A ERSE e a liberalização do mercado de eletricidade. 26 de Outubro de 2012

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A ERSE e a liberalização do mercado de eletricidade. 26 de Outubro de 2012"

Transcrição

1 A ERSE e a liberalização do mercado de eletricidade 26 de Outubro de 2012

2 A ERSE e a liberalização do mercado de eletricidade 1. A ERSE na proteção dos consumidores e na promoção da concorrência Missão da ERSE Enquadramento legal 2.. A liberalização do mercado de eletricidade O que significa a liberalização? Quem pode mudar? Procedimentos de mudança de comercializador 3. Enquadramento legal da extinção das tarifas reguladas de eletricidade 4. Projetos da ERSE sobre a liberalização do mercado de eletricidade ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

3 A ERSE e a liberalização do mercado de eletricidade 1. A ERSE na proteção dos consumidores e na promoção da concorrência Missão da ERSE Enquadramento legal 2.. A liberalização do mercado de eletricidade O que significa a liberalização? Quem pode mudar? Procedimentos de mudança de comercializador 3. Enquadramento legal da extinção das tarifas reguladas de eletricidade 4. Projetos da ERSE sobre a liberalização do mercado de eletricidade ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

4 A ERSE NA PROTECÇÃO DOS CONSUMIDORES E NA PROMOÇÃO DA CONCORRÊNCIA Missão da ERSE A ERSE tem por missão a regulação dos sectores da eletricidade e do gás natural, tendo em vista assegurar o funcionamento eficiente e sustentado destes mercados. 4 ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

5 A ERSE NA PROTECÇÃO DOS CONSUMIDORES E NA PROMOÇÃO DA CONCORRÊNCIA Missão da ERSE No âmbito desta missão, a ERSE recebe dos seus Estatutos (Decreto-lei nº 97/2002, de 12 de Abril, alterado pelo Decreto-lei nº 212/2012, de 25 de Setembro) e da lei um conjunto de atribuições, designadamente : Proteção dos direitos e os interesses dos consumidores, em particular dos clientes finais economicamente vulneráveis, em relação a preços, à forma e qualidade da prestação de serviços, promovendo a sua informação, esclarecimento e formação. Promover a concorrência entre os agentes intervenientes nos mercados, coordenando a sua atuação com a Autoridade da Concorrência e cooperando com esta entidade na verificação e aplicação da legislação de concorrência. ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

6 A ERSE NA PROTECÇÃO DOS CONSUMIDORES E NA PROMOÇÃO DA CONCORRÊNCIA Enquadramento Legal Decreto-lei nº 215 A /2012, de 8 de outubro Procede à alteração ao Decreto -Lei n.º 29/2006, de 15 de fevereiro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 78/2011, de 20 de junho ( Estabelecem as regras comuns para o mercado interno da eletricidade) Introduz novas regras no quadro organizativo do sistema elétrico nacional, Transpõe a Diretiva n.º 2009/72/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 13 de julho ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

7 A ERSE NA PROTECÇÃO DOS CONSUMIDORES Enquadramento Legal Decreto-lei nº 215 A /2012, de 8 de outubro Artigo 53.º Direitos 1 Todos os consumidores têm o direito de escolher o seu comercializador de eletricidade ( ) ( ) 7 Se um cliente, respeitando as condições contratuais, pretender mudar de comercializador, essa mudança deve ser efetuada no prazo de três semanas, não podendo o cliente ser obrigado a realizar qualquer pagamento ou suportar qualquer custo por tal mudança. ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

8 A ERSE NA PROTECÇÃO DOS CONSUMIDORES E NA PROMOÇÃO DA CONCORRÊNCIA Enquadramento Legal Decreto-lei nº 215 A /2012, de 8 de outubro Artigo 57.º-A Objetivos gerais da regulação da ERSE A regulação da eletricidade pela ERSE visa a prossecução dos seguintes objetivos: ( ) f) Garantia de que os clientes beneficiam do funcionamento eficiente do mercado, através da promoção de uma concorrência efetiva e da garantia e de proteção dos consumidores. ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

9 A ERSE e a liberalização do mercado de eletricidade 1. A ERSE na proteção dos consumidores e na promoção da concorrência Missão da ERSE Enquadramento legal 2.. A liberalização do mercado de eletricidade O que significa a liberalização? Quem pode mudar? Procedimentos de mudança de comercializador 3. Enquadramento legal da extinção das tarifas reguladas de eletricidade 4.Projetos da ERSE sobre a liberalização do mercado de eletricidade ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

10 A LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO DA ELETRICIDADE O que significa o mercado liberalizado? No mercado liberalizado : Os operadores podem concorrer livremente, oferecendo preços distintos e condições comerciais diferentes. Os operadores estão obrigados a ter em conta as regras da concorrência, a legislação e regulamentos que lhe são aplicáveis. Os comercializadores e os clientes celebram contratos de fornecimento com as regras entre eles acordadas. No mercado regulado, os preços de venda da energia eram fixados pela ERSE, sendo essa a tarifa que tinha que ser praticada pelas empresas No mercado livre, os preços da energia são estabelecidos por cada comercializador, respeitando as regras da concorrência, a legislação e os regulamentos aplicáveis. ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

11 A LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO DA ELETRICIDADE Quem pode mudar de comercializador? ELETRICIDADE: Desde 4 de Setembro de 2006 todos os consumidores de energia elétrica em Portugal continental ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

12 A LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO DA ELETRICIDADE Os passos para mudar de comercializador Conhecer envolve: Saber quem são os comercializadores no mercado obter a lista de comercializadores (pode ser consultada no site da ERSE) Saber que condições oferecem os comercializadores - o contacto com os comercializadores permite saber qual as suas ofertas. ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

13 A LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO DA ELETRICIDADE Os passos para mudar de comercializador Comparar envolve: Observar as diferentes propostas de fornecimento recebidas Confrontar as novas ofertas com a situação atual Confrontar as novas ofertas entre si Sempre que possível deverá utilizar os consumos históricos para simular os valores a faturar em cada proposta e ter atenção os serviços adicionais e as condições promocionais de duração limitada A ERSE disponibiliza, no seu site, simuladores que podem ser úteis para comparar as propostas dos diferentes comercializadores ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

