REGULAMENTO TARIFÁRIO

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1 REGULAMENTO TARIFÁRIO DO SECTOR DO GÁS NATURAL Julho 2008 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS

2 Rua Dom Crisóvão da Gama n.º 1-3.º Lisboa Tel: Fax:

3 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural ÍNDICE Capíulo I Disposições e princípios gerais... 1 Arigo 1.º Objeco... 1 Arigo 2.º Âmbio... 1 Arigo 3.º Siglas e definições... 2 Arigo 4.º Prazos... 7 Arigo 5.º Princípios gerais... 7 Capíulo II Acividades e conas das empresas reguladas... 9 Arigo 6.º Acividade reguladas... 9 Arigo 7.º Conas reguladas Capíulo III Tarifas reguladas Secção I Disposições gerais Arigo 8.º Definição das Tarifas Arigo 9.º Fixação das arifas Secção II Esruura do arifário Arigo 10.º Tarifas e proveios Arigo 11.º Tarifas a aplicar aos clienes dos comercializadores de úlimo recurso Arigo 12.º Tarifas a aplicar às enregas do operador da rede de ranspore e dos operadores das redes de disribuição Arigo 13.º Tarifas a aplicar às enregas do operador da rede de ranspore aos operadores das redes de disribuição Arigo 14.º Esruura geral das arifas Arigo 15.º Esruura geral das arifas reguladas por acividade Arigo 16.º Esruura geral das arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso Arigo 17.º Esruura geral das opções ransiórias das arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso Arigo 18.º Esruura geral das arifas de Acesso às Redes Arigo 19.º Períodos de pona Secção III Tarifas de Acesso às Redes Arigo 20.º Objeco i

4 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 21.º Esruura geral das arifas de Acesso às Redes aplicáveis às enregas em AP, MP e BP> com medição de regiso diário ou mensal Arigo 22.º Esruura geral das arifas de Acesso às Redes aplicáveis às enregas em BP< com periodicidade de leiura superior a um mês Arigo 23.º Capacidade uilizada e energia a facurar Secção IV Tarifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso Arigo 24.º Objeco Arigo 25.º Opções arifárias Arigo 26.º Opções arifárias ransiórias Arigo 27.º Esruura geral das arifas de Venda a Clienes Finais Arigo 28.º Capacidade uilizada e energia a facurar Secção V Tarifas de Energia Arigo 29.º Objeco Arigo 30.º Esruura geral Arigo 31.º Conversão da arifa de Energia para os vários níveis de pressão Arigo 32.º Energia a facurar Secção VI Tarifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de Gás Naural Liquefeio Arigo 33.º Objeco Arigo 34.º Esruura geral Arigo 35.º Conversão da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL para os vários ponos de enrega da infra-esruura Arigo 36.º Capacidade uilizada, energia armazenada e energia a facurar Secção VII Tarifas de Uso do Armazenameno Suberrâneo Arigo 37.º Objeco Arigo 38.º Esruura geral Arigo 39.º Períodos arifários Arigo 40.º Energia armazenada, energia injecada e energia exraída a facurar Secção VIII Tarifa de Uso Global do Sisema Arigo 41.º Objeco Arigo 42.º Esruura geral ii

5 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 43.º Conversão da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelos operadores de redes para os vários níveis de pressão Arigo 44.º Energia a facurar Secção IX Tarifas de Uso da Rede de Transpore Arigo 45.º Objeco Arigo 46.º Esruura geral Arigo 47.º Conversão das arifas de Uso da Rede de Transpore para os vários níveis de pressão Arigo 48.º Capacidade uilizada e energia a facurar Secção X Tarifas de Uso da Rede de Disribuição Arigo 49.º Objeco Arigo 50.º Esruura geral Arigo 51.º Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em MP Arigo 52.º Conversão das arifas de Uso da Rede de Disribuição em MP Arigo 53.º Tarifas de Uso da Rede de Disribuição em BP Arigo 54.º Capacidade uilizada, energia e ermo fixo a facurar Secção XI Tarifas de Comercialização Arigo 55.º Objeco Arigo 56.º Esruura geral Capíulo IV Proveios das acividades reguladas Secção I Proveios dos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL Arigo 57.º Proveios da acividade de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL Arigo 58.º Proveios da função de Recepção de GNL Arigo 59.º Proveios da função de Armazenameno de GNL Arigo 60.º Proveios da função de Regaseificação de GNL Secção II Proveios dos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural Arigo 61.º Proveios da acividade de Armazenameno Suberrâneo de gás naural Secção III Proveios do operador logísico de mudança de comercializador Arigo 62.º Proveios da acividade de Operação Logísica de Mudança de Comercializador iii

6 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Secção IV Proveios do operador da rede de ranspore de gás naural Arigo 63.º Proveios da acividade de Acesso à RNTGN Arigo 64.º Proveios da acividade de Gesão Técnica Global do Sisema Arigo 65.º Proveios da acividade de Transpore de gás naural Secção V Proveios dos operadores das redes de disribuição de gás naural Arigo 66.º Proveios da acividade de Acesso à RNTGN e à RNDGN Arigo 67.º Proveios a recuperar pelos operadores da rede de disribuição por aplicação da arifa de Uso Global do Sisema Arigo 68.º Proveios a recuperar pelos operadores da rede de disribuição por aplicação da arifa de Uso da Rede de Transpore Arigo 69.º Proveios da acividade de Disribuição de gás naural Secção VI Proveios do comercializador do SNGN Arigo 70.º Proveios da acividade de Compra e Venda de gás naural no âmbio da gesão dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho Secção VII Proveios do comercializador de úlimo recurso grossisa Arigo 71.º Proveios da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso Arigo 72.º Proveios da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes Arigo 73.º Proveios da função de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes Arigo 74.º Proveios da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN a grandes clienes Arigo 75.º Proveios da função de Comercialização de gás naural a grandes clieneserro! Marcador não def Secção VIII Proveios dos comercializadores de úlimo recurso realhisas Arigo 76.º Proveios da acividade de Comercialização de gás naural Arigo 77.º Proveios da função de Compra e Venda de gás naural Arigo 78.º Proveios da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN Arigo 79.º Proveios da função de Comercialização de gás nauralerro! Marcador não definido. Secção IX Compensação pela aplicação da uniformidade arifária Arigo 80.º Compensação pela aplicação da arifa de Energia Arigo 81.º Compensação pela aplicação da arifa de Uso Global do Sisema Arigo 82.º Compensação pela aplicação da arifa de Uso da Rede de Transpore iv

7 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 83.º Compensação pela aplicação das arifas de Uso da Rede de Disribuição Arigo 84.º Compensação pela aplicação das arifas de Comercialização Arigo 85.º Compensação arifária dos comercializadores de úlimo recurso realhisas Arigo 86.º Compensação arifária dos operadores da rede de disribuição Secção X Incenivo à promoção do desempenho ambienal Arigo 87.º Planos de Promoção do Desempenho Ambienal Arigo 88.º Coneúdo dos Planos de Promoção do Desempenho Ambienal Arigo 89.º Cusos máximos dos Planos de Promoção do Desempenho Ambienal Arigo 90.º Aprovação dos Planos de Promoção do Desempenho Ambienal Arigo 91.º Apresenação dos relaórios de execução dos Planos de Promoção de Desempenho Ambienal Arigo 92.º Coneúdo dos Relaórios de Execução dos Planos de Promoção de Desempenho Ambienal Arigo 93.º Aprovação dos Relaórios de Execução do Plano de Promoção do Desempenho Ambienal Arigo 94.º Regiso conabilísico Arigo 95.º Reafecação de cusos Arigo 96.º Divulgação e fiscalização Secção XI Incenivo à Promoção da Eficiência no Consumo Arigo 97.º Plano de Promoção da Eficiência no Consumo Arigo 98.º Cusos com o Plano de Promoção da Eficiência no Consumo Arigo 99.º Divulgação Capíulo V Processo de cálculo das arifas reguladas Secção I Meodologia de cálculo das arifas de Energia Arigo 100.º Meodologia de cálculo da arifa de Energia da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso Arigo 101.º Meodologia de cálculo da revisão rimesral das arifas de Energia da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso Arigo 102.º Meodologia de cálculo da arifa de Energia da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes Arigo 103.º Meodologia de cálculo da revisão rimesral das arifas de Energia da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes v

8 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 104.º Meodologia de cálculo da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas Arigo 105.º Meodologia de cálculo da revisão rimesral da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas Arigo 106.º Meodologia de cálculo do ajuse anual da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas a aplicar aos fornecimenos em BP com consumo anual inferior ou igual a m 3 (n) Secção II Meodologia de cálculo da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL Arigo 107.º Meodologia de cálculo da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL Secção III Meodologia de cálculo das arifas de Uso do Armazenameno Suberrâneo Arigo 108.º Meodologia de cálculo das arifas de Uso do Armazenameno Suberrâneo116 Secção IV Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de Transpore Arigo 109.º Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de Transpore a aplicar pelo operador da rede de ranspore Arigo 110.º Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de Transpore a aplicar pelos operadores das redes de disribuição Secção V Meodologia de cálculo da arifa de Uso Global do Sisema Arigo 111.º Meodologia de cálculo da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelo operador da rede de ranspore Arigo 112.º Meodologia de cálculo da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelos operadores das redes de disribuição Secção VI Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de Disribuição Arigo 113.º Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de Disribuição a aplicar pelos operadores das redes de disribuição Secção VII Meodologia de cálculo das arifas de Comercialização Arigo 114.º Meodologia de cálculo da arifa de Comercialização da acividade de comercialização de úlimo recurso a grandes clienes Arigo 115.º Meodologia de cálculo da arifa de Comercialização dos comercializadores de úlimo recurso realhisas vi

9 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Secção VIII Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso Subsecção I Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes Arigo 116.º Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes Arigo 117.º Mecanismo de limiação de acréscimos resulanes da convergência das arifas de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes para arifas adiivas Arigo 118.º Ajusamenos resulanes da convergência para um sisema arifário adiivo nas arifas de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes Subsecção II Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso realhisas Arigo 119.º Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso realhisas Arigo 120.º Mecanismo de limiação de acréscimos resulanes da convergência das arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso realhisas para arifas adiivas Arigo 121.º Ajusamenos resulanes da convergência para um sisema arifário adiivo nas arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso realhisas Capíulo VI Procedimenos Secção I Disposições Gerais Arigo 122.º Frequência de fixação das arifas Arigo 123.º Período de regulação Secção II Informação periódica a fornecer à ERSE pelos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL Arigo 124.º Informação a fornecer à ERSE pelos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL Arigo 125.º Desagregação da informação conabilísica da acividade de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL vii

10 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Secção III Informação periódica a fornecer à ERSE pelos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural Arigo 126.º Informação a fornecer à ERSE pelos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural Arigo 127.º Desagregação da informação conabilísica da acividade de Armazenameno Suberrâneo de Gás Naural Secção IV Informação periódica a fornecer à ERSE pelo operador logísico de mudança de comercializador Arigo 128.º Informação a fornecer à ERSE pelo operador logísico de mudança de comercializador Arigo 129.º Desagregação da informação conabilísica da acividade de Operação Logísica de Mudança de Comercializador Secção V Informação periódica a fornecer à ERSE pelo operador da rede de ranspore de gás naural Arigo 130.º Informação a fornecer à ERSE pelo operador da rede de ranspore de gás naural Arigo 131.º Desagregação da informação conabilísica da acividade de Transpore de gás naural Arigo 132.º Desagregação da informação conabilísica da acividade de Gesão Técnica Global do Sisema Secção VI Informação periódica a fornecer à ERSE pelos operadores da rede de disribuição de gás naural Arigo 133.º Informação a fornecer à ERSE pelos operadores da rede de disribuição de gás naural Arigo 134.º Desagregação da informação conabilísica da acividade de Disribuição de gás naural Arigo 135.º Desagregação da informação conabilísica da acividade de Acesso à RNTGN Secção VII Informação periódica a fornecer à ERSE pelo comercializador do SNGN Arigo 136.º Informação a fornecer à ERSE pelo comercializador do SNGN Arigo 137.º Desagregação da informação conabilísica da acividade de Compra e Venda de gás naural, no âmbio da gesão dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho viii

11 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Secção VIII Informação periódica a fornecer à ERSE pelo comercializador de úlimo recurso grossisa Arigo 138.º Informação a fornecer à ERSE pelo comercializador de úlimo recurso grossisa Arigo 139.º Desagregação da informação conabilísica da acividade de Compra e venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso Arigo 140.º Desagregação da informação conabilísica na função de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes Arigo 141.º Desagregação da informação conabilísica da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN Arigo 142.º Desagregação da informação conabilísica da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes... Erro! Marcador não definido. Arigo 143.º Informação rimesral a fornecer à ERSE pelo comercializador de úlimo recurso grossisa no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes Secção IX Informação periódica a fornecer à ERSE pelos comercializadores de úlimo recurso realhisas de gás naural Arigo 144.º Informação a fornecer à ERSE pelo comercializador de úlimo recurso realhisa de gás naural Arigo 145.º Desagregação da informação conabilísica da função de Compra e Venda de gás naural dos comercializadores de úlimo recurso realhisas Arigo 146.º Desagregação da informação conabilísica da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN dos comercializadores de úlimo recurso realhisas Arigo 147.º Desagregação da informação conabilísica da função de Comercialização de gás naural dos comercializadores de úlimo recurso realhisaserro! Marcador não definido. Arigo 148.º Informação rimesral a fornecer à ERSE pelo comercializador de úlimo recurso realhisa de gás naural Secção X Fixação das Tarifas Arigo 149.º Fixação das arifas Arigo 150.º Tarifas para o primeiro ano gás do novo período de regulação Secção XI Fixação excepcional das arifas Arigo 151.º Início do processo Arigo 152.º Fixação excepcional das arifas ix

12 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Secção XII Fixação dos parâmeros para novo período de regulação Arigo 153.º Balanços de gás naural Arigo 154.º Informação económico-financeira Arigo 155.º Fixação dos valores dos parâmeros Secção XIII Revisão excepcional dos parâmeros de um período de regulação Arigo 156.º Início do processo Arigo 157.º Fixação dos novos valores dos parâmeros Secção XIV Documenos complemenares ao Regulameno Tarifário Arigo 158.º Documenos Arigo 159.º Elaboração e divulgação Capíulo VII Garanias adminisraivas e reclamações Secção I Garanias adminisraivas Arigo 160.º Admissibilidade de peições, queixas e denúncias Arigo 161.º Forma e formalidades Arigo 162.º Insrução e decisão Capíulo VIII Disposições finais e ransiórias Secção I Disposições ransiórias Arigo 163.º Informação a enviar nos primeiros anos de aplicação do Regulameno Tarifário Arigo 164.º Manuenção do equilíbrio económico e financeiro dos operadores das infraesruuras Secção II Disposições finais Arigo 165.º Pareceres inerpreaivos da ERSE Arigo 166.º Norma remissiva Arigo 167.º Fiscalização e aplicação do Regulameno Arigo 168.º Enrada em vigor x

13 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Capíulo I Disposições e princípios gerais Arigo 1.º Objeco O presene regulameno, ediado ao abrigo do n.º 1 do Arigo 63.º do Decreo-Lei n.º 140/2006, de 26 de Julho, e do n.º 2 do arigo 15.º dos Esauos da ERSE, anexos ao Decreo-Lei n.º 97/2002, de 12 de Abril, esabelece as disposições aplicáveis aos criérios e méodos para a formulação de arifas e preços de gás naural a aplicar pelas enidades por ele abrangidas, à definição das arifas reguladas e respeciva esruura, ao processo de cálculo e deerminação das arifas, à deerminação dos proveios permiidos, aos procedimenos a adopar para a fixação das arifas, sua aleração e publiciação, bem como às obrigações das enidades do Sisema Nacional de Gás Naural, nomeadamene, em maéria de presação de informação. Arigo 2.º Âmbio 1 - O presene regulameno em por âmbio as arifas a aplicar nas seguines relações comerciais: a) Uilização do erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de gás naural liquefeio. b) Uilização do armazenameno suberrâneo de gás naural. c) Uilização da rede de ranspore. d) Uilização da rede de disribuição. e) Enregas do operador da rede de ranspore aos operadores das redes de disribuição. f) Fornecimenos do comercializador de úlimo recurso grossisa aos comercializadores de úlimo recurso realhisas. g) Fornecimenos do comercializador de úlimo recurso grossisa no âmbio da acividade de Comercialização a grandes clienes. h) Fornecimenos dos comercializadores de úlimo recurso realhisas a clienes finais. 2 - Esão abrangidos pelo âmbio de aplicação do presene regulameno: a) Os consumidores ou clienes. b) Os comercializadores de úlimo recurso realhisas. 1

14 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural c) O comercializador de úlimo recurso grossisa. d) O comercializador do SNGN. e) O operador logísico de mudança de comercializador. f) Os operadores das redes de disribuição. g) O operador da rede de ranspore. h) Os operadores de armazenameno suberrâneo. i) Os operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL. Arigo 3.º Siglas e definições 1 - No presene regulameno são uilizadas as seguines siglas: a) AP Ala pressão. b) ASG Armazenameno suberrâneo de gás naural. c) BP Baixa pressão. d) BP> Baixa pressão para fornecimenos anuais superiores a m 3 (n) por ano. e) BP< Baixa pressão para fornecimenos anuais inferiores ou iguais a m 3 (n) por ano. f) CIF Cuso, seguro e free. g) ERSE Enidade Reguladora dos Serviços Energéicos. h) GNL Gás naural liquefeio. i) INE Insiuo Nacional de Esaísica. j) MP Média pressão. ) POC Plano oficial de conabilidade. l) RPGN Rede Pública de Gás Naural. m) RNDGN Rede Nacional de Disribuição de Gás Naural. n) RNTGN Rede Nacional de Transpore de Gás Naural. o) RNTIAT Rede Nacional de Transpore, Infra-esruuras de Armazenameno e Terminais de GNL. p) RT Regulameno Tarifário. q) SNGN Sisema Nacional de Gás Naural. 2

