despesas e, em contrapartida, há que se buscar mecanismos para incrementar a receita, racionalizando custos e direcionando os recursos para o cumprimento dos índices institucionais, especialmente na área da Educação. Durante muito tempo, a maioria dos municípios teve a função de mero aplicador dos recursos recebidos do Estado e da União. Com o implemento de 45
38 emendas constitucionais que versam sobre a transferência de responsabilidades financeiras para os municípios, mantendo a mesma base arrecadatória destes, os municípios viram-se obrigados a buscarem alternativas administrativas para concretizarem suas metas econômicas e sociais. O município, atento ao enorme compromisso de honrar o cumprimento das metas fiscais e atender a demanda educacional, desenvolve, continuamente, atividades que privilegiem a arrecadação dos tributos a ela atrelados tais como: - Lançamento e distribuição de carnês de IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano), Alvarás e ISS (Imposto Sobre Serviço) nos primeiros meses do ano com incentivos para pagamento à vista; - Ampla divulgação das datas de vencimento e facilidade de pagamento pela rede bancária; - Entrega em domicílio dos carnês remanescente; - Monitoramento da cobrança da Dívida Ativa através de notificações, parcelamentos e cobrança judicial; - Especial atenção é dispensada à avaliação dos imóveis, visando arrecadação de ITBI (Imposto sobre Transferência de Bens Imóveis); - Levantamentos Fiscais nas empresas de prestação de serviços, visando regularização da cobrança de ISS; - Rigoroso controle das DFC s, visando incrementar o índice que determina o retorno de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços); - Acompanhamento do índice populacional, através do IBGE, com vistas à mudança de faixa, otimizando o repasse do FPM (Fundo de Participação dos Municípios); - Retenção do correspondente IR (Imposto de Renda) e ISS sobre as Notas Fiscais de Fornecedores no ramo de prestação de serviços; - Incentivo ao emplacamento de veículos na cidade para aumento da arrecadação do IPVA (Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores). 46
39 Os recursos com os quais o município conta para a manutenção e desenvolvimento da Educação Infantil e Ensino Fundamental são aqueles previstos no orçamento e são responsáveis pela vinculação das receitas institucionais, estas, tidas como um mínimo a ser investido. Porém, o município, para não prejudicar as metas educacionais, não raramente, lança mão de recursos complementares, representados por outras receitas que compõem a totalidade dos recursos orçamentários. O financiamento da educação municipal está previsto na Lei Orgânica Municipal, na Lei de Diretrizes Orçamentárias, na Lei de Orçamento, em seus Planos Plurianuais e no Plano da Secretaria de Educação. Partes dos recursos estão vinculados ao MDE Manutenção e Desenvolvimento do Ensino, conforme art. 212 da Constituição Federal e art. 69 da LDBEN, complementado com recursos próprios oriundos de impostos tributários do município, de repasses estaduais e federais e de verbas de programas do Ministério da Educação e Cultura. Outras fontes de financiamento são: o salário-educação e os recursos recebidos do Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação Básica. 47
40 EDUCAÇÃO III - METAS E ESTRATÉGIAS DO PLANO MUNICIPAL DE Meta 1 Universalizar, até 2016, a Educação Infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de Educação Infantil em creches, de forma a atender, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das crianças de até 3 (três) anos até o final da vigência deste PME. 1.1 Ampliar o número de creches de acordo com a necessidade do município a fim de atender à demanda local. 1.2 Reformar e estruturar as creches existentes para que atendam à população com qualidade, seguindo as diretrizes para a Educação Infantil. 1.3 Garantir que os espaços sejam adequados aos padrões de qualidade e acessibilidade e mobiliados em conformidade com as especificidades infantis. 1.4 Assegurar nas turmas de pré-escola um agente educador. 1.5 Definir, em regime de colaboração com a União, metas de expansão da respectiva rede pública de Educação Infantil, segundo o padrão nacional de qualidade. 1.6 Assegurar que a contratação de todos os profissionais da Educação Infantil, inclusive agentes educadores e lactaristas, seja realizada através da realização de concurso público. 1.7 Ofertar progressivamente a Educação Infantil em horário integral em toda rede pública municipal. 1.8 Garantir a manutenção e expansão de vagas em programas de formação continuada para a atualização permanente e aprofundamento dos conhecimentos dos profissionais que atuam na Educação Infantil. 1.9 Assegurar o fornecimento dos materiais pedagógicos adequados às faixas etárias e às necessidades do trabalho educacional nos estabelecimentos públicos de ensino, de forma que sejam adquiridos/repostos anualmente, tais como, brinquedos, jogos, livros infantis, garantindo acervo diversificado, em quantidade e qualidade adequados. 48