14 A LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO DA ELETRICIDADE Os passos para mudar de comercializador Escolher envolve: Contactar o comercializador com a melhor proposta de fornecimento, se for diferente do atual. O cliente deverá analisar e confirmar todas as condições contratuais de fornecimento face à proposta inicial Ter em atenção que a escolha é um processo consciente e que, no mercado livre, as condições contratuais são acordadas entre cliente e comercializador. ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

15 A LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO DA ELETRICIDADE Os passos para mudar de comercializador verificar Verificar significa: Que se recebe a indicação de uma determinada data, comunicada pelo comercializador, em que se alteram as condições contratuais de fornecimento Que o cliente receberá do comercializador anterior uma fatura até essa mesma data (nas condições contratuais respetivas) Que o novo comercializador passará a faturar o consumo de eletricidade a partir dessa data (de acordo com as condições negociadas e contratadas com o novo comercializador) ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

16 A LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO DA ELETRICIDADE Procedimentos de mudança de comercializador O que é preciso fazer para celebrar um contrato de fornecimento de Eletricidade? O consumidor pode dirigir-se: Ao balcão de atendimento da empresa pretendida Às Lojas do Cidadão Aos estabelecimentos comerciais autorizados O consumidor pode celebrar o contrato à distância: Por telefone Por Na Internet Fora do estabelecimento comercial da empresa ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

17 A LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO DA ELETRICIDADE Procedimentos de mudança de comercializador Todos os contactos necessários são efetuados pelo novo comercializador Operador de rede Cliente Novo Comercializador Gestor da mudança Comercializador cessante ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

18 A LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO DA ELETRICIDADE Procedimentos de mudança de comercializador A mudança de comercializador não implica : Quaisquer custos para o consumidor Alteração do contador A interrupção do fornecimento da eletricidade ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

19 A ERSE e a liberalização do mercado de eletricidade 1. A ERSE na proteção dos consumidores e na promoção da concorrência Missão da ERSE Enquadramento legal 2.. A liberalização do mercado de eletricidade O que significa a liberalização? Quem pode mudar? Procedimentos de mudança de comercializador 3. Enquadramento legal da extinção das tarifas reguladas de eletricidade 4.Projetos da ERSE sobre a liberalização do mercado de eletricidade ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

20 ENQUADRAMENTO LEGAL DA EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS DE ELETRICIDADE A EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS A extinção das tarifas reguladas significa que todos os consumidores que não passaram para o mercado liberalizado vão ter de o fazer um novo contrato até ao fim do período transitório com empresas que atuem no mercado liberalizado. Os consumidores de eletricidade que se encontrem no mercado regulado devem começar a informar-se sobre os comercializadores em mercado liberalizado e a procurar as ofertas que melhor se adequem ao seu perfil de consumo ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

21 ENQUADRAMENTO LEGAL DA EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS DE ELETRICIDADE demeememmemoemmorando de EMerntendimento - Troikantendimento - TroikaMm Memorando de entendimento-troika ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

22 ENQUADRAMENTO LEGAL DA EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS DE ELETRICIDADE CALENDÁRIO ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

23 ENQUADRAMENTO LEGAL DA EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS DE ELETRICIDADE Enquadramento legal Decreto-Lei n.º 104/2010, de 29 de Setembro Artigo 1.º Objeto e âmbito de aplicação 1 O presente decreto -lei estabelece o procedimento aplicável à extinção das tarifas reguladas de venda de eletricidade a clientes finais, no continente, com consumos em muita alta tensão (MAT), alta tensão (AT), média tensão (MT) e baixa tensão especial (BTE). ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

24 ENQUADRAMENTO LEGAL DA EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS DE ELETRICIDADE Enquadramento legal Decreto-Lei n.º 104/2010, de 29 de Setembro Artigo 4.º Extinção de tarifas reguladas 1 As tarifas reguladas de venda de eletricidade a clientes finais com consumos em MAT, AT, MT e BTE são extintas a partir de 1 de Janeiro de 2011, ficando a respectiva venda submetida ao regime de preços livres. ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

25 ENQUADRAMENTO LEGAL DA EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS DE ELETRICIDADE Enquadramento legal Decreto-Lei n.º 104/2010, de 29 de Setembro Artigo 6.º Disposição transitória 1 Os comercializadores de último recurso devem, até 31 de Dezembro 2011, continuar a fornecer eletricidade aos clientes finais com consumos em MAT, AT, MT e BTE que não tenham contratado no mercado livre o seu fornecimento. ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

26 ENQUADRAMENTO LEGAL DA EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS DE ELETRICIDADE Enquadramento legal Decreto-lei nº 75/2012, de 26 de março Artigo 8.º Alteração ao Decreto -Lei n.º 104/2010, de 29 de setembro O artigo 6.º do Decreto -Lei n.º 104/2010, de 29 de setembro, passa a ter a seguinte redação: «Artigo 6.º Disposição transitória 1 Os comercializadores de último recurso devem, até 31 de dezembro 2012, continuar a fornecer eletricidade aos clientes finais com consumos em MAT, AT MT e BTE que não tenham contratado no mercado livre o seu fornecimento.» ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

27 ENQUADRAMENTO LEGAL DA EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS DE ELETRICIDADE Enquadramento legal Decreto-lei nº 75/2012, de 26 de março Artigo 1.º Objeto e âmbito de aplicação 1 O presente decreto -lei estabelece o regime de extinção das tarifas reguladas de venda de eletricidade a clientes finais com consumos em baixa tensão normal (BTN). ( ) ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

28 ENQUADRAMENTO LEGAL DA EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS DE ELETRICIDADE Enquadramento legal Decreto-lei nº 75/2012, de 26 de março Artigo 2.º Extinção das tarifas reguladas 1 As tarifas reguladas de venda de eletricidade a clientes finais com consumos em BTN são extintas: a) A partir de 1 de julho de 2012, para os clientes com potência contratada superior ou igual a 10,35 kva; b) A partir de 1 de janeiro de 2013, para os clientes com potência contratada inferior a 10,35 kva. ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

29 ENQUADRAMENTO LEGAL DA EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS DE ELETRICIDADE Enquadramento legal Decreto-lei nº 75/2012, de 26 de março Artigo 4.º Tarifas transitórias 1 os comercializadores de último recurso devem continuar a fornecer eletricidade a clientes finais com consumos em BTN que não exerçam o direito de mudança para um comercializador de mercado livre, de acordo com os seguintes termos: a) Para os clientes finais com potência contratada compreendida entre 10,35 kva, inclusive, e 41,4 kva, inclusive, até 31 de dezembro de 2014; b) Para os clientes finais com potência contratada inferior a 10,35 kva, até 31 de dezembro de 2015; ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