15 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 2 - Para efeios do presene regulameno, enende-se por: a) Acivo fixo imobilizados corpóreo e incorpóreo, conforme definidos no âmbio do Plano Oficial de Conabilidade. Os acivos corpóreos e incorpóreos a considerar para efeios de regulação são os que resularem do processo de reavaliação ao abrigo do Decreo -Lei n.º 140/2006, de 26 de Julho, à daa do início da nova concessão e ao cuso de aquisição ou consrução para os bens adquiridos poseriormene. b) Agene de mercado enidade que ransacciona gás naural nos mercados organizados ou por conraação bilaeral, correspondendo às seguines enidades: comercializadores, comercializador do SNGN, comercializadores de úlimo recurso realhisas, comercializador de úlimo recurso grossisa e clienes elegíveis que adquirem gás naural nos mercados organizados ou por conraação bilaeral. c) Ala pressão pressão cujo valor, relaivamene à pressão amosférica, é superior a 20 bar. d) Ano gás período compreendido enre as 00:00h de 1 de Julho e as 24:00h de 30 de Junho do ano seguine. e) Armazenameno suberrâneo de gás naural conjuno de cavidades, equipamenos e redes que, após recepção do gás na inerface com a RNTGN, permie armazenar o gás naural na forma gasosa em cavidades suberrâneas, ou reservaórios especialmene consruídos para o efeio e, poseriormene, volar a injecá-lo na RNTGN aravés da mesma inerface de ransferência de cusódia. f) Capacidade uilizada é a quanidade máxima diária de gás naural que os operadores de redes colocam à disposição no pono de enrega, regisada num período de 12 meses, em Wh/dia. g) Capacidade de regaseificação uilizada no erminal de GNL - valor máximo do consumo medido no pono de enrega do erminal de GNL, na rede de ranspore, regisado no período de um dia, durane o inervalo de 12 meses, incluindo o mês a que a facura respeia, em Wh/dia. h) Cliene pessoa singular ou coleciva que compra gás naural para consumo próprio. i) Comercializador enidade iular de licença de comercialização de gás naural que exerce a acividade de Comercialização livremene. j) Comercializador do SNGN enidade iular dos conraos de longo prazo e em regime de ae or pay celebrados anes da enrada em vigor da Direciva n.º 2003/55/CE, do Parlameno e do Conselho, de 26 de Junho, nos ermos definidos no Decreo- Lei n.º 140/2006, de 26 de Julho. ) Comercializador de úlimo recurso grossisa enidade iular de licença de comercialização de úlimo recurso que esá obrigada a assegurar o fornecimeno de gás 3

16 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural naural aos comercializadores de úlimo recurso realhisas, bem como aos grandes clienes que, por opção ou por não reunirem as condições, não exerçam o seu direio de elegibilidade. l) Comercializador de úlimo recurso realhisa enidade iular de licença de comercialização de úlimo recurso que esá obrigada a assegurar o fornecimeno de gás naural a odos os consumidores com consumo anual inferior a 2 milhões de m 3 (n) ligados à rede que, por opção ou por não reunirem as condições de elegibilidade para maner uma relação conraual com ouro comercializador, ficam sujeios ao regime de arifas e preços regulados. m) Comparicipações subsídios a fundo perdido e comparicipações de clienes aos invesimenos. n) Disribuição veiculação de gás naural aravés de redes de disribuição de média ou baixa pressão, para enrega às insalações fisicamene ligadas à rede de disribuição, excluindo a comercialização. o) Energia armazenada na infra-esruura de armazenameno suberrâneo valor diário das exisências de energia numa deerminada infra-esruura de armazenameno suberrâneo, aribuíveis a cada uilizador, deerminadas às 24 horas de cada dia, em Wh. p) Energia armazenada no erminal de GNL valor diário das exisências de energia no erminal de GNL, aribuíveis a cada uilizador, deerminadas às 24 horas de cada dia, em Wh. q) Energia em períodos de pona energia do gás naural enregue no período definido como pona, medido ou deerminado a parir de grandezas medidas (volume, emperaura e pressão), em Wh. r) Energia enregue energia do gás naural enregue, medido ou deerminado a parir de grandezas medidas (volume, emperaura e pressão), em Wh. s) Energia enregue pelo erminal de GNL energia associada ao volume de gás naural enregue pelo erminal de GNL, em Wh. ) Energia exraída na infra-esruura de armazenameno energia associada ao volume de gás naural enregue, por uma infra-esruura de armazenameno, na rede de ranspore de gás naural, em Wh. u) Energia injecada na infra-esruura de armazenameno energia associada ao volume de gás naural enregue, a uma infra-esruura de armazenameno, a parir da rede de ranspore de gás naural, em Wh. v) Fornecimenos a clienes quanidades envolvidas na facuração das arifas de venda a clienes finais. 4

17 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural w) Gesão Técnica Global do Sisema conjuno de acividades e responsabilidades de coordenação do SNGN, de forma a assegurar a segurança e coninuidade do abasecimeno de gás naural. x) Grandes clienes clienes com consumo anual igual ou superior a 2 milhões de m 3 (n). y) Índice de Preços Implícios no Consumo Privado variação dos preços no Consumo Final das Famílias, divulgada pelo INE, nas conas nacionais rimesrais. z) Média pressão pressão cujo valor, relaivamene à pressão amosférica, é igual ou superior a 4 bar e igual ou inferior a 20 bar. aa) Mercados organizados os sisemas com diferenes modalidades de conraação que possibiliam o enconro enre a ofera e a procura de gás naural e de insrumenos cujo acivo subjacene seja gás naural ou acivo equivalene. bb) Operador de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL enidade concessionária do respecivo erminal, sendo responsável por assegurar a sua exploração e manuenção, bem como a sua capacidade de armazenameno e regaseificação em condições de segurança, fiabilidade e qualidade de serviço. cc) Operador de armazenameno suberrâneo de gás naural enidade concessionária do respecivo armazenameno suberrâneo, responsável pela exploração e manuenção das capacidades de armazenameno e das infra-esruuras de superfície, em condições de segurança, fiabilidade e qualidade de serviço. dd) Operador da rede de disribuição enidade concessionária da Rede Nacional de Transpore de Gás naural, responsável pela exploração, manuenção e desenvolvimeno da rede de ranspore em condições de segurança, fiabilidade e qualidade de serviço, bem como das suas inerligações com ouras redes, quando aplicável, devendo assegurar a capacidade da rede a longo prazo para aender pedidos razoáveis de ranspore de gás naural. ee) Operador da rede de ranspore enidade concessionária da Rede Nacional de Transpore de gás naural, responsável pela exploração, manuenção e desenvolvimeno da rede de ranspore em condições de segurança, fiabilidade e qualidade de serviço, bem como das suas inerligações com ouras redes, quando aplicável, devendo assegurar a capacidade da rede a longo prazo para aender pedidos razoáveis de ranspore de gás naural. ff) Período arifário inervalo de empo durane o qual vigora um preço de um ermo arifário. gg) Quanidades excedenárias de gás naural diferença enre as quanidades de gás naural adquiridas no âmbio dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados anes da enrada em vigor da Direciva n.º 2003/55/CE, do Parlameno e do Conselho, de 26 de Junho e as quanidades necessárias a assegurar a 5

18 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural obrigação de fornecimeno de gás naural à acividade de Compra e Venda de Gás Naural para Fornecimeno aos Comercializadores de Úlimo Recurso do comercializador de úlimo recurso grossisa e aos cenros elecroproduores com conrao de fornecimeno ouorgado em daa anerior à publicação do Decreo-Lei n.º 140/2006, de 26 de Julho. hh) Rede Nacional de Disribuição de Gás Naural o conjuno das infra-esruuras de serviço público desinadas à disribuição de gás naural. ii) jj) Rede Nacional de Transpore de Gás Naural o conjuno das infra-esruuras de serviço público desinadas ao ranspore de gás naural. Rede Nacional de Transpore, Infra-esruuras de Armazenameno e Terminais de GNL o conjuno das infra-esruuras de serviço público desinadas à recepção e ao ranspore em gasoduo, ao armazenameno suberrâneo e à recepção, ao armazenameno e à regaseificação de GNL. ) Rede Pública de Gás Naural o conjuno das infra-esruuras de serviço público desinadas à recepção, ao ranspore e à disribuição em gasoduo,.ao armazenameno suberrâneo e à recepção, armazenameno e regaseificação de GNL. ll) Sisema Público de Gás Naural Subsisema do SNGN que compreende os comercializadores de úlimo recurso realhisas, o comercializador de úlimo recurso grossisa, os consumidores não elegíveis, bem como os consumidores elegíveis que não exerçam esse direio. mm) Terminal de GNL o conjuno de infra-esruuras ligadas direcamene à rede de ranspore desinadas à recepção e expedição de navios meaneiros, armazenameno, raameno e regaseificação de GNL e à sua poserior emissão para a rede de ranspore, bem como o carregameno de GNL em camiões ciserna e navios meaneiros. nn) Transpore veiculação de gás naural numa rede inerligada de ala pressão, para efeios de recepção e enrega a disribuidores e a insalações fisicamene ligadas à rede de ranspore, excluindo a comercialização. oo) Uilizador pessoa singular ou coleciva que enrega gás naural na rede ou que é abasecida aravés dela, incluindo os clienes agenes de mercado, os comercializadores, o comercializador de úlimo recurso grossisa e os comercializadores de úlimo recurso realhisas. 6

19 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 4.º Prazos 1 - Sem prejuízo de oura indicação específica, os prazos esabelecidos no presene regulameno que não enham naureza adminisraiva são prazos conínuos. 2 - Os prazos previsos no número anerior conam-se nos ermos do Código Civil. 3 - Os prazos de naureza adminisraiva fixados no presene regulameno que envolvam enidades públicas conam-se nos ermos do Código do Procedimeno Adminisraivo. Arigo 5.º Princípios gerais O presene regulameno fundamena-se no respeio pelos seguines princípios: a) Igualdade de raameno e de oporunidades. b) Harmonização dos princípios arifários, de modo que o mesmo sisema arifário se aplique igualmene a odos os clienes. c) Transparência e simplicidade na formulação e fixação das arifas. d) Inexisência de subsidiações cruzadas enre acividades e enre clienes, aravés da adequação das arifas aos cusos e da adopção do princípio da adiividade arifária. e) Transmissão dos sinais económicos adequados a uma uilização eficiene das redes e demais infra-esruuras do SNGN. f) Proecção dos clienes face à evolução das arifas, assegurando simulaneamene o equilíbrio económico e financeiro às acividades reguladas em condições de gesão eficiene. g) Criação de incenivos ao desempenho eficiene das acividades reguladas das empresas. h) Conribuição para a promoção da eficiência energéica e da qualidade ambienal. 7

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21 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Capíulo II Acividades e conas das empresas reguladas Arigo 6.º Acividade reguladas 1 - O presene regulameno abrange as seguines acividades reguladas, definidas nos ermos do Regulameno das Relações Comerciais: a) Acividade de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, exercida pelos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, inclui as seguines funções: i) Recepção de GNL. ii) iii) Armazenameno de GNL. Regaseificação de GNL. b) Acividade de Armazenameno Suberrâneo de gás naural exercida pelos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural. c) Acividade de Operação Logísica de Mudança de Comercializador exercida pelo operador logísico de mudança de comercializador. d) Acividade de Gesão Técnica Global do Sisema exercida pelo operador da rede de ranspore. e) Acividade de Transpore de gás naural exercida pelo operador da rede de ranspore. f) Acividade de Acesso à RNTGN exercida pelo operador da rede de ranspore. g) Acividade de Disribuição de gás naural exercida pelos operadores das redes de disribuição. h) Acividade de Acesso à RNTGN e à RNDGN exercida pelos operadores das redes de disribuição. i) Acividade de Compra e Venda de gás naural no âmbio da gesão dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho exercida pelo comercializador do SNGN. j) Acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, exercida pelo comercializador de úlimo recurso grossisa. ) Acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, exercida pelo comercializador de úlimo recurso grossisa, inclui as seguines funções: 9

22 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural i) Compra e Venda de gás naural a grandes clienes. ii) iii) Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN a grandes clienes. Comercialização de gás naural a grandes clienes. l) Acividade de Comercialização de gás naural, exercida pelos comercializadores de úlimo recurso realhisas, inclui as seguines funções: i) Compra e Venda de gás naural. ii) iii) Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN. Comercialização de gás naural. Arigo 7.º Conas reguladas 1 - Os operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, os operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, o operador da rede de ranspore de gás naural, o operador logísico de mudança de comercializador de gás naural, os operadores das redes de disribuição de gás naural, o comercializador do SNGN, o comercializador de úlimo recurso grossisa e os comercializadores de úlimo recurso realhisas de gás naural devem maner acualizada a conabilidade para efeios de regulação, adiane denominada de conas reguladas, nos ermos esabelecidos no presene regulameno. 2 - As conas reguladas devem obedecer às regras esabelecidas no presene regulameno e nas normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE. 3 - A ERSE, sempre que para efeios da adequada aplicação do presene regulameno julgar conveniene, pode emiir normas e meodologias complemenares que permiam especificar, dealhar ou clarificar a informação disponibilizada nas conas reguladas. 4 - As normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE aplicam-se às conas do ano gás em que são publicadas e às dos anos gás seguines. 5 - As conas reguladas enviadas anualmene à ERSE, de acordo com o esabelecido no Capíulo VI do presene regulameno, são aprovadas pela ERSE consiuindo as conas reguladas aprovadas. 6 - As conas reguladas, enviadas à ERSE para aprovação, devem ser preparadas omando sempre como base as conas reguladas aprovadas, do ano gás anerior. 10

23 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Capíulo III Tarifas reguladas Secção I Disposições gerais Arigo 8.º Definição das Tarifas O presene regulameno define as seguines arifas: a) arifa de Acesso às Redes. b) arifa de Venda a Clienes Finais a aplicar por cada comercializador de úlimo recurso realhisa. c) arifa de Venda a Clienes Finais a aplicar no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes. d) arifa de Energia da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso. e) arifa de Energia a aplicar por cada comercializador de úlimo recurso. f) arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL. g) arifa de Uso do Armazenameno Suberrâneo. h) arifa de Uso Global do Sisema. i) arifa de Uso da Rede de Transpore. j) arifa de Uso da Rede de Disribuição de cada operador de rede de disribuição: i) arifa de Uso da Rede de Disribuição em MP. ii) arifa de Uso da Rede de Disribuição em BP. ) arifa de Comercialização a aplicar por cada comercializador de úlimo recurso. Arigo 9.º Fixação das arifas 1 - As arifas referidas no arigo anerior são esabelecidas de acordo com as meodologias definidas no Capíulo IV e no Capíulo V e com os procedimenos definidos no Capíulo VI. 11

24 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 2 - O operador do erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, o operador do armazenameno suberrâneo, o operador da rede de ranspore, os operadores das redes de disribuição e os comercializadores de úlimo recurso podem propor à ERSE arifas que proporcionem níveis de proveios inferiores aos esabelecidos pela ERSE. 3 - As arifas referidas no número anerior devem ser oferecidas de forma não discriminaória. 4 - No caso das arifas esabelecidas ao abrigo do n.º 2 -, a correspondene redução nos proveios não é considerada para efeios de deerminação dos ajusamenos anuais previsos no Capíulo IV. Secção II Esruura do arifário Arigo 10.º Tarifas e proveios 1 - As arifas previsas no presene Capíulo nos ermos do Quadro 1 e do Quadro 2 são esabelecidas por forma a proporcionarem os proveios definidos no Capíulo IV. 2 - A arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL a aplicar pelo operador de erminal de GNL às suas enregas e quanidades armazenadas deve proporcionar os proveios permiidos da acividade de Recepção, armazenameno e regaseificação de GNL. 3 - A arifa de Uso do Armazenameno Suberrâneo a aplicar pelos operadores de armazenameno suberrâneo às suas recepções, enregas e quanidades armazenadas deve proporcionar os proveios permiidos da acividade de Armazenameno suberrâneo de gás naural. 4 - A arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelo operador da rede de ranspore às suas enregas em AP e à energia enrada nas redes de disribuição abasecidas a parir de GNL deve proporcionar os proveios permiidos da acividade de Gesão écnica global do sisema do operador da rede de ranspore. 5 - A arifa de Uso da Rede de Transpore a aplicar pelo operador da rede de ranspore às enregas em AP e à energia enrada nas redes de disribuição abasecidas a parir de GNL deve proporcionar os proveios permiidos da acividade de Transpore de gás naural. 12

