REGULAMENTO TARIFÁRIO

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1 REGULAMENTO TARIFÁRIO Agoso de 2005 ENTIAE REGULAORA OS SERVIÇOS ENERGÉTICOS

2 Rua om Crisóvão da Gama n.º 1-3.º Lisboa Tel: Fax:

3 Regulameno Tarifário ÍNICE Capíulo I isposições e princípios gerais... 1 Arigo 1.º Objeco... 1 Arigo 2.º Âmbio... 1 Arigo 3.º Siglas e definições... 2 Arigo 4.º Prazos... 6 Arigo 5.º Princípios gerais...6 Capíulo II Acividades e conas das empresas reguladas... 9 Arigo 6.º Acividade do Agene Comercial... 9 Arigo 7.º Acividades do operador da rede de ranspore em Porugal coninenal... 9 Arigo 8.º Acividades do operador da rede de disribuição em Porugal coninenal... 9 Arigo 9.º Acividades do comercializador regulado... 9 Arigo 10.º Acividades da concessionária do ranspore e disribuição da RAA Arigo 11.º Acividades da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM 10 Arigo 12.º Conas reguladas Capíulo III Tarifas reguladas Secção I isposições gerais Arigo 13.º efinição das Tarifas Arigo 14.º Fixação das arifas Secção II Esruura do arifário em Porugal coninenal Arigo 15.º Tarifas e proveios Arigo 16.º Tarifas a aplicar aos clienes dos comercializadores regulados Arigo 17.º Tarifas a aplicar às enregas dos operadores das redes de disribuição Arigo 18.º Tarifas a aplicar às enregas do operador da rede de ranspore ao operador da rede de disribuição em MT e AT Arigo 19.º Tarifa de Venda do Comercializador Regulado em MT e AT aos Comercializadores Regulados em BT Arigo 20.º Esruura geral das arifas Arigo 21.º Esruura geral das arifas reguladas por acividade Arigo 22.º Esruura geral das arifas de Venda a Clienes Finais dos Comercializadores Regulados i

4 Regulameno Tarifário Arigo 23.º Esruura geral das Tarifas de Acesso às Redes Arigo 24.º Períodos arifários Secção III Esruura do arifário nas Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira. 29 Arigo 25.º Tarifas e proveios da enidade concessionária do ranspore e disribuição da RAA Arigo 26.º Tarifas e proveios da enidade concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM Arigo 27.º Tarifas a aplicar aos clienes vinculados Arigo 28.º Tarifas a aplicar aos clienes não vinculados Arigo 29.º Esruura geral das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA e da RAM Arigo 30.º Esruura geral das arifas de Acesso às Redes a aplicar aos clienes não vinculados da RAA e da RAM Arigo 31.º Períodos arifários aplicáveis na RAA e na RAM Secção IV Tarifas de Acesso às Redes Arigo 32.º Objeco Arigo 33.º Esruura geral das arifas de Acesso às Redes aplicáveis às enregas em MAT, AT, MT e BTE Arigo 34.º Esruura geral das arifas de Acesso às Redes aplicáveis às enregas em BTN Secção V Tarifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores regulados de Porugal coninenal Arigo 35.º Objeco Arigo 36.º Opções arifárias Arigo 37.º Esruura geral das opções arifárias de MAT, AT, MT e BTE Arigo 38.º Esruura geral das opções arifárias de BTN Secção VI Tarifas de Venda a Clienes Finais da RAA Arigo 39.º Objeco Arigo 40.º Opções arifárias Arigo 41.º Esruura geral das opções arifárias de MT e BTE Arigo 42.º Esruura geral das opções arifárias de BTN Secção VII Tarifas de Venda a Clienes Finais da RAM Arigo 43.º Objeco Arigo 44.º Opções arifárias ii

5 Regulameno Tarifário Arigo 45.º Esruura geral das opções arifárias de AT, MT e BTE Arigo 46.º Esruura geral das opções arifárias de BTN Secção VIII Tarifa de Energia Arigo 47.º Objeco Arigo 48.º Esruura geral Arigo 49.º Conversão da arifa de Energia para os vários níveis de ensão Arigo 50.º Energia aciva a facurar Secção IX Tarifa de Uso Global do Sisema Arigo 51.º Objeco Arigo 52.º Esruura geral Arigo 53.º Conversão da arifa de Uso Global do Sisema para os vários níveis de ensão Arigo 54.º Poência conraada e energia aciva a facurar Secção X Tarifas de Uso da Rede de Transpore Arigo 55.º Objeco Arigo 56.º Esruura geral Arigo 57.º Conversão das arifas de Uso da Rede de Transpore para os vários níveis de ensão Arigo 58.º Poência em horas de pona, poência conraada, energia aciva e energia reaciva a facurar Secção XI Tarifas de Uso da Rede de isribuição Arigo 59.º Objeco Arigo 60.º Esruura geral Arigo 61.º Tarifa de Uso da Rede de isribuição em AT Arigo 62.º Conversão da arifa de Uso da Rede de isribuição em AT para os níveis de ensão de MT e BT Arigo 63.º Tarifa de Uso da Rede de isribuição em MT Arigo 64.º Conversão da arifa de Uso da Rede de isribuição em MT para o nível de ensão de BT Arigo 65.º Tarifa de Uso da Rede de isribuição em BT Arigo 66.º Poência em horas de pona, poência conraada, energia aciva e energia reaciva a facurar Secção XII Tarifas de Comercialização de Redes Arigo 67.º Objeco iii

6 Regulameno Tarifário Arigo 68.º Esruura geral Secção XIII Tarifas de Comercialização Arigo 69.º Objeco Arigo 70.º Esruura geral Capíulo IV Proveios das acividades reguladas Secção I Proveios do Agene Comercial Arigo 71.º Proveios da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica do Agene Comercial Secção II Proveios do operador da rede de ranspore em Porugal coninenal Arigo 72.º Proveios da acividade de Gesão Global do Sisema Arigo 73.º Cusos de gesão do sisema Arigo 74.º Cusos decorrenes de medidas de políica energéica, ambienal ou de ineresse económico geral Arigo 75.º Cusos para a Manuenção do Equilíbrio Conraual Arigo 76.º Proveios da acividade de Transpore de Energia Elécrica Secção III Proveios do operador da rede de disribuição em Porugal coninenal Arigo 77.º Proveios da acividade de Compra e Venda do Acesso à Rede de Transpore Arigo 78.º Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal coninenal por aplicação da arifa de Uso Global do Sisema às enregas a clienes Arigo 79.º Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal coninenal por aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore às enregas a clienes Arigo 80.º Proveios da acividade de isribuição de Energia Elécrica Arigo 81.º Proveios da acividade de Comercialização de Redes Secção IV Proveios do comercializador regulado Arigo 82.º Proveios da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica do comercializador regulado Arigo 83.º Proveios da acividade de Compra e Venda do Acesso às Redes de Transpore e isribuição Arigo 84.º Proveios da acividade de Comercialização iv

7 Regulameno Tarifário Secção V Proveios da concessionária do ranspore e disribuição da RAA Arigo 85.º Proveios da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAA Arigo 86.º Cusos aceies com a aquisição do fuelóleo para a produção de energia elécrica Arigo 87.º Proveios da acividade de isribuição de Energia elécrica da RAA Arigo 88.º Proveios da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAA Arigo 89.º Cuso com a convergência arifária na RAA Arigo 90.º Transferência dos cusos com a convergência arifária na RAA para a concessionária do ranspore e disribuição da RAA Secção VI Proveios da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM Arigo 91.º Proveios da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAM Arigo 92.º Cusos aceies com a aquisição do fuelóleo para a produção de energia elécrica Arigo 93.º Proveios da acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAM Arigo 94.º Proveios da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAM Arigo 95.º Cuso com a convergência arifária na RAM Arigo 96.º Transferência dos cusos com a convergência arifária na RAM para a concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM Secção VII Incenivo à promoção do desempenho ambienal Arigo 97.º Plano de Promoção do esempenho Ambienal Arigo 98.º Monane máximo para Planos de Promoção do esempenho Ambienal Arigo 99.º Coneúdo do Plano de Promoção do esempenho Ambienal Arigo 100.º Apresenação do Plano de Promoção do esempenho Ambienal Arigo 101.º Aprovação do Plano de Promoção do esempenho Ambienal Arigo 102.º Coneúdo do Relaório de Execução do Plano de Promoção do esempenho Ambienal Arigo 103.º Apresenação do Relaório de Execução do Plano de Promoção do esempenho Ambienal Arigo 104.º Aprovação do Relaório de Execução do Plano de Promoção do esempenho Ambienal Arigo 105.º Regiso conabilísico Arigo 106.º Reafecação de cusos v

8 Regulameno Tarifário Arigo 107.º ivulgação Secção VIII Incenivo à redução de perdas Arigo 108.º Incenivo à redução de perdas Arigo 109.º Meodologia de Cálculo do Incenivo Arigo 110.º Nível de perdas de referência Arigo 111.º Envio de informação Secção IX Incenivo à melhoria da qualidade de serviço Arigo 112.º Incenivo à melhoria da qualidade de serviço Arigo 113.º Valor do incenivo à melhoria da qualidade de serviço Arigo 114.º Envio de informação Secção X Promoção da eficiência no consumo de energia elécrica Arigo 115.º Plano de Promoção da Eficiência no Consumo Arigo 116.º Funcionameno do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo Arigo 117.º Procedimenos de aprovação das medidas Arigo 118.º Apresenação e aprovação de candidauras Arigo 119.º Cusos com o Plano de Promoção da Eficiência no Consumo Arigo 120.º ivulgação Secção XI Mecanismo de limiação dos acréscimos em BT Arigo 121.º Limiação dos acréscimos em BT Arigo 122.º Mecanismo de limiação Arigo 123.º Regime excepcional Capíulo V Processo de cálculo das arifas reguladas Secção I Meodologia de cálculo da arifa de Energia Arigo 124.º Meodologia de cálculo da arifa de Energia Arigo 125.º Esruura dos preços marginais de energia Arigo 126.º Meodologia de cálculo dos ajusamenos rimesrais da arifa de Energia Secção II Meodologia de cálculo da arifa de Uso Global do Sisema Arigo 127.º Meodologia de cálculo da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelo operador da rede de ranspore Arigo 128.º Encargos mensais da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelo operador da rede de ranspore, relaivos aos CMEC vi

9 Regulameno Tarifário Arigo 129.º Meodologia de cálculo da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelos operadores das redes de disribuição Secção III Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de Transpore Arigo 130.º Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de Transpore em AT e em MAT a aplicar pelo operador da rede de ranspore ao operador da rede de disribuição em MT e AT Arigo 131.º Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de Transpore em AT e em MAT a aplicar pelos operadores das redes de disribuição às enregas a clienes Secção IV Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de isribuição Arigo 132.º Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de isribuição a aplicar pelos operadores das redes de disribuição às enregas a clienes Secção V Meodologia de cálculo das arifas de Comercialização de Redes Arigo 133.º Meodologia de cálculo das arifas de Comercialização de Redes a aplicar pelos operadores das redes de disribuição às enregas a clienes Secção VI Meodologia de cálculo das arifas de Comercialização Arigo 134.º Meodologia de cálculo das arifas de Comercialização a aplicar pelos comercializadores regulados Secção VII Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais dos Comercializadores Regulados Arigo 135.º Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais Arigo 136.º Mecanismo de limiação de acréscimos resulanes da convergência para arifas adiivas Arigo 137.º Ajusamenos resulanes da convergência para um sisema arifário adiivo162 Arigo 138.º Mecanismo de limiação dos acréscimos das arifas de Venda a Clienes Finais resulanes da convergência do arifário nas Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira Secção VIII Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA165 Arigo 139.º Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA Arigo 140.º Mecanismo de convergência para arifas adiivas na RAA Arigo 141.º Ajusamenos resulanes da convergência para um sisema arifário adiivo na RAA Arigo 142.º Mecanismo de limiação dos acréscimos das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA vii

10 Regulameno Tarifário Secção IX Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais da RAM 173 Arigo 143.º Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais da RAM Arigo 144.º Mecanismo de convergência para arifas adiivas na RAM Arigo 145.º Ajusamenos resulanes da convergência para um sisema arifário adiivo na RAM Arigo 146.º Mecanismo de Limiação dos Acréscimos das arifas de Venda a Clienes Finais da RAM Capíulo VI Procedimenos Secção I isposições Gerais Arigo 147.º Frequência de fixação das arifas Arigo 148.º Período de regulação Secção II Informação periódica a fornecer à ERSE pela enidade concessionária da RNT Arigo 149.º Informação a fornecer à ERSE pela enidade concessionária da RNT Arigo 150.º Reparição de cusos e proveios na acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica do Agene Comercial Arigo 151.º Reparição de cusos e proveios na acividade de Gesão Global do Sisema Arigo 152.º Reparição de cusos e proveios na acividade de Transpore de Energia Elécrica Secção III Informação periódica a fornecer à ERSE pelo disribuidor em MT e AT. 188 Arigo 153.º Informação a fornecer à ERSE pelo disribuidor em MT e AT Arigo 154.º Reparição de cusos e proveios na acividade de Compra e Venda do Acesso à Rede de Transpore Arigo 155.º Reparição de cusos e proveios na acividade de isribuição de Energia Elécrica Arigo 156.º Reparição de cusos e proveios na acividade de Comercialização de Redes Secção IV Informação periódica a fornecer à ERSE pelo comercializador regulado194 Arigo 157.º Informação a fornecer à ERSE pelo comercializador regulado Arigo 158.º Reparição de cusos e proveios na acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica do comercializador regulado Arigo 159.º Reparição de cusos e proveios na acividade de Compra e Venda do Acesso às Redes de Transpore e isribuição viii

11 Regulameno Tarifário Arigo 160.º Reparição de cusos e proveios na acividade de Comercialização Secção V Informação periódica a fornecer à ERSE pela concessionária do ranspore e disribuição da RAA Arigo 161.º Informação a fornecer à ERSE pela concessionária do ranspore e disribuição da RAA Arigo 162.º Reparição de cusos e proveios da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAA Arigo 163.º Reparição de cusos e proveios da acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAA Arigo 164.º Reparição de cusos e proveios da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAA Secção VI Informação periódica a fornecer à ERSE pela concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM Arigo 165.º Informação a fornecer à ERSE pela concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM Arigo 166.º Reparição de cusos e proveios da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAM Arigo 167.º Reparição de cusos e proveios da acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAM Arigo 168.º Reparição de cusos e proveios da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAM Secção VII Fixação das Tarifas Arigo 169.º Balanço de energia elécrica Arigo 170.º Acivos fixos a remunerar da enidade concessionária da RNT Arigo 171.º Cusos e proveios da enidade concessionária da RNT Arigo 172.º Cusos e proveios do disribuidor em MT e AT Arigo 173.º Cusos e proveios do comercializador regulado Arigo 174.º Cusos e proveios da concessionária do ranspore e disribuição da RAA. 210 Arigo 175.º Cusos e proveios da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM Arigo 176.º Fixação das arifas Arigo 177.º Tarifas para o primeiro ano do novo período de regulação em Porugal coninenal ix

12 Regulameno Tarifário Secção VIII Fixação excepcional das arifas Arigo 178.º Início do processo Arigo 179.º Fixação das arifas Secção IX Fixação dos parâmeros para novo período de regulação em Porugal coninenal Arigo 180.º Balanço de energia elécrica Arigo 181.º Informação económico-financeira Arigo 182.º Fixação dos valores dos parâmeros Secção X Revisão excepcional dos parâmeros de um período de regulação em Porugal coninenal Arigo 183.º Início do processo Arigo 184.º Fixação dos novos valores dos parâmeros Secção XI Procedimenos decorrenes de aleração nas licenças de disribuição vinculada Arigo 185.º Início do processo Arigo 186.º efinição da solução a adopar Arigo 187.º Medidas sem aleração do Regulameno Tarifário Secção XII ocumenos complemenares ao Regulameno Tarifário Arigo 188.º ocumenos Arigo 189.º Elaboração e divulgação Capíulo VII Garanias adminisraivas e reclamações Secção I Garanias adminisraivas Arigo 190.º Admissibilidade de peições, queixas e denúncias Arigo 191.º Forma e formalidades Arigo 192.º Insrução e decisão Capíulo VIII isposições finais e ransiórias Secção I isposições ransiórias Arigo 193.º Ajusamenos ransiórios Arigo 194.º Ajusamenos rimesrais em MAT, AT e MT Arigo 195.º Prazos no âmbio do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de energia elécrica Arigo 196.º Cusos com o OMIP, S.A e com o OMI Clear, S.A x

13 Regulameno Tarifário Secção II isposições finais Arigo 197.º Pareceres inerpreaivos da ERSE Arigo 198.º Norma remissiva Arigo 199.º Fiscalização e aplicação do Regulameno Arigo 200.º Enrada em vigor ANEXO - isposições ransiórias xi

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15 Regulameno Tarifário Capíulo I isposições e princípios gerais Arigo 1.º Objeco 1 - O presene Regulameno, ediado ao abrigo do Arigo 35.º do ecreo-lei n.º 182/95, de 27 de Julho, e da alínea i) do Arigo 10.º dos esauos da ERSE, anexos ao ecreo-lei n.º 97/2002, de 12 de Abril, esabelece as disposições aplicáveis aos criérios e méodos para a formulação de arifas e preços de energia elécrica a presar pelas enidades por ele abrangidas, à definição das arifas reguladas e respeciva esruura, ao processo de cálculo e deerminação das arifas, à deerminação dos proveios permiidos, aos procedimenos a adopar para a fixação das arifas, sua aleração e publiciação, bem como, às obrigações das enidades do secor elécrico, nomeadamene, em maéria de presação de informação. 2 - O presene diploma esabelece ainda as disposições específicas aplicáveis à convergência arifária dos sisemas elécricos públicos de Porugal coninenal e das Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira. Arigo 2.º Âmbio 1 - O presene Regulameno em por âmbio as arifas a aplicar nas seguines relações comerciais: a) Em Porugal coninenal: i) Enregas da enidade concessionária da RNT ao disribuidor em MT e AT. ii) iii) Enregas do disribuidor em MT e AT aos disribuidores em BT. Fornecimenos dos comercializadores regulados aos clienes finais. iv) Fornecimenos do comercializador regulado em MT e AT aos comercializadores regulados em BT. v) Uilização da rede da enidade concessionária da RNT. vi) Uilização das redes do disribuidor vinculado em MT e AT. vii) Uilização das redes dos disribuidores vinculados em BT. b) Na Região Auónoma dos Açores: i) Fornecimenos da concessionária do ranspore e disribuição da RAA aos clienes finais. 1

16 Regulameno Tarifário ii) Uilização das redes da concessionária do ranspore e disribuição da RAA. c) Na Região Auónoma da Madeira: i) Fornecimenos da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM aos clienes finais. ii) Uilização das redes da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM. 2 - Esão abrangidos pelo âmbio de aplicação do presene Regulameno: a) Em Porugal coninenal: i) Os clienes. ii) iii) iv) Os comercializadores. Os comercializadores regulados. Os agenes exernos. v) Os operadores das redes de disribuição. vi) O operador da rede de ranspore. vii) O Agene Comercial. viii) Os produores em regime ordinário. ix) Os co-geradores e as enidades por eles abasecidas. x) Os operadores de mercado. b) Nas Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira: i) Os clienes vinculados. ii) iii) iv) Os clienes não vinculados. A concessionária do ranspore e disribuição da RAA. A concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM. v) Os produores vinculados. vi) Os produores não vinculados. vii) Os co-geradores e as enidades por eles abasecidas. Arigo 3.º Siglas e definições 1 - No presene Regulameno são uilizadas as seguines siglas: 2

17 Regulameno Tarifário a) AT - Ala Tensão (ensão enre fases cujo valor eficaz é superior a 45 kv e igual ou inferior a 110 kv). b) BT - Baixa Tensão (ensão enre fases cujo valor eficaz é igual ou inferior a 1 kv). c) BTE - Baixa Tensão Especial (fornecimenos em Baixa Tensão com as seguines poências conraadas): i) Porugal coninenal - superior a 41,4 kw. ii) iii) RAA - igual ou superior a 20,7 kw e que seja efecuada a medida da máxima poência em inervalos de empo de 15 minuos. RAM - superior a 62,1 kw. d) BTN - Baixa Tensão Normal (fornecimenos em Baixa Tensão com as seguines poências conraadas): i) Porugal coninenal - inferior ou igual 41,4 kva. ii) iii) RAA - inferior ou igual a 215 kva e que não seja efecuada a medida da máxima poência em inervalos de empo de 15 minuos. RAM - inferior ou igual a 62,1 kva. e) CAE - Conrao de aquisição de energia. f) CMEC - Cusos para a manuenção do equilíbrio conraual, definidos no ecreo-lei n.º 240/2004, de 27 de ezembro. g) ERSE - Enidade Reguladora dos Serviços Energéicos. h) INE - Insiuo Nacional de Esaísica. i) MAT - Muio Ala Tensão (ensão enre fases cujo valor eficaz é superior a 110 kv). j) MT - Média Tensão (ensão enre fases cujo valor eficaz é superior a 1 kv e igual ou inferior a 45 kv). k) RA - Regiões Auónomas. l) RAA - Região Auónoma dos Açores. m) RAM - Região Auónoma da Madeira. n) RNT - Rede Nacional de Transpore de Energia Elécrica. o) SEN - Sisema Elécrico Nacional. 2 - Para efeios do presene Regulameno, enende-se por: a) Acivo fixo - imobilizados corpóreo e incorpóreo, conforme definidos no âmbio do Plano Oficial de Conabilidade (POC). 3

18 Regulameno Tarifário b) Agene exerno - enidade legalmene esabelecida em ouro Esado da União Europeia reconhecida, naquele Esado, como possuindo o direio de comprar ou vender energia elécrica em nome próprio ou de erceiros, e regisada nos ermos do ecreo-lei n.º 184/2003, de 20 de Agoso, regulamenado pela Poraria n.º 139/2005, de 3 de Fevereiro. c) Agene de mercado - enidade que ransacciona energia elécrica nos mercados organizados ou por conraação bilaeral, correspondendo a uma das seguines enidades cujas funções esão previsas no Regulameno de Relações Comerciais: produor em regime ordinário, co-gerador, comercializador, comercializador regulado, agene comercial, agene exerno, cliene ou enidade abasecida por co-gerador, eses dois úlimos se forem deenores de esauo de agene de oferas. d) Ajusameno para perdas - mecanismo que relaciona a energia elécrica medida num pono da rede com as perdas que o seu rânsio origina, a parir de um ouro pono. e) Cliene - pessoa singular ou coleciva que, aravés da celebração de um conrao de fornecimeno, compra energia elécrica para consumo próprio. f) Co-gerador - enidade que produz energia elécrica e energia érmica uilizando o processo de co-geração e que preenda exercer o direio de fornecer energia elécrica por acesso às redes, nos ermos previsos no Arigo 8.º do ecreo-lei n.º 538/99, de 13 de ezembro. g) Comercializador - enidade iular de licença de comercialização de energia elécrica, aribuída nos ermos do ecreo-lei n.º 184/2003, de 20 de Agoso, regulamenado pela Poraria n.º 139/2005, de 3 de Fevereiro, cuja acividade consise na compra a grosso e na venda a grosso e a realho de energia elécrica, em nome próprio ou em represenação de erceiros, em Porugal coninenal. h) Comercializador regulado - comercializador que no exercício da sua acividade esá obrigado a assegurar o fornecimeno de energia elécrica aos clienes que o requeiram, sujeiando-se ao regime de arifas e preços regulados, nos ermos definidos no ecreo-lei n.º 185/2003, de 20 de Agoso. i) Consumos sazonais - consumos referenes a acividades económicas que apresenem pelo menos cinco meses consecuivos de ausência de consumo num período anual, excluindo-se, nomeadamene, consumos referenes a casas de habiação. j) isribuição - veiculação de energia elécrica aravés de redes em ala, média ou baixa ensão. k) Enrega de energia elécrica - alimenação física de energia elécrica. l) Fornecimenos a clienes - quanidades envolvidas na facuração das arifas de Venda a Clienes Finais. 4

19 Regulameno Tarifário m) Índice de preços implícios no Consumo Privado - variação dos preços do Consumo Final das Famílias, divulgada pelo INE nas Conas nacionais rimesrais. n) Operador da rede - enidade iular de concessão ou de licença, ao abrigo da qual é auorizada a exercer a acividade de ranspore ou de disribuição de energia elécrica, correspondendo a uma das seguines enidades cujas funções esão previsas no Regulameno de Relações Comerciais: a enidade concessionária da RNT, a enidade iular de licença vinculada de disribuição de energia elécrica em MT e AT, as enidades iulares de licença vinculada de disribuição de energia elécrica em BT, a concessionária do ranspore e disribuição da RAA ou a concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM. o) Operadores de mercado - enidades responsáveis pela gesão de mercados organizados, nas modalidades de conraação diária, inradiária ou a prazo. p) Perdas - diferença enre a energia que enra num sisema elécrico e a energia que sai desse sisema elécrico, no mesmo inervalo de empo. q) Período horário - inervalo de empo no qual a energia aciva é facurada ao mesmo preço. r) Produor em regime especial - enidade iular de licença de produção de energia elécrica a parir de fones de energia renovável, resíduos, co-geração ou produção em BT, aribuída nos ermos de legislação específica. s) Produor em regime ordinário - enidade iular de licença de produção de energia elécrica nos ermos definidos no ecreo-lei n.º 185/2003, de 20 de Agoso. ) Recepção de energia elécrica - enrada física de energia elécrica. u) Serviços de sisema - serviços necessários para a operação do sisema com adequados níveis de segurança, esabilidade e qualidade de serviço. v) Transpore - veiculação de energia elécrica aravés de redes em muio ala e ala ensão. w) Uso das redes - uilização das redes e insalações nos ermos do Regulameno do Acesso às Redes e às Inerligações. 3 - Para efeios do presene Regulameno e para Porugal coninenal, uilizam-se as expressões comercializador regulado, disribuidor ou operador das redes de disribuição, com os seguines significados, consoane se empregue o singular ou o plural, nos seguines ermos: a) No singular, a EP-isribuição de Energia Elécrica, S.A., compreendendo odos os níveis de ensão de comercialização, disribuição ou operação das redes. b) No plural, a EP-isribuição de Energia Elécrica, S.A., nos ermos referidos no número anerior, bem como as demais enidades referidas no n.º 2 do Arigo 4.º do ecreo-lei n.º 192/2004, de 17 de Agoso. 5

20 Regulameno Tarifário Arigo 4.º Prazos 1 - Sem prejuízo de oura indicação específica, os prazos esabelecidos no presene Regulameno que não enham naureza adminisraiva são prazos conínuos. 2 - Os prazos previsos no número anerior conam-se nos ermos do Arigo 279.º do Código Civil. 3 - Os prazos fixados no presene Regulameno que envolvam enidades públicas conam-se nos ermos do Arigo 72.º do Código do Procedimeno Adminisraivo. Arigo 5.º Princípios gerais O presene Regulameno fundamena-se no respeio pelos seguines princípios: a) Igualdade de raameno e de oporunidades. b) Uniformidade arifária, de modo que, em cada momeno, o sisema arifário em vigor se aplique universalmene a odos os clienes finais dos comercializadores regulados de Porugal coninenal, da concessionária do ranspore e disribuição da RAA e da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM endo em cona a convergência dos sisemas elécricos, nos ermos consagrados no Arigo 2.º do ecreo-lei n.º 69/2002, de 25 de Março. c) Criação de incenivos às empresas reguladas para permiir o desempenho das suas acividades de uma forma economicamene eficiene, respeiando os padrões de qualidade de serviço esabelecidos no Regulameno da Qualidade de Serviço e manendo níveis adequados de segurança na produção, no ranspore e na disribuição de energia elécrica. d) Conribuição para a melhoria das condições ambienais, permiindo, nomeadamene, uma maior ransparência na uilização de energias renováveis e endógenas bem como o planeameno e gesão dos recursos energéicos. e) Proecção dos clienes face à evolução das arifas, assegurando simulaneamene o equilíbrio financeiro às empresas reguladas em condições de gesão eficiene, endo em cona as excepções referidas nos ecreos-lei n. os 182/95 e 184/95, de 27 de Julho. f) Limiação de evenuais aumenos de preços em BT à variação previsa do índice de preços implícios no Consumo Privado. g) Repercussão da esruura dos cusos marginais na esruura das arifas, endo em visa a eficiência económica na uilização das redes e da energia elécrica. 6

21 Regulameno Tarifário h) Transparência e simplicidade na formulação e fixação das arifas. i) Esabilidade das arifas, endo em cona as expecaivas dos consumidores. 7

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23 Regulameno Tarifário Capíulo II Acividades e conas das empresas reguladas Arigo 6.º Acividade do Agene Comercial Para efeios do presene Regulameno, o Agene Comercial exerce a acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica nos ermos do Regulameno de Relações Comerciais. Arigo 7.º Acividades do operador da rede de ranspore em Porugal coninenal Para efeios do presene Regulameno, o operador da rede de ranspore em Porugal coninenal desenvolve, nos ermos do Regulameno de Relações Comerciais, as seguines acividades: a) Gesão Global do Sisema. b) Transpore de Energia Elécrica. Arigo 8.º Acividades do operador da rede de disribuição em Porugal coninenal Para efeios do presene Regulameno, o operador da rede de disribuição desenvolve, nos ermos do Regulameno de Relações Comerciais, as seguines acividades: a) Compra e Venda do Acesso à Rede de Transpore. b) isribuição de Energia Elécrica. c) Comercialização de Redes. Arigo 9.º Acividades do comercializador regulado Para efeios do presene Regulameno, o comercializador regulado desenvolve, nos ermos do Regulameno de Relações Comerciais, as seguines acividades: a) Compra e Venda de Energia Elécrica. b) Compra e Venda do Acesso às Redes de Transpore e isribuição. c) Comercialização. 9

24 Regulameno Tarifário Arigo 10.º Acividades da concessionária do ranspore e disribuição da RAA Para efeios do presene Regulameno, a concessionária do ranspore e disribuição da RAA desenvolve, nos ermos do Regulameno de Relações Comerciais, as seguines acividades: a) Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema. b) isribuição de Energia Elécrica. c) Comercialização de Energia Elécrica. Arigo 11.º Acividades da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM Para efeios do presene Regulameno, a concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM desenvolve, nos ermos do Regulameno de Relações Comerciais, as seguines acividades: a) Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema. b) isribuição de Energia Elécrica. c) Comercialização de Energia Elécrica. Arigo 12.º Conas reguladas 1 - A enidade concessionária da RNT, o disribuidor em MT e AT, o comercializador regulado, a concessionária do ranspore e disribuição da RAA e a concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM devem maner acualizada a conabilidade para efeios de regulação, adiane denominada de conas reguladas, que permia a aplicação do presene Regulameno. 2 - As conas reguladas devem obedecer às regras esabelecidas no presene Regulameno e nas normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE. 3 - A ERSE, sempre que julgar conveniene, pode emiir normas e meodologias complemenares que permiam especificar, dealhar ou clarificar as regras a que devem obedecer as conas reguladas. 4 - As normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE aplicam-se às conas do ano civil em que são publicadas e às dos anos seguines. 10

25 Regulameno Tarifário 5 - As conas reguladas enviadas anualmene à ERSE, de acordo com o esabelecido no Capíulo VI do presene Regulameno, são aprovadas pela ERSE consiuindo as conas reguladas aprovadas. 6 - As conas reguladas, enviadas à ERSE para aprovação, devem ser preparadas omando sempre como base as conas reguladas aprovadas do ano anerior. 11

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27 Regulameno Tarifário Capíulo III Tarifas reguladas Secção I isposições gerais Arigo 13.º efinição das Tarifas O presene Regulameno define as seguines arifas: a) Tarifas de Acesso às Redes. b) Tarifas de Venda a Clienes Finais dos Comercializadores Regulados. c) Tarifas de Venda a Clienes Finais da RAA. d) Tarifas de Venda a Clienes Finais da RAM. e) Tarifa de Energia. f) Tarifa de Uso Global do Sisema. g) Tarifas de Uso da Rede de Transpore: i) Tarifa de Uso da Rede de Transpore em MAT. ii) Tarifa de Uso da Rede de Transpore em AT. h) Tarifa de Venda do Operador da Rede de Transpore. i) Tarifas de Uso da Rede de isribuição: i) Tarifa de Uso da Rede de isribuição em AT. ii) iii) Tarifa de Uso da Rede de isribuição em MT. Tarifa de Uso da Rede de isribuição em BT. j) Tarifas de Comercialização de Redes: i) Tarifa de Comercialização de Redes em MAT, AT e MT. ii) iii) Tarifa de Comercialização de Redes em BTE. Tarifa de Comercialização de Redes em BTN. k) Tarifas de Comercialização: i) Tarifa de Comercialização em MAT, AT e MT. ii) Tarifa de Comercialização em BTE. 13

28 Regulameno Tarifário iii) Tarifa de Comercialização em BTN. l) Tarifa de Venda do Comercializador Regulado em MT e AT aos Comercializadores Regulados em BT. Arigo 14.º Fixação das arifas 1 - As arifas referidas no arigo anerior são esabelecidas de acordo com as meodologias definidas no Capíulo IV e no Capíulo V e com os procedimenos definidos no Capíulo VI. 2 - A fixação das arifas de Venda a Clienes Finais em BT de Porugal coninenal, da RAA e da RAM esá sujeia à aplicação do mecanismo de limiação dos acréscimos, esabelecido na Secção XI do Capíulo IV. 3 - O operador da rede de ranspore, os operadores das redes de disribuição, os comercializadores regulados, a concessionária do ranspore e disribuição da RAA e a concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM podem propor à ERSE arifas e respecivas regras de aplicação que proporcionem níveis de proveios inferiores aos esabelecidos pela ERSE. 4 - As arifas referidas no número anerior devem ser oferecidas de forma não discriminaória. 5 - No caso das arifas esabelecidas ao abrigo do n.º 3, a correspondene redução nos proveios não é considerada para efeios de deerminação dos ajusamenos anuais previsos no Capíulo IV. Secção II Esruura do arifário em Porugal coninenal Arigo 15.º Tarifas e proveios 1 - As arifas previsas no presene Capíulo nos ermos do Quadro 1 e do Quadro 2 são esabelecidas por forma a proporcionarem os proveios definidos no Capíulo IV. 2 - A arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelo operador da rede de ranspore ao operador da rede de disribuição em MT e AT deve proporcionar os proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica do Agene Comercial e da acividade de Gesão Global do Sisema do operador da rede de ranspore. 14

29 Regulameno Tarifário 3 - As arifas de Uso da Rede de Transpore em MAT e de Uso da Rede de Transpore em AT a aplicar pelo operador da rede de ranspore ao operador da rede de disribuição em MT e AT devem proporcionar os proveios permiidos da acividade de Transpore de Energia Elécrica. 4 - As arifas de Uso da Rede de isribuição em AT, de Uso da Rede de isribuição em MT e de Uso da Rede de isribuição em BT devem proporcionar os proveios permiidos da acividade de isribuição de Energia Elécrica. 5 - As arifas de Uso da Rede de isribuição são aplicadas às enregas do nível de ensão em que é efecuada a enrega e dos níveis de ensão inferiores. 6 - As arifas de Comercialização de Redes em MAT, AT e MT, de Comercialização de Redes em BTE e de Comercialização de Redes em BTN a aplicar às enregas dos operadores das redes de disribuição devem proporcionar os proveios permiidos da acividade de Comercialização de Redes. 7 - As arifas de Comercialização em MAT, AT e MT, de Comercialização em BTE e de Comercialização em BTN a aplicar pelos comercializadores regulados aos fornecimenos a clienes devem proporcionar os proveios permiidos da acividade de Comercialização. 8 - A arifa de Uso Global do Sisema a aplicar às enregas dos operadores das redes de disribuição deve proporcionar os proveios a recuperar pelos operadores das redes de disribuição relaivos à gesão global do sisema e à compra e venda de energia elécrica do agene comercial. 9 - As arifas de Uso da Rede de Transpore em MAT e de Uso da Rede de Transpore em AT a aplicar às enregas dos operadores das redes de disribuição devem proporcionar os proveios a recuperar pelos operadores das redes de disribuição relaivos ao ranspore de energia elécrica Os proveios a recuperar pelos operadores das redes de disribuição definidos nos n. os 8 e 9 coincidem com os proveios permiidos da acividade de Compra e Venda do Acesso à Rede de Transpore A arifa de Energia, a aplicar pelos comercializadores regulados aos fornecimenos a clienes, deve proporcionar os proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica do comercializador regulado Os comercializadores regulados aplicam aos fornecimenos a clienes as arifas referidas nos n. os 4, 6, 8 e 9, que lhes permiem recuperar os proveios permiidos da acividade de Compra e Venda do Acesso às Redes de Transpore e isribuição. 15

30 Regulameno Tarifário 13 - As arifas de Venda a Clienes Finais aplicam-se aos clienes dos comercializadores regulados e resulam da adição das arifas referidas nos n. os 4, 6, 7, 8, 9 e 11, nos ermos do Arigo 16.º As arifas de Acesso às Redes aplicam-se às enregas dos operadores das redes de disribuição e resulam da adição das arifas referidas nos n. os 4, 6, 8 e 9, nos ermos do Arigo 17.º Os preços das arifas esabelecidas no presene Regulameno são definidos anualmene Sem prejuízo do número anerior, os preços da arifa de Energia referida no n.º 11 e das arifas de Venda a Clienes Finais são ajusados rimesralmene desde a daa de enrada em funcionameno dos mercados organizados aé à daa de cessação de odos os CAE Os ajusamenos rimesrais referidos no número anerior são calculados de acordo com o esabelecido no Arigo 126.º e no Arigo 135.º, por forma a repercuir nos consumidores os desvios rimesrais dos cusos de aquisição de energia elécrica pelo comercializador regulado nos mercados organizados nos ermos do n.º 6 do Arigo 14.º do ecreo-lei n.º 185/2003, de 20 de Agoso. 16

31 Regulameno Tarifário QUARO 1 TARIFAS E PROVEITOS O AGENTE COMERCIAL, O OPERAOR A REE E TRANSPORTE E OS OPERAORES AS REES E ISTRIBUIÇÃO Agene Comercial Operador da Rede de Transpore Operadores das redes de disribuição Clienes Proveios Proveios Tarifas Proveios Tarifas Níveis de Tensão Proveios Acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica Proveios Acividade de Gesão Global do Sisema Proveios Acividade de Transpore de Energia Elécrica UGS Proveios a recuperar pela arifa de UGS UGS MAT URT MAT URT MAT MAT URT AT Proveios a recuperar pelas arifas de URT URT AT AT MT BT AT MT BT AT Proveios Acividade de isribuição de Energia Elécrica Proveios Acividade de Comercialização de Redes UR AT UR MT UR BT Credes NT Credes BTE Credes BTN MT BT MT BT BT MAT AT MT BT > 41,4 kw BT 41,4 kva 17

32 Regulameno Tarifário QUARO 2 TARIFAS E PROVEITOS OS COMERCIALIZAORES REGULAOS Proveios Proveios Acividade de Compra e Venda do Acesso às Redes de Transpore e isribuição Proveios Acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica Proveios da Acividade de Comercialização Comercializadores Regulados Tarifas UGS + URT MAT + Credes NT UGS + URT AT + UR AT + Credes NT UGS + URT AT + UR AT + UR MT + Credes NT UGS + URT AT + UR AT + UR MT + UR BT + Credes BTE UGS + URT AT + UR AT + UR MT + UR BT + Credes BTN E C NT C BTE C BTN Clienes Níveis de Tensão MAT AT MT BT > 41,4 kw BT 41,4 kva MAT AT MT BT MAT AT MT BT > 41,4 kw BT 41,4 kva Legenda: E UGS URT MAT URT AT UR AT UR MT UR BT Credes NT Credes BTE Credes BTN C NT C BTE C BTN Tarifa de Energia Tarifa de Uso Global do Sisema Tarifa de Uso da Rede de Transpore em MAT Tarifa de Uso da Rede de Transpore em AT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em AT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em MT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em BT Tarifa de Comercialização de Redes em MAT, AT e MT Tarifa de Comercialização de Redes em BTE Tarifa de Comercialização de Redes em BTN Tarifa de Comercialização em MAT, AT e MT Tarifa de Comercialização em BTE Tarifa de Comercialização em BTN Arigo 16.º Tarifas a aplicar aos clienes dos comercializadores regulados 1 - As arifas de Venda a Clienes Finais aplicam-se aos fornecimenos dos comercializadores regulados a clienes de Porugal coninenal. 2 - As arifas de Venda a Clienes Finais resulam da adição das arifas de Energia, de Uso Global do Sisema, de Uso da Rede de Transpore, de Uso da Rede de isribuição, de 18

33 Regulameno Tarifário Comercialização de Redes e de Comercialização, aplicáveis pelos comercializadores regulados, conforme esabelecido no Quadro O conjuno de proveios a proporcionar pelas arifas de Venda a Clienes Finais do comercializador regulado coincide com o conjuno de proveios resulane da aplicação das arifas referidas no número anerior aos fornecimenos a clienes do comercializador regulado. QUARO 3 TARIFAS INCLUÍAS NAS TARIFAS E VENA A CLIENTES FINAIS OS COMERCIALIZAORES REGULAOS Tarifas por Acividade Tarifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores regulados MAT AT MT BTE BTN E X X X X X UGS X X X X X URT MAT X URT AT - X X X X UR AT - X X X X UR MT - - X X X UR BT X X Credes NT X X X - - Credes BTE X - Credes BTN X C NT X X X - - C BTE X - C BTN X Legenda: E UGS URT MAT URT AT UR AT UR MT UR BT Credes NT Credes BTE Credes BTN C NT Tarifa de Energia Tarifa de Uso Global do Sisema Tarifa de Uso da Rede de Transpore em MAT Tarifa de Uso da Rede de Transpore em AT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em AT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em MT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em BT Tarifa de Comercialização de Redes em MAT, AT e MT Tarifa de Comercialização de Redes em BTE Tarifa de Comercialização de Redes em BTN Tarifa de Comercialização em MAT, AT e MT 19

34 Regulameno Tarifário C BTE C BTN Tarifa de Comercialização em BTE Tarifa de Comercialização em BTN Arigo 17.º Tarifas a aplicar às enregas dos operadores das redes de disribuição 1 - Os clienes ligados às redes do Sisema Público êm direio ao acesso e uso da RNT e das redes de disribuição em AT, MT e BT, nos ermos do esabelecido no Regulameno do Acesso às Redes e às Inerligações. 2 - Às enregas dos operadores das redes de disribuição aplicam-se as arifas de Acesso às Redes. 3 - As arifas de Acesso às Redes resulam da adição das arifas de Uso Global do Sisema, de Uso da Rede de Transpore, de Uso da Rede de isribuição e de Comercialização de Redes, aplicáveis pelos operadores das redes de disribuição, conforme esabelecido no Quadro Os operadores das redes de disribuição em BT que asseguram exclusivamene enregas em BT devem pagar ao operador da rede de disribuição em MT e AT as componenes da arifa de Acesso às Redes relaivas ao Uso Global do Sisema, ao Uso da Rede de Transpore e ao Uso da Rede de isribuição em AT e em MT, pagas pelos comercializadores, agenes exernos e clienes com esauo de agenes de oferas. 5 - Às enregas aos comercializadores regulados que assegurem exclusivamene fornecimenos em BT e que opem por adquirir a energia elécrica para fornecer os seus clienes nos mercados organizados ou aravés de conraos bilaerais aplica-se a regra de facuração esabelecida no Regulameno de Relações Comerciais. 20

35 Regulameno Tarifário QUARO 4 TARIFAS INCLUÍAS NAS TARIFAS E ACESSO ÀS REES OS OPERAORES AS REES E ISTRIBUIÇÃO Tarifas por Acividade Tarifas aplicáveis às enregas dos operadores das redes de disribuição MAT AT MT BTE BTN UGS X X X X X URT MAT X URT AT - X X X X UR AT - X X X X UR MT - - X X X UR BT X X Credes NT X X X - - Credes BTE X - Credes BTN X Legenda: UGS URT MAT URT AT UR AT UR MT UR BT Credes NT Credes BTE Credes BTN Tarifa de Uso Global do Sisema Tarifa de Uso da Rede de Transpore em MAT Tarifa de Uso da Rede de Transpore em AT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em AT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em MT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em BT Tarifa de Comercialização de Redes em MAT, AT e MT Tarifa de Comercialização de Redes em BTE Tarifa de Comercialização de Redes em BTN Arigo 18.º Tarifas a aplicar às enregas do operador da rede de ranspore ao operador da rede de disribuição em MT e AT 1 - A arifa de Venda do Operador da Rede de Transpore é aplicada às enregas do operador da rede de ranspore ao operador da rede de disribuição em MT e AT. 2 - A arifa referida no número anerior é composa por duas parcelas: a) Tarifa de Uso Global do Sisema. b) Tarifas de Uso da Rede de Transpore. 21

36 Regulameno Tarifário 3 - As arifas de Uso da Rede de Transpore, referidas na alínea b) do número anerior, são as seguines: a) Tarifa de Uso da Rede de Transpore em MAT, para as enregas em MAT. b) Tarifa de Uso da Rede de Transpore em AT, para as resanes enregas. Arigo 19.º Tarifa de Venda do Comercializador Regulado em MT e AT aos Comercializadores Regulados em BT 1 - A arifa de Venda do Comercializador Regulado em MT e AT aos Comercializadores Regulados em BT é igual à arifa de Venda a Clienes Finais dos Comercializadores Regulados em MT, podendo o comercializador regulado em BT escolher a opção arifária que considere mais vanajosa, de enre as opções previsas para a referida arifa. 2 - Em alernaiva, os comercializadores regulados que assegurem exclusivamene fornecimenos em BT podem escolher a regra de facuração opcional esabelecida no Regulameno de Relações Comerciais. Arigo 20.º Esruura geral das arifas 1 - Sem prejuízo do esabelecido nas Secções seguines, as arifas definidas na presene Secção são composas pelos seguines preços: a) Preços de conraação, leiura, facuração e cobrança, correspondendo a um ermo arifário fixo, definidos em Euros por mês. b) Preços de poência conraada, definidos em Euros por kw, por mês. c) Preços de poência em horas de pona, definidos em Euros por kw, por mês. d) Preços da energia aciva discriminados por período arifário, definidos em Euros por kwh. e) Preços da energia reaciva fornecida e recebida, definidos em Euros por kvarh. 2 - Os preços definidos no número anerior podem ser diferenciados segundo os seguines criérios: a) Nível de ensão. b) Período arifário. 22