41 1.10 Garantir o cumprimento na Resolução de Matrícula Municipal do que orienta o parecer CNE/CEB nº 17/2012 no que se refere ao quantitativo de crianças da Educação Infantil da mesma faixa etária por turma, respeitada a proporção Garantir espaços, momentos e práticas pedagógicas que promovam a interação, a cultura de pares e o brincar das crianças com segurança e qualidade. Meta 2 Universalizar o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos para toda a população de 6 (seis) a 14 (quatorze) anos e garantir que pelo menos 95% (noventa e cinco por cento) dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência deste PME. 2.1 Construir, ampliar e reformar estabelecimentos de ensino, adequando-os ecologicamente e respeitando o padrão de qualidade de infraestrutura, conforme legislação vigente. 2.2 Dar continuidade às políticas educacionais instituídas e buscar novas alternativas para garantir o acesso e a permanência dos alunos nas escolas. 2.3 Fortalecer o sistema de acompanhamento e de controle do desempenho escolar e da frequência dos alunos para estabelecer estratégias e prevenir a repetência e evasão escolar. 2.4 Acompanhar e avaliar a implementação e o desenvolvimento da proposta pedagógica das unidades municipais de ensino pela equipe técnico-pedagógica da SEMED. 2.5 Ampliar e fortalecer o programa de transporte escolar, com colaboração financeira da União, Estado e Município, de forma a garantir a mobilidade a todos os alunos da rede municipal. 2.6 Intensificar o acompanhamento e o monitoramento do acesso, da permanência e do aproveitamento escolar dos beneficiários de programas de transferência de renda, bem como das situações de discriminação, preconceito e violência na escola, visando ao estabelecimento de condições adequadas para 49
42 o sucesso escolar dos alunos em colaboração com as famílias e com os órgãos públicos de assistência social, saúde e proteção à infância, adolescência e juventude. 2.7 Fortalecer a participação dos pais ou responsáveis no acompanhamento das atividades escolares dos filhos por meio do estreitamento das relações entre escola e família. 2.8 Ampliar a oferta de vagas para o 2º segmento do Ensino Fundamental na rede municipal de ensino. 2.9 Garantir o cumprimento do que determina a Resolução de Matrícula Municipal elaborada de acordo com a legislação específica no que se refere ao limite de alunos em sala de aula, compatível por metro quadrado Estabelecer parcerias com as Secretarias competentes para a identificação e nomeação das escolas de dificílimo e difícil acesso a fim de facilitar a mobilidade dos alunos, oferecendo transporte escolar de qualidade que atenda às especificidades dos mesmos Promover a relação das escolas com instituições e movimentos culturais, a fim de garantir a oferta regular de atividades culturais para a livre fruição dos alunos dentro e fora dos espaços escolares, assegurando ainda que as escolas se tornem polos de criação e difusão cultural Promover atividades de desenvolvimento e estímulo à habilidades esportivas nas escolas, interligadas a um plano de disseminação dos desportos educacionais e de desenvolvimento esportivo nacional. Meta 3 Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 (quinze) a 17 (dezessete) anos e elevar, até o final do período de vigência deste PME, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85% (oitenta e cinco por cento). 3.1 Estimular a participação dos adolescentes nos cursos das áreas tecnológicas e científicas. 50
43 3.2 Apoiar e incentivar as organizações estudantis, como espaço de participação e exercício da cidadania. 3.3 Criar condições, ainda no Ensino Fundamental, para a garantia da permanência e do sucesso do aluno na escola. 3.4 Promover busca ativa de jovens fora da escola, pertencentes aos segmentos populacionais considerados, em parceria com as áreas de assistência social, saúde e proteção à juventude. 3.5 Implementar ações de formação continuada para o corpo docente. 3.6 Incentivar a participação dos jovens no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) como critério de acesso à educação superior, fundamentado em matriz de referência do conteúdo curricular do Ensino Médio. 3.7 Acompanhar as políticas de combate à violência na escola e a construção de cultura da paz e fortalecimento das relações interpessoais na promoção de informação e ações voltadas para o desenvolvimento das aprendizagens, da cultura, lazer, esporte e diversão. 3.8 Articular com a Secretaria de Estado de Educação (SEEDUC), a promoção de programas de educação de jovens e adultos para a população urbana e do campo na faixa etária de 15 a 17 anos, com qualificação social e profissional para jovens que estejam fora da escola e com defasagem idade-ano. Meta 4 Universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo, de salas de recurso multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados. 4.1 Garantir a todos os profissionais da educação (professores, orientadores e profissionais de apoio) programas sistemáticos de formação e qualificação, com conteúdos pertinentes à Educação Inclusiva. 51
44 4.2 Favorecer e apoiar, através das Salas de Recursos, a inclusão do educando com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, fornecendo-lhes estímulos adicionais para um atendimento mais efetivo nas classes regulares. 4.3 Prover nas escolas recursos específicos para garantir o acesso e permanência aos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. 4.4 Estabelecer mecanismos de cooperação com empresas, desenvolvendo uma política de educação para o trabalho e qualificação profissional. 4.5 Estabelecer um sistema de informações com dados fidedignos sobre a população a ser atendida pela Educação Especial, a serem coletados pelo censo educacional e pelos censos populacionais, indicando as suas especificidades e tipos de deficiências. 4.6 Assegurar o acesso à escola para os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, através do transporte escolar adaptado, sempre com a presença de monitor. 4.7 Contemplar no Plano Político Pedagógico da escola, a oferta da Educação Inclusiva, observando metodologia, diretrizes curriculares, sistema de avaliação e de promoção, garantindo o acesso, a permanência e a conclusão do Ensino Fundamental conforme a legislação vigente. 4.8 Oferecer Professor de Apoio Pedagógico com conhecimento de LIBRAS, para acompanhar os alunos surdos e deficientes auditivos (da Educação Infantil e do 1º segmento), usuários da LIBRAS, para trabalhar junto ao professor regente da classe regular, caso esse não possua domínio da referida língua. 4.9 Oferecer Tradutor e Intérprete de LIBRAS, no 2º Segmento do Ensino Fundamental Oferecer Professor de Apoio Pedagógico para acompanhar os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, mais comprometidos atuando junto ao professor regente da classe regular, respeitando-se às especificidades dos mesmos. 52