25 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 6 - As arifas de Uso da Rede de Disribuição em MP e de Uso da Rede de Disribuição em BP devem proporcionar os proveios permiidos das acividades de Disribuição de gás naural de cada operador de rede. 7 - As arifas de Uso da Rede de Disribuição são aplicadas às enregas do nível de pressão em que é efecuada a enrega e dos níveis de pressão inferiores. 8 - As arifas de Comercialização a aplicar pelos comercializadores de úlimo recurso aos fornecimenos aos seus clienes devem proporcionar os proveios permiidos das funções de Comercialização de gás naural de cada comercializador de úlimo recurso. 9 - A arifa de Uso Global do Sisema a aplicar às enregas dos operadores de redes de disribuição deve proporcionar os proveios a recuperar por cada operador de redes de disribuição relaivos à Gesão écnica global do sisema A arifa de Uso da Rede de Transpore a aplicar às enregas dos operadores das redes de disribuição devem proporcionar os proveios a recuperar por cada operador de redes de disribuição relaivos ao ranspore de gás naural Os proveios a recuperar pelos operadores das redes de disribuição definidos nos n. os 6 -, 9 - e 10 - coincidem com os proveios permiidos da acividade de Acesso à RNTGN e à RNDGN Os proveios a recuperar pelo operador da rede de ranspore definidos nos n. os 4 - e 5 - coincidem com os proveios permiidos da acividade de Acesso à RNTGN A arifa de Energia a aplicar aos fornecimenos a comercializadores de úlimo recurso realhisas e aos fornecimenos à acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, deve proporcionar os proveios permiidos na acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, do comercializador de úlimo recurso grossisa A arifa de Energia a aplicar pelos comercializadores de úlimo recurso aos fornecimenos a clienes finais, deve proporcionar os proveios permiidos das funções de Compra e Venda de gás naural de cada comercializador de úlimo recurso Os comercializadores de úlimo recurso realhisas e o comercializador de úlimo recurso grossisa, ese úlimo no âmbio da comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, aplicam aos fornecimenos a clienes finais em MP e BP as arifas referidas nos n. os 6 -, 9 - e 10 - e aos fornecimenos a clienes finais em AP as arifas referidas nos n. os 4 - e 5 -, que lhes permiem recuperar os proveios permiidos da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN. 13

26 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 16 - As arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso resulam da adição das arifas referidas nos n. os 6 -, 8 -, 9 -, 10 - e 14 - para os fornecimenos em MP e BP e nos n. os 4 -, 5 -, 8 - e 14 - para os fornecimenos em AP, nos ermos do Arigo 11.º As arifas de Acesso às Redes em AP aplicam-se às enregas do operador da rede de ranspore e resulam da adição das arifas referidas nos n. os 4 - e 5 - do presene arigo, nos ermos do Arigo 12.º As arifas de Acesso às Redes em MP e BP aplicam-se às enregas dos operadores das redes de disribuição e resulam da adição das arifas referidas nos n. os 6 -, 9 - e 10 - do presene arigo, nos ermos do Arigo 12.º Os preços das arifas esabelecidas no presene regulameno são definidos anualmene com excepção das arifas de Energia e das arifas de Venda a Clienes Finais para fornecimenos em AP, MP e BP> Os preços da arifa de Energia referida no n.º 13 - são definidos rimesralmene Os preços da arifa de Energia referida no n.º 14 - e das arifas de Venda a Clienes Finais referidas no n.º 16 -, são definidos rimesralmene para os fornecimenos em AP, MP e BP> A equivalência enre arifas e proveios, referidos nos números aneriores, aplica-se sem prejuízo do disposo na Secção IX do Capíulo IV. 14

27 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural QUADRO 1 TARIFAS E PROVEITOS DO OPERADOR DA REDE DE TRANSPORTE E DOS OPERADORES DAS REDES DE DISTRIBUIÇÃO operador da rede de ranspore operadores das redes de disribuição clienes Proveios Tarifas Proveios Tarifas Níveis de pressão Acividade de Gesão écnica global do sisema UGS ORT AP Proveios a recuperar pelas arifas de UGS UGS ORD MP BP Acividade de Transpore de gás naural URT ORT AP Proveios a recuperar pelas arifas de URT URT ORD MP BP Acividade de Disribuição de gás naural URD MP URD BP MP BP BP Legenda: UGS ORT UGS ORD URT ORT URT ORD URD MP URD BP Tarifa de Uso Global do Sisema do operador da rede de ranspore Tarifa de Uso Global do Sisema dos operadores das redes de disribuição Tarifa de Uso da Rede de Transpore do operador da rede de ranspore Tarifa de Uso da Rede de Transpore dos operadores das redes de disribuição Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em MP Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em BP 15

28 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural QUADRO 2 TARIFAS E PROVEITOS DA COMERCIALIZAÇÃO DE ÚLTIMO RECURSO RETALHISTA E A GRANDES CLIENTES Comercialização de úlimo recurso realhisa e a grandes clienes Clienes Proveios Tarifas Nível de pressão / escalão de consumo UGS ORT + URT ORT AP UGS ORD + URT ORD + URD MP,D MP D Função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN UGS ORD + URT ORD + URD MP,M UGS ORD + URT ORD + URD MP + URD BP>,D MP M BP> D UGS ORD + URT ORD + URD MP + URD BP>,M BP> M UGS ORD + URT ORD + URD MP + URD BP<,O BP< Função de Compra e Venda de gás naural E AP MP BP C GC > 2x10 6 m 3 (n) Função de Comercialização de gás naural C MC > m 3 (n) e < 2x10 6 m 3 (n) C BP< BP< Legenda: E UGS ORT UGS ORD URT ORT URT ORD URD MP,D URD MP,M URD MP URD BP>,D URD BP>,M URD BP<,O C GC C MC Tarifa de Energia Tarifa de Uso Global do Sisema do operador da rede de ranspore Tarifa de Uso Global do Sisema dos operadores das redes de disribuição Tarifa de Uso da Rede de Transpore do operador da rede de ranspore Tarifa de Uso da Rede de Transpore dos operadores das redes de disribuição Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em MP, para clienes com leiura diária Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em MP, para clienes com leiura mensal Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em MP, aplicável às enregas a clienes em BP Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em BP>, para clienes com leiura diária Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em BP>, para clienes com leiura mensal Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em BP<, para clienes com periodicidade de leiura superior a 1 mês Tarifa de Comercialização para clienes com consumo anual superior ou igual a 2 milhões de m 3 (n) Tarifa de Comercialização para clienes com consumo anual superior a m 3 (n) e inferior a 2 milhões de m 3 (n) C BP< Tarifa de Comercialização para clienes em BP< (consumo anual inferior ou igual a m 3 (n)) 16

29 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 11.º Tarifas a aplicar aos clienes dos comercializadores de úlimo recurso 1 - As arifas de Venda a Clienes Finais aplicam-se aos fornecimenos de cada comercializador de úlimo recurso realhisa e aos fornecimenos do comercializador de úlimo recurso grossisa, no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes. 2 - As arifas de Venda a Clienes Finais resulam da adição das arifas de Energia, de Uso Global do Sisema, de Uso da Rede de Transpore, de Uso da Rede de Disribuição e de Comercialização, aplicáveis por cada comercializador de úlimo recurso realhisa e pelo comercializador de úlimo recurso grossisa, no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, conforme esabelecido no Quadro 3, sem prejuízo do número seguine. 3 - O conjuno de proveios a proporcionar pelas arifas de Venda a Clienes Finais de cada comercializador de úlimo recurso realhisa coincide com o conjuno de proveios resulane da aplicação das arifas referidas nos números aneriores aos fornecimenos aos seus clienes. 4 - O conjuno de proveios a proporcionar pelas arifas de Venda a Clienes Finais do comercializador de úlimo recurso grossisa, no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, coincide com o conjuno de proveios resulane da aplicação das arifas referidas no número 1 - e no número 2 -. QUADRO 3 TARIFAS INCLUÍDAS NAS TARIFAS DE VENDA A CLIENTES FINAIS DA COMERCIALIZAÇÃO DE ÚLTIMO RECURSO RETALHISTA E A GRANDES CLIENTES Tarifas por acividade Tarifas de Venda a Clienes Finais AP MP BP E X X X UGS ORT X - - UGS ORD - X X URT ORT X - - URT ORD - X X URD MP - X X URD BP - - X C X X X 17

30 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Legenda: E UGS ORT UGS ORD URT ORT URT ORD URD MP URD BP C Tarifa de Energia Tarifa de Uso Global do Sisema do operador da rede de ranspore Tarifa de Uso Global do Sisema dos operadores das redes de disribuição Tarifa de Uso da Rede de Transpore do operador da rede de ranspore Tarifa de Uso da Rede de Transpore dos operadores das redes de disribuição Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em MP Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em BP Tarifa de Comercialização Arigo 12.º Tarifas a aplicar às enregas do operador da rede de ranspore e dos operadores das redes de disribuição 1 - As arifas de Acesso às Redes aplicam-se às enregas do operador da rede de ranspore e dos operadores das redes de disribuição. 2 - As arifas de Acesso às Redes resulam da adição das arifas de Uso global do sisema, de Uso da rede de ranspore e de Uso da rede de disribuição, aplicáveis pelo operador da rede de ranspore e pelos operadores das redes de disribuição, conforme esabelecido no Quadro 4. QUADRO 4 TARIFAS INCLUÍDAS NAS TARIFAS DE ACESSO ÀS REDES DO OPERADOR DA REDE DE TRANSPORTE E DOS OPERADORES DAS REDES DE DISTRIBUIÇÃO Tarifas por acividade Tarifas aplicáveis às enregas do operador da rede de ranspore e dos operadores das redes de disribuição AP MP BP UGS ORT X - - UGS ORD - X X URT ORT X - - URT ORD - X X URD MP - X X URD BP - - X Legenda: UGS ORT UGS ORD Tarifa de Uso Global do Sisema do operador da rede de ranspore Tarifa de Uso Global do Sisema dos operadores das redes de disribuição 18

31 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural URT ORT URT ORD URD MP URD BP Tarifa de Uso da Rede de Transpore do operador da rede de ranspore Tarifa de Uso da Rede de Transpore dos operadores das redes de disribuição Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em MP Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em BP Arigo 13.º Tarifas a aplicar às enregas do operador da rede de ranspore aos operadores das redes de disribuição 1 - As arifas a aplicar pelo operador da rede de ranspore às enregas aos operadores das redes de disribuição coincidem com as arifas a aplicar a clienes em AP, como definidas no Arigo 12.º. 2 - No caso das redes de disribuição abasecidas a parir de GNL, as arifas referidas no número anerior aplicam-se às enradas de gás naural nas redes de disribuição, medidas na infra-esruura de regaseificação de GNL. Arigo 14.º Esruura geral das arifas 1 - Sem prejuízo do esabelecido nas Secções seguines, as arifas definidas na presene Secção são composas pelos seguines preços: a) Preços do ermo arifário fixo, definidos em euros por mês. b) Preços de capacidade uilizada, definidos em euros por Wh/dia, por mês. c) Preços de energia com diferenciação enre períodos de pona e fora de pona, definidos em euros por Wh. 2 - Os preços definidos no número anerior podem ser diferenciados segundo os seguines criérios: a) Nível de pressão. b) Período arifário. c) Escalão de consumo anual. 19

32 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 15.º Esruura geral das arifas reguladas por acividade A esruura geral dos preços que compõem as arifas por acividade esabelecidas no presene Capíulo consa do Quadro 5. QUADRO 5 ESTRUTURA GERAL DAS TARIFAS POR ACTIVIDADE Tarifas por Acividade Preços das arifas TCu ΔTWp TW TF TW CUR TCu RAR TW RAR TWa RAR TWa UAS TWi TWe E - - X - UGS ORT - - X - UGS ORD - - X - URT ORT X X X - URT ORD - X X - URD MP X X X X URD BP X X X X C X E CUR X UTRAR - X X X UAS X X X Legenda: E UGS ORT UGS ORD URT ORT URT ORD URD MP URD BP C E CUR UTRAR UAS TCu ΔTWp TW Tarifa de Energia Tarifa de Uso Global do Sisema do operador da rede de ranspore Tarifa de Uso Global do Sisema dos operadores das redes de disribuição Tarifa de Uso da Rede de Transpore do operador da rede de ranspore Tarifa de Uso da Rede de Transpore dos operadores das redes de disribuição Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em MP Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em BP Tarifa de Comercialização Tarifa de Energia da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso Tarifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL Tarifa de Uso do Armazenameno Suberrâneo Preço de capacidade uilizada Acréscimo do preço de energia em períodos de pona Preço de energia 20

33 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural TF TW CUR TCu RAR TW RAR TWa RAR TWa UAS TWi TWe Preço do ermo arifário fixo Preço de energia da arifa de Energia da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso Preço de capacidade de regaseificação uilizada no erminal de GNL Preço de energia enregue pelo erminal de GNL Preço da energia armazenada no erminal de GNL Preço da energia armazenada na infra-esruura de armazenameno Preço da energia injecada na infra-esruura de armazenameno Preço da energia exraída da infra-esruura de armazenameno Arigo 16.º Esruura geral das arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso 1 - A esruura geral das arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso é a consane do Quadro 6, coincidindo com a esruura geral das arifas por acividade a aplicar pelos comercializadores de úlimo recurso, apresenada no Quadro 3 do Arigo 11.º e no Quadro 5 do Arigo 15.º, após a sua conversão para o respecivo nível de pressão de fornecimeno. 2 - Nos fornecimenos a clienes sem regiso de medição diário, os preços das arifas por acividade são agregados conforme apresenado no Quadro As arifas de Venda a Clienes Finais aplicáveis aos fornecimenos em AP, MP e BP> com regiso de medição diário são composas pelos seguines preços: a) Preços do ermo arifário fixo, definidos em euros por mês. b) Preços de capacidade uilizada, definidos em euros por Wh/dia, por mês. c) Preços de energia com diferenciação enre períodos de pona e fora de pona, definidos em euros por Wh. 4 - As arifas de Venda a Clienes Finais aplicáveis aos fornecimenos em MP e BP> com regiso de medição mensal são composas pelos seguines preços: a) Preços de capacidade uilizada e do ermo arifário fixo, definidos em euros por mês. b) Preços de energia com diferenciação enre períodos de pona e fora de pona, definidos em euros por Wh. 5 - As arifas de Venda a Clienes Finais aplicáveis aos fornecimenos em BP< são composas pelos seguines preços: a) Preços de capacidade uilizada e do ermo fixo, definidos em euros por mês. b) Preços de energia, definidos em euros por Wh. 21

34 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural QUADRO 6 ESTRUTURA GERAL DAS TARIFAS DE VENDA A CLIENTES FINAIS arifas de Venda a Clienes Finais Preços das arifas Tarifas Periodicidade de leiura TCu ΔTWp TW TF AP D URT ORT URT ORT E C UGS ORT URT ORT MP D D URD MP URT ORD URD MP E UGS ORD URT ORD URD MP C URD MP MP M M URT ORD E URD MP URD MP UGS ORD URT ORD C URD MP BP> D D URD BP> URT ORD URD MP URD BP> E UGS ORD URT ORD URD MP URD BP> C URD BP> BP> M M URT ORD E URD BP> URD MP UGS ORD C URD BP> URT ORD URD MP URD BP> BP< O E URD BP< UGS ORD C URT ORD URD MP URD BP< Legenda: D M O TCu ΔTWp TW TF E UGS ORT UGS ORD URT ORT URT ORD Leiura com periodicidade diária (ou medição com regiso diário) Leiura com periodicidade mensal Leiura com periodicidade superior a 1 mês Preço de capacidade uilizada Acréscimo do preço de energia em períodos de pona Preço de energia Preço do ermo arifário fixo Tarifa de Energia Tarifa de Uso Global do Sisema do operador da rede de ranspore Tarifa de Uso Global do Sisema dos operadores das redes de disribuição Tarifa de Uso da Rede de Transpore do operador da rede de ranspore Tarifa de Uso da Rede de Transpore dos operadores das redes de disribuição 22

35 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural URD MP URD BP> URD BP< C Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em MP Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em BP> Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em BP< Tarifa de Comercialização Conversão para ouros ermos arifários Arigo 17.º Esruura geral das opções ransiórias das arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso 1 - Durane um período ransiório, correspondene ao primeiro período de regulação, prorrogável por despacho da ERSE por períodos sucessivos de 1 ano, aé ao máximo de 3, com fundameno na necessidade de permiir a convergência das arifas em vigor à daa da publicação do presene regulameno para o sisema arifário ora esabelecido, deerminam-se as opções arifárias das arifas de Venda a Clienes Finais de aplicação ransiória, cuja esruura geral consa do Quadro As opções arifárias ransiórias apenas esão disponíveis como opção para os clienes que no ano anerior enham opado por essa arifa. 23

36 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural QUADRO 7 ESTRUTURA GERAL DAS OPÇÕES TRANSITÓRIAS DAS TARIFAS DE VENDA A CLIENTES FINAIS arifas de Venda a Clienes Finais Preços das arifas Tarifas Opção arifária TCu ΔTWp TW TF MP Trinómia URD MP E URD MP UGS ORD URT ORD C URD MP MP Binómia E URD MP UGS ORD URT ORD C URD MP BP> Trinómia URD BP> E URD BP> UGS ORD C URT ORD URD MP URD BP> BP> Binómia E URD BP> UGS ORD C URT ORD URD MP URD BP> Legenda: TCu ΔTWp TW TF E UGS ORD URT ORD URD MP URD BP> C Preço de capacidade uilizada Acréscimo do preço de energia em períodos de pona Preço de energia Preço do ermo arifário fixo Tarifa de Energia Tarifa de Uso Global do Sisema dos operadores das redes de disribuição Tarifa de Uso da Rede de Transpore dos operadores das redes de disribuição Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em MP Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em BP> Tarifa de Comercialização Conversão para ouros ermos arifários Arigo 18.º Esruura geral das arifas de Acesso às Redes 1 - A esruura geral das arifas de Acesso às Redes a aplicar às enregas do operador da rede de ranspore e dos operadores das redes de disribuição em cada nível de pressão consa do 24

37 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Quadro 8, coincidindo com a esruura geral das arifas por acividade a aplicar pelo operador da rede de ranspore e pelos operadores das redes de disribuição, apresenada no Quadro 4 do Arigo 12.º e no Quadro 5 do Arigo 15.º, após a sua conversão para o respecivo nível de pressão de enrega. 2 - Nas enregas a clienes com medição sem discriminação diária, os preços das arifas por acividade são agregados conforme apresenado no Quadro 8. 25