37 Regulameno Tarifário Arigo 21.º Esruura geral das arifas reguladas por acividade A esruura geral dos preços que compõem as arifas por acividade esabelecidas no presene Capíulo é a consane do Quadro 5. QUARO 5 ESTRUTURA GERAL AS TARIFAS POR ACTIVIAE Tarifas por Acividade Preços das Tarifas TPc TPp TWp TWc TWvn TWsv TWrf TWrr TF E - - X X X X UGS X - X X X X URT MAT X X X X X X X X - URT AT X X X X X X X X - UR AT X X X X X X X X - UR MT X X X X X X X X - UR BT X X X X X X X X - Credes NT X Credes BTE X Credes BTN X C NT X C BTE X C BTN X Legenda: E UGS URT MAT URT AT UR AT UR MT UR BT Credes NT Credes BTE Credes BTN C NT C BTE Tarifa de Energia Tarifa de Uso Global do Sisema Tarifa de Uso da Rede de Transpore em MAT Tarifa de Uso da Rede de Transpore em AT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em AT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em MT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em BT Tarifa de Comercialização de Redes em MAT, AT e MT Tarifa de Comercialização de Redes em BTE Tarifa de Comercialização de Redes em BTN Tarifa de Comercialização em MAT, AT e MT Tarifa de Comercialização em BTE 23

38 Regulameno Tarifário C BTN TPc TPp TWp TWc TWvn TWsv TWrf TWrr TF Tarifa de Comercialização em BTN Preço de poência conraada Preço de poência em horas de pona Preço da energia aciva em horas de pona Preço da energia aciva em horas cheias Preço da energia aciva em horas de vazio normal Preço da energia aciva em horas de super vazio Preço da energia reaciva fornecida Preço da energia reaciva recebida Preço do ermo arifário fixo Arigo 22.º Esruura geral das arifas de Venda a Clienes Finais dos Comercializadores Regulados 1 - A esruura geral das arifas de Venda a Clienes Finais dos Comercializadores Regulados é a consane do Quadro 6, coincidindo com a esruura geral das arifas por acividade a aplicar pelos comercializadores regulados, apresenada no Quadro 3 do Arigo 16.º e no Quadro 5 do Arigo 21.º, após a sua conversão para o respecivo nível de ensão de fornecimeno. 2 - Nos fornecimenos em BT, os preços das arifas por acividade são agregados conforme apresenado no Quadro 6. 24

39 Regulameno Tarifário QUARO 6 ESTRUTURA GERAL AS TARIFAS E VENA A CLIENTES FINAIS OS COMERCIALIZAORES REGULAOS Tarifas de Venda a Clienes Finais Preços das Tarifas Tarifas N.º Períodos Horários TPc TPp TWp TWc TWvn TWsv TWrf TWrr TF MAT 4 UGS URT MAT E E E E URT MAT URT MAT Credes NT URT MAT UGS UGS UGS UGS C NT URT MAT URT MAT URT MAT URT MAT AT 4 UGS URT AT E E E E UR AT UR AT Credes NT UR AT UR AT UGS UGS UGS UGS C NT URT AT URT AT URT AT URT AT UR AT UR AT UR AT UR AT MT 4 UGS URT AT E E E E UR MT UR MT Credes NT UR MT UR AT UGS UGS UGS UGS C NT UR MT URT AT URT AT URT AT URT AT UR AT UR AT UR AT UR AT UR MT UR MT UR MT UR MT BTE 3 UGS URT AT E E E UR BT UR BT Credes BTE UR BT UR AT UGS UGS UGS C BTE UR MT URT AT URT AT URT AT UR BT UR AT UR AT UR AT UR MT UR MT UR MT UR BT UR BT UR BT BTN (3) 3 UGS - E E E - - Credes BTN UR BT UGS UGS UGS C BTN URT AT URT AT URT AT UR AT UR AT UR AT UR MT UR MT UR MT UR BT UR BT UR BT BTN (2) 2 UGS - E E - - Credes BTN UR BT UGS UGS C BTN URT AT UR AT UR MT UR BT URT AT UR AT UR MT UR BT BTN (1) 1 UGS UR BT - E UGS URT AT - - Credes BTN C BTN UR AT UR MT UR BT BTN (IP) E UGS URT AT UR AT UR MT UR BT Credes BTN C BTN 25

40 Regulameno Tarifário Legenda: (3) Tarifas de BTN ri-horárias (2) Tarifas de BTN bi-horárias (1) Tarifas de BTN simples e social (IP) TPc TPp TWp TWc TWvn TWsv TWrf TWrr TF E UGS URT MAT URT AT UR AT UR MT UR BT Credes NT Credes BTE Credes BTN C NT C BTE C BTN Tarifas de BTN de iluminação pública Preço de poência conraada Preço de poência em horas de pona Preço da energia aciva em horas de pona Preço da energia aciva em horas cheias Preço da energia aciva em horas de vazio normal Preço da energia aciva em horas de super vazio Preço da energia reaciva fornecida Preço da energia reaciva recebida Preço do ermo arifário fixo Tarifa de Energia Tarifa de Uso Global do Sisema Tarifa de Uso da Rede de Transpore em MAT Tarifa de Uso da Rede de Transpore em AT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em AT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em MT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em BT Tarifa de Comercialização de Redes em MAT, AT e MT Tarifa de Comercialização de Redes em BTE Tarifa de Comercialização de Redes em BTN Tarifa de Comercialização em MAT, AT e MT Tarifa de Comercialização em BTE Tarifa de Comercialização em BTN Arigo 23.º Esruura geral das Tarifas de Acesso às Redes 1 - A esruura geral das arifas de Acesso às Redes a aplicar às enregas dos operadores das redes de disribuição em cada nível de ensão é a consane do Quadro 7, coincidindo com a esruura geral das arifas por acividade a aplicar pelos operadores das redes de disribuição, apresenada no Quadro 4 do Arigo 17.º e no Quadro 5 do Arigo 21.º, após a sua conversão para o respecivo nível de ensão de enrega. 2 - Nas enregas em BT dos operadores das redes de disribuição os preços das arifas por acividade são agregados conforme apresenado no Quadro 7. 26

41 Regulameno Tarifário QUARO 7 ESTRUTURA GERAL AS TARIFAS E ACESSO ÀS REES Tarifas de Acesso às Redes Preços das Tarifas Nível de Tensão TPc TPp TWp TWc TWvn TWsv TWrf TWrr TF MAT UGS URT MAT URT MAT URT MAT UGS URT MAT UGS URT MAT UGS URT MAT UGS URT MAT URT MAT Credes NT AT UGS UR AT URT AT UR AT UGS URT AT UGS URT AT UGS URT AT UGS URT AT UR AT UR AT Credes NT UR AT UR AT UR AT UR AT MT UGS UR MT URT AT UR AT UGS URT AT UR AT UGS URT AT UR AT UGS URT AT UR AT UGS URT AT UR AT UR MT UR MT Credes NT UR MT UR MT UR MT UR MT UR MT URT AT UGS UGS UGS BTE UGS UR BT UR AT UR MT URT AT UR AT URT AT UR AT URT AT UR AT UR BT UR BT Credes BTE UR MT UR MT UR MT UR BT UR BT UR BT UR BT UGS UGS UGS BTN (3) UGS - URT AT UR AT URT AT UR AT URT AT UR AT - - Credes BTN UR BT UR MT UR MT UR MT UR BT UR BT UR BT UGS UGS BTN (2) UGS - URT AT UR AT URT AT UR AT - - Credes BTN UR BT UR MT UR MT UR BT UR BT UGS BTN (1) UGS - URT AT UR AT - - Credes BTN UR BT UR MT UR BT Legenda: (3) Tarifas de BTN ri-horárias (2) Tarifas de BTN bi-horárias (1) Tarifas de BTN simples e social TPc TPp TWp TWc TWvn TWsv TWrf Preço de poência conraada Preço de poência em horas de pona Preço da energia aciva em horas de pona Preço da energia aciva em horas cheias Preço da energia aciva em horas de vazio normal Preço da energia aciva em horas de super vazio Preço da energia reaciva fornecida 27

42 Regulameno Tarifário TWrr TF UGS URT MAT URT AT UR AT UR MT UR BT Credes NT Credes BTE Credes BTN Preço da energia reaciva recebida Preço do ermo arifário fixo Tarifa de Uso Global do Sisema Tarifa de Uso da Rede de Transpore em MAT Tarifa de Uso da Rede de Transpore em AT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em AT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em MT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em BT Tarifa de Comercialização de Redes em MAT, AT e MT Tarifa de Comercialização de Redes em BTE Tarifa de Comercialização de Redes em BTN Arigo 24.º Períodos arifários 1 - Para efeios do presene Regulameno consideram-se os seguines períodos arifários: a) Períodos rimesrais. b) Períodos horários. 2 - Consideram-se os seguines períodos rimesrais de enrega de energia elécrica: a) Período I...de 1 de Janeiro a 31 de Março. b) Período II...de 1 de Abril a 30 de Junho. c) Período III...de 1 de Julho a 30 de Seembro. d) Período IV...de 1 de Ouubro a 31 de ezembro. 3 - Consideram-se os seguines períodos horários de enrega de energia elécrica: a) Horas de pona. b) Horas cheias. c) Horas de vazio normal. d) Horas de super vazio. 4 - O período horário de vazio aplicável nas arifas com dois e rês períodos horários engloba os períodos horários de vazio normal e de super vazio. 5 - O período horário de fora de vazio aplicável nas arifas com dois períodos horários engloba os períodos horários de pona e cheias. 6 - A duração dos períodos horários esabelecidos no n.º 3 é diferenciada de acordo com o ciclo semanal e com o ciclo diário, definidos nos Quadros 8.1 e

43 Regulameno Tarifário 7 - Para os clienes em MT, AT e MAT com ciclo semanal consideram-se os feriados nacionais como períodos de vazio. QUARO 8 URAÇÃO OS PERÍOOS HORÁRIOS Quadro Ciclo semanal: Hora legal de Inverno Segunda a Sexa-feira Hora legal de Verão Segunda a Sexa-feira Pona: 5 h / dia Pona: 3 h / dia Cheias: 12 h / dia Cheias: 14 h / dia Vazio normal: 3 h / dia Vazio normal: 3 h / dia Super vazio: 4 h / dia Super vazio: 4 h / dia Sábados Sábados Cheias: 7 h / dia Cheias: 7 h / dia Vazio normal: 13 h / dia Vazio normal: 13 h / dia Super vazio: 4 h / dia Super vazio: 4 h / dia omingos omingos Vazio normal: 20 h / dia Vazio normal: 20 h / dia Super vazio: 4 h / dia Super vazio: 4 h / dia Quadro Ciclo diário: Hora legal de Inverno Hora legal de Verão Pona: 4 h / dia Pona: 4 h / dia Cheias: 10 h / dia Cheias: 10 h / dia Vazio normal: 6 h / dia Vazio normal: 6 h / dia Super vazio: 4 h / dia Super vazio: 4 h / dia Secção III Esruura do arifário nas Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira Arigo 25.º Tarifas e proveios da enidade concessionária do ranspore e disribuição da RAA 1 - As arifas previsas na presene Secção nos ermos do Quadro 9 são esabelecidas por forma a proporcionarem os proveios definidos no Capíulo IV. 29

44 Regulameno Tarifário 2 - As arifas de Uso da Rede de isribuição em AT, de Uso da Rede de isribuição em MT e de Uso da Rede de isribuição em BT devem proporcionar uma parcela dos proveios permiidos da acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAA. 3 - As arifas de Uso da Rede de isribuição são aplicadas às enregas do nível de ensão em que é efecuada a enrega e dos níveis de ensão inferiores. 4 - A arifa de Comercialização de Redes em MAT, AT e MT a aplicar aos fornecimenos a clienes vinculados e às enregas a clienes não vinculados em MT e as arifas de Comercialização de Redes em BTE e de Comercialização de Redes em BTN a aplicar aos fornecimenos a clienes vinculados em BT devem proporcionar uma parcela dos proveios permiidos da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAA. 5 - As arifas de Comercialização em MAT, AT e MT, de Comercialização em BTE e de Comercialização em BTN a aplicar aos fornecimenos a clienes vinculados devem proporcionar uma parcela dos proveios permiidos da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAA. 6 - A arifa de Uso Global do Sisema e a arifa de Uso da Rede de Transpore em AT a aplicar aos fornecimenos a clienes vinculados e às enregas a clienes não vinculados devem proporcionar uma parcela dos proveios permiidos da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAA. 7 - A arifa de Energia a aplicar aos fornecimenos a clienes vinculados deve proporcionar uma parcela dos proveios permiidos da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAA. 8 - Os cusos com a convergência arifária na RAA a recuperar aravés da arifa de Uso Global do Sisema e ransferidos pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal e os cusos com a convergência arifária na RAA não incorporados na arifa de Uso Global do Sisema e a recuperar nas arifas de Venda a Clienes Finais da RAA consiuem a parcela resane dos proveios permiidos à enidade concessionária do ranspore e disribuição da RAA. 9 - As arifas de Venda a Clienes Finais da RAA aplicam-se aos clienes vinculados e resulam da adição das arifas referidas nos n. os 2, 4, 5, 6 e 7, nos ermos do Arigo 27.º As arifas de Acesso da RAA aplicam-se aos clienes não vinculados e resulam da adição das arifas referidas nos n. os 2, 4 e 6, nos ermos do Arigo 28.º Os preços das arifas esabelecidas no presene Regulameno são definidos anualmene. 30

45 Regulameno Tarifário 12 - Sem prejuízo do número anerior, os preços das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA são ajusados rimesralmene desde a daa de enrada em funcionameno dos mercados organizados aé à daa de cessação de odos os CAE Os ajusamenos rimesrais referidos no número anerior são calculados de acordo com o esabelecido no Arigo 126.º e no Arigo 139.º, por forma a repercuir nos consumidores os desvios rimesrais dos cusos de aquisição de energia elécrica pelo comercializador regulado nos mercados organizados nos ermos do n.º 6 do Arigo 14.º do ecreo-lei n.º 185/2003, de 20 de Agoso. QUARO 9 TARIFAS E PROVEITOS A CONCESSIONÁRIA O TRANSPORTE E ISTRIBUIÇÃO A RAA Concessionária do ranspore e disribuição da RAA Clienes Proveios Proveios Acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAA Cusos convergência arifária SA AGS Tarifas E UGS + URT AT Níveis de Tensão Clienes vinculados Clienes não vinculados MT x - BT x - MT x x BT x - SRAA AGS Incluído nas TVCF MT e BT x - Proveios Acividade SA UR AT + UR MT MT x x de isribuição de Energia Elécrica da RAA SRAA UR AT + UR MT + UR BT Incluído nas TVCF BT MT e BT x x - - Proveios da Acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAA SA C Credes NT MT x x Credes BTE BT 20,7 kw x - Credes BTN BT 215 kva x - C NT MT x - C BTE BT 20,7 kw x - C BTN BT 215 kva x - SRAA C Incluído nas TVCF MT e BT x - Legenda: E UGS URT AT UR AT UR MT UR BT Credes NT Credes BTE Tarifa de Energia Tarifa de Uso Global do Sisema Tarifa de Uso da Rede de Transpore em AT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em AT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em MT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em BT Tarifa de Comercialização de Redes em MAT, AT e MT Tarifa de Comercialização de Redes em BTE 31

46 Regulameno Tarifário Credes BTN C NT C BTE C BTN TVCF SA AGS SA SA C SRAA AGS SRAA SRAA C Tarifa de Comercialização de Redes em BTN Tarifa de Comercialização em MAT, AT e MT Tarifa de Comercialização em BTE Tarifa de Comercialização em BTN Tarifas de Venda a Clienes Finais Sobrecuso da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema a recuperar aravés da arifa de Uso Global do Sisema pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal Sobrecuso da acividade de isribuição de Energia Elécrica a recuperar aravés da arifa de Uso Global do Sisema pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal Sobrecuso da acividade de Comercialização de Energia Elécrica a recuperar aravés da arifa de Uso Global do Sisema pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal Cusos com a convergência arifária na RAA não incorporados na arifa de Uso Global do Sisema e a recuperar nas arifas de Venda a Clienes Finais da RAA, impuáveis à acividade de Aquisição de Energia e Gesão do Sisema Cusos com a convergência arifária na RAA não incorporados na arifa de Uso Global do Sisema e a recuperar nas arifas de Venda a Clienes Finais da RAA, impuáveis à acividade de isribuição de Energia Elécrica Cusos com a convergência arifária na RAA não incorporados na arifa de Uso Global do Sisema e a recuperar nas arifas de Venda a Clienes Finais da RAA, impuáveis à acividade de Comercialização de Energia Elécrica Arigo 26.º Tarifas e proveios da enidade concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM 1 - As arifas previsas na presene Secção nos ermos do Quadro 10 são esabelecidas por forma a proporcionarem os proveios definidos no Capíulo IV. 2 - As arifas de Uso da Rede de isribuição em AT, de Uso da Rede de isribuição em MT e de Uso da Rede de isribuição em BT devem proporcionar uma parcela dos proveios permiidos da acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAM. 3 - As arifas de Uso da Rede de isribuição são aplicadas às enregas do nível de ensão em que é efecuada a enrega e dos níveis de ensão inferiores. 4 - A arifa de Comercialização de Redes em MAT, AT e MT a aplicar aos fornecimenos a clienes vinculados e às enregas a clienes não vinculados em AT e MT e as arifas de Comercialização de Redes em BTE e de Comercialização de Redes em BTN a aplicar aos fornecimenos a clienes vinculados em BT devem proporcionar uma parcela dos proveios permiidos da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAM. 5 - As arifas de Comercialização em MAT, AT e MT, de Comercialização em BTE e de Comercialização em BTN a aplicar aos fornecimenos a clienes vinculados devem proporcionar uma parcela dos proveios permiidos da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAM. 32

47 Regulameno Tarifário 6 - A arifa de Uso Global do Sisema e a arifa de Uso da Rede de Transpore em AT a aplicar aos fornecimenos a clienes vinculados e às enregas a clienes não vinculados devem proporcionar uma parcela dos proveios permiidos da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAM. 7 - A arifa de Energia a aplicar aos fornecimenos a clienes vinculados deve proporcionar uma parcela dos proveios permiidos da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAM. 8 - Os cusos com a convergência arifária na RAM a recuperar aravés da arifa de Uso Global do Sisema e ransferidos pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal e os cusos com a convergência arifária na RAM não incorporados na arifa de Uso Global do Sisema e a recuperar nas arifas de Venda a Clienes Finais da RAM consiuem a parcela resane dos proveios permiidos à enidade concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM. 9 - As arifas de Venda a Clienes Finais da RAM aplicam-se aos clienes vinculados e resulam da adição das arifas referidas nos n. os 2, 4, 5, 6 e 7, nos ermos do Arigo 27.º As arifas de Acesso da RAM aplicam-se aos clienes não vinculados e resulam da adição das arifas referidas nos n. os 2, 4 e 6, nos ermos do Arigo 28.º Os preços das arifas esabelecidas no presene Regulameno são definidos anualmene Sem prejuízo do número anerior, os preços das arifas de Venda a Clienes Finais da RAM são ajusados rimesralmene desde a daa de enrada em funcionameno dos mercados organizados aé à daa de cessação de odos os CAE Os ajusamenos rimesrais referidos no número anerior são calculados de acordo com o esabelecido no Arigo 126.º e no Arigo 143.º, por forma a repercuir nos consumidores os desvios rimesrais dos cusos de aquisição de energia elécrica pelo comercializador regulado nos mercados organizados nos ermos do n.º 6 do Arigo 14.º do ecreo-lei n.º 185/2003, de 20 de Agoso. 33

48 Regulameno Tarifário QUARO 10 TARIFAS E PROVEITOS A CONCESSIONÁRIA O TRANSPORTE E ISTRIBUIOR VINCULAO A RAM Concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM Clienes Proveios Cusos convergência arifária Tarifas Níveis de Tensão Clienes vinculados Clienes não vinculados AT x - Proveios Acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema SM AGS E UGS + URT AT MT x - BT x - AT x x MT x x da RAM BT x - SRAM AGS Incluído nas TVCF AT, MT, e BT x - Proveios Acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAM UR AT AT x x SM UR AT + UR MT MT x x UR AT + UR MT + UR BT BT x - SRAM Incluído nas TVCF AT, MT, e BT x - Credes NT AT x x MT x x Proveios da Acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAM SM C Credes BTE BT > 62,1 kw x - Credes BTN BT 62,1 KVA x - C NT AT x - MT x - C BTE BT > 62,1 kw x - C BTN BT 62,1 kva x - SRAM C Incluído nas TVCF AT, MT, e BT x - Legenda: E UGS URT AT UR AT UR MT UR BT Credes NT Credes BTE Credes BTN C NT C BTE C BTN TVCF SM AGS Tarifa de Energia Tarifa de Uso Global do Sisema Tarifa de Uso da Rede de Transpore em AT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em AT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em MT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em BT Tarifa de Comercialização de Redes em MAT, AT e MT Tarifa de Comercialização de Redes em BTE Tarifa de Comercialização de Redes em BTN Tarifa de Comercialização em MAT, AT e MT Tarifa de Comercialização em BTE Tarifa de Comercialização em BTN Tarifas de Venda a Clienes Finais Sobrecuso da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema a recuperar 34

49 Regulameno Tarifário aravés da arifa de Uso Global do Sisema pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal SM SM C SRAM AGS SRAM SRAM C Sobrecuso da acividade de isribuição de Energia Elécrica a recuperar aravés da arifa de Uso Global do Sisema pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal Sobrecuso da acividade de Comercialização de Energia Elécrica a recuperar aravés da arifa de Uso Global do Sisema pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal Cusos com a convergência arifária na RAM não incorporados na arifa de Uso Global do Sisema e a recuperar nas arifas de Venda a Clienes Finais da RAM, impuáveis à acividade de Aquisição de Energia e Gesão do Sisema Cusos com a convergência arifária na RAM não incorporados na arifa de Uso Global do Sisema e a recuperar nas arifas de Venda a Clienes Finais da RAM, impuáveis à acividade de isribuição de Energia Elécrica Cusos com a convergência arifária na RAM não incorporados na arifa de Uso Global do Sisema e a recuperar nas arifas de Venda a Clienes Finais da RAM, impuáveis à acividade de Comercialização de Energia Elécrica Arigo 27.º Tarifas a aplicar aos clienes vinculados 1 - As arifas de Venda a Clienes Finais da RAA e da RAM aplicam-se aos clienes vinculados. 2 - Sem prejuízo do esabelecido na Secção VIII do Capíulo V, aplicável à RAA, os preços das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA são idênicos aos preços das arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores regulados em Porugal coninenal. 3 - Sem prejuízo do esabelecido na Secção IX do Capíulo V, aplicável à RAM, os preços das arifas de Venda a Clienes Finais da RAM são idênicos aos preços das arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores regulados em Porugal coninenal. Arigo 28.º Tarifas a aplicar aos clienes não vinculados 1 - Os preços das arifas de Acesso às Redes da RAA são idênicos aos preços das arifas de Acesso dos operadores das redes de disribuição em Porugal coninenal. 2 - Os preços das arifas de Acesso às Redes da RAM são idênicos aos preços das arifas de Acesso dos operadores das redes de disribuição em Porugal coninenal. Arigo 29.º Esruura geral das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA e da RAM 1 - Sem prejuízo do esabelecido nas Secções seguines, as arifas de Venda a Clienes Finais da RAA e da RAM são composas pelos seguines preços: 35

50 Regulameno Tarifário a) Preços de conraação, leiura, facuração e cobrança, correspondendo a um ermo arifário fixo, definidos em Euros por mês. b) Preços de poência conraada, definidos em Euros por kw, por mês. c) Preços de poência em horas de pona, definidos em Euros por kw, por mês. d) Preços da energia aciva discriminados por período arifário, definidos em Euros por kwh. e) Preços da energia reaciva fornecida e recebida, definidos em Euros por kvarh. 2 - Os preços definidos no número anerior podem ser diferenciados segundo os seguines criérios: a) Nível de ensão. b) Período arifário. Arigo 30.º Esruura geral das arifas de Acesso às Redes a aplicar aos clienes não vinculados da RAA e da RAM A esruura geral das arifas de Acesso às Redes a aplicar aos clienes não vinculados em cada nível de ensão é a consane do Quadro 7 do Arigo 23.º, coincidindo com a esruura geral das arifas por acividade a aplicar pelos operadores das redes de disribuição de Porugal coninenal, apresenada no Quadro 4 do Arigo 17.º e no Quadro 5 do Arigo 21.º, após a sua conversão para o respecivo nível de ensão de enrega. Arigo 31.º Períodos arifários aplicáveis na RAA e na RAM 1 - Para efeios do presene Regulameno consideram-se os seguines períodos arifários: a) Períodos rimesrais. b) Períodos horários. 2 - Consideram-se os seguines períodos rimesrais de enrega de energia elécrica: a) Período I...de 1 de Janeiro a 31 de Março. b) Período II...de 1 de Abril a 30 de Junho. c) Período III...de 1 de Julho a 30 de Seembro. d) Período IV...de 1 de Ouubro a 31 de ezembro. 3 - Consideram-se os seguines períodos horários de enrega de energia elécrica: 36

51 Regulameno Tarifário a) Horas de pona. b) Horas cheias. c) Horas de vazio. 4 - O período horário de fora de vazio aplicável nas arifas com dois períodos horários engloba os períodos horários de pona e cheias. 5 - A duração dos períodos horários esabelecidos no n.º 3 é definida no Quadro 11. QUARO 11 URAÇÃO OS PERÍOOS HORÁRIOS NA RAA E NA RAM Hora legal de Inverno Hora legal de Verão Pona: 4 h / dia Pona: 4 h / dia Cheias: 10 h / dia Cheias: 10 h / dia Vazio normal: 10 h / dia Vazio normal: 10 h / dia Secção IV Tarifas de Acesso às Redes Arigo 32.º Objeco 1 - A presene Secção esabelece as arifas de Acesso às Redes que devem proporcionar os seguines proveios: a) Proveios permiidos da acividade de Compra e Venda do Acesso à Rede de Transpore. b) Proveios permiidos das acividades de isribuição de Energia Elécrica e de Comercialização de Redes. 2 - As arifas de Acesso às Redes a aplicar pelos operadores das redes de disribuição resulam da adição das arifas de Uso Global do Sisema, de Uso da Rede de Transpore, de Uso das Redes de isribuição e de Comercialização de Redes. Arigo 33.º Esruura geral das arifas de Acesso às Redes aplicáveis às enregas em MAT, AT, MT e BTE 1 - As arifas de Acesso às Redes aplicáveis às enregas em MAT, AT, MT e BTE são composas pelos seguines preços: 37

52 Regulameno Tarifário a) Preços de conraação, leiura, facuração e cobrança, correspondendo a um ermo arifário fixo, definidos em Euros por mês. b) Preços de poência conraada, definidos em Euros por kw, por mês. c) Preços de poência em horas de pona, definidos em Euros por kw, por mês. d) Preços da energia aciva, definidos em Euros por kwh. e) Preços da energia reaciva, definidos em Euros por kvarh. 2 - Os preços da energia aciva das enregas em MAT, AT e MT são discriminados em quaro períodos rimesrais e em quaro períodos horários, de acordo com o ciclo semanal esabelecido no Quadro 8.1 do Arigo 24.º. 3 - Os preços da energia aciva das enregas em BTE são discriminados em rês períodos horários de acordo com o esabelecido no Arigo 24.º. 4 - Os preços da energia reaciva são discriminados em: a) Preços da energia reaciva induiva. b) Preços da energia reaciva capaciiva. 5 - Os preços da energia reaciva induiva e capaciiva coincidem com os preços da energia reaciva fornecida e recebida, respecivamene, da arifa de Uso da Rede do nível de ensão de enrega. 6 - A poência conraada, a poência em horas de pona e as energias aciva e reaciva a facurar são deerminadas de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. Arigo 34.º Esruura geral das arifas de Acesso às Redes aplicáveis às enregas em BTN 1 - As arifas de Acesso às Redes aplicáveis às enregas em BTN são composas pelos seguines preços: a) Preços de poência conraada e de conraação, leiura, facuração e cobrança, definidos em Euros por mês. b) Preços da energia aciva, definidos em Euros por kwh. 2 - Os preços de poência conraada e de conraação, leiura, facuração e cobrança são variáveis por escalões de poência conraada, indicados no Quadro

53 Regulameno Tarifário 3 - Os preços da energia aciva em BTN, para poências conraadas superiores a 20,7 kva, são discriminados em rês períodos horários, de acordo com o esabelecido no Arigo 24.º. 4 - Os preços de energia aciva em BTN, para poências conraadas inferiores ou iguais a 20,7 kva, são discriminadas em 2 períodos horários ou não apresenam diferenciação horária, de acordo com o esabelecido no Arigo 24.º. 5 - A poência e a energia aciva a facurar são deerminadas de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. QUARO 12 ESCALÕES E POTÊNCIA AS TARIFAS E ACESSO ÀS REES EM BTN Opções Tarifárias Escalões de Poência Conraada (kva) BTN 20,7 kva 1,15-2,3-3,45-4,6-5,75-6,9-10,35-13,8-17,25-20,7 BTN > 20,7 kva 27,6-34,5-41,4 Secção V Tarifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores regulados de Porugal coninenal Arigo 35.º Objeco 1 - A presene Secção esabelece as arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores regulados, que devem proporcionar os seguines proveios: a) Proveios a recuperar relaivos ao uso global do sisema, ao uso da rede de ranspore, ao uso da rede de disribuição e à comercialização de redes, que coincidem com os proveios permiidos da acividade de Compra e Venda do Acesso às Redes de Transpore e isribuição. b) Proveios permiidos das acividades de Compra e Venda de Energia Elécrica e de Comercialização. 2 - As arifas de Venda a Clienes Finais a aplicar aos fornecimenos dos comercializadores regulados resulam da adição das arifas de Energia, de Uso Global do Sisema, de Uso da Rede de Transpore, de Uso da Rede de isribuição, de Comercialização de Redes e de Comercialização. 39

54 Regulameno Tarifário Arigo 36.º Opções arifárias 1 - As arifas de Venda a Clienes Finais apresenam, em cada nível de ensão, as opções arifárias indicadas no Quadro Para cada opção arifária são esabelecidos no Quadro 13 valores limies da poência conraada. 3 - Para fornecimenos em AT e MAT, podem ser considerados valores de poência conraada inferiores aos indicados no Quadro 13, por acordo enre o comercializador regulado e o cliene final, endo em cona o esabelecido na alínea a) do arigo 5.º do presene Regulameno e no n.º 2 do Arigo 14.º do ecreo-lei n.º 185/95 de 27 de Julho. 4 - Nos fornecimenos em BT, designadamene para efeios dos valores da poência conraada, considera-se que o fornecimeno se efecua à ensão de 400 V enre fases, a que corresponde 230 V enre fase e neuro. 5 - Os fornecimenos em BT com poência conraada superior a 41,4 kw são designados por fornecimenos em BTE. 6 - Os fornecimenos em BT com poência conraada inferior ou igual a 41,4 kva são designados por fornecimenos em BTN. 7 - A arifa social desina-se aos consumos relaivos a casas de habiação de residência permanene, mesmo que nelas se exerça uma pequena acividade profissional, com poência conraada aé 2,3 kva e um consumo anual não superior a 400 kwh. 8 - As arifas sazonais são aplicadas a consumos sazonais. 9 - A opção arifária simples dos fornecimenos em BTN com poência conraada superior a 20,7 kva apresena carácer ransiório, sendo exina no final do primeiro período de regulação esabelecido no presene Regulameno. 40

55 Regulameno Tarifário QUARO 13 OPÇÕES TARIFÁRIAS AS TARIFAS E VENA A CLIENTES FINAIS OS COMERCIALIZAORES REGULAOS Nível Opções Tarifárias Limies da Poência Poência e Energia Aciva Energia Reaciva (4) de Tensão ou Conraada Termo Tarifário Tipo de Fornecimeno Fixo (1) Períodos Trimesrais N.º Períodos Induiva Horários Capaciiva (2) (3) Tarifa Social 1,15 a 2,3 kva a Tarifa Simples 1,15 a 20,7 kva a Tarifa Bi-horária 3,45 a 20,7 kva a Baixa Tensão Normal Baixa Tensão Especial Tarifa Simples 27,6 a 41,4 kva a Tarifa de Médias Uilizações 27,6 a 41,4 kva a Tarifa de Longas Uilizações 27,6 a 41,4 kva a Tarifa Sazonal Simples 3,45 a 20,7 kva a Tarifa Sazonal Bi-horária 3,45 a 20,7 kva a Tarifa Sazonal Tri-horária 3,45 a 41,4 kva a Tarifa de Iluminação Pública Tarifa de Médias Uilizações > 41,4 kw x - 3 x x Tarifa de Longas Uilizações > 41,4 kw x - 3 x x Média Tensão Tarifa de Curas Uilizações Tera-horária Tarifa de Médias Uilizações Tera-horária Tarifa de Longas Uilizações Tera-horária - x x 4 x x - x x 4 x x - x x 4 x x Ala Tensão Tarifa de Curas Uilizações 6 MW x x 4 x x Tarifa de Médias Uilizações 6 MW x x 4 x x Tarifa de Longas Uilizações 6 MW x x 4 x x Muio Ala Tensão Tarifa única 25 MW x x 4 x x Noas: (1) x a - (2) - x (3) (4) - x Exisência de preços de poência e de preços do ermo arifário fixo Exisência de um preço correspondene ao escalão de poência e ao ermo arifário fixo Não aplicável Preços sem diferenciação rimesral Preços com diferenciação rimesral Sem diferenciação horária ois períodos horários: fora de vazio e vazio Três períodos horários: pona, cheias e vazio Quaro períodos horários: pona, cheias, vazio normal e super vazio Não aplicável Exisência de preço correspondene 41

56 Regulameno Tarifário Arigo 37.º Esruura geral das opções arifárias de MAT, AT, MT e BTE 1 - As opções arifárias de MAT, AT, MT e BTE são composas pelos seguines preços: a) Preços de conraação, leiura, facuração e cobrança, correspondendo a um ermo arifário fixo, definidos em Euros por mês. b) Preços de poência conraada, definidos em Euros por kw, por mês. c) Preços de poência em horas de pona, definidos em Euros por kw, por mês. d) Preços da energia aciva, definidos em Euros por kwh. e) Preços da energia reaciva, definidos em Euros por kvarh. 2 - Os preços da energia aciva nas opções arifárias de MAT, AT e MT são discriminados em quaro períodos rimesrais e em quaro períodos horários, de acordo com o esabelecido no Arigo 24.º. 3 - Os preços da energia aciva nas opções arifárias de BTE são discriminados em rês períodos horários de acordo com o esabelecido no Arigo 24.º. 4 - Os preços da energia reaciva são discriminados em: a) Preços da energia reaciva induiva. b) Preços da energia reaciva capaciiva. 5 - Os preços da energia reaciva induiva e capaciiva coincidem com os preços da energia reaciva fornecida e recebida, respecivamene, da arifa de Uso da Rede do nível de ensão de enrega, sem prejuízo do esabelecido na Secção VII do Capíulo V. 6 - A poência conraada, a poência em horas de pona e as energias aciva e reaciva a facurar são deerminadas de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. Arigo 38.º Esruura geral das opções arifárias de BTN 1 - As opções arifárias de BTN são composas pelos seguines preços: a) Preços de poência conraada e de conraação, leiura, facuração e cobrança, definidos em Euros por mês. b) Preços da energia aciva, definidos em Euros por kwh. 42

57 Regulameno Tarifário 2 - Os preços de poência conraada e de conraação, leiura, facuração e cobrança são variáveis por escalões de poência conraada, indicados no Quadro Nas opções arifárias de BTN social, simples e iluminação pública os preços da energia aciva não apresenam diferenciação horária. 4 - Nas resanes opções arifárias de BTN os preços da energia aciva são discriminados em dois ou rês períodos horários, de acordo com o esabelecido no Arigo 24.º. 5 - A opção arifária de iluminação pública é composa unicamene pelo preço de energia aciva. 6 - A poência e a energia aciva a facurar são deerminadas de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. QUARO 14 ESCALÕES E POTÊNCIA AS OPÇÕES TARIFÁRIAS EM BTN Opções Tarifárias Tarifa Social Tarifa Simples Tarifa Bi-Horária Tarifa Simples Tarifa de Médias Uilizações Tarifa de Longas Uilizações Tarifa Sazonal Tri-Horária Tarifa Sazonal Simples Tarifa Sazonal Bi-Horária Tarifa Sazonal Tri-Horária Escalões de Poência Conraada (kva) 1,15-2,3 1,15-2,3-3,45-4,6-5,75-6,9-10,35-13,8-17,25-20,7 3,45-4,6-5,75-6,9-10,35-13,8-17,25-20,7 27,6-34,5-41,4 27,6-34,5-41,4 27,6-34,5-41,4 27,6-34,5-41,4 3,45-4,6-5,75-6,9-10,35-13,8-17,25-20,7 3,45-4,6-5,75-6,9-10,35-13,8-17,25-20,7 3,45-4,6-5,75-6,9-10,35-13,8-17,25-20,7 43

58 Regulameno Tarifário Secção VI Tarifas de Venda a Clienes Finais da RAA Arigo 39.º Objeco 1 - A presene Secção esabelece as arifas de Venda a Clienes Finais da RAA, que asseguram a observância do princípio da convergência arifária na RAA. 2 - As arifas de Venda a Clienes Finais da RAA são aplicadas pela concessionária do ranspore e disribuição da RAA. Arigo 40.º Opções arifárias 1 - As arifas de Venda a Clienes Finais da RAA apresenam em cada nível de ensão as opções arifárias indicadas no Quadro Para cada opção arifária são esabelecidos no Quadro 15 valores limies da poência conraada. 3 - Nos fornecimenos em BT, designadamene para efeios dos valores da poência conraada, considera-se que o fornecimeno se efecua à ensão de 400 V enre fases, a que corresponde 230 V enre fase e neuro. 4 - Os fornecimenos em BT com poência conraada igual ou superior a 20,7 kw e com medida da máxima poência em inervalos de empo de 15 minuos são designados por fornecimenos em BTE. 5 - Os fornecimenos em BT com poência conraada inferior ou igual a 215 kva e sem medida da máxima poência em inervalos de empo de 15 minuos são designados por fornecimenos em BTN. 6 - A arifa social desina-se aos consumos relaivos a casas de habiação de residência permanene, mesmo que nelas se exerça uma pequena acividade profissional, com poência conraada de 1,15 kva e um consumo anual não superior a 500 kwh. 7 - As arifas sazonais são aplicadas a consumos sazonais. 44

59 Regulameno Tarifário QUARO 15 OPÇÕES TARIFÁRIAS AS TARIFAS E VENA A CLIENTES FINAIS A RAA Nível Opções Tarifárias Limies da Poência Poência Energia Aciva Energia Reaciva (4) de Tensão ou Conraada Tipo de Fornecimeno (1) Períodos Trimesrais N.º Períodos Induiva Horários Capaciiva (2) (3) Tarifa Social 1,15 kva a Tarifa Simples 1,15 a 17,25 kva a Baixa Tensão Normal Tarifa Bi-horária 3,45 a 17,25 kva a Tarifa Tri-horária 20,7 kva a 215 kva a Tarifa Sazonal Simples 3,45 a 17,25 kva a Tarifa Sazonal Simples > 17,25 kva a Tarifa de Iluminação Pública Baixa Tensão Especial Média Tensão Tarifa Tri-horária 20,7 kw x - 3 x x Tarifa Tri-horária - x x 3 x x Noas: (1) x a - (2) - x (3) (4) - x Exisência de preços de poência e de preços do ermo arifário fixo Exisência de um preço correspondene ao escalão de poência e ao ermo arifário fixo Não aplicável Preços sem diferenciação rimesral Preços com diferenciação rimesral Sem diferenciação horária ois períodos horários: fora de vazio e vazio Três períodos horários: pona, cheias e vazio Não aplicável Exisência de preço correspondene Arigo 41.º Esruura geral das opções arifárias de MT e BTE 1 - As opções arifárias de MT e BTE são composas pelos seguines preços: a) Preços de conraação, leiura, facuração e cobrança, correspondendo a um ermo arifário fixo, definidos em Euros por mês. b) Preços de poência conraada, definidos em Euros por kw, por mês. c) Preços de poência em horas de pona, definidos em Euros por kw, por mês. d) Preços da energia aciva, definidos em Euros por kwh. e) Preços da energia reaciva, definidos em Euros por kvarh. 45

60 Regulameno Tarifário 2 - Os preços da energia aciva nas opções arifárias de MT são discriminados em quaro períodos rimesrais e em rês períodos horários, de acordo com o esabelecido no Arigo 31.º. 3 - Os preços da energia aciva nas opções arifárias de BTE são discriminados em rês períodos horários de acordo com o esabelecido no Arigo 31.º. 4 - Os preços da energia reaciva são discriminados em: a) Preços da energia reaciva induiva. b) Preços da energia reaciva capaciiva. 5 - Os preços da energia reaciva induiva e capaciiva coincidem com os preços da energia reaciva fornecida e recebida, respecivamene, da arifa de Uso da Rede do nível de ensão de enrega, sem prejuízo do esabelecido na Secção VIII do Capíulo V. 6 - A poência conraada, a poência em horas de pona e as energias aciva e reaciva a facurar são deerminadas de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. Arigo 42.º Esruura geral das opções arifárias de BTN 1 - As opções arifárias de BTN são composas pelos seguines preços: a) Preços de poência conraada e de conraação, leiura, facuração e cobrança, definidos em Euros por mês. b) Preços da energia aciva, definidos em Euros por kwh. 2 - Os preços de poência conraada são variáveis por escalões de poência conraada, indicados no Quadro Nas opções arifárias de BTN social, simples e iluminação pública os preços da energia aciva não apresenam diferenciação horária. 4 - Nas resanes opções arifárias de BTN os preços da energia aciva são discriminados em dois ou rês períodos horários, de acordo com o esabelecido no Arigo 31.º. 5 - A opção arifária de iluminação pública é composa unicamene pelo preço de energia aciva. 6 - A poência e a energia aciva a facurar são deerminadas de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. 46

61 Regulameno Tarifário QUARO 16 ESCALÕES E POTÊNCIA AS OPÇÕES TARIFÁRIAS EM BTN Opções Tarifárias Tarifa Social Tarifa Simples Tarifa Bi-Horária Escalões de Poência Conraada (kva) 1,15 1,15-3,45-6,9 10,35-13,8-17,25 3,45-6,9 10,35-13,8-17,25 Tarifa Tri-horária 20,7-27,6-34,5-41,4-55,2-69,0-103,5-110,4-138,0-172,5-207,0-215,0 Tarifa Sazonal Simples 3,45-6,9-10,35-13,8-17,25 Tarifa Sazonal Simples 20,7-27,6-34,5-41,4 Secção VII Tarifas de Venda a Clienes Finais da RAM Arigo 43.º Objeco 1 - A presene Secção esabelece as arifas de Venda a Clienes Finais da RAM, que asseguram a observância do princípio da convergência arifária na RAM. 2 - As arifas de Venda a Clienes Finais da RAM são aplicadas pela concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM. Arigo 44.º Opções arifárias 1 - As arifas de Venda a Clienes Finais da RAM apresenam em cada nível de ensão as opções arifárias indicadas no Quadro Para cada opção arifária são esabelecidos no Quadro 17 valores limies da poência conraada. 3 - Nos fornecimenos em BT, designadamene para efeios dos valores da poência conraada, considera-se que o fornecimeno se efecua à ensão de 400 V enre fases, a que corresponde 230 V enre fase e neuro. 4 - Os fornecimenos em BT com poência conraada superior a 62,1 kw são designados por fornecimenos em BTE. 47

62 Regulameno Tarifário 5 - Os fornecimenos em BT com poência conraada inferior ou igual a 62,1 kva são designados por fornecimenos em BTN. 6 - A arifa social desina-se aos consumos relaivos a casas de habiação de residência permanene, mesmo que nelas se exerça uma pequena acividade profissional, com poência conraada aé 1,15 kva e um consumo anual não superior a 500 kwh. 7 - As arifas sazonais são aplicadas a consumos sazonais. QUARO 17 OPÇÕES TARIFÁRIAS AS TARIFAS E VENA A CLIENTES FINAIS A RAM Nível Opções Tarifárias Limies da Poência Poência (1) Energia Aciva Energia Reaciva (4) de Tensão Conraada Períodos N.º Períodos Induiva Capaciiva Trimesrais Horários (2) (3) Tarifa Social 1,15 kva a Baixa Tensão Normal Tarifa Simples 1,15 a 20,7 kva a Tarifa Bi-horária 3,45 a 20,7 kva a Tarifa ri-horária 27,6 a 62,1 kva a Iluminação Pública Baixa Tensão Especial Média Tensão Tarifa ri-horária > 62,1 kw x - 3 x x Tarifa de MT 6,6 kv - x x 3 x x Tarifa de MT 30 kv - x x 3 x x Ala Tensão Tarifa de AT 6 MW x x 3 x x Noas: (1) x a - (2) - x (3) (4) - x Exisência de preços de poência e de preços do ermo arifário fixo Exisência de um preço correspondene ao escalão de poência e ao ermo arifário fixo Não aplicável Preços sem diferenciação rimesral Preços com diferenciação rimesral Sem diferenciação horária ois períodos horários: fora de vazio e vazio Três períodos horários: pona, cheias e vazio Não aplicável Exisência de preço correspondene Arigo 45.º Esruura geral das opções arifárias de AT, MT e BTE 1 - As opções arifárias de AT, MT e BTE são composas pelos seguines preços: 48