45 4.11 Criar Núcleo de Apoio Especializado com equipe multidisciplinar, composta por pedagogos, psicopedagogos, psicólogos, fonoaudiólogos e assistentes sociais até Garantir a redução de 10% (dez por cento) de alunos por turma sob o quantitativo máximo previsto na Resolução de Matrícula Municipal quando houver alunos com deficiência comprovada por laudo médico, salvo os casos em que o aluno tenha acompanhamento do profissional de apoio pedagógico Estabelecer parcerias com as Secretarias e instituições competentes para realizar a avaliação e fornecer laudo quando for comprovado diagnóstico pelo profissional de saúde Solidificar parcerias com as famílias visando conscientizá-las das possibilidades e dos objetivos que devem ser trabalhados para promover o desenvolvimento cognitivo, social e afetivo do educando. Meta 5 Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º (terceiro) ano do Ensino Fundamental. 5.1 Instituir um grupo de professores alfabetizadores para crianças até o final do 3 ano do Ensino Fundamental nos sistemas de ensino, assegurando uma política municipal de alfabetização que contemple a formação continuada. 5.2 Assegurar progressivamente, em regime de cooperação e colaboração, jornada escolar ampliada, integral e integrada, com a garantia de espaços e tempos apropriados às atividades educativas, assegurando a estrutura física em condições adequadas e profissionais habilitados. 5.3 Garantir a alfabetização bilíngue (Libras e Língua Portuguesa) aos alunos com deficiência auditiva e a aprendizagem do código Braille para os alunos com deficiência visual. 5.4 Estimular a formação inicial e promover a formação continuada de professores para a alfabetização de crianças, com o conhecimento de novas tecnologias educacionais e práticas inovadoras. 53
46 5.5 Construir bibliotecas e/ou salas de leitura em todas as unidades escolares até 2018, com mobiliário, tecnologias e acervo adequados. 5.6 Promover e fortalecer ações, visando a integração entre escola, família e comunidade. 5.7 Promover a capacitação de professores, para atuarem como mediadores da leitura, de acordo com a especificidade das diferentes etapas do desenvolvimento e da aprendizagem. 5.8 Desenvolver estratégias pedagógicas e psicopedagógicas de acompanhamento que favoreçam os alunos do 1º ao 3º ano de escolaridade que apresentam defasagem no processo da alfabetização. 5.9 Garantir os recursos didáticos necessários para o desenvolvimento do trabalho pedagógico em todas as unidades escolares da rede municipal de ensino Garantir na Resolução de Matrícula Municipal, no que se refere ao quantitativo de alunos, o máximo de 25 alunos por turmas do ciclo de alfabetização. Meta 6 Oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50 % (cinquenta por cento) das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% (vinte e cinco por cento) dos alunos da educação básica, até o final da vigência deste plano. 6.1 Manter, em regime de colaboração com a união, programa de ampliação e reestruturação do espaço físico das escolas públicas, por meio da instalação de quadras poliesportivas, laboratórios, inclusive de informática, espaços para atividades culturais, bibliotecas, auditórios, cozinhas, banheiros e outros equipamentos, bem como da produção de material didático da formação de recursos humanos para a educação em tempo integral. 6.2 Garantir profissionais concursados de Educação Física, Artes e Professores de Educação Básica II atuando como implementadores de leitura para atuação 54
47 no 1º Segmento do Ensino Fundamental, com objetivo de ampliar a jornada escolar dos alunos e garantir 1/3 de planejamento para os docentes até Garantir no espaço escolar apoio técnico-pedagógico multidisciplinar (psicólogo e psicopegagogo) para acompanhamento e desenvolvimento de trabalhos e projetos coletivos de professores e alunos, envolvendo grupos de diferentes faixas etárias, implementados em tempo integral. 6.4 Assegurar condições para a habilitação dos alunos em estratégias de pesquisa (bibliográfica e/ou temática, seja nas bibliotecas ou na Internet) sob a orientação de professores para o desenvolvimento de projetos interdisciplinares. 6.5 Ampliar gradualmente a jornada escolar, com o objetivo de implantar a escola de tempo integral que abranja um período de, pelo menos, sete horas diárias, considerando atividades que desenvolvam as múltiplas dimensões humanas e disponibilizando infraestrutura física, humana e de material às respectivas unidades escolares. Meta 7 Fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem, de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o Ideb: 6,0 nos anos iniciais do Ensino Fundamental; 5,5 nos anos finais do Ensino Fundamental; 5,2 no Ensino Médio. 7.1 Orientar a rede municipal de ensino de forma a buscar atingir as metas do Ideb, diminuindo as diferenças entre as escolas com os menores índices e a média nacional, garantindo equidade da aprendizagem. 7.2 Instituir processo contínuo de autoavaliação do sistema de ensino, das escolas de educação básica, por meio da constituição de instrumentos de avaliação que orientem as dimensões a serem fortalecidas, destacando-se a elaboração de planejamento estratégico, a melhoria contínua da qualidade educacional, a formação continuada dos profissionais da educação e o aprimoramento da gestão democrática. 55
