Revisão Regulamentar 2011
|
|
|
- Octavio Araújo Azevedo
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Revisão Regulamentar Junho 2011
2 Comentário Síntese Na generalidade: A quase totalidade t d das preocupações e sugestões apresentadas pela EDA nos últimos anos foram contempladas. No entanto, algumas considerações: Convergência tarifária; Custos Gasóleo e Lubrificantes (AEEGS); Benchmarking de custos Ilhas e Continente (DEE e CEE); Custos dos sistemas de informação; Produção Independente/Renovável.
3 Enquadramento I A Directiva 96/92/CE e o conceito de pequena rede isolada consumo anual, em 1996, inferior a GWh e menos de 5% obtido por interligação 184,6 GWh 76,8 GWh TOTAL AÇORES 337,6 GWh A Directiva 2003/54/CE e os conceitos de pequena rede isolada e micro-rede isolada consumo anual, em 1996, inferior a GWh e menos de 5% obtido por interligação consumo anual, em 1996, inferior a 500 GWh e sem interligação A Derrogação 2004/920/CE o objectivo de um mercado da electricidade concorrencial é impossível de atingir ou impraticável a presente derrogação é válida por tempo indefinido, podendo ser revista pela Comissão caso ocorram alterações substanciais no sector da electricidade dos Açores A Directiva 2009/72/CE mantém os conceitos referidos
4 Enquadramento II Princípios consagrados nos Decreto-Lei nº 69/2002, de 25 de Março, e nº 29/2006, de 15 de Fevereiro: O fornecimento de energia eléctrica é um serviço público essencial devendo ser assegurado à generalidade dos consumidores nacionais em condições de igualdade. Nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira o custo inerente à disponibilização da electricidade é consideravelmente superior ao do continente donde resulta uma clara penalização para os cidadãos e agentes económicos residentes naquelas Regiões. O Regulamento Tarifário, o Regulamento de Relações Comerciais, o Regulamento do Acesso às Redes e às Interligações e o Regulamento da Qualidade de Serviço são aplicáveis às Regiões Autónomas, tendo em conta as suas especificidades, nomeadamente as que estão relacionadas com a descontinuidade, a dispersão e a dimensão geográfica e do mercado.
5 Convergência Tarifária I Decreto-Lei nº 69/2002, de 25 de Março (convergência entre os preços nas RA e Continente) Decreto-Lei nº 104/2010, de 29 de Setembro (extinção tarifas reguladas MT e BTE no Continente) Perda do antigo referencial de convergência
6 Convergência Tarifária II Proposta ERSE: Que o referencial de preços para o qual devem convergir as TVCF de MT e BTE nas RA seja determinado tendo em conta: () (i) os resultados da monitorização dos preços de electricidade praticados no mercado no âmbito do Despacho n.º /2010 (ii) as variações das tarifas de acesso às redes e (iii) as variações dos preços de energia nos mercados grossistas. Sugestão: Publicação semestral de uma análise dos preços recolhidos no âmbito do Despacho /2010, de modo a acompanhar o grau de convergência real do ano em causa e permitir melhorar a definição do referencial a considerar para o ano seguinte.
7 AEEGS: Gasóleo e Lubrificantes Proposta ERSE: Alteração da forma de regulação por custos aceites para regulação por incentivos (Price Cap) Comentário: A imposição de factores de eficiência a uma componente de custo que resulta de um concurso público internacional não parece realista. Seria mais racional excluir os custos com a aquisição de gasóleo e lubrificantes dos custos controláveis, passando os mesmos a ser objecto de uma regulação por custos aceites.