63 Regulameno Tarifário a) Preços de conraação, leiura, facuração e cobrança, correspondendo a um ermo arifário fixo, definidos em Euros por mês. b) Preços de poência conraada, definidos em Euros por kw, por mês. c) Preços de poência em horas de pona, definidos em Euros por kw, por mês. d) Preços da energia aciva, definidos em Euros por kwh. e) Preços da energia reaciva, definidos em Euros por kvarh. 2 - Os preços da energia aciva nas opções arifárias de AT e MT são discriminados em quaro períodos rimesrais e em rês períodos horários, de acordo com o esabelecido no Arigo 31.º. 3 - Os preços da energia aciva nas opções arifárias de BTE são discriminados em rês períodos horários de acordo com o esabelecido no Arigo 31.º. 4 - Os preços da energia reaciva são discriminados em: a) Preços da energia reaciva induiva. b) Preços da energia reaciva capaciiva. 5 - Os preços da energia reaciva induiva e capaciiva coincidem com os preços da energia reaciva fornecida e recebida, respecivamene, da arifa de Uso da Rede do nível de ensão de enrega, sem prejuízo do esabelecido na Secção IX do Capíulo V. 6 - A poência conraada, a poência em horas de pona e as energias aciva e reaciva a facurar são deerminadas de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. Arigo 46.º Esruura geral das opções arifárias de BTN 1 - As opções arifárias de BTN são composas pelos seguines preços: a) Preços de poência conraada e de conraação, leiura, facuração e cobrança, definidos em Euros por mês. b) Preços da energia aciva, definidos em Euros por kwh. 2 - Os preços de poência conraada são variáveis por escalões de poência conraada, indicados no Quadro Nas opções arifárias de BTN social, simples e iluminação pública os preços da energia aciva não apresenam diferenciação horária. 49

64 Regulameno Tarifário 4 - Nas resanes opções arifárias de BTN os preços da energia aciva são discriminados em dois ou rês períodos horários, de acordo com o esabelecido no Arigo 31.º. 5 - A opção arifária de iluminação pública é composa unicamene pelo preço de energia aciva. 6 - A poência e a energia aciva a facurar são deerminadas de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. QUARO 18 ESCALÕES E POTÊNCIA AS OPÇÕES TARIFÁRIAS EM BTN Opções Tarifárias Tarifa Social Tarifa Simples Tarifa Bi-Horária Escalões de Poência Conraada (kva) 1,15 1,15-3,45-6,9-10,35-13,8-17,25-20,7 3,45-6,9-10,35-13,8-17,25-20,7 Tarifa Tri-horária 27,6-34,5-41,4-51,75-62,1 Secção VIII Tarifa de Energia Arigo 47.º Objeco A presene Secção esabelece a arifa de Energia a aplicar aos fornecimenos dos comercializadores regulados, que deve proporcionar os proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica do comercializador regulado. Arigo 48.º Esruura geral 1 - A arifa de Energia é composa por preços aplicáveis à energia aciva, definidos em Euros por kwh. 2 - Os preços da arifa de Energia são referidos à saída da RNT. 3 - Os preços de energia aciva são discriminados em quaro períodos rimesrais e em quaro períodos horários, de acordo com o esabelecido no Arigo 24.º, coincidindo com os aplicáveis nas arifas de Venda a Clienes Finais. 50

65 Regulameno Tarifário Arigo 49.º Conversão da arifa de Energia para os vários níveis de ensão 1 - Os preços da arifa de Energia são converidos para os vários níveis de ensão e opções arifárias dos clienes dos comercializadores regulados, endo em cona os facores de ajusameno para perdas, de acordo com o Quadro Nos fornecimenos a clienes em BT dos comercializadores regulados, os preços da arifa de Energia são agregados em conformidade com os períodos horários aplicáveis nos ermos do Quadro Nos fornecimenos de energia e poência aos clienes das opções arifárias de BTN social, simples e iluminação pública dos comercializadores regulados, os preços da energia aciva não apresenam diferenciação horária. 4 - Nos fornecimenos de energia e poência aos clienes em BT dos comercializadores regulados, os preços da energia aciva não apresenam diferenciação sazonal. QUARO 19 PREÇOS A TARIFA E ENERGIA NOS VÁRIOS NÍVEIS E TENSÃO E OPÇÕES TARIFÁRIAS Preços da Tarifa de Energia Tarifas N.º Períodos Horários TWp TWc TWvn TWsv Aplicação E 4 X X X X - MAT 4 X X X X Fornecimenos AT 4 X X X X Fornecimenos MT 4 X X X X Fornecimenos BTE 3 X X X Fornecimenos BTN (3) 3 X X X Fornecimenos BTN (2) 2 X X Fornecimenos BTN (1) 1 X Fornecimenos BTN (IP) 1 X Fornecimenos Legenda: E Tarifa de Energia (3) Tarifas de BTN ri-horárias (2) Tarifas de BTN bi-horárias 51

66 Regulameno Tarifário (1) Tarifas de BTN simples e social (IP) TWp TWc TWvn TWsv Tarifas de BTN de iluminação pública Preço da energia aciva em horas de pona Preço da energia aciva em horas cheias Preço da energia aciva em horas de vazio normal Preço da energia aciva em horas de super vazio Comercializadores regulados Arigo 50.º Energia aciva a facurar A energia aciva a facurar na arifa de Energia é deerminada de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. Secção IX Tarifa de Uso Global do Sisema Arigo 51.º Objeco 1 - A presene Secção esabelece a arifa de Uso Global do Sisema, a aplicar ao operador da rede de disribuição em MT e AT, que deve proporcionar à enidade concessionária da RNT os proveios permiidos da acividade de Compra e Venda do agene comercial e da acividade de Gesão Global do Sisema do operador da rede de ranspore. 2 - A presene Secção esabelece ambém a arifa de Uso Global do Sisema, a aplicar às enregas dos operadores das redes de disribuição, que deve proporcionar os proveios a recuperar relaivos à Compra e Venda de Energia Elécrica do agene comercial e à Gesão Global do Sisema. Arigo 52.º Esruura geral 1 - A arifa de Uso Global do Sisema é composa por duas parcelas, I e II, a) A parcela I permie recuperar os cusos de gesão do sisema. b) A parcela II permie recuperar os cusos decorrenes de medidas de políica energéica, ambienal ou de ineresse económico geral e os cusos para a manuenção do equilíbrio conraual dos produores com CAE. 52

67 Regulameno Tarifário 2 - A arifa de Uso Global do Sisema é composa pelos seguines preços, nos ermos do Quadro 20: a) Preços da energia aciva da parcela I, definidos em Euros por kwh. b) Preço de poência conraada da parcela II, definido em Euros por kw, por mês. c) Preços da energia aciva da parcela II, definidos em Euros por kwh. 3 - Na arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelo operador da rede de ranspore ao operador da rede de disribuição em MT e AT, o preço de poência conraada é subsiuído por um encargo mensal nos ermos do Arigo 128.º. 4 - Os preços de energia aciva da arifa de Uso Global do Sisema são referidos à saída da RNT. 5 - Os preços da energia aciva são discriminados por período arifário, de acordo com o esabelecido no Arigo 24.º. 6 - Os períodos horários a considerar nas enregas dos operadores das redes de disribuição coincidem com os aplicáveis nas arifas de Acesso às Redes, nos ermos da Secção IV do presene Capíulo. 7 - Os períodos horários a considerar nos fornecimenos a clienes dos comercializadores regulados coincidem com os aplicáveis nas arifas de Venda a Clienes Finais, nos ermos da Secção V do presene Capíulo. 8 - Nas enregas do operador da rede de ranspore ao operador da rede de disribuição em MT e AT aplicam-se quaro períodos horários, de acordo com o ciclo semanal esabelecido no Quadro 8.1 do Arigo 24.º. QUARO 20 COMPOSIÇÃO A TARIFA E USO GLOBAL O SISTEMA Parcela TPc TWp TWc TWvn TWsv UGS1 - X X X X UGS2 X X X X X Legenda: UGS1 UGS2 TPc TWp TWc TWvn Parcela I da arifa de Uso Global do Sisema Parcela II da arifa de Uso Global do Sisema Preço de poência conraada Preço da energia aciva em horas de pona Preço da energia aciva em horas cheias Preço da energia aciva em horas de vazio normal 53

68 Regulameno Tarifário TWsv Preço da energia aciva em horas de super vazio Arigo 53.º Conversão da arifa de Uso Global do Sisema para os vários níveis de ensão 1 - Os preços da arifa de Uso Global do Sisema são converidos para os vários níveis de ensão endo em cona os facores de ajusameno para perdas, de acordo com o Quadro Nas enregas a clienes de BT, os preços da arifa de Uso Global do Sisema são agregados em conformidade com os períodos horários aplicáveis nos ermos do Quadro Nas enregas a clienes das opções arifárias de BTN social, simples e iluminação pública, os preços aplicáveis à energia aciva não apresenam diferenciação horária. 4 - Nas enregas a clienes de iluminação pública o preço da poência conraada é converido num preço único de energia aciva, sem diferenciação horária. 54

69 Regulameno Tarifário QUARO 21 PREÇOS A TARIFA E USO GLOBAL O SISTEMA NOS VÁRIOS NÍVEIS E TENSÃO E OPÇÕES TARIFÁRIAS Preços da Tarifa de Uso Global do Sisema Tarifas N.º Períodos Horários TPc TWp TWc TWvn TWsv Aplicação UGS 4 X X X X X - MAT 4 X X X X X AT 4 X X X X X MT 4 X X X X X BTE 3 X X X X BTN (3) 3 X X X X BTN (2) 2 X X X BTN (1) 1 X X BTN (IP) 1 - X Enregas OR, Fornecimenos Enregas OR, Fornecimenos Enregas OR, Fornecimenos Enregas OR, Fornecimenos Enregas OR, Fornecimenos Enregas OR, Fornecimenos Enregas OR, Fornecimenos Fornecimenos Legenda: UGS Tarifa de Uso Global do Sisema (3) Tarifas de BTN ri-horárias (2) Tarifas de BTN bi-horárias (1) Tarifas de BTN simples e social (IP) Tarifas de BTN de iluminação pública TPc Preço de poência conraada TWp Preço da energia aciva em horas de pona TWc Preço da energia aciva em horas cheias TWvn Preço da energia aciva em horas de vazio normal TWsv Preço da energia aciva em horas de super vazio Comercializadores regulados OR Operadores das redes de disribuição 55

70 Regulameno Tarifário Arigo 54.º Poência conraada e energia aciva a facurar A poência conraada e a energia aciva a facurar são deerminadas de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. Secção X Tarifas de Uso da Rede de Transpore Arigo 55.º Objeco 1 - A presene Secção esabelece as arifas de Uso da Rede de Transpore, a aplicar ao operador da rede de disribuição em MT e AT, que devem proporcionar os proveios permiidos da acividade de Transpore de Energia Elécrica do operador da rede de ranspore em Porugal coninenal. 2 - A presene Secção esabelece ambém as arifas de Uso da Rede de Transpore, a aplicar às enregas dos operadores das redes de disribuição, que devem proporcionar os proveios a recuperar relaivos ao ranspore de energia elécrica. Arigo 56.º Esruura geral 1 - As arifas de Uso da Rede de Transpore são as seguines: a) Tarifa de Uso da Rede de Transpore em MAT para as enregas em MAT. b) Tarifa de Uso da Rede de Transpore em AT para as resanes enregas. 2 - As arifas de Uso da Rede de Transpore são composas pelos seguines preços: a) Preços de poência conraada, definidos em Euros por kw, por mês. b) Preços de poência em horas de pona, definidos em Euros por kw, por mês. c) Preços da energia aciva, definidos em Euros por kwh. d) Preços da energia reaciva, definidos em Euros por kvarh. 3 - Os preços da arifa de Uso da Rede de Transpore em AT são referidos à saída da RNT. 4 - Os preços da energia aciva são discriminados por período arifário, de acordo com o esabelecido no Arigo 24.º. 56

71 Regulameno Tarifário 5 - Os períodos horários a considerar nas enregas dos operadores das redes de disribuição coincidem com os aplicáveis nas arifas de Acesso às Redes, nos ermos da Secção IV do presene Capíulo. 6 - Os períodos horários a considerar nos fornecimenos a clienes dos comercializadores regulados coincidem com os aplicáveis nas arifas de Venda a Clienes Finais, nos ermos da Secção V do presene Capíulo. 7 - Nas enregas do operador da rede de ranspore ao operador da rede de disribuição em MT e AT, aplicam-se quaro períodos horários, de acordo com o ciclo semanal esabelecido no Quadro 8.1 do Arigo 24.º. 8 - Os preços da energia reaciva são discriminados em: a) Preços da energia reaciva fornecida. b) Preços da energia reaciva recebida. 9 - A energia reaciva associada à arifa de Uso da Rede de Transpore aplicável pelo operador da rede de disribuição e pelos comercializadores regulados só é facurada a clienes em MAT. Arigo 57.º Conversão das arifas de Uso da Rede de Transpore para os vários níveis de ensão 1 - Os preços da arifa de Uso da Rede de Transpore em MAT aplicam-se às enregas a clienes em MAT. 2 - Os preços da arifa de Uso da Rede de Transpore em AT são converidos para os níveis de ensão de MT e BT, endo em cona os facores de ajusameno para perdas, de acordo com o Quadro A arifa converida é consiuída por um preço de poência em horas de pona, resulane da adição dos preços de poência conraada e poência em horas de pona, e por preços da energia aciva, discriminados por período arifário. 4 - Nas enregas a clienes das opções arifárias de BTN, os preços da poência em horas de pona são converidos, de acordo com o Quadro 22, em preços de energia aciva nos períodos horários de: a) Horas de pona nas opções arifárias com rês períodos horários. b) Horas fora de vazio nas opções arifárias com dois períodos horários. c) Sem diferenciação horária nas resanes opções arifárias. 57

72 Regulameno Tarifário 5 - Nas enregas a clienes de BT, os preços de energia são agregados em conformidade com os períodos horários aplicáveis, nos ermos do Quadro Nas enregas a clienes das opções arifárias de BTN social, simples e iluminação pública, os preços aplicáveis à energia aciva não apresenam diferenciação horária. QUARO 22 PREÇOS A TARIFA E USO A REE E TRANSPORTE EM AT A APLICAR NOS VÁRIOS NÍVEIS E TENSÃO E OPÇÕES TARIFÁRIAS Preços da Tarifa de Uso da Rede de Transpore em AT Tarifas N.º Períodos Horários TPc TPp TWp TWc TWvn TWsv Aplicação URT AT 4 X X X X X X - AT 4 - X X X X X Enregas OR, Fornecimenos MT 4 - X X X X X Enregas OR, Fornecimenos BTE 3 - X X X X Enregas OR, Fornecimenos BTN (3) X X X Enregas OR, Fornecimenos BTN (2) X X Enregas OR, Fornecimenos BTN (1) X Enregas OR, Fornecimenos BTN (IP) X Fornecimenos Legenda: URT AT Tarifa de Uso da Rede de Transpore em AT (3) Tarifas de BTN ri-horárias (2) Tarifas de BTN bi-horárias (1) Tarifas de BTN simples e social (IP) Tarifas de BTN de iluminação pública TPc Preço de poência conraada TPp Preço de poência em horas de pona TWp Preço da energia aciva em horas de pona TWc Preço da energia aciva em horas cheias TWvn Preço da energia aciva em horas de vazio normal 58

73 Regulameno Tarifário TWsv OR Preço da energia aciva em horas de super vazio Comercializadores regulados Operadores das redes de disribuição Arigo 58.º Poência em horas de pona, poência conraada, energia aciva e energia reaciva a facurar A poência em horas de pona, a poência conraada, a energia aciva e a energia reaciva a facurar são deerminadas de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. Secção XI Tarifas de Uso da Rede de isribuição Arigo 59.º Objeco A presene Secção esabelece as arifas de Uso da Rede de isribuição, a aplicar às enregas dos operadores das redes de disribuição, que devem proporcionar os proveios permiidos da acividade de isribuição de Energia Elécrica. Arigo 60.º Esruura geral 1 - As arifas de Uso da Rede de isribuição são composas pelos seguines preços: a) Preços de poência conraada, definidos em Euros por kw por mês. b) Preços de poência em horas de pona, definidos em Euros por kw por mês. c) Preços da energia aciva, definidos em Euros por kwh. d) Preços da energia reaciva, definidos em Euros por kvarh. 2 - Os preços da energia aciva são discriminados por período arifário, de acordo com o esabelecido no Arigo 24.º. 3 - Os períodos horários a considerar nas enregas dos operadores das redes de disribuição coincidem com os aplicáveis nas arifas de Acesso às Redes, nos ermos da Secção IV do presene Capíulo. 59

74 Regulameno Tarifário 4 - Os períodos horários a considerar nos fornecimenos a clienes dos comercializadores regulados coincidem com os aplicáveis nas arifas de Venda a Clienes Finais, nos ermos da Secção V do presene Capíulo. 5 - Nas enregas do operador da rede de ranspore ao operador da rede de disribuição em MT e AT, aplicam-se quaro períodos horários, de acordo com o ciclo semanal esabelecido no Quadro 8.1 do Arigo 24.º. 6 - Os preços da energia reaciva são discriminados, para cada arifa, em: a) Preços da energia reaciva fornecida. b) Preços da energia reaciva recebida. Arigo 61.º Tarifa de Uso da Rede de isribuição em AT 1 - A esruura geral da arifa de Uso da Rede de isribuição em AT é esabelecida no Arigo 60.º. 2 - Os preços da arifa de Uso da Rede de isribuição em AT são referidos à saída da rede de disribuição em AT. 3 - A energia reaciva associada a esa arifa só é facurada a clienes em AT. Arigo 62.º Conversão da arifa de Uso da Rede de isribuição em AT para os níveis de ensão de MT e BT 1 - Os preços da arifa de Uso da Rede de isribuição em AT são converidos para os níveis de ensão de MT e BT, endo em cona os facores de ajusameno para perdas, de acordo com o Quadro A arifa converida é consiuída por um preço de poência em horas de pona, resulane da adição dos preços de poência conraada e poência em horas de pona, e por preços da energia aciva, discriminados por período arifário. 3 - Nas enregas a clienes das opções arifárias de BTN, o preço da poência em horas de pona, definido nos ermos do número anerior, é converido em preços de energia aciva nos períodos horários de: a) Horas de pona nas opções arifárias com rês períodos horários. b) Horas fora de vazio nas opções arifárias com dois períodos horários. 60

75 Regulameno Tarifário c) Sem diferenciação horária nas resanes opções arifárias. 4 - Nas enregas a clienes em BT, os preços de energia são agregados em conformidade com os períodos arifários aplicáveis nos ermos do Quadro Nas enregas a clienes das opções arifárias de BTN social, simples e iluminação pública, os preços aplicáveis à energia aciva não apresenam diferenciação horária. QUARO 23 PREÇOS A TARIFA E USO A REE E ISTRIBUIÇÃO EM AT NOS NÍVEIS E TENSÃO E OPÇÕES TARIFÁRIAS E MT E BT Preços da Tarifa de Uso da Rede de isribuição em AT Tarifas N.º Períodos Horários TPc TPp TWp TWc TWvn TWsv TWrf TWrr Aplicação UR AT 4 X X X X X X X X - AT 4 X X X X X X X X MT 4 X X X X X BTE 3 X X X X BTN (3) 3 X X X BTN (2) 2 X X BTN (1) 1 X BTN (IP) 1 X Enregas OR, Fornecimenos Enregas OR, Fornecimenos Enregas OR, Fornecimenos Enregas OR, Fornecimenos Enregas OR, Fornecimenos Enregas OR, Fornecimenos Fornecimenos Legenda: UR AT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em AT (3) Tarifas de BTN ri-horárias (2) Tarifas de BTN bi-horárias (1) Tarifas de BTN simples e social (IP) Tarifas de BTN de iluminação pública TPc Preço de poência conraada TPp Preço de poência em horas de pona TWp Preço da energia aciva em horas de pona 61

76 Regulameno Tarifário TWc TWvn TWsv TWrf TWrr OR Preço da energia aciva em horas cheias Preço da energia aciva em horas de vazio normal Preço da energia aciva em horas de super vazio Preço da energia reaciva fornecida Preço da energia reaciva recebida Comercializadores regulados Operadores das redes de disribuição Arigo 63.º Tarifa de Uso da Rede de isribuição em MT 1 - A esruura geral da arifa de Uso da Rede de isribuição em MT é esabelecida no Arigo 60.º. 2 - Os preços da arifa de Uso da Rede de isribuição em MT são referidos à saída da rede de disribuição em MT. 3 - A energia reaciva associada a esa arifa só é facurada a clienes em MT. Arigo 64.º Conversão da arifa de Uso da Rede de isribuição em MT para o nível de ensão de BT 1 - Os preços da arifa de Uso da Rede de isribuição em MT são converidos para o nível de ensão de BT, endo em cona os facores de ajusameno para perdas, de acordo com o Quadro A arifa converida é consiuída unicamene por um preço de poência em horas de pona, resulane da adição dos preços de poência conraada e de poência em horas de pona, e por preços de energia aciva discriminados por período arifário. 3 - Nas enregas a clienes das opções arifárias de BTN, o preço da poência em horas de pona, definido nos ermos do número anerior, é converido em preços de energia aciva nos períodos horários de: a) Horas de pona nas opções arifárias com rês períodos horários. b) Horas fora de vazio nas opções arifárias com dois períodos horários. c) Sem diferenciação horária nas resanes opções arifárias. 4 - Nas enregas a clienes em BT, os preços de energia são agregados em conformidade com os períodos arifários aplicáveis nos ermos do Quadro

77 Regulameno Tarifário 5 - Nas enregas a clienes das opções arifárias de BTN social, simples e iluminação pública, os preços aplicáveis à energia aciva não apresenam diferenciação horária. QUARO 24 PREÇOS A TARIFA E USO A REE E ISTRIBUIÇÃO EM MT NO NÍVEL E TENSÃO E OPÇÕES TARIFÁRIAS E BT Preços da Tarifa de Uso da Rede de isribuição em MT Tarifas N.º Períodos Horários TPc TPp TWp TWc TWvn TWsv TWrf TWrr Aplicação UR MT 4 X X X X X X X X - MT 4 X X X X X X X X BTE 3 - X X X X - - BTN (3) X X X - - BTN (2) X X - - BTN (1) X - - BTN (IP) X - - Enregas OR, Fornecimenos Enregas OR, Fornecimenos Enregas OR, Fornecimenos Enregas OR, Fornecimenos Enregas OR, Fornecimenos Fornecimenos Legenda: UR MT Tarifa de Uso da Rede de isribuição em MT (3) Tarifas de BTN ri-horárias (2) Tarifas de BTN bi-horárias (1) Tarifas de BTN simples e social (IP) Tarifas de BTN de iluminação pública TPc Preço da poência conraada TPp Preço da poência em horas de pona TWp Preço da energia aciva em horas de pona TWc Preço da energia aciva em horas cheias TWvn Preço da energia aciva em horas de vazio normal TWsv Preço da energia aciva em horas de super vazio TWrf Preço da energia reaciva fornecida TWrr Preço da energia reaciva recebida Comercializadores regulados OR Operadores das redes de disribuição 63

78 Regulameno Tarifário Arigo 65.º Tarifa de Uso da Rede de isribuição em BT 1 - A esruura geral da arifa de Uso da Rede de isribuição em BT é esabelecida no Arigo 60.º. 2 - Nas enregas a clienes das opções arifárias de BTN aplicam-se as seguines disposições: a) Os preços da poência em horas de pona são converidos em preços de energia aciva nos períodos horários de: i) Horas fora de vazio nas opções arifárias com dois e rês períodos horários. ii) Sem diferenciação horária nas resanes opções arifárias. b) Os preços de energia são agregados em conformidade com os períodos arifários aplicáveis nos ermos do Quadro 24. c) Nas enregas a clienes das opções arifárias de BTN social, simples e iluminação pública, os preços aplicáveis à energia aciva não apresenam diferenciação horária. Arigo 66.º Poência em horas de pona, poência conraada, energia aciva e energia reaciva a facurar A poência em horas de pona, a poência conraada, a energia aciva e a energia reaciva a facurar são deerminadas de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. Secção XII Tarifas de Comercialização de Redes Arigo 67.º Objeco A presene Secção esabelece as arifas de Comercialização de Redes, a aplicar às enregas dos operadores das redes de disribuição, que devem proporcionar os proveios permiidos da acividade de Comercialização de Redes. 64

79 Regulameno Tarifário Arigo 68.º Esruura geral 1 - As arifas de Comercialização de Redes são diferenciadas por nível de ensão e por ipo de enrega em BT, sendo definidas rês arifas: a) Tarifa de Comercialização de Redes em MAT, AT e MT. b) Tarifa de Comercialização de Redes em BTE. c) Tarifa de Comercialização de Redes em BTN. 2 - As arifas de Comercialização de Redes são composas por um ermo arifário fixo com preços definidos em Euros por mês. Secção XIII Tarifas de Comercialização Arigo 69.º Objeco A presene Secção esabelece as arifas de Comercialização, a aplicar aos fornecimenos a clienes dos comercializadores regulados, que devem proporcionar os proveios permiidos da acividade de Comercialização. Arigo 70.º Esruura geral 1 - As arifas de Comercialização são diferenciadas por nível de ensão e por ipo de fornecimeno em BT, sendo definidas rês arifas: a) Tarifa de Comercialização em MAT, AT e MT. b) Tarifa de Comercialização em BTE. c) Tarifa de Comercialização em BTN. 2 - As arifas de Comercialização são composas por um ermo arifário fixo com preços definidos em Euros por mês. 65

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81 Regulameno Tarifário Capíulo IV Proveios das acividades reguladas Secção I Proveios do Agene Comercial Arigo 71.º Proveios da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica do Agene Comercial 1 - Os proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica são dados pela seguine expressão: = ( 1 ) AC AC AC RCVEE, SCAECVEE, + SPRECVEE, + CfCVEE, RCVEE, 1 RCVEE, 2 AC R CVEE, S CAE CVEE, S PRE CVEE, Proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica, previsos para o ano Sobrecuso com a aquisição de energia elécrica aos produores iulares de licença de produção vinculada, previso para o ano Sobrecuso com a aquisição de energia elécrica a produores em regime especial, previso para o ano Cusos de funcionameno no âmbio da acividade de Compra e Venda de C f CVEE, AC RCVEE, 1 Energia Elécrica, previsos para o ano Valor previso para o ajusameno dos proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica, no ano -1 a incorporar no ano, calculados de acordo com a expressão ( 5 ) AC RCVEE, 2 Ajusameno no ano, dos proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica, endo em cona os valores ocorridos em -2. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. 2 - O sobrecuso ( S CAE CVEE, ) é calculado de acordo com a seguine expressão: SCAE = Pm ( 2 ) CAE CVEE, CAECVEE, WCVEE, MO 67

82 Regulameno Tarifário Cusos com aquisição de energia elécrica, aos produores iulares de C AE CVEE, licença de produção vinculada, previso para o ano Quanidade de energia elécrica previsa adquirir aos produores iulares CAE W CVEE, de licença de produção vinculada, no âmbio da acividade Compra e Venda de Energia Elécrica, no ano MO P m Preço médio dos mercados organizados, previso para o ano. 3 - O sobrecuso ( S PRE CVEE, ) é calculado de acordo com a seguine expressão: SPRE = Pm ( 3 ) PRE CVEE, PRE CVEE, W CVEE, MO Cusos com aquisição de energia elécrica a produores em regime P RE CVEE, especial, previsos para o ano Quanidade de energia elécrica previsa adquirir aos produores em regime PRE W CVEE, especial, no âmbio da acividade Compra e Venda de Energia Elécrica, no ano MO P m Preço médio da energia elécrica adquirida a produores em regime especial vendida nos mercados organizados e aravés de conraos bilaerais realizados com o comercializador regulado, previso para o ano. 4 - Os cusos de funcionameno ( ) C f CVEE, são calculados de acordo com a seguine expressão: rcvee, C fcvee, = CCVEE, + AmCVEE, + AcCVEE, ( 4 ) 100 Cusos de exploração da acividade de Compra e Venda de Energia C CVEE, Elécrica, previsos para o ano Amorizações do acivo fixo afeco à acividade de Compra e Venda de A m CVEE, Energia Elécrica, previsos para o ano 68

83 Regulameno Tarifário Valor médio do acivo fixo afeco à acividade de Compra e Venda de A c CVEE, Energia Elécrica, líquido de amorizações e comparicipações, previso para o ano, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano r CVEE, Taxa de remuneração do acivo fixo afeco à acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica, fixada para o período de regulação, em percenagem. 5 - Os cusos de exploração incluem, nomeadamene, os cusos relaivos a fornecimenos e serviços exernos, maeriais diversos e pessoal. AC 6 - O ajusameno ( ) é deerminado pela seguine expressão: RCVEE, 1 ( ) E AC AC i + Rr CVEE, 1 R CVEE, AC 1 CVEE, 1 R = ( 5 ) AC Rr CVEE, 1 AC RCVEE, 1 Proveios a recuperar da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica, no ano -1 Proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica, previsos no ano -1, deerminados com base nos valores previsos para o ano em curso, calculados pela expressão ( 1 ) E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. AC O ajusameno ( ) Regulameno. não se aplica no primeiro ano de implemenação dese RCVEE, 1 AC 7 - O ajusameno ( ) é deerminado pela seguine expressão: RCVEE, 2 ( ) + E E AC AC i + 1 AC i 1 Rf CVEE, 2 R CVEE, 2 1 R 1 CVEE, prov AC R CVEE, 2 = ( 6 ) AC Rf Proveios obidos da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica, CVEE, 2 ransferidos da acividade de Gesão Global do Sisema, no ano -2 69

84 Regulameno Tarifário AC RCVEE 2, Proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica, no ano -2, deerminados com base nos valores reais calculados pela expressão ( 1 ) AC R CVEE, prov Valor do ajusameno provisório calculado no ano -2 de acordo com o n.º 6, incluído nos proveios regulados do ano em curso como sendo o valor AC ( ) RCVEE, 1 E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. AC O ajusameno ( ) Regulameno. não se aplica nos dois primeiros anos de implemenação dese RCVEE, 2 Secção II Proveios do operador da rede de ranspore em Porugal coninenal Arigo 72.º Proveios da acividade de Gesão Global do Sisema Os proveios permiidos da acividade de Gesão Global do Sisema, no ano, são dados pela seguine expressão: = ( 7 ) T T T T AC R UGS, R GS, + R Pol, + RCMEC, R CVEE, Proveios permiidos da acividade de Gesão Global do Sisema, previsos T R UGS, para o ano Cusos de gesão do sisema, previsos para o ano, calculados de acordo T R GS, com o Arigo 73.º Cusos decorrenes de medidas de políica energéica, ambienal ou de T R Pol, ineresse económico geral, previsos para o ano, calculados de acordo com o Arigo 74.º Cusos para a Manuenção do Equilíbrio Conraual (CMEC), previsos para T R CMEC, o ano, calculados de acordo com o Arigo 75.º 70

85 Regulameno Tarifário Proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia AC R CVEE, Elécrica, previsos para o ano, calculados de acordo com o Arigo 71.º. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. Arigo 73.º Cusos de gesão do sisema 1 - Os cusos de gesão do sisema, no ano, são dados pela seguine expressão: r = ( 8 ) 100 T GS, T R GS, AmGS, + AcGS, + CSS GS, + CGS GS, + CGC GS, + REG GS, + MO GS, S GS, R GS, 2 Cusos de gesão do sisema, previsos para o ano T R GS, Amorizações dos acivos fixos afecos à gesão do sisema, associados ao A m GS, Gesor do Sisema e ao Acero de Conas, previsos para o ano Valor médio dos acivos fixos afecos à gesão do sisema, líquido de A c GS, amorizações e comparicipações, associados ao Gesor do Sisema e ao Acero de Conas, previso para o ano, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano r Taxa de remuneração do acivo fixo afeco à gesão do sisema, fixada para GS, o período de regulação, em percenagem Cusos dos serviços de sisema, previsos para o ano C SS GS, Cusos de exploração afecos à gesão do sisema, associados ao Gesor C GS GS, do Sisema, ao Acero de Conas, previsos para o ano Cusos afecos à gesão dos CMEC, previsos para o ano C GC GS, Cusos com a ERSE, previsos para o ano R EG GS, Cusos referenes aos mercados organizados, aceies pela ERSE, previsos M O GS, para o ano 71

86 Regulameno Tarifário Proveios de gesão do sisema que não resulam da aplicação das arifas S GS, de Uso Global do Sisema, previsos para o ano T RGS, 2 Ajusameno no ano, dos cusos de gesão do sisema endo em cona os valores ocorridos em Os acivos fixos afecos à gesão do sisema correspondem aos valores aceies para efeios de regulação, sob proposa do operador da rede de ranspore em Porugal coninenal. 3 - Os cusos de exploração incluem, nomeadamene, os cusos relaivos a fornecimenos e serviços exernos, maeriais diversos e pessoal. 4 - Os cusos ( M O GS, ) correspondem aos cusos de exploração e remuneração dos acivos dos mercados organizados. 5 - Os cusos com os mercados organizados a recuperar aravés da arifa de Uso Global do, no ano, são ransferidos mensalmene pelo operador da rede de ranspore Sisema ( ) M O GS, em Porugal coninenal para o respecivo operador de mercado, de acordo com a seguine expressão: 1 = 12 M OGS, m, MOGS, T 6 - O ajusameno ( ) expressão: previso na expressão ( 8 ) é deerminado a parir da seguine RGS, 2 T [ T ( + T Rf Ir R )] E T i 1, 2 = 1, 2, 2, R GS UGS GS GS ( 9 ) T Rf Valor facurado por aplicação dos preços da parcela I da arifa de Uso UGS1, 2 Global do Sisema, no ano -2 T GS Ir Encargos com conraos de inerrupibilidade, no ano -2, 2 T RGS 2, Cuso de gesão do sisema calculados em -1 de acordo com a expressão ( 8 ), com base nos valores verificados em -2 72

87 Regulameno Tarifário E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. T Nos dois primeiros anos de implemenação do Regulameno Tarifário o ( ) de acordo com o n.º 10 do arigo 73.º do anerior Regulameno Tarifário. é calculado RGS, 2 Arigo 74.º Cusos decorrenes de medidas de políica energéica, ambienal ou de ineresse económico geral 1 - Os cusos decorrenes de medidas de políica energéica, ambienal ou de ineresse económico geral, no ano, são dados pela seguine expressão: = ( 10 ) T T AC T R Pol, RAAPol, + RAM Pol, RAPol, 1 + R CVEE, + TerPol, + OC Pol, RPol, 2 Cusos decorrenes de medidas de políica energéica, ambienal ou de T R Pol, ineresse económico geral, previsos para o ano Cuso com a convergência arifária da RAA, previso para o ano R AA Pol, Cuso com a convergência arifária da RAM, previso para o ano R AM Pol, Valor previso do desvio da recuperação pelo operador da rede de T RA Pol, 1 ranspore em Porugal coninenal do cuso com a convergência arifária das Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira, pago durane o ano -1 Proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia AC R CVEE, Elécrica, previsos para o ano, calculados de acordo com o Arigo 71.º Parcela associada aos errenos afecos ao domínio público hídrico, previso T er Pol, para o ano Ouros cusos decorrenes de medidas de políica energéica, ambienal ou O C Pol, de ineresse económico geral, previsos para o ano, nomeadamene, os cusos com as sociedades OMIP, S.A. e OMI Clear, S.A. 73

88 Regulameno Tarifário T RPol, 2 Ajusameno no ano, dos cusos decorrenes de medidas de políica energéica, ambienal ou de ineresse económico geral, endo em cona os valores ocorridos em O cuso com a convergência arifária da RAA ( ) R AA Pol, é dado pela expressão: RAA = SA ( 11 ) AGS Pol, SA + SA + C AGS S A S A C S A Sobrecuso da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAA, calculado de acordo com a expressão ( 56 ) do Arigo 89.º, previso para o ano Sobrecuso da acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAA, calculado de acordo com a expressão ( 57 ) do Arigo 89.º, previso para o ano Sobrecuso da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAA, calculado de acordo a expressão ( 58 ) do Arigo 89.º, previso para o ano. 3 - O cuso com a convergência arifária da RAM ( ) R AM Pol, é dado pela expressão: RAM = SM ( 12 ) AGS Pol, SM + SM + C AGS S M S M C S M Sobrecuso da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAM, calculado de acordo com a expressão ( 68 ) do Arigo 95.º, previso para o ano Sobrecuso da acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAM, calculado de acordo com a expressão ( 69 ) do Arigo 95.º, previso para o ano Sobrecuso da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAM, calculado de acordo com a expressão ( 70 ) do Arigo 95.º, previso para o ano. T 4 - O valor previso do desvio ( ) é deerminado pela seguine expressão: RA Pol, 1 74

89 Regulameno Tarifário + E T RAAPol, 1 RAMPol, 1 T = i + 1 R A Pol, 1 1 RfWUGS2, 1 RAAPol, 1 RAM T Pol, 1 ( 13 ) RPol, R AA Cuso com a convergência arifária da RAA, previso no ano -2 para as Pol, 1 arifas de -1 e que foi pago pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal durane o ano -1 R AM Cuso com a convergência arifária da RAM, previso no ano -2 para as Pol, 1 arifas de -1 e que foi pago pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal durane o ano -1 T RPol, 1 Cusos decorrenes de medidas de políica energéica, ambienal ou de ineresse económico geral, previsos no ano -2, para as arifas de -1 T RfW UGS 2, 1 Valor previso dos proveios facurados por aplicação dos preços de energia da parcela II da arifa de Uso Global do Sisema, no ano -1 E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. T No primeiro ano de implemenação do Regulameno Tarifário o ( ) é calculado de RA Pol, 1 acordo com o n.º 5 do arigo 73.º do anerior Regulameno Tarifário. 5 - A parcela associada aos errenos afecos ao domínio público hídrico ( T er Pol, ) é dada pela expressão: Ter Ter Ter r, T er Pol Pol, = Am Pol, + Ac Pol, ( 14 ) 100 Amorizações dos errenos afecos ao domínio público hídrico, previsas Ter A m Pol, para o ano Valor médio dos errenos afecos ao domínio público hídrico, líquido de Ter A c Pol, amorizações e comparicipações, previso para o ano, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano 75

90 Regulameno Tarifário Ter Pol r, Taxa Swap inerbancária de prazo mais próximo ao horizone de amorização legal dos errenos em causa, verificada no úlimo dia do mês de Junho no ano -1, divulgada pela Reuers à hora de fecho em Londres, acrescida de meio pono percenual, em percenagem. A axa de remuneração a uilizar no recalculo deses valores, com base em valores ocorridos, corresponde à axa Swap inerbancária de prazo mais próximo ao horizone legal dos errenos em causa, verificada no primeiro dia do mês de Janeiro no ano -2, divulgada pela Reuers à hora de fecho em Londres, acrescida de meio pono percenual, em percenagem. T 6 - O ajusameno ( ) expressão: previso na expressão ( 10 ) é deerminado a parir da seguine RPol, 2 ( ) + E E T T i + 1 T i 1 RfWUGS 2, 2 RPol, 2 EC Pol, 2 1 RA Pol, prov 100 T R Pol, 2 = ( 15 ) T RfW Valor facurado, no ano -2, por aplicação dos preços de energia da UGS2, 2 parcela II da arifa de Uso Global do Sisema T RPol 2, Cusos decorrenes de medidas de políica energéica, ambienal ou de ineresse económico geral, calculados em -1 de acordo com a expressão ( 10 ), com base nos valores verificados em -2 EC Cusos com o Plano de Promoção da Eficiência no Consumo, no ano -2, Pol, 2 aprovados pela ERSE de acordo com a Secção X do presene Capíulo. E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual T RA Valor do ajusameno provisório calculado no ano -2 de acordo com o Pol, prov n.º 4 -incluído nos proveios permiidos do ano em curso como sendo o T. valor ( ) RA Pol, 1 Ese ajusameno não se aplica nos dois primeiros anos de implemenação do Regulameno Tarifário. 76

91 Regulameno Tarifário Arigo 75.º Cusos para a Manuenção do Equilíbrio Conraual 1 - Os Cusos para a Manuenção do Equilíbrio Conraual, no ano, são dados pela seguine expressão: = ( 16 ) T R CMEC, PFCMEC, + PACMEC, CPCMEC, Cusos relaivos aos CMEC, para o ano T R CMEC, Parcela Fixa dos CMEC calculada de acordo com o esipulado nos arigos P F CMEC, 2.º e 3.º do anexo I, do ecreo-lei n.º 240/2004, de 27 de ezembro, para o ano Parcela de Acero dos CMEC calculada de acordo com o esipulado no P A CMEC, arigo 6.º do anexo I, do ecreo-lei n.º 240/2004, de 27 de ezembro, para o ano Compensação devida pelos produores ao operador da rede de ranspore C P CMEC, em Porugal coninenal, de acordo com o esipulado no n.º 6 do arigo 5.º do ecreo-lei n.º 240/2004, de 27 de ezembro, para o ano. 2 - Os valores mensais previsos pagar pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal a cada produor k, no ano, são dados por: = + ( 17 ) C MECk, m PFCMEC, k, m PACMEC, k, m Valores mensais a pagar pelo operador da rede de ranspore em Porugal C MEC k, m coninenal ao produor k, no mês m Parcela Fixa dos CMEC a pagar pelo operador da rede de ranspore em P F CMEC, k, m Porugal coninenal ao produor k, no mês m Parcela de Acero dos CMEC a pagar pelo operador da rede de ranspore P A CMEC, k, m em Porugal coninenal ao produor k, no mês m. 77

92 Regulameno Tarifário Arigo 76.º Proveios da acividade de Transpore de Energia Elécrica 1 - Os proveios permiidos da acividade de Transpore de Energia Elécrica, no ano, são dados pela expressão: r = ( 18 ) 100 T URT, T RURT, AmURT, + AcURT, + CURT, + OCURT, + TSOURT, SURT, RURT, 2 Proveios permiidos da acividade de Transpore de Energia Elécrica, T R URT, previsos para o ano Amorizações do acivo fixo afeco à acividade de Transpore de Energia A m URT, Elécrica, previsas para o ano Valor médio do acivo fixo afeco à acividade de Transpore de Energia A c URT, Elécrica, líquido de amorizações e comparicipações, previso para o ano, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano r URT, Taxa de remuneração do acivo fixo afeco à acividade de Transpore de Energia Elécrica, fixada para o período de regulação, em percenagem Cusos de exploração afecos à acividade de Transpore de Energia C URT, Elécrica, previsos para o ano Ouros cusos do exercício associados à acividade de Transpore de O C URT, Energia Elécrica incluindo nomeadamene, os cusos com compensação síncrona, previsos para o ano Valor da compensação enre operadores das redes de ranspore, previso T SO URT, para o ano Proveios da acividade de Transpore de Energia Elécrica e que não S URT, resulam da aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore, previsos para o ano T RURT, 2 Ajusameno no ano, dos proveios da acividade de Transpore de Energia Elécrica, endo em cona os valores ocorridos em -2. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. 78

93 Regulameno Tarifário 2 - Os acivos fixos afecos ao ranspore ( ) A c URT,, referidos no número anerior, correspondem aos valores aceies para efeios de regulação, sob proposa do operador da rede de ranspore em Porugal coninenal. 3 - Os cusos de exploração incluem, nomeadamene, os cusos relaivos a fornecimenos e serviços exernos, maeriais diversos e pessoal. T 4 - O ajusameno ( ) expressão: previso na expressão ( 18 ) é deerminado a parir da seguine RURT, 2 T ( T Rf R Amb + GCI ) E T i 1, 2 =, 2, 2, 2, R URT URT URT URT URT ( 19 ) T RfURT, 2 Proveios facurados da acividade de Transpore de Energia Elécrica por aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore, no ano -2 T RURT 2, Proveios da acividade de Transpore de Energia Elécrica calculados em -1, de acordo com a expressão ( 18 ), com base nos valores verificados em -2 Amb URT, 2 Cusos relacionados com a promoção do desempenho ambienal no ano -2, aceies pela ERSE, calculados de acordo com a Secção VII do presene Capíulo GCI Proveios provenienes da gesão de congesionameno nas inerligações no URT, 2 ano -2 E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. T Nos dois primeiros anos de implemenação do Regulameno Tarifário o ajusameno ( ) é calculado de acordo com o arigo 74.º do anerior Regulameno Tarifário. RURT, 2 79

94 Regulameno Tarifário Secção III Proveios do operador da rede de disribuição em Porugal coninenal Arigo 77.º Proveios da acividade de Compra e Venda do Acesso à Rede de Transpore Os proveios permiidos da acividade de Compra e Venda do Acesso à Rede de Transpore, no ano, são dados pela expressão: = ( 20 ) R CVAT, RUGS, + RURT, Proveios permiidos da acividade de Compra e Venda do Acesso à Rede R CVAT, de Transpore, previsos para o ano Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal R UGS, coninenal por aplicação da arifa de Uso Global do Sisema às enregas a clienes, previsos para o ano, calculados de acordo com a expressão ( 21 ) do Arigo 78.º Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal R URT, coninenal por aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore às enregas a clienes, previsos para o ano, calculados de acordo com a expressão ( 29 ) do Arigo 79.º. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. Arigo 78.º Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal coninenal por aplicação da arifa de Uso Global do Sisema às enregas a clienes 1 - Os proveios a recuperar por aplicação da arifa de Uso Global do Sisema às enregas a clienes são obidos por soma dos proveios a recuperar nas duas parcelas da arifa, segundo a expressão: = ( 21 ) R UGS, RUGS 1, + RUGS 2, 80

95 Regulameno Tarifário Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal R UGS 1, coninenal por aplicação dos preços da parcela I da arifa de Uso Global do Sisema, previsos para o ano Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal R UGS 2, coninenal por aplicação dos preços da parcela II da arifa de Uso Global do Sisema, previsos para o ano. Salvo indicação em conrário, as parcelas são expressas em euros. 2 - Os proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal coninenal por aplicação dos preços da parcela I da arifa de Uso Global do Sisema às enregas a clienes, são dados pela expressão: 2 E 1 1, = T, i 1, 1 + R UGS RGS UGS 2 ( 22 ) 100 Cusos do operador da rede de ranspore em Porugal coninenal para o T R GS, ano, decorrenes da gesão do sisema, calculados de acordo com a expressão ( 8 ) do Arigo 73.º UGS, 2 iferença enre os valores facurados pelo operador da rede de disribuição 1 em Porugal coninenal no ano -2, por aplicação dos preços da parcela I da arifa de Uso Global do Sisema às enregas a clienes e os valores pagos ao operador da rede de ranspore em Porugal coninenal ao longo do ano, no âmbio da parcela correspondene da arifa de Uso Global do Sisema dese operador E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. ( UGS1, O ajusameno ) é dado pela expressão: T UGS 1, 2 = UGS 1, 2 RfUGS 1, Rf 2 ( 23 ) 81