48 7.3 Executar o Plano de Ação Articulada PAR e o Plano Plurianual PPA em consonância com o Plano Municipal de Educação, tendo em vista, as metas e estratégias estabelecidas para a Educação Básica pública. 7.4 Estabelecer diretrizes pedagógicas para a Educação Básica com definição curricular comum, com objetivos de aprendizagem e desenvolvimento dos alunos para cada ano do Ensino Fundamental, respeitando a diversidade local e as necessidades das comunidades do campo. 7.5 Fortalecer os programas de combate à evasão escolar, bem como fomentar as estratégias de atuação com o Conselho Tutelar, intensificando a relação família e escola, conforme legislação vigente. 7.6 Atribuir aos Conselhos Escolares, propostas de atuação referentes à fiscalização dos mecanismos de combate à evasão escolar, através da participação na elaboração de estratégias e acompanhamento do aluno infrequente. 7.7 Garantir nos currículos escolares conteúdos sobre a história e as culturas afro-brasileiras e indígenas e implementar ações educacionais, nos termos das leis nº de 9 de janeiro de 2003, e , de 10 de março de 2008, assegurando-se a implementação das respectivas diretrizes curriculares nacionais, por meio de ações colaborativas com fóruns de educação para a diversidade étnico-racial, conselhos escolares, equipes pedagógicas e sociedade civil. 7.8 Estabelecer padrões e parâmetros de qualidade para a educação básica pública, valorizando a dimensão humana, com base no perfil do alunado e do corpo de profissionais da educação, nas condições de infraestrutura e localização geográfica das escolas, nos recursos pedagógicos disponíveis, nas características da gestão e em outras dimensões relevantes, considerando as especificidades das modalidades de ensino. 7.9 Desenvolver práticas pedagógicas privilegiando os diversos saberes, as múltiplas leituras e linguagens, visando inserir o aluno no contexto educacional vigente Realizar estudos e análises de dados referentes às avaliações externas estaduais e federais de todas as escolas públicas do Ensino Fundamental para 56
49 subsidiar a elaboração do plano de ação e intervenção pedagógica nas escolas que não atingiram a meta do IDEB. Meta 8 Elevar a escolaridade média da população de 18 (dezoito) a 29 (vinte e nove) anos, de modo a alcançar, no mínimo, 12 (doze) anos de estudo no último ano de vigência deste plano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% (vinte e cinco por cento) mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. 8.1 Implementar programas de Educação de Jovens e Adultos (EJA), em âmbito municipal, e ampliar oferta de programas em parceria com outros órgãos governamentais que atendam à população que esteja fora da escola e com defasagem idade-ano, criando estratégias para garantir a continuidade da escolarização durante a vigência deste PME. 8.2 Criar convênios com instituições de cursos profissionalizantes tendo como condições de ingresso que o aluno esteja matriculado e frequente regularmente às aulas. 8.3 Promover busca ativa de jovens e adultos fora da escola pertencentes aos segmentos populacionais considerados, em parceria com as áreas de assistência social, saúde e proteção à juventude. 8.4 Ampliar a parceria com a guarda municipal para efetivação do programa de ronda escolar, cotidianamente, visando promover segurança e favorecer a redução da evasão escolar. 8.5 Garantir o transporte escolar para os alunos da EJA no horário noturno. Em casos específicos, o município deverá garantir que seja oferecido no horário de entrada e saída dos alunos. 8.6 Ofertar a EJA no horário diurno. 57
50 Meta 9 Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 (quinze) anos ou mais para 93,5% (noventa e três inteiros e cinco décimos por cento), erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% (cinquenta por cento) a taxa de analfabetismo funcional até o final da vigência deste PME, 9.1 Realizar o diagnóstico de jovens e adultos com Ensino Fundamental e Médio incompletos, para identificar a demanda ativa por vagas e promover chamada pública em parceria com entidades representativas, a fim de informar ao público alvo sobre a oferta de vagas. 9.2 Estabelecer parcerias entre rede estadual e municipal, na oferta de Educação de Jovens e Adultos com garantia de continuidade da escolarização básica. 9.3 Acompanhar, sistematicamente, o currículo dos cursos da EJA, de forma a adequá-los às características da clientela e promover a eliminação gradual da necessidade de sua oferta. 9.4 Proporcionar a correção do fluxo criando programas de aceleração de estudos e classes de progressão previstas na lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. 9.5 Considerar, nas políticas públicas de jovens e adultos, as necessidades dos idosos, com vistas à promoção de políticas de erradicação do analfabetismo, ao acesso à tecnologias educacionais e atividades recreativas, culturais e esportivas, à implementação de programas de valorização e compartilhamento dos conhecimentos e experiências dos idosos e à inclusão dos temas do envelhecimento e da velhice nas escolas. 9.6 Promover cursos de alfabetização e seminários de capacitação específicos para os profissionais que atuam na EJA. 9.7Garantir material didático apropriado a essa modalidade de ensino, oportunizando a participação dos profissionais especializados e atuantes na EJA, na elaboração, seleção ou adoção dos mesmos. 9.8 Reduzir em, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) a taxa de repetência e evasão na EJA, até o final do ano de