8 DEE e CEE: Benchmarking Propostas ERSE: ( ) estudo de benchmarking entre as onze ilhas das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, que permita a definição do peso das componentes dos custos fixos e dos custos variáveis i (com os seus respectivos drivers de custos) e as metas de eficiência a aplicar. Avaliar a aderência entre os níveis de custos da actividade de Comercialização de energia eléctrica no Continente e os equivalentes referentes às Regiões Autónomas, elaborando um estudo de benchmarking. Sugestão/comentário: As onze ilhas dos Açores e Madeira têm dimensões e especificidades muito diferentes, pelo que faz mais sentido agrupá-las em grupos de características semelhantes; Os custos da comercialização no Continente não podem ser referência para a maioria das ilhas dos Açores.
9 Custos com Sistemas de Informação Diversas propostas de alteração, por exemplo do RRC: Informação sobre compra e venda de energia eléctrica (Artigo 76º) Discriminação de valores nas facturas (Artigo 216º) Disponibilização de dois ou mais meios de pagamento (Artigo 218º) Comentário: Custos de desenvolvimento aplicacional poderão ser muito significativos Prestadores de serviço em número muito reduzido
10 Produção Independente/Renovável Proposta ERSE: Dado o peso crescente desses custos na factura energética das Regiões Autónomas (variando entre 10% a 18% dos proveitos permitidos da RAA em AGS e entre 24% e 32%, dos proveitos permitidos da RAM, em AGS), a ERSE propõe: 35. A elaboração de um estudo de monitorização dos custos unitários de aquisição de energia a produtores independentes, por cada tipo de tecnologia, nas duas regiões, por forma a uniformizar as metodologias de aceitação desses custos, tendo em conta as respectivas especificidades técnicas e económicas. Comentário: Estudo só para as Regiões Autónomas?
11 Renováveis nos Açores As renováveis são económicas nos Açores Nos Açores, em 2010, o preço médio de venda das renováveis à rede pública foi de 87 /MWh e só o custo do combustível para produção termoeléctrica foi de 102 /MWh (95 /MWh no fuelóleo e 154 /MWh no gasóleo)
12 Alguma História Os primeiros i parques eólicos de Portugal foram construídos nos Açores e na Madeira, no nosso caso na ilha de Santa Maria, em 1988*, no âmbito de um programa de apoio à energia eólica em países em via de desenvolvimento, promovido pela Alemanha. *Açores: Setembro; Madeira: Maio
13 Produção de Electricidade Renovável (GWh) Geotérmica Hídrica Eólica
14 Horizonte 2015 MW ,6 8, Geotermia Hídrica Eólica 30 10,4 43
15 Horizonte 2018 O actual estado da arte da tecnologia não permite, no caso dos sistemas eléctricos pequenos e isolados dos Açores, atingir valores de penetração de renováveis superiores a cerca de 50% anuais; 75% 50% 28% 1º Trimestre 2011: 32,5%
16 Soluções para maximizar renováveis Aumentar os consumos nas horas de vazio; Armazenagem de energia eléctrica produzida em excesso nas horas de vazio para consumo nas horas fora de vazio; Automóveis 100% eléctricos e híbridos plug-in ; Volantes de inércia ( flywheels ). y Flywheel
17 Horizonte 2018 Trabalhos em curso Central Hidroeléctrica Reversível ou Baterias em São Miguel; Projecto Younicos para a ilha Graciosa; Volantes de Inércia para várias ilhas; Projecto Corvo Renovável; Acompanhamento automóveis híbridos plug-in e 100% eléctricos.
18 Ilha das Flores Um exemplo Diagrama de Cargas das Flores 24/12/ % Renovável % % [KW] % :00 0:30 1:00 1:30 2:00 2:30 3:00 3:30 4:00 4:30 5:00 5:30 6:00 6:30 7:00 7:30 8:00 8:30 9:00 9:30 10:00 10:30 11:00 11:30 12:00 12:30 13:00 13:30 14:00 14:30 15:00 15:30 16:00 16:30 17:00 17:30 18:30 19:00 19:30 20:00 20:30 21:00 21:30 18:00 22:00 22:30 23:00 23:30 HÍDRICA EÓLICA TÉRMICA (Gasóleo)