96 Regulameno Tarifário Rf Proveios obidos pelo operador da rede de disribuição em Porugal UGS1, 2 coninenal no ano -2, por aplicação dos preços da parcela I da arifa de Uso Global do Sisema às enregas a clienes T Rf Proveios facurados pelo operador da rede de ranspore em Porugal UGS1, 2 coninenal no ano -2, por aplicação dos preços da parcela I da arifa de Uso Global do Sisema dese operador. Nos dois primeiros anos de implemenação dese Regulameno, ese ajusameno é calculado de acordo com o n.º 2 do arigo 80.º do anerior Regulameno Tarifário. 4 - Os proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal coninenal por aplicação dos preços da parcela II da arifa de Uso Global do Sisema às enregas a clienes, são dados pela expressão: = ( 24 ) R UGS 2, RWUGS 2, + RPUGS 2, Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal R W UGS 2, coninenal por aplicação dos preços de energia da parcela II da arifa de Uso Global do Sisema, previsos para o ano Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal R P UGS 2, coninenal por aplicação dos preços de poência conraada da parcela II da arifa de Uso Global do Sisema, previsos para o ano. 5 - Os proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal coninenal por aplicação dos preços de energia da parcela II da arifa de Uso Global do Sisema às enregas a clienes, são dados pela expressão: 2 E 1 2,, 2, = T i + R WUGS RPo l WUGS 2 ( 25 ) Cusos decorrenes de medidas de políica energéica, ambienal ou de T R Pol, ineresse económico geral, previsos para o ano, calculados de acordo com a expressão ( 10 ) do Arigo 74.º 82

97 Regulameno Tarifário WUGS 2, 2 iferença enre os valores facurados pelo operador da rede de disribuição em Porugal coninenal no ano -2, por aplicação dos preços de energia da parcela II da arifa de Uso Global do Sisema às enregas a clienes e os valores pagos ao operador da rede de ranspore em Porugal coninenal ao longo do ano, no âmbio da parcela correspondene da arifa de Uso Global do Sisema dese operador E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. ( UGS 2, O ajusameno W ) é dado pela expressão: T WUGS 2, 2 = RfWUGS 2, 2 RfWUGS 2, 2 ( 26 ) UGS 2, RfW 2 Proveios obidos pelo operador da rede de disribuição em Porugal coninenal no ano -2, por aplicação dos preços de energia da parcela II da arifa de Uso Global do Sisema às enregas a clienes T UGS 2, RfW 2 Proveios facurados pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal no ano -2, por aplicação dos preços da parcela II da arifa de Uso Global do Sisema dese operador. ( UGS 2, 2 O ajusameno W ) não se aplica nos dois primeiros anos de implemenação dese Regulameno. 7 - Os proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal coninenal por aplicação do preço de poência conraada da parcela II da arifa de Uso Global do Sisema às enregas a clienes, são dados pela expressão: 2 E 1 2, = T, i 2, 1 + R P UGS RCMEC PUGS 2 ( 27 ) 100 Cusos relaivos aos CMEC, previsos para o ano, calculados de acordo T R CMEC, com a expressão ( 16 ) do Arigo 75.º 83

98 Regulameno Tarifário PUGS, 2 iferença enre os valores facurados pelo operador da rede de disribuição 2 em Porugal coninenal no ano -2, por aplicação do preço de poência conraada da parcela II da arifa de Uso Global do Sisema às enregas a clienes e os valores pagos ao operador da rede de ranspore em Porugal coninenal ao longo do ano, no âmbio dos encargos mensais com os CMEC da arifa de Uso Global do Sisema dese operador E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. ( UGS 2, O ajusameno P ) é dado pela expressão: CMEC P = RfP Enc ( 28 ) UGS 2, 2 UGS 2, 2 12 m= 1 2m RfPUGS, 2 2 Proveios obidos pelo operador da rede de disribuição em Porugal coninenal no ano -2, por aplicação do preço de poência conraada da parcela II da arifa de Uso Global do Sisema às enregas a clienes CMEC Enc Pagameno mensal da arifa de Uso Global do Sisema no âmbio dos 2 m CMEC, facurado pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal no ano -2, no mês m, ao operador da rede de disribuição em Porugal coninenal, nos ermos do Arigo 128.º. ( UGS 2, 2 O ajusameno P ) não se aplica nos dois primeiros anos de implemenação dese Regulameno. Arigo 79.º Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal coninenal por aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore às enregas a clienes 1 - Os proveios a recuperar por aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore às enregas a clienes, são dados pela expressão: 2 E 1, = T, i, 1 + R URT RURT RURT 2 ( 29 )

99 Regulameno Tarifário Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição por aplicação R URT, das arifas de Uso da Rede de Transpore às enregas a clienes, previsos para o ano Proveios permiidos da acividade de Transpore de Energia Elécrica, T R URT, previsos para o ano, calculados de acordo com a expressão ( 18 ) do Arigo 76.º URT 2 R iferença enre os valores facurados pelo operador da rede de disribuição, em Porugal coninenal no ano -2, por aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore às enregas a clienes e os valores pagos ao operador da rede de ranspore em Porugal coninenal ao longo do ano, no âmbio da acividade de Transpore de Energia Elécrica E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. 2 - O ajusameno ( ) é calculado de acordo com a seguine expressão: RURT, 2 T URT 2 = Rf URT 2 Rf URT, 2 R ( 30 ) Rf Proveios obidos pelo operador da rede de disribuição em Porugal URT, 2 coninenal, no ano -2 por aplicação da arifa de Uso da Rede de Transpore às enregas a clienes T Rf Proveios facurados pelo operador da rede de ranspore em Porugal URT, 2 coninenal, no ano -2 por aplicação da arifa de Uso da Rede de Transpore. Arigo 80.º Proveios da acividade de isribuição de Energia Elécrica 1 - Os proveios permiidos da acividade de isribuição de Energia Elécrica, no ano, são dados pela expressão: 85

100 Regulameno Tarifário R ( 31 ) = 2 UR, j= 1 ( F + P E + PAR R ) UR, j, UR, j, UR, j, UR, j, UR, j, 2 Proveios permiidos da acividade de isribuição de Energia Elécrica, R UR, previsos para o ano j Níveis de ensão j=1, para AT e MT e j=2, para BT F UR j, Componene fixa dos proveios da acividade de isribuição de Energia, Elécrica, no ano, por nível de ensão j P UR j, Componene variável uniária dos proveios da acividade de isribuição de, Energia Elécrica, no nível de ensão j, no ano, em Euros por kwh Energia elécrica previsa enregar pela rede de disribuição no nível de E UR, j, ensão j a clienes e a redes de nível de ensão inferior, no ano, em kwh Cusos com o Plano de Apoio à Reesruuração afecos à acividade de P AR UR, j, isribuição de Energia Elécrica, aceies pela ERSE, por nível de ensão j, previsos para o ano RUR, j, 2 Ajusameno no ano, dos proveios da acividade de isribuição de Energia Elécrica, por nível de ensão j, no ano -2. Salvo indicação em conrário, as parcelas são expressas em euros. 2 - A componene fixa dos proveios da acividade de isribuição de Energia Elécrica é fixada para o primeiro ano do período de regulação ( F UR, j,1 ) e evolui nos resanes anos do período de regulação, de acordo com a seguine expressão: F F F UR, j,1 IPC 1 + UR, j, = 1 X UR, F, j UR, j, =1 =2, 3 ( 32 ) UR, j,1 F Componene fixa dos proveios de Uso da Rede de isribuição no primeiro ano do período de regulação, por nível de ensão j 86

101 Regulameno Tarifário F Componene fixa dos proveios da acividade de isribuição de Energia UR, j, 1 Elécrica, no ano -1, por nível de ensão j IPC 1 Variação média anual do índice de preços no consumidor sem habiação em Porugal coninenal verificada em Junho do ano -1, em percenagem, publicada pelo INE X UR F, j Parâmero associado à componene fixa dos proveios da acividade de, isribuição de Energia Elécrica, por nível de ensão j, em percenagem. 3 - A componene variável uniária dos proveios de Uso da Rede de isribuição é fixada para o primeiro ano do período de regulação ( ) P e evolui nos resanes anos do período de UR, j,1 regulação, de acordo com a seguine expressão: P P P UR, j,1 IPC 1+ UR, j, = 1 X UR, P, j UR, j, =1 =2, 3 ( 33 ) P Componene variável uniária dos proveios da acividade de isribuição de UR, j,1 Energia Elécrica, no nível de ensão j, no primeiro ano do período de regulação, em Euros por kwh P Componene variável uniária dos proveios da acividade de isribuição de UR, j, 1 Energia Elécrica, no nível de ensão j, no ano -1, em Euros por kwh IPC 1 Variação média anual do índice de preços no consumidor sem habiação em Porugal coninenal verificada em Junho do ano -1, em percenagem, publicada pelo INE X UR P, j Parâmero associado à componene variável dos proveios da acividade de, isribuição de Energia Elécrica, no nível de ensão j, em percenagem. 4 - O ajusameno ( ) é dado pela seguine expressão: RUR, j, 2 E 1,, 2 (,, 2,, 2,, 2, 2,, 2 ) i = 1 + R UR j RfUR j RUR j PPUR j RQSUR AmbUR j ( 34 )

102 Regulameno Tarifário Rf Proveios facurados por nível de ensão resulanes da aplicação das arifas UR, j, 2 de Uso da Rede de isribuição às enregas a clienes, no ano -2 R Proveios permiidos por nível de ensão para a acividade de isribuição UR, j, 2 de Energia Elécrica, no ano -2, calculados em -1, de acordo com a expressão ( 31 ), com base nos valores verificados em -2. Os valores do Plano de Apoio à Reesruuração são aceies de acordo com o relaório de execução esabelecido no n.º 19 -do Arigo 153.º PP Incenivo à redução das perdas por nível de ensão na rede de disribuição, UR, j, 2 no ano -2, calculado de acordo com o esabelecido na secção VIII do presene Capíulo RQS UR, 2 Incenivo à melhoria da qualidade de serviço a aplicar em MT, no ano -2, calculado de acordo com o esabelecido na secção IX do presene Capíulo Amb Cusos por nível de ensão relacionados com a promoção da qualidade do UR, j, 2 ambiene no ano -2, aceies pela ERSE, de acordo com o relaório de execução do Plano de Promoção do esempenho Ambienal, conforme esabelecido na Secção VII do presene Capíulo E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. Arigo 81.º Proveios da acividade de Comercialização de Redes 1 - Os proveios permiidos da acividade de Comercialização de Redes, no ano, são dados pela expressão: R Credes, = j R Credes, j, = j Ac + PAR Credes, j, Credes, j, rcredes, 100 S + Am Credes, j, Credes, j, R + C Credes, j, 2 Credes, j, + Cmf Credes, j, + ( 35 ) Proveios permiidos da acividade de Comercialização de Redes, previsos R Credes, para o ano j Níveis de ensão ou ipo de fornecimeno NT (MAT, AT e MT), BTE e BTN 88

103 Regulameno Tarifário Proveios permiidos por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, previsos R Credes, j, para o ano Valor médio do acivo fixo afeco a esa acividade, por nível de ensão j, A c Credes, j, incluindo os equipamenos de medição de energia elécrica, líquido de amorizações e comparicipações, previso para o ano, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no final do ano r Taxa de remuneração do acivo fixo afeco à acividade de Comercialização Credes, de Redes, fixada para o período de regulação, em percenagem Amorizações do acivo fixo afeco a esa acividade, por nível de ensão ou A m Credes, j, ipo de fornecimeno j, previsas para o ano Cusos da esruura comercial, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, C Credes, j, afecos à acividade de Comercialização de Redes e aceies pela ERSE, previsos para o ano Cusos relaivos à gesão do processo de mudança de fornecedor, por nível C mf Credes, j, de ensão ou ipo de fornecimeno j, afecos à acividade de Comercialização de Redes e aceies pela ERSE, previsos para o ano Cusos com o Plano de Apoio à Reesruuração afecos à acividade de P AR Credes, j, Comercialização de Redes, aceies pela ERSE, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, previsos para o ano Proveios da acividade de Comercialização de Redes que não resulam da S Credes, j, aplicação das arifas de Comercialização de Redes, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, previsos para o ano RCredes, j, 2 Ajusameno no ano dos proveios da acividade de Comercialização de Redes, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, em cona os valores ocorridos em -2. Salvo indicação em conrário, as parcelas são expressas em euros. 2 - Os cusos ( ) C Credes, j, incluem a leiura, a conraação, o raameno e a disponibilização de dados, a facuração, a cobrança e a gesão da cobrança, o aendimeno presencial e elefónico. 3 - Os cusos ( ) C mf Credes, j, previsos na expressão ( 35 ) são dados por: 89

104 Regulameno Tarifário rcredes, C mf Credes, j, = Cf Credes, j, + Amf Credes, j, + Acf Credes, j, ( 36 ) 100 Cusos de exploração relaivos à gesão do processo de mudança de C f Credes, j, fornecedor, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, afecos à acividade de Comercialização de Redes e aceies pela ERSE, previsos para o ano Amorizações do acivo fixo afeco à gesão do processo de mudança de A mf Credes, j, fornecedor, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, na acividade de Comercialização de Redes e aceies pela ERSE, previsas para o ano Valor médio dos acivos fixos relaivos à gesão do processo de mudança de A cf Credes, j, fornecedor, afecos a esa acividade, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, líquido de amorizações e comparicipações, previso para o ano, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no final do ano. r, Taxa de remuneração do acivo fixo afeco à acividade de Comercialização Credes 4 - O ajusameno ( ) de Redes, fixada para o período de regulação, em percenagem RCredes, j, 2 previso na expressão ( 35 ) é dado por: ( Rf R PAR Cmf ) E i 1,, 2 =,, 2,, 2,, 2,, R Credes j Credes j Credes j Credes j Credes j 100 ( 37 ) 2 Rf Proveios facurados pelo operador da rede de disribuição em Porugal Credes, j, 2 coninenal, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, por aplicação das arifas de Comercialização de Redes no ano -2 RCredes, j, 2 Proveios permiidos da acividade de Comercialização de Redes, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, com base nos quais foi deerminada a arifa de Comercialização de Redes para vigorar no ano -2 PAR Ajusameno, no ano -2, dos cusos com o Plano de Apoio à Credes, j, 2 Reesruuração, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, de acordo com o relaório de execução esabelecido no n.º 19 do Arigo 153.º 90

105 Regulameno Tarifário Cmf Ajusameno, no ano -2, dos cusos com a gesão do processo de mudança Credes, j, 2 de fornecedor, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, de acordo com o relaório de execução, conforme esabelecido nos n. os 16 a 18 do Arigo 153.º E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. Secção IV Proveios do comercializador regulado Arigo 82.º Proveios da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica do comercializador regulado 1 - Os proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica, no ano, são dados pela expressão: R CVEE, = CEECVEE, + Cf CVEE, RCVEE, 1 RCVEE, 2 TVCFCVEE, ( 38 ) Proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia R CVEE, Elécrica, previsos para o ano Cusos permiidos com aquisição de energia elécrica, para fornecimeno C EE CVEE, dos clienes, previsos para o ano Cusos de funcionameno afecos à acividade de Compra e Venda de C f CVEE, Energia Elécrica e aceies pela ERSE, previsos para o ano RCVEE, 1 Valor previso para o ajusameno dos proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica, no ano -1 a incorporar no ano, calculados de acordo com a expressão ( 41) RCVEE, 2 Ajusameno no ano dos proveios da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica, relaivo ao ano -2 TVCF Ajusameno resulane da convergência para arifas adiivas a incorporar CVEE, nos proveios do ano. 91

106 Regulameno Tarifário Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. 2 - Os cusos ( ) C EE CVEE, previsos na expressão ( 38 ) são dados por: = ( 39 ) C EECVEE, CBCVEE, + MOCVEE, Cuso com a aquisição de energia elécrica aravés de conraos bilaerais C B CVEE, do comercializador regulado, aceie pela ERSE, previso para o ano Cuso com a aquisição de energia elécrica nos mercados organizados pelo M O CVEE, 3 - Os cusos ( ) comercializador regulado, previso para o ano. C f CVEE, previsos na expressão ( 38 ) são dados por: rcvee, C f CVEE, = CCVEE, + AmCVEE. + AcCVEE, ( 40 ) 100 Cusos de exploração afecos à acividade de Compra e Venda de C CVEE, Energia Elécrica aceies pela ERSE, previsos para o ano Amorizações do acivo fixo afeco à acividade de Compra e Venda de A m CVEE, Energia Elécrica aceies pela ERSE, previsas para o ano Valor médio do acivo fixo afeco à acividade de Compra e Venda de A c CVEE, Energia Elécrica, líquido de amorizações e comparicipações, previso para o ano, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no final do ano CVEE r, Taxa de remuneração do acivo fixo afeco à acividade de Compra e 4 - O ajusameno ( ) Venda de Energia Elécrica, fixada para o período de regulação, em percenagem é deerminado pela seguine expressão: RCVEE, 1 ( ) E i + RrCVEE, 1 RCVEE, CVEE, 1 R = ( 41 ) 92

107 Regulameno Tarifário Rr CVEE, 1 RCVEE, 1 Proveios a recuperar da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica, no ano -1 Proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica, previsos no ano -1, deerminados com base nos valores previsos para o ano em curso, calculados pela expressão ( 1 ) E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. AC O ajusameno ( ) não se aplica no primeiro ano de vigência dese Regulameno. RCVEE, O ajusameno ( ) previso na expressão ( 38 ) é dado por: RCVEE, 2 [ ( )] E E i + 1 i + 1 Rf E, 2 RCVEE, 2 UPCVEE, 2 1 R 100 CVEE, prov R CVEE, 2 = ( 42 ) Rf Proveios obidos pelo comercializador regulado por aplicação da arifa E, 2 de Energia, no ano -2 RCVEE 2, Proveios permiidos ao comercializador regulado aravés da arifa de Energia no ano -2, calculados em -1 aravés da expressão ( 38 ), com base nos cusos efecivos com a aquisição de energia elécrica nos mercados organizados e aravés de conraos bilaerais e dos cusos de funcionameno da acividade, em -2 UP Proveios decorrenes de recuperação de dívidas de clienes aneriores a CVEE, , em -2, cujos monanes se enconravam provisionados AC R CVEE, prov Valor do ajusameno provisório calculado no ano -2 de acordo com o n.º 4, incluído nos proveios regulados do ano em curso como sendo o valor ( ) RCVEE, 1 E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. Nos dois primeiros anos de aplicação dese Regulameno, ese ajusameno corresponde à soma dos ajusamenos previsos nos n. os 4 e 5 do arigo 72.º, nos n. os 2 a 5 do arigo 79.º e da parcela FF referida no n.º 2 do arigo 75.º, assegurando-se a inexisência de subsidiação 93

108 Regulameno Tarifário cruzada enre fornecimenos em NT e fornecimenos em BT mediane a aplicação das disposições do n.º 2 do arigo 95.º, odos do anerior Regulameno Tarifário. 6 - Os ajusamenos anuais previsos nos n. os 4 e 5 do arigo 72.º do anerior Regulameno Tarifário são facurados em duodécimos pelo agene comercial ao comercializador regulado. 7 - O desvio ( ) TVCF CVEE, é dado pela expressão: TVCF TVCF TVCFCVEE, = ( 43 ) Valor previso para o ajusameno resulane da convergência para arifas TVCF 1 adiivas no ano -1 a incorporar nos proveios do ano, calculado de acordo com o Arigo 137.º TVCF 2 Ajusameno resulane da convergência para arifas adiivas no ano -2 a incorporar nos proveios do ano, calculado de acordo com o Arigo 137.º. Nos dois primeiros anos de implemenação do Regulameno Tarifário, esas variáveis são calculadas de acordo com o arigo 108.º do anerior Regulameno Tarifário. Arigo 83.º Proveios da acividade de Compra e Venda do Acesso às Redes de Transpore e isribuição Os proveios permiidos da acividade de Compra e Venda do Acesso às Redes de Transpore e isribuição, no ano, são dados pela expressão: E 1, =, +, +, +, i, R CVAT R UGS R URT R UR RCredes UPCVAT 100 ( 44 ) 2 Proveios permiidos da acividade de Compra e Venda do Acesso às Redes R CVAT, de Transpore e isribuição, previsos para o ano Proveios a recuperar por aplicação da arifa de Uso Global do Sisema aos R UGS, fornecimenos a clienes do comercializador regulado, no ano 94

109 Regulameno Tarifário Proveios a recuperar por aplicação das arifas de Uso da Rede de R URT, Transpore aos fornecimenos a clienes do comercializador regulado, no ano Proveios a recuperar por aplicação das arifas de Uso da Rede de R UR, isribuição aos fornecimenos a clienes do comercializador regulado, no ano Proveios a recuperar por aplicação das arifas de Comercialização de R Credes, Redes aos fornecimenos a clienes do comercializador regulado, no ano CVAT, UP 2 Proveios decorrenes de recuperação de dívidas de clienes aneriores a 1999, em -2, cujos monanes se enconravam provisionados E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. Salvo indicação em conrário, as parcelas são expressas em euros. Arigo 84.º Proveios da acividade de Comercialização 1 - Os proveios permiidos da acividade de Comercialização, no ano, são dados pela expressão: rc, = R C, j, = AcC, j, + Am C, j, + C C, j, + PAR C, j, S C, j, R C, j, j j 100 R C, 2 ( 45 ) Proveios permiidos da acividade de Comercialização, previsos para o R C, ano j Níveis de ensão ou ipo de fornecimeno NT (MAT, AT e MT), BTE e BTN Proveios permiidos, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, previsos R C, j, para o ano 95

110 Regulameno Tarifário Valor médio do acivo fixo, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, A c C, j, afeco a esa acividade, líquido de amorizações e comparicipações, previso para o ano, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no final do ano r, Taxa de remuneração do acivo fixo, afeco à acividade de C Comercialização, fixada para o período de regulação, em percenagem Amorizações do acivo fixo afeco a esa acividade, por nível de ensão ou A m C, j, ipo de fornecimeno j, previsas para o ano Cusos da esruura comercial, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, C C, j, afecos à acividade de Comercialização e aceies pela ERSE, previsos para o ano Cusos do Plano de Apoio à Reesruuração afecos à acividade de P AR C, j, Comercialização, aceies pela ERSE, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, previsos para o ano Proveios da acividade Comercialização que não resulam da aplicação das S C, j, arifas de Comercialização, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, previsos para o ano RC, j, 2 Ajusameno no ano dos proveios da acividade de Comercialização, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, relaiva ao ano -2. Salvo indicação em conrário, as parcelas são expressas em euros. 2 - Os cusos ( ) C C, j, incluem a leiura, a conraação, o raameno e disponibilização de dados, a facuração, a cobrança e a gesão da cobrança, o aendimeno presencial e elefónico. 3 - O ajusameno ( ) previso na expressão ( 45 ) é dado por: RC, j, 2 [ + R R UP PAR ] E i 1,, 2 =,, 2,, 2,, 2,, R C j C j C j C j C j ( 46 ) R C j, 2, Proveios obidos pelo comercializador regulado, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, por aplicação da arifa de Comercialização, no ano -2 96

111 Regulameno Tarifário R C, j, 2 Proveios permiidos ao comercializador regulado no âmbio da acividade de Comercialização, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, com base nos quais foi deerminada a arifa de Comercialização para vigorar no ano -2 UP Proveios decorrenes de recuperação de dívidas de clienes aneriores a C, j, , em -2, cujos monanes se enconravam provisionados, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j C, j, PAR 2 Ajusameno, no ano -2, dos cusos com o Plano de Apoio à Reesruuração, por nível de ensão ou ipo de fornecimeno j, de acordo com o relaório de execução esabelecido no n.º 20 -do Arigo 157.º E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. Secção V Proveios da concessionária do ranspore e disribuição da RAA Arigo 85.º Proveios da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAA 1 - Os proveios permiidos da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, no ano, são dados pela expressão: A AGS AGS A AGS A AGS A AGS A AGS A AGS r A AGS A A AGS A AGS R C SPA, + C SIA, + Am + Ac + C + F S R 2 = ( 47 ) 100 A R AGS Proveios permiidos da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, previsos para o ano Cusos com a aquisição de energia elécrica aos produores do sisema A AGS C SPA, público da RAA, previsos para o ano Cusos permiidos com a aquisição de energia elécrica aos produores A AGS C SIA, não vinculados da RAA, previsos para o ano 97

112 Regulameno Tarifário A AGS A m A AGS A c Amorizações do acivo fixo afeco à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, líquidas das amorizações dos acivos comparicipados, previsas para o ano Valor médio do acivo fixo afeco à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, líquido de amorizações e comparicipações, previso para o ano, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano A r AGS Taxa de remuneração do acivo fixo afeco à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, fixada para o período de regulação, no ano, em percenagem A C AGS Cusos de exploração afecos à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema aceies pela ERSE, previsos para o ano A F AGS Cusos com o fuelóleo previso consumir na produção de energia elécrica, aceies pela ERSE, no ano A S AGS Ouros proveios da concessionária do ranspore e disribuição da RAA, decorrenes da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, previsos para o ano A AGS R 2 Ajusameno no ano dos proveios da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, relaivos ao ano -2. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. 2 - O preço limie para efeios de cálculo do cuso da parcela de aquisição de energia elécrica a cenros produores não vinculados do sisema público da RAA incluído em anualmene. A AGS C SIA, é fixado 3 - O acivo fixo afeco à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema corresponde aos valores aceies para efeios de regulação, sob proposa da concessionária do ranspore e disribuição da RAA. 4 - Os cusos de exploração AGS C A incluem nomeadamene, os cusos relaivos a combusíveis para a produção de energia elécrica (com excepção dos cusos com o fuelóleo), os fornecimenos e serviços exernos, os maeriais diversos e os cusos com pessoal. 98

113 Regulameno Tarifário 5 - Os cusos do fuelóleo consumido na produção de energia elécrica F A AGS são deerminados separadamene dos resanes cusos de exploração, sendo aceies de acordo com o esabelecido no Arigo 86.º. 6 - O ajusameno A AGS R 2 previso na expressão ( 47 ) é dado por: E A AGS A AGS AGS AGS A AGS A AGS TVCFA i 1 2 = R Rr SA SRAA R GA ( 48 ) A AGS Rr 2 Valor dos proveios recuperados por aplicação das arifas Uso Global do Sisema e Uso da Rede de Transpore às enregas da enidade concessionária do ranspore e disribuição da RAA e da arifa de Energia aos fornecimenos a clienes finais da concessionária do ranspore e disribuição da RAA, no ano -2 AGS SA 2 Compensação paga pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal em -2, relaiva ao sobrecuso esimado da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAA, no ano -2, calculado de acordo com o Arigo 89.º AGS SRAA 2 Cusos com a convergência arifária da RAA não incorporados na arifa de Uso Global do Sisema e a recuperar pelas arifas de Venda a Clienes Finais da RAA no ano -2, impuáveis à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAA, proporcionalmene ao sobrecuso em cada acividade A AGS R 2 Proveios permiidos no âmbio da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema no ano -2, calculados em -1 aravés da expressão ( 47 ), com base em valores verificados em -2 A AGS GA 2 Proveios provenienes dos conraos de garania de abasecimeno, no ano -2 TVCFA 2 Ajusameno resulane da convergência para arifas adiivas na RAA, no ano -2, a incorporar nos proveios do ano, calculado de acordo com o Arigo 141.º 99

114 Regulameno Tarifário E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. Arigo 86.º Cusos aceies com a aquisição do fuelóleo para a produção de energia elécrica 1 - No âmbio da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, os cusos com o fuelóleo decorrenes da produção de energia elécrica, no ano, são deerminados do seguine modo: A A [ a F380u + ( 1 a) Gu ] A A { Qf C } A F AGS = k, + k, k ( 49 ) A F AGS Cuso com o fuelóleo previso consumir na produção de energia elécrica, no ano k Ilha k da RAA a Percenagem do fuelóleo 380 uilizado na composição do fuelóleo consumido na ilha k para produção de energia elécrica, no âmbio da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema A F380u Cuso uniário do fuelóleo 380 previso adquirir para produção de energia elécrica no âmbio da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema no ano, cuseado aé ao poro da primeira descarga, excluindo os cusos com a descarga e o ranspore, em Euros por onelada A G u Cuso uniário do gasóleo, cuseado aé ao poro da primeira descarga, excluindo os cusos com a descarga e o ranspore, em Euros por onelada, previso para o ano Quanidade de fuelóleo para produção de energia elécrica previsa consumir, A Q f k, no âmbio da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, no ano, na ilha k, em oneladas Cuso com a descarga, o armazenameno e o ranspore do fuelóleo previso A C k, consumir no âmbio da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, do poro da primeira descarga aé às cenrais da ilha k, previso para o ano. 100

115 Regulameno Tarifário A 2 - O cuso uniário do fuelóleo 380 ( ) F380u é deerminado do seguine modo: A c + A A F380u = Min Fu 1 F380u 1 ; F380u E ( 50 ) 6 6 em que, c F u A F380u 1 Ano de aplicação, com =1,,6 Cuso uniário do fuelóleo para produção de energia elécrica em Porugal coninenal, previso para o ano, cuseado aé ao poro de primeira descarga, excluindo os cusos com a descarga e o ranspore, em Euros por onelada Cuso uniário do fuelóleo 380 esimado em -1, cuseado aé ao poro de primeira descarga, excluindo os cusos com a descarga e o ranspore, em Euros por onelada A F380u Cuso uniário do fuelóleo 380, previso pela concessionária do ranspore e E disribuição da RAA para o ano, cuseado aé ao poro de primeira descarga, excluindo os cusos com a descarga e o ranspore, em Euros por onelada. Arigo 87.º Proveios da acividade de isribuição de Energia elécrica da RAA 1 - Os proveios permiidos da acividade de isribuição de Energia Elécrica, no ano, são dados pela expressão: A A A A r A A A = R j, = Am j, + Ac j, + C j, S j, R j, j j 100 A R 2 ( 51 ) R A Proveios permiidos da acividade de isribuição de Energia Elécrica, previsos para o ano j Níveis de ensão MT e BT Proveios permiidos, por nível de ensão j, previsos para o ano A R j, 101

116 Regulameno Tarifário Amorizações do acivo fixo afeco à acividade de isribuição de Energia A A m j, Elécrica, líquidas das amorizações dos acivos comparicipados, por nível de ensão j, previsas para o ano Valor médio do acivo fixo afeco à acividade de isribuição de Energia A A c j, Elécrica, por nível de ensão j, líquido de amorizações e comparicipações, previso para o ano, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano A r Taxa de remuneração do acivo fixo afeco à acividade de isribuição de Energia Elécrica, fixada para o período de regulação, no ano, em percenagem Cusos de exploração, por nível de ensão j, afecos à acividade de A C j, isribuição de Energia Elécrica aceies pela ERSE, previsos para o ano Proveios da acividade de isribuição de Energia Elécrica que não A S j, resulam da aplicação das arifas de Uso da Rede de isribuição, por nível de ensão j, previsos para o ano A R j, 2 Ajusameno no ano dos proveios da acividade de isribuição de Energia Elécrica, por nível de ensão j, relaivos ao ano -2. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. 2 - O acivo fixo afeco à acividade de isribuição de Energia Elécrica corresponde aos valores aceies para efeios de regulação, sob proposa da concessionária do ranspore e disribuição da RAA. 3 - Os cusos de exploração C A j, incluem nomeadamene, os cusos relaivos a fornecimenos e serviços exernos, maeriais diversos e pessoal. 4 - O ajusameno A R j, 2 previso na expressão ( 51 ) é dado por: E A A A A i 1 2 = 2 +, 2 +, 2, R j, Rrj, SAj SRAAj Ambj R j, 100 ( 52 ) 2 102

117 Regulameno Tarifário A Proveios recuperados por aplicação das arifas de Uso da Rede de Rr j, 2 isribuição às enregas a clienes da concessionária do ranspore e disribuição da RAA, por nível de ensão j, no ano -2 j, SA 2 Compensação paga pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal em -2, por nível de ensão j, relaiva ao sobrecuso esimado da acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAA, no ano -2, calculado de acordo com o Arigo 89.º j, SRAA 2 Cusos com a convergência arifária da RAA não incorporados na arifa de Uso Global do Sisema e a recuperar pelas arifas de Venda a Clienes Finais da RAA, no ano -2, impuáveis à acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAA, por nível de ensão j, proporcionalmene ao sobrecuso em cada acividade A Cusos por nível de ensão relacionados com a promoção do desempenho Amb j, 2 ambienal no ano -2, aceies pela ERSE, de acordo com o relaório de execução do Plano de Promoção do esempenho Ambienal, conforme esabelecido na Secção VII do presene Capíulo. A R j, 2 Proveios permiidos da acividade de isribuição de Energia Elécrica, por nível de ensão j, no ano -2, calculados em -1 aravés da expressão ( 51 ), com base em valores verificados em -2 E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. Arigo 88.º Proveios da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAA 1 - Os proveios permiidos da acividade de Comercialização de Energia Elécrica, no ano, são dados pela expressão: A C A C A C A C r A C A C A C = R j, = Am j, + Ac j, + C j, S j, R j, j j 100 A C R 2 ( 53 ) A C R Proveios permiidos da acividade de Comercialização de Energia Elécrica, previsos para o ano 103

118 Regulameno Tarifário j Níveis de ensão MT e BT Proveios permiidos, por nível de ensão j, previsos para o ano A C R j, Amorizações do acivo fixo afeco à acividade de Comercialização de A C A m j, Energia Elécrica, líquidas das amorizações dos acivos comparicipados, por nível de ensão j, previsas para o ano Valor médio do acivo fixo afeco à acividade de Comercialização de A C A c j, Energia Elécrica, incluindo os equipamenos de medição de energia elécrica, líquido de amorizações e comparicipações, por nível de ensão j, previso para o ano, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano A C r Taxa de remuneração do acivo fixo afeco à acividade de Comercialização de Energia Elécrica, fixada para o período de regulação, no ano, em percenagem Cusos de exploração, por nível de ensão j, afecos à acividade de A C C j, Comercialização de Energia Elécrica, previsos para o ano Proveios da acividade de Comercialização de Energia Elécrica que não A C S j, resulam da aplicação das arifas de Comercialização de Redes e de Comercialização, por nível de ensão j, previsos para o ano A C R j, 2 Ajusameno no ano dos proveios da acividade de Comercialização de Energia Elécrica, por nível de ensão j, relaivos ao ano -2. Salvo indicação em conrário, as parcelas são expressas em euros. 2 - O acivo fixo afeco à acividade de Comercialização de Energia Elécrica corresponde aos valores aceies para efeios de regulação, sob proposa da concessionária do ranspore e disribuição da RAA. 3 - Os cusos de exploração C C A j, incluem nomeadamene, os cusos relaivos a fornecimenos e serviços exernos, maeriais diversos e pessoal. 4 - O ajusameno A C R j, 2 previso na expressão ( 53 ) é dado por: 104

119 Regulameno Tarifário E A C A C C C A C i 1 R 2 = 2, 2, j, Rrj, + SAj + SRAAj Rj, ( 54 ) 2 A C Proveios recuperados por aplicação das arifas de Comercialização de Rrj, 2 Redes às enregas da concessionária do ranspore e disribuição da RAA e das arifas de Comercialização aos fornecimenos a clienes finais da concessionária do ranspore e disribuição da RAA, por nível de ensão j, no ano -2 C j, SA 2 Compensação paga pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal em -2, por nível de ensão j, relaiva ao sobrecuso esimado da acividade de Comercialização de Energia Elécrica, no ano -2, calculado de acordo com o Arigo 89.º C j, SRAA 2 Cusos com a convergência arifária da RAA não incorporados na arifa de Uso Global do Sisema e a recuperar pelas arifas de Venda a Clienes Finais da RAA no ano -2, impuáveis à acividade de Comercialização de Energia Elécrica, por nível de ensão j, proporcionalmene ao sobrecuso em cada acividade A C R j, 2 Proveios permiidos da acividade de Comercialização de Energia Elécrica, por nível de ensão j, no ano -2, calculados em -1 aravés da expressão ( 53 ), com base em valores verificados em -2 E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. Arigo 89.º Cuso com a convergência arifária na RAA 1 - O cuso com a convergência arifária na RAA a recuperar aravés da arifa de Uso Global do Sisema pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal, no ano, é dado pela seguine expressão: RAA = SA ( 55 ) AGS Pol, SA + SA + C 105

120 Regulameno Tarifário Cuso com a convergência arifária na RAA a recuperar aravés da arifa de R AA Pol, Uso Global do Sisema pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal, previso para o ano AGS S A S A C S A Sobrecuso da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAA, previso para o ano Sobrecuso da acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAA, previso para o ano Sobrecuso da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAA, previso para o ano. Salvo indicação em conrário, as parcelas são expressas em euros. AGS 2 - O sobrecuso ( S ) A, no ano, é dado pela seguine expressão: SA AGS = R R SRAA ( 56 ) A AGS A AGS, AGS A R AGS Proveios permiidos da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, previsos para o ano, calculado de acordo com a expressão ( 47 ) do Arigo 85.º Proveios previsos ober por aplicação das arifas Uso Global do Sisema e A R AGS, Uso da Rede de Transpore às enregas da concessionária do ranspore e disribuição da RAA e da arifa de Energia aos fornecimenos a clienes finais da concessionária do ranspore e disribuição da RAA, no ano AGS S RAA Cusos com a convergência arifária da RAA não incorporados na arifa de Uso Global do Sisema e a recuperar pelas arifas de Venda a Clienes Finais da RAA, no ano, impuáveis à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAA, proporcionalmene ao sobrecuso em cada acividade. 3 - O sobrecuso ( S ) A, no ano, é dado pela seguine expressão: A S A = j, j,, j, j, A SA = R R SRAA j j ( 57 ) 106

121 Regulameno Tarifário Sobrecuso da acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAA, no S A j, nível de ensão j, previso para o ano j Níveis de ensão MT e BT Proveios permiidos da acividade de isribuição de Energia Elécrica, por A R j, nível de ensão j, previsos para o ano, calculado de acordo com a expressão ( 51 ) do Arigo 87.º Proveios previsos ober por aplicação das arifas de Uso da Rede de A R, j, isribuição às enregas a clienes da concessionária do ranspore e disribuição da RAA, por nível de ensão j, no ano Cusos com a convergência arifária da RAA não incorporados na arifa de S RAA j, C 4 - O sobrecuso ( S ) Uso Global do Sisema e a recuperar pelas arifas de Venda a Clienes Finais da RAA, no ano, impuáveis à acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAA, por nível de ensão j, proporcionalmene ao sobrecuso em cada acividade. A, no ano, é dado pela seguine expressão: C C A C S A = j, j, C, j, j, C A SA = R R SRAA j j ( 58 ) Sobrecuso da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAA, C S A j, no nível de ensão j, previso para o ano j Níveis de ensão MT e BT Proveios permiidos da acividade de Comercialização de Energia Elécrica, A C R j, por nível de ensão j, previsos para o ano, calculados de acordo com a expressão ( 53 ) do Arigo 88.º Proveios previsos ober por aplicação das arifas de Comercialização de A R C, j, Redes às enregas da concessionária do ranspore e disribuição da RAA e das arifas de Comercialização aos fornecimenos a clienes finais da concessionária do ranspore e disribuição da RAA, por nível de ensão j, no ano 107

122 Regulameno Tarifário Cusos com a convergência arifária da RAA não incorporados na arifa de C S RAA j, Uso Global do Sisema e a recuperar pelas arifas de Venda a Clienes Finais da RAA, no ano, impuáveis à acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAA, por nível de ensão j, proporcionalmene ao sobrecuso em cada acividade. Arigo 90.º Transferência dos cusos com a convergência arifária na RAA para a concessionária do ranspore e disribuição da RAA O cuso com a convergência arifária na RAA a recuperar aravés da arifa de Uso Global do Sisema ( R AA Pol, ), no ano, é ransferido mensalmene pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal para a concessionária do ranspore e disribuição da RAA, de acordo com a seguine expressão: 1 VSEPAri = RAAPol, ( 59 ) 12 3, RAAm, Cuso com a convergência arifária na RAA a recuperar aravés da arifa de R AA Pol, Uso Global do Sisema pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal, no ano VSEPA Ajuse rimesral da arifa de Energia a pagar ou a receber pelos clienes da ri, RAA, no ano. Secção VI Proveios da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM Arigo 91.º Proveios da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAM 1 - Os proveios permiidos da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, no ano, são dados pela expressão: 108

123 Regulameno Tarifário R M AGS S M AGS = C M AGS SPM, R + C M AGS 2 M AGS SIM, + Am M AGS + Ac M AGS M AGS r C M AGS + F M AGS ( 60 ) M R AGS Proveios permiidos da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, previsos para o ano Cusos com a aquisição de energia elécrica aos produores do sisema M AGS C SPM, público da RAM impuados à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, previsos para o ano Cusos permiidos com a aquisição de energia elécrica aos produores não M AGS C SIM, vinculados ao sisema público da RAM impuados à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, previsos para o ano M AGS A m M AGS A c Amorizações do acivo fixo afeco à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, líquidas das amorizações dos acivos comparicipados, previsas para o ano Valor médio do acivo fixo afeco à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, líquido de amorizações e comparicipações, previso para o ano, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no final do ano M r AGS Taxa de remuneração do acivo fixo afeco à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, fixada para o período de regulação, no ano, em percenagem M C AGS Cusos de exploração afecos à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema aceies pela ERSE, previsos para o ano M F AGS Cusos com o fuelóleo, previso consumir na produção de energia elécrica, aceies pela ERSE, no ano M S AGS Ouros proveios da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, decorrenes da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, previsos para o ano 109

124 Regulameno Tarifário M AGS R 2 Ajusameno no ano dos proveios da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, relaivo ao ano -2. Salvo indicação em conrário, as parcelas são expressas em euros. 2 - O preço limie para efeios de cálculo do cuso da parcela de aquisição de energia elécrica a cenros produores não vinculados ao sisema público da RAM incluído em anualmene. M AGS C SIM, é fixado 3 - O acivo fixo afeco à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema corresponde aos valores aceies para efeios de regulação, sob proposa da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM. 4 - Os cusos de exploração AGS C M incluem nomeadamene, os cusos relaivos a combusíveis para a produção de energia elécrica (com excepção dos cusos com fuelóleo), os fornecimenos e serviços exernos, os maeriais diversos e os cusos com o pessoal. 5 - Os cusos do fuelóleo consumido na produção de energia elécrica F M AGS são deerminados separadamene dos resanes cusos de exploração, sendo aceies de acordo com o esabelecido no Arigo 92.º. 6 - O ajusameno M AGS R 2 previso na expressão ( 60 ) é dado por: E M AGS M AGS AGS AGS M AGS M AGS TVCFM i 1 2 = R Rr SM SRAM R GA ( 61 ) M AGS Rr 2 Valor dos proveios recuperados por aplicação das arifas Uso Global do Sisema e Uso da Rede de Transpore às enregas da enidade concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM e da arifa de Energia aos fornecimenos a clienes finais da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, no ano

125 Regulameno Tarifário AGS SM 2 Compensação paga pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal em -2 relaiva ao sobrecuso esimado da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAM, no ano -2, calculado de acordo com o Arigo 95.º AGS SRAM 2 Cusos com a convergência arifária da RAM não incorporados na arifa de Uso Global do Sisema e a recuperar pelas arifas de Venda a Clienes Finais da RAM no ano -2, impuáveis à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAM, proporcionalmene ao sobrecuso em cada acividade M AGS R 2 Proveios permiidos da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, no ano -2, calculados em -1 aravés da expressão ( 60 ), com base em valores verificados em -2 M AGS GA 2 Proveios provenienes dos conraos de garania de abasecimeno, no ano -2 TVCFM 2 Ajusameno resulane da convergência para arifas adiivas na RAM, no ano -2, a incorporar nos proveios do ano, calculado de acordo com o Arigo 145.º E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. Arigo 92.º Cusos aceies com a aquisição do fuelóleo para a produção de energia elécrica No âmbio da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, os cusos com o fuelóleo decorrenes da produção de energia elécrica, no ano, são deerminados do seguine modo: M AGS c M M M F = Min Fu + 1 Fu 1 ; Fu E Qf + C ( 62 ) 6 6 em que, M F AGS Cuso com o fuelóleo, previso consumir na produção de energia elécrica, aceie pela ERSE, no ano c F u Ano de aplicação, com =1,,n Cuso uniário do fuelóleo para produção de energia elécrica em Porugal coninenal, previso para o ano, cuseado aé ao poro, excluindo os cusos com 111

126 Regulameno Tarifário a descarga e o ranspore, em Euros por onelada M Fu 1 Cuso uniário do fuelóleo adquirido para produção de energia elécrica no âmbio da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema esimado em -1, para o ano -1, cuseado aé ao poro, excluindo os cusos com a descarga e o ranspore, em Euros por onelada M F u E M Q f M C Cuso uniário do fuelóleo adquirido para produção de energia elécrica no âmbio da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, previso pela enidade concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM para o ano, cuseado aé ao poro, excluindo cusos com a descarga e o ranspore, em Euros por onelada Quanidade previsa consumir de fuelóleo para a produção de energia elécrica no âmbio da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, no ano, em oneladas Cusos com a descarga, armazenameno e ranspore do fuelóleo consumido no âmbio da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, do poro da primeira descarga aé às cenrais, previsos para o ano. Arigo 93.º Proveios da acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAM 1 - Os proveios permiidos da acividade de isribuição de Energia Elécrica, no ano, são dados pela expressão: M M M M r M M M = R j, = Am j, + Ac j, + C j, S j, R j, j j 100 M R 2 ( 63 ) M R Proveios permiidos da acividade de isribuição de Energia Elécrica, previsos para o ano j Níveis de ensão AT, MT e BT Proveios permiidos, por nível de ensão j, previsos para o ano M R j, 112