51 9.9 Incentivar continuamente a expressão e preservação das manifestações artísticas e culturais, oriundas das comunidades onde estão inseridos os alunos da EJA. Meta 10 Oferecer, no mínimo, 25% (vinte e cinco por cento) das matrículas de educação de jovens e adultos, nos ensinos fundamental e médio, na forma integrada à educação profissional Implementar parcerias institucionais para formação profissional dos alunos da EJA no próprio município, de acordo com as demandas profissionais locais e regionais até Buscar parcerias, a fim de propor uma Educação Profissional concomitantemente com a escolarização dos educandos, visando desenvolver competências voltadas para a qualificação de jovens e adultos participantes da EJA. Meta 11 Triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta de pelo menos 50% (cinquenta por cento) da expansão do segmento público Criar parcerias com a rede estadual a fim de otimizar espaços físicos disponíveis para a implementação e oferta de cursos profissionalizantes Fomentar a expansão da oferta da educação profissional técnica de nível médio nas redes públicas estaduais de ensino. Meta 12 Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% (cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população de 18 (dezoito) a 24 (vinte e quatro) anos, assegurada a qualidade da 59
52 oferta e expansão para, pelo menos, 40% (quarenta por cento) das novas matrículas, no segmento público Estabelecer a relação entre o município e as instituições de ensino superior, visando a atender as demandas da sociedade japeriense, referente à Educação Superior Estimular a implantação de instituições de Ensino Superior públicas e/ou privadas no município Buscar parcerias junto aos consórcios de Ensino Superior à distância para a implantação de polos no município, utilizando espaços públicos disponíveis. Meta 13 Elevar a qualidade da educação superior incentivando a formação de mestres e doutores Incentivar os munícipes a se matricularem nos cursos de mestrado e doutorado, oportunizando-os a fazer parte do corpo docente da Educação Superior em cidades da região Incentivar os professores da rede municipal a participarem de cursos de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado). Meta 14 Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de (sessenta mil) mestres e (vinte e cinco mil) doutores Estimular o corpo docente da rede municipal a cursar mestrado e doutorado através de plano de carreira que remunere os mesmos pelo nível acadêmico até Estimular através de convênios com as redes públicas e privadas de Educação Superior à oferta de vagas nos cursos de pós-graduação nas áreas de educação para os professores da Educação Básica do município. 60
53 Conceder direito à licença remunerada aos profissionais da educação pelo período da proposta do curso, garantindo a continuidade de pesquisas para desenvolvimento de dissertações e teses no ambiente escolar. Meta 15 Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 (um) ano de vigência deste PME, política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do caput do art. 61 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, assegurando que todos os professores e as professoras da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam Aderir a cursos e programas especiais para assegurar formação específica na educação superior, nas respectivas áreas de atuação, aos docentes com formação de nível médio na modalidade normal, não licenciados ou licenciados em área diversa da de atuação docente, em efetivo exercício Fortalecer a divulgação das vagas de graduação ofertadas pelo Plano Nacional de Formação dos professores da Educação Básica (Parfor), a fim de incentivar a formação em nível superior dos profissionais que atuam no município de Japeri Garantir redução de carga horária no período de 2 horas para profissionais da educação estatutários estudantes de graduação durante o período de avaliações. Meta 16 Formar, em nível de pós-graduação, 50% (cinquenta por cento) dos professores da educação básica, até o último ano de vigência deste PME, e garantir a todos (as) os (as) profissionais da educação básica formação continuada em sua área de atuação, considerando as necessidades, demandas e contextualizações dos sistemas de ensino. 61
54 16.1 Divulgar aos docentes a oferta de bolsa de estudos para pós-graduação dos professores e demais profissionais da Educação Básica Criar convênios com instituições de Ensino Superior, preferencialmente públicas, para garantir a oferta de vagas nos cursos de pós-graduação para os profissionais da rede municipal de ensino de Japeri Criar e manter programas de formação para o corpo docente, administrativo e equipe de serviços auxiliares das Unidades Escolares, visando ao atendimento de qualidade a todos os alunos Promover cursos destinados à formação dos servidores públicos municipais e conselheiros que estejam diretamente envolvidos com a execução e avaliação do Programa de Alimentação Escolar, seja na SEMED, no Conselho de Alimentação Escolar ou nas Unidades Escolares Intensificar e qualificar a formação dos gestores escolares através de curso específico para atuação. Meta 17 Valorizar os(as) profissionais do magistério das redes públicas de educação básica, de forma a equiparar seu rendimento médio ao dos(as) demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência deste PME Instituir uma comissão paritária de profissionais do sistema municipal de ensino, formada por membros do Sindicato dos Profissionais da Educação e membros da Administração Pública para subsidiar os órgãos competentes na reestruturação e implementação do plano de carreira, cargos e salários unificado Adequar o plano de carreira para os profissionais da educação (magistério e funcionários administrativos) da rede pública municipal de Japeri, de forma que não haja perda salarial quando se comparado com outros profissionais do mesmo nível de escolaridade Instituir o escalonamento vertical da remuneração de todos os profissionais estatutários vinculados à Secretaria Municipal de Educação, sendo automático 62