30 ENQUADRAMENTO LEGAL DA EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS DE ELETRICIDADE Prazos para a extinção das tarifas A legislação estabeleceu os seguintes prazos para a extinção das tarifas: A partir de 1 de janeiro de 2011 acabaram as tarifas reguladas para os consumidores MAT,AT,MT e BTE A partir de 1 de julho de 2012 acabaram as tarifas reguladas para os consumidores: Eletricidade em BTN com potência contratada igual ou superior a 10,35 kva A partir de 1 de janeiro de 2013 acabam as tarifas reguladas para os consumidores de: Eletricidade em BTN com uma potência contratada inferior a 10,35 kva ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

31 ENQUADRAMENTO LEGAL DA EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS DE ELETRICIDADE Período transitório O período transitório entra em vigor a seguir ao dia determinado para a extinção das tarifas reguladas e visa assegurar a passagem gradual dos consumidores que estão no mercado regulado para o mercado livre. Os períodos transitórios fixados foram os seguintes: - De 1 de janeiro de 2011 até 31 de dezembro de 2012 para os consumidores de eletricidade em MAT, AT, MT e BTE - De 1 de julho de 2012 até 31 de dezembro de 2014 para os consumidores de eletricidade em Baixa Tensão Normal, com uma potência contratada igual ou superior a 10,35 kva - De 1 de janeiro de 2013 até 31 de dezembro de 2015 para os consumidores de eletricidade em Baixa Tensão Normal, com uma potência contratada inferior a 10,35 kva. ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

32 ENQUADRAMENTO LEGAL DA EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS DE ELETRICIDADE Período transitório Durante o período transitório, a ERSE continuará a fixar, de três em três meses, tarifas transitórias para os consumidores que ainda sejam abastecidos pelo comercializador de último recurso, sendo estas tarifas trimestralmente atualizadas. ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

33 ENQUADRAMENTO LEGAL DA EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS DE ELETRICIDADE Enquadramento legal Decreto-lei nº 75/2012, de 26 de março Artigo 6.º Deveres de informação 1 (...) a ERSE publica no seu sítio na Internet toda a informação necessária à mudança de comercializador, designadamente: a) A data de extinção das tarifas reguladas de venda de eletricidade a clientes finais ( ), b) Os mecanismos regulatórios de incentivo à transição para o regime de mercado livre (.); ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

34 ENQUADRAMENTO LEGAL DA EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS DE ELETRICIDADE Deveres de informação Decreto-lei nº 75/2012, de 26 de março Artigo 6.º Deveres de informação c) Os valores das tarifas transitórias ( ); d) Os efeitos associados à ausência de mudança para um comercializador em regime de mercado livre; e) A lista de todos os comercializadores de eletricidade a atuar ( ) no mercado, registados junto da Direção -Geral de Energia e Geologia; ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

35 ENQUADRAMENTO LEGAL DA EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS DE ELETRICIDADE Enquadramento legal Decreto-lei nº 75/2012, de 26 de março Artigo 6.º Deveres de informação 2 ( ), o comercializador de último recurso deve: a) ( ) prestar, em conjunto com as faturas, a todos os seus clientes ( ), a informação prevista no número anterior, repetindo esta informação nas faturas que emita subsequentemente. ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

36 ENQUADRAMENTO LEGAL DA EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS DE ELETRICIDADE Decreto-lei nº 75/2012, de 26 de março Artigo 6.º Deveres de informação c) Manter a informação prevista no número anterior disponível e atualizada no respetivo sítio na Internet até à extinção das tarifas transitórias,( ) 3 Os operadores das redes de distribuição de eletricidade devem divulgar, através dos respetivos sítios na Internet, a informação prevista no n.º 1. ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

37 A ERSE e a liberalização do mercado de eletricidade 1. A ERSE na proteção dos consumidores e na promoção da concorrência Missão da ERSE Enquadramento legal 2.. A liberalização dos mercado de eletricidade O que significa a liberalização? Quem pode mudar? Procedimentos de mudança de comercializador 3. O enquadramento legal da extinção das tarifas reguladas de eletricidade 4. Projetos da ERSE sobre a liberalização do mercado de eletricidade ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

38 PROJECTOS O Apoio ao Consumidor de Energia O Apoio ao Consumidor de Energia - ACE é uma unidade funcional da ERSE, criada em 2003, que coordena, as actividades relacionadas com o apoio ao consumidor de energia. As três grandes áreas de intervenção do ACE são: Informação Formação Resolução de conflitos ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

39 PROJECTOS DESENVOLVIDOS Linha telefónica de apoio aos consumidores Presta apoio aos consumidores de energia que contactam a ERSE no sentido de serem esclarecidos sobre questões respeitantes ao sector elétrico ou ao sector do gás natural. ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

40 PROJECTOS Portal da ERSE ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

41 PROJECTOS Portal da ERSE O Portal da ERSE constitui um mecanismo de comunicação e interação com um leque variado de públicos, do qual se destacam os consumidores de energia. Portal do Consumidor de Energia ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

42 PROJECTOS Simuladores ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

43 PROJECTOS Programa ERSEFORMA Surgiu para se dirigir às entidades representativas dos consumidores e para entidades de resolução judicial e extrajudicial de conflitos. Visa colmatar as necessidades de formação em áreas detectadas como prioritárias e fornece conhecimento sobre a legislação, a regulamentação e o enquadramento técnico e económico do sector da energia. ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

44 PROJECTOS Programa ERSEFORMA 2012 Protocolos de Cooperação assinados entre a ERSE e associações empresariais e do consumidor (CIP, CCP,CTP, AHRESP e DECO ) tendo em vista os seguintes objetivos: Formação de formadores; Apoio financeiro à instalação em cada uma das entidades de uma linha de atendimento telefónico; Apoio financeiro para a contratação de técnicos para o atendimento e informação aos consumidores de energia; Disponibilização de folhetos informativos eletrónicos. ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

45 PROJECTOS COLABORAÇÃO COM A IMPRENSA Envio regular de informação aos órgãos de comunicação social sobre o processo de extinção das tarifas e da liberalização dos mercados tendo em vista a sua divulgação no sentido de promover o esclarecimento dos consumidores sobre esta temática. ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