38 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural QUADRO 8 ESTRUTURA GERAL DAS TARIFAS DE ACESSO ÀS REDES arifas de Acesso às Redes Preços das arifas Nível de pressão Periodicidade de leiura TCu ΔTWp TW TF AP D URT ORT URT ORT UGS ORT - URT ORT MP D D URD MP URT ORD URD MP UGS ORD URT ORD URD MP URD MP MP M M URT ORD UGS ORD URD MP URD MP URT ORD URD MP BP> D D URD BP> URT ORD URD MP URD BP> UGS ORD URT ORD URD MP URD BP> URD BP> BP> M M URT ORD UGS ORD URD BP> URD MP URD BP> URT ORD URD MP URD BP> BP< O UGS ORD URD BP< URT ORD URD MP URD BP< Legenda: D M O TCu ΔTWp TW TF UGS ORT UGS ORD URT ORT URT ORD URD MP URD BP> URD BP< Leiura com periodicidade diária (ou medição com regiso diário) Leiura com periodicidade mensal Leiura com periodicidade superior a 1 mês Preço de capacidade uilizada Acréscimo do preço de energia em períodos de pona Preço de energia Preço do ermo arifário fixo Tarifa de Uso Global do Sisema do operador da rede de ranspore Tarifa de Uso Global do Sisema dos operadores das redes de disribuição Tarifa de Uso da Rede de Transpore do operador da rede de ranspore Tarifa de Uso da Rede de Transpore dos operadores das redes de disribuição Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em MP Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em BP> Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em BP< Conversão para ouros ermos arifários 26

39 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 19.º Períodos de pona 1 - Para efeios do presene regulameno, os períodos de pona são definidos para o período de regulação. 2 - O operador da rede de ranspore e os operadores das redes de disribuição devem enviar à ERSE a informação necessária para a deerminação dos períodos de pona nos ermos do Capíulo VI. Secção III Tarifas de Acesso às Redes Arigo 20.º Objeco 1 - A presene Secção esabelece as arifas de Acesso às Redes que devem proporcionar os seguines proveios: a) Proveios permiidos da acividade de Acesso à RNTGN. b) Proveios permiidos da acividade de Acesso à RNTGN e à RNDGN. 2 - As arifas de Acesso às Redes a aplicar pelo operador da rede de ranspore resulam da adição das arifas de Uso Global do Sisema e de Uso da Rede de Transpore. 3 - As arifas de Acesso às Redes a aplicar pelos operadores das redes de disribuição resulam da adição das arifas de Uso Global do Sisema, de Uso da Rede de Transpore e de Uso das Redes de Disribuição. Arigo 21.º Esruura geral das arifas de Acesso às Redes aplicáveis às enregas em AP, MP e BP> com medição de regiso diário ou mensal 1 - As arifas de Acesso às Redes aplicáveis às enregas em AP, MP e BP> com regiso de medição diário são composas pelos seguines preços: a) Preços do ermo arifário fixo, definidos em euros por mês. b) Preços de capacidade uilizada, definidos em euros por Wh/dia, por mês. c) Preços de energia com diferenciação enre períodos de pona e fora de pona, definidos em euros por Wh. 27

40 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 2 - As arifas de Acesso às Redes aplicáveis às enregas em MP e BP> com medição com regiso mensal são composas pelos seguines preços: a) Preços de capacidade uilizada e do ermo fixo, definidos em euros por mês. b) Preços de energia com diferenciação enre períodos de pona e fora de pona, definidos em euros por Wh. 3 - Os preços de conraação, leiura, facuração e cobrança, incluídos no ermo fixo mensal, dependem da periodicidade de regiso do equipameno de medição, a qual pode ser diária ou mensal. 4 - Os preços de capacidade uilizada e do ermo fixo e da energia podem apresenar diferenciação por escalão de consumo. 5 - Os fornecimenos em BP> superiores a um limiar de consumo a aprovar pela ERSE podem opar pelas arifas de Acesso às Redes em MP. Arigo 22.º Esruura geral das arifas de Acesso às Redes aplicáveis às enregas em BP< com periodicidade de leiura superior a um mês 1 - As arifas de Acesso às Redes aplicáveis às enregas em BP< com periodicidade de leiura superior à mensal são composas pelos seguines preços: a) Preços de capacidade uilizada e do ermo fixo, definidos em euros por mês. b) Preços de energia, definidos em euros por Wh. 2 - Os preços de capacidade uilizada e do ermo fixo e da energia podem apresenar diferenciação por escalão de consumo. 3 - Os escalões de consumo, referidos no número anerior, são publicados pela ERSE, anualmene. Arigo 23.º Capacidade uilizada e energia a facurar A capacidade uilizada e a energia a facurar são deerminadas de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. 28

41 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Secção IV Tarifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso Arigo 24.º Objeco 1 - A presene Secção esabelece as arifas de Venda a Clienes Finais de cada comercializador de úlimo recurso realhisa e do comercializador de úlimo recurso grossisa, no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, que devem proporcionar os seguines proveios: a) Proveios a recuperar relaivos ao Uso global do sisema, ao Uso da rede de ranspore e ao Uso da rede de disribuição, que coincidem com os proveios permiidos da acividade de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN de cada comercializador de úlimo recurso. b) Proveios permiidos das funções de Compra e Venda de gás naural e de Comercialização de gás naural, de cada comercializador de úlimo recurso realhisa. c) Proveios permiidos das funções de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes e de Comercialização de gás naural a grandes clienes, da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes. 2 - As arifas de Venda a Clienes Finais a aplicar aos fornecimenos de cada comercializador de úlimo recurso resulam da adição das arifas de Energia, de Uso Global do Sisema, de Uso da Rede de Transpore, de Uso da Rede de Disribuição e de Comercialização. Arigo 25.º Opções arifárias 1 - As arifas de Venda a Clienes Finais apresenam, em cada nível de pressão, as opções arifárias e os ipos de fornecimeno indicados no Quadro Para os fornecimenos em MP e BP> são esabelecidos preços de acordo com a periodicidade de regiso do equipameno de medição a qual pode ser diária ou mensal. 3 - Para os fornecimenos em MP e BP> com periodicidade de leiura diária os preços do ermo arifário fixo apresenam diferenciação consoane o consumo anual seja superior a 2 milhões de m 3 (n) ou inferior a ese valor. 29

42 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 4 - Para os fornecimenos em MP e BP com periodicidade de leiura mensal ou superior os preços podem apresenar diferenciação por escalão de consumo. 5 - Os escalões de consumo referidos no número anerior são publicados pela ERSE, anualmene. 6 - Os fornecimenos em BP> superiores a um limiar de consumo a aprovar pela ERSE podem opar pelas opções arifárias em MP. QUADRO 9 OPÇÕES TARIFÁRIAS DAS TARIFAS DE VENDA A CLIENTES FINAIS Nível Opções arifárias ou Termo arifário Capacidade Energia em Energia Pressão ipo de fornecimeno fixo uilizada períodos de (TW) (TF) (TCu) pona (ΔTWp) BP< Leiura O e - - e BP> Leiura M e - e e Leiura D d d d d MP Leiura M e - e e Leiura D d d d d AP Tarifa única d d d d Noas: d Exisência de preços aplicáveis direcamene e Exisência de preços aplicáveis por escalões de consumo - Não aplicável Leiura O Leiura de periodicidade superior à mensal Leiura M Leiura mensal Leiura D Leiura diária TCu Preço de capacidade uilizada ΔTWp Acréscimo do preço de energia em períodos de pona TW Preço de energia TF Preço do ermo arifário fixo Arigo 26.º Opções arifárias ransiórias 1 - As arifas de Venda a Clienes Finais de aplicação ransiória de cada comercializador de úlimo recurso apresenam, sem prejuízo do arigo anerior, em cada nível de pressão, as opções arifárias e os ipos de fornecimeno indicados no Quadro Esas opções arifárias ransiórias esão disponíveis ao abrigo do disposo no Arigo 17.º. 30

43 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 3 - Os clienes com regiso de leiura diário e com consumos anuais iguais ou superiores a 2 milhões de m 3 (n) podem opar, ransioriamene, pela arifa rinómia de MP. 4 - Os clienes com regiso de leiura diário e com consumos anuais inferiores a 2 milhões de m 3 (n) podem opar, ransioriamene, pela arifa rinómia ou pela arifa binómia do respecivo nível de pressão. 5 - Os clienes com periodicidade de leiura mensal podem opar, ransioriamene, pela arifa binómia. 6 - Para cada nível de pressão são esabelecidos preços por escalão de consumo. 7 - Os escalões de consumo referidos no número anerior são publicados pela ERSE, anualmene. QUADRO 10 OPÇÕES TARIFÁRIAS TRANSITÓRIAS DAS TARIFAS DE VENDA A CLIENTES FINAIS Nível Opções Tarifárias Termo Tarifário Capacidade Energia Pressão/Consumo ou Tipo de Fixo uilizada anual Fornecimeno (TF) (TCu) (TW) BP> Binómia e - e Trinómia e e e MP Binómia e - e Trinómia e e e Noas: e Exisência de preços aplicáveis por escalões de consumo - Não aplicável TCu Preço de capacidade uilizada TW Preço de energia TF Preço do ermo arifário fixo Arigo 27.º Esruura geral das arifas de Venda a Clienes Finais 1 - As opções arifárias das arifas de Venda a Clienes Finais aplicáveis a fornecimenos dos comercializadores de úlimo recurso são composas oal ou parcialmene pelos seguines preços nos ermos esabelecidos no Arigo 25.º e no Arigo 26.º: a) Preços do ermo arifário fixo, definidos em euros por mês. b) Preços de capacidade uilizada, definidos em euros por Wh/dia, por mês. 31

44 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural c) Preços de energia com diferenciação enre períodos de pona e fora de pona, definidos em euros por Wh. 2 - Os preços de conraação, leiura, facuração e cobrança, incluídos no ermo fixo mensal, dependem da periodicidade de regiso do equipameno de medição a qual pode ser diária ou mensal. 3 - Nas opções arifárias aplicáveis a clienes com leiura de periodicidade mensal ou superior os preços podem apresenar diferenciação por escalão de consumo. Arigo 28.º Capacidade uilizada e energia a facurar A capacidade uilizada e a energia a facurar são deerminadas de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. Secção V Tarifas de Energia Arigo 29.º Objeco 1 - A presene Secção esabelece a arifa de Energia a aplicar pelo comercializador de úlimo recurso grossisa, que deve proporcionar os proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso. 2 - A presene Secção esabelece a arifa de Energia a aplicar pelo comercializador de úlimo recurso grossisa aos seus fornecimenos a grandes clienes que deve proporcionar os proveios permiidos da função de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes. 3 - A presene Secção esabelece a arifa de Energia a aplicar pelos comercializadores de úlimo recurso realhisas aos fornecimenos aos seus clienes que deve proporcionar os proveios permiidos das funções de Compra e Venda de gás naural de cada comercializador de úlimo recurso realhisa. Arigo 30.º Esruura geral 1 - As arifas de Energia são as seguines: 32

45 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural a) arifa de Energia da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso. b) arifa de Energia do comercializador de úlimo recurso grossisa no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes. c) arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas. 2 - As arifas de Energia são composas por um preço aplicável à energia, definido em euros por Wh. 3 - Os preços das arifas de Energia são referidos à saída da rede de ranspore. 4 - Os preços das arifas de energia são esabelecidos rimesralmene. 5 - Sem prejuízo do número anerior os preços da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas aplicável aos fornecimenos em BP< são esabelecidos anualmene. Arigo 31.º Conversão da arifa de Energia para os vários níveis de pressão O preço da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas e do comercializador de úlimo recurso grossisa, no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, é converido para os vários níveis de pressão de fornecimeno dos clienes, endo em cona os facores de ajusameno para perdas e auoconsumos. Arigo 32.º Energia a facurar A energia a facurar nas arifas de Energia é deerminada de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. 33

46 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Secção VI Tarifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de Gás Naural Liquefeio Arigo 33.º Objeco A presene Secção esabelece a arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, a aplicar aos respecivos uilizadores, que deve proporcionar os proveios permiidos da acividade de Recepção, armazenameno e regaseificação de GNL. Arigo 34.º Esruura geral 1 - A arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL é composa pelos seguines preços: a) Preço de capacidade de regaseificação uilizada, definido em euros por Wh/dia, por mês. b) Preço de energia, definido em euros por Wh. c) Preço diário de energia armazenada, definido em euros por Wh. d) Preço do ermo fixo de carregameno de camiões ciserna, em euros por operação de carregameno. 2 - Os preços da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL são referidos às saídas da infra-esruura. Arigo 35.º Conversão da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL para os vários ponos de enrega da infra-esruura 1 - Os preços da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL são aplicados nos ponos de enrega da infra-esruura, endo em cona os facores de ajusameno para perdas e auoconsumos, de acordo com o Quadro A arifa converida, aplicável às enregas na rede de ranspore, é consiuída pelos ermos de recepção, armazenameno e de regaseificação de gás naural e a sua esruura em um preço de capacidade uilizada, um preço de energia armazenada sob a forma de GNL e um preço de energia enregue. 34

47 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 3 - A arifa converida, aplicável às enregas por ranspore rodoviário, é consiuída pelos ermos de recepção, armazenameno e de carregameno de gás naural e a sua esruura em um preço de energia armazenada sob a forma de GNL, um preço de energia enregue e um ermo fixo pela operação de carregameno. QUADRO 11 PREÇOS DA TARIFA DE USO DO TERMINAL DE RECEPÇÃO, ARMAZENAMENTO E REGASEIFICAÇÃO DE GNL A APLICAR NOS VÁRIOS PONTOS DE ENTREGA Preços da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL Tarifas TCu TWa TW TFcc Aplicação Termo de Recepção - - X - - Termo de Armazenameno Termo de Regaseificação (inclui ermo de carregameno de GNL) - X X - X - (regaseificação de GNL) X (carregameno de GNL) UTRAR X X X - Enregas OTRAR na RNTGN UTRAR nas enregas a camiões ciserna - X X X Enregas OTRAR a camiões ciserna Legenda: TCu TWa TW TFcc OTRAR UTRAR Preço de capacidade uilizada Preço de energia armazenada Preço da energia Preço do ermo fixo de carregameno de camiões ciserna Operador do erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL Tarifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL Arigo 36.º Capacidade uilizada, energia armazenada e energia a facurar A capacidade uilizada, a energia armazenada e a energia a facurar são deerminadas de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. 35

48 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Secção VII Tarifas de Uso do Armazenameno Suberrâneo Arigo 37.º Objeco A presene Secção esabelece as arifas de Uso do Armazenameno Suberrâneo, a aplicar aos respecivos uilizadores, que devem proporcionar os proveios permiidos da acividade de Armazenameno suberrâneo de gás naural. Arigo 38.º Esruura geral 1 - As arifas de Uso do Armazenameno Suberrâneo são composas pelos seguines preços: a) Preço de energia injecada, definido em euros por Wh. b) Preço de energia exraída, definido em euros por Wh. c) Preço diário de energia armazenada, definido em euros por Wh. 2 - O preço diário de energia armazenada é diferenciado por período arifário. 3 - Os preços das arifas de Uso do Armazenameno Suberrâneo, são referidos à froneira do armazenameno suberrâneo com a rede a que esá ligado. Arigo 39.º Períodos arifários 1 - Para efeios do presene regulameno os períodos arifários são definidos para o período de regulação. 2 - Os operadores de armazenameno suberrâneo devem enviar à ERSE a informação necessária para a deerminação dos períodos arifários nos ermos do Capíulo VI. Arigo 40.º Energia armazenada, energia injecada e energia exraída a facurar A energia armazenada, a energia injecada e a energia exraída a facurar são deerminadas de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. 36

49 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Secção VIII Tarifa de Uso Global do Sisema Arigo 41.º Objeco 1 - A presene Secção esabelece a arifa de Uso Global do Sisema a aplicar aos operadores das redes de disribuição direcamene ligados à rede de ranspore, às enregas aos clienes direcamene ligados à rede de ranspore e à enrada de energia nas redes de disribuição abasecidas por GNL, que deve proporcionar ao operador da rede de ranspore os proveios permiidos da acividade de Gesão écnica global do sisema. 2 - A presene Secção esabelece ambém as arifas de Uso Global do Sisema, a aplicar às enregas dos operadores das redes de disribuição, que devem proporcionar os proveios a recuperar relaivos à acividade de Gesão écnica global do sisema impuáveis às enregas dos operadores das redes de disribuição. Arigo 42.º Esruura geral 1 - As arifas de Uso Global do Sisema são as seguines: a) arifa de Uso Global do Sisema do operador da rede de ranspore, para as enregas em AP e para a energia enrada nas redes de disribuição abasecidas a parir de GNL. b) arifa de Uso Global do Sisema dos operadores das redes de disribuição, para as resanes enregas. 2 - As arifas de Uso Global do Sisema são composas por um preço de energia, definido em euros por Wh. 3 - O preço de energia da arifa de Uso Global do Sisema é referido à saída da RNTGN. 4 - No caso dos operadores das redes de disribuição abasecidos aravés de GNL, o preço de energia, referido no número anerior, é aplicado à enrada na rede de disribuição. 37