19 Em Harmonia com a Natureza mas também com a Economia! OBRIGADO!
REGULAMENTO TARIFÁRIO
REGULAMENTO TARIFÁRIO DO SECTOR ELÉCTRICO Julho 2011 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 21 303 32 00 Fax: 21 303 32 01 e-mail: [email protected]
INFORMAÇÃO SOBRE FACTURAÇÃO DE ENERGIA REACTIVA PRINCÍPIOS E BOAS PRÁTICAS RECOMENDAÇÃO N.º 1/2010
INFORMAÇÃO SOBRE FACTURAÇÃO DE ENERGIA REACTIVA PRINCÍPIOS E BOAS PRÁTICAS RECOMENDAÇÃO N.º 1/2010 Julho 2010 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa
Energias Renováveis, Regulação e Sustentabilidade
Energias Renováveis, Regulação e Sustentabilidade XIV Reunión Anual Iberoamericana de Reguladores de la Energía Salvador - Bahía 28 a 30 de Abril de 2010 Vítor Santos Agenda 1. A Política Energética Europeia
EDP Serviços. Colégio de Engenharia Geológica e de Minas. Optimização energética na indústria extrativa
EDP Serviços Colégio de Engenharia Geológica e de Minas Explorações a Céu Aberto:Novos desenvolvimentos Optimização energética na indústria extrativa Lisboa, 23 de Março de 2011 Agenda Contexto Consumos
Página Web 1 de 1. Ana Oliveira
Página Web 1 de 1 Ana Oliveira De: GEOTA [[email protected]] Enviado: quarta-feira, 11 de Abril de 2001 20:53 Para: [email protected] Assunto: Comentários do GEOTA à proposta de Revisão dos Regulamentos
Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais
Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais Aviso Apresentação de Candidaturas Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos
Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020
Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medida 2 CONHECIMENTO Ação 2.2 ACONSELHAMENTO Enquadramento Regulamentar Artigos do Regulamento (UE) n.º 1305/2013, do Conselho e do Parlamento
MERCADO LIBERALIZADO DE ENERGIA ELÉCTRICA
MERCADO LIBERALIZADO DE ENERGIA ELÉCTRICA CTC CÁVADO-MINHO LIMA-OURENSE COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DO CÁVADO AGÊNCIA DE ENERGIA DO CÁVADO Setembro, 2012 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 SEMINÁRIO Energia Solar Passiva...
VIII SIMPÓSIO LUSO ALEMÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS FOTOVOLTAICO Energia solar nos edifícios
VIII SIMPÓSIO LUSO ALEMÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS FOTOVOLTAICO Energia solar nos edifícios Sheraton Lisboa Hotel & Spa, na sala White Plains Lisboa, 25 de Outubro de 2011 ADENE Agência para a Energia Rui
Portugal Eficiência 2015 Análise 2008
Portugal Eficiência 2015 Análise 2008 Coordenação : Apoio : 0 Forte inversão da intensidade energética nos 2 últimos anos No entanto, a intensidade energética nacional continua significativamente acima
Empresa Geral do Fomento e Dourogás, ACE
Empresa Geral do Fomento e COMENTÁRIOS DA EMPRESA GERAL DO FOMENTO E DOUROGÁS, ACE À PROPOSTA DE REVISÃO DA REGULAMENTAÇÃO APRESENTADA PELA ERSE EM NOVEMBRO DE 2009 Novembro 2009 No seguimento da proposta
ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS DIRETIVA N.º 10/2013
ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS DIRETIVA N.º 10/2013 Tarifas e Preços de Gás Natural para o ano gás 2013-2014 e Parâmetros para o Período de Regulação 2013-2016 O Regulamento Tarifário do
ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. Despacho n.º 3677/2011