46 PROJECTOS FOLHETO RELATIVO À EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

47 PROJECTOS FOLHETO RELATIVO À EXTINÇÃO DAS TARIFAS REGULADAS ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

48 PROJECTOS FOLHETO RELATIVO A MUDANÇA DE COMERCIALIZADOR DE ELETRICIDADE ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

49 PROJECTOS FOLHETO RELATIVO A MUDANÇA DE COMERCIALIZADOR DE ELETRICIDADE ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

50 OBRIGADA PELA VOSSA ATENÇÃO. Susana Alves Dias Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

CIRCULAR N/ REFª: 43/2012 DATA: 31/05/12. Assunto: Protocolo ERSE CCP. Exmos. Senhores,

CIRCULAR N/ REFª: 43/2012 DATA: 31/05/12. Assunto: Protocolo ERSE CCP. Exmos. Senhores, CIRCULAR N/ REFª: 43/2012 DATA: 31/05/12 Assunto: Protocolo ERSE CCP Exmos. Senhores, Através da circular 40/2012, a CCP deu conhecimento do protocolo celebrado com a ERSE e que teve por objectivo reforçar

Leia mais

E os consumidores economicamente vulneráveis? O que lhes acontece?

E os consumidores economicamente vulneráveis? O que lhes acontece? " opte pela melhor proposta não esquecendo de analisar, também, as condições contratuais apresentadas; " celebre o contrato com o novo comercializador que deverá tratar de todas as formalidades relativas

Leia mais

A liberalização do mercado de Eletricidade e de Gás Natural o Como e quando mudar de Comercializador

A liberalização do mercado de Eletricidade e de Gás Natural o Como e quando mudar de Comercializador A liberalização do mercado de Eletricidade e de Gás Natural o Como e quando mudar de Comercializador GAI Gabinete de Apoio à Instituição julho 2012 Mercado de Eletricidade e de Gás Natural Este documento

Leia mais

REDE ENERGIA MANUAL DO PARCEIRO. Mercado Regulado e Mercado Liberalizado de energia

REDE ENERGIA MANUAL DO PARCEIRO. Mercado Regulado e Mercado Liberalizado de energia 1 REDE ENERGIA MANUAL DO PARCEIRO edp comercial abril 2013 Mercado Regulado e Mercado Liberalizado de energia 2 No mercado regulado o preço da eletricidade e do gás natural é definido pelo governo, através

Leia mais

do Orçamento Familiar

do Orçamento Familiar Iniciativa Sessões de esclarecimento para consumidores Parceria Gestão MUDAR DE COMERCIALIZADOR DE ELETRICIDADE E GÁS NATURAL do Orçamento Familiar Susana Correia Olhão 4, Fevereiro de 2013 Liberalização

Leia mais

Perguntas e respostas frequentes. Extinção das Tarifas Reguladas Eletricidade e Gás Natural

Perguntas e respostas frequentes. Extinção das Tarifas Reguladas Eletricidade e Gás Natural Perguntas e respostas frequentes Extinção das Tarifas Reguladas Eletricidade e Gás Natural 1. O que significa a extinção das tarifas reguladas? A extinção de tarifas reguladas significa que os preços de

Leia mais

A liberalização do sector energético na perspetiva dos consumidores

A liberalização do sector energético na perspetiva dos consumidores A liberalização do sector energético na perspetiva dos consumidores Conferência do Diário Económico Vitor Santos Presidente da ERSE Hotel Sheraton, Lisboa 4 de Julho de 2012 Agenda 1. Liberalização efetiva

Leia mais

Proposta de protocolo Benefícios aos associados

Proposta de protocolo Benefícios aos associados Proposta de protocolo Benefícios aos associados A LUZBOA A LUZBOA Comercialização de Energia Lda é uma empresa de comercialização de electricidade no mercado liberalizado sedeada em Viseu, que opera para

Leia mais

MERCADO LIBERALIZADO DE ENERGIA ELÉCTRICA

MERCADO LIBERALIZADO DE ENERGIA ELÉCTRICA MERCADO LIBERALIZADO DE ENERGIA ELÉCTRICA CTC CÁVADO-MINHO LIMA-OURENSE COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DO CÁVADO AGÊNCIA DE ENERGIA DO CÁVADO Setembro, 2012 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 SEMINÁRIO Energia Solar Passiva...

Leia mais

DOSSIER SERVIÇOS PÚBLICOS ESSENCIAIS

DOSSIER SERVIÇOS PÚBLICOS ESSENCIAIS DOSSIER SERVIÇOS PÚBLICOS ESSENCIAIS APOIO AOS CONSUMIDORES DE SERVIÇOS PUBLICOS ESSENCIAIS Conheça os seus direitos Peça ajuda Aprenda a reclamar PROTEÇÃO DOS CONSUMIDORES Os consumidores gozam de mecanismos

Leia mais

Orientação Técnica n.º 1/2016 PPEC 2017-2018 Procedimentos a observar na implementação das medidas

Orientação Técnica n.º 1/2016 PPEC 2017-2018 Procedimentos a observar na implementação das medidas Orientação Técnica n.º 1/2016 PPEC 2017-2018 Procedimentos a observar na implementação das medidas A revisão das Regras do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de energia elétrica (PPEC), aprovada

Leia mais

PREÇOS DE REFERÊNCIA NO MERCADO LIBERALIZADO DE ENERGIA ELÉTRICA E GÁS NATURAL EM PORTUGAL CONTINENTAL

PREÇOS DE REFERÊNCIA NO MERCADO LIBERALIZADO DE ENERGIA ELÉTRICA E GÁS NATURAL EM PORTUGAL CONTINENTAL PREÇOS DE REFERÊNCIA NO MERCADO LIBERALIZADO DE ENERGIA ELÉTRICA E GÁS NATURAL EM PORTUGAL CONTINENTAL ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 1 DE OUTUBRO DE 2012 Os preços apresentados neste documento são comunicados à

Leia mais

Capítulo 1- Agências de Viagem

Capítulo 1- Agências de Viagem Capítulo 1- Agências de Viagem 1.1- Quadro Sinótico Relativamente ao D.L. n.º 199/2012, de 24 de agosto, transcrito de seguida, os seus artigos n.º s 2, 3, 4, 5 e 6 foram omitidos neste trabalho. Neles