127 Regulameno Tarifário Amorizações do acivo fixo afeco à acividade de isribuição de Energia M A m j, Elécrica, líquidas das amorizações dos acivos comparicipados, por nível de ensão j, previsas para o ano Valor médio do acivo fixo afeco à acividade de isribuição de Energia M A c j, Elécrica por nível de ensão j, líquido de amorizações e comparicipações, previso para o ano, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano M r Taxa de remuneração do acivo fixo afeco à acividade de isribuição de Energia Elécrica, fixada para o período de regulação, no ano, em percenagem Cusos de exploração, por nível de ensão j, afecos à acividade de M C j, isribuição de Energia Elécrica, aceies pela ERSE, previsos para o ano Proveios da acividade de isribuição de Energia Elécrica e que não M S j, resulam da aplicação das arifas de Uso da Rede de isribuição, por nível de ensão j, previsos para o ano M R j, 2 Ajusameno no ano dos proveios da acividade de isribuição de Energia Elécrica, por nível de ensão j, relaivos ao ano -2. Salvo indicação em conrário, as parcelas são expressas em euros. 2 - O acivo fixo afeco à acividade de isribuição de Energia Elécrica corresponde aos valores aceies para efeios de regulação, sob proposa da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM. 3 - Os cusos de exploração M C j, incluem nomeadamene, os cusos relaivos a fornecimenos e serviços exernos, maeriais diversos e pessoal. 4 - O ajusameno M R j, 2 previso na expressão ( 63 ) é dado por: E M M M M i 1, 2 =, 2 +, 2 +, 2, 2, R j Rr j SM j SRAM j Amb j R j ( 64 )

128 Regulameno Tarifário M Proveios recuperados por aplicação das arifas de Uso de Rede de Rr j, 2 isribuição às enregas a clienes da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, por nível de ensão j, no ano -2 SM Compensação paga pelo operador da rede de ranspore em Porugal j, 2 coninenal em -2, relaiva ao sobrecuso esimado da acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAM, por nível de ensão j, no ano -2, calculado de acordo com o Arigo 95.º SRAM Cusos com a convergência arifária da RAM não incorporados na arifa de j, 2 Uso Global do Sisema e a recuperar pelas arifas de Venda a Clienes Finais da RAM no ano -2, impuáveis à acividade de isribuição de Energia Elécrica, por nível de ensão j, proporcionalmene ao sobrecuso em cada acividade M Cusos por nível de ensão relacionados com a promoção do desempenho Amb j, 2 ambienal no ano -2, aceies pela ERSE, de acordo com o relaório de execução do Plano de Promoção do esempenho Ambienal, conforme esabelecido na Secção VII do presene Capíulo M R j 2 Proveios permiidos da acividade de isribuição de Energia Elécrica, por, nível de ensão j, no ano -2, calculados em -1 aravés da expressão ( 63 ), com base em valores verificados em -2 E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. Arigo 94.º Proveios da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAM 1 - Os proveios permiidos da acividade de Comercialização de Energia Elécrica, no ano, são dados pela expressão: M C M C M C M C r M C M C M C = R j, = Am j, + Ac j, + C j, S j, R j, j j 100 M C R 2 ( 65 ) M R C Proveios permiidos da acividade de Comercialização de Energia Elécrica, previsos para o ano 114

129 Regulameno Tarifário j Níveis de ensão AT, MT e BT Proveios permiidos, por nível de ensão j, previsos para o ano M C R j, Amorizações do acivo fixo afeco à acividade de Comercialização de M C A m j, Energia Elécrica, líquidas das amorizações dos acivos comparicipados, por nível de ensão j, previsas para o ano Valor médio do acivo fixo afeco à acividade de Comercialização de M C A c j, Energia Elécrica, incluindo os equipamenos de medição de energia elécrica líquido de amorizações e comparicipações, por nível de ensão j, previso para o ano, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no final do ano M r C Taxa de remuneração do acivo fixo afeco à acividade de Comercialização de Energia Elécrica, fixada para o período de regulação, no ano, em percenagem Cusos de exploração, por nível de ensão j, afecos à acividade de M C C j, Comercialização de Energia Elécrica e aceies pela ERSE, previsos para o ano Proveios da acividade de Comercialização de Energia Elécrica e que não M C S j, resulam da aplicação das arifas de Comercialização de Redes e de Comercialização, por nível de ensão j, previsos para o ano M C R j, 2 Ajusameno no ano dos proveios da acividade de Comercialização de Energia Elécrica, por nível de ensão j, relaivo ao ano -2. Salvo indicação em conrário, as parcelas são expressas em euros. 2 - O acivo fixo afeco à acividade de Comercialização de Energia Elécrica corresponde aos valores aceies para efeios de regulação, sob proposa da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM. 3 - Os cusos de exploração M C C j, incluem nomeadamene, os cusos relaivos a fornecimenos e serviços exernos, maeriais diversos e pessoal. 4 - O ajusameno M C R j, 2 previso na expressão ( 65 ) é dado por: 115

130 Regulameno Tarifário E M C M C C C M C i 1, 2 =, 2 +, 2 +, 2, R j Rr j SM j SRAM j R j ( 66 ) M C Proveios recuperados por aplicação das arifas de Comercialização de Rr j, 2 Redes às enregas da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM e das arifas de Comercialização aos fornecimenos a clienes finais da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, por nível de ensão j, no ano -2 C j SM 2, Compensação paga pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal em -2, por nível de ensão j, relaiva ao sobrecuso esimado da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAM, no ano -2, calculado de acordo com o Arigo 95.º C SRAM Cusos com a convergência arifária da RAM não incorporados na arifa de j, 2 Uso Global do Sisema e a recuperar pelas arifas de Venda a Clienes Finais da RAM no ano -2, impuáveis à acividade de Comercialização de Energia Elécrica, por nível de ensão j, proporcionalmene ao sobrecuso em cada acividade M C R j 2 Proveios permiidos da acividade de Comercialização de Energia Elécrica,, por nível de ensão j, no ano -2, calculados em -1 aravés da expressão ( 65 ), com base em valores verificados em -2 E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. Arigo 95.º Cuso com a convergência arifária na RAM 1 - O cuso com a convergência arifária na RAM a recuperar pela arifa de Uso Global do Sisema pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal, no ano, é dado pela seguine expressão: RAM = SM ( 67 ) AGS Pol, SM + SM + C 116

131 Regulameno Tarifário Cuso com a convergência arifária na RAM a recuperar pela arifa de Uso R AM Pol, Global do Sisema pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal, no ano AGS S M S M Sobrecuso da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAM, previso para o ano Sobrecuso da acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAM, previso para o ano S M Sobrecuso da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da C AGS 2 - O sobrecuso ( S ) RAM, previso para o ano. M, no ano, é dado pela seguine expressão: SM AGS = R R SRAM ( 68 ) M AGS M AGS, AGS M R AGS Proveios permiidos da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, previsos para o ano calculado de acordo com a expressão ( 60 ) do Arigo 91.º Proveios previsos ober por aplicação das arifas Uso Global do Sisema e M R AGS, Uso da Rede de Transpore às enregas da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM e da arifa de Energia aos fornecimenos a clienes da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, no ano AGS S RAM Cusos com a convergência arifária da RAM não incorporados na arifa de Uso Global do Sisema e a recuperar pelas arifas de Venda a Clienes Finais da RAM, no ano, impuáveis à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAM, proporcionalmene ao sobrecuso em cada acividade. 3 - O sobrecuso ( S ) M, no ano, é dado pela seguine expressão: = = M M SM j, R j, R, j, SRAM j S M, j j ( 69 ) 117

132 Regulameno Tarifário Sobrecuso da acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAM, no S M j, nível de ensão j, previso para o ano j Níveis de ensão AT, MT e BT Proveios permiidos da acividade de isribuição de Energia Elécrica, por M R j, nível de ensão j, previsos para o ano calculados de acordo com a expressão ( 63 ) do Arigo 93.º Proveios previsos ober por aplicação das arifas de Uso de Rede de M R, j, isribuição às enregas a clienes da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, por nível de ensão j, no ano Cusos com a convergência arifária da RAM não incorporados na arifa de S RAM j, C 4 - O sobrecuso ( ) Uso Global do Sisema e a recuperar pelas arifas de Venda a Clienes Finais da RAM, no ano, impuáveis à acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAM, por nível de ensão j, proporcionalmene ao sobrecuso em cada acividade. S M j,, no ano, é dado pela seguine expressão: C = = M C M C SM j, R j, RC, j, SRAM j C S M, j j ( 70 ) Sobrecuso da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAM, C S M j, no nível de ensão j, previso para o ano j Níveis de ensão AT, MT e BT C M Proveios permiidos da acividade de Comercialização de Energia Elécrica, R j, por nível de ensão j, previsos para o ano, calculado de acordo com a expressão ( 65 ) do Arigo 94.º Proveios previsos ober por aplicação das arifas de Comercialização de M R C, j, Redes às enregas da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM e das arifas de Comercialização aos fornecimenos a clienes finais da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, por nível de ensão j, no ano 118

133 Regulameno Tarifário Cusos com a convergência arifária da RAM não incorporados na arifa de C S RAM j, Uso Global do Sisema e a recuperar pelas arifas de Venda a Clienes Finais da RAM, no ano, impuáveis à acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAM, por nível de ensão j, proporcionalmene ao sobrecuso em cada acividade. Arigo 96.º Transferência dos cusos com a convergência arifária na RAM para a concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM O cuso com a convergência arifária na RAM a recuperar aravés da arifa de Uso Global do Sisema ( R AM Pol, ), no ano, é ransferido mensalmene pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal para a concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, de acordo com a seguine expressão: 1 VSEPM ri = RAM Pol, ( 71 ) 12 3, RAM m, Cuso com a convergência arifária na RAM a recuperar aravés da arifa de R AM Pol, Uso Global do Sisema pelo operador da rede de ranspore em Porugal coninenal, no ano VSEPM Ajuse rimesral da arifa de Energia a pagar ou a receber pelos clienes da ri, RAM, no ano. Secção VII Incenivo à promoção do desempenho ambienal Arigo 97.º Plano de Promoção do esempenho Ambienal O Plano de Promoção do esempenho Ambienal é um mecanismo de incenivo à melhoria do desempenho ambienal dos operadores de redes, na sua função de ranspore ou disribuição de energia elécrica. 119

134 Regulameno Tarifário Arigo 98.º Monane máximo para Planos de Promoção do esempenho Ambienal A ERSE aprova, aé 1 de Março do ano que anecede cada período de regulação, o monane máximo que pode ser aceie para efeios arifários com cada Plano de Promoção do esempenho Ambienal. Arigo 99.º Coneúdo do Plano de Promoção do esempenho Ambienal 1 - O Plano de Promoção do esempenho Ambienal deve coner os seguines elemenos: a) escrição dealhada das acções a desenvolver. b) Esimaiva, devidamene jusificada, dos cusos com as acções a desenvolver, descriminada por nível de ensão e por ano. c) escrição dealhada dos benefícios ambienais esperados com cada acção. 2 - O Plano de Promoção do esempenho Ambienal deve incluir indicadores de realização ou objecivos a aingir que possam ser verificados no Relaório de Execução previso no Arigo 102.º. 3 - O Plano de Promoção do esempenho Ambienal deve, quando aplicável, incluir indicadores de eficiência e de desempenho. 4 - O Plano de Promoção do esempenho Ambienal é realizado para cada período de regulação. Arigo 100.º Apresenação do Plano de Promoção do esempenho Ambienal 1 - A apresenação do Plano de Promoção do esempenho Ambienal é condição necessária para a aceiação de cusos previsos no Arigo 76.º, no Arigo 80.º, no Arigo 87.º e no Arigo 93.º. 2 - Podem apresenar Planos de Promoção do esempenho Ambienal as seguines enidades: a) Operador da rede de ranspore em Porugal coninenal. b) Operador da rede de disribuição em MT e AT, em Porugal coninenal. c) Concessionária do ranspore e disribuição da RAA. d) Concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM. 120

135 Regulameno Tarifário 3 - Os Planos de Promoção do esempenho Ambienal devem ser apresenados à ERSE aé 15 de Junho do ano que anecede o início de cada período de regulação. Arigo 101.º Aprovação do Plano de Promoção do esempenho Ambienal 1 - Cabe à ERSE a aprovação do Plano de Promoção do esempenho Ambienal. 2 - A ERSE aprovará o ipo de acções a implemenar e os cusos máximos a considerar para efeios arifários. Arigo 102.º Coneúdo do Relaório de Execução do Plano de Promoção do esempenho Ambienal 1 - O Relaório de Execução do Plano de Promoção do esempenho Ambienal deve coner os seguines elemenos: a) escrição dealhada das acções desenvolvidas, comparando com os indicadores de realização e objecivos previsos no Plano. b) Cusos com as acções desenvolvidas, descriminados por nível de ensão, comparando com os cusos orçamenados. c) Valores obidos para indicadores de eficiência, designadamene os previsos no Plano. d) escrição dealhada dos benefícios ambienais alcançados com cada acção. e) Balanço de desempenho ambienal. 2 - O Relaório de Execução do Plano de Promoção do esempenho Ambienal é realizado para cada ano do período de regulação. Arigo 103.º Apresenação do Relaório de Execução do Plano de Promoção do esempenho Ambienal 1 - A apresenação do Relaório de Execução do Plano de Promoção do esempenho Ambienal é condição necessária para a aceiação de cusos previsos no Arigo 76.º, no Arigo 80.º, no Arigo 87.º e no Arigo 93.º. 2 - O Relaório de Execução deve ser apresenado por odas as enidades que enham um Plano de Promoção do esempenho Ambienal. 121

136 Regulameno Tarifário 3 - O Relaório de Execução do Plano de Promoção do esempenho Ambienal deve ser apresenado à ERSE aé ao dia 1 de Maio do ano seguine a que se refere. Arigo 104.º Aprovação do Relaório de Execução do Plano de Promoção do esempenho Ambienal 1 - Cabe à ERSE a aprovação do Relaório de Execução do Plano de Promoção do esempenho Ambienal. 2 - A ERSE aprovará os cusos a considerar para efeios arifários, no Arigo 76.º, no Arigo 80.º, no Arigo 87.º e no Arigo 93.º. Arigo 105.º Regiso conabilísico 1 - Os cusos relaivos aos Planos de Promoção do esempenho Ambienal devem ser individualizados. 2 - Os cusos, operacionais e de invesimeno, considerados nos Planos de Promoção do esempenho Ambienal não podem ser considerados nouras acividades. 3 - Cabe aos operadores de rede, que esejam a execuar um Plano, garanirem o disposo no número anerior. Arigo 106.º Reafecação de cusos 1 - urane a execução do Plano de Promoção do esempenho Ambienal, a ERSE pode aceiar a reafecação de cusos enre acções previsas no Plano, bem como enre anos de exercício. 2 - O pedido de reafecação, a dirigir à ERSE, deve incluir os seguines elemenos: a) Jusificação para a reafecação soliciada. b) Reorçamenação para os anos que ainda esejam por execuar. 122

137 Regulameno Tarifário Arigo 107.º ivulgação A ERSE deve divulgar, designadamene aravés da sua página na Inerne, as acções desenvolvidas no âmbio dos Planos de Promoção do esempenho Ambienal, idenificando os cusos e benefícios ambienais alcançados. Secção VIII Incenivo à redução de perdas Arigo 108.º Incenivo à redução de perdas 1 - O incenivo à redução de perdas desina-se a induzir o operador da rede de disribuição em MT e AT a aingir um nível de perdas de referência esabelecido pela ERSE. 2 - O incenivo aplica-se ao operador da rede de disribuição em Porugal coninenal, nos ermos do Arigo 80.º. Arigo 109.º Meodologia de Cálculo do Incenivo 1 - O incenivo à redução das perdas na rede de disribuição ( PP UR, j, 2 ) é valorizado como sendo: PP * ( P 2 P 2 ) E α j UR j, 2 = V p, 2 2, ( 72 ) PP Incenivo à redução das perdas por nível de ensão na rede de disribuição, UR, j, 2 no ano -2 V Valorização das perdas na rede de disribuição no ano -2, em p, 2 Euros por kwh, a definir pela ERSE * P Nível de referência das perdas na rede de disribuição no ano -2, em 2 percenagem P Nível de perdas no ano -2, em percenagem 2 123

138 Regulameno Tarifário E 2 Energia elécrica enregue por nível de ensão pelas redes de disribuição no ano -2, em kwh α j Ponderador das perdas, por nível de ensão j j Nível de ensão j=1 para AT/MT e j=2 para BT. 2 - O nível de perdas ( P 2 ) é dado pelo quociene enre as perdas e a energia aciva enregue pela rede de disribuição. 3 - Para efeio de deerminação do incenivo à redução das perdas, a diferença enre o nível de perdas num ano ( ) * P e o nível de referência esabelecido para esse ano ( ) um valor percenual do nível de referência a definir para o período de regulação. P é limiada a * O nível de referência das perdas ( ) Arigo 110.º Nível de perdas de referência P é fixado para cada um dos anos do período de 2 regulação, endo em cona os objecivos esabelecidos no Programa Nacional para as Alerações Climáicas. Arigo 111.º Envio de informação 1 - O operador da rede de disribuição em MT e AT em Porugal coninenal, deve enviar à ERSE a informação necessária para deerminação das perdas no âmbio dos balanços de energia referidos no Arigo 153.º. 2 - A informação sobre a valorização das perdas deve ser enviada à ERSE, anualmene, pelo operador da rede de disribuição, aé 1 de Maio. 3 - A informação referida no número anerior deve er em consideração os seguines aspecos: a) Níveis de ensão abrangidos. b) Cuso anual em Euros por kwh de perdas eviadas. c) Horizone emporal das medidas de redução de perdas. d) Valor do acivo associado a cada medida. 124

139 Regulameno Tarifário Secção IX Incenivo à melhoria da qualidade de serviço Arigo 112.º Incenivo à melhoria da qualidade de serviço 1 - O incenivo à melhoria da qualidade de serviço em como objecivo promover a coninuidade de fornecimeno de energia elécrica. 2 - O incenivo aplica-se ao operador da rede de disribuição em MT e AT em Porugal coninenal, no ermos do Arigo 80.º. Arigo 113.º Valor do incenivo à melhoria da qualidade de serviço 1 - O valor do incenivo à melhoria da qualidade de serviço ( RQS UR, 2 ) na rede de disribuição em MT depende do valor da energia não disribuída ( EN 2 ) nos seguines ermos: Quando EN < ENREF 2 V 2 : { RQS [( EN V ) EN ] VEN } RQS ( 73 ) UR, 2 = Min max 2, REF Quando ENREF 2 V EN ENREF 2 + V 2 : RQS 0 ( 74 ) UR, 2 = Quando EN > ENREF 2 + V 2 : { RQS [( EN + V ) EN ] VEN } RQS ( 75 ) UR, 2 = Max min 2, REF RQS UR, 2 Incenivo à melhoria da qualidade de serviço na rede de disribuição em MT, no ano -2 RQS max 2 Valor máximo do prémio a aribuir como incenivo à melhoria da qualidade de serviço, no ano

140 Regulameno Tarifário RQS min 2 Valor máximo da penalidade a aribuir como incenivo à melhoria da qualidade de serviço, no ano -2 EN 2 Energia não disribuída em kwh, no ano -2 EN Energia não disribuída de referência em kwh, no ano -2 REF 2 EN Inervalo de energia não disribuída no qual o valor do incenivo é REF 2 ± V 2 nulo VEN 2 Valorização da energia não disribuída no ano -2, em Euros por kwh. 2 - O valor da energia não disribuída é calculado como sendo: EN = E TIEPI T ( 76 ) E Energia enrada na rede de disribuição em MT durane o ano, em kwh TIEPI Tempo de inerrupção equivalene da poência insalada, em horas, calculado para oda a rede de disribuição em MT, de acordo com o Regulameno da Qualidade de Serviço T Número de horas do ano. 3 - Os valores dos parâmeros RQS max 2, RQS min 2, EN REF 2, V 2 e VEN 2 referidos no número anerior são esabelecidos e publicados pela ERSE, no ano A meodologia uilizada para a deerminação do valor E será esabelecida em norma complemenar a publicar pela ERSE. Arigo 114.º Envio de informação 1 - Para efeios de aplicação do mecanismo de melhoria de qualidade de serviço, o operador da rede de disribuição em MT e AT em Porugal coninenal, deve enviar à ERSE a informação necessária para a deerminação do valor EN A informação referida no número anerior deve ser enviada à ERSE aé 1 de Maio do ano seguine à qual diz respeio,

141 Regulameno Tarifário Secção X Promoção da eficiência no consumo de energia elécrica Arigo 115.º Plano de Promoção da Eficiência no Consumo 1 - O Plano de Promoção da Eficiência no Consumo em como objecivo melhorar a eficiência no consumo de energia elécrica. 2 - O Plano de Promoção da Eficiência no Consumo desina-se a um período de regulação. Arigo 116.º Funcionameno do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo 1 - O Plano de Promoção da Eficiência no Consumo é composo por um conjuno de incenivos a medidas que êm por objecivo a melhoria da eficiência no consumo de energia elécrica. 2 - As medidas referidas no número anerior podem ser apresenadas pelas seguines enidades: a) Comercializadores. b) Agenes Exernos. c) Operadores de redes. Arigo 117.º Procedimenos de aprovação das medidas 1 - A ERSE é a enidade responsável pela aprovação das regras a seguir na avaliação das medidas para a promoção da eficiência no consumo. 2 - A aprovação referida no número anerior deve aconecer aé 1 de Março do ano que anecede o início de cada período de regulação. 3 - As regras devem, nomeadamene: a) efinir o monane máximo a aribuir ao conjuno de medidas, endo em consideração os objecivos esabelecidos no Programa Nacional para as Alerações Climáicas. b) efinir a meodologia de ordenação e selecção das medidas candidaas. c) efinir a meodologia de cálculo do cuso-eficácia de cada medida. 127

142 Regulameno Tarifário d) Esabelecer os procedimenos de audioria e verificação do cumprimeno dos objecivos esabelecidos no Plano. e) efinir a informação a presar no âmbio da candidaura. Arigo 118.º Apresenação e aprovação de candidauras 1 - As enidades referidas no n.º 2 do Arigo 116.º podem candidaar-se anualmene endo em cona o conjuno de incenivos e regras aprovadas pela ERSE para o período de regulação. 2 - O prazo para aceiação de candidauras ermina a 30 de Abril de cada ano. 3 - A ERSE deve aprovar e publicar as medidas seleccionadas aé 31 de Julho de cada ano. Arigo 119.º Cusos com o Plano de Promoção da Eficiência no Consumo 1 - Os cusos com o Plano de Promoção da Eficiência no Consumo são considerados para efeios arifários, nos ermos do Arigo 74.º. 2 - Para além dos cusos que resulam dos projecos seleccionados, podem ser considerados cusos adminisraivos relaivos à gesão do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo. 3 - O operador da rede de ranspore em Porugal coninenal efecua os pagamenos relaivos à implemenação das medidas incluídas no Plano de Promoção da Eficiência no Consumo após aprovação da ERSE. 4 - O operador da rede de ranspore deve elaborar anualmene um relaório com o resumo de odos os pagamenos efecuados ao abrigo do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo. 5 - Cada enidade beneficiária do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo deve enviar anualmene à ERSE, aé 1 de Maio, um relaório de execução com a descrição écnica e económica das medidas de promoção da eficiência no consumo execuadas, nos ermos das normas a aprovar. Arigo 120.º ivulgação A ERSE deve divulgar, designadamene aravés da sua página na Inerne, as acções realizadas no âmbio do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo, idenificando os cusos e os benefícios alcançados. 128

143 Regulameno Tarifário Secção XI Mecanismo de limiação dos acréscimos em BT Arigo 121.º Limiação dos acréscimos em BT 1 - O valor global resulane da aplicação das arifas e preços a clienes finais em BT não pode, de acordo com o esabelecido no n.º 4 do Arigo 4.º do ecreo-lei n.º 187/95, de 27 de Julho, em cada ano, er aumenos superiores à variação do índice de preços implícios no Consumo Privado esperada para esse ano. 2 - O valor dos cusos não repercuidos nas arifas de BT pode, de acordo com o esabelecido no n.º 5 do Arigo 4.º do diploma referido no número anerior, ser recuperado nas arifas dos anos seguines, num máximo de cinco. Arigo 122.º Mecanismo de limiação 1 - A verificação da limiação, esabelecida no n.º 1 do arigo anerior, é feia comparando a evolução média das arifas de Venda a Clienes Finais em BT em cada ano com a variação do índice de preços implícios no Consumo Privado desse ano. 2 - A evolução média das arifas referida no número anerior, relevane para a comparação, é dada por: Tx Qx ibt, ibt, i x δ BT = ( 77 ) Tx Qx i x ibt, 1 ibt, com: i x Opção arifária i Termo arifário x, da opção arifária i δ BT Variação arifária das arifas de Venda a Clienes Finais em BT Tx ibt, Preço do ermo arifário x, da opção arifária i das arifas de Venda a Clienes Finais em BT, no ano 129

144 Regulameno Tarifário Tx Preço do ermo arifário x, da opção arifária i das arifas de Venda a i BT, 1 Clienes Finais em BT, no ano -1 Qx ibt, Quanidade do ermo arifário x, da opção arifária i das arifas de Venda a Clienes Finais em BT, no ano. 3 - Caso o valor ( δ BT ) exceda a evolução do índice de preços implícios no Consumo Privado IP IP 1, enão os proveios a recuperar pela aplicação da arifa de Energia aos fornecimenos a clienes em BT do comercializador regulado no ano ( R ) CVEEBT, são dados por: R CVEEBT, = i x Tx E ibt, Qx ibt, i x Tx ibt, Qx ibt, i x Tx ibt, 1 Qx ibt, IP IP 1 ( 78 ) R CVEE BT, Proveios a recuperar pelo comercializador regulado por aplicação da arifa de Energia aos fornecimenos a clienes em BT do comercializador regulado, no ano E Tx ibt, Preço do ermo arifário x da arifa de Energia, da opção arifária i de BT, no ano. 4 - O valor dos cusos ( C ) não repercuidos nas arifas do ano é dado por: IP C = Tx Qx,, Tx Qx ibt ibt ibt, 1 ibt, ( 79 ) i x i x IP 1 Ese valor é acrescido ao valor acumulado, no final do ano -1, dos cusos não repercuidos nas arifas em anos aneriores ( Ca 1 ), sendo aplicadas as correspondenes axas de juro: Ca E E i 1 i = 1 Ca C 1+ ( 80 ) E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. 130

145 Regulameno Tarifário 5 - Caso o valor ( δ BT ) não exceda a evolução do índice de preços implícios no Consumo Privado e o valor acumulado no ano -1 dos cusos não repercuidos nas arifas em anos aneriores seja nulo, iso é, se IP δ BT e Ca 1 = 0, ( 81 ) IP 1 enão os proveios a recuperar pela aplicação da arifa de Energia aos fornecimenos a clienes em BT do comercializador regulado no ano não se aleram. 6 - Caso o valor ( δ BT ) não exceda a evolução do índice de preços implícios no Consumo Privado e o valor acumulado no ano -1 dos cusos não repercuidos nas arifas em anos aneriores seja posiivo, iso é, se IP δ BT e Ca 1 > 0, ( 82 ) IP 1 há que calcular o valor dos proveios a recuperar pela aplicação da arifa de Energia aos fornecimenos a clienes em BT do comercializador regulado ( ) ( Ca 1 ): R CVEE ' BT, que permiiria anular R ' CVEEBT E i 1 E = Ca Tx Qx ( 83 ), ibt, ibt, 100 i x 7 - Se o valor dos proveios a recuperar pela aplicação da nova arifa de Energia aos fornecimenos a clienes em BT do comercializador regulado ( ) R CVEE ' BT, saisfizer a limiação referida no n.º 1 do Arigo 121.º, deve ser ese o valor dos proveios a recuperar pela aplicação da arifa de Energia aos fornecimenos a clienes em BT do comercializador regulado, enão R = R ( 84 ) CVEE ' BT, CVEEBT, 1 e, nese caso, Ca = 0 ( 85 ) 8 - Se o valor dos proveios a recuperar pela aplicação da nova arifa de Energia aos fornecimenos a clienes em BT do comercializador regulado ( ) R CVEEBT ', não saisfizer a limiação referida no n.º 1 do Arigo 121.º, enão o valor dos proveios a recuperar por aplicação 131

146 Regulameno Tarifário da arifa de Energia aos fornecimenos a clienes em BT do comercializador regulado é dado por: R CVEEBT, E IP = Tx Qx + Tx Qx Tx Qx ibt, ibt, ibt, 1 ibt, ibt, i x i x IP i x 1 ibt, ( 86 ) e ao valor acumulado no final do ano -1 dos cusos não repercuidos nas arifas em anos aneriores ( Ca 1 ) é deduzido o monane recuperado no ano : Ca E i 1 IP = Ca Tx Qx Tx ibt, 1 ibt, 100 i x IP 1 i x Qx + ibt, ibt, 1 E 1 i 100 ( 87 ) Arigo 123.º Regime excepcional 1 - Caso se verifique que não é possível a recuperação do valor acumulado dos cusos não repercuidos nas arifas de BT no prazo de cinco anos, a ERSE informa o Minisro da Economia, com visa à aplicação do disposo no n.º 7 do Arigo 4.º do ecreo-lei n.º 187/95, de 27 de Julho. 2 - Na Região Auónoma dos Açores e na Região Auónoma da Madeira a definição da aplicação do disposo no n.º 7 do Arigo 4.º do ecreo-lei n.º 187/95, de 27 de Julho, é da compeência do membro do Governo Regional que exerça a uela no secor energéico. 132

147 Regulameno Tarifário Capíulo V Processo de cálculo das arifas reguladas Secção I Meodologia de cálculo da arifa de Energia Arigo 124.º Meodologia de cálculo da arifa de Energia 1 - A arifa de Energia é esabelecida por forma a proporcionar os proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica do comercializador regulado, previsos no Arigo 82.º. 2 - Os preços da arifa de Energia são calculados por forma a proporcionar os proveios de acordo com a seguine expressão: R CVEE, R CVEE, h 1 E h ( 1+ γ ) TWh + Wh Π( 1+ γ ) = Wh TWh h MAT, MAT/AT n i h in, j j E ( 88 ) com: n i h Nível de ensão n (n = AT, MT e BT) Opção arifária i do nível de ensão n Período horário h (h = horas de pona, cheias, vazio normal e super vazio) j Nível de ensão j (j = AT, MT e BT com j n) em que, com n = AT, MT e BT: Proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica do R CVEE, comercializador regulado, no ano Wh MAT, Energia aciva fornecida no período horário h a clienes em MAT, previsa para o ano Wh in, Energia aciva fornecida no período horário h da opção arifária i do nível de ensão n, previsa para o ano E TWh Preço da energia aciva da arifa de Energia no período horário h, no ano 133

148 Regulameno Tarifário γ h j Facor de ajusameno para perdas no período horário h no nível de ensão j γ h MAT/AT Facor de ajusameno para perdas no período horário h relaivo à ransformação de MAT/AT sendo o facor de ajusameno para perdas γ h MAT/AT calculado da seguine forma: γ h MAT/AT = h 1+ γ AT/RNT h 1+ γ MAT 1 ( 89 ) h γ Facor de ajusameno para perdas na RNT relaivo à rede de MAT, no período MAT horário h γ h AT/RNT Facor de ajusameno para perdas na RNT relaivo à rede de MAT incluindo a ransformação MAT/AT, no período horário h. repercuindo, na esruura dos preços da arifa de Energia, a esruura dos preços marginais de aquisição de energia nos ermos do esabelecido no Arigo 125.º. 3 - As quanidades a considerar no cálculo da arifa de Energia são as energias acivas fornecidas a clienes do comercializador regulado em MAT, AT, MT e BT, previsas para o ano, devidamene ajusadas para perdas aé à saída da RNT aravés dos respecivos facores de ajusameno para perdas. 4 - Para efeios do número anerior são considerados diagramas de carga ipo com uma desagregação por período arifário idênica à da arifa de Energia. 5 - Os preços da arifa de Energia a aplicar pelos comercializadores regulados aos seus fornecimenos a clienes em MAT, AT, MT e BT são os que resulam da conversão dos preços calculados no n.º 2, para os vários níveis de ensão e opções arifárias, por aplicação dos facores de ajusameno para perdas, e endo por base os diagramas de carga ipo referidos no n.º Os preços da arifa de Energia a aplicar aos fornecimenos em MAT, AT, MT e BT são esabelecidos anualmene. 7 - Sem prejuízo do número anerior, os preços da energia aciva da arifa de Energia a aplicar pelo comercializador regulado aos seus fornecimenos são ajusados rimesralmene desde a daa de enrada em funcionameno dos mercados organizados aé à daa de cessação de odos os CAE. 134

149 Regulameno Tarifário 8 - Os ajusamenos rimesrais referidos no número anerior são calculados de acordo com o esabelecido no Arigo 126.º, por forma a repercuir nos consumidores os desvios rimesrais dos cusos de aquisição de energia elécrica pelo comercializador regulado nos mercados organizados nos ermos do n.º 6 do Arigo 14.º do ecreo-lei n.º 185/2003, de 20 de Agoso. Arigo 125.º Esruura dos preços marginais de energia A esruura dos preços marginais de energia deve ser repercuida na esruura dos preços da arifa de Energia, aravés da seguine expressão: E E E TWh = k PmgWh ( 90 ) E TWh Preço da energia aciva da arifa de Energia no período horário h, no ano E PmgWh Preço marginal de aquisição de energia pelo comercializador regulado no período horário h E k Facor a aplicar aos preços marginais da energia Arigo 126.º Meodologia de cálculo dos ajusamenos rimesrais da arifa de Energia 1 - Os preços da energia aciva da arifa de Energia a aplicar pelo comercializador regulado aos seus fornecimenos são ajusados rimesralmene desde a daa de enrada em funcionameno dos mercados organizados aé à daa de cessação de odos os CAE. 2 - Os ajusamenos rimesrais referidos no número anerior são calculados de acordo com o presene arigo, por forma a repercuir nos consumidores os desvios rimesrais dos cusos de aquisição de energia elécrica pelo comercializador regulado nos mercados organizados nos ermos do n.º 6 do Arigo 14.º do ecreo-lei n.º 185/2003, de 20 de Agoso. 3 - Os ajusamenos rimesrais dos preços da energia aciva da arifa de Energia são calculados de acordo com a seguine expressão: E ri, = TW ri E ri TWh α TWh, ( 91 ) α = MO R CAE, CVEE, ( 92 ) 135

150 Regulameno Tarifário TW ri TW = TW TW ri 2 ri 2 ri 2 ( 93 ) e: TW T W ri 2 = ri 2 = MO WCAE MO WCAE CAE ri 2 MO ri 2 CAE ri 2 MO ri 2 ( 94 ) ( 95 ) com: h ri Período horário h (h = horas de pona, cheias, vazio normal e super vazio) Período rimesral no ano E TWh Ajuse ao preço da energia aciva da arifa de Energia no período horário h, no ri, rimesre ri, no ano E ri TWh, Preço da energia aciva da arifa de Energia no período horário h, no rimesre ri, no ano TW ri esvio rimesral do preço de aquisição de energia elécrica nos mercados organizados relaivo aos cenros elecroproduores cujos CAE ainda esejam em vigor, no rimesre ri, em valores por unidade α Relação enre os cusos de aquisição de energia elécrica nos mercados organizados relaivos aos cenros elecroproduores cujos CAE ainda esejam em vigor e os proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica do comercializador regulado, no ano Cuso de aquisição de energia elécrica nos mercados organizados relaivo M O CAE, aos cenros elecroproduores cujos CAE ainda esejam em vigor, do comercializador regulado, previso para o ano Proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica do R CVEE, comercializador regulado, previsos para o ano TW ri 2 esvio rimesral do preço de aquisição de energia elécrica nos mercados organizados relaivo aos cenros elecroproduores cujos CAE ainda esejam em vigor no rimesre ri-2, em valores por unidade 136

151 Regulameno Tarifário TW Preço médio da energia elécrica adquirida nos mercados organizados pelo ri 2 comercializador regulado, relaiva aos cenros elecroproduores cujos CAE ainda esejam em vigor no rimesre ri-2 T W Preço médio da energia elécrica adquirida nos mercados organizados pelo ri 2 comercializador regulado, relaiva aos cenros elecroproduores cujos CAE ainda esejam em vigor no rimesre ri-2 CAE ri 2 MO Cuso de aquisição de energia elécrica nos mercados organizados relaivo aos cenros elecroproduores cujos CAE ainda esejam em vigor, do comercializador regulado, no rimesre ri-2 WCAE Energia aciva relaiva aos cenros elecroproduores cujos CAE ainda esejam MOri 2 em vigor adquirida no âmbio dos mercados organizados pelo comercializador regulado, no rimesre ri-2 M O Cuso de aquisição de energia elécrica nos mercados organizados relaivo CAE ri 2 aos cenros elecroproduores cujos CAE ainda esejam em vigor, do comercializador regulado, previso para o rimesre ri-2 W CAE MO ri 2 Energia aciva relaiva aos cenros elecroproduores cujos CAE ainda esejam em vigor adquirida no âmbio dos mercados organizados pelo comercializador regulado, previsa para o rimesre ri Os ajusamenos rimesrais dos preços da arifa de Energia a aplicar aos fornecimenos do comercializador regulado são os que resulam da conversão dos preços calculados no número anerior, para os vários níveis de ensão e opções arifárias, por aplicação dos facores de ajusameno para perdas, e endo por base os diagramas de carga ipo referidos no n.º Para efeios do número anerior são considerados diagramas de carga ipo com uma desagregação por período arifário idênica à da arifa de Energia. Secção II Meodologia de cálculo da arifa de Uso Global do Sisema Arigo 127.º Meodologia de cálculo da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelo operador da rede de ranspore 1 - O operador da rede de ranspore recupera os proveios no âmbio da arifa de Uso Global do Sisema por aplicação da arifa definida no presene arigo às enregas ao operador da rede 137

152 Regulameno Tarifário de disribuição em MT e AT e ainda pela facuração ao mesmo operador dos encargos relaivos aos cusos para a manuenção do equilíbrio conraual, definidos no Arigo 128.º. 2 - Os preços das parcelas I e II da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelo operador da rede de ranspore ao operador da rede de disribuição em MT e AT, são calculados por forma a que o seu produo pelas quanidades físicas envolvidas proporcione o monane de proveios a recuperar pelo operador da rede de ranspore, de acordo com as seguines expressões: R R T GS, T Pol, = Wh TWh h = Wh TWh h UGS1 UGS 2 ( 96 ) ( 97 ) com: h Período horário h (h = horas de pona, cheias, vazio normal e super vazio) Cusos do operador da rede de ranspore em Porugal coninenal para o ano T R GS,, decorrenes da gesão do sisema, calculados de acordo com a expressão ( 8 ) do Arigo 73.º Cuso do operador da rede de ranspore em Porugal coninenal, previsos T R Pol, para o ano, decorrenes de medidas de políica energéica, ambienal ou de ineresse económico geral, calculados de acordo com a expressão ( 10 ) do Arigo 74.º UGS1 TWh Preço da energia aciva enregue no período horário h da parcela I da arifa de Uso Global do Sisema, no ano UGS 2 TWh Preço da energia aciva enregue no período horário h da parcela II da arifa de Uso Global do Sisema, no ano Wh Energia aciva enregue no período horário h, previsa para o ano repercuindo, na esruura dos preços de energia da parcela I da arifa de Uso Global de Sisema, a esruura dos preços marginais dos serviços de sisema, por aplicação de um facor de escala adiivo aravés da seguine expressão: UGS1 UGS1 TWh = A + PmgWh s ( 98 ) 138

153 Regulameno Tarifário s PmgWh Preço marginal de energia no período horário h impuável aos serviços de sisema UGS1 A Facor de escala adiivo comum a odos os períodos horários, a aplicar ao preço marginal de energia impuável aos serviços de sisema, no ano. 3 - Todas as enregas esabelecidas no número anerior devem ser referidas à saída da RNT. Arigo 128.º Encargos mensais da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelo operador da rede de ranspore, relaivos aos CMEC 1 - Os encargos mensais da arifa de Uso Global do Sisema a facurar pelo operador da rede de ranspore ao operador da rede de disribuição em MT e AT são calculados nos ermos do presene arigo, sem prejuízo do disposo no ecreo-lei n.º 240/2004, de 27 de ezembro. 2 - Os encargos mensais da arifa de Uso Global do Sisema a facurar pelo operador da rede de ranspore ao operador da rede de disribuição em MT e AT são obidos por aplicação do preço do ermo de poência conraada da arifa de Uso Global do Sisema definido no Arigo 129.º às quanidades físicas envolvidas, de acordo com a seguine expressão: CMEC m Enc Pc TPc n i in, m UGS 2 = ( 99 ) com: n i Nível de ensão n (n = MAT, AT, MT e BT) Opções arifárias i do nível de ensão n CMEC Enc Encargos mensais da arifa de Uso Global do Sisema a facurar pelo m operador da rede de ranspore ao operador da rede de disribuição em MT e AT, no mês m Pc, i n m Poência conraada das enregas a clienes do nível de ensão n e, no caso dos clienes dos comercializadores regulados, da opção arifária i, no mês m 139

154 Regulameno Tarifário UGS 2 TPc Preço da poência conraada da parcela II da arifa de Uso Global do Sisema, no ano. Arigo 129.º Meodologia de cálculo da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelos operadores das redes de disribuição 1 - Os preços da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelos operadores das redes de disribuição às enregas a clienes são os que resulam da conversão dos preços calculados no n.º 2, para os vários níveis de ensão e opções arifárias, por aplicação dos facores de ajusameno para perdas, e endo por base os diagramas de carga ipo referidos no n.º Os preços das parcelas I e II da arifa de Uso Global do Sisema a considerar para a conversão referida no número anerior, são calculados por forma a que o seu produo pelas quanidades físicas definidas no n.º 3 proporcione o monane de proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal coninenal, definido no Arigo 78.º, de acordo com as seguines expressões: R UGS1, RW = + UGS 2, + h WhMAT, ( 1+ MAT/AT) h h Wh Π( 1+ γ ) n i h i n, h = WhMAT, ( 1+ MAT/AT) h h Wh Π( 1+ γ ) n i h in, γ TWh + ( 100 ) j j j 1 TWh 1 UGS1 UGS1 γ TWh + ( 101 ) j TWh UGS 2 UGS 2 UGS 2 R PUGS 2, Pc TPc km, m k = ( 102 ) com: m Nível de ensão m (m = MAT, AT, MT e BT) n Nível de ensão n (n = AT, MT e BT) i Opções arifárias i do nível de ensão n k Opções arifárias k do nível de ensão o 140

155 Regulameno Tarifário h Período horário h (h = horas de pona, cheias, vazio normal e super vazio) j Nível de ensão j (j = AT, MT e BT com j n) Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal R UGS1, coninenal por aplicação dos preços da parcela I da arifa de Uso Global do Sisema, previsos para o ano Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal R W UGS 2, coninenal por aplicação dos preços de energia da parcela II da arifa de Uso Global do Sisema, previsos para o ano Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal R P UGS 2, coninenal por aplicação do preço da poência conraada da parcela II da arifa de Uso Global do Sisema, previsos para o ano Wh, Energia aciva enregue no período horário h a clienes em MAT, previsa MAT para o ano Wh i n, Energia aciva enregue no período horário h a clienes do nível de ensão n e, no caso dos clienes do comercializador regulado, da opção arifária i, previsa para o ano Pc km, Poência conraada das enregas a clienes do nível de ensão m e, no caso dos clienes do comercializador regulado, da opção arifária k, previsa para o ano UGS1 TWh Preço aplicável à energia aciva do período horário h da parcela I da arifa de Uso Global do Sisema, no ano UGS 2 TWh Preço aplicável à energia aciva do período horário h da parcela II da arifa de Uso Global do Sisema, no ano UGS 2 TPc Preço da poência conraada da parcela II da arifa de Uso Global do Sisema, no ano γ h j Facor de ajusameno para perdas no período horário h no nível de ensão j γ h Facor de ajusameno para perdas no período horário h relaivo à MAT / AT 141

156 Regulameno Tarifário ransformação de MAT/AT, de acordo com a expressão ( 89 ). repercuindo, na esruura dos preços de energia da parcela I da arifa de Uso Global do Sisema, a esruura dos preços marginais de serviços de sisema, nos ermos do esabelecido no Arigo 127.º. 3 - As quanidades a considerar no cálculo da arifa de Uso Global do Sisema são as energias acivas enregues a clienes, devidamene ajusadas para perdas aé à saída da RNT, e as poências conraadas associadas a essas enregas, previsas para o ano. 4 - Para efeios do número anerior são considerados diagramas de carga ipo com uma desagregação por período arifário idênica à da arifa de Uso Global do Sisema do operador da rede de ranspore. Secção III Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de Transpore Arigo 130.º Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de Transpore em AT e em MAT a aplicar pelo operador da rede de ranspore ao operador da rede de disribuição em MT e AT 1 - Os preços das arifas de Uso da Rede de Transpore em AT e em MAT a aplicar pelo operador da rede de ranspore ao operador da rede de disribuição em MT e AT são calculados por forma a que o seu produo pelas quanidades físicas envolvidas proporcione o monane de proveios permiidos ao operador da rede de ranspore, definidos no Arigo 76.º, de acordo com a seguine expressão: R T URT, = + n h Pc n, Wh n, TPc URT n, TWh + Pp URT n, n, + Wrf TPp n, URT n, TWrf + URT n, + Wrr n, TWrr URT n, (103 ) com: n Nível de ensão n (n = MAT e AT) h Período horário h (h = horas de pona, cheias, vazio normal e super vazio) 142

157 Regulameno Tarifário Proveios permiidos da acividade de Transpore de Energia Elécrica, T R URT, previsos para o ano Pc, n,, Ppn Poência conraada e poência em horas de pona das enregas no nível de ensão n, previsas para o ano TPc URT Preço da poência conraada da arifa de Uso da Rede de Transpore no n, nível de ensão n, no ano TPp URT Preço da poência em horas de pona da arifa de Uso da Rede de Transpore n, no nível de ensão n, no ano URT n TWh, Preço da energia aciva enregue no período horário h da arifa de Uso da Rede de Transpore no nível de ensão n, no ano Wh n, Energia aciva no período horário h das enregas no nível de ensão n, previsas para o ano Wrf n, Energia reaciva fornecida nas ligações das subesações do operador da rede de ranspore às redes do operador da rede de disribuição em MT e AT e nas ligações das insalações dos clienes em MAT TWrf URT Preço da energia reaciva fornecida da arifa de Uso da Rede de Transpore n, no nível de ensão n, no ano Wrr n, Energia reaciva recebida nas ligações das subesações do operador da rede de ranspore às redes do operador da rede de disribuição em MT e AT e nas ligações das insalações dos clienes em MAT TWrr URT Preço da energia reaciva recebida da arifa de Uso da Rede de Transpore n, no nível de ensão n, no ano repercuindo, na esruura dos preços de poência da arifa de Uso da Rede de Transpore, a esruura dos cusos incremenais de poência por aplicação de um facor muliplicaivo, aravés das seguines expressões: TPc URT URT AT, k URT AT = Ci Pc ( 104 ) TPp URT URT AT, k URT AT = Ci Pp ( 105 ) 143