9626 Diário da República, 2.ª série N.º 39 24 de Fevereiro de 2011 PARTE E ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Despacho n.º 3677/2011 O artigo 72.º do Regulamento de Relações Comerciais do Gás
A ERSE e a liberalização do mercado de eletricidade. 26 de Outubro de 2012
A ERSE e a liberalização do mercado de eletricidade 26 de Outubro de 2012 A ERSE e a liberalização do mercado de eletricidade 1. A ERSE na proteção dos consumidores e na promoção da concorrência Missão
TARIFAS E PREÇOS PARA A ENERGIA ELÉTRICA E OUTROS SERVIÇOS EM 2016
TARIFAS E PREÇOS PARA A ENERGIA ELÉTRICA E OUTROS SERVIÇOS EM 2016 Dezembro 2015 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão em frente e verso Rua Dom Cristóvão
PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Meio Ambiente, da Saúde Pública e da Política do Consumidor
PARLAMENTO EUROPEU 1999 2004 Comissão do Meio Ambiente, da Saúde Pública e da Política do Consumidor 31 de Março de 2004 PE 340.787/1-10 ALTERAÇÕES 1-10 Projecto de relatório (PE 340.787) Hans Blokland
Perguntas Frequentes Pneus Usados
Perguntas Frequentes Pneus Usados 1. Qual a legislação em vigor em matéria de gestão de pneus usados? O Decreto-Lei n.º 111/2001, de 6 de Abril, estabelece os princípios e as normas aplicáveis à gestão
CARACTERIZAÇÃO DA PROCURA DE ENERGIA ELÉTRICA EM 2016
CARACTERIZAÇÃO DA PROCURA DE ENERGIA ELÉTRICA EM 2016 Dezembro 2015 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão em frente e verso Rua Dom Cristóvão da Gama
Impactos técnicos e económicos da electrificação gradual do sector dos transportes em Portugal
Impactos técnicos e económicos da electrificação gradual do sector dos transportes em Portugal Lisboa, 9 de julho de 2015. Joaquim Delgado [email protected] Sumário 2/16 1ª Parte Breve caraterização
EM PORTUGAL. [email protected]; [email protected]. Comunicação
OS SISTEMAS TARIFÁRIOS DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS, EM PORTUGAL Levy 1, João de Quinhones; Pinela 2, Ana [email protected]; [email protected] 1 Professor Associado do Instituto
Porto Santo Sustentável A importância do armazenamento de energia. fevereiro 2016
A importância do armazenamento de energia fevereiro 2016 Fevereiro de 2016 1 A importância do armazenmento ÍNDICE Principais Constrangimentos Balanço Energético Áreas de Atuação Caracterização do Sistema
ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. Despacho n.º 7253/2010
Diário da República, 2.ª série N.º 80 26 de Abril de 2010 21945 PARTE E ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Despacho n.º 7253/2010 O artigo 276.º do Regulamento de Relações Comerciais (RRC), aprovado
Emitente: CONSELHO DIRECTIVO. Norma Regulamentar n.º 05/2005-R. Data: 18/03/2005
Emitente: CONSELHO DIRECTIVO Norma Regulamentar n.º 05/2005-R Data: 18/03/2005 Assunto: APLICAÇÃO DAS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE EMPRESAS DE SEGUROS, SOCIEDADES GESTORAS DE FUNDOS DE PENSÕES
SEMINÁRIO FACHADAS ENERGETICAMENTE EFICIENTES: CONTRIBUIÇÃO DOS ETICS/ARGAMASSAS TÉRMICAS FACHADAS EFICIENTES NO DESEMPENHO ENERGÉTICO DE EDIFÍCIOS
SEMINÁRIO FACHADAS ENERGETICAMENTE EFICIENTES: CONTRIBUIÇÃO DOS ETICS/ARGAMASSAS TÉRMICAS FACHADAS EFICIENTES NO DESEMPENHO ENERGÉTICO DE EDIFÍCIOS LISBOA, 10 DE MAIO DE 2012 ADENE Agencia para a Energia
MICROGERAÇÃO. DL 363/2007 de 2 de Novembro PRODUZA E VENDA ENERGIA ELÉCTRICA À REDE ALTA RENTABILIDADE ALTA RENTABILIDADE DO INVESTIMENTO.