55 de acordo com o tempo de serviço, para triênio, elevando a classificação de 5% para o mínimo de 12% Instituir o escalonamento horizontal da remuneração de todos os profissionais estatutários vinculados à Secretaria Municipal de Educação, de acordo com níveis de formação acadêmica Estimular a formação docente, por meio da concessão de licenças com vencimento para cursos de mestrado e doutorado, incorporando o curso de doutorado no plano de carreira municipal, após a aprovação do referido plano. Meta 18 Assegurar, no prazo de 2 (dois) anos, a existência de planos de carreira unificados para os (as) profissionais estatutários vinculados à Secretaria Municipal de Educação de todos os sistemas de ensino e, para o plano de carreira dos (as) profissionais da educação básica pública, assegurando remuneração progressiva do piso salarial vigente no município 18.1 Instituir gratificação por regência de turma a todos os profissionais em exercício de docência Fomentar a oferta de cursos técnicos em nível médio destinados à formação de funcionários técnicos administrativos estatutários lotados nas unidades escolares para as áreas de multimeios e manutenção da infraestrutura escolar Instituir gratificação por difícil e dificílimo acesso para os profissionais estatutários vinculados à Secretaria Municipal de Educação, que atuam em escolas com dificuldade de acesso. Meta 19 Assegurar condições, no prazo de 2 (dois) anos, para a efetivação da gestão democrática da educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta pública à comunidade escolar, no âmbito das escolas públicas, prevendo recursos e apoio técnico da União para tanto. 63
56 19.1 institucionalizar a eleição através de consulta pública à comunidade escolar para o cargo de gestor e subgestor das instituições municipais de educação até Garantir o caráter de transparência e publicidade para as eleições diretas da gestão escolar na rede pública municipal de ensino Definir regras para a eleição, reeleição, nomeação e exoneração dos membros da gestão escolar, através de criação de fórum específico, com representatividade dos segmentos componentes da comunidade escolar, segmentos de classe e Conselho Municipal de Educação Zelar pela transparência da gestão pública na área da educação, garantindo o funcionamento efetivo, autônomo e articulado dos conselhos de controle social Fomentar e apoiar os Conselhos Escolares, envolvendo as famílias dos educandos, com as atribuições, dentre outras, de zelar pela manutenção da escola e pelo monitoramento das ações e consecução das metas e dos compromissos estabelecidos Estimular o fortalecimento dos Conselhos Escolares e do Conselho Municipal de Educação como instrumento de participação na gestão escolar e educacional, inclusive por meios de programas de formação de conselheiros dando condições para o seu funcionamento autônomo Viabilizar a construção, implementação, consolidação e avaliação do Projeto Político Pedagógico em cada instituição de ensino, de acordo com a concepção de escola democrática, inclusiva e participativa Fortalecer as instâncias colegiadas para proceder à fiscalização da qualidade da merenda escolar. 64
57 Meta 20 Ampliar o investimento público em educação pública de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% (sete por cento) do Produto Interno Bruto (PIB) do País no 5º (quinto) ano de vigência desta Lei e, no mínimo, o equivalente a 10% (dez por cento) do PIB ao final do decênio Garantir o pleno funcionamento do Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos profissionais da Educação (CACS FUNDEB), promovendo a formação continuada de seus membros, com vistas ao acompanhamento e fiscalização da execução e prestação de contas dos recursos destinados à educação pública do município Obter recursos financeiros junto às esferas federal e estadual, por meio de apresentação de projetos para melhorar a qualidade de ensino público do município Garantir fontes de financiamento permanentes e sustentáveis para todos os níveis, etapas e modalidades da educação básica pública, observando-se as políticas de colaboração entre os entes federados Assegurar a publicidade e transparência das ações do conselho do FUNDEB, conforme determina a lei /11 65
58 IV - MECANISMOS DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Um documento da importância e competência de um Plano Municipal de Educação deve prever mecanismos de acompanhamento e avaliação que garantam segurança no prosseguimento das ações ao longo do tempo. Adaptações e medidas corretivas podem ser necessárias, e dependerão de uma constante avaliação de percurso. A implantação e desenvolvimento do PME precisa de uma coordenação geral que será exercida, continuamente, pelo Conselho Municipal de Educação e pelo CACS FUNDEB, que conta com representações de vários segmentos, além de ter, entre suas atribuições, a de acompanhar e fiscalizar as políticas educacionais no Município. À Secretaria Municipal de Educação cabe um importante papel indutor no desenvolvimento do PME, como gestora de sua própria rede e como interlocutora com as demais redes presentes no município. A avaliação do PME deve valer-se de dados e análises quantitativas e qualitativas fornecidos pelos sistemas federal e estadual de avaliação e informação educacional, bem como desenvolver seu próprio sistema para tal fim. A avaliação contínua do PME deverá reunir indicadores para a primeira avaliação periódica do plano, a ser realizada em As próximas avaliações periódicas dar-se-ão a cada dois anos, até a conclusão do decênio. Para as avaliações periódicas, o Conselho Municipal de Educação deverá preparar documento com os indicadores para a avaliação do plano, apontando em que medida as metas estão sendo atingidas. As metas e estratégias deste plano poderão ser alcançadas se ele for concebido e acolhido como um Plano de Governo, e, por isso, assumido como um compromisso da sociedade para consigo mesma. Sua discussão e aprovação pela Câmara Municipal, num contexto de expressiva participação social, o acompanhamento e avaliação conforme acima delineados são fatores 66