158 Regulameno Tarifário URT Ci Pc AT Cuso incremenal da poência conraada na rede de ranspore em AT URT Ci Pp AT Cuso incremenal da poência em horas de pona na rede de ranspore em AT URT k Facor a aplicar ao cuso incremenal das poências da rede de ranspore em AT, no ano impondo que os preços da poência conraada e da poência em horas de pona da arifa de Uso da Rede de Transpore em MAT sejam iguais aos aplicáveis pelo operador da rede de disribuição em MT e AT aos clienes em MAT, esabelecidos no Arigo 131.º. 2 - Os preços de energia aciva das arifas de Uso da Rede de Transpore são calculados aravés da seguine expressão: URT h MAT, = γ TWh MAT ( 106 ) TWh URT AT h AT / RNT TWh, = γ TWh ( 107 ) h γ Facor de ajusameno para perdas na RNT relaivo à rede de MAT, no MAT período horário h h AT / RNT γ Facor de ajusameno para perdas na RNT relaivo à rede de MAT incluindo a ransformação de MAT/AT, no período horário h TWh Preço marginal da energia aciva enregue no período horário h à enrada da RNT, no ano. 3 - Todas as enregas esabelecidas no n.º 1 devem ser referidas à saída da RNT. Arigo 131.º Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de Transpore em AT e em MAT a aplicar pelos operadores das redes de disribuição às enregas a clienes 1 - Os preços da arifa de Uso da Rede de Transpore em AT a aplicar pelos operadores das redes de disribuição às enregas a clienes são os que resulam da conversão dos preços calculados no n.º 2, para os vários níveis de ensão e opções arifárias, por aplicação dos facores de ajusameno para perdas, e endo por base os diagramas de carga ipo referidos no n.º

159 Regulameno Tarifário 2 - Os preços das arifas de Uso da Rede de Transpore em AT e em MAT a considerar para a conversão referida no número anerior são calculados por forma a que o seu produo pelas quanidades físicas definidas nos n. os 4 e 5 proporcione o monane de proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal coninenal, definidos no Arigo 79.º, de acordo com a seguine expressão: R URT, = Pc + Wrf + + MAT, MAT, TPc URT MAT, TWrf + Pp + Wrr TPp TWrr + Wh p URT URT Pp ( 1+ γ j ) ( TPp + ) in, AT, TPc AT, n i j h URT Wh ( 1+ γ ) TWh i n, n i h j URT MAT, MAT, j MAT, AT, URT MAT, h URT MAT, + + MAT, TWh URT MAT, + ( 108 ) com: n Nível de ensão n (n = AT, MT e BT) i Opções arifárias i do nível de ensão n p Período horário p (p = horas de pona) j Nível de ensão j (j = AT, MT e BT com j n) h Período horário h (h = horas de pona, cheias, vazio normal e super vazio) Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição em Porugal R URT, coninenal por aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore às enregas a clienes, previsos para o ano Pc, Poência conraada das enregas a clienes em MAT, previsas para o ano MAT Pp, Poência em horas de pona das enregas a clienes em MAT, previsas para MAT o ano TPc URT MAT, Preço da poência conraada da arifa de Uso da Rede de Transpore em MAT, no ano TPp URT MAT, Preço da poência em horas de pona da arifa de Uso da Rede de Transpore em MAT, no ano 145

160 Regulameno Tarifário Wh, Energia aciva enregue a clienes em MAT no período horário h, previsa MAT para o ano TWh URT MAT, Preço da energia aciva enregue no período horário h da arifa de Uso da Rede de Transpore em MAT, no ano Wrf, Energia reaciva fornecida das enregas a clienes em MAT, previsas para o MAT ano TWrf URT MAT, Preço da energia reaciva fornecida da arifa de Uso da Rede de Transpore em MAT, no ano Wrr, Energia reaciva recebida das enregas a clienes em MAT, previsas para o MAT ano TWrr URT MAT, Preço da energia reaciva recebida da arifa de Uso da Rede de Transpore em MAT, no ano Pp i n, Poência em horas de pona das enregas a clienes do nível de ensão n e, no caso dos clienes do comercializador regulado, da opção arifária i, previsas para o ano TPc URT AT, Preço da poência conraada da arifa de Uso da Rede de Transpore em AT, no ano TPp URT AT, Preço da poência em horas de pona da arifa de Uso da Rede de Transpore em AT, no ano γ p j Facor de ajusameno para perdas no período horário p no nível de ensão j Wh i n, Energia aciva enregue no período horário h a clienes do nível de ensão n e, no caso dos clienes do comercializador regulado, da opção arifária i, previsa para o ano URT AT TWh, Preço da energia aciva enregue no período horário h da arifa de Uso da Rede de Transpore em AT, no ano γ h j Facor de ajusameno para perdas no período horário h no nível de ensão j h MAT / AT γ Facor de ajusameno para perdas na RNT relaivo à ransformação de MAT/AT, no período horário h, de acordo com a expressão ( 89 ). 146

161 Regulameno Tarifário repercuindo, na esruura dos preços de poência da arifa de Uso da Rede de Transpore, a esruura dos cusos incremenais de poência por aplicação de um facor muliplicaivo aravés das seguines expressões: TPc URT URT MAT, k URT MAT = Ci Pc ( 109 ) TPp URT URT MAT, k URT MAT = Ci Pp ( 110 ) TPc URT URT AT, k URT AT = Ci Pc ( 111 ) TPp URT URT AT, k URT AT = Ci Pp ( 112 ) URT Ci Pc MAT Cuso incremenal da poência conraada na rede de ranspore em MAT URT Ci Pp MAT Cuso incremenal da poência em horas de pona na rede de ranspore em MAT URT Ci Pc AT Cuso incremenal da poência conraada na rede de ranspore em AT URT Ci Pp AT Cuso incremenal da poência em horas de pona na rede de ranspore em AT URT k Facor a aplicar ao cuso incremenal das poências da rede de ranspore em MAT e AT, no ano. 3 - Os preços de energia aciva das arifas de Uso da Rede de Transpore são calculados aravés da seguine expressão: URT h MAT, = γ TWh MAT ( 113 ) TWh URT AT h AT / RNT TWh, = γ TWh ( 114 ) h γ Facor de ajusameno para perdas na RNT relaivo à rede de MAT, no MAT período horário h h AT / RNT γ Facor de ajusameno para perdas na RNT relaivo à rede de MAT incluindo a ransformação de MAT/AT, no período horário h 147

162 Regulameno Tarifário TWh Preço marginal da energia aciva enregue no período horário h à enrada da RNT, no ano. 4 - As quanidades a considerar no cálculo das arifas de Uso da Rede de Transpore são as poências conraadas, as poências em horas de pona e as energias acivas das enregas a clienes, previsas para o ano, devidamene ajusadas para perdas e referidas à saída da RNT. 5 - No cálculo das arifas de Uso da Rede de Transpore em MAT consideram-se ambém as quanidades de energia reaciva. 6 - Nas enregas a clienes em AT e nos níveis de ensão inferiores, o preço da poência conraada aplica-se à poência em horas de pona e a energia reaciva não é facurada. 7 - Para efeios do n.º 2 são considerados diagramas de carga ipo desagregados em quaro períodos horários. Secção IV Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de isribuição Arigo 132.º Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de isribuição a aplicar pelos operadores das redes de disribuição às enregas a clienes 1 - Os preços das arifas de Uso da Rede de isribuição em AT e MT a aplicar pelos operadores das redes de disribuição às enregas a clienes são os que resulam da conversão dos preços calculados no n.º 2, para os níveis de ensão a jusane e opções arifárias por aplicação dos facores de ajusameno para perdas e endo por base os diagramas de carga ipo referidos no n.º Os preços da arifa de Uso da Rede de isribuição em AT, de Uso da Rede de isribuição em MT e de Uso da Rede de isribuição em BT, a considerar para a conversão referida no número anerior, são calculados por forma a que o seu produo pelas quanidades físicas definidas no n.º 4 proporcione o monane de proveios permiidos na acividade de isribuição de Energia Elécrica, definidos no Arigo 80.º, de acordo com a seguine expressão: R UR, NT BT = RUR, + RUR, ( 115 ) 148

163 Regulameno Tarifário R NT UR, = R URAT, + R URMT, ( 116 ) R UR = R BT, URBT, ( 117 ) Proveios permiidos da acividade de isribuição de Energia Elécrica, R UR, previsos para o ano Proveios permiidos da acividade de isribuição de Energia Elécrica em AT NT R UR, e MT, previsos para o ano Proveios permiidos na acividade de isribuição de Energia Elécrica em BT R UR, BT, previsos para o ano Proveios proporcionados pela aplicação da arifa de Uso da Rede de R URAT, isribuição em AT, previsos para o ano Proveios proporcionados pela aplicação da arifa de Uso da Rede de R URMT, isribuição em MT, previsos para o ano Proveios proporcionados pela aplicação da arifa de Uso da Rede de R URBT, isribuição em BT, previsos para o ano. e R URAT, UR UR = ( Pc AT + Ppi TPp + iat, TPc, AT, AT, i UR UR Wrf TWrf AT + Wrr ) + iat,, iat, TWrr AT, p UR UR Pp ( 1+ γ j ) ( AT + TPp AT ) in, TPc,, n i j h UR Wh ( 1+ γ ) TWh i n, n i h j j AT, Wh h + AT, TWh UR AT, + ( 118 ) R URMT, ( = Pc i + Wrf + Pp i imt, + Wh n i h imt, ibt, TPc UR UR + Wrr ) MT, imt, TWrr MT, p UR UR ( 1+ γ BT ) ( TPc MT, + TPpMT, ) + h UR ( 1+ γ ) TWh TWrf i BT, UR MT, + Pp BT imt, TPp MT, UR MT, + Wh h + MT, TWh UR MT, + ( 119 ) 149

164 Regulameno Tarifário R URBT, + Wrf ( UR = Pc TPc + Pp TPp + Wh i i BT, ibt, TWrf UR BT, UR BT, + Wrr ibt, i BT, TWrr BT, UR BT, ) h BT, TWh UR BT, + ( 120 ) com: n Nível de ensão n (n = MT e BT) i Opções arifárias i de cada nível de ensão AT, MT e BT p Período horário p (p = horas de pona) j Nível de ensão j (j = MT e BT com j n) h Período horário h (h = horas de pona, cheias, vazio normal e super vazio) em que, com m = AT, MT e BT: TPc UR Preço da poência conraada da arifa de Uso da Rede de isribuição no m, nível de ensão m, no ano TPp UR Preço da poência em horas de pona da arifa de Uso da Rede de m, isribuição no nível de ensão m, no ano UR TWh Preço da energia aciva enregue no período horário h da arifa de Uso da m, Rede de isribuição no nível de ensão m, no ano TWrf UR Preço da energia reaciva fornecida da arifa de Uso da Rede de isribuição m, no nível de ensão m, no ano TWrr UR m, Preço da energia reaciva recebida da arifa de Uso da Rede de isribuição no nível de ensão m, no ano Pc i m, Poência conraada das enregas a clienes do nível de ensão m e, no caso de clienes do comercializador regulado, da opção arifária i, previsas para o ano Pp i m, Poência em horas de pona das enregas a clienes do nível de ensão m e, no caso de clienes do comercializador regulado, da opção arifária i, previsas para o ano 150

165 Regulameno Tarifário Wh i m, Energia aciva das enregas no período horário h a clienes do nível de ensão m e, no caso dos clienes do comercializador regulado, da opção arifária i, previsas para o ano Wrf im, Energia reaciva fornecida das enregas a clienes do nível de ensão m e, no caso de clienes do comercializador regulado, da opção arifária i, previsas para o ano Wrr i m, Energia reaciva recebida das enregas a clienes do nível de ensão m e, no caso de clienes do comercializador regulado, da opção arifária i, previsas para o ano p p γ j, γ Facor de ajusameno para perdas no período horário p no nível de ensão j BT (BT) h h γ j, γ Facor de ajusameno para perdas no período horário h no nível de ensão j BT (BT) repercuindo, na esruura dos preços de poência das arifas de Uso da Rede de isribuição a esruura dos cusos incremenais de poência da seguine forma: a) Em AT e MT por aplicação de um facor muliplicaivo comum de acordo com as seguines expressões: TPc UR UR NT n, = k Ci Pc UR n ( 121 ) TPp UR UR NT n, = k Ci Pp UR n ( 122 ) com: n Nível de ensão n (n = AT e MT) UR Ci Pc n UR Ci Pp n Cuso incremenal da poência conraada da rede de disribuição do nível de ensão n Cuso incremenal da poência em horas de pona da rede de disribuição do nível de ensão n UR NT k Facor a aplicar ao cuso incremenal das poências das redes de disribuição em AT e MT, no ano. 151

166 Regulameno Tarifário b) Em BT por aplicação de um facor muliplicaivo comum de acordo com as seguines expressões: TPc UR UR BT BT, = k Ci Pc UR BT ( 123 ) TPp UR UR BT BT, = k Ci Pp UR BT ( 124 ) UR Ci Pc BT Cuso incremenal da poência conraada da rede de disribuição em BT UR Ci Pp BT Cuso incremenal da poência em horas de pona da rede de disribuição em BT UR BT k Facor a aplicar ao cuso incremenal das poências da rede de disribuição em BT, no ano. 3 - Os preços de energia aciva das arifas de Uso da Rede de isribuição são calculados aravés da seguine expressão: UR h AT, = γ TWh AT ( 125 ) TWh URT h MT, = γ TWh MT ( 126 ) TWh URT h BT, = γ TWh BT ( 127 ) TWh h γ Facor de ajusameno para perdas na rede de AT, no período horário h AT h γ Facor de ajusameno para perdas na rede de MT, no período horário h MT h γ Facor de ajusameno para perdas na rede de BT, no período horário h BT TWh Preço marginal da energia aciva enregue no período horário h à enrada da RNT, no ano. 4 - As quanidades a considerar no cálculo das arifas de Uso da Rede de isribuição são as poências conraadas, as poências em horas de pona e as energias acivas, devidamene ajusadas para perdas aé à saída de cada uma das redes, e as energias reacivas das enregas a clienes. 152

167 Regulameno Tarifário 5 - Na aplicação da arifa de Uso da Rede de isribuição em AT às enregas em MT e BT, o preço da poência conraada aplica-se à poência em horas de pona e a energia reaciva não é facurada. 6 - Na aplicação da arifa de Uso da Rede de isribuição em MT às enregas em BT, o preço da poência conraada aplica-se à poência em horas de pona e a energia reaciva não é facurada. 7 - Para efeios dos números aneriores são considerados diagramas de carga ipo desagregados em quaro períodos horários. Secção V Meodologia de cálculo das arifas de Comercialização de Redes Arigo 133.º Meodologia de cálculo das arifas de Comercialização de Redes a aplicar pelos operadores das redes de disribuição às enregas a clienes 1 - Os preços das arifas de Comercialização de Redes são calculados por forma a que o seu produo pelas quanidades físicas definidas no n.º 2 proporcione o monane de proveios permiidos ao operador da rede de disribuição em Porugal coninenal na acividade de Comercialização de Redes, definidos no Arigo 81.º, de acordo com as seguines expressões: Credes R Credes = NC NT, in, TF NT, n i ( 128 ) R Credes BTE, i ibte,, Credes = NC TF BTE ( 129 ) R Credes BTN, i ibtn,, Credes = NC TF BTN ( 130 ) com: n Nível de ensão n (n = MAT, AT e MT) i Opções arifárias i do nível de ensão n, ou dos fornecimenos em BTE, ou dos fornecimenos em BTN 153

168 Regulameno Tarifário Proveios permiidos da acividade de Comercialização de Redes em MAT, AT R CredesNT, e MT, previsos para o ano Proveios permiidos da acividade de Comercialização de Redes em BTE, R CredesBTE, previsos para o ano Proveios permiidos da acividade de Comercialização de Redes em BTN, R CredesBTN, previsos para o ano Credes NT TF, Preço do ermo arifário fixo da arifa de Comercialização de Redes em MAT, AT e MT, no ano Credes BTE TF, Preço do ermo arifário fixo da arifa de Comercialização de Redes em BTE, no ano Credes BTN TF, Preço do ermo arifário fixo da arifa de Comercialização de Redes em BTN, no ano NC i n, Somaório do número de clienes em cada mês no nível de ensão n e, no caso de clienes do comercializador regulado, da opção arifária i, previso para o ano NC ibte, Somaório do número de clienes em cada mês em BTE e, no caso de clienes do comercializador regulado, da opção arifária i de BTE, previso para o ano NC ibtn, Somaório do número de clienes em cada mês em BTN e, no caso de clienes do comercializador regulado, da opção arifária i de BTN, previso para o ano. 2 - As quanidades a considerar no cálculo das arifas de Comercialização de Redes correspondem ao número de clienes discriminados por nível de ensão e opção arifária. 154

169 Regulameno Tarifário Secção VI Meodologia de cálculo das arifas de Comercialização Arigo 134.º Meodologia de cálculo das arifas de Comercialização a aplicar pelos comercializadores regulados 1 - Os preços das arifas de Comercialização são calculados por forma a que o seu produo pelas quanidades físicas definidas no n.º 2 proporcione o monane de proveios permiidos ao comercializador regulado na acividade de Comercialização, definidos no Arigo 84.º, de acordo com as seguines expressões: C R C = NC NT, in, TF NT, n i ( 131 ) R C BTE, i ibte,, C = NC TF BTE ( 132 ) R C BTN, i ibtn,, C = NC TF BTN ( 133 ) com: n Nível de ensão n (n = MAT, AT e MT) i Opções arifárias i do nível de ensão n, ou dos fornecimenos em BTE, ou dos fornecimenos em BTN Proveios permiidos da acividade de Comercialização em MAT, AT e MT, R CNT, previsos para o ano Proveios permiidos da acividade de Comercialização em BTE, previsos R CBTE, para o ano Proveios permiidos da acividade de Comercialização em BTN, previsos R CBTN, para o ano 155

170 Regulameno Tarifário C NT TF, Preço do ermo arifário fixo da arifa de Comercialização em MAT, AT e MT, no ano C BTE TF, Preço do ermo arifário fixo da arifa de Comercialização em BTE, no ano C BTN TF, Preço do ermo arifário fixo da arifa de Comercialização em BTN, no ano NC in, Somaório do número de clienes do comercializador regulado em cada mês no nível de ensão n e da opção arifária i, previso para o ano NC i BTE, Somaório do número de clienes do comercializador regulado em cada mês da opção arifária i de BTE, previso para o ano NC i BTN, Somaório do número de clienes do comercializador regulado em cada mês da opção arifária i de BTN, previso para o ano. 2 - As quanidades a considerar no cálculo das arifas de Comercialização correspondem ao número de clienes do comercializador regulado em cada nível de ensão e opção arifária. Secção VII Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais dos Comercializadores Regulados Arigo 135.º Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais 1 - Os preços das arifas de Venda a Clienes Finais são calculados por forma a que o seu produo pelas quanidades físicas definidas no n.º 2 proporcione o monane de proveios a recuperar pelo comercializador regulado, no âmbio dos fornecimenos aos seus clienes de acordo com a seguine expressão: = ( 134 ) TVCF R RCVEE, + RUGS, + RURT, + RUR, + RCredes, + RC, TVCF R Proveios a recuperar pelo comercializador regulado por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais, no ano Proveios a recuperar pelo comercializador regulado por aplicação da arifa de R CVEE, Energia, no ano 156

171 Regulameno Tarifário Proveios a recuperar pelo comercializador regulado por aplicação da arifa de R UGS, Uso Global do Sisema, no ano Proveios a recuperar pelo comercializador regulado por aplicação das arifas R URT, de Uso da Rede de Transpore, no ano Proveios a recuperar pelo comercializador regulado por aplicação das arifas R UR, de Uso da Rede de isribuição, no ano Proveios a recuperar pelo comercializador regulado por aplicação das arifas R Credes, de Comercialização de Redes, no ano Proveios a recuperar pelo comercializador regulado por aplicação das arifas R C, de Comercialização, no ano e R TVCF + NC = in, TF n i h TVCF n, TVCF ( Wh TWh ) in, + Wrf in, in, TWrf + Pc TVCF in, in, + Wrr TPc in, TVCF in, TWrr + Pp TVCF in, in, ] + TPp TVCF in, + ( 135 ) + i Pc ibtn, TPc TVCF ibtn, + h' Wh' ibtn, TWh' TVCF ibtn, com: n i h Nível de ensão ou ipo de fornecimeno n (n = MAT, AT, MT e BTE) Opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n Período horário h (h = horas de pona, cheias, vazio normal e super vazio para as arifas era-horárias ou h = horas de pona, cheias e vazio para as arifas ri-horárias) h Período horário h (h = horas de pona, cheias e vazio para as arifas rihorárias ou h = horas fora de vazio e vazio para as arifas bi-horárias ou h = sem diferenciação horária para as arifas simples, social e iluminação pública) Wh in, Energia aciva fornecida no período horário h, na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, previsa para o ano TWh, TVCF i n Preço da energia aciva no período horário h, na opção arifária i, no nível de 157

172 Regulameno Tarifário ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano Pc i n, Poência conraada na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, previsa para o ano TPc, TVCF in Preço da poência conraada na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano Pp i n, Poência em horas de pona na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, previsa para o ano TPp, TVCF in Preço da poência em horas de pona na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano NC in, Somaório do número de clienes em cada mês na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, previso no ano TVCF n TF, Preço do ermo arifário fixo de conraação, leiura, facuração e cobrança no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano Wrf in, Energia reaciva fornecida (induiva) na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, previsa para o ano TVCF TWrf in, Preço da energia reaciva fornecida (induiva) na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano Wrr i n, Energia reaciva recebida (capaciiva) na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, previsa para o ano TWrr, TVCF i n Preço da energia reaciva recebida (capaciiva) na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano Pc ibtn, Poência conraada dos fornecimenos na opção arifária i de BTN, previsa para o ano TVCF TPc i BTN, Preço da poência conraada dos fornecimenos na opção arifária i de BTN, no ano ' Energia aciva fornecida no período horário h na opção arifária i de BTN, Wh ibtn, previsa para o ano TVCF TWh i BTN, Preço da energia aciva no período horário h, na opção arifária i de BTN, no ano. 158

173 Regulameno Tarifário 2 - As quanidades a considerar no cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais são deerminadas pelo número de clienes, pelas poências conraadas, poências em horas de pona, energias acivas e reacivas por período arifário relaivas aos fornecimenos a clienes do comercializador regulado, discriminadas por opção arifária, nível de ensão e ipo de fornecimeno, previsas para o ano. 3 - Os preços das arifas de Venda a Clienes Finais devem resular da soma dos preços das arifas por acividade, aplicáveis em cada nível de ensão e ipo de fornecimeno, e por opção arifária, pelos comercializadores regulados: arifa de Energia, arifa de Uso Global do Sisema, arifa de Uso da Rede de Transpore, arifas de Uso da Rede de isribuição, arifa de Comercialização de Redes e arifa de Comercialização. 4 - Os preços das arifas de Venda a Clienes Finais são esabelecidos anualmene. 5 - Sem prejuízo do número anerior, os preços da energia aciva das arifas de Venda a Clienes Finais são ajusados rimesralmene desde a daa de enrada em funcionameno dos mercados organizados aé à daa de cessação de odos os CAE. 6 - Os ajusamenos rimesrais referidos no número anerior coincidem com os ajusamenos rimesrais dos preços da energia aciva da arifa de Energia esabelecidos no Arigo 126.º, por forma a repercuir nos consumidores os desvios rimesrais dos cusos de aquisição de energia elécrica pelo comercializador regulado nos mercados organizados nos ermos do n.º 6 do Arigo 14.º do ecreo-lei n.º 185/2003, de 20 de Agoso. 7 - Às arifas de Venda a Clienes Finais em BT aplica-se o mecanismo de limiação dos acréscimos em BT definido na Secção XI do Capíulo IV, por forma a limiar os aumenos de preços à variação do índice de preços implícios no Consumo Privado esperada para cada ano. Arigo 136.º Mecanismo de limiação de acréscimos resulanes da convergência para arifas adiivas 1 - A aplicação do sisema arifário adiivo às arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores regulados nos ermos do n.º 3 do Arigo 135.º, deve ser efecuada de forma gradual, aravés da uilização do mecanismo esabelecido no presene arigo. 2 - Para efeios de convergência para arifas adiivas, calculam-se as seguines variações arifárias: a) Variação arifária global 159

174 Regulameno Tarifário δ = Tx n i x R TVCF in, 1 Qx in, ( 136 ) e R TVCF = Tx n i x in, Qx in, ( 137 ) com: n i x Nível de ensão ou ipo de fornecimeno n (n = MAT, AT, MT, BTE e BTN) Opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n Termo arifário x da opção arifária i, do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n δ TVCF R Variação arifária global das arifas de Venda a Clienes Finais Proveios a recuperar pelo comercializador regulado por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais, no ano Tx i n, Preço do ermo arifário x da opção arifária i, do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano Qx i n, Quanidade do ermo arifário x da opção arifária i, do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano. b) Variação por opção arifária associada à aplicação de arifas adiivas a Tx Qx a i in, x n, δ = ( 138 ) i, n Tx Qx x in, 1 in, δ a i,n Variação arifária da opção arifária i, do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, associada à aplicação de arifas adiivas. Tx a i n, Preço do ermo arifário x da opção arifária i, do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, resulane da aplicação de arifas adiivas, no ano 3 - As variações arifárias por opção arifária i do ipo de fornecimeno ou nível de ensão n (δ i, n ) são deerminadas de acordo com a seguine expressão: 160

175 Regulameno Tarifário a IP a δ i, n = Min δ ; Θ, i, n i n se δ i, n δ ( 139 ) IP 1 δ a ( δ ) = se δ < δ i, n δ kd δ i, n a i,n ( 140 ) onde kd é deerminado por forma a serem recuperados os proveios oais associados às arifas de Venda a Clienes Finais esabelecidos no Arigo 135.º, δ i, n Variação arifária da opção arifária i, do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n IP IP 1 Evolução do índice de preços implícios no consumo privado, no ano Θ i,n Facor que esabelece o limie máximo da variação arifária da opção arifária i, do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano, em função da evolução do índice de preços implícios no consumo privado kd Parâmero que raduz a proporção da descida arifária relaiva associada à aplicação de arifas adiivas. 4 - Para efeios de deerminação das variações dos preços de cada opção arifária calculam-se as variações de preços associadas à aplicação de arifas adiivas de acordo com a seguine expressão: δ x a i, n Tx = Tx a i n, in, 1 ( 141 ) a x i, n δ Variação do preço do ermo arifário x, da opção arifária i, do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, associada à aplicação de arifas adiivas. 5 - Os preços de cada opção arifária são deerminados de acordo com as seguines expressões: Tx = δ x Tx in, i, n i n, 1 ( 142 ) com: a IP δ xi, n = Min δx ; Θx, i, n i n se δ IP x a i, n δ i n 1, ( 143 ) 161

176 Regulameno Tarifário δx a ( δ i, n x ) = kd se δ < δ i, n δ i, n i δ i, n x a i, n i, n ( 144 ) onde kd i é deerminado por forma a serem recuperados os proveios da opção arifária i, δ x i, n Variação do preço do ermo arifário x, da opção arifária i, do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n Θ Facor que esabelece o limie máximo da variação de cada preço, da opção x i, n arifária i, do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano, em função da evolução do índice de preços implícios no consumo privado kd i Parâmero que raduz a proporção da descida arifária relaiva dos preços da opção arifária i associada à aplicação de arifas adiivas. 6 - Excepua-se da aplicação dese mecanismo a arifa social na qual o preço de energia coincide com o preço da arifa simples de BTN 20,7 kva e os preços de poência conraada são iguais a 25% dos preços correspondenes da arifa simples. Arigo 137.º Ajusamenos resulanes da convergência para um sisema arifário adiivo 1 - A exisência de arifas de Venda a Clienes Finais com preços ransioriamene diferenes dos que resulam da aplicação do princípio da adiividade, nos ermos esabelecidos no arigo anerior, conduz à necessidade de ajusar os proveios facurados por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais aos proveios permiidos e a recuperar pelo comercializador regulado, aravés do esabelecido no presene arigo. 2 - Os ajusamenos resulanes da convergência para um sisema arifário adiivo, a incorporar nos proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica do comercializador regulado no ano e previsos no Arigo 82.º, são dados pelas seguines expressões: TVCF [ R ( R + R + R + R + R + R )] E i TVCF 1 1 = 1 CVEE, 1 UGS, 1 URT, 1 UR, 1 Credes, 1 C, 1 ( 145 ) TVCF Valor previso para o ajusameno resulane da convergência para arifas 1 adiivas, no ano -1, a incorporar nos proveios do ano. 162

177 Regulameno Tarifário TVCF R 1 Proveios previsos ober pelo comercializador regulado por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais, no ano -1 RCVEE, 1 RUGS, 1 RURT, 1 RUR, 1 RCredes, 1 RC, 1 Proveios previsos ober pelo comercializador regulado por aplicação da arifa de Energia, no ano -1 Proveios previsos ober pelo comercializador regulado por aplicação da arifa de Uso Global do Sisema, no ano -1 Proveios previsos ober pelo comercializador regulado por aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore, no ano -1 Proveios previsos ober pelo comercializador regulado por aplicação das arifas de Uso da Rede de isribuição, no ano -1 Proveios previsos ober pelo comercializador regulado por aplicação das arifas de Comercialização de Redes, no ano -1 Proveios previsos ober pelo comercializador regulado por aplicação das arifas de Comercialização, no ano -1 E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. TVCF 2 = TVCF {[ ( Rf R R R R R R )] 2 TVCF prov CVEE, 2 } i E UGS, 2 URT, 2 UR, 2 Credes, 2 C, i E ( 146 ) TVCF Ajusameno resulane da convergência para arifas adiivas, no ano -2, a 2 incorporar nos proveios do ano TVCF Rf 2 Proveios facurados pelo comercializador regulado por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais, no ano -2 RCVEE 2, Proveios obidos pelo comercializador regulado por aplicação da arifa de Energia, no ano

178 Regulameno Tarifário RUGS 2, Proveios obidos pelo comercializador regulado por aplicação da arifa de Uso Global do Sisema, no ano -2 RURT 2, Proveios obidos pelo comercializador regulado por aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore, no ano -2 RUR 2, Proveios obidos pelo comercializador regulado por aplicação das arifas de Uso da Rede de isribuição, no ano -2 RCredes 2, Proveios obidos pelo comercializador regulado por aplicação das arifas de Comercialização de Redes, no ano -2 RC 2, Proveios obidos pelo comercializador regulado por aplicação das arifas de Comercialização, no ano -2 TVCF Ajusameno provisório calculado no ano -2 e incluído nos proveios do ano prov TVCF em curso como sendo 1 E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Junho do ano -1, acrescida de meio pono percenual. Arigo 138.º Mecanismo de limiação dos acréscimos das arifas de Venda a Clienes Finais resulanes da convergência do arifário nas Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira 1 - A convergência do arifário nas Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira deve ser concreizada por forma a que o acréscimo de preço médio das arifas de Venda a Clienes Finais dos Comercializadores Regulados seja limiado à variação do índice de preços implícios no Consumo Privado esperada para esse ano. 2 - Neses ermos, caso o valor de δ esabelecido no Arigo 136.º seja superior à evolução do índice de preços implícios no consumo privado IP δ > IP 1 IP IP 1, iso é se: ( 147 ) enão os cusos com a convergência do arifário das Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira são limiados no ano por forma a garanir um novo valor de δ igual à evolução do índice de preços implício no consumo privado. 164

179 Regulameno Tarifário Secção VIII Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA Arigo 139.º Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA 1 - Os preços das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA são calculados por forma a que o seu produo pelas quanidades definidas no n.º 2 proporcione o monane de proveios a recuperar pela concessionária do ranspore e disribuição da RAA, no âmbio dos fornecimenos a clienes finais da RAA de acordo com a seguine expressão: R = R + R + R + SRAA TVCFA A AGS, A, A C, ( 148 ) TVCFA R Proveios previsos ober pela concessionária do ranspore e disribuição da RAA por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA, no ano A R Proveios previsos ober por aplicação aos fornecimenos a clienes finais da AGS, RAA das seguines arifas, no ano : arifa de Energia, arifa de Uso Global do Sisema, arifa de Uso da Rede de Transpore R Proveios previsos ober por aplicação aos fornecimenos a clienes finais da A, RAA das arifas de Uso da Rede de isribuição, no ano R Proveios previsos ober por aplicação aos fornecimenos a clienes finais da A C, RAA das arifas de Comercialização de Redes e de Comercialização, no ano SRAA Cusos com a convergência arifária da RAA não incorporados na arifa de Uso Global do Sisema e a recuperar pelas arifas de Venda a Clienes Finais da RAA, no ano, a deerminar de acordo com o esabelecido no n.º 6 do Arigo 140.º e no Arigo 142.º. e R + NC + TVCFA i in, = Pc TF ibtn, n i h TVCFA n, TPc TVCFA ( Wh TWh ) in, + Wrf TVCFA ibtn, in, + TWrf h' in, Wh' ibtn, + Pc TVCFA in, in, + Wrr TWh' TPc in, TVCFA ibtn, TVCFA in, TWrr + Pp TVCFA in, in, ] + TPp TVCFA in, + ( 149 ) 165

180 Regulameno Tarifário com: n i h Nível de ensão ou ipo de fornecimeno n (n = MT e BTE) Opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n Período horário h (h = horas de pona, cheias e vazio) h Período horário h (h = horas de pona, cheias e vazio para as arifas rihorárias, ou h = horas fora de vazio e vazio para as arifas bi-horárias, ou h = sem diferenciação horária para as arifas simples, social e iluminação pública) Wh i n, Energia aciva fornecida no período horário h, na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, previsa para o ano TVCFA TWh Preço da energia aciva no período horário h, na opção arifária i, no nível de in, ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano Pc in, Poência conraada na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, previsa para o ano TVCFA TPc Preço da poência conraada na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo in, de fornecimeno n, no ano Pp in, Poência em horas de pona na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, previsa para o ano TVCFA TPp Preço da poência em horas de pona na opção arifária i, no nível de ensão in, ou ipo de fornecimeno n, no ano NC i n, Somaório do número de clienes em cada mês na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, previso para o ano TVCFA TF Preço do ermo arifário fixo de conraação, leiura, facuração e cobrança no n, nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano Wrf i n, Energia reaciva fornecida (induiva) na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, previsa para o ano TVCFA TWrfin, Preço da energia reaciva fornecida (induiva) na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano 166

181 Regulameno Tarifário Wrr in, Energia reaciva recebida (capaciiva) na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, previsa para o ano TVCFA TWrr in, Preço da energia reaciva recebida (capaciiva) na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano Pc i BTN, Poência conraada dos fornecimenos na opção arifária i de BTN, previsa para o ano TVCFA TPc Preço da poência conraada dos fornecimenos na opção arifária i de BTN, ibtn, no ano ' Energia aciva no período horário h na opção arifária i de BTN, previsa para Wh i BTN, o ano TVCFA TW h i Preço da energia aciva enregue no período horário h, na opção arifária i de BTN, BTN, no ano. 2 - As quanidades a considerar no cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA são deerminadas pelo número de clienes, pelas poências conraadas, poências em horas de pona, energias acivas e reacivas por período arifário relaivos aos fornecimenos a clienes finais da RAA, discriminadas por opção arifária e nível de ensão, previsos para o ano. 3 - Os preços das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA devem resular da soma dos preços das arifas por acividade de Porugal coninenal, aplicáveis em cada nível de ensão, ipo de fornecimeno e opção arifária: arifa de Energia, arifa de Uso Global do Sisema, arifa de Uso da Rede de Transpore, arifas de Uso da Rede de isribuição, arifa de Comercialização de Redes e arifa de Comercialização. 4 - Os preços das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA são esabelecidos anualmene. 5 - Sem prejuízo do número anerior, os preços da energia aciva das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA são ajusados rimesralmene desde a daa de enrada em funcionameno dos mercados organizados aé à daa de cessação de odos os CAE. 6 - Os ajusamenos rimesrais referidos no número anerior coincidem com os ajusamenos rimesrais dos preços da energia aciva da arifa de Energia esabelecidos no Arigo 126.º, por forma a repercuir nos consumidores os desvios rimesrais dos cusos de aquisição de energia elécrica pelo comercializador regulado nos mercados organizados nos ermos do n.º 6 do Arigo 14.º do ecreo-lei n.º 185/2003, de 20 de Agoso. 167

182 Regulameno Tarifário 7 - Às arifas de Venda a Clienes Finais da RAA aplica-se o mecanismo de limiação dos acréscimos definido no Arigo 142.º. Arigo 140.º Mecanismo de convergência para arifas adiivas na RAA 1 - A aplicação do sisema arifário adiivo às arifas de Venda a Clienes Finais na RAA nos ermos do número 3 do arigo anerior, deve ser efecuada de forma gradual, aravés da uilização do mecanismo esabelecido no presene arigo. 2 - Para efeios de convergência para arifas adiivas, calculam-se as seguines variações arifárias: a) Variação arifária global TVCFA R A δ = A Tx i Qx n i x n, 1 A i n, ( 150 ) com: n i x Nível de ensão ou ipo de fornecimeno n (n = MT, BTE e BTN) Opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n Termo arifário x da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n A δ Variação arifária global das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA TVCFA R Proveios previsos ober pela concessionária do ranspore e disribuição da RAA por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA, no ano, de acordo com o n.º 1 do Arigo 139.º Tx A i n 1 Preço do ermo arifário x da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de, fornecimeno n, no ano -1 Qx A i n, 1 Quanidade do ermo arifário x da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano -1 b) Variação arifária global na RAA associada à aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais de Porugal coninenal para o mesmo ipo de fornecimeno 168

183 Regulameno Tarifário δ c A Tx n i x = Tx n i x c in, A in, 1 Qx A in, Qx A in, ( 151 ) A c δ Variação arifária global na RAA associada à aplicação de arifas de Venda a Clienes Finais de Porugal coninenal para o mesmo ipo de fornecimeno Tx A i n 1 Preço do ermo arifário x da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de, fornecimeno n, no ano -1 Tx c Qx i n, A i n, Preço do ermo arifário x da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, aplicável em Porugal coninenal para o mesmo ipo de fornecimeno, no ano Quanidade do ermo arifário x da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano c) Variação por opção arifária associada à aplicação de arifas adiivas δ a A i, n Tx x = Tx x a i n, A in, 1 Qx Qx A i n, A i n, ( 152 ) a δ A i, n Variação arifária da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, associada à aplicação de arifas adiivas Tx a i n, Preço do ermo arifário x da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, resulane da aplicação de arifas adiivas, no ano d) Variação por opção arifária associada à aplicação de arifas de Venda a Clienes Finais de Porugal coninenal na RAA, escaladas por forma a ober-se o nível de proveios definidos no Arigo 139.º δ c A x i, n = x Tx Tx c i n, Qx A i n, A A i n Qx, 1 i n, A δ δ c A ( 153 ) 169

184 Regulameno Tarifário c δ A i, n Variação arifária da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, associada à aplicação de arifas de Venda a Clienes Finais de Porugal coninenal na RAA, escaladas por forma a ober-se a variação arifária global. 3 - As variações arifárias por opção arifária i do ipo de fornecimeno ou nível de ensão n (δ A i, n ) são deerminadas de acordo com a seguine expressão: A A c A IP c A δ i, n = Min δ i, n ; Θ i, n se δ A i, n δ ( 154 ) IP 1 c A A A A A c A = δ δ δ i, n kd δ i, n se δ A i, n < δ ( 155 ) A onde kd é deerminado por forma a serem recuperados os proveios oais associados às arifas de Venda a Clienes Finais esabelecidos no Arigo 139.º δ A i, n Variação arifária da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n IP IP 1 Evolução do índice de preços implícios no consumo privado no ano A Θ Facor que esabelece o limie máximo da variação arifária média da opção i,n arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano, em função da evolução do índice de preços implícios no consumo privado A kd Parâmero que raduz a proporção da descida arifária relaiva, associada à aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais de Porugal coninenal. 4 - Para efeios de deerminação das variações dos preços de cada opção arifária calculam-se as variações de preços associadas à aplicação de arifas adiivas escaladas por forma a ober-se a variação deerminada no número anerior, por opção arifária, de acordo com a seguine expressão: a i n, Tx a A δ δ x = i, n Tx δ A i n, 1 A i, n a A i, n ( 156 ) 170

185 Regulameno Tarifário δ a A x i, n Variação do preço do ermo arifário x, da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, associada à aplicação de arifas adiivas, escaladas por forma a ober-se a variação para a opção arifária. 5 - Os preços de cada opção arifária são deerminados de acordo com as seguines expressões: Tx A A A i = δ x Tx n, i, n i n, 1 ( 157 ) com: A a A A IP δ x = Min δx ; Θx i, n i, n i, n se δ IP x a A A i, n δ i n 1, ( 158 ) A A A A a A = a A A δx i n kd i i n x i, n δ, δ, δ i, n se δ i n δ i x <,, n ( 159 ) A x i, n δ Variação do preço do ermo arifário x, da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n A x i, n Θ Facor que esabelece o limie máximo da variação de cada preço da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano, em função da evolução do índice de preços implícios no consumo privado A kd Parâmero que raduz a proporção da descida arifária relaiva dos preços da i opção arifária i associada à aplicação de arifas adiivas. 6 - A deerminação das arifas a vigorar na RAA, no âmbio do presene arigo, deve respeiar o princípio da convergência arifária com Porugal coninenal, sendo que o valor a recuperar por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais na RAA não deve ser inferior ao que resula da aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais em Porugal coninenal equivalenes, do ano, às quanidades previsas para esse ano na RAA. Arigo 141.º Ajusamenos resulanes da convergência para um sisema arifário adiivo na RAA 1 - A exisência de arifas de Venda a Clienes Finais da RAA com preços ransioriamene diferenes dos que resulam da aplicação do princípio da adiividade, nos ermos esabelecidos no arigo anerior, conduz à necessidade de ajusar os proveios facurados por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA aos proveios a recuperar pela concessionária do 171

186 Regulameno Tarifário ranspore e disribuição da RAA por aplicação das arifas por acividade, aravés do esabelecido no presene arigo. 2 - Os ajusamenos resulanes da convergência para um sisema arifário adiivo a incorporar nos proveios relaivos à aquisição de energia elécrica e gesão do sisema a recuperar pela concessionária do ranspore e disribuição da RAA no ano são dados pela seguine expressão: TVCFA TVCFA A A A 2 = 2 ( R AGS, 2 + R, 2 + RC, 2 ) SRAA 2 R ( 160 ) TVCFA Ajusameno resulane da convergência para arifas adiivas na RAA, no ano 2-2, a incorporar nos proveios do ano TVCFA R 2 Proveios obidos pela concessionária do ranspore e disribuição da RAA por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA aos fornecimenos a clienes da RAA, no ano -2 A R AGS 2, Proveios obidos pela concessionária do ranspore e disribuição da RAA por aplicação aos fornecimenos a clienes finais da RAA das arifas à enrada da rede de disribuição, no ano -2: arifa de Energia, arifa de Uso Global do Sisema, arifa de Uso da Rede de Transpore A R 2, Proveios obidos pela concessionária do ranspore e disribuição da RAA por aplicação aos fornecimenos a clienes finais da RAA das arifas de Uso da Rede de isribuição, no ano -2 A RC 2, Proveios obidos pela concessionária do ranspore e disribuição da RAA por aplicação aos fornecimenos a clienes finais da RAA das arifas de Comercialização de Redes e de Comercialização, no ano -2 SRAA Cusos com a convergência arifária da RAA não incorporados na arifa de 2 Uso Global do Sisema e a recuperar pelas arifas de Venda a Clienes Finais da RAA, no ano -2. Arigo 142.º Mecanismo de limiação dos acréscimos das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA 1 - O presene arigo aplica-se sempre que a convergência do arifário nas Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira seja limiada por acuação do mecanismo de limiação 172

187 Regulameno Tarifário dos acréscimos das arifas de Venda a Clienes Finais de Porugal coninenal esabelecido no Arigo 138.º. 2 - Os cusos com a convergência do arifário da RAA não incorporados na arifa de Uso Global do Sisema no ano, e a recuperar pelas arifas de Venda a Clienes Finais da RAA, são deerminados anualmene, por forma a limiar a variação das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA a um valor a esabelecer pela ERSE. Secção IX Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais da RAM Arigo 143.º Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais da RAM 1 - Os preços das arifas de Venda a Clienes Finais da RAM são calculados por forma a que o seu produo pelas quanidades definidas no n.º 2 proporcione o monane de proveios a recuperar pela concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, no âmbio dos fornecimenos a clienes finais da RAM de acordo com a seguine expressão: R = R + R + R + SRAM TVCFM M AGS, M, M C, ( 161 ) TVCFM R Proveios previsos ober pela concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais da RAM, no ano M R Proveios previsos ober por aplicação aos fornecimenos a clienes finais da AGS, RAM das seguines arifas, no ano : arifa de Energia, arifa de Uso Global do Sisema, arifa de Uso da Rede de Transpore M R Proveios previsos ober por aplicação aos fornecimenos a clienes finais da, RAM das arifas de Uso da Rede de isribuição, no ano M R Proveios previsos ober por aplicação aos fornecimenos a clienes finais da C, RAM das arifas de Comercialização de Redes e de Comercialização em Porugal coninenal, no ano SRAM Cusos com a convergência arifária da RAM não incorporados na arifa de 173