Leia mais

Gestão do Processo de Mudança de Comercializador de Energia Elétrica

Gestão do Processo de Mudança de Comercializador de Energia Elétrica Gestão do Processo de Mudança de Comercializador de Energia Elétrica 1.º Trimestre de 2013

Leia mais

Comunicado. Proposta de Tarifas e Preços para a Energia Elétrica em 2016

Comunicado. Proposta de Tarifas e Preços para a Energia Elétrica em 2016 Comunicado Proposta de Tarifas e Preços para a Energia Elétrica em 2016 Nos termos regulamentarmente previstos, designadamente no artigo 185.º do Regulamento Tarifário, o Conselho de Administração da ERSE

Leia mais

Aviso do Banco de Portugal n. o 10/2014

Aviso do Banco de Portugal n. o 10/2014 Aviso do Banco de Portugal n. o 10/2014 Índice Texto do Aviso Texto do Aviso Assunto: Assunto Mod. 99999910/T 01/14 Com a publicação do Decreto-Lei n.º 133/2009, de 2 de junho, que transpôs para a ordem

Leia mais

REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL

REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL O Município de Chaves tem entendido como de interesse municipal as iniciativas empresariais de natureza económica que contribuem

Leia mais

Empresa Geral do Fomento e Dourogás, ACE

Empresa Geral do Fomento e Dourogás, ACE Empresa Geral do Fomento e COMENTÁRIOS DA EMPRESA GERAL DO FOMENTO E DOUROGÁS, ACE À PROPOSTA DE REVISÃO DA REGULAMENTAÇÃO APRESENTADA PELA ERSE EM NOVEMBRO DE 2009 Novembro 2009 No seguimento da proposta

Leia mais

www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A.

www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A. www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A. Janeiro 2014 Enquadramento A promoção da melhoria contínua da qualidade de serviço no

Leia mais

CONTRATO DE COMPRA E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MINIPRODUÇÃO

CONTRATO DE COMPRA E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MINIPRODUÇÃO CONTRATO DE COMPRA E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MINIPRODUÇÃO Entre [ ]., com sede em [ ], matriculada na Conservatória do Registo Comercial de [ ], com o número de matrícula e pessoa coletiva

Leia mais

ALERTA LEGAL. Decreto-Lei n.º 153/2014, de 20 de outubro

ALERTA LEGAL. Decreto-Lei n.º 153/2014, de 20 de outubro ALERTA LEGAL Decreto-Lei n.º 153/2014, de 20 de outubro No dia 20 de outubro de 2014 foi publicada em Diário da República, I Série, o Decreto-Lei n.º 153/2014 que estabelece o regime jurídico aplicável

Leia mais

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. Despacho n.º 3677/2011

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. Despacho n.º 3677/2011 9626 Diário da República, 2.ª série N.º 39 24 de Fevereiro de 2011 PARTE E ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Despacho n.º 3677/2011 O artigo 72.º do Regulamento de Relações Comerciais do Gás

Leia mais

Análise da proposta de. condições gerais do. Contrato de Uso das Redes - RARI

Análise da proposta de. condições gerais do. Contrato de Uso das Redes - RARI Análise da proposta de condições gerais do Contrato de Uso das Redes - RARI Junho de 2006 Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 21 303 32 00 Fax: 21 303 32 01 e-mail: erse@erse.pt www.erse.pt

Leia mais

Gestão do Processo de Mudança de Comercializador de Energia Elétrica. 1º Trimestre de 2014

Gestão do Processo de Mudança de Comercializador de Energia Elétrica. 1º Trimestre de 2014 Gestão do Processo de Mudança de Comercializador de Energia Elétrica 1º Trimestre de 2014 Enquadramento AEDPDistribuição,naqualidadedeoperadordaredededistribuiçãoemMédiaTensão(MT)eAltaTensão(AT) é, à luz

Leia mais

Gestão do Processo de Mudança de Comercializador de Energia Elétrica. 2º Trimestre de 2014

Gestão do Processo de Mudança de Comercializador de Energia Elétrica. 2º Trimestre de 2014 Gestão do Processo de Mudança de Comercializador de Energia Elétrica 2º Trimestre de 2014 Enquadramento AEDPDistribuição,naqualidadedeoperadordaredededistribuiçãoemMédiaTensão(MT)eAltaTensão(AT) é, à luz

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 140/XII. Exposição de Motivos

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 140/XII. Exposição de Motivos Proposta de Lei n.º 140/XII Exposição de Motivos A reorganização dos sectores das águas e dos resíduos é um dos grandes desafios a que o Governo se propõe, em vista da resolução de problemas ambientais

Leia mais

RECOMENDAÇÃO N.º 1/2015 APLICAÇÃO DA TARIFA SOCIAL NA ELETRICIDADE E NO GÁS NATURAL

RECOMENDAÇÃO N.º 1/2015 APLICAÇÃO DA TARIFA SOCIAL NA ELETRICIDADE E NO GÁS NATURAL RECOMENDAÇÃO N.º 1/2015 APLICAÇÃO DA TARIFA SOCIAL NA ELETRICIDADE E NO GÁS NATURAL Julho de 2015 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão em frente e verso

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de dezembro, alterado pelos Decretos

Leia mais

Tem um litígio de consumo?

Tem um litígio de consumo? Tem um litígio de consumo? Sabia que deve sempre contactar primeiro o fornecedor do bem ou o prestador do serviço para tentar resolver o problema? Sabia que pode resolver litígios de consumo fora dos tribunais?