50 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 43.º Conversão da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelos operadores de redes para os vários níveis de pressão Os preços da arifa de Uso Global do Sisema são converidos para os vários níveis de pressão, endo em cona os facores de ajusameno para perdas e auoconsumos aplicáveis a cada rede de disribuição. Arigo 44.º Energia a facurar A energia a facurar é deerminada de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. Secção IX Tarifas de Uso da Rede de Transpore Arigo 45.º Objeco 1 - A presene Secção esabelece a arifa de Uso da Rede de Transpore, a aplicar às enregas do operador da rede de ranspore aos operadores das redes de disribuição e aos clienes direcamene ligados à rede de ranspore e à energia enrada nas redes de disribuição abasecidas por GNL, que deve proporcionar os proveios permiidos da acividade de Transpore de gás naural do operador da rede de ranspore. 2 - A presene Secção esabelece ambém as arifas de Uso da Rede de Transpore, a aplicar às enregas dos operadores das redes de disribuição, que devem proporcionar os proveios a recuperar relaivos ao ranspore de gás naural. Arigo 46.º Esruura geral 1 - As arifas de Uso da Rede de Transpore são as seguines: a) arifa de Uso da Rede de Transpore do operador da rede de ranspore, para as enregas em AP e para a energia enrada nas redes de disribuição abasecidas a parir de GNL. b) arifa de Uso da Rede de Transpore dos operadores das redes de disribuição, para as resanes enregas. 38

51 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 2 - As arifas de Uso da Rede de Transpore são composas pelos seguines preços: a) Preços de capacidade uilizada, definidos em euros por Wh/dia, por mês. b) Preços de energia com diferenciação enre períodos de pona e fora de pona, definidos em euros por Wh. 3 - O preço de capacidade uilizada não se aplica nas arifas de Uso da Rede de Transpore dos operadores das redes de disribuição aplicáveis às enregas em MP e BP. 4 - Os preços da arifa de Uso da Rede de Transpore do operador da rede de ranspore, aplicáveis às enregas em AP, são referidos à saída da RNTGN. 5 - Os preços da arifa de Uso da Rede de Transpore do operador da rede de ranspore, aplicáveis a energia enrada nas redes de disribuição abasecidas a parir de GNL, são referidos à enrada dessa rede de disribuição. 6 - Os preços da arifa de Uso da Rede de Transpore dos operadores das redes de disribuição, aplicáveis às enregas em MP e BP, são referidos à enrada das redes de disribuição. 7 - Os períodos arifários a considerar nas enregas do operador da rede de ranspore às enregas em AP e à energia enrada nas redes de disribuição abasecidas a parir de GNL e às enregas dos operadores das redes de disribuição, bem como nos fornecimenos a clienes dos comercializadores de úlimo recurso, coincidem com os aplicáveis nas arifas de Acesso às Redes e nas arifas de Venda a Clienes Finais, nos ermos da Secção II do presene Capíulo. Arigo 47.º Conversão das arifas de Uso da Rede de Transpore para os vários níveis de pressão 1 - Os preços da arifa de Uso da Rede de Transpore do operador da rede de ranspore aplicam-se às enregas em AP e à energia enrada nas redes de disribuição abasecidas por GNL. 2 - Os preços da arifa de Uso da Rede de Transpore dos operadores das redes de disribuição aplicam-se às suas enregas em MP e BP. 3 - Os preços da arifa de Uso da Rede de Transpore dos operadores das redes de disribuição são converidos para os níveis de pressão de MP e BP de acordo com o Quadro A conversão referida no número anerior em em cona os facores de ajusameno para perdas e auoconsumos. 39

52 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 5 - A arifa converida é consiuída por um preço de energia com diferenciação enre períodos de pona e fora de pona. 6 - Nas enregas a clienes em BP< o preço de energia não apresena diferenciação, sendo o acréscimo do preço de energia em períodos de pona converido num único preço de energia, de acordo com o Quadro As conversões referidas no n.º 6 - são efecuadas por aplicação de perfis de consumo. QUADRO 12 PREÇOS DAS TARIFAS DE USO DA REDE DE TRANSPORTE DOS OPERADORES DAS REDES DE DISTRIBUIÇÃO A APLICAR NOS VÁRIOS NÍVEIS DE PRESSÃO E OPÇÕES TARIFÁRIAS Preços da arifa de Uso da Rede de Transpore dos ORD Tarifas Periodicidade de leiura ΔTWp TW Aplicação URT ORD X X - MP D X X MP M X X BP> D X X BP> M X X BP< O X Enregas ORD, Fornecimenos CUR Enregas ORD, Fornecimenos CUR Enregas ORD, Fornecimenos CUR Enregas ORD, Fornecimenos CUR Enregas ORD, Fornecimenos CUR Legenda: URT ORD ΔTWp TW CUR ORD D M O Tarifa de Uso da Rede de Transpore dos Operadores das Redes de Disribuição Acréscimo do preço de energia em períodos de pona Preço de energia Comercializadores de úlimo recurso Operadores das redes de disribuição Leiura com periodicidade diária (ou medição com regiso diário) Leiura com periodicidade mensal Leiura com periodicidade superior a 1 mês Conversão para ouros ermos arifários 40

53 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 48.º Capacidade uilizada e energia a facurar A capacidade uilizada e a energia a facurar são deerminadas de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. Secção X Tarifas de Uso da Rede de Disribuição Arigo 49.º Objeco A presene Secção esabelece as arifas de Uso da Rede de Disribuição, a aplicar às enregas dos operadores das redes de disribuição, que devem proporcionar os proveios permiidos da acividade de Disribuição de gás naural. Arigo 50.º Esruura geral 1 - As arifas de Uso da Rede de Disribuição são as seguines: a) arifa de Uso da Rede de Disribuição em MP, aplicável às enregas em MP e BP. b) arifas de Uso da Rede de Disribuição em BP, aplicáveis às enregas em BP. 2 - As arifas de Uso da Rede de Disribuição são composas pelos seguines preços: a) Preços de capacidade uilizada, definidos em euros por Wh/dia. a) Preços de energia com diferenciação enre períodos de pona e fora de pona, definidos em euros por Wh. b) Preços do ermo fixo, definido em euros por mês. Arigo 51.º Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em MP Os preços da arifa de Uso da Rede de Disribuição em MP são referidos à saída das redes de disribuição em MP. 41

54 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 52.º Conversão das arifas de Uso da Rede de Disribuição em MP 1 - Os preços da arifa de Uso da Rede de Disribuição em MP são converidos para as várias opções arifárias de MP e BP de acordo com o Quadro A conversão referida no número anerior em em cona os facores de ajusameno para perdas e auoconsumos e os perfis de consumo. 3 - Nas enregas a clienes em MP e BP> com leiura mensal, o preço da capacidade uilizada, é converido em preço de energia com diferenciação enre períodos de pona e fora de pona e preço do ermo fixo, de acordo com os perfis de consumo. 4 - Nas enregas a clienes em BP< com leiura de periodicidade superior a um mês, o preço da capacidade uilizada e do acréscimo do preço de energia em períodos de pona são converidos em preço de energia e preço do ermo fixo, de acordo com os perfis de consumo. 5 - Sem prejuízo do número anerior o ermo fixo, em euros por mês, só é aplicável a clienes direcamene ligados à rede de disribuição em MP. 6 - Os preços de conraação, leiura, facuração e cobrança, incluídos no ermo fixo mensal, dependem da periodicidade de regiso do equipameno de medição a qual pode ser diária ou mensal. QUADRO 13 PREÇOS DA TARIFA DE USO DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO EM MP NO NÍVEL DE PRESSÃO E OPÇÕES TARIFÁRIAS DE MP E BP Preços da arifa de Uso da Rede de Disribuição em MP Tarifas Periodicidade de leiura TCu ΔTWp TW TF URD MP x x x x MP D x x x x MP M x x x BP> D x x x - BP> M x x - BP< O x - Legenda: URD MT Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em MP 42

55 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural D Periodicidade de leiura diária M Periodicidade de leiura mensal O Periodicidade de leiura superior a mensal TCu Preço da capacidade uilizada ΔTWp acréscimo do preço de energia em períodos de pona TW Preço da energia TF Preço do ermo fixo x Termo arifário aplicável no respecivo nível de pressão e ipo de fornecimeno - Termo arifário não aplicável Conversão para ouros ermos arifários Arigo 53.º Tarifas de Uso da Rede de Disribuição em BP 1 - As arifas de Uso da Rede de Disribuição em BP são as seguines: a) arifa de Uso da Rede de Disribuição em BP>. b) arifa de Uso da Rede de Disribuição em BP<. 2 - Os preços da arifa de Uso da Rede de Disribuição em BP> são converidos para aplicação nas várias opções arifárias de BP> de acordo com o Quadro A conversão referida no número anerior em em cona os facores de ajusameno para perdas e auoconsumos e os perfis de consumo. 4 - Nas enregas a clienes em BP> com leiura mensal, o preço da capacidade uilizada é converido em preço de energia com diferenciação enre períodos de pona e fora de pona e preço do ermo fixo, de acordo com os perfis de consumo. 5 - Os preços da arifa de Uso da Rede de Disribuição em BP< são converidos para aplicação nas várias opções arifárias de BP<, endo em cona os facores de ajusameno para perdas e auoconsumos e os perfis de consumo, de acordo com o Quadro Nas enregas a clienes em BP< com leiura de periodicidade superior a um mês, os preços da capacidade uilizada e do acréscimo do preço de energia em períodos de pona são converidos em preços de energia e preços do ermo fixo de acordo com os perfis de consumo. 7 - Os preços de conraação, leiura, facuração e cobrança, incluídos no ermo fixo mensal, dependem da periodicidade de regiso do equipameno de medição a qual pode ser diária, mensal ou superior. 43

56 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural QUADRO 14 PREÇOS DA TARIFA DE USO DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO EM BP> Preços da arifa de Uso da Rede de Disribuição em BP> Tarifas Periodicidade de leiura TCu ΔTWp TW TF URD BP> x x x x BP> D x x x x BP> M x x x Legenda: URD BP> D M TCu ΔTWp TW TF x Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em BP> Periodicidade de leiura diária Periodicidade de leiura mensal Preço da capacidade uilizada acréscimo do preço de energia em períodos de pona Preço da energia Preço do ermo fixo Termo arifário aplicável no respecivo nível de pressão e ipo de fornecimeno Conversão para ouros ermos arifários QUADRO 15 PREÇOS DA TARIFA DE USO DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO EM BP< Preços da arifa de Uso da Rede de Disribuição em BP< Tarifas Periodicidade de leiura TCu ΔTWp TW TF URD BP< x x x x BP< O x x Legenda: URD BP< O TCu ΔTWp TW TF x Tarifa de Uso da Rede de Disribuição em BP< Periodicidade de leiura superior a mensal Preço da capacidade uilizada acréscimo do preço de energia em períodos de pona Preço da energia Preço do ermo fixo Termo arifário aplicável no respecivo nível de pressão e ipo de fornecimeno Conversão para ouros ermos arifários 44

57 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 54.º Capacidade uilizada, energia e ermo fixo a facurar A capacidade uilizada, a energia e o ermo fixo a facurar são deerminadas de acordo com o esabelecido no Regulameno de Relações Comerciais. Secção XI Tarifas de Comercialização Arigo 55.º Objeco 1 - A presene Secção esabelece as arifas de Comercialização, a aplicar aos fornecimenos a clienes dos comercializadores de úlimo recurso realhisas, que devem proporcionar os proveios permiidos das funções de Comercialização de gás naural de cada comercializador de ulimo recurso realhisa. 2 - A presene Secção esabelece as arifas de Comercialização, a aplicar aos fornecimenos a clienes do comercializador de úlimo recurso grossisa, que devem proporcionar os proveios permiidos da função de Comercialização de gás naural da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes. Arigo 56.º Esruura geral 1 - As arifas de Comercialização dos comercializadores de úlimo recurso realhisas são composas por um ermo arifário fixo com preços definidos em euros por mês, diferenciados pelos seguines escalões de consumo: a) Tarifa de Comercialização em BP< para consumos inferiores ou iguais a m 3 (n) por ano. b) Tarifa de Comercialização para consumos superiores a m 3 (n) por ano e inferiores a 2 milhões de m 3 (n) por ano. 2 - A Tarifa de Comercialização da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, é composa por um ermo arifário fixo com preços definidos em euros por mês. 45

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59 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Capíulo IV Proveios das acividades reguladas Secção I Proveios dos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL Arigo 57.º Proveios da acividade de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL 1 - Os proveios permiidos da acividade de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL de cada operador de erminal de GNL, no ano, são dados pela seguine expressão: ~ ~ ~ ~ = ( 1 ) OT recgnl armgnl reggnl R UTRAR, R UTRAR, + R UTRAR, + RUTRAR, ~ ~ = α ( 2 ) recgnl OT OT OT RUTRAR, RRe c, Re c, ΔRUTRAR, 2 ~ ~ = α ( 3 ) armgnl OT OT OT R UTRAR, R Arm, ΔR Arm, UTRAR, 2 ~ ~ = α ( 4 ) reggnl OT OT OT RUTRAR, RRe ggnl, ΔR Re ggnl, UTRAR, 2 em que: ~ Proveios permiidos da acividade de Recepção, Armazenameno e OT R UTRAR, Regaseificação de GNL do operador de erminal de GNL, previsos para o ano gás ~ Proveios a recuperar pelo operador do erminal de GNL por aplicação dos recgnl R UTRAR, ermos de recepção da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, previsos para o ano gás ~ Proveios a recuperar pelo operador do erminal de GNL por aplicação dos armgnl R UTRAR, ermos de armazenameno da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, previsos para o ano gás ~ Proveios a recuperar pelo operador do erminal de GNL por aplicação dos reggnl R UTRAR, ermos de regaseificação da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, previsos para o ano gás 47

60 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural ~ Proveios permiidos da função de Recepção de GNL do operador de OT R Re c, erminal de GNL, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Capíulo IVSecção IArigo 58.º OT α Parâmero que raduz o peso relaivo dos proveios permiidos da função Re c, de Recepção de GNL do operador de erminal de GNL, previsos para o ano gás, no oal dos proveios permiidos para as 3 funções da acividade de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, previsos para o ano gás OT RUTRAR, 2 Δ Ajusameno no ano gás, dos proveios da acividade de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL do operador de erminal de GNL, endo em cona os valores facurados no ano gás -2. ~ Proveios permiidos da função de Armazenameno de GNL do operador OT R Arm, de erminal de GNL, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Arigo 59.º OT α Parâmero que raduz o peso relaivo dos proveios permiidos da função Arm, de Armazenameno de GNL do operador de erminal de GNL, previsos para o ano gás, no oal dos proveios permiidos para as 3 funções da acividade de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, previsos para o ano gás ~ Proveios permiidos da função de Regaseificação de GNL do operador de OT R Re ggnl, erminal de GNL, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Arigo 60.º OT α Parâmero que raduz o peso relaivo dos proveios permiidos da função Re ggnl, de Regaseificação de GNL do operador de erminal de GNL, previsos para o ano gás, no oal dos proveios permiidos para as 3 funções da acividade de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, previsos para o ano gás Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. OT OT OT 2 - Os parâmeros ( α ) expressão: α Re, α são calculados de acordo com a seguine c, Arm, e Re ggnl, 48

61 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural α OT OT R x, x, = ~ OT ~ OT ~ OT RRe c, + R Arm, + RRe ggnl, ~ ( 5 ) com: x função x da acividade de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL (x = Rec, Arm e RegGNL) em que ~ Proveios permiidos da função de Recepção de GNL do operador de OT R Re c, erminal de GNL, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Capíulo IVSecção IArigo 58.º ~ Proveios permiidos da função de Armazenameno de GNL do operador OT R Arm, de erminal de GNL, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Arigo 59.º ~ Proveios permiidos da função de Regaseificação de GNL do operador de OT R Re ggnl, OT 3 - O ajusameno ( ) erminal de GNL, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Arigo 60.º Δ é deerminado pela seguine expressão: RUTRAR, 2 OT ~ ( OT Rf R ) E Δ OT i 1, 2 =, 2, R UTRAR UTRAR UTRAR ( 6 ) em que: OT Rf Proveios facurados pelo operador de erminal de GNL pela aplicação das UTRAR, 2 arifas de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL do ano gás -2 OT R ~ UTRAR,-2 Proveios permiidos da acividade de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL do operador de erminal de GNL, previsos para cálculo das arifas do ano gás -2 E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual. 49

62 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural OT O ajusameno ( ) regulameno. Δ não se aplica nos dois primeiros anos de aplicação dese RRAR, 2 Arigo 58.º Proveios da função de Recepção de GNL 1 - Os proveios permiidos da função de Recepção de GNL, do operador de erminal de GNL, são dados pela seguine expressão:,,,,,, 1 100, ( 7 ) em que:, Proveios permiidos da função de Recepção de GNL, previsos para o ano gás, Cusos com capial afecos à função de Recepção de GNL, previsos para o ano gás, Cusos de exploração afecos à função de Recepção de GNL, previsos para o ano gás, Proveios da função de Recepção de GNL que não resulam da aplicação do ermo de recepção de GNL da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, previsos para o ano gás, Cusos relacionados com a promoção de desempenho ambienal no ano gás -2, aceies pela ERSE, calculados de acordo com a Secção X do presene capíulo, Proveios provenienes da aribuição da capacidade das infra-esruuras, em siuação de congesionameno nos ermos previsos no Regulameno do Acesso às Redes, às Infraesruuras e às Inerligações, no ano gás -2 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual, Ajusameno no ano gás, dos proveios da função de Recepção de GNL, endo em cona os valores ocorridos no ano gás -2. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. 50