188 Regulameno Tarifário Uso Global do Sisema e a recuperar pelas arifas de Venda a Clienes Finais da RAM, no ano, a deerminar de acordo com o esabelecido no n.º 6 do Arigo 144.º e no Arigo 146.º. e R TVCFM + NC in, = TF n i h TVCFM n, TVCFM ( Wh TWh ) in, + Wrf in, in, TWrf + Pc TVCFM in, in, + Wrr TPc in, TVCFM in, TWrr + Pp TVCFM in, in, ] + TPp TVCFM in, + ( 162 ) + i Pc ibtn, TPc TVCFM ibtn, + h' Wh' ibtn, TWh' TVCFM ibtn, com: n i h Nível de ensão ou ipo de fornecimeno n (n = AT, MT e BTE) Opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n Período horário h (h = horas de pona, cheias e vazio) h Período horário h (h = horas de pona, cheias e vazio para as arifas rihorárias ou h = horas fora de vazio e vazio para as arifas bi-horárias ou h = sem diferenciação horária para as arifas simples, social e iluminação pública) Wh i n, Energia aciva fornecida no período horário h, na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, previsa para o ano TVCFM TWh Preço da energia aciva no período horário h, na opção arifária i, no nível de in, ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano Pc i n, Poência conraada na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, previsa para o ano TVCFM TPc Preço da poência conraada na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo in, de fornecimeno n, no ano Pp i n, Poência em horas de pona na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, previsa para o ano TVCFM in, TPp Preço da poência em horas de pona na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano 174

189 Regulameno Tarifário NC i n, Somaório do número de clienes em cada mês na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, previso para o ano TVCFM TF Preço do ermo arifário fixo de conraação, leiura, facuração e cobrança no n, nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano Wrf i n, Energia reaciva fornecida (induiva) na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, previsa para o ano TVCFM TWrfin, Preço da energia reaciva fornecida (induiva) na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano Wrr i n, Energia reaciva recebida (capaciiva) na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, previsa para o ano TVCFM TWrrin, Preço da energia reaciva recebida (capaciiva) na opção arifária i, no nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano Pc i BTN, Poência conraada dos fornecimenos na opção arifária i de BTN, previsa para o ano TVCFM TPc Preço da poência conraada dos fornecimenos na opção arifária i de BTN, ibtn, no ano ' Energia aciva fornecida no período horário h na opção arifária i de BTN, Wh i BTN, previsa para o ano TVCFM TW h i BTN, Preço da energia aciva enregue no período horário h, na opção arifária i de BTN, no ano. 2 - As quanidades a considerar no cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais da RAM são deerminadas pelo número de clienes, pelas poências conraadas, poências em horas de pona, energias acivas e reacivas por período arifário relaivos aos fornecimenos a clienes finais da RAM, discriminadas por opção arifária e nível de ensão, previsos para o ano. 3 - Os preços das arifas de Venda a Clienes Finais da RAM devem resular da soma dos preços das arifas por acividade de Porugal coninenal, aplicáveis em cada nível de ensão, ipo de fornecimeno e opção arifária: arifa de Energia, arifa de Uso Global do Sisema, arifa de Uso da Rede de Transpore, arifas de Uso da Rede de isribuição, arifa de Comercialização de Redes e arifa de Comercialização. 4 - Os preços das arifas de Venda a Clienes Finais da RAM são esabelecidos anualmene. 175

190 Regulameno Tarifário 5 - Sem prejuízo do número anerior, os preços da energia aciva das arifas de Venda a Clienes Finais da RAM são ajusados rimesralmene desde a daa de enrada em funcionameno dos mercados organizados aé à daa de cessação de odos os CAE. 6 - Os ajusamenos rimesrais referidos no número anerior coincidem com os ajusamenos rimesrais dos preços da energia aciva da arifa de Energia esabelecidos no Arigo 126.º, por forma a repercuir nos consumidores os desvios rimesrais dos cusos de aquisição de energia elécrica pelo comercializador regulado nos mercados organizados nos ermos do n.º 6 do Arigo 14.º do ecreo-lei n.º 185/2003, de 20 de Agoso. 7 - Às arifas de Venda a Clienes Finais da RAM aplica-se o mecanismo de limiação dos acréscimos esabelecido no Arigo 146.º. Arigo 144.º Mecanismo de convergência para arifas adiivas na RAM 1 - A aplicação do sisema arifário adiivo às arifas de Venda a Clienes Finais da RAM nos ermos do número 3 do arigo anerior, deve ser efecuada de forma gradual, aravés da uilização do mecanismo esabelecido no presene arigo. 2 - Para efeios de convergência para arifas adiivas, calculam-se as seguines variações arifárias: a) Variação arifária global TVCFM R M δ = M Tx Qx n i x i n, 1 M in, ( 163 ) com: n i x Nível de ensão ou ipo de fornecimeno n (n = AT, MT, BTE e BTN) Opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n Termo arifário x da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n M δ Variação arifária global das arifas de Venda a Clienes Finais da RAM TVCFM R Proveios previsos ober pela concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais da 176

191 Regulameno Tarifário RAM, de acordo com o n.º 1 do Arigo 143.º Tx M in 1, Preço do ermo arifário x da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano -1 Qx M in, 1 Quanidade do ermo arifário x da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano -1. b) Variação arifária global na RAM associada à aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais de Porugal coninenal para o mesmo ipo de fornecimeno δ c M Tx n i x = Tx n i x c in, M in, 1 Qx M in, Qx M in, ( 164 ) M c δ Variação arifária global na RAM associada à aplicação de arifas de Venda a Clienes Finais de Porugal coninenal para o mesmo ipo de fornecimeno Tx M in 1, Preço do ermo arifário x da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano -1 Tx c i n, Preço do ermo arifário x da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, aplicável em Porugal coninenal para o mesmo ipo de fornecimeno, no ano Qx M i n, Quanidade do ermo arifário x da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano c) Variação por opção arifária associada à aplicação de arifas adiivas δ a M i, n Tx x = Tx x a i n, M in, 1 Qx Qx M in, M in, ( 165 ) a δ M i, n Variação arifária da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, associada à aplicação de arifas adiivas. Tx a i n, Preço do ermo arifário x da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, resulane da aplicação de arifas adiivas, no ano 177

192 Regulameno Tarifário d) Variação por opção arifária associada à aplicação de arifas de Venda a Clienes Finais de Porugal coninenal na RAM, escaladas por forma a ober-se o nível de proveios definidos no Arigo 143.º. δ c M x i, n = x Tx Tx c i n, Qx M in, M M Qx in, 1 i n, δ δ c M M ( 166 ) c δ M i, n Variação arifária da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, associada à aplicação de arifas de Venda a Clienes Finais de Porugal coninenal na RAM, escaladas por forma a ober-se a variação arifária desejada. 3 - As variações arifárias por opção arifária i do ipo de fornecimeno ou nível de ensão n (δ M i, n ) são deerminadas de acordo com a seguine expressão: M M c M IP c M δ i, n = Min δ i, n ; Θ i, n se δ M i, n δ ( 167 ) IP 1 M M M M M c M = c δ i, n δ kd δ δ i, n se δ M i, n < δ ( 168 ) M onde kd é deerminado por forma a serem recuperados os proveios oais associados às arifas de Venda a Clienes Finais esabelecidos no Arigo 143.º δ M i, n Variação arifária da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n IP IP 1 Evolução do índice de preços implícios no consumo privado, no ano M Θ Facor que esabelece o limie máximo da variação arifária média da opção i,n arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano, em função da evolução do índice de preços implícios no consumo privado M kd Parâmero que raduz a proporção da descida arifária relaiva associada à aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais de Porugal coninenal. 4 - Para efeios de deerminação das variações dos preços de cada opção arifária calculam-se as variações de preços associadas à aplicação de arifas adiivas escaladas por 178

193 Regulameno Tarifário forma a ober-se a variação deerminada no número anerior, por opção arifária, de acordo com a seguine expressão: a i n, M i n, 1 Tx a M δ δ x = i, n Tx δ M i, n a M i, n ( 169 ) δ a M x i, n Variação do preço do ermo arifário x, da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, associada à aplicação de arifas adiivas escaladas por forma a ober-se a variação para a opção arifária. 5 - Os preços de cada opção arifária são deerminados de acordo com as seguines expressões: Tx M M M = δ x Tx in, i, n in, 1 ( 170 ) com: M a M M IP δ x = Min δx ; Θx i, n i, n i, n se δ IP x a M M i, n δ i n 1, ( 171 ) M M M M a M = a M δx i n kdi i n x i, n δ, δ, δ i, n se δ i n δ i x <,, M n ( 172 ) M x i, n δ Variação do preço do ermo arifário x, da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n M x i, n Θ Facor que esabelece o limie máximo da variação de cada preço da opção arifária i do nível de ensão ou ipo de fornecimeno n, no ano, em função da evolução do índice de preços implícios no consumo privado M kd Parâmero que raduz a proporção da descida arifária relaiva dos preços da i opção arifária i associada à aplicação de arifas adiivas. 6 - A deerminação das arifas a vigorar na RAM, no âmbio do presene arigo, deve respeiar o princípio da convergência arifária com Porugal coninenal, sendo que o valor a recuperar por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais na RAM não deve ser inferior ao que resula da aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais em Porugal coninenal equivalenes, do ano, às quanidades previsas para esse ano na RAM. 179

194 Regulameno Tarifário Arigo 145.º Ajusamenos resulanes da convergência para um sisema arifário adiivo na RAM 1 - A exisência de arifas de Venda a Clienes Finais da RAM com preços ransioriamene diferenes dos que resulam da aplicação do princípio da adiividade, nos ermos esabelecidos no arigo anerior, conduz à necessidade de ajusar os proveios facurados por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais da RAM aos proveios a recuperar pela concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM por aplicação das arifas por acividade, aravés do esabelecido no presene arigo. 2 - Os ajusamenos resulanes da convergência para um sisema arifário adiivo a incorporar nos proveios relaivos à aquisição de energia elécrica e gesão do sisema a recuperar pela concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM no ano, são dados pela seguine expressão: TVCFM TVCFM M M M 2 = 2 ( R AGS, 2 + R, 2 + RC, 2 ) SRAM 2 R ( 173 ) TVCFM Ajusameno resulane da convergência para arifas adiivas na RAM, no ano 2-2 a incorporar nos proveios do ano. TVCFM R Proveios obidos pela concessionária do ranspore e disribuidor vinculado 2 da RAM por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais da RAM aos fornecimenos a clienes da RAM, no ano -2 M R A 2 GS, Proveios obidos pela concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM por aplicação aos fornecimenos a clienes finais da RAM das arifas à enrada da rede de disribuição, no ano -2: arifa de Energia, arifa de Uso Global do Sisema, arifa de Uso da Rede de Transpore M R 2, Proveios obidos pela concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM por aplicação aos fornecimenos a clienes finais da RAM das arifas de Uso da Rede de isribuição, no ano -2 M RC 2, Proveios obidos pela concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM por aplicação aos fornecimenos a clienes finais da RAM das arifas de Comercialização de Redes e de Comercialização em Porugal coninenal, no ano -2 2 SRAM Cusos com a convergência arifária da RAM não incorporados na arifa de Uso Global do Sisema e a recuperar pelas arifas de Venda a Clienes Finais 180

195 Regulameno Tarifário da RAM, no ano -2. Arigo 146.º Mecanismo de Limiação dos Acréscimos das arifas de Venda a Clienes Finais da RAM 1 - O presene arigo aplica-se sempre que a convergência do arifário nas Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira seja limiada por acuação do mecanismo de limiação dos acréscimos das arifas de Venda a Clienes Finais de Porugal coninenal esabelecido no Arigo 138.º. 2 - Os cusos com a convergência do arifário da RAM não incorporados na arifa de Uso Global do Sisema no ano e a recuperar pelas arifas de Venda a Clienes Finais da RAM, são deerminados anualmene por forma a limiar a variação das arifas de Venda a Clienes Finais da RAM a um valor a esabelecer pela ERSE. 181

196

197 Regulameno Tarifário Capíulo VI Procedimenos Secção I isposições Gerais Arigo 147.º Frequência de fixação das arifas 1 - As arifas esabelecidas nos ermos do presene Regulameno são fixadas uma vez por ano, salvo o disposo nos n. os 2 e A arifa de Energia e as arifas de Venda a Clienes Finais são acualizadas rimesralmene, por forma a repercuir os desvios rimesrais dos cusos de aquisição de energia elécrica nos mercados organizados relaivos aos cenros elecroproduores cujos CAE ainda esejam em vigor, nos ermos do n.º 6 do Arigo 14.º do ecreo-lei n.º 185/2003, de 20 de Agoso. 3 - Os procedimenos associados à fixação e acualização das arifas são definidos na Secção VII. 4 - A íulo excepcional, por decisão da ERSE, pode ocorrer uma revisão anecipada. 5 - Os procedimenos associados a uma fixação excepcional são definidos na Secção VIII. Arigo 148.º Período de regulação 1 - O período de regulação em Porugal coninenal e nas Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira é de rês anos. 2 - Para cada período de regulação são fixados os valores dos parâmeros incluídos nas expressões que esabelecem os monanes de proveios permiidos em cada uma das acividades da enidade concessionária da RNT, do disribuidor em MT e AT, do comercializador regulado, da concessionária do ranspore e disribuição da RAA e da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM. 3 - Para além dos parâmeros definidos no número anerior, são fixados os valores de ouros parâmeros referidos no presene Regulameno, designadamene os relacionados com a esruura das arifas. 183

198 Regulameno Tarifário 4 - Os procedimenos associados à fixação normal dos parâmeros, previsa nos n. os 2 e 3, são definidos na Secção IX. 5 - A íulo excepcional, podem ser revisos os parâmeros de um dado período no decorrer do referido período. 6 - Os procedimenos associados à revisão excepcional previsa no número anerior são definidos na Secção X. Secção II Informação periódica a fornecer à ERSE pela enidade concessionária da RNT Arigo 149.º Informação a fornecer à ERSE pela enidade concessionária da RNT 1 - A enidade concessionária da RNT deve apresenar à ERSE as conas reguladas elaboradas de acordo com o presene Regulameno e com as regras esabelecidas nas normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE, incluindo oda a informação que permia idenificar, de forma clara, os cusos, proveios, acivos, passivos e capiais próprios associados às acividades do Agene Comercial e do operador da rede de ranspore em Porugal coninenal, bem como os resanes elemenos necessários à aplicação do presene Regulameno. 2 - A enidade concessionária da RNT deve apresenar à ERSE, aé 1 de Maio de cada ano, as conas reguladas verificados no ano anerior (-2), incluindo balanço, demonsração de resulados e os invesimenos, por acividade, acompanhados por um relaório elaborado por uma empresa de audioria comprovando que as conas e as regras conabilísicas para efeios de regulação observam o esabelecido no presene Regulameno e nas normas e meodologias complemenares. 3 - As conas reguladas a enviar à ERSE pela enidade concessionária da RNT, aé 15 de Junho de cada ano, devem coner a seguine informação: a) Esimaiva do balanço, da demonsração de resulados e do orçameno de invesimenos, por acividade, para o ano em curso (-1). b) Valores previsionais do balanço, da demonsração de resulados e dos invesimenos, por acividade, para o ano seguine (). 4 - A pormenorização da informação referida nos n. os 2 e 3 deve obedecer ao esabelecido no Arigo 57.º do ecreo-lei n.º 182/95, de 27 de Julho, com a redacção dada pelo ecreo-lei 184

199 Regulameno Tarifário n.º 56/97, de 14 de Março, assim como nas normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE. 5 - Os valores do balanço e da demonsração de resulados e da demonsração para o ano seguine () são elaborados considerando que se manêm em vigor as arifas esabelecidas para o ano em curso (-1). 6 - Os invesimenos referidos nos n. os 2 e 3, para além dos valores em euros, devem ser acompanhados por uma caracerização física das obras, com indicação das daas de enrada em exploração. 7 - A enidade concessionária da RNT deve enviar à ERSE, aé 1 de Maio de cada ano, o balanço de energia elécrica relaivo ao ano anerior (-2). 8 - A enidade concessionária da RNT deve enviar à ERSE, aé 15 de Junho de cada ano, os balanços de energia elécrica relaivos ao ano em curso (-1) e ao ano seguine (). 9 - O balanço de energia elécrica verificado no ano anerior (-2) referido no n.º 7 e com visa à fixação anual de arifas, deve coner a seguine informação suficienemene discriminada por nível de ensão em energia aciva por período arifário, poência conraada, poência em horas de pona, energia reaciva recebida e fornecida: a) Enregas de energia elécrica ao disribuidor vinculado em MT e AT. b) Aquisição de energia elécrica aos produores em regime especial. c) Aquisição de energia elécrica a produores iulares de licença de produção vinculada O operador da rede de ranspore em Porugal coninenal, endo em aenção os valores das variáveis relevanes para o cálculo dos cusos marginais definidos pela ERSE deve enviar, aé 15 de Junho de cada ano, os valores relaivos aos cusos marginais impuáveis aos serviços de sisema e aos cusos incremenais de ranspore de energia elécrica esabelecidos no Capíulo V, devendo a informação referida ser suficienemene dealhada de modo a possibiliar a repercussão da esruura dos cusos marginais na esruura das arifas reguladas Para efeios de aceiação dos cusos relacionados com a promoção da qualidade do ambiene, a enidade concessionária da RNT deve apresenar à ERSE, aé 1 de Março do ano anerior ao início do período de regulação, um Plano de Promoção do esempenho Ambienal de acordo com o previso na Secção VII do Capíulo IV. 185

200 Regulameno Tarifário Arigo 150.º Reparição de cusos e proveios na acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica do Agene Comercial 1 - O Agene Comercial, relaivamene à acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de cusos: a) Cusos mensais, fixos e variáveis, de aquisição de energia elécrica por produor iular de licença de produção vinculada. b) Cusos mensais com aquisição de energia elécrica a produores em regime especial, por ecnologia. c) Cusos de funcionameno associados à acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica, com a desagregação que permia idenificar os vários ipos de cusos. 2 - O Agene Comercial, relaivamene à acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica, deve apresenar para cada ano os proveios, por hora, decorrenes da venda de energia elécrica nos mercados organizados, incluindo o preço dos mercados organizados nessa hora. 3 - O Agene Comercial deve enviar à ERSE, aé 1 de Maio de cada ano a informação relaiva ao balanço de energia elécrica: a) Quanidades mensais adquiridas por produor iular de licença de produção vinculada. b) Quanidades mensais adquiridas a produores em regime especial, por ecnologia. c) Quanidades vendidas nos mercados organizados, por hora. Arigo 151.º Reparição de cusos e proveios na acividade de Gesão Global do Sisema 1 - O operador da rede de ranspore em Porugal coninenal, relaivamene à acividade de Gesão Global do Sisema, de modo a permiir evidenciar as funções de Gesor do Sisema e de Acero de Conas, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de cusos: a) Cusos associados à gesão do sisema. b) Cusos associados ao acero de conas. 2 - Os cusos referidos no número anerior devem ser discriminados por forma a evidenciar as seguines rubricas: a) Amorizações relaivas ao imobilizado aceie para regulação. b) Amorizações relaivas aos errenos afecos ao domínio público hídrico. 186

201 Regulameno Tarifário c) Cusos associados à uilização da rede de elecomunicações impuados à acividade de Gesão Global do Sisema. d) Sobrecuso com a convergência arifária por Região Auónoma. e) Informação dos cusos para a manuenção do equilíbrio conraual a enviar, de acordo com o ecreo-lei n.º 240/2004, de 27 de ezembro. f) Cusos com os serviços do sisema, incluindo cusos com conraos de inerrupibilidade. g) Ouros cusos do exercício associados à acividade de Gesão Global do Sisema, com a desagregação que permia idenificar os vários ipos de cusos. h) Cusos relaivos ao Plano de Promoção da Eficiência no Consumo aprovados pela ERSE, de acordo com o esabelecido na Secção X do Capíulo IV. 3 - O operador da rede de ranspore em Porugal coninenal, relaivamene à acividade de Gesão Global do Sisema, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de proveios: a) Valor facurado por aplicação dos preços da parcela I da arifa de Uso Global do Sisema. b) Proveios decorrenes da aplicação dos preços da parcela II da arifa de Uso Global do sisema c) Proveios de gesão do sisema que não resulem da aplicação da arifa de Uso Global do Sisema. Arigo 152.º Reparição de cusos e proveios na acividade de Transpore de Energia Elécrica 1 - O operador da rede de ranspore em Porugal coninenal, relaivamene à acividade de Transpore de Energia Elécrica, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de cusos: a) Cusos associados ao planeameno, operação e manuenção da rede de ranspore. b) Amorizações relaivas ao imobilizado aceie para regulação afeco à acividade de Transpore de Energia Elécrica. c) Ouros cusos do exercício associados à acividade de Transpore de Energia Elécrica, com a desagregação que permia idenificar os vários ipos de cusos. d) Cusos incorridos nesa acividade com a promoção da qualidade do ambiene, conforme o relaório de execução do Plano de Promoção do esempenho Ambienal de acordo com o previso na Secção VII do Capíulo IV. 187

202 Regulameno Tarifário 2 - O operador da rede de ranspore em Porugal coninenal, relaivamene à acividade de Transpore de Energia Elécrica, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de proveios: a) Proveios decorrenes da aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore, por nível de ensão. b) Proveios provenienes da gesão de congesionamenos nas inerligações. c) Proveios decorrenes da acividade de Transpore de Energia Elécrica e que não resulam da aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore. 3 - O operador da rede de ranspore em Porugal coninenal deve enviar anualmene o valor da compensação enre operadores das redes de ranspore. Secção III Informação periódica a fornecer à ERSE pelo disribuidor em MT e AT Arigo 153.º Informação a fornecer à ERSE pelo disribuidor em MT e AT 1 - O disribuidor em MT e AT deve fornecer à ERSE as conas reguladas, elaboradas de acordo com o presene Regulameno e com as regras esabelecidas nas normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE, incluindo oda a informação que permia idenificar de forma clara os cusos, proveios, acivos, passivos e capiais próprios associados às acividades do operador da rede de disribuição em Porugal coninenal, bem como os resanes elemenos necessários à aplicação do presene Regulameno. 2 - O disribuidor em MT e AT deve enviar à ERSE, aé 1 de Maio de cada ano, as conas reguladas verificados no ano anerior (-2), incluindo balanço, demonsração de resulados e os invesimenos, por acividade, acompanhados de um relaório elaborado por uma empresa de audioria comprovando que as conas e as regras conabilísicas para efeios de regulação se enconram nos ermos do esabelecido no presene Regulameno e nas normas e meodologias complemenares. 3 - As conas reguladas a enviar à ERSE pelo disribuidor em MT e AT, aé 15 de Junho de cada ano, devem coner a seguine informação: a) Esimaiva do balanço, da demonsração de resulados e do orçameno de invesimenos, por acividade, para o ano em curso (-1). b) Valores previsionais do balanço, da demonsração de resulados e dos invesimenos, por acividade, para o ano seguine (). 188

203 Regulameno Tarifário 4 - A pormenorização da informação referida nos n. os 2 e 3 deve obedecer ao esabelecido no Arigo 57.º do ecreo-lei n.º 182/95, de 27 de Julho, com a redacção dada pelo ecreo-lei n.º 56/97, de 14 de Março, assim como às nas normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE. 5 - Os valores do balanço e da demonsração de resulados esimados para o ano seguine () são elaborados considerando que se manêm em vigor as arifas esabelecidas para o ano em curso (-1). 6 - O disribuidor em MT e AT deve enviar à ERSE, aé 1 de Maio de cada ano, o balanço de energia elécrica relaivo ao ano anerior (-2). 7 - O disribuidor em MT e AT deve enviar à ERSE, aé 15 de Junho de cada ano, os balanços de energia elécrica relaivos ao ano em curso (-1) e ao ano seguine (). 8 - O disribuidor em MT e AT, com visa à fixação anual das arifas, deve enviar à ERSE, aé 1 de Maio de cada ano, a seguine informação, suficienemene discriminada em energia aciva e reaciva, poência e número de clienes, verificada no ano anerior (-2): a) Enregas de energia elécrica a clienes. b) iagramas de carga ipo referidos no Arigo 124.º, Arigo 126.º, Arigo 129.º, Arigo 131.º e Arigo 132.º. 9 - O disribuidor em MT e AT, com visa à fixação anual das arifas, deve enviar à ERSE, aé 1 de Maio de cada ano, a seguine informação suficienemene discriminada por comercializador regulado em energia aciva e reaciva, poência e número de ponos de enrega, verificada no ano anerior (-2): a) Enregas de energia elécrica em MT aos comercializadores regulados que assegurem exclusivamene fornecimenos em BT. b) Enregas de energia elécrica aos operadores das redes de disribuição em BT, que não sejam, cumulaivamene, deenores de licença vinculada em MT e AT, não incluídas na alínea anerior, medidas nos ponos de enrega dos clienes Nos casos em que o comercializador regulado em BT ope por fornecimenos ao abrigo do n.º 6 do Arigo 17.º ou do n.º 2 do Arigo 19.º, o disribuidor em MT e AT deve enviar informação relaiva aos fornecimenos de cada comercializador regulado em BT, suficienemene discriminada em energia aciva e reaciva, poência e número de clienes, verificada no ano anerior (-2) As energias aciva e reaciva devem ser discriminadas por nível de ensão, por ipo de fornecimeno e por período arifário. 189

204 Regulameno Tarifário 12 - As poências devem ser discriminadas em poência conraada e poência em horas de pona, por nível de ensão e por ipo de fornecimeno O número de clienes deve ser discriminado para cada mês por ipo de cliene, por nível de ensão e ipo de fornecimeno Para as enregas de energia elécrica esabelecidas na alínea a) do n.º 8, deve ser enviada a disribuição dos clienes por inervalos das poências referidas no n.º 10 e dos consumos de energia elécrica O disribuidor em MT e AT deve enviar à ERSE, aé ao final do primeiro mês de cada período rimesral, o balanço de energia elécrica relaivo ao período rimesral anerior O disribuidor em MT e AT deve apresenar à ERSE aé 15 de Junho um Plano de invesimenos em sisemas de gesão do processo de mudança de fornecedor, devidamene jusificado, que garana o adequado nível écnico de operacionalização do mercado e a liberdade e facilidade de acuação dos vários agenes, bem como a eficiência na uilização dos recursos, permiindo a efeciva repercussão dos desejados ganhos globais de eficiência no secor nos preços de elecricidade O plano de invesimeno deve ser desagregado por nível de ensão e ipo de fornecimeno a fim de se proceder à correca impuação desses cusos aos diversos clienes O disribuidor em MT e AT deve enviar à ERSE, aé ao dia 1 de Maio de cada ano, um relaório de execução do plano previso no número anerior, no qual são descrias as acções execuadas e os cusos incorridos O disribuidor em MT e AT deve enviar à ERSE, aé ao dia 1 de Maio de cada ano, um relaório de execução da implemenação do Plano de Apoio à Reesruuração, incluindo um mapa dealhe dos cusos incorridos em cada ano. eve ainda enviar uma acualização dos cusos eviados (benefícios) e dos cusos incorridos dealhados por ano de liberação, acividade e nível de ensão, devendo o relaório de execução permiir uma análise emporal desde a daa de início dos seus efeios, enre benefícios líquidos para o disribuidor e benefícios líquidos para os consumidores, bem como permiir uma avaliação dinâmica do PAR Enquano as funções de comercializador regulado e de úlimo recurso forem asseguradas pela EP isribuição - Energia, S.A., conforme esabelecido no n.º 7 do arigo 14.º do ecreo-lei n.º 185/2003, de 20 de Agoso, o relaório de execução acima referido e o mencionado no n.º 20 -do Arigo 157.º pode ser único, inegrando, assim, os cusos e proveios do PAR relaivos ao comercializador regulado. 190

205 Regulameno Tarifário 21 - O disribuidor em MT e AT, endo em aenção os valores das variáveis relevanes para o cálculo dos cusos incremenais definidos pela ERSE, deve enviar à ERSE aé 15 de Junho de cada ano, os valores relaivos aos cusos incremenais de disribuição de energia elécrica esabelecidos no Capíulo V, devendo a informação referida ser suficienemene dealhada de modo a possibiliar a repercussão da esruura dos cusos marginais na esruura das arifas Para efeios de definição dos diagramas de carga ipo referidos na alínea c) do n.º 8, o disribuidor em MT e AT deve enviar à ERSE a seguine informação: a) Consumos horários por opção arifária e nível de ensão dos fornecimenos a clienes de MAT, AT e MT com eleconagem, que permaneceram ligados durane doze meses. b) Consumos horários de amosras represenaivas por opção arifária dos fornecimenos a clienes de BTN com conagem simples, bi-horária e ri-horária. c) Consumos horários de amosras represenaivas por opção arifária dos fornecimenos a clienes de BTE Nos ermos do número anerior, o disribuidor em MT e AT deve enviar à ERSE, para aprovação, aé ao dia 30 de Junho de cada ano, uma proposa que deve incluir, designadamene: a) Caracerização e acualização das amosras por ipo de ciclo de conagem. b) Caracerização de equipamenos de medição a insalar. c) Prazo de insalação de equipamenos de medição Para efeios de aceiação dos cusos relacionados com a promoção da qualidade do ambiene, o disribuidor em MT e AT deve apresenar à ERSE, aé 1 de Março do ano anerior ao início do período de regulação, um Plano de Promoção do esempenho Ambienal de acordo com o previso na Secção VII do Capíulo IV. Arigo 154.º Reparição de cusos e proveios na acividade de Compra e Venda do Acesso à Rede de Transpore 1 - O disribuidor em MT e AT, relaivamene à acividade de Compra e Venda do Acesso à Rede de Transpore, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de cusos: a) Cusos relacionados com a gesão global do sisema impuáveis às enregas a clienes. b) Cusos relacionados com o uso da rede de ranspore impuáveis às enregas a cliene. 2 - O disribuidor em MT e AT, relaivamene à acividade de Compra e Venda do Acesso à Rede de Transpore, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de proveios: 191

206 Regulameno Tarifário a) Proveios decorrenes da aplicação da arifa de Uso Global do Sisema, por nível de ensão. b) Proveios decorrenes da aplicação da arifa de Uso da Rede de Transpore, por nível de ensão. Arigo 155.º Reparição de cusos e proveios na acividade de isribuição de Energia Elécrica 1 - O disribuidor em MT e AT, relaivamene à acividade de isribuição de Energia Elécrica, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de cusos: a) Cusos de operação e manuenção, por nível de ensão. b) Encargos legais: i) Rendas e ouros encargos relacionados com o regime de concessão, nomeadamene, axas de exploração. ii) Ouros encargos legais, designadamene, encargos relacionados com o regime de licenças vinculadas. c) Cusos de capial relacionados com os acivos da disribuição, por nível de ensão: i) Amorizações da rede de disribuição e ouro equipameno relacionado com a rede de disribuição. ii) Encargos financeiros impuados à exploração da acividade de isribuição de Energia Elécrica. d) Cusos incorridos com a promoção do desempenho ambienal, conforme o relaório de execução do Plano de Promoção do esempenho Ambienal de acordo com o previso no Secção VII do Capíulo IV. e) Ouros cusos do exercício, reparidos por nível de ensão, com a desagregação que permia idenificar os vários ipos de cusos. 2 - O disribuidor em MT e AT, relaivamene à acividade de isribuição de Energia Elécrica, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de proveios: a) Proveios decorrenes da aplicação da arifa de Uso da Rede de isribuição nas enregas a clienes, individualizando as enregas a comercializadores regulados. b) Proveios da acividade de isribuição de Energia Elécrica que não resulam da aplicação da arifa de Uso da Rede de isribuição c) Proveios exraordinários relaivos a amorizações do imobilizado comparicipado. 192

207 Regulameno Tarifário 3 - O disribuidor em MT e AT, deve apresenar para cada ano informação complemenar, designadamene: a) A informação necessária para deerminação e valorização das perdas, de acordo com o previso na Secção VIII do Capíulo IV. b) A informação necessária para deerminação do valor da energia não disribuída (EN), de acordo com o previso na Secção IX do Capíulo IV. Arigo 156.º Reparição de cusos e proveios na acividade de Comercialização de Redes 1 - O disribuidor em MT e AT, relaivamene à acividade de Comercialização de Redes, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de cusos: a) Cusos da esruura comercial, por ipo de cliene final, afecos à acividade de Comercialização de Redes, desagregados da seguine forma: i) Cusos de conraação, de leiura, de raameno e de disponibilização de dados. ii) Cusos de facuração e de cobrança. iii) Cusos relacionados com a assisência comercial, nomeadamene, o aendimeno elefónico e presencial. iv) Cusos relacionados com a gesão do processo de mudança de fornecedor. b) Cusos de capial: i) Amorizações, incluindo as amorizações do equipameno de medida, por ipo de cliene final. ii) iii) Variação das provisões para cobrança duvidosa. Encargos financeiros. c) Ouros cusos do exercício, reparidos por ipo de cliene final, com a desagregação que permia idenificar os vários ipos de cusos. 2 - O disribuidor em MT e AT, relaivamene à acividade de Comercialização de Redes, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de proveios: a) Proveios resulanes da presação de serviços regulados, nomeadamene, leiuras exraordinárias e inerrupção e resabelecimeno do fornecimeno de energia elécrica por faco impuável ao cliene. b) Proveios decorrenes da aplicação da arifa de Comercialização de Redes nas enregas, individualizando as enregas a comercializadores regulados. 193

208 Regulameno Tarifário c) Proveios no âmbio da acividade de Comercialização de Redes e que não resulam nem da aplicação das arifas de Uso da Rede de isribuição nem da presação de serviços regulados. Secção IV Informação periódica a fornecer à ERSE pelo comercializador regulado Arigo 157.º Informação a fornecer à ERSE pelo comercializador regulado 1 - O comercializador regulado deve fornecer à ERSE as conas reguladas, elaboradas de acordo com o presene Regulameno e com as regras esabelecidas nas normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE, incluindo oda a informação que permia idenificar de forma clara os cusos, proveios e acivo fixo associados às várias acividades, bem como os resanes elemenos necessários à aplicação do presene Regulameno. 2 - O comercializador regulado deve enviar à ERSE, aé 1 de Maio de cada ano, as conas reguladas verificadas no ano anerior (-2), incluindo balanço, demonsração de resulados e os invesimenos acompanhados de um relaório elaborado por uma empresa de audioria comprovando que as conas e as regras conabilísicas para efeios de regulação se enconram nos ermos do esabelecido no presene Regulameno e nas normas e meodologias complemenares. 3 - O comercializador regulado apenas deve reparir as demonsrações de resulados e os invesimenos por acividade e nível de ensão. 4 - As conas reguladas a enviar à ERSE pelo comercializador regulado, aé 15 de Junho de cada ano, devem coner a seguine informação: a) Esimaiva do balanço, da demonsração de resulados e do orçameno de invesimenos, para o ano em curso (-1). b) Valores previsionais do balanço, da demonsração de resulados e dos invesimenos, para o ano seguine (). c) As demonsrações de resulados e os orçamenos dos invesimenos devem ser enviados por acividade e nível de ensão. 5 - Os valores do balanço e da demonsração de resulados esimados para o ano seguine () são elaborados considerando que se manêm em vigor as arifas esabelecidas para o ano em curso (-1). 194

209 Regulameno Tarifário 6 - O comercializador regulado deve enviar à ERSE, aé 1 de Maio de cada ano, o balanço de energia elécrica relaivo ao ano anerior (-2). 7 - O comercializador regulado deve enviar à ERSE, aé 15 de Junho de cada ano, os balanços de energia elécrica relaivos ao ano em curso (-1) e ao ano seguine (). 8 - O comercializador regulado, com visa à fixação anual das arifas, deve enviar à ERSE, aé 1 de Maio de cada ano, a informação relaiva aos fornecimenos de energia elécrica a clienes, suficienemene discriminada em energia aciva e reaciva, poência e número de clienes, verificada no ano anerior (-2). 9 - O comercializador regulado, com visa à fixação anual das arifas, deve enviar à ERSE, aé 1 de Maio de cada ano, a informação relaiva aos fornecimenos de energia elécrica em MT aos comercializadores regulados que assegurem exclusivamene fornecimenos em BT, suficienemene discriminada por comercializador regulado em energia aciva e reaciva, poência e número de clienes, verificada no ano anerior (-2) No caso dos fornecimenos ao abrigo do n.º 2 do Arigo 19.º, o comercializador regulado, para além da informação referida no número anerior, deve enviar informação relaiva aos fornecimenos de energia elécrica aos clienes dos comercializadores regulados que assegurem exclusivamene fornecimenos em BT, suficienemene discriminada em energia aciva e reaciva, poência e número de ponos de enrega, verificada no ano anerior (-2) As energias aciva e reaciva devem ser discriminadas por nível de ensão, por ipo de fornecimeno e por período arifário As poências devem ser discriminadas em poência conraada e poência em horas de pona, por nível de ensão e por ipo de fornecimeno O número de clienes deve ser discriminado para cada mês por ipo de cliene, por nível de ensão e ipo de fornecimeno Para os fornecimenos de energia elécrica do comercializador regulado deve ser enviada a disribuição dos clienes por inervalos das poências referidas no n.º 10 e dos consumos de energia elécrica O comercializador regulado deve enviar à ERSE, aé ao final do primeiro mês de cada período rimesral, o balanço de energia elécrica relaivo ao período rimesral anerior O comercializador regulado, com visa à fixação anual das arifas, deve enviar à ERSE, aé 1 de Maio de cada ano, a seguine informação, verificada no ano anerior (-2): a) Quanidades de energia elécrica adquiridas aravés de conraos bilaerais. 195

210 Regulameno Tarifário b) Quanidades de energia elécrica adquiridas nos mercados organizados O comercializador regulado, endo em aenção os valores das variáveis relevanes para o cálculo dos preços marginais definidos pela ERSE deve enviar, aé 15 de Junho de cada ano, os valores relaivos aos preços marginais de aquisição de energia elécrica esabelecidos no Capíulo V, devendo a informação referida ser suficienemene dealhada de modo a possibiliar a repercussão da esruura dos cusos marginais na esruura das arifas reguladas O comercializador regulado deve enviar à ERSE, aé ao dia 1 de Maio de cada ano, o monane recuperado de dívidas aneriores a 1999 para as quais inha sido consiuída provisão, por nível de ensão e acividade Os efeios do mecanismo de limiação dos acréscimos de preços em BT, esabelecido na Secção XI do Capíulo IV, devem ser claramene evidenciados, designadamene no que se refere aos proveios de vendas a clienes finais em BT O comercializador regulado deve enviar à ERSE, aé ao dia 1 de Maio de cada ano, um relaório de execução da implemenação do Plano de Apoio à Reesruuração, incluindo um mapa dealhe dos cusos incorridos em cada ano. eve ainda enviar uma acualização dos cusos eviados (benefícios) e dos cusos incorridos dealhados por ano de liberação e nível de ensão, devendo o relaório de execução permiir uma análise emporal desde a daa de início dos seus efeios, enre benefícios líquidos para o comercializador regulado e benefícios líquidos para os consumidores, bem como permiir uma avaliação dinâmica do PAR Enquano as funções de comercializador regulado e de úlimo recurso forem asseguradas pela EP isribuição - Energia, S.A., conforme esabelecido no n.º 7 do arigo 14.º do ecreo-lei n.º 185/2003, de 20 de Agoso, o relaório de execução acima referido poderá não ser elaborado separadamene do relaório mencionado no n.º 19 -do Arigo 153.º, devendo os cusos e proveios do PAR relaivos ao comercializador regulado inegrar esse relaório. Arigo 158.º Reparição de cusos e proveios na acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica do comercializador regulado 1 - O comercializador regulado, relaivamene à acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de cusos: a) Cusos com a aquisição de energia elécrica aravés de conraos bilaerais. b) Cusos de aquisição de energia elécrica nos mercados organizados. c) Cusos de funcionameno relacionados com a acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica, designadamene cusos com pessoal e fornecimenos e serviços exernos. 196

211 Regulameno Tarifário 2 - O comercializador regulado, relaivamene à acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de proveios: a) Proveios decorrenes da aplicação da arifa de Energia aos clienes finais de acordo com as diferenes opções arifária. b) Proveios decorrenes da aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais de acordo com as diferenes opções arifárias. c) Ouros proveios no âmbio da acividade de Compra e Venda de Energia Elécrica do comercializador regulado e que não resulem nem da aplicação das arifas de Energia, nem da aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais Arigo 159.º Reparição de cusos e proveios na acividade de Compra e Venda do Acesso às Redes de Transpore e isribuição 1 - O comercializador regulado, relaivamene à acividade de Compra e Venda do Acesso às Redes de Transpore e isribuição, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de cusos: a) Cusos relacionados com a gesão global do sisema no âmbio da acividade de Compra e Venda do Acesso à Rede de Transpore impuáveis aos fornecimenos a clienes do comercializador regulado. b) Cusos relacionados com o uso da rede de ranspore no âmbio da acividade de Compra e Venda do Acesso à Rede de Transpore impuáveis aos fornecimenos a clienes do comercializador regulado. c) Cusos relacionados com o uso da rede de disribuição do disribuidor em MT e AT no âmbio da acividade de isribuição de Energia Elécrica impuáveis aos fornecimenos a clienes do comercializador regulado. d) Cusos relacionados com a comercialização de redes do disribuidor em MT e AT no âmbio da acividade de Comercialização de Redes impuáveis aos fornecimenos a clienes do comercializador regulado. 2 - O comercializador regulado, relaivamene à acividade de Compra e Venda do Acesso às Redes de Transpore e isribuição, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de proveios: a) Proveios decorrenes da aplicação da arifa de Uso Global do Sisema, por nível de ensão. b) Proveios decorrenes da aplicação da arifa de Uso da Rede de Transpore, por nível de ensão. 197

212 Regulameno Tarifário c) Proveios decorrenes da aplicação das arifas de Uso da Rede de isribuição, por nível de ensão. d) Proveios decorrenes da aplicação das arifas de Comercialização de Redes, por nível de ensão. Arigo 160.º Reparição de cusos e proveios na acividade de Comercialização 1 - O comercializador regulado, relaivamene à acividade de Comercialização, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de cusos: a) Cusos da esruura comercial, por ipo de cliene final, afecos a esa acividade, desagregados da seguine forma: i) Cusos de conraação, de leiura, de raameno e de disponibilização de dados. ii) Cusos de facuração e de cobrança. iii) Cusos relacionados com a assisência comercial, nomeadamene, o aendimeno elefónico e presencial. b) Cusos de capial: i) Amorizações. ii) iii) Variação das provisões para cobrança duvidosa. Encargos financeiros. c) Ouros cusos do exercício, reparidos por ipo de cliene final, com a desagregação que permia idenificar os vários ipos de cusos. 2 - O comercializador regulado, relaivamene à acividade de Comercialização, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de proveios: a) Proveios decorrenes da aplicação da arifa de Comercialização, por nível de ensão e opção arifária. b) Proveios resulanes da presação de serviços regulados, designadamene o pagameno da quania mínima nos casos de mora. c) Proveios no âmbio da acividade de Comercialização e que não resulam nem da aplicação da arifa de Comercialização nem da presação de serviços regulados. 198

213 Regulameno Tarifário Secção V Informação periódica a fornecer à ERSE pela concessionária do ranspore e disribuição da RAA Arigo 161.º Informação a fornecer à ERSE pela concessionária do ranspore e disribuição da RAA 1 - A concessionária do ranspore e disribuição da RAA deve apresenar à ERSE as conas reguladas elaboradas de acordo com o presene Regulameno e com as regras esabelecidas nas normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE, incluindo oda a informação que permia idenificar, de forma clara, os cusos, proveios, acivos, passivos e capiais próprios associados às várias acividades, bem como os resanes elemenos necessários à aplicação do presene Regulameno. 2 - A concessionária do ranspore e disribuição da RAA deve enviar à ERSE, aé 1 de Maio de cada ano, as conas reguladas verificadas no ano anerior (-2), incluindo balanço, demonsração de resulados e os invesimenos, por acividade, acompanhados por um relaório elaborado por uma empresa de audioria comprovando que as conas e as regras conabilísicas para efeios de regulação observam o esabelecido no presene Regulameno e nas normas e meodologias complemenares. 3 - As conas reguladas a enviar à ERSE pela concessionária do ranspore e disribuição da RAA, aé 15 de Junho de cada ano, devem coner a seguine informação: a) Esimaiva do balanço, da demonsração de resulados e do orçameno de invesimenos, por acividade, para o ano em curso (-1). b) Valores previsionais do balanço, da demonsração e dos invesimenos, por acividade, para o ano seguine (). 4 - A pormenorização da informação referida nos n. os 2 e 3 deve obedecer às normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE. 5 - Os valores do balanço e da demonsração de esimados para o ano seguine () são elaborados considerando que se manêm em vigor as arifas esabelecidas para o ano em curso (-1). 6 - Os invesimenos referidos nos n. os 2 e 3, para além dos valores em euros, devem ser acompanhados por uma caracerização física das obras, com indicação das daas de enrada em exploração. 199

214 Regulameno Tarifário 7 - A concessionária do ranspore e disribuição da RAA deve enviar à ERSE, aé 1 de Maio de cada ano, o balanço de energia elécrica relaivo ao ano anerior (-2). 8 - A concessionária do ranspore e disribuição da RAA deve enviar à ERSE, aé 15 de Junho de cada ano, os balanços de energia elécrica relaivos ao ano em curso (-1) e ao ano seguine (). 9 - O balanço de energia elécrica verificado no ano anerior (-2) referido no n.º 7 e com visa à fixação anual de arifas, deve coner a seguine informação, suficienemene discriminada em energia aciva por período arifário, poência omada, poência conraada, poência a facurar, poência em horas de pona, energia reaciva recebida e fornecida, por nível de ensão: a) Quanidades de energia elécrica adquiridas a produores vinculados. b) Quanidades de energia elécrica adquiridas a produores não vinculados. c) Enregas e fornecimenos de energia elécrica aos clienes As energias aciva e reaciva referidas nas alíneas c) do n.º 9 devem ser discriminadas por nível de ensão, por opção arifária e por período arifário As poências referidas na alínea c) do n.º 9 devem ser discriminadas, por rimesre, em poência omada, poência conraada, poência a facurar e poência em horas de pona, por nível de ensão e por opção arifária Para os fornecimenos de energia elécrica a clienes finais referidos na alínea c) do n.º 9, deve ser enviado o número de clienes discriminado, para cada mês, por ipo de cliene, por nível de ensão, por opção arifária e por escalão de poência na BTN Para os fornecimenos de energia elécrica a clienes finais esabelecidos na alínea c) do n.º 9, deve ser enviada a disribuição dos clienes por inervalos das poências referidas no n.º 11 e dos consumos de energia elécrica Para efeios de aceiação de cusos relacionados com a promoção da qualidade do ambiene, a concessionária do ranspore e disribuição da RAA deve apresenar à ERSE, aé 1 de Março do ano anerior ao início do período de regulação, um Plano de Promoção de esempenho Ambienal, de acordo com o previso na Secção VII do Capíulo IV No ano anerior ao início de um novo período de regulação, para além da informação referene ao ano seguine (), deve ser enviada informação para cada um dos anos do novo período de regulação. 200