Leia mais

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2007/A de 19 de Novembro de 2007 Regulamenta o Subsistema de Apoio ao Desenvolvimento da Qualidade e Inovação O Decreto Legislativo Regional

Leia mais

ELETRICIDADE ELETRICIDADE 1 DEZEMBRO 2014. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento

ELETRICIDADE ELETRICIDADE 1 DEZEMBRO 2014. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento ELETRICIDADE 1 DEZEMBRO 2014 LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador Todos os consumidores de energia elétrica em Portugal continental podem livremente escolher o seu fornecedor desde

Leia mais

SESSÃO TÉCNICA SOBRE O VALE I&DT E VALE INOVAÇÃO NOS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS

SESSÃO TÉCNICA SOBRE O VALE I&DT E VALE INOVAÇÃO NOS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS SI À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO SI À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME SESSÃO TÉCNICA SOBRE O VALE I&DT E VALE INOVAÇÃO NOS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Data: 13 de Outubro

Leia mais

Comunicado. Tarifas e Preços para a Energia Elétrica em 2014

Comunicado. Tarifas e Preços para a Energia Elétrica em 2014 Comunicado Tarifas e Preços para a Energia Elétrica em 2014 De acordo com os procedimentos estabelecidos no Regulamento Tarifário foi submetida, em outubro, à apreciação do Conselho Tarifário, da Autoridade

Leia mais

Centro Cultural de Belém

Centro Cultural de Belém Audição Pública sobre a proposta de regulamentação do Gás Natural Centro Cultural de Belém Perspectiva dos consumidores A opinião da COGEN Portugal A. Brandão Pinto Presidente da Comissão Executiva ÍNDICE

Leia mais

QUESTIONÁRIO ANUAL DE COMUNICAÇÕES ELETRÓNICAS (2013)

QUESTIONÁRIO ANUAL DE COMUNICAÇÕES ELETRÓNICAS (2013) QUESTIONÁRIO ANUAL DE COMUNICAÇÕES ELETRÓNICAS (2013) Instruções de preenchimento: - Todas as questões dos pontos 1, 2 e 3 são de preenchimento obrigatório. Nos casos em que o preenchimento não é aplicável

Leia mais

Processo de arbitragem n.º 612/2014. Sentença

Processo de arbitragem n.º 612/2014. Sentença Processo de arbitragem n.º 612/2014 Demandante: A Demandada: B Árbitro único: Jorge Morais Carvalho Sentença I Processo 1. O processo correu os seus termos em conformidade com o Regulamento do Centro Nacional

Leia mais

TARIFAS E PREÇOS PARA A ENERGIA ELÉTRICA E OUTROS SERVIÇOS EM 2016

TARIFAS E PREÇOS PARA A ENERGIA ELÉTRICA E OUTROS SERVIÇOS EM 2016 TARIFAS E PREÇOS PARA A ENERGIA ELÉTRICA E OUTROS SERVIÇOS EM 2016 Dezembro 2015 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão em frente e verso Rua Dom Cristóvão

Leia mais

Decreto lei nº25/2013 de 19 de Fevereiro

Decreto lei nº25/2013 de 19 de Fevereiro Decreto lei nº25/2013 de 19 de Fevereiro O decreto lei nº25/2013 revê os regimes jurídicos de Microprodução e Miniprodução, define as suas últimas alterações e contempla as normas que regulamentam os dois

Leia mais

REGULAMENTO TARIFÁRIO

REGULAMENTO TARIFÁRIO REGULAMENTO TARIFÁRIO DO SECTOR ELÉCTRICO Julho 2011 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 21 303 32 00 Fax: 21 303 32 01 e-mail: erse@erse.pt

Leia mais

Legislação. Resumo: Regulamenta a contribuição sobre os sacos de plástico leves.

Legislação. Resumo: Regulamenta a contribuição sobre os sacos de plástico leves. Classificação: 060.01.01 Segurança: P ú b l i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Portaria n.º 286-B/2014, de 31 de dezembro Estado: vigente Resumo:

Leia mais

ELETRICIDADE ELETRICIDADE SETEMBRO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento

ELETRICIDADE ELETRICIDADE SETEMBRO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento SETEMBRO 2013 LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador Todos os consumidores de energia elétrica em Portugal continental podem livremente escolher o seu fornecedor desde setembro de

Leia mais

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º.

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º. Legislação Portaria n.º 542/2007, de 30 de Abril Publicado no D.R., n.º 83, I Série, de 30 de Abril de 2007 SUMÁRIO: Aprova os Estatutos do Instituto da Construção e do Imobiliário, I.P.. TEXTO: O Decreto-Lei

Leia mais

Avisos do Banco de Portugal. Aviso do Banco de Portugal nº 2/2010

Avisos do Banco de Portugal. Aviso do Banco de Portugal nº 2/2010 Avisos do Banco de Portugal Aviso do Banco de Portugal nº 2/2010 A Instrução nº 27/2003 consagrou no ordenamento jurídico nacional os procedimentos mais relevantes da Recomendação da Comissão nº 2001/193/CE,

Leia mais

Comunicado. Proposta de Tarifas e Preços para a Energia Elétrica em 2014

Comunicado. Proposta de Tarifas e Preços para a Energia Elétrica em 2014 Comunicado Proposta de Tarifas e Preços para a Energia Elétrica em 2014 Nos termos regulamentarmente previstos, o Conselho de Administração da ERSE apresenta, a 15 de outubro de cada ano, uma proposta

Leia mais

Diário da República, 2.ª série N.º 194 10 de Outubro de 2011 40063

Diário da República, 2.ª série N.º 194 10 de Outubro de 2011 40063 Diário da República, 2.ª série N.º 194 10 de Outubro de 2011 40063 Regulamento n.º 541/2011 Alteração do Regulamento Tarifário do Sector do Gás Natural A publicação do Decreto-Lei nº 101/2011, de 30 de

Leia mais

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS DIRETIVA N.º 10/2013

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS DIRETIVA N.º 10/2013 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS DIRETIVA N.º 10/2013 Tarifas e Preços de Gás Natural para o ano gás 2013-2014 e Parâmetros para o Período de Regulação 2013-2016 O Regulamento Tarifário do

Leia mais

QUARTO PROTOCOLO AO ACORDO GERAL SOBRE O COMÉRCIO DE SERVIÇOS

QUARTO PROTOCOLO AO ACORDO GERAL SOBRE O COMÉRCIO DE SERVIÇOS Decreto n.º 8/98 de 7 de Março Quarto Protocolo ao Acordo Geral sobre o Comércio de Serviços e as alterações à Lista de Compromissos Específicos das Comunidades Europeias e seus Estados Membros em matéria

Leia mais

Artigo 1.º. Âmbito e objeto

Artigo 1.º. Âmbito e objeto PROJETO DE REGULAMENTO DO CONCURSO PÚBLICO PARA A SELEÇÃO DE INFRAESTRUTURAS DE INVESTIGAÇÃO E SUA INTEGRAÇÃO NO ROTEIRO NACIONAL DE INFRAESTRUTURAS DE INVESTIGAÇÃO DE INTERESSE ESTRATÉGICO Artigo 1.º

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Executivo nº 197/08 de 16 de Setembro Considerando a necessidade do estabelecimento de disposições relativas ao estatuto das entidades inspectoras das redes e ramais de