59 decisivos para que a educação contribua para a produção de grandes mudanças para o desenvolvimento, a inclusão e a cidadania do povo japeriense. 67
60 ANEXOS Este conjunto de tabelas traz informações sobre população, Produto Interno Bruto (PIB), Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), Índice de Desenvolvimento da Infância (IDI) e taxa de analfabetismo. Também há estatísticas sobre a educação no Município. Observe o título de cada tabela, que indicará se a informação se refere à Rede Municipal, ou à Rede Estadual no município. Os indicadores cuja fonte dos dados não é indicada nas tabelas foram gerados pelo Inep / MEC. População(1) (Localização/ Faixa Etária) Tabela 1. Informações sobre o Município de Japeri Ano 0 a 3 anos 4 a 5 anos 6 a 14 anos 15 a 17 anos 18 a 24 anos 25 a 34 anos 35 anos ou Mais Total Fonte: (1) IBGE - CENSO 2000 E 2010 e Contagem 2007; (2) IBGE , A preços correntes (1 000 R$); (3) Índice de Desenvolvimento Humano - PNUD ; (4) Índice de Desenvolvimento da Infância - Unicef ;(5) IBGE - Censo Demográfico de 2000 Urbana Rural Total PIB(2) IDH(3) IDI(4) Taxa de analfabetismo(5) População de População de 10 a anos ou anos mais Tabela 2. Taxa de Escolarização Líquida no Municipio de Japeri Fundamental (7 a 14 anos) Ensino Médio (15 a 17 anos) Fonte:1) IBGE - Censo Demográfico de
61 Tabela 3. Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB Ano Anos Iniciais do Ensino Fundamental IDEB Metas Observado Anos Finais do Ensino Fundamental IDEB Observado Metas Ensino Médio IDEB Observado Metas - Total Rede Pública Brasil Rede Estadual Rede Municipal Rede Privada
62 Rede Estadual do seu Estado Rede Estadual do seu Município Rede Municipal do seu Município Tabela 4-A. Resultado da Prova Brasil - Rede Estadual em Japeri SÉRIE/ANO Ano Matemática 4ª SÉRIE 5º ANO 8ª SÉRIE 9º ANO Língua Portuguesa Padronizaçã o Matemática Padronização Língua Portuguesa
63 Tabela 4-B. Resultado da Prova Brasil - Rede Municipal em Japeri SÉRIE/ANO Ano Matemática 4ª SÉRIE 5º ANO 8ª SÉRIE 9º ANO Língua Portuguesa Padronização Matemática Padronização Língua Portuguesa Tabela 5. Desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM - Redes em Japeri Nível Ano Média Total Média da prova (Redação e Prova objetiva Objetiva) Rede Federal 2009 Rede Estadual Rede Privada Tabela 6-A. Número de Escolas por Etapa de Ensino - Rede Estadual em Japeri Educação Infantil Ensino Fundamental Ensino Médio Ano Urbana Rural Total Urbana Rural Total Urbana Rural Total Nota: As informações de cada escola podem ser obtidas no sistema Data Escola Brasil, do Inep / MEC. Tabela 6-B. Número de Escolas por Etapa de Ensino - Rede Municipal em Japeri Educação Infantil Ensino Fundamental Ensino Médio Ano Urbana Rural Total Urbana Rural Total Urbana Rural Total Nota: As informações de cada escola podem ser obtidas no sistema Data Escola Brasil, do Inep / MEC. 71
64 Tabela 7-A. Número de Escolas Rurais em Áreas Específicas - Rede Estadual em Japeri Áreas Ano Número de Escolas Escola do Campo Escola em Área de Assentamento Escola em Área Remanescente de Quilombola Escola Comunidade Indígena Nota: As informações de cada escola podem ser obtidas no sistema Data Escola Brasil, do Inep / MEC. Tabela 7-B. Número de Escolas Rurais em Áreas Específicas - Rede Municipal em Japeri Áreas Ano Número de Escolas Escola do Campo Escola em Área de Assentamento Escola em Área Remanescente de Quilombola
65 Escola Comunidade Indígena Nota: As informações de cada escola podem ser obtidas no sistema Data Escola Brasil, do Inep / MEC. Tabela 8-A. Número de Escolas por Modalidade e Etapa de Ensino - Rede Estadual em Japeri Número de Escolas Modalidade/Etapa Ano Urbana Rural Total CRECHE PRÉ-ESCOLA ANOS INICIAIS do Ensino Fundamental ANOS FINAIS do Ensino Fundamental EJA - Fundamental - Anos Iniciais - Presencial
66 EJA - Fundamental - Anos Iniciais - Semipresencial EJA - Fundamental - Anos Finais - Presencial EJA - Fundamental - Anos Finais - Semipresencial EJA - Fundamental de 1 a 8 - Presencial ENSINO MÉDIO EJA - ENSINO MÉDIO Salas de aula da rede estadual Existentes
67 Utilizadas Existentes Utilizadas Tabela 8-B. Número de Escolas por Modalidade e Etapa de Ensino - Redes Municipais em Japeri Modalidade/Etapa Número de Escolas Ano Urbana Rural Total CRECHE PRÉ-ESCOLA ANOS INICIAIS do Ensino Fundamental ANOS FINAIS do Ensino Fundamental EJA - Fundamental - Anos Iniciais - Presencial
68 EJA - Fundamental - Anos Iniciais - Semipresencial EJA - Fundamental - Anos Finais - Presencial EJA - Fundamental - Anos Finais - Semipresencial EJA - Fundamental de 1 a 8 - Presencial ENSINO MÉDIO EJA - ENSINO MÉDIO Tabela 9-A. Matrículas por Modalidade, Etapa e Turno - Rede Estadual em Japeri Modalidade Etapa CRECHE Urbana Matrículas por Ano Rural Ano D-4 D+4 N-4 N+4 T D-4 D+4 N-4 N+4 T Total
69 PRÉ-ESCOLA ANOS INICIAIS do Ensino Fundamental ANOS FINAIS do Ensino Fundamental EJA - Fundamental - Anos Iniciais Presencial EJA - Fundamental - Anos Iniciais - Semipresencial EJA - Fundamental - Anos Finais Presencial EJA - Fundamental - Anos Finais - Semipresencial