215 Regulameno Tarifário Arigo 162.º Reparição de cusos e proveios da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAA 1 - A concessionária do ranspore e disribuição da RAA, relaivamene à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de cusos: a) Cusos mensais, fixos e variáveis, de aquisição de energia elécrica a produores vinculados ao sisema público da RAA, por cenral. b) Cuso uniário dos diferenes combusíveis que misurados, ou não, são consumidos, iso é, o fuelóleo 380 e o gasóleo; cuso uniário do ranspore dos combusíveis da ilha da primeira descarga aé à ilha de consumo; cusos uniários de armazenameno. c) Cusos de aquisição de energia elécrica a produores não vinculados ao sisema público da RAA discriminados endo em cona as regras de relacionameno comercial consanes no arigo 4.º do ecreo Legislaivo regional n.º 26/96/A, de 24 de Seembro, mencionando as quanidades adquiridas e respecivo preço de aquisição. d) Ouros cusos associados à acividade de aquisição de energia elécrica. e) Cusos associados à gesão écnica global do sisema. 2 - Os cusos referidos nas alíneas e) e f) do número anerior devem ser discriminados de forma a evidenciar as seguines rubricas: a) Amorizações relaivas ao imobilizado aceie para regulação. b) Ouros cusos do exercício afecos a cada acividade com a desagregação que permia idenificar os vários ipos de cusos. 3 - A concessionária do ranspore e disribuição da RAA deve apresenar a seguine informação complemenar: a) Cusos com o Uso da Rede de isribuição. b) Cusos de Comercialização. c) Ajusameno resulane da convergência para arifas adiivas. 4 - A concessionária do ranspore e disribuição da RAA, relaivamene à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de proveios: a) Proveios recuperados por aplicação das arifas Uso Global do Sisema e Uso da Rede de Transpore às enregas da enidade concessionária do ranspore e disribuição da RAA e 201

216 Regulameno Tarifário da arifa de Energia aos fornecimenos a clienes finais da enidade concessionária do ranspore e disribuição da RAA. b) Proveios decorrenes da aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais da RAA. c) Ouros proveios, designadamene os decorrenes dos conraos de garania de abasecimeno. Arigo 163.º Reparição de cusos e proveios da acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAA 1 - A concessionária do ranspore e disribuição da RAA, relaivamene à acividade de isribuição de Energia Elécrica deve apresenar para cada ano a seguine reparição de cusos: a) Amorizações relaivas ao imobilizado aceie para regulação. b) Ouros cusos do exercício afecos a cada função com a desagregação que permia idenificar os vários ipos de cusos. c) Cusos incorridos com a promoção do desempenho ambienal, conforme relaório de execução do Plano de Promoção de esempenho Ambienal, de acordo com o previso na Secção VII do Capíulo IV. 2 - A concessionária do ranspore e disribuição da RAA, relaivamene à acividade de isribuição de Energia Elécrica, deve apresenar para cada ano informação complemenar, designadamene: a) Proveios recuperados por aplicação às enregas a clienes da concessionária do ranspore e disribuição da RAA das arifas de Uso da Rede de isribuição, por nível de ensão. b) Compensação paga pela enidade concessionária da RNT em -2, relaiva ao sobrecuso esimado da acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAA. c) Ouros proveios no âmbio da acividade de isribuição de Energia Elécrica e que não resulam da aplicação das arifas de Uso da Rede de isribuição. d) Proveios exraordinários relaivos a amorizações do imobilizado comparicipado, por nível de ensão. 202

217 Regulameno Tarifário Arigo 164.º Reparição de cusos e proveios da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAA 1 - A concessionária do ranspore e disribuição da RAA, relaivamene à acividade de Comercialização de Energia Elécrica, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de cusos: a) Cusos da esruura comercial, por ipo de cliene final, desagregados da seguine forma: i) Cusos comerciais relacionados com a aquisição de energia elécrica. ii) iii) Cusos de conraação, de leiura, de raameno e de disponibilização de dados. Cusos de facuração e de cobrança. iv) Cusos relacionados com a assisência comercial, nomeadamene, o aendimeno elefónico e presencial. b) Cusos de capial: i) Amorizações, incluindo as amorizações do equipameno de medida, por ipo de cliene final. ii) Variação das provisões para cobrança duvidosa. c) Ouros cusos do exercício, reparidos por ipo de cliene final, com a desagregação que permia idenificar os vários ipos de cusos. 2 - A concessionária do ranspore e disribuição da RAA, relaivamene à acividade de Comercialização de Energia Elécrica, deve apresenar para cada ano informação complemenar, designadamene: a) Proveios recuperados por aplicação às enregas da concessionária do ranspore e disribuição da RAA, das arifas de Comercialização de Redes, por nível de ensão j. b) Proveios recuperados por aplicação aos fornecimenos a clienes finais da concessionária do ranspore e disribuição da RAA, das arifas de Comercialização, por nível de ensão j. c) Compensação paga pela enidade concessionária da RNT em -2, relaiva ao sobrecuso esimado da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAA. d) Proveios exraordinários relaivos a amorizações do imobilizado comparicipado, por nível de ensão ou ipo de cliene. e) Ouros proveios no âmbio da acividade de Comercialização de Energia Elécrica e que não resulam da aplicação das arifas de Comercialização de Redes e de Comercialização. 203

218 Regulameno Tarifário Secção VI Informação periódica a fornecer à ERSE pela concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM Arigo 165.º Informação a fornecer à ERSE pela concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM 1 - A concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM deve apresenar à ERSE as conas reguladas elaboradas de acordo com o presene Regulameno e com as regras esabelecidas nas normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE, incluindo oda a informação que permia idenificar, de forma clara, os cusos, proveios, acivos, passivos e capiais próprios associados às várias acividades, bem como os resanes elemenos necessários à aplicação do presene Regulameno. 2 - A concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM deve enviar à ERSE, aé 1 de Maio de cada ano, as conas reguladas verificadas no ano anerior (-2), incluindo balanço, demonsração de resulados e os invesimenos, por acividade, acompanhados por um relaório elaborado por uma empresa de audioria comprovando que as conas e as regras conabilísicas para efeios de regulação observam o esabelecido no presene Regulameno e nas normas e meodologias complemenares. 3 - As conas reguladas a enviar à ERSE pela concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, aé 15 de Junho de cada ano, devem coner a seguine informação: a) Esimaiva do balanço, da demonsração de resulados e do orçameno de invesimenos, por acividade, para o ano em curso (-1). b) Valores previsionais do balanço, da demonsração e dos invesimenos, por acividade, para o ano seguine (). 4 - A pormenorização da informação referida nos n. os 2 e 3 deve obedecer às normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE. 5 - Os valores do balanço e da demonsração de esimados para o ano seguine () são elaborados considerando que se manêm em vigor as arifas esabelecidas para o ano em curso (-1). 6 - Os invesimenos referidos nos n. os 2 e 3, para além dos valores em euros, devem ser acompanhados por uma caracerização física das obras, com indicação das daas de enrada em exploração. 204

219 Regulameno Tarifário 7 - A concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM deve enviar à ERSE, aé 1 de Maio de cada ano, o balanço de energia elécrica relaivo ao ano anerior (-2). 8 - A concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM deve enviar à ERSE, aé 15 de Junho de cada ano, os balanços de energia elécrica relaivos ao ano em curso (-1) e ao ano seguine (). 9 - O balanço de energia elécrica verificado no ano anerior (-2) referido no n.º 7 e com visa à fixação anual de arifas, deve coner a seguine informação, suficienemene discriminada em energia aciva por período arifário, poência omada, poência conraada, poência a facurar, poência em horas de pona, energia reaciva recebida e fornecida, por nível de ensão: a) Quanidades de energia elécrica adquiridas a produores vinculados. b) Quanidades de energia elécrica adquiridas a produores não vinculados e a produores em regime especial. c) Enregas e fornecimenos de energia elécrica a clienes As energias aciva e reaciva referidas na alínea c) do n.º 9 devem ser discriminadas por nível de ensão, por opção arifária e por período arifário As poências referidas na alínea c) do n.º 9 devem ser discriminadas, por rimesre, em poência omada, poência conraada, poência a facurar e poência em horas de pona, por nível de ensão e por opção arifária Para os fornecimenos de energia elécrica a clienes finais referidos na alínea c) do n.º 9, deve ser enviado o número de clienes discriminado, para cada mês, por ipo de cliene, por nível de ensão, por opção arifária e por escalão de poência na BTN Para os fornecimenos de energia elécrica a clienes finais esabelecidos na alínea c) do n.º 9, deve ser enviada a disribuição dos clienes por inervalos das poências referidas no n.º 11 e dos consumos de energia elécrica Para efeios de aceiação de cusos relacionados com a promoção da qualidade do ambiene, a concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM deve apresenar à ERSE, aé 1 de Março do ano anerior ao início do período de regulação, um Plano de Promoção de esempenho Ambienal, de acordo com o previso na Secção VII do Capíulo IV No ano anerior ao início de um novo período de regulação, para além da informação referene ao ano seguine (), deve ser enviada informação para cada um dos anos do novo período de regulação. 205

220 Regulameno Tarifário Arigo 166.º Reparição de cusos e proveios da acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema da RAM 1 - A concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, relaivamene à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de cusos: a) Cusos mensais, fixos e variáveis, de aquisição de energia elécrica a produores vinculados do sisema público da RAM, por cenral. b) Cuso uniário de aquisição dos combusíveis; cuso uniário de ranspore dos combusíveis; cuso uniário de armazenameno dos combusíveis. c) Cusos de aquisição de energia elécrica a produores não vinculados e a produores em regime especial discriminados por ipo de cenrais mencionando as quanidades adquiridas e respecivo preço de aquisição. d) Ouros cusos associados à acividade de aquisição de energia. e) Cusos associados à gesão écnica global do sisema. 2 - Os cusos referidos nas alíneas e) e f) do número anerior devem ser discriminados de forma a evidenciar as seguines rubricas: a) Amorizações relaivas ao imobilizado aceie para regulação. b) Ouros cusos do exercício afecos a cada acividade com a desagregação que permia idenificar os vários ipos de cusos. 3 - A concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM deve apresenar a seguine informação complemenar: a) Cusos com o Uso da Rede de isribuição. b) Cusos de Comercialização. c) Ajusameno resulane da convergência para arifas adiivas. 4 - A concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, relaivamene à acividade de Aquisição de Energia Elécrica e Gesão do Sisema, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de proveios: a) Proveios recuperados por aplicação das arifas Uso Global do Sisema e Uso da Rede de Transpore às enregas da enidade concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM e da arifa de Energia aos fornecimenos a clienes finais da enidade concessionária do ranspore e disribuidor da RAM. 206

221 Regulameno Tarifário b) Proveios decorrenes da aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais. c) Ouros proveios, designadamene os decorrenes dos conraos de garania de abasecimeno. Arigo 167.º Reparição de cusos e proveios da acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAM 1 - A concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, relaivamene à acividade de isribuição de Energia Elécrica deve apresenar para cada ano a seguine reparição de cusos: a) Amorizações relaivas ao imobilizado aceie para regulação. b) Ouros cusos do exercício afecos a cada função com a desagregação que permia idenificar os vários ipos de cusos. c) Cusos incorridos com a promoção do desempenho ambienal, conforme relaório de execução do Plano de Promoção de esempenho Ambienal, de acordo com o previso na Secção VII do Capíulo IV. 2 - A concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, relaivamene à acividade de isribuição de Energia Elécrica, deve apresenar para cada ano informação complemenar, designadamene: a) Proveios recuperados por aplicação às enregas a clienes da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM das arifas de Uso da Rede de isribuição, por nível de ensão. b) Compensação paga pela enidade concessionária da RNT em -2, relaiva ao sobrecuso esimado da acividade de isribuição de Energia Elécrica da RAM. c) Ouros proveios no âmbio da acividade de isribuição de Energia Elécrica e que não resulam da aplicação das arifas de Uso da Rede de isribuição. d) Proveios exraordinários relaivos a amorizações do imobilizado comparicipado, por nível de ensão. 207

222 Regulameno Tarifário Arigo 168.º Reparição de cusos e proveios da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAM 1 - A concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, relaivamene à acividade de Comercialização de Energia Elécrica, deve apresenar para cada ano a seguine reparição de cusos: a) Cusos da esruura comercial, por ipo de cliene final, desagregados da seguine forma: i) Cusos comerciais relacionados com a aquisição de energia elécrica. ii) iii) Cusos de conraação, de leiura, de raameno e de disponibilização de dados. Cusos de facuração e de cobrança. iv) Cusos relacionados com a assisência comercial, nomeadamene, o aendimeno elefónico e presencial. b) Cusos de capial: i) Amorizações, incluindo as amorizações do equipameno de medida, por ipo de cliene final. ii) Variação das provisões para cobrança duvidosa. c) Ouros cusos do exercício, reparidos por ipo de cliene final, com a desagregação que permia idenificar os vários ipos de cusos. 2 - A concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, relaivamene à acividade de Comercialização de Energia Elécrica, deve apresenar para cada ano informação complemenar, designadamene: a) Proveios recuperados por aplicação às enregas da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, das arifas de Comercialização de Redes, por nível de ensão. b) Proveios recuperados por aplicação aos fornecimenos a clienes finais da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, das arifas de Comercialização, por nível de ensão. c) Compensação paga pela enidade concessionária da RNT em -2, relaiva ao sobrecuso esimado da acividade de Comercialização de Energia Elécrica da RAM. d) Proveios exraordinários relaivos a amorizações do imobilizado comparicipado, por nível de ensão ou ipo de cliene. e) Ouros proveios no âmbio da acividade de Comercialização de Energia Elécrica e que não resulam da aplicação das arifas de Comercialização de Redes e de Comercialização. 208

223 Regulameno Tarifário Secção VII Fixação das Tarifas Arigo 169.º Balanço de energia elécrica Os balanços previsionais de energia elécrica são sujeios à apreciação da ERSE. Arigo 170.º Acivos fixos a remunerar da enidade concessionária da RNT A ERSE, com visa à definição dos acivos fixos a remunerar, nos ermos do esabelecido na Secção I e na Secção II do Capíulo IV procede a uma análise da informação recebida da enidade concessionária da RNT, designadamene a relaiva aos invesimenos verificados no ano anerior (-2), aos invesimenos esimados para o ano em curso (-1) e aos invesimenos previsos para o ano seguine (). Arigo 171.º Cusos e proveios da enidade concessionária da RNT 1 - A ERSE, com visa à definição dos cusos e proveios aceies para efeios de regulação, procede a uma análise da informação recebida da enidade concessionária da RNT, nos ermos da Secção II do presene Capíulo. 2 - A apreciação referida no número anerior conduz a uma definição dos cusos e proveios a considerar para efeios de regulação. Arigo 172.º Cusos e proveios do disribuidor em MT e AT 1 - A ERSE, com visa à definição dos cusos e proveios relevanes para efeios de regulação, procede a uma análise da informação recebida do disribuidor em MT e AT, nos ermos da Secção III do presene Capíulo. 2 - A apreciação referida no número anerior conduz a uma definição dos cusos e proveios a considerar para efeios de regulação. 209

224 Regulameno Tarifário Arigo 173.º Cusos e proveios do comercializador regulado 1 - A ERSE, com visa à definição dos cusos e proveios relevanes para efeios de regulação, procede a uma análise da informação recebida do comercializador regulado, nos ermos da Secção IV do presene Capíulo. 2 - A apreciação referida no número anerior conduz a uma definição dos cusos e proveios a considerar para efeios de regulação. Arigo 174.º Cusos e proveios da concessionária do ranspore e disribuição da RAA 1 - A ERSE, com visa à definição dos cusos e proveios relevanes para efeios de regulação, procede a uma análise da informação recebida pela concessionária do ranspore e disribuição da RAA, nos ermos da Secção V do presene Capíulo. 2 - A apreciação referida no número anerior conduz a uma definição dos cusos e proveios a considerar para efeios de regulação. Arigo 175.º Cusos e proveios da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM 1 - A ERSE, com visa à definição dos cusos e proveios relevanes para efeios de regulação, procede a uma análise da informação recebida da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, nos ermos da Secção VI do presene Capíulo. 2 - A apreciação referida no número anerior conduz a uma definição dos cusos e proveios a considerar para efeios de regulação. Arigo 176.º Fixação das arifas 1 - A ERSE esabelece o valor dos proveios permiidos para cada uma das acividades da enidade concessionária da RNT, do disribuidor em MT e AT, do comercializador regulado, da concessionária do ranspore e disribuição da RAA e da concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, aé 15 de Ouubro de cada ano. 2 - A ERSE elabora proposa de arifas reguladas para o ano seguine, aé 15 de Ouubro de cada ano. 210

225 Regulameno Tarifário 3 - A ERSE envia a proposa à Auoridade da Concorrência, nos ermos do esabelecido no n.º 3 do Arigo 4.º do ecreo-lei n.º 187/95, de 27 de Julho, com a redacção dada pelo ecreo-lei n.º 44/97, de 20 de Fevereiro e aos serviços compeenes das Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira nos ermos esabelecidos no n.º 3 do arigo 4.º do ecreo-lei n.º 69/2002, de 25 de Março. 4 - A ERSE envia a proposa ao Conselho Tarifário, para efeios de emissão do parecer previso no n.º 1 do arigo 48.º dos Esauos da ERSE, anexos ao ecreo-lei n.º 97/2002, de 12 de Abril. 5 - A proposa referida no n.º 2 é, igualmene, enviada à enidade concessionária da RNT, ao disribuidor em MT e AT e ao comercializador regulado, bem como à concessionária do ranspore e disribuição da RAA e à concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM. 6 - O Conselho Tarifário emie o parecer sobre a proposa arifária aé 15 de Novembro. 7 - A ERSE, endo em aenção os evenuais comenários e sugesões da Auoridade da Concorrência e dos serviços compeenes das Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira e o parecer do Conselho Tarifário, procede à aprovação do arifário para o ano seguine. 8 - A ERSE envia o arifário aprovado nos ermos do número anerior para a Imprensa Nacional, com visa à sua publicação aé 15 de ezembro, no iário da República, II Série, bem como nos jornais oficiais das Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira. 9 - A ERSE procede, igualmene, à divulgação do parecer do Conselho Tarifário, acompanhado de uma noa explicaiva das razões de evenual não consideração de proposas consanes do parecer, aravés da sua página na inerne A ERSE procede ambém à divulgação a odos os ineressados das arifas e preços aravés de brochuras, como indicado no n.º 3 do Arigo 4.º do ecreo-lei n.º 187/95, de 27 de Julho, com a nova redacção dada pelo ecreo-lei n.º 44/97, de 20 de Fevereiro Caso não se verifique a cessação simulânea de odos os CAE, a ERSE esabelece os valores dos ajuses rimesrais dos preços da energia aciva da arifa de Energia e das arifas de Venda a Clienes Finais, de acordo com o esabelecido no Arigo 126.º, no Arigo 135.º, no Arigo 139.º e no Arigo 143.º e procede à sua divulgação aé ao dia 15 do úlimo mês do rimesre, e à sua publicação no iário da República, II Série, bem como nos jornais oficiais das Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira. 211

226 Regulameno Tarifário Arigo 177.º Tarifas para o primeiro ano do novo período de regulação em Porugal coninenal 1 - A ERSE, com base na informação económico-financeira recebida nos ermos do Arigo 181.º, define os acivos da enidade concessionária da RNT a remunerar e os cusos relevanes para regulação para o primeiro ano do novo período de regulação. 2 - A ERSE, com base na informação económico-financeira recebida nos ermos do Arigo 181.º, define os cusos e proveios do disribuidor em MT e AT relevanes para a fixação das arifas, para o primeiro ano do novo período de regulação. 3 - A ERSE, com base na informação económico-financeira recebida nos ermos do Arigo 181.º, define os cusos e proveios do comercializador regulado relevanes para a fixação das arifas, para o primeiro ano do novo período de regulação. 4 - A apreciação da informação apresenada nos ermos dos números aneriores conduz a uma definição dos valores a adopar na fixação das arifas do primeiro ano do novo período de regulação () aé 15 de Ouubro. 5 - O disposo no arigo anerior é aplicável à fixação das arifas para o primeiro ano do novo período de regulação. 6 - Havendo moivos suficienes, a ERSE pode alerar as daas previsas nese arigo, sem prejuízo das daas esabelecidas no ecreo-lei n.º 187/95, de 27 de Julho. Secção VIII Fixação excepcional das arifas Arigo 178.º Início do processo 1 - A ERSE, em qualquer momeno, pode iniciar um processo de aleração das arifas, por sua iniciaiva ou na sequência de aceiação de pedido apresenado pela enidade concessionária da RNT, pelo disribuidor em MT e AT, pelo comercializador regulado, pela concessionária do ranspore e disribuição da RAA, pela concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM ou por associações de consumidores com represenaividade genérica dos ermos da Lei n.º 24/96, de 31 de Julho. 2 - O processo de aleração das arifas fora do período normal esabelecido na Secção II, na Secção III, na Secção IV e na Secção VII do presene Capíulo pode ocorrer se, nomeadamene, no decorrer de um deerminado ano o monane previso de proveios 212

227 Regulameno Tarifário resulanes da aplicação de uma ou mais arifas reguladas nesse ano se afasar significaivamene do monane que serviu de base ao esabelecimeno das referidas arifas, pondo em risco o equilíbrio económico-financeiro das empresas reguladas no curo prazo. 3 - As novas arifas são esabelecidas para o período que decorre aé ao fim do ano em curso. 4 - A ERSE dá conhecimeno da decisão de iniciar uma revisão excepcional das arifas à Auoridade da Concorrência, aos serviços compeenes das Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira, ao Conselho Tarifário, à enidade concessionária da RNT, ao disribuidor em MT e AT, ao comercializador regulado, à concessionária do ranspore e disribuição da RAA, à concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM e às associações de consumidores. Arigo 179.º Fixação das arifas 1 - A ERSE solicia à enidade concessionária da RNT, ao disribuidor em MT e AT, ao comercializador regulado, à concessionária do ranspore e disribuição da RAA e à concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM a informação que considera necessária ao esabelecimeno das novas arifas. 2 - A ERSE, com base na informação referida no número anerior, elabora proposa de novas arifas. 3 - A ERSE envia à Auoridade da Concorrência a proposa de novas arifas referida no número anerior, nos ermos do esabelecido no n.º 3 do Arigo 4.º do ecreo-lei n.º 187/95, de 27 de Julho, com a redacção dada pelo ecreo-lei n.º 44/97, de 20 de Fevereiro e aos serviços compeenes das Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira nos ermos esabelecidos no n.º 3 do Arigo 4.º do ecreo-lei n.º 69/2002, de 25 de Março. 4 - A ERSE envia ao Conselho Tarifário a proposa de novas arifas referida no n.º 2, para emissão do parecer previso no n.º 1 do Arigo 48.º dos Esauos da ERSE anexos ao ecreo-lei n.º 97/2002, de 12 de Abril. 5 - A proposa referida no n.º 2 é, igualmene, enviada à enidade concessionária da RNT, ao disribuidor em MT e AT e ao comercializador regulado, bem como à concessionária do ranspore e disribuição da RAA e à concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM. 6 - O Conselho Tarifário emie o parecer sobre a proposa arifária no prazo máximo de 30 dias conínuos após recepção da proposa. 213

228 Regulameno Tarifário 7 - A ERSE, endo em aenção os evenuais comenários e sugesões da Auoridade da Concorrência e dos serviços compeenes das Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira e o parecer do Conselho Tarifário, procede à aprovação final das novas arifas. 8 - A ERSE envia as arifas aprovadas nos ermos do número anerior para a Imprensa Nacional, com visa a publicação no iário da República, II Série, bem como nos jornais oficiais das Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira. 9 - A ERSE procede, igualmene, à divulgação do parecer do Conselho Tarifário, acompanhada de uma noa explicaiva das razões de evenual não consideração de proposas consanes do parecer. Secção IX Fixação dos parâmeros para novo período de regulação em Porugal coninenal Arigo 180.º Balanço de energia elécrica 1 - A enidade concessionária da RNT, o disribuidor em MT e AT e o comercializador regulado devem enviar à ERSE, aé 1 de Maio do ano anerior ao início de um novo período de regulação, o balanço de energia elécrica referene ao ano anerior (-2). 2 - A enidade concessionária da RNT, o disribuidor em MT e AT e o comercializador regulado devem enviar à ERSE, aé 15 de Junho do ano anerior ao início de um novo período de regulação, os balanços de energia elécrica referenes ao ano em curso (-1) e a cada um dos anos do período de regulação. 3 - Os balanços de energia elécrica apresenados por cada enidade devem referir-se apenas às acividades desenvolvidas pela respeciva enidade e devem coner oda a informação necessária para a aplicação do presene Regulameno. 4 - Os balanços previsionais de energia elécrica, apresenados de acordo com o previso nos arigos aneriores, são sujeios à apreciação da ERSE. Arigo 181.º Informação económico-financeira 1 - A enidade concessionária da RNT, o disribuidor em MT e AT e o comercializador regulado devem enviar à ERSE, aé 1 de Maio do ano anerior ao início de um novo período de regulação, as conas reguladas verificadas no ano anerior (-2), incluindo balanço, 214

229 Regulameno Tarifário demonsração de resulados e os invesimenos, por acividade, acompanhados por um relaório elaborado por uma empresa de audioria comprovando que as conas e as regras conabilísicas para efeios de regulação observam o esabelecido no presene Regulameno e nas normas e meodologias complemenares. 2 - A enidade concessionária da RNT, o disribuidor em MT e AT e o comercializador regulado enviam à ERSE, aé 15 de Junho do ano anerior ao início de um novo período de regulação, a seguine informação: a) Esimaiva do balanço, da demonsração de resulados, da demonsração de fluxos de caixa e do orçameno de invesimenos, por acividade, para o ano em curso (-1). b) Valores previsionais do balanço, da demonsração de resulados, da demonsração de fluxos de caixa e dos invesimenos, por acividade, para cada um dos anos do novo período de regulação. 3 - Os valores do balanço, da demonsração de resulados e da demonsração de fluxos de caixa esimados para o ano em curso (-1) e previsos para cada um dos anos do período de regulação são elaborados considerando que se manêm em vigor as arifas esabelecidas para o ano em curso (-1). 4 - Os invesimenos referidos nos n. os 1 e 2, para além dos valores em euros, são acompanhados por uma adequada caracerização física das obras, com indicação das daas de enrada em exploração das obras mais significaivas. Arigo 182.º Fixação dos valores dos parâmeros 1 - A ERSE, com base na informação disponível, designadamene a informação recebida nos ermos dos arigos aneriores, esabelece valores para os parâmeros referidos nos n. os 2 e 3 do Arigo 148.º. 2 - A ERSE envia à enidade concessionária da RNT, ao disribuidor em MT e AT e ao comercializador regulado, os valores dos parâmeros esabelecidos. 3 - A ERSE envia ao Conselho Tarifário os valores dos parâmeros, para efeios de emissão de parecer. 4 - O Conselho Tarifário emie parecer no prazo máximo de 30 dias conínuos. 5 - O parecer do Conselho Tarifário é ornado público pela ERSE. 6 - Havendo moivos suficienes, a ERSE pode alerar as daas previsas nese arigo. 215

230 Regulameno Tarifário Secção X Revisão excepcional dos parâmeros de um período de regulação em Porugal coninenal Arigo 183.º Início do processo 1 - A ERSE, em qualquer momeno, pode iniciar um processo de aleração dos parâmeros relaivos a um período de regulação em curso, por sua iniciaiva ou na sequência de aceiação de pedido apresenado pela enidade concessionária da RNT, ou pelo disribuidor em MT e AT, ou pelo comercializador regulado, ou pela concessionária do ranspore e disribuição da RAA, ou pela concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM. 2 - A ERSE dá conhecimeno da sua inenção de iniciar uma revisão excepcional dos parâmeros ao Conselho Tarifário, à enidade concessionária da RNT, ao disribuidor em MT e AT, ao comercializador regulado, à concessionária do ranspore e disribuição da RAA e à concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM, indicando as razões jusificaivas da iniciaiva. 3 - O Conselho Tarifário emie parecer sobre a proposa da ERSE, no prazo de 30 dias conínuos. 4 - A enidade concessionária da RNT, o disribuidor em MT e AT, o comercializador regulado, a concessionária do ranspore e disribuição da RAA e a concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM podem enviar à ERSE comenários à proposa referida no n.º 2, no prazo de 30 dias conínuos. 5 - A ERSE, com base nas resposas recebidas nos ermos dos arigos aneriores, decide se deve prosseguir o processo de revisão excepcional dos parâmeros. 6 - A ERSE dá conhecimeno da sua decisão ao Conselho Tarifário, à enidade concessionária da RNT, ao disribuidor em MT e AT, ao comercializador regulado, à concessionária do ranspore e disribuição da RAA, à concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM e às associações de consumidores com represenaividade genérica dos ermos da Lei n.º 24/96, de 31 de Julho. Arigo 184.º Fixação dos novos valores dos parâmeros 1 - No caso de a ERSE decidir prosseguir o processo de revisão, com visa ao esabelecimeno dos novos valores para os parâmeros, solicia a informação necessária à 216

231 Regulameno Tarifário enidade concessionária da RNT, ao disribuidor em MT e AT, ao comercializador regulado, à concessionária do ranspore e disribuição da RAA e à concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM. 2 - A ERSE, com base na informação disponível, esabelece os novos valores para os parâmeros. 3 - A ERSE envia os valores esabelecidos nos ermos do número anerior à enidade concessionária da RNT, ao disribuidor em MT e AT, ao comercializador regulado, à concessionária do ranspore e disribuição da RAA e à concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM. 4 - As enidades referidas no número anerior enviam, no prazo de 30 dias conínuos, comenários aos valores esabelecidos pela ERSE. 5 - A ERSE analisa os comenários recebidos, revendo evenualmene os valores esabelecidos, no prazo de 15 dias conínuos. 6 - A ERSE envia à enidade concessionária da RNT, ao disribuidor em MT e AT, ao comercializador regulado, à concessionária do ranspore e disribuição da RAA e à concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM os novos valores esabelecidos nos ermos do número anerior. 7 - A ERSE envia ao Conselho Tarifário os valores esabelecidos nos ermos do n.º 5, para efeios de emissão do parecer. 8 - O Conselho Tarifário emie parecer no prazo máximo de 30 dias conínuos. 9 - A ERSE esabelece os valores definiivos no prazo de 15 dias conínuos depois de receber o parecer do Conselho Tarifário, enviando-os à enidade concessionária da RNT, ao disribuidor em MT e AT, ao comercializador regulado, à concessionária do ranspore e disribuição da RAA e à concessionária do ranspore e disribuidor vinculado da RAM e às associações de consumidores com represenaividade genérica dos ermos da Lei n.º 24/96, de 31 de Julho O parecer do Conselho Tarifário é ornado público pela ERSE. 217

232 Regulameno Tarifário Secção XI Procedimenos decorrenes de aleração nas licenças de disribuição vinculada Arigo 185.º Início do processo 1 - O disposo na presene Secção aplica-se quando ocorrer uma das seguines siuações: a) A disribuição de energia elécrica em BT num dado concelho deixar de ser efecuada pelo disribuidor vinculado em MT e AT, levando à emissão de uma licença de disribuição vinculada em BT. b) A disribuição de energia elécrica em BT num dado concelho deixar de ser efecuada pelo disribuidor vinculado em BT, passando a ser efecuada pelo disribuidor vinculado em MT e AT. 2 - O disribuidor vinculado em MT e AT informa a ERSE da separação ou inegração da disribuição em BT no concelho em causa. 3 - A ERSE informa o Conselho Tarifário, a enidade concessionária da RNT e o disribuidor em MT e AT. Arigo 186.º efinição da solução a adopar 1 - A ERSE analisa o impace da aleração de licenças na siuação económico-financeira das empresas em causa, soliciando oda a informação necessária. 2 - A ERSE, face à análise referida no número anerior, decide qual a medida que considera mais adequada, podendo esa consisir, designadamene, na: a) efinição de uma arifa específica. b) Revisão do Regulameno Tarifário no senido de inroduzir um mecanismo de compensação enre disribuidores vinculados que enha em cona os diferenes cusos de disribuição, manendo a uniformidade arifária. c) Revisão do Regulameno Tarifário no senido de alerar as fórmulas que deerminam o monane de proveios a serem proporcionados pelas arifas. d) Revisão do Regulameno Tarifário no senido de inroduzir ouras medidas julgadas necessárias. 218

233 Regulameno Tarifário 3 - A ERSE informa o Conselho Tarifário das medidas que considera mais adequadas. 4 - O Conselho Tarifário emie parecer sobre as medidas proposas pela ERSE, no prazo de 30 dias conínuos. 5 - A ERSE decide quais as medidas a omar, endo em aenção o parecer do Conselho Tarifário. 6 - A ERSE orna público o parecer do Conselho Tarifário. Arigo 187.º Medidas sem aleração do Regulameno Tarifário 1 - No caso de opar pela definição de uma arifa específica, implicando a subsiuição das arifas referidas nos n. os 4 e 5 do Arigo 17.º e no Arigo 19.º, a ERSE procede à definição da respeciva arifa, soliciando a informação que considerar necessária. 2 - A ERSE dá conhecimeno da arifa esabelecida aos disribuidores vinculados envolvidos, soliciando evenuais comenários no prazo de 30 dias conínuos. 3 - A ERSE dá ambém conhecimeno da arifa ao Conselho Tarifário, soliciando parecer no prazo de 30 dias conínuos. 4 - A ERSE fixa a arifa definiiva, endo em aenção o parecer do Conselho Tarifário e os comenários recebidos. Secção XII ocumenos complemenares ao Regulameno Tarifário Arigo 188.º ocumenos Sem prejuízo de ouros documenos esabelecidos no presene Regulameno, são previsos os seguines documenos complemenares decorrenes das disposições dese Regulameno: a) Tarifas em vigor, a publicar nos ermos da lei, no iário da República, II Série e nos jornais oficiais das Regiões Auónomas dos Açores e da Madeira. b) Parâmeros esabelecidos para cada período de regulação. c) Normas e meodologias complemenares. 219

234 Regulameno Tarifário Arigo 189.º Elaboração e divulgação 1 - Sempre que a ERSE enender que se orna necessário elaborar um documeno expliciando regras ou meodologias necessárias para saisfação do deerminado no presene Regulameno, informa o Conselho Tarifário da sua inenção de proceder à respeciva publicação. 2 - A ERSE dá ambém conhecimeno às enidades afecadas, soliciando a sua colaboração. 3 - Os documenos referidos no número anerior são ornados públicos, nomeadamene aravés da página da ERSE na inerne. 220

235 Regulameno Tarifário Capíulo VII Garanias adminisraivas e reclamações Secção I Garanias adminisraivas Arigo 190.º Admissibilidade de peições, queixas e denúncias Sem prejuízo do recurso aos ribunais, as enidades ineressadas podem apresenar juno da ERSE quaisquer peições, queixas ou denúncias conra acções ou omissões das enidades reguladas que inervêm no SEN, que possam consiuir inobservância das regras previsas no presene Regulameno e não revisam naureza conraual. Arigo 191.º Forma e formalidades As peições, queixas ou denúncias, previsas no arigo anerior, são dirigidas por escrio à ERSE, devendo das mesmas consar obrigaoriamene os fundamenos de faco que as jusificam, bem como, sempre que possível, os meios de prova necessários à sua insrução. Arigo 192.º Insrução e decisão À insrução e decisão sobre as peições, queixas ou denúncias apresenadas aplicam-se as disposições consanes do Código do Procedimeno Adminisraivo. 221

236

237 Regulameno Tarifário Capíulo VIII isposições finais e ransiórias Secção I isposições ransiórias Arigo 193.º Ajusamenos ransiórios A parir da daa de enrada em funcionameno dos mercados organizados e da aplicação dos CMEC, aé à daa de publicação das arifas calculadas de acordo com o presene Regulameno, aplicam-se ajusamenos de forma a conciliar os valores recebidos pelos agenes durane ese período e os valores que seriam devidos pela aplicação das disposições do presene Regulameno. Arigo 194.º Ajusamenos rimesrais em MAT, AT e MT 1 - Os ajuses rimesrais dos encargos variáveis de aquisição de energia elécrica calculados ao abrigo dos n. os 2, 3 e 4 do arigo 75.º do anerior Regulameno Tarifário só se aplicam aé ao final de Os ajuses rimesrais dos encargos variáveis de aquisição de energia elécrica relaivos ao III e IV rimesres de 2005 serão repercuidos nas arifas calculadas ao abrigo do presene regulameno. Arigo 195.º Prazos no âmbio do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de energia elécrica Para o período regulaório vigoram os seguines prazos: a) A aprovação das regras a seguir na aprovação das medidas para a promoção da eficiência no consumo, nos ermos do Arigo 117.º, deve er lugar aé 30 de Março de b) A apresenação de candidauras, nos ermos do Arigo 118.º deve ocorrer aé 31 de Agoso de c) A aprovação das candidauras nos ermos nos ermos do Arigo 118.º deve ocorrer aé 15 de ezembro de

238 Regulameno Tarifário Arigo 196.º Cusos com o OMIP, S.A e com o OMI Clear, S.A. Os cusos com as sociedades OMIP, S.A. e OMI Clear, S.A. incorridos desde a daa de consiuição aé ao final de 2004, bem como os cusos esimados a incorrer aé final de 2005, ao abrigo do espacho n.º 4 673/2005, de 4 de Março, serão incluídos na parcela O C Pol, consane na expressão ( 10 ) do n.º 1 -do Arigo 74.º, na deerminação das arifas para Secção II isposições finais Arigo 197.º Pareceres inerpreaivos da ERSE 1 - As enidades que inegram os sisemas elécricos públicos podem soliciar à ERSE pareceres inerpreaivos sobre a aplicação do presene Regulameno. 2 - Os pareceres emiidos nos ermos do número anerior não êm carácer vinculaivo. 3 - As enidades que soliciarem os pareceres não esão obrigadas a seguir as orienações conidas nos mesmos, sendo al circunsância levada em consideração no julgameno das peições, queixas ou denúncias. 4 - O disposo no número anerior não prejudica a presação de informações referenes à aplicação do presene Regulameno às enidades ineressadas, designadamene aos consumidores. Arigo 198.º Norma remissiva Aos procedimenos adminisraivos previsos nese Regulameno e não especificamene regulados aplicam-se as disposições do Código de Procedimeno Adminisraivo. Arigo 199.º Fiscalização e aplicação do Regulameno 1 - A fiscalização e aplicação do cumprimeno do disposo no presene Regulameno é da compeência da ERSE. 224

239 Regulameno Tarifário 2 - No âmbio da fiscalização dese Regulameno, a ERSE goza das prerrogaivas que lhe são conferidas pelo ecreo-lei n.º 97/2002, de 12 de Abril, e esauos anexos ao mesmo diploma, e pelo ecreo-lei n.º 69/2002, de 25 de Março. Arigo 200.º Enrada em vigor 1 - As disposições do presene regulameno que não esejam relacionadas com a enrada em funcionameno dos mercados organizados e da aplicação dos Cusos de Manuenção do Equilíbrio Conraual (CMEC) por cessação dos CAE enram em vigor no dia seguine ao da daa de publicação dese regulameno. 2 - As resanes disposições enram em vigor com o início do funcionameno dos mercados organizados e da aplicação dos CMEC, nos ermos publiciados aravés de Aviso da ERSE. 3 - Enquano se maniverem inegralmene os CAE, a proposa das arifas, a submeer ao Conselho Tarifário, obedece às disposições do presene regulameno, com excepção das disposições relacionadas com os mercados organizados e com os CMEC. 4 - Na fixação das arifas nos ermos previsos no número anerior, a deerminação dos proveios relaivos à energia elécrica vendida pelo Comercializador Regulado aos seus consumidores será efecuada de acordo com as regras esabelecidas no Regulameno ora revogado. 5 - Quando enrarem em funcionameno os mercados organizados, a ERSE dará início ao procedimeno de revisão exraordinária das arifas em vigor. 225

240

241 Regulameno Tarifário ANEXO - isposições ransiórias Arigo 1.º Opções arifárias ransiórias na Região Auónoma dos Açores 1 - Em 2006, 2007 e 2008, coninuam a vigorar ransioriamene na Região Auónoma dos Açores as opções arifárias dependenes do uso indicadas no Quadro 1, respeiando a esruura geral definida na Secção VI do Capíulo III. 2 - Em BT a Tarifa Ouros Consumidores é aplicável a consumidores que não sejam organismos e que não esejam incluídos nas acividades das secções A (grupos 011, 012, e 013), C e da Classificação das Acividades Económicas, revisão Em MT a Tarifa Ouros Consumidores é aplicável a consumidores que não sejam organismos e que não esejam incluídos nas acividades das secções E (grupo 410) e H (grupo 551) da Classificação das Acividades Económicas, revisão 2. QUARO 1 OPÇÕES TARIFÁRIAS AS TARIFAS E VENA A CLIENTES FINAIS O SEPA Nível Opções Tarifárias Limies da Poência Poência (1) Energia Aciva Energia Reaciva (4) de Tensão Conraada Períodos N.º Períodos Induiva Capaciiva Trimesrais Horários (2) (3) Tarifa Simples (organismos) 3,45 a 17,25 kva a Tarifa bi-horária (organismos) 3,45 a 17,25 kva a Baixa Tensão Tarifa Organismos 20,7 a 215 kva a Tarifa Organismos > 20,7 kw x - 3 x x Tarifa Ouros consumidores 20,7 a 215 kva a Tarifa Ouros consumidores > 20,7 kw x - 3 x x Média Tensão Tarifa Organismos - x x 3 x x Tarifa Ouros consumidores - x x 3 x x Noas: (1) x a (2) - x (3) (4) - x Exisência de um preço de poência a facurar Exisência de um preço de poência conraada Preços sem diferenciação rimesral Preços com diferenciação rimesral Sem diferenciação horária ois períodos horários: fora de vazio e vazio Três períodos horários: pona, cheias e vazio Não aplicável Exisência de preço correspondene 227

242 Regulameno Tarifário Arigo 2.º Opções arifárias ransiórias na Região Auónoma da Madeira 1 - Em 2006, 2007 e 2008, coninuam a vigorar ransioriamene na Região Auónoma da Madeira as opções arifárias dependenes do uso indicadas no Quadro 2, respeiando a esruura geral definida na Secção VII do Capíulo III. 2 - As arifas simples (não domésicos) e bi-horária (não domésicos) são aplicáveis na facuração de consumidores não domésicos. 3 - Para efeios do número 2, enendem-se por consumos domésicos: a) Os relaivos a casas de habiação, mesmo que nelas se exerça uma pequena acividade profissional. b) Os consumos em arrecadações ou garagens de uso paricular, localizadas em anexos ou dependências de casas de habiação, ainda que medidos por conador próprio. c) Os consumos de pequenas bombas de água. d) São equiparados a consumos domésicos: i) Os efecuados por pessoas colecivas reconhecidas de uilidade pública, nos ermos do ecreo-lei n.º 460/77, de 7 de Novembro. ii) Os efecuados para a iluminação de escadas e paamares de prédios colecivos, bem como para ouros usos comuns. 4 - Enende-se por consumidores especiais os consumidores agrícolas (código 0 da Classificação das Acividades Económicas, revisão 2), indusriais (código 1, 2, 3 da Classificação das Acividades Económicas), produores e disribuidores de elecricidade, gás e água (Secção E do código 4 da Classificação das Acividades Económicas), Insiuo de Gesão de Águas e insalações de empresas siuadas em parques indusriais. 228

243 Regulameno Tarifário QUARO 2 OPÇÕES TARIFÁRIAS AS TARIFAS E VENA A CLIENTES FINAIS O SEPM Nível Opções Tarifárias Limies da Poência Poência (1) Energia Aciva Energia Reaciva (4) de Tensão Conraada Períodos N.º Períodos Induiva Capaciiva Trimesrais Horários (2) (3) Baixa Tensão consumidores não domésicos Tarifa Simples 1,15 a 20,7 kva a Tarifa Bi-horária 3,45 a 20,7 kva a Tarifa Simples 1,15 a 20,7 kva a Tarifa Bi-horária 3,45 a 20,7 kva a Baixa Tensão consumidores especiais Tarifa Simples 27,6 a 62,1 kva a Tarifa de Médias Uilizações 27,6 a 62,1 kva a Tarifa de Longas Uilizações 27,6 a 62,1 kva a Tarifa de Médias Uilizações > 62,1 kw x - 3 x x Tarifa de Longas Uilizações > 62,1 kw x - 3 x x Tarifa de Curas Uilizações 6,6 kv - x x 3 x x Média Tensão consumidores especiais Ala Tensão consumidores especiais Tarifa de Médias Uilizações 6,6 kv - x x 3 x x Tarifa de Longas Uilizações 6,6 kv - x x 3 x x Tarifa de Curas Uilizações 30 kv - x x 3 x x Tarifa de Médias Uilizações 30 kv - x x 3 x x Tarifa de Longas Uilizações 30 kv - x x 3 x x Tarifa de Curas Uilizações 6 MW x x 3 x x Tarifa de Médias Uilizações 6 MW x x 3 x x Tarifa de Longas Uilizações 6 MW x x 3 x x Noas: (1) x a (2) - x (3) (4) - x Exisência de um preço de poência a facurar Exisência de um preço de poência conraada Preços sem diferenciação rimesral Preços com diferenciação rimesral Sem diferenciação horária ois períodos horários: fora de vazio e vazio Três períodos horários: pona, cheias e vazio Não aplicável Exisência de preço correspondene 229

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