Leia mais

PROJECTO DE PORTARIA QUE REGULAMENTA O DECRETO-LEI N.º 134/2009, DE 2 DE JUNHO. Portaria n.º /09,

PROJECTO DE PORTARIA QUE REGULAMENTA O DECRETO-LEI N.º 134/2009, DE 2 DE JUNHO. Portaria n.º /09, PROJECTO DE PORTARIA QUE REGULAMENTA O DECRETO-LEI N.º 134/2009, DE 2 DE JUNHO Portaria n.º /09, de O Decreto-Lei n.º 134/2009, de 2 de Junho, estabeleceu o regime jurídico aplicável à prestação de serviços

Leia mais

Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Valença

Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Valença VALENÇAFINICIA Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Valença Anexo I ao protocolo financeiro e de cooperação Normas e Condições de Acesso Artigo 1º. (Objectivo) Pretende-se colocar

Leia mais

NORMA sobre regras e princípios relativos à aprovação dos planos de investimentos referentes ao Sistema Logístico da CLC Companhia Logística de

NORMA sobre regras e princípios relativos à aprovação dos planos de investimentos referentes ao Sistema Logístico da CLC Companhia Logística de NORMA sobre regras e princípios relativos à aprovação dos planos de investimentos referentes ao Sistema Logístico da CLC Companhia Logística de Combustíveis, S.A. de transporte por conduta de produtos

Leia mais

Regulamento Relativo aos Programas de Apoio Fundação GDA. Título I Disposições gerais. Artigo 1º Objecto e âmbito de aplicação

Regulamento Relativo aos Programas de Apoio Fundação GDA. Título I Disposições gerais. Artigo 1º Objecto e âmbito de aplicação Regulamento Relativo aos Programas de Apoio Fundação GDA Título I Disposições gerais Artigo 1º Objecto e âmbito de aplicação 1. O presente Regulamento estabelece as normas relativas aos concursos promovidos

Leia mais

DECRETO N.º 162/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.

DECRETO N.º 162/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1. DECRETO N.º 162/XII Aprova os requisitos de acesso e de exercício da atividade de perito qualificado para a certificação energética e de técnico de instalação e manutenção de edifícios e sistemas, conformando-o

Leia mais

REGULAMENTO TARIFÁRIO DO SETOR DO GÁS NATURAL

REGULAMENTO TARIFÁRIO DO SETOR DO GÁS NATURAL REGULAMENTO TARIFÁRIO DO SETOR DO GÁS NATURAL Abril 2013 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 21 303 32 00 Fax: 21 303 32 01 e-mail: erse@erse.pt

Leia mais

DECRETO N.º 265/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.

DECRETO N.º 265/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1. DECRETO N.º 265/XII Aprova o regime de concessão de crédito bonificado à habitação a pessoa com deficiência e revoga os Decretos-Leis n.ºs 541/80, de 10 de novembro, e 98/86, de 17 de maio A Assembleia

Leia mais

Diário da República, 2.ª série N.º 84 2 de maio de 2013 13905. CAPÍTULO VII Contabilidade e fiscalização. Direção-Geral de Energia e Geologia

Diário da República, 2.ª série N.º 84 2 de maio de 2013 13905. CAPÍTULO VII Contabilidade e fiscalização. Direção-Geral de Energia e Geologia Diário da República, 2.ª série N.º 84 2 de maio de 2013 13905 CAPÍTULO VII Contabilidade e fiscalização Artigo 24.º Regras de contabilidade O FAI adota nas suas contas as regras contabilísticas em vigor

Leia mais

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA A informação de natureza económico-financeira exige o controlo e a revisão por parte de entidades idóneas, independentes e isentas.

Leia mais

Política do regulamento de funcionamento do Serviço de Gestão de Reclamações de Clientes e Terceiros

Política do regulamento de funcionamento do Serviço de Gestão de Reclamações de Clientes e Terceiros Política do regulamento de funcionamento do Serviço de Gestão de Reclamações de Clientes e Terceiros Nos termos da Norma Regulamentar nº 10/2009 de 25 de junho. AXA Global Direct Seguros y Reaseguros,

Leia mais

Direito à informação ao consumo seguro. Entidades que supervisionam as empresas/instituições

Direito à informação ao consumo seguro. Entidades que supervisionam as empresas/instituições Direito à informação ao consumo seguro Entidades que supervisionam as empresas/instituições Escola B+S Ângelo Augusto da Silva Projeto de Educação Financeira Banco de Portugal Bancos O Banco de Portugal

Leia mais

MEDIDAS DE REFORÇO DA SOLIDEZ FINANCEIRA DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO

MEDIDAS DE REFORÇO DA SOLIDEZ FINANCEIRA DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO NotíciasdoDireito Janeiro a Março de 2012 SECTOR BANCÁRIO E FINANCEIRO MEDIDAS DE REFORÇO DA SOLIDEZ FINANCEIRA DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO A Lei n.º 4/2012, de 11 de Janeiro, altera a Lei n.º 63-A/2008,

Leia mais

Mercado liberalizado da eletricidade e do gás natural. Guia Prático: perguntas com respostas

Mercado liberalizado da eletricidade e do gás natural. Guia Prático: perguntas com respostas Mercado liberalizado da eletricidade e do gás natural Guia Prático: perguntas com respostas Nota introdutória A liberalização dos mercados de eletricidade e do gás natural e a sequente extinção das tarifas

Leia mais

Procedimento de Contratação. (artº 5º do CCP Contratação Excluída) Procedimento 5/2013

Procedimento de Contratação. (artº 5º do CCP Contratação Excluída) Procedimento 5/2013 Procedimento de Contratação (artº 5º do CCP Contratação Excluída) Procedimento 5/2013 Aquisição de Serviços de Consultores-formadores de Ligação e Especialistas para a execução do Projecto nº 084749/2012/831

Leia mais

Contrato de Fornecimento de Energia Elétrica Para Cooperantes / Clientes em BTE ao abrigo do regime do mercado liberalizado

Contrato de Fornecimento de Energia Elétrica Para Cooperantes / Clientes em BTE ao abrigo do regime do mercado liberalizado Cooperativa Elétrica de Loureiro, C.R.L. Contrato de Fornecimento de Energia Elétrica Para Cooperantes / Clientes em BTE ao abrigo do regime do mercado liberalizado Condições Gerais: 1ª Objeto do contrato.