MICROGERAÇÃO DL 363/2007 de 2 de Novembro PRODUZA E VENDA ENERGIA ELÉCTRICA À REDE ALTA RENTABILIDADE ALTA RENTABILIDADE DO INVESTIMENTO. As energias renováveis constituem uma fonte de energia inesgotável
PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010
PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010 O Programa Estagiar, nas suas vertentes L, T e U, dirigido a recém-licenciados e mestres, recém-formados
Decreto lei nº25/2013 de 19 de Fevereiro
Decreto lei nº25/2013 de 19 de Fevereiro O decreto lei nº25/2013 revê os regimes jurídicos de Microprodução e Miniprodução, define as suas últimas alterações e contempla as normas que regulamentam os dois
CARACTERIZAÇÃO DA PROCURA DE ENERGIA ELÉCTRICA EM 2006
CARACTERIZAÇÃO DA PROCURA DE ENERGIA ELÉCTRICA EM 2006 Novembro 2005 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 21 303 32 00 Fax: 21 303 32 01
Impostos sobre os veículos automóveis ligeiros de passageiros *
P6_TA(2006)0334 Impostos sobre os veículos automóveis ligeiros de passageiros * Resolução legislativa do Parlamento Europeu sobre uma proposta de directiva do Conselho relativa à tributação aplicável aos
PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM TECNOLOGIAS DE ENERGIAS RENOVÁVEIS E APROVEITAMENTO SUSTENTÁVEL DE ENERGIAS
UNIVERSIDADE PEDAGÓGICA CENTRO PARA TECNOLOGIA EDUCACIONAL NÚCLEO DE ELECTRÓNICA PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM TECNOLOGIAS DE ENERGIAS RENOVÁVEIS E APROVEITAMENTO SUSTENTÁVEL DE ENERGIAS = NÍVEL I = Autores:
Legislação sobre Resíduos
Legislação sobre Resíduos Eng. Cristina Marcelo Correia (APEA - Associação Portuguesa dos Engenheiros do Ambiente) 03 de Março 2004 Tipos de Resíduos Resíduos urbanos Resíduos industriais Resíduos hospitalares
GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES
GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2007/A de 19 de Novembro de 2007 Regulamenta o Subsistema de Apoio ao Desenvolvimento da Qualidade e Inovação O Decreto Legislativo Regional
I - Agência Regional de Energia do Centro e Baixo Alentejo - Enquadramento. III Estratégia Nacional para a Energia 2020 Energia Solar
Índice I - Agência Regional de Energia do Centro e Baixo Alentejo - Enquadramento II Estratégia Nacional para a Energia 2020 III Estratégia Nacional para a Energia 2020 Energia Solar IV - Potencialidades
Comunicado. Proposta de Tarifas e Preços para a Energia Elétrica em 2016
Comunicado Proposta de Tarifas e Preços para a Energia Elétrica em 2016 Nos termos regulamentarmente previstos, designadamente no artigo 185.º do Regulamento Tarifário, o Conselho de Administração da ERSE
NOVIDADES LEGISLATIVAS E REGULAMENTARES MAIS SIGNIFICATIVAS
DESTAQUES DE 27 A 31 DE MAIO NOVIDADES LEGISLATIVAS E REGULAMENTARES MAIS SIGNIFICATIVAS ACTIVIDADE PARLAMENTAR E PROCESSO LEGISLATIVO ÚLTIMAS INICIATIVAS Proposta de Lei 151/XII Procede à primeira alteração
O SECTOR ELÉCTRICO EM PORTUGAL CONTINENTAL
O SECTOR ELÉCTRICO EM PORTUGAL CONTINENTAL CONTRIBUTO PARA DISCUSSÃO 31 de Março de 2011 O presente documento resume as principais conclusões do Estudo O Sector Eléctrico em Portugal Continental elaborado
FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS
Comissão para as Alterações Climáticas Comité Executivo Fundo Português de Carbono FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS CANDIDATURA DE PROGRAMA [de acordo com o Anexo do Regulamento] Resumo
WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO. Onde estão os Riscos?
WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO Onde estão os Riscos? No Futuro... que pode ser duvidoso e nos forçar a mudanças... Nas Mudanças... que podem ser inúmeras e nos forçam a decisões...
Benchmarking Europeu sobre a
Benchmarking Europeu sobre a Qualidade de Serviço Qualidade de Serviço Comercial, Investimentos e Incentivos à Melhoria do Desempenho na Madeira Lisboa, 23 de Junho de 2009 2 3 4 5 Enquadramento da EEM
Candidatura 2010 ENERGIA. Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP
Candidatura 2010 ENERGIA Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP ÍNDICE: 1. ENQUADRAMENTO 2. EIXO 2 APOIO AS ENERGIAS RENOVÁVEIS 3. OBJECTIVOS
Caracterização da Situação dos Fluxos Específicos de Resíduos em 2009 APA 06 08 2010
Caracterização da Situação dos Fluxos Específicos de Resíduos em 2009 APA 06 08 2010 FLUXOS ESPECÍFICOS DE RESÍDUOS Um dos objectivos da política ambiental integrada é a atribuição da responsabilidade,
Análise da proposta de. condições gerais do. Contrato de Uso das Redes - RARI
Análise da proposta de condições gerais do Contrato de Uso das Redes - RARI Junho de 2006 Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 21 303 32 00 Fax: 21 303 32 01 e-mail: [email protected] www.erse.pt
Sessão Técnica de Divulgação: Distribuição de Produtos Petrolíferos
Sessão Técnica de Divulgação: Distribuição de Produtos Petrolíferos Guias Sectoriais de Responsabilidade Ambiental para Aplicação do Regime de Responsabilidade Ambiental às Actividades de Armazenagem,
Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Elétrica (PPEC)
Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Elétrica (PPEC) Caracterização do PPEC Objetivos e promotores elegíveis O que é o PPEC O PPEC é estabelecido pela ERSE no Regulamento Tarifário do
Resposta da Sonaecom Serviços de Comunicações, SA (Sonaecom) à consulta pública sobre o Quadro Nacional de Atribuição de Frequências 2010 (QNAF 2010)
Resposta da Sonaecom Serviços de Comunicações, SA (Sonaecom) à consulta pública sobre o Quadro Nacional de Atribuição de Frequências 2010 (QNAF 2010) I. Introdução O espectro radioeléctrico é um recurso
Situação actual na protecção do património geológico. Paulo Pereira
Situação actual na protecção do património geológico Paulo Pereira o que é o património geológico? Elementos da geodiversidade Parte do património natural Ameaçado e não renovável Primeiras iniciativas
Estabelece medidas de incentivo à reciclagem de pneus usados
Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI Nº /X Estabelece medidas de incentivo à reciclagem de pneus usados Exposição de motivos: O Decreto-Lei n.º 111/2001, de 6 de Abril, posteriormente alterado pelo Decreto-Lei
Mestrado Profissionalizante
Mestrado Profissionalizante Curso de Especialização Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDL) - Ano Lectivo 2014/2015 2.º Semestre Disciplina de REGULAÇÃO DA ECONOMIA PROGRAMA Regência Professor
- 151 - Q.11.01 - Prédios transacionados, por Ilha e ano
Q.11.1 - Prédios transacionados, por Ilha e ano TOTAL AÇORES 6 522 7 26 6 911 7 1 7 16 7 615 6 66 6 719 6 795 6 774 6 61 1 19 868 149 617 155 257 164 769 234 346 267 938 33 49 351 873 4 137 432 143 36
Plano de Promoção do Desempenho Ambiental 2009-2011
Plano de Promoção do Desempenho Ambiental 2009-2011 Seminário ERSE Promoção do Desempenho Ambiental das Empresas do Sector Eléctrico 14 de Julho de 2009 Índice EDA Caminho Percorrido Estrutura accionista
VALORPNEU. 1 - Funcionamento do Sistema
RELATÓRIO DE ATIVIDADES 211 VALORPNEU www.valorpneu.pt Entidade Actividade Licença Valorpneu Sociedade de Gestão de Pneus, Lda Gestão de um Sistema Integrado de Gestão de Pneus Usados (SGPU) Despacho nº
Renováveis em Cabo Verde
Promoção das Energias Renováveis em Cabo Verde III Conferencia da RELOP Rio de Janeiro 4 e 5 de Novembro 2010 Apresentação :Rito Évora Administrador ARE Índice Porquê energias renováveis? Onde estamos?