63 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 2 - Os cusos com capial, são calculados de acordo com a seguine expressão:,,,, 100, 1, , 100,,, 100 1, 100 ( 8 ) em que:, Número de anos desde o primeiro ano de regulação aé final da concessão Amorização do acivo fixo afeco à função de Recepção de GNL, deduzida da amorização do acivo comparicipado, no ano gás n, Valor médio do acivo fixo afeco à função de Recepção de GNL, líquido de amorizações e comparicipações, no ano gás n, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano gás, Taxa de remuneração do acivo fixo afeco à função de Recepção de GNL, fixada para o período de regulação r, em percenagem Taxa de imposo sobre o rendimeno, em vigor no ano j, em percenagem, Cuso com capial afeco à função de Recepção de GNL, considerado para cálculo dos proveios permiidos do ano gás n, Amorização do acivo fixo afeco à função de Recepção de GNL, deduzida da amorização do acivo comparicipado, previso para o ano gás n do período de previsão N, Valor médio do acivo fixo afeco à função de Recepção de GNL, líquido de amorizações e comparicipações, previso para o ano gás n do período de previsão N, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano gás Quanidade de gás naural previsa injecar no gasoduo, pelo operador de erminal de GNL, para o ano gás n do período de previsão N, em m 3, Taxa de acualização das quanidades previsas aé final do período de previsão N, associadas à acividade, fixada para o período de regulação r, em percenagem Quanidade de gás naural previsa injecar no gasoduo, pelo operador de erminal de GNL, para o ano gás, em m Os acivos fixos líquidos de amorizações e comparicipações,, referidos no número anerior, correspondem aos valores aceies para efeios de regulação. 51

64 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 4 - Os cusos de exploração incluem, nomeadamene, os cusos relaivos a maeriais diversos, fornecimenos e serviços exernos e pessoal. 5 - Os cusos relacionados com a promoção do desempenho ambienal, e os proveios provenienes da aribuição da capacidade das infra-esruuras, em siuação de congesionameno, não se aplicam nos dois primeiros anos de vigência dese regulameno. 6 - O ajusameno, é deerminado pela seguine expressão:,,, 1 ( 9 ) 100 em que:, Proveios permiidos da função de Recepção de GNL, do operador de erminal de GNL, previsos para cálculo das arifas do ano gás -2, Proveios da função de Recepção de GNL calculados de acordo com a expressão ( 7 ), com base nos valores verificados no ano gás -2, excepo na componene de cusos com capial a qual se maném consane Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual. O ajusameno, não se aplica nos dois primeiros anos de vigência dese regulameno. Arigo 59.º Proveios da função de Armazenameno de GNL 1 - Os proveios permiidos da função de Armazenameno de GNL, do operador de erminal de GNL, são dados pela seguine expressão:,,,,,, 1 100, ( 10 ) em que:, Proveios permiidos da função de Armazenameno de GNL, previsos para o ano gás 52

65 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural, Cusos com capial afecos à função de Armazenameno de GNL, previsos para o ano gás, Cusos de exploração afecos à função de Armazenameno de GNL, previsos para o ano gás, Proveios da função de Armazenameno de GNL que não resulam da aplicação do ermo de armazenameno da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, previsos para o ano gás, Cusos relacionados com a promoção de desempenho ambienal no ano gás -2, aceies pela ERSE, calculados de acordo com a Secção X do presene capíulo, Proveios provenienes da aribuição da capacidade das infra-esruuras, em siuação de congesionameno nos ermos previsos no Regulameno do Acesso às Redes, às Infraesruuras e às Inerligações, no ano gás -2 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual, Ajusameno no ano gás, dos proveios da função de Armazenameno de GNL, endo em cona os valores ocorridos no ano gás -2. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. 2 - Os cusos com capial, são calculados de acordo com a seguine expressão:,,,, 100, 1, , 100,,, 100 1, 100 ( 11 ) em que: Número de anos desde o primeiro ano de regulação aé final da concessão, Amorização do acivo fixo afeco à função de Armazenameno de GNL, deduzida da amorização do acivo comparicipado, no ano gás n 53

66 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural, Valor médio do acivo fixo afeco à função de Armazenameno de GNL, líquido de amorizações e comparicipações, no ano gás n, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano gás, Taxa de remuneração do acivo fixo afeco à função de Armazenameno de GNL, fixada para o período de regulação r, em percenagem, Cuso com capial afeco à função de Armazenameno de GNL, considerado para cálculo dos proveios permiidos do ano gás n Taxa de imposo sobre o rendimeno, em vigor no ano j, em percenagem, Amorização do acivo fixo afeco à função de Armazenameno de GNL, deduzida da amorização do acivo comparicipado, previso para o ano gás n do período de previsão N, Valor médio do acivo fixo afeco à função de Armazenameno de GNL, líquido de amorizações e comparicipações, previso para o ano gás n do período de previsão N, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano gás Quanidade de gás naural previsa injecar no gasoduo, pelo operador de erminal de GNL, para o ano gás n do período de previsão N, em m 3, Quanidade de gás naural previsa injecar no gasoduo, pelo operador de erminal de GNL, para o ano gás n do período de previsão N, em m 3, Taxa de acualização das quanidades previsas aé final do período de previsão N, associadas à acividade, fixada para o período de regulação r, em percenagem Quanidade de gás naural previsa injecar no gasoduo, para o ano gás, em m Os acivos fixos líquidos de amorizações e comparicipações,, referidos no número anerior, correspondem aos valores aceies para efeios de regulação. 4 - Os cusos de exploração incluem, nomeadamene, os cusos relaivos a maeriais diversos, fornecimenos e serviços exernos e pessoal. 5 - Os cusos relacionados com a promoção do desempenho ambienal, e os proveios provenienes da aribuição da capacidade das infra-esruuras, em siuação de congesionameno, não se aplicam nos dois primeiros anos de vigência dese regulameno. 6 - O ajusameno, é deerminado pela seguine expressão: 54

67 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural,,, 1 ( 12 ) 100 em que:, Proveios permiidos da função de Armazenameno de GNL, do operador de erminal de GNL, previsos para cálculo das arifas do ano gás -2, Proveios da função de Armazenameno de GNL calculados de acordo com a expressão ( 10 ), com base nos valores verificados no ano gás -2, excepo na componene de cusos com capial a qual se maném consane Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual. O ajusameno, não se aplica nos dois primeiros anos de vigência dese regulameno. Arigo 60.º Proveios da função de Regaseificação de GNL 1 - Os proveios permiidos da função de Regaseificação de GNL, do operador de erminal de GNL, são dados pela seguine expressão:,,, ( 13 ) em que:, Proveios permiidos da função de Regaseificação de GNL, do operador de erminal de GNL, previsos para o ano gás, Proveios permiidos da função de Regaseificação de GNL, do operador de erminal de GNL, previsos para o ano gás, Cusos associados às ilhas para abasecimeno de camiões cisernas, previsos para o ano gás. 2 - Os proveios permiidos com a Regaseificação de GNL, do operador de erminal de GNL, são dados pela seguine expressão:,,,,,, 1 100, ( 14 ) 55

68 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural em que:, Proveios permiidos da função de Regaseificação de GNL, do operador de erminal de GNL, previsos para o ano gás, Cusos com capial afecos à função de Regaseificação de GNL, previsos para o ano gás, Cusos de exploração afecos à função de Regaseificação de GNL, previsos para o ano gás, Proveios com a função de Regaseificação de GNL que não resulam da aplicação do ermo de regaseificação da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, previsos para o ano gás, Cusos relacionados com a promoção de desempenho ambienal no ano gás -2, aceies pela ERSE, calculados de acordo com a Secção X do presene capíulo, Proveios provenienes da aribuição da capacidade das infra-esruuras, em siuação de congesionameno nos ermos previsos no Regulameno do Acesso às Redes, às Infraesruuras e às Inerligações, no ano gás -2 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual, Ajusameno no ano gás, dos proveios com a função de Regaseificação de GNL, do operador de erminal de GNL, endo em cona os valores ocorridos no ano gás -2. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. 3 - Os cusos com capial, são calculados de acordo com a seguine expressão:,,,,,,,,,,, ( 15 ) em que: Número de anos desde o primeiro ano de regulação aé final da concessão, Amorização do acivo fixo afeco à função de Regaseificação de GNL, deduzida da amorização do acivo comparicipado, no ano gás n 56

69 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural, Valor médio do acivo fixo afeco à função de Regaseificação de GNL, líquido de amorizações e comparicipações, no ano gás n, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano gás, Taxa de remuneração do acivo fixo afeco à função de Regaseificação de GNL, fixada para o período de regulação r, em percenagem, Cuso com capial afeco à função de Regaseificação de GNL, considerado para cálculo dos proveios permiidos do ano gás n Taxa de imposo sobre o rendimeno, em vigor no ano j, em percenagem, Amorização do acivo fixo afeco à função de Regaseificação de GNL, deduzida da amorização do acivo comparicipado, previso para o ano gás n do período de previsão N, Valor médio do acivo fixo afeco à função de Regaseificação de GNL, líquido de amorizações e comparicipações, previso para o ano gás n do período de previsão N, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano gás Quanidade de gás naural previsa injecar no gasoduo, para o ano gás n do período de previsão N, em m 3, Taxa de acualização das quanidades previsas aé final do período de previsão N, associadas à acividade, fixada para o período de regulação r, em percenagem Quanidade de gás naural previsa injecar no gasoduo, para o ano gás, em m Os acivos fixos líquidos de amorizações e comparicipações,, referidos no número anerior, correspondem aos valores aceies para efeios de regulação. 5 - Os cusos de exploração incluem, nomeadamene, os cusos relaivos a maeriais diversos, fornecimenos e serviços exernos e pessoal. 6 - Os cusos relacionados com a promoção do desempenho ambienal, e os proveios provenienes da aribuição da capacidade das infra-esruuras, em siuação de congesionameno, não se aplicam nos dois primeiros anos de vigência dese regulameno. 7 - O ajusameno, é deerminado pela seguine expressão:,,, 1 ( 16 )

70 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural em que:, Proveios permiidos da função de Regaseificação de GNL, do operador de erminal de GNL, previsos para cálculo das arifas do ano gás -2, Proveios da função de Regaseificação de GNL calculados de acordo com a expressão ( 14 ), com base nos valores verificados no ano gás -2, excepo na componene de cusos com capial a qual se maném consane Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual. O ajusameno, não se aplica nos dois primeiros anos de aplicação dese regulameno. 8 - Os cusos associados às ilhas para abasecimeno de camiões cisernas incluem, nomeadamene, os cusos de exploração e os cusos de invesimeno. Secção II Proveios dos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural Arigo 61.º Proveios da acividade de Armazenameno Suberrâneo de gás naural 1 - Os proveios permiidos da acividade de Armazenameno Suberrâneo de gás naural, de cada operador de armazenameno suberrâneo, são dados pela seguine expressão: 2 E ~ OAS ~ ~ ras, r ~ ~ i OAS AS AS AS AS ( AS AS ) 1 R AS, Am, + Ac, + CE, S, + Amb, 2 ACI, ΔR AS, 2 ( 7 ) = em que: ~ Proveios permiidos da acividade de Armazenameno Suberrâneo de gás OAS R UAS, naural, previsos para o ano gás ~ Amorização do acivo fixo afeco a esa acividade deduzida da A m AS, amorização do acivo comparicipado, previso para o ano gás ~ Valor médio do acivo fixo afeco a esa acividade, líquido de A c AS, amorizações e comparicipações, previso para o ano gás, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano gás 58

71 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural r, Taxa de remuneração do acivo fixo afeco a esa acividade, fixada para o AS r período de regulação r, em percenagem ~ Cusos de exploração afecos a esa acividade, previsos para o ano gás C E AS, ~ Proveios desa acividade, que não resulam da aplicação da arifa de Uso S AS, do Armazenameno Suberrâneo, previsos para o ano gás Amb Cusos relacionados com a promoção de desempenho ambienal, no AS, 2 ano gás -2, aceies pela ERSE, calculados de acordo com a Secção X do presene capíulo ACI Proveios provenienes da aribuição da capacidade das infra-esruuras, AS, 2 em siuação de congesionameno nos ermos previsos no Regulameno do Acesso às Redes, às Infra-esruuras e às Inerligações, no ano gás -2 E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual OAS Δ R s Ajusameno no ano gás, dos proveios da acividade de Armazenameno UAS, 2 Suberrâneo de gás naural, endo em cona os valores ocorridos no ano gás -2. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. ~ 2 - Os acivos fixos líquidos de amorizações e comparicipações ( ) A c AS, n número anerior, correspondem aos valores aceies para efeios de regulação., referidos no 3 - Os cusos de exploração incluem, nomeadamene, os cusos relaivos a maeriais diversos, fornecimenos e serviços exernos e pessoal. Amb e os 4 - Os cusos relacionados com a promoção do desempenho ambienal ( ) AS, 2 proveios provenienes da aribuição da capacidade das infra-esruuras, em siuação de congesionameno ( ) regulameno. ACI não se aplicam nos dois primeiros anos de aplicação dese AS, 2 R OAS UAS, O ajusameno ( ) Δ é deerminado pela seguine expressão: Δ R OAS UAS, 2 = ( Rf R ) OAS UAS, 2 OAS UAS, 2 E i ( 8 ) 59

72 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural em que: OAS UAS Rf 2, Proveios facurados por aplicação da arifa de Uso do Armazenameno Suberrâneo do ano gás -2 OAS R UAS 2, Proveios da acividade de Armazenameno Suberrâneo de gás naural calculados de acordo com a expressão ( 7 ), com base nos valores verificados no ano gás -2, excepo na componene de cusos com capial a qual se maném consane E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual. R OAS UAS, 2 O ajusameno ( ) regulameno. Δ não se aplica nos dois primeiros anos de aplicação dese Secção III Proveios do operador logísico de mudança de comercializador Arigo 62.º Proveios da acividade de Operação Logísica de Mudança de Comercializador 1 - Os proveios permiidos da acividade de Operação Logísica de Mudança de Comercializador, no ano gás, são dados pela expressão: ~ ~ ~ r OLMC OMC, r OLMC R OMC, = AmOMC, + AcOMC, + CE OMC, S OMC, ΔR OMC, ~ ~ ( 9 ) em que: ~ Proveios permiidos da acividade de Operação Logísica de Mudança de OLMC R OMC, Comercializado, previsos para o ano gás ~ A m OMC, Amorização do acivo fixo afeco a esa acividade, deduzida da amorização do acivo comparicipado, previso para o ano gás ~ Valor médio do acivo fixo afeco a esa acividade, líquido de amorizações A c OMC, e comparicipações, previso para o ano gás, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano gás 60

73 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural r, Taxa de remuneração do acivo fixo afeco a esa acividade, fixada para o OMC r período de regulação r, em percenagem ~ Cusos de exploração afecos a esa acividade, previsos para o ano gás C E OMC, ~ Ouros proveios desa acividade, previsos para o ano gás S OMC, OLMC R OMC, 2 Δ Ajusameno no ano gás, dos proveios da acividade de Operação Logísica de Mudança de Comercializador, endo em cona os valores ocorridos no ano gás -2. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. ~ 2 - Os acivos fixos líquidos de amorizações e comparicipações ( ) A c OMC, número anerior, correspondem aos valores aceies para efeios de regulação., referidos no 3 - Os cusos de exploração incluem, nomeadamene, os cusos relaivos a fornecimenos e serviços exernos, maeriais diversos e pessoal. R OLMC OMC, O ajusameno ( ) Δ é deerminado a parir da seguine expressão: Δ R OLMC OMC, 2 = ~ OLMC ( OLMC R R ) OMC, 2 OMC, 2 E i ( 10 ) em que: ~ OLMC R OMC, 2 Proveios permiidos da acividade de Operação Logísica de Mudança de Comercializador, previsos para cálculo das arifas do ano gás -2 OLMC R OMC 2, Proveios da acividade de Operação Logísica de Mudança de Comercializador, calculados de acordo com a expressão( 9 ), com base nos valores verificados no ano gás -2 E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual. OLMC O ajusameno ( ) regulameno. Δ não se aplica nos dois primeiros anos de aplicação dese ROMC, 2 61

74 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Secção IV Proveios do operador da rede de ranspore de gás naural Arigo 63.º Proveios da acividade de Acesso à RNTGN 1 - Os proveios permiidos da acividade de Acesso à RNTGN, no ano gás, são dados pela expressão: ~ ~ ~ = ( 11 ) ORT ORT ORT R ARNT, RUGS, + RURT, em que: ~ Proveios permiidos da acividade de Acesso à RNTGN, previsos para o ORT R ARNT, ano gás ~ Proveios permiidos da acividade de Gesão Técnica Global do Sisema, ORT R UGS, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Arigo 64.º ~ Proveios permiidos da acividade de Transpore de gás naural, previso ORT R URT, para o ano gás, calculados de acordo com o Arigo 65.º. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. Arigo 64.º Proveios da acividade de Gesão Técnica Global do Sisema 1 - Os proveios permiidos da acividade de Gesão Técnica Global do Sisema, no ano gás, são dados pela expressão: ~ ~ ~ ~ = ( 12 ) ORT ORT OLMC ORT ORT RUGS, RGTGS, + ROMC, + EEGTGS, ΔRUGS, 2 em que: ~ Proveios permiidos da acividade de Gesão Técnica Global do Sisema, ORT R UGS, previsos para o ano gás ~ Cusos da gesão écnica global do sisema, previsos para o ano gás ORT R GTGS, 62