70 EJA - Fundamental de 1 a 8 - Presencial ENSINO MÉDIO EJA - ENSINO MÉDIO Legenda para matrículas por turno: D-4: Diurno (Início das aulas antes das 17h) - Menos de 4h/aula/dia D+4: Diurno (Início das aulas antes das 17h) - 4h/aula/dia ou mais N-4: Noturno (Início das aulas a partir das 17h) - Menos de 4h/aula/dia N+4: Noturno (Início das aulas a partir das 17h) - 4h/aula/dia ou mais T: Total Tabela 9-B. Matrículas por Modalidade, Etapa e Turno - Rede Municipal em Japeri Modalidade Etapa Matrículas por Ano Urbana Rural Ano D-4 D+4 N-4 N+4 T D-4 D+4 N-4 N+4 T Total CRECHE PRÉ-ESCOLA
71 ANOS INICIAIS do Ensino Fundamental ANOS FINAIS do Ensino Fundamental EJA - Fundamental - Anos Iniciais - Presencial EJA - Fundamental - Anos Iniciais - Semipresencial EJA - Fundamental - Anos Finais - Presencial EJA - Fundamental - Anos Finais - Semipresencial EJA - Fundamental de 1 a 8 - Presencial ENSINO MÉDIO
72 EJA - ENSINO MÉDIO Legenda para matrículas por turno: D-4: Diurno (Início das aulas antes das 17h) - Menos de 4h/aula/dia D+4: Diurno (Início das aulas antes das 17h) - 4h/aula/dia ou mais N-4: Noturno (Início das aulas a partir das 17h) - Menos de 4h/aula/dia N+4: Noturno (Início das aulas a partir das 17h) - 4h/aula/dia ou mais T: Total Tabela 10-A. Funções Docentes por Modalidade e Etapa de Ensino - Rede Municipal em Japeri (Cont.) Modalidade/Etapa Funções Docentes Ano C/Lic C/Gr C/EM C/NM S/EM Total Legenda para Funções Docentes: C/Lic - com Licenciatura; C/Gr - com Graduação; C/EM - com Ensino Médio; C/NM - com Normal Médio; S/EM - sem Ensino Médio. CRECHE PRÉ-ESCOLA ANOS INICIAIS do Ensino Fundamental ANOS FINAIS do Ensino Fundamental EJA - Fundamental - Anos Iniciais - Presencial
73 EJA - Fundamental - Anos Iniciais - Semipresencial EJA - Fundamental - Anos Finais - Presencial EJA - Fundamental - Anos Finais - Semipresencial EJA - Fundamental de 1 a 8 - Presencial ENSINO MÉDIO EJA - ENSINO MÉDIO Tabela 10-B. Funções Docentes por Modalidade e Etapa de Ensino - Rede Municipal em Japeri (Cont.) Modalidade/Etapa Funções Docentes Ano C/Lic C/Gr C/EM C/NM S/EM Total Legenda para Funções Docentes: C/Lic - com Licenciatura; C/Gr - com Graduação; C/EM - com Ensino Médio; C/NM - com Normal Médio; S/EM - sem Ensino Médio CRECHE
74 PRÉ-ESCOLA ANOS INICIAIS do Ensino Fundamental ANOS FINAIS do Ensino Fundamental EJA - Fundamental - Anos Iniciais - Presencial EJA - Fundamental - Anos Iniciais - Semipresencial EJA - Fundamental - Anos Finais - Presencial EJA - Fundamental - Anos Finais - Semipresencial EJA - Fundamental de 1 a 8 - Presencial
75 ENSINO MÉDIO EJA - ENSINO MÉDIO Tabela 11-A. Condições de Atendimento Diurno - Rede Estadual em Japeri Indicador Média de alunos por turma Média de alunos por turma Ano Educação Infantil Anos Iniciais do Ensino Fundamental Anos Finais do Ensino Fundamental Ensino Médio EJA(1) Anos Iniciais do Ensino Fundamental EJA(1) Anos Finais do Ensino Fundamental Rural Urbana Rural Urbana Rural Urbana Rural Urbana Rural Urbana Rural Urbana OBS: (1) - Educação de Jovens e Adultos Tabela 11-B. Condições de Atendimento Diurno - Rede Municipal em Japeri Indicador Média de alunos por turma Ano Educação Infantil Anos Iniciais do Ensino Fundamental Anos Finais do Ensino Fundamental Ensino Médio EJA(1) - Anos Iniciais do Ensino Fundamental EJA(1) Anos Finais do Ensino Fundamental Rural Urbana Rural Urbana Rural Urbana Rural Urbana Rural Urbana Rural Urbana
76 Média de horas-aula diária OBS: (1) - Educação de Jovens e Adultos Tabela 12-A. Condições de Atendimento - Noturno - Rede Estadual em Japeri Indicador Média de alunos por turma Média de horasaula diária Ano Educação Infantil Anos Iniciais do Ensino Fundamental Anos Finais do Ensino Fundamental Ensino Médio EJA(1) Anos Iniciais do Ensino Fundamental EJA(1) Anos Finais do Ensino Fundamental Rural Urbana Rural Urbana Rural Urbana Rural Urbana Rural Urbana Rural Urbana OBS: (1) - Educação de Jovens e Adultos Tabela 12-B. Condições de Atendimento - Noturno - Rede Municipal em Japeri Indicador Ano Educação Infantil Anos Iniciais Anos Finais do Ensino do Ensino Fundamental Fundamental Ensino Médio EJA(1) Anos Iniciais do Ensino Fundamental EJA(1) Anos Finais do Ensino Fundamental Média de alunos por turma Média de horasaula diária Rural Urbana Rural Urbana Rural Urbana Rural Urbana Rural Urbana Rural Urbana
77 OBS: (1) - Educação de Jovens e Adultos Tabela 13-A. Taxas de Rendimento - Rede Estadual em Japeri SÉRIE/ANO 1ª série / 2º ano do EF 2ª série / 3º ano do EF 3ª série / 4º ano do EF 4ª série / 5º ano do EF 5ª série / 6º ano do EF 6ª série / 7º ano do EF 7ª série / 8º ano do EF 8ª série / 9º ano do EF 1º ano do EM Ano Taxa Aprovação Taxa Reprovação Taxa Abandono Urbana Rural Urbana Rural Urbana Rural
78 2º ano do EM 3º ano do EM Tabela 13-B. Taxas de Rendimento - Rede Municipal em Japeri SÉRIE/ANO 1ª série / 2º ano do EF 2ª série / 3º ano do EF 3ª série / 4º ano do EF 4ª série / 5º ano do EF 5ª série / 6º ano do EF 6ª série / 7º ano do EF 7ª série / 8º ano do EF 8ª série / 9º ano do EF 1º ano do EM Ano Taxa Aprovação Taxa Reprovação Taxa Abandono Urbana Rural Urbana Rural Urbana Rural
79 2º ano do EM 3º ano do EM Tabela 14-A. Matrículas em Turmas de Correção de Fluxo - Rede Estadual em Japeri Matrículas em TURMAS de correção de fluxo ETAPA Ensino Fundamental Tabela 14-B. Matrículas em Turmas de Correção de Fluxo - Rede Municipal em Japeri Matrículas em TURMAS de correção de fluxo ETAPA Ensino Fundamental
RELAÇÃO DE ESCOLAS MUNICIPAIS.
E M AMARALINA RELAÇÃO DE ESCOLAS MUNICIPAIS. Estreito de Bhering, Lt 18 Qd 10 Jardim Amaralina Japerí (21) 2670-2121 / 2670-3019 E M ANTONIO GROPPO Rua Cléia, 31 - Mucajá Engº. Pedreira Japeri (21) 2664-2973
XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME
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