Leia mais

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO MINISTÉRIO DO COMÉRCIO Regulamento Interno do Centro de Documentação e Informação CAPÍTULO I Natureza e Atribuições Artigo 1º (Natureza) O Centro de Documentação e Informação, abreviadamente designado

Leia mais

PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS

PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS Escola Profissional de Rio Maior PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS Aprovado em Conselho de Gerência de 19/03/2014 e ratificado em Assembleia Geral de 30/04/2014. PL.GI.01.01

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais

CAPÍTULO I Disposições gerais ESTATUTOS DO CONSELHO DAS FINANÇAS PÚBLICAS Aprovados pela Lei n.º 54/2011, de 19 de outubro, com as alterações introduzidas pelo artigo 187.º da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (Grafia adaptada em

Leia mais

Regulamento de Funcionamento Aplicável à Gestão de Reclamações

Regulamento de Funcionamento Aplicável à Gestão de Reclamações Regulamento de Funcionamento Aplicável à Gestão de Reclamações Agosto 2010 REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO APLICÁVEL À GESTÃO DE RECLAMAÇÕES CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Secção I Disposições preliminares

Leia mais

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo As associações são a expressão do dinamismo e interesse das populações que entusiasticamente se dedicam e disponibilizam em prol da causa pública. As associações

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS GABINETE DA MINISTRA. Diploma Ministerial Nº 5/2009, De 30 de Abril

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS GABINETE DA MINISTRA. Diploma Ministerial Nº 5/2009, De 30 de Abril REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS GABINETE DA MINISTRA Diploma Ministerial Nº 5/2009, De 30 de Abril Estatuto Orgânico da Direcção de Eficácia da Assistência Externa O Estatuto

Leia mais

REGULAMENTO DO GABINETE DE APOIO AO CONSELHO FISCAL GALP ENERGIA, SGPS, S.A.

REGULAMENTO DO GABINETE DE APOIO AO CONSELHO FISCAL GALP ENERGIA, SGPS, S.A. REGULAMENTO DO GABINETE DE APOIO AO CONSELHO FISCAL GALP ENERGIA, SGPS, S.A. Artigo 1.º Objeto O presente documento regulamenta as competências, deveres e funcionamento do Gabinete de Apoio ao Conselho

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO PARA ARRENDAMENTO DE IMÓVEIS

REGULAMENTO DO CONCURSO PARA ARRENDAMENTO DE IMÓVEIS REGULAMENTO DO CONCURSO PARA ARRENDAMENTO DE IMÓVEIS CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º Objeto O presente Regulamento estabelece as normas pelas quais o Instituto de Gestão Financeira da Segurança

Leia mais

REGULAMENTO DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SETOR DO GÁS NATURAL

REGULAMENTO DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SETOR DO GÁS NATURAL REGULAMENTO DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SETOR DO GÁS NATURAL Abril 2013 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 21 303 32 00 Fax: 21 303 32

Leia mais

Município de Leiria Câmara Municipal

Município de Leiria Câmara Municipal REGULAMENTO DO SERVIÇO DE COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA PRÉ ESCOLAR E DO SERVIÇO DE REFEIÇÕES NO 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO, DE GESTÃO DIRECTA DO MUNICÍPIO DE LEIRIA Aprovado em reunião de Câmara a 30

Leia mais

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS DESPACHO ERSE N.º 8 / 2003

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS DESPACHO ERSE N.º 8 / 2003 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS DESPACHO ERSE N.º 8 / 2003 O Regulamento de Relações Comerciais (RRC) aprovado pela ERSE através do Despacho n.º 18 413-A/2001 (2.ª série), de 1 de Setembro,

Leia mais

CONTRATO DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM AT (Alta Tensão) CONDIÇÕES GERAIS

CONTRATO DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM AT (Alta Tensão) CONDIÇÕES GERAIS CONTRATO DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM AT (Alta Tensão) CONDIÇÕES GERAIS 1ª - Objeto do Contrato. 1. O presente Contrato tem por objeto o fornecimento de energia elétrica pela EDP Serviço Universal

Leia mais

Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Caminha

Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Caminha Programa FINICIA Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Caminha Anexo I ao protocolo financeiro e de cooperação Normas e Condições de Acesso Artigo 1º. (Objectivo) Pretende-se colocar

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3.849. 2º As instituições a que se refere o caput devem:

RESOLUÇÃO Nº 3.849. 2º As instituições a que se refere o caput devem: RESOLUÇÃO Nº 3.849 Dispõe sobre a instituição de componente organizacional de ouvidoria pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. O Banco

Leia mais

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa TE GEE.130.02 II Nos termos do Decreto-Lei n.º 233/2004, de 14 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelos Decretos-Lei n.º 243-A/2004, de 31 de Dezembro,

Leia mais

REGULAMENTO DA CAMPANHA PROMOCIONAL PYREX 2015 MODELO CONTINENTE HIPERMERCADOS, S.A.

REGULAMENTO DA CAMPANHA PROMOCIONAL PYREX 2015 MODELO CONTINENTE HIPERMERCADOS, S.A. REGULAMENTO DA CAMPANHA PROMOCIONAL PYREX 2015 MODELO CONTINENTE HIPERMERCADOS, S.A. A Modelo Continente Hipermercados, S.A., com sede na Rua João Mendonça, n.º 505, 4464-503 Senhora da Hora, com o número

Leia mais

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS DIRETIVA N.º 6/2014. Tarifas e Preços de Gás Natural para o ano gás 2014-2015

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS DIRETIVA N.º 6/2014. Tarifas e Preços de Gás Natural para o ano gás 2014-2015 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS DIRETIVA N.º 6/2014 Tarifas e Preços de Gás Natural para o ano gás 2014-2015 Nos termos dos seus Estatutos aprovados pelo Decreto-Lei n.º 97/2002, de 12 de

Leia mais

Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo Desportivo

Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo Desportivo Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo Desportivo Exposição dos Motivos Do conjunto das atribuições que estão confiadas aos Municípios destacam-se as intervenções nas áreas de tempos livres e

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 1º, 2º, 3º e 4º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 1º, 2º, 3º e 4º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 1º, 2º, 3º e 4º Mercado interno do gás e da electricidade Contratos de concessão Taxa de ocupação de solos. Processo: nº 2258, despacho do SDG dos Impostos,

Leia mais