75 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural ~ Proveios permiidos da acividade de Operação Logísica de Mudança de OLMC R OMC, Comercializador, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Arigo 62.º ~ Cusos previsos com o Plano de Promoção da Eficiência no Consumo, ORT E E GTGS, para o ano gás, aprovados pela ERSE, de acordo com a Arigo 97.º do presene capíulo ORT RUGS, 2 Δ Ajusameno no ano gás, dos proveios da acividade de Gesão Técnica Global do Sisema, endo em cona os valores ocorridos no ano gás -2. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. ~ ORT 2 - Os cusos de gesão écnica global do sisema ( ) R GTGS, são dados pela seguine expressão: ~ R ORT GTGS, ~ = Am GTGS, ~ + Ac GTGS, r 100 GTGS, ~ + CE GTGS, ~ + REG GTGS, ~ + CGQ GTGS, ~ S GTGS, ( 13 ) em que: ~ Amorização do acivo fixo afeco a esa acividade, deduzida da A m GTGS, amorização do acivo comparicipado, previsa para o ano gás ~ Valor médio do acivo fixo afeco a esa acividade, líquido de amorizações A c GTGS, e comparicipações, previso para o ano gás, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano gás r Taxa de remuneração do acivo fixo afeco a esa acividade, fixada para o GTGS, período de regulação, em percenagem ~ Cusos de exploração afecos a esa acividade, previsos para o ano gás C E GTGS, ~ Cusos com a ERSE afecos à regulação do secor do gás naural, R EG GTGS, previsos para o ano gás ~ Cusos com a gesão de sisema, nomeadamene, das quanidades de gás C GQ GTGS, uilizadas para fazer face à operação inradiária do sisema, de acordo com as regras esabelecidas no Regulameno de Operação das Infra-esruuras. 63

76 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural ~ Proveios desa acividade que não resulam da aplicação da arifa de Uso S GTGS, Global do Sisema, previsos para o ano gás. ~ 3 - Os acivos fixos líquidos de amorizações e comparicipações ( ) A c GTGS, correspondem aos valores aceies para efeios de regulação. 4 - Os cusos de exploração incluem, nomeadamene, os cusos relaivos a fornecimenos e serviços exernos, maeriais diversos e pessoal. ORT R UGS, O ajusameno ( ) expressão: Δ previso na expressão ( 12 ) é deerminado a parir da seguine Δ R ORT UGS, 2 = ORT ( ORT Rf R ) UGS, 2 UGS, 2 E i ( 14 ) em que: ORT UGS Rf 2, Proveios facurados por aplicação da arifa de Uso Global do Sisema do ano gás -2 ORT R GTGS 2, Proveios permiidos da acividade de Gesão Técnica Global do Sisema, calculados de acordo com a expressão ( 12 ), com base nos valores verificados no ano gás -2 E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual. ORT O ajusameno ( ) regulameno. Δ não se aplica nos dois primeiros anos de aplicação dese RUGS, 2 Arigo 65.º Proveios da acividade de Transpore de gás naural 1 - Os proveios permiidos da acividade de Transpore de gás naural, no ano gás, são dados pela seguine expressão:,,,,,, 1 100, ( 25 ) em que: 64

77 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural, Proveios permiidos da acividade de Transpore de gás naural, previsos para o ano gás, Cusos com capial afecos à acividade de Transpore de gás naural, previsos para o ano gás, Cusos de exploração afecos à acividade de Transpore de gás naural, previsos para o ano gás, Proveios da acividade de Transpore de gás naural que não resulam da aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore, previsos para o ano gás, Cusos relacionados com a promoção de desempenho ambienal no ano gás -2, aceies pela ERSE, calculados de acordo com a Secção X do presene capíulo, Proveios provenienes da aribuição da capacidade das infra-esruuras, em siuação de congesionameno, nos ermos previsos no Regulameno do Acesso às Redes, às Infraesruuras e às Inerligações, no ano gás -2 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual, Ajusameno no ano gás, dos proveios da acividade de Transpore de gás naural, endo em cona os valores ocorridos no ano gás -2. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. 2 - Os cusos com capial, são calculados de acordo com a seguine expressão:,,,, 100, 1, , 100,,, 100 1, 100 ( 26 ) em que: Número de anos desde o primeiro ano de regulação aé final da concessão, Amorização do acivo fixo afeco à acividade de Transpore de gás naural, deduzida da amorização do acivo comparicipado, no ano gás n 65

78 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural, Valor médio do acivo fixo afeco à acividade de Transpore de gás naural, líquido de amorizações e comparicipações, no ano gás n, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano gás, Taxa de remuneração do acivo fixo afeco à acividade de Transpore de gás naural, fixada para o período de regulação r, em percenagem, Cuso com capial afeco a esa função, considerado para cálculo dos proveios permiidos do ano gás n Taxa de imposo sobre o rendimeno, em vigor no ano j, em percenagem, Amorização do acivo fixo afeco à acividade de Transpore de gás naural deduzida da amorização do acivo comparicipado, previso para o ano gás n do período de previsão N, Valor médio do acivo fixo afeco à acividade de Transpore de gás naural, líquido de amorizações e comparicipações, previso para o ano gás n do período de previsão N, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano gás Quanidade de gás naural na enrada da rede de ranspore, previsa para o ano gás n, do período de previsão N, em m 3, Taxa de acualização das quanidades previsas aé final do período de previsão N, associadas à acividade de Transpore de gás naural, fixada para o período de regulação r, em percenagem Quanidade de gás naural na enrada da rede de ranspore previsa para o ano gás, em m Os acivos fixos líquidos de amorizações e comparicipações, correspondem aos valores aceies para efeios de regulação. 4 - Os cusos de exploração incluem, nomeadamene, os cusos relaivos a maeriais diversos, fornecimenos e serviços exernos e pessoal. Nos fornecimenos e serviços exernos incluem-se os cusos com ranspore de GNL por rodovia. 5 - Os cusos relacionados com a promoção do desempenho ambienal, e os proveios provenienes da aribuição da capacidade das infra-esruuras, em siuação de congesionameno, não se aplicam nos dois primeiros anos de vigência dese regulameno. 6 - O ajusameno, é deerminado pela seguine expressão: 66

79 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural,,, 1 ( 27 ) em que:, Proveios facurados por aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore de gás naural do ano gás -2, Proveios da acividade de Transpore de gás naural calculados de acordo com a expressão ( 25 ), com base nos valores verificados no ano gás -2, excepo na componene de cusos com capial a qual se maném consane Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual. O ajusameno, não se aplica nos dois primeiros anos de aplicação dese regulameno. Secção V Proveios dos operadores das redes de disribuição de gás naural Arigo 66.º Proveios da acividade de Acesso à RNTGN e à RNDGN 1 - Os proveios permiidos da acividade de Acesso à RNTGN e à RNDGN, do operador da rede de disribuição, no ano gás, são dados pela expressão: ~ ~ ~ ~ = ( 15 ) ORD ORD ORD ORD R ARNTD, RUGS,, + RURT, + RURD, em que: ~ Proveios permiidos da acividade de Acesso à RNTGN e à RNDGN, ORD R ARNTD, previsos para o ano gás ~ Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição, por aplicação ORD R UGS, da arifa de Uso Global do Sisema, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Arigo 67.º ~ Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição, por aplicação ORD R URT, da arifa de Uso da Rede de Transpore, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Arigo 68.º 67

80 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural ~ Proveios da acividade de Disribuição de gás naural, do operador da rede ORD R URD, de disribuição, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Arigo 69.º. Arigo 67.º Proveios a recuperar pelos operadores da rede de disribuição por aplicação da arifa de Uso Global do Sisema 1 - Os proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição, por aplicação da arifa de Uso Global do Sisema, são dados pela expressão: ~ R ORD UGS, 100 ~ E = ORD 1, Δ ORD i, CUGS RUGS 2 ( 16 ) em que: ~ Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição, por aplicação ORD R UGS, da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelos operadores da rede de disribuição, previsos para o ano gás ~ Cusos do operador da rede de disribuição, pelo uso global do sisema, ORD C UGS, previsos para o ano gás ORD Δ R Ajusameno resulane da diferença enre os valores facurados pelo UGS, 2 operador da rede de disribuição por aplicação da arifa de Uso Global do Sisema do ano gás -2, e os valores pagos ao operador da rede de ranspore pelo uso global do sisema E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. ORD 2 - O ajusameno ( ) RUGS, 2 Δ é calculado de acordo com a seguine expressão: ( Rf ORD + CUT ORD C ORD ) R ORD UGS, 2 = UGS, 2 UGS, 2 UGS, 2 Δ ( 17 ) em que: 68

81 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural ORD Rf Valor facurado pelo operador da rede de disribuição, por aplicação da UGS, 2 arifa de Uso Global do Sisema aplicada pelos operadores da rede de disribuição do ano gás -2 CUT ORD Compensação, do operador da rede de disribuição, pela aplicação da URT, 2 arifa de Uso Global do Sisema, no ano gás -2, calculada de acordo com o Arigo 81.º ORD C UGS 2, Valor pago pelo operador da rede de disribuição, ao operador da rede de ranspore, no ano gás -2, pelo uso global do sisema ORD O ajusameno ( ) regulameno. RUGS, 2 Δ não se aplica nos dois primeiros anos de aplicação dese Arigo 68.º Proveios a recuperar pelos operadores da rede de disribuição por aplicação da arifa de Uso da Rede de Transpore 1 - Os proveios a recuperar por aplicação da arifa de Uso da Rede Transpore, são dados pela expressão: ~ R ORD URT, 100 ~ E = ORD 1, Δ ORD i, CURT RURT 2 ( 18 ) em que: ~ Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição, por aplicação ORD R URT, das arifas de Uso da Rede de Transpore a aplicar pelos operadores da rede de disribuição às enregas a clienes, previsos para o ano gás ~ Cusos do operador da rede de disribuição, pelo uso da rede de ORD C URT, ranspore, previsos para o ano gás ORD Δ R Ajusameno resulane da diferença enre os valores facurados pelo URT, 2 operador da rede de disribuição, por aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore do ano gás -2 e os valores pagos ao operador da rede de ranspore pelo uso da rede de ranspore do ano gás -2 E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual. 69

82 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. ORD 2 - O ajusameno ( ) RURT, 2 Δ é calculado de acordo com a seguine expressão: ( Rf ORD + CUT ORD C ORD ) R ORD URT, 2 = URT, 2 URT, 2 URT, 2 Δ ( 19 ) em que: ORD Rf Valor facurado pelo operador da rede de disribuição, por aplicação da URT, 2 arifa de Uso da Rede de Transpore aplicada pelos operadores da rede de disribuição às enregas a clienes, no ano gás -2 CUT ORD Compensação, do operador da rede de disribuição, pela aplicação da URT, 2 arifa de Uso da Rede de Transpore, no ano gás -2, calculada de acordo com o Arigo 82.º ORD C URT 2, Valor pago pelo operador da rede de disribuição, ao operador da rede de ranspore, no ano gás -2, pelo uso da rede de ranspore. ORD O ajusameno ( ) regulameno. RURT, 2 Δ não se aplica nos dois primeiros anos de aplicação dese Arigo 69.º Proveios da acividade de Disribuição de gás naural 1 - Os proveios da acividade de Disribuição de gás naural do operador da rede de disribuição, no ano gás, são dados pela expressão:,,,,, 1 ( 33 ) 100, em que:, Proveios permiidos da acividade de Disribuição de gás naural, previsos para o ano gás, Cusos com capial afecos à acividade de Disribuição de gás naural, previsos para o ano gás, Cusos de exploração afecos à acividade de Disribuição de gás naural, previsos para o ano gás 70

83 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural, Proveios afecos à acividade de Disribuição de gás naural, que não resulam da aplicação das arifas de Uso da Rede de Disribuição, previsos para o ano gás, Cusos relacionados com a promoção de desempenho ambienal no ano gás -2, do operador da rede de disribuição, aceies pela ERSE, calculados de acordo com a Secção X do presene capíulo Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual, Ajusameno no ano gás, dos proveios da acividade de Disribuição de gás naural, endo em cona os valores ocorridos no ano gás -2. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. 2 - Os cusos com capial, são calculados de acordo com a seguine expressão:,,,, 100, 1, , 100,,, 100 1, 100 ( 34 ) em que: Número de anos desde o primeiro ano de regulação aé final da concessão, Amorização do acivo fixo afeco à acividade de Disribuição de gás naural, deduzida da amorização do acivo comparicipado, previso para o ano gás n do período de previsão N, Valor médio do acivo fixo afeco à acividade de Disribuição de gás naural, líquido de amorizações e comparicipações, no ano gás n, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano gás, Taxa de remuneração do acivo fixo afeco à acividade de Disribuição de gás naural, fixada para o período de regulação r, em percenagem, Cuso com capial afeco à acividade de Disribuição de gás naural, considerado para cálculo dos proveios permiidos do ano gás n Taxa de imposo sobre o rendimeno, em vigor no ano j em percenagem 71

84 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural, Amorização do acivo fixo afeco à acividade de Disribuição de gás naural, deduzida da amorização do acivo comparicipado, previso para o ano gás n do período de previsão N, Valor médio do acivo fixo afeco à acividade de Disribuição de gás naural, líquido de amorizações e comparicipações, previso para o ano gás n do período de previsão N, dado pela média ariméica simples dos valores no início e no fim do ano gás Quanidade de gás naural na enrada da rede de disribuição previsa para o ano gás n do período de previsão N, em m 3, Taxa de acualização das quanidades previsas aé final do período de previsão N, associadas à acividade de Disribuição de gás naural, fixada para o período de regulação r, em percenagem Quanidade de gás naural na enrada da rede de disribuição previsa na rede de disribuição, no ano gás, em m Os acivos fixos líquidos de amorizações e comparicipações, correspondem aos valores aceies para efeios de regulação. 4 - Os cusos de exploração incluem, nomeadamene, os cusos relaivos a maeriais diversos, fornecimenos e serviços exernos e pessoal. 5 - Os cusos relacionados com a promoção do desempenho ambienal, não se aplicam nos dois primeiros anos de vigência dese regulameno. 6 - O ajusameno, é deerminado pela seguine expressão:,,,, 1 ( 35 ) em que:, Proveios facurados por aplicação das arifas de Uso da Rede de Disribuição no ano gás -2 Compensação, do operador da rede de disribuição, pela aplicação das arifas de Uso da, Rede de Disribuição, no ano gás -2, calculada de acordo com o arigo 83.º Proveios da acividade de Disribuição de gás naural, calculados de acordo com a, expressão ( 33 ) com base nos valores verificados no ano gás -2, excepo na componene de cusos com capial a qual se maném consane 72

85 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual. O ajusameno, não se aplica nos dois primeiros anos de aplicação dese regulameno. Secção VI Proveios do comercializador do SNGN Arigo 70.º Proveios da acividade de Compra e Venda de gás naural no âmbio da gesão dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho 1 - Os proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de gás naural no âmbio da gesão dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho, no ano gás, são dados pela expressão: ~ ~ ~ ~ ~ = ( 20 ) R CSNGN CSNGN CSNGN CSNGN CSNGN CSNGN CVGN, CGN, + CUTRAR, + CUAS, + Cf CVGN, ΔRCVGN, 2 em que: ~ Proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de gás naural no R CSNGN CVGN, âmbio da gesão dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho, previsos para o ano gás ~ Cusos com a aquisição de gás naural no âmbio dos conraos de C CSNGN GN, aprovisionameno de longo prazo, referidos no 2 - dese arigo, previsos para o ano gás ~ Cusos com a uilização do erminal de GNL, previsos para o ano gás C CSNGN UTRAR, ~ Cusos com a uilização do armazenameno suberrâneo de gás naural, C CSNGN UAS, previsos para o ano gás ~ Cusos de funcionameno afecos a esa acividade, previsos para o ano C f CSNGN CVGN, gás 73

86 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Δ R CSNGN Ajusameno dos proveios desa acividade, endo em cona os valores CVGN, 2 ocorridos no ano gás -2 Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. ~ 2 - Os cusos com aquisição de gás naural ( CSNGN ) C GN, resulam da imporação de gás naural no âmbio da gesão dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho, designados por: a) Conrao de fornecimeno de gás naural com origem na Argélia, celebrado em 16 de Abril de 1994, válido aé b) Conrao de fornecimeno de gás naural liquefeio com origem na Nigéria, celebrado em 1998, válido aé c) Conrao de fornecimeno de gás naural liquefeio com origem na Nigéria, celebrado em 17 de Junho de 1999, válido aé d) Conrao de fornecimeno de gás naural liquefeio com origem na Nigéria, celebrado em Fevereiro de 2002, válido aé 2025/6. ~ 3 - Os cusos de funcionameno ( CSNGN ) C f CVGN, incluem, nomeadamene, cusos com fornecimenos e serviços exernos e cusos com pessoal. 4 - O ajusameno ( CSNGN ) RCVGN, 2 Δ é calculado de acordo com a seguine expressão: ΔR C SNGN CVGN, 2 = Rf CSNGN CUR G, 2 + C CSNGN CE, 2 CSNGN M, 2 + Rf GC CSNGN CVGN, 2 R CSNGN CVGN, 2 E i ( 21 ) em que: Rf CSNGN Proveios facurados ao comercializador de úlimo recurso grossisa, no ano CURG, 2 gás -2 74