ALTERAÇÃO AO PROCEDIMENTO N.º 6 DO MANUAL DE PROCEDIMENTOS DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SETOR ELÉTRICO
ALTERAÇÃO AO PROCEDIMENTO N.º 6 DO MANUAL DE PROCEDIMENTOS DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SETOR ELÉTRICO Setembro 2014 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão
Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º.
Legislação Portaria n.º 542/2007, de 30 de Abril Publicado no D.R., n.º 83, I Série, de 30 de Abril de 2007 SUMÁRIO: Aprova os Estatutos do Instituto da Construção e do Imobiliário, I.P.. TEXTO: O Decreto-Lei
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RESTAURAÇÃO- RESTAURANTE BAR PLANIFICAÇÃO DE ECONOMIA 10º ANO. Turma - 10º N. Professora: Ana Cristina Viegas
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RESTAURAÇÃO- RESTAURANTE BAR Turma - 10º N Professora: Ana Cristina Viegas PLANIFICAÇÃO DE ECONOMIA 10º ANO 1 - Estrutura e Finalidades da Disciplina A disciplina de Economia
MEDIDAS DE REFORÇO DA SOLIDEZ FINANCEIRA DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO
NotíciasdoDireito Janeiro a Março de 2012 SECTOR BANCÁRIO E FINANCEIRO MEDIDAS DE REFORÇO DA SOLIDEZ FINANCEIRA DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO A Lei n.º 4/2012, de 11 de Janeiro, altera a Lei n.º 63-A/2008,
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional Cabe ao Estado estabelecer as políticas necessárias para melhorar o desenvolvimento económico
Comentários COGEN_PDIRT E 2014_2023.pdf
Ana Oliveira De: COGEN Portugal [[email protected]] Enviado: quinta-feira, 6 de Março de 2014 17:36 Para: pdirt-e2013 Assunto: Consulta Pública PDIRT - Envio de comentários Anexos: Comentários
DIPLOMA ÂMBITO DE APLICAÇÃO LEGISLAÇÃO TRANSPOSTA OBSERVAÇÕES IMPORTÂNCIA NO CONTEXTO DO PERH GESTÃO DE RESÍDUOS
GESTÃO DE RESÍDUOS Portaria n.º 1127/2009, de 1 de Outubro [Republicada pela Portaria n.º 1324/2010, de 29 de Dezembro] Art.º 121.º da Lei n.º 64- A/2008, de 31 de Dezembro Aprova o Regulamento Relativo
TARIFÁRIO DE VENDA DE ENERGIA ELÉCTRICA A CLIENTES FINAIS 2011
TARIFÁRIO DE VENDA DE ENERGIA ELÉCTRICA A CLIENTES FINAIS 2011 Despacho nº 15/2010 da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, RT Regulamento tarifário RRC Regulamento de Relações comerciais Tarifário
Estratégia e Política Energética do Governo de Cabo Verde
Estratégia e Política Energética do Governo de Cabo Verde Caracterização do Sector Energético de Cabo Verde Sistema Eléctrico de Cabo Verde O sector eléctrico é dividido em sistemas de produção e distribuição.
DECRETO-LEI N.º 313/2001 DE 10 DE DEZEMBRO
A disponibilização para consulta do teor de diplomas legislativos não dispensa a consulta do Diário da República, não se responsabilizando a ERSE pelo seu conteúdo. DECRETO-LEI N.º 313/2001 DE 10 DE DEZEMBRO
Curso de Educação e Formação Tipo3, Nível II
Curso de Educação e Formação Tipo3, Nível II REGULAMENTO DA PROVA DE AVALIAÇÃO FINAL (PAF) 1 Artigo 1º Enquadramento Legal O Despacho conjunto nº453/2004, dos Ministérios de Educação e da Segurança Social
Indicadores de Sustentabilidade do Turismo nos Açores: o papel das opiniões e da atitude dos residentes face ao turismo na Região
Indicadores de Sustentabilidade do Turismo nos Açores: o papel das opiniões e da atitude dos residentes face ao turismo na Região 1 2 Alguns números sobre o Turismo nos Açores: Dados relativos a Hotelaria
O palácio de Belém Um exemplo pioneiro
O palácio de Belém Um exemplo pioneiro Workshop - TIC e Eficiência Energética: O Estado deve dar o exemplo Teresa Ponce de Leão 23 de Junho de 2010 Extracto do relatório 2009 O processo que conduziu à
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO DE PONTE DE SOR
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO DE PONTE DE SOR CURSOS PROFISSIONAIS ANO LECTIVO 2006 / 2007 Cursos Profissionais Cursos vocacionados para a qualificação inicial dos alunos, privilegiando
FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 1º, 2º, 3º e 4º. Assunto:
FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 1º, 2º, 3º e 4º Mercado interno do gás e da electricidade Contratos de concessão Taxa de ocupação de solos. Processo: nº 2258, despacho do SDG dos Impostos,
ACTUALIZAÇÃO ANUAL DO PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: PRINCIPAIS LINHAS DE ORIENTAÇÃO. 11 de Março de 2011
Ministério das Finanças e da Administração Pública ACTUALIZAÇÃO ANUAL DO PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: PRINCIPAIS LINHAS DE ORIENTAÇÃO 11 de Março de 2011 Enquadramento No actual quadro de incerteza
Sessão de Divulgação: Avisos QREN Eficiência Energética em PME e IPSS Local: Auditório do NERGA - Guarda
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Sessão de Divulgação: Avisos QREN Eficiência Energética em PME e IPSS Local: Auditório do NERGA - Guarda DATA
EDITAL. Iniciativa OTIC Oficinas de Transferência de Tecnologia e de Conhecimento
EDITAL Iniciativa OTIC Oficinas de Transferência de Tecnologia e de Conhecimento A difusão de informação e do conhecimento tem um papel fundamental na concretização de projectos inovadores e com grande
EIXO PRIORITÁRIO III PREVENÇÃO, GESTAO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS NATURAIS E TECNOLÓGICOS (RECUPERAÇÃO DO PASSIVO AMBIENTAL)
AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS EIXO PRIORITÁRIO III PREVENÇÃO, GESTAO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS NATURAIS E TECNOLÓGICOS (RECUPERAÇÃO DO PASSIVO AMBIENTAL) OOOOOOOOO 17 de Março de 2008 AVISO PARA
AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS. Sistema de Apoio a Infra-estruturas Científicas e Tecnológicas
AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Sistema de Apoio a Infra-estruturas Científicas e Tecnológicas Nos termos do Regulamento do Sistema de Apoio a Infra-estruturas Científicas e Tecnológicas (SAICT)
L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010
L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010 REGULAMENTO (UE) N. o 461/2010 DA COMISSÃO de 27 de Maio de 2010 relativo à aplicação do artigo 101. o, n. o 3, do Tratado sobre o Funcionamento da União