87 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural C C SNGN CE, 2 Cusos com a aquisição de gás naural no âmbio dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho, com o uso do erminal de GNL e com o acesso ao armazenameno suberrâneo de gás naural impuados aos cenros elecroproduores com conraos de fornecimeno celebrados em daa anerior à publicação do Decreo-Lei n.º 140/2006, de 26 de Julho, no ano gás -2 Rf C SNGN M 2 Proveios facurados no mercado a comercializadores e a clienes que, sejam agenes no mercado, incluindo exporações, resulanes das quanidades excedenárias de gás naural no ano gás -2 GC C SNGN CVGN, 2 Ganhos comerciais correspondenes à venda de quanidades excedenárias de gás naural, no ano -2 R C SNGN CVGN, 2 Proveios da acividade de Compra e Venda de gás naural no âmbio da gesão dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho, calculados de acordo com a expressão ( 20 ) endo em cona os valores ocorridos no ano gás -2 E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual 5 - Os ganhos comerciais C GC SNGN correspondem à venda de quanidades excedenárias CVGN, 2 de gás naural obidos por ordem crescene do preço de aquisição de gás naural dos respecivos conraos, esabelecidos no n.º2 - dese arigo depois de saisfeios os consumos dos comercializadores de úlimo recurso, são calculados de acordo com a seguine expressão: GC C SNGN CVGN, 2 C C C ( C SNGN + C SNGN C SNGN ) 0, 5 + C = Rf SNGN M, 2 GN, 2 UTRAR, 2 UAS, 2 ( 22 ) em que: Rf C SNGN M, 2 Proveios facurados no mercado a comercializadores e a clienes que sejam agenes no mercado, incluindo exporações, resulanes das quanidades excedenárias de gás naural nos ermos esabelecido no Regulameno das Relações Comerciais, no ano gás -2 75

88 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural C CSNGN GN 2, Cusos com a aquisição de gás naural no âmbio dos conraos de aprovisionameno de longo prazo, referidos no n.º2 - dese arigo, no ano gás -2, impuados às quanidades excedenárias de gás naural C CSNGN UTRAR 2, Cusos com a uilização do erminal de GNL, no ano gás -2, impuados às quanidades excedenárias de gás naural C CSNGN UAS 2, Cusos com a uilização do armazenameno suberrâneo de gás naural, no ano gás -2, impuados às quanidades excedenárias de gás naural. O ajusameno ( CSNGN ) regulameno. RCVGN, 2 Δ não se aplica nos dois primeiros anos de aplicação dese Secção VII Proveios do comercializador de úlimo recurso grossisa Arigo 71.º Proveios da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso 1 - Os proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso no ano gás, são dados pela expressão: ~ R CUR G CV, ~ = R C ( 23 ) C SNGN CVGN, C SNGN CE, ~ R CUR G CV, ~ = C CUR GC GN, K ~ + C = 1 CUR GN, em que: ~ Proveios da acividade de Compra e Venda de gás naural para R CURGC TVFC, fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, previsos para o ano gás ~ Proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de gás naural no R CSNGN CVGN, âmbio da gesão dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Arigo 70.º 76

89 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural C C SNGN Cusos com a aquisição de gás naural no âmbio dos conraos de CE, aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho, com o uso do erminal de GNL e com o acesso ao armazenameno suberrâneo de gás naural impuados aos cenros elecroproduores com conraos de fornecimeno celebrados em daa anerior à publicação do Decreo-Lei n.º 140/2006, de 26 de Julho, previsos para o ano gás ~ Cusos com a aquisição de gás naural ao comercializador do SNGN, no C CURGC GN, âmbio da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, previsos para o ano gás, para fornecimeno ao comercializador de úlimo recurso a grandes clienes ~ Cusos com a aquisição de gás naural ao comercializador do SNGN, no C CUR GN, âmbio da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, previsos para o ano gás para fornecimeno ao comercializador de úlimo recurso realhisa Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. Arigo 72.º Proveios da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes 1 - Os proveios permiidos da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, no ano gás, são dados pela expressão: ~ ~ ~ ~ = ( 24 ) CUR R GC CURGC CURGC CURGC TVCF, RCVGN, + RARNTD, + RC, em que: ~ Proveios da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes R CURGC TVFC, clienes, previsos para o ano gás ~ Proveios da função de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes, R CURGC CVGN, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Arigo 73.º ~ Proveios da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN R CURGC ARNTD, a grandes clienes, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Arigo 74.º 77

90 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural ~ Proveios da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, R CURGC C, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Erro! A origem da referência não foi enconrada.. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. Arigo 73.º Proveios da função de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes 1 - Os proveios permiidos da função de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes, no ano, são dados pela expressão: ~ ~ ~ ~ ~ = ( 25 ) R CURGC CURGC CURGC CURGC CURGC CURGC CURGC CVGN, CGN, CURG, + CGN, OF, + CUTRAR, + CUAS, ΔRCVGN, 2 ΔRTVCF, 2 em que: ~ Proveios permiidos da função de Compra e Venda de gás naural a R CURGC CVGN, grandes clienes, previsos para o ano gás ~ Cusos com a aquisição de gás naural à acividade de Compra e Venda de C CURGC GN, CURG, gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o esabelecido no Arigo 100.º e no Arigo 101.º ~ Cusos com a aquisição de gás naural em mercados organizados ou C CURGC GN, OF, aravés de conraação bilaeral, em condições aprovadas pela ERSE, previsos para o ano gás ~ Cusos com a uilização dos erminais de recepção, armazenameno e C CURGC UTRAR, regaseificação de GNL, previsos para o ano gás ~ Cusos com a uilização do armazenameno suberrâneo de gás naural, CUR C UAS, previsos para o ano gás Δ R CURGC Ajusameno dos proveios da função de Compra e Venda de gás naural a CVGN, 2 grandes clienes, endo em cona os valores ocorridos no ano gás -2 Δ R CURGC Ajusameno no ano gás dos proveios da função de Compra e Venda de TVCF, 2 gás naural a grandes clienes, relaivos ao ano gás -2, resulanes da convergência arifaria para arifas adiivas, calculados de acordo com o Arigo 118.º. 78

91 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. 2 - O ajusameno ( Δ CURGC ) seguine expressão: RCVGN, 2, previso na expressão ( 25 ), é deerminado a parir da Δ R CURGC CVGN, 2 = ~ ( R CURGC R CURGC ) CVGN, 2 CVGN, 2 E i ( 26 ) em que: ~ R CURGC CVGN, 2 Proveios da função de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes, previsos para cálculo das arifas do ano gás -2 R CURGC CVGN 2, Proveios da função de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes, endo em cona os valores ocorridos no ano gás -2 E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual. O ajusameno ( CURGC ) regulameno. RCVGN, 2 Δ não se aplica nos dois primeiros anos de aplicação dese Arigo 74.º Proveios da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN a grandes clienes 1 - Os proveios permiidos da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN a grandes clienes, no ano gás, são dados pela seguine expressão: ~ ~ ~ ~ = ( 27 ) CUR CUR CUR CUR R GC GC GC GC ARNTD, RUGS, + RURT, + RURD, em que: ~ Proveios permiidos da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e R CURGC ARNTD, à RNDGN a grandes clienes, previsos para o ano gás ~ Proveios a recuperar por aplicação da arifa de Uso Global do Sisema, no R CURGC UGS, ano ~ Proveios a recuperar por aplicação das arifas de Uso da Rede de R CURGC URT, Transpore, no ano 79

92 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural ~ Proveios a recuperar por aplicação das arifas de Uso da Rede de R CURGC URD, Disribuição, no ano. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. Arigo 75.º Proveios da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes 1 - Os proveios permiidos da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, no ano gás, são dados pela seguine expressão:,,,,,, ( 44 ) em que:, Proveios permiidos da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, previsos para o ano gás, Cusos de exploração da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, aceies em condições de gesão eficiene, previsos para o ano gás, Amorizações do acivo fixo deduzidas das amorizações do acivo comparicipado da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, previsas para o ano gás, Proveios afecos a esa função, que não resulam da aplicação das arifas de Comercialização de gás naural a grandes clienes, previsos para o ano gás, Margem de comercialização calculada por aplicação do diferencial médio enre o prazo médio de pagamenos e o prazo médio de recebimenos das funções de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes, de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN a grandes clienes e de Comercialização de gás naural a grandes clienes, previsa para o ano gás, Ajusameno no ano gás dos proveios permiidos da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, relaivo ao ano gás -2. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. 2 - Os cusos de exploração da função de comercialização de gás naural a grandes clienes, que incluem, nomeadamene, os cusos relaivos a fornecimenos e serviços exernos e cusos com pessoal, são fixados para o primeiro ano gás do período de regulação e evoluem nos resanes anos gás do período de regulação de acordo com a seguine expressão: 80

93 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural,,, 1, 100 = 1 = 2, 3 ( 45 ) em que:, Cusos de exploração aceies em condições de gesão eficiene, da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, previsos para o primeiro ano gás base do período de regulação, Cusos de exploração aceies em condições de gesão eficiene, da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, previsos para o ano gás -1 Índice de Preços no Consumidor em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano -1, Parâmero de eficiência associado aos cusos de exploração da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, em percenagem Número sequencial do ano gás no período de regulação. 3 - A margem de comercialização, previsa na expressão ( 44 ) é deerminada a parir da seguine expressão:,,,,,,,,,,,, ( 46 ), em que:,,,,,,,,,,,,, 100, Cusos com a aquisição de gás naural à acividade de Compra e Venda de gás naural para, fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o esabelecido no Arigo 100.º e no Arigo 101.º,, Cusos com a aquisição de gás naural em mercados organizados ou aravés de conraação bilaeral, em condições aprovadas pela ERSE, previsos para o ano gás 81

94 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural, Cusos com a uilização dos erminais de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, previsos para o ano gás, Cusos com a uilização do armazenameno suberrâneo de gás naural, previsos para o ano gás, Proveios a recuperar por aplicação da arifa de Uso Global do Sisema, previsos para o ano gás, Proveios a recuperar por aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore, previsos para o ano gás, Proveios a recuperar por aplicação das arifas de Uso da Rede de Disribuição, previsos para o ano gás, Cusos de exploração da função de Comercialização de gás naural aceies em condições de gesão eficiene, previsos para o ano gás, Proveios afecos a esa função, que não resulam da aplicação das arifas de Comercialização, previsos para o ano gás, Saldo de Clienes da função de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes, previsos para o ano gás, Saldo de Clienes da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN a grandes clienes, previsos para o ano gás, Saldo de Clienes da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, previsos para o ano gás, Saldo de Ouros devedores da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, previsos para o ano gás, Toal das Vendas de gás naural da função de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes, previsas para o ano gás, acrescidas de IVA à axa em vigor, Toal dos proveios por aplicação das arifas de acesso da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN a grandes clienes, previsos para o ano gás, acrescidas de IVA à axa em vigor, Toal das Presações de serviços da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, previsas para o ano gás, acrescidas de IVA à axa em vigor 82

95 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural, Saldo de Fornecedores da função de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes, previsos para o ano gás, Saldo de Fornecedores da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN a grandes clienes, previsos para o ano gás, Saldo de Fornecedores da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, previsos para o ano gás, Saldo de Ouros credores da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, previsos para o ano gás, Toal das Compras de gás naural da função de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes, previsas para o ano gás, acrescidas de IVA à axa em vigor, Toal dos cusos por aplicação das arifas de acesso da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN a grandes clienes, previsos para o ano gás, acrescidas de IVA à axa em vigor., Toal dos Fornecimenos e serviços exernos e de Ouros cusos operacionais da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, previsos para o ano gás, acrescidos de IVA à axa em vigor Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Março do ano gás -1, acrescida de um spread a fixar para o período de regulação. 4 - O ajusameno, previso na expressão ( 44 ) é deerminado a parir da seguine expressão:,,, 1 ( 47 ) 100 em que:, Proveios facurados, por aplicação das arifas de Comercialização, no ano gás -2, Proveios permiidos da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, calculados aravés da expressão ( 44 ), com base nos cusos ocorridos no ano gás -2 83

96 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual. O ajusameno, não se aplica nos dois primeiros anos dese regulameno. Secção VIII Proveios dos comercializadores de úlimo recurso realhisas Arigo 76.º Proveios da acividade de Comercialização de gás naural 1 - Os proveios permiidos da acividade de Comercialização de gás naural, no ano gás, são dados pela expressão: ~ ~ ~ ~ = ( 28 ) CUR CUR CUR CUR R TVCF, RCVGN, + RARNTD, + RC, em que: ~ Proveios permiidos da acividade de Comercialização de gás naural, do CUR R TVFC, comercializador de úlimo recurso realhisa, previsos para o ano gás ~ Proveios da função de Compra e Venda de gás naural, do comercializador CUR R CVGN, de úlimo recurso realhisa, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Arigo 77.º ~ Proveios da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN, CUR R ARNTD, do comercializador de úlimo recurso realhisa, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Arigo 78.º ~ Proveios da função de Comercialização de gás naural, do comercializador CUR R C, de úlimo recurso realhisa, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Erro! A origem da referência não foi enconrada.. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. Arigo 77.º Proveios da função de Compra e Venda de gás naural 1 - Os proveios permiidos da função de Compra e Venda de gás naural, do comercializador de úlimo recurso realhisa, são deerminados de acordo com a seguine expressão: 84

97 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural ~ ~ ~ ~ ~ = ( 29 ) CUR CUR CUR CUR CUR CUR CUR CUR R CVGN, CGN, CUR G, + CGN, OF, + CUTRAR, + CUAS, ΔRBP<, 1 ΔRCVGN, 2 ΔRTVCF, 2 em que: ~ Proveios permiidos da função de Compra e Venda de gás naural, do R CUR CVGN, comercializador de úlimo recurso realhisa, previsos para o ano ~ Cusos com a aquisição de gás naural à acividade de Compra e Venda de C CUR GN, CURG, gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o esabelecido no Arigo 100.º e no Arigo 101.º ~ Cusos com a aquisição de gás naural em mercados organizados ou C CUR GN, OF, aravés de conraação bilaeral, em condições aprovadas pela ERSE, previsos para o ano gás ~ Cusos com a uilização dos erminais de recepção, armazenameno e CUR C UTRAR, regaseificação de GNL, previsos para o ano gás ~ Cusos com a uilização do armazenameno suberrâneo de gás naural, CUR C UAS, previsos para o ano gás CUR Δ R Ajusameno dos proveios da arifa de Energia de cada comercializador de BP<, 1 úlimo recurso realhisa, no âmbio dos fornecimenos aos consumidores de BP com consumo anual inferior ou igual a m 3 (n), no ano gás, por aplicação do valor anualizado equivalene aos ajusamenos rimesrais referenes no ano gás -1, deerminado nos ermos do Arigo 106.º CUR Δ R Ajusameno dos proveios da função de Compra e Venda de gás naural do CVGN, 2 comercializador de úlimo recurso realhisa, endo em cona os valores ocorridos no ano gás -2, resulanes da convergência arifaria CUR Δ R Ajusameno no ano gás dos proveios da função de Comercialização de TVCF, 2 gás naural do comercializador de úlimo recurso realhisa, relaivos ao ano gás -2, resulanes da convergência arifária para arifas adiivas, calculados de acordo com o Arigo 121.º, Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. CUR 2 - O ajusameno ( Δ ) seguine expressão: RCVGN, 2, previso na expressão ( 29 ), é deerminado a parir da 85

98 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Δ R CUR CVGN, 2 = ( ~ ) Δ + E E CUR CUR i + 1 CUR 1 i R < 1 1 CVGN, 2 RCVGN, 2 RBP, prov ( 30 ) em que: ~ CUR R CVGN, 2 Proveios da função de Compra e Venda de gás naural do comercializador de úlimo recurso realhisa, previsos para cálculo das arifas do ano gás -2 CUR R CVGN 2, Proveios da função de Compra e Venda de gás naural, do comercializador de úlimo recurso realhisa, endo em cona os valores ocorridos no ano gás -2 E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual Δ R CUR Valor do ajusameno dos proveios da arifa de Energia de cada BP<, prov comercializador de úlimo recurso realhisa, no âmbio dos fornecimenos aos consumidores de BP com consumo anual inferior ou igual a m 3 (n), calculado em -2 de acordo com o Arigo 106.º, incluído nos proveios regulados do ano gás em curso como sendo o valor ( CUR ) RBP<, 1 Δ. CUR RBP<, O ajusameno Δ não se aplica no primeiro ano de aplicação dese regulameno. CUR RCVGN, 2 CUR RTVCF, Os ajusamenos Δ e Δ não se aplicam nos dois primeiros anos de aplicação dese regulameno. Arigo 78.º Proveios da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN 1 - Os proveios permiidos da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN do comercializador de úlimo recurso realhisa, no ano gás, são dados pela seguine expressão: ~ ~ CUR CUR CUR CUR R ARNTD, = RUGS, + RURT, + RURD, ~ ~ ( 31 ) em que: 86

99 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural ~ Proveios permiidos da função de Compra e Venda do Acesso à CUR R ARNTD, RNTGN e à RNDGN do comercializador de úlimo recurso realhisa, previsos para o ano gás ~ Proveios a recuperar pelo comercializador de úlimo recurso realhisa, CUR R UGS, por aplicação da arifa de Uso Global do Sisema, no ano ~ Proveios a recuperar pelo comercializador de úlimo recurso realhisa, CUR R URT, por aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore, no ano ~ Proveios a recuperar pelo comercializador de úlimo recurso realhisa, CUR R URD, por aplicação das arifas de Uso da Rede de Disribuição, no ano. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. Arigo 79.º Proveios da função de Comercialização de gás naural 1 - Os proveios permiidos da função de Comercialização de gás naural, no ano gás, são dados pela seguine expressão:,,,,,,,, ( 50 ) em que:, Proveios permiidos da função de Comercialização de gás naural do comercializador de úlimo recurso realhisa, previsos para o ano gás, Proveios permiidos da função de Comercialização de gás naural do comercializador de úlimo recurso realhisa, para o escalão de consumo j, previsos para o ano gás Escalão de consumo, em que: j=mc se consumo anual > m 3 (n). de GN ou clienes em MP j=oc se clienes em BP com consumo anual m 3 (n). de GN, Cusos de exploração da função de Comercialização de gás naural aceies em condições de gesão eficiene, para o escalão de consumo j, previsos para o ano gás, Amorizações do acivo fixo deduzidas das amorizações do acivo comparicipado, da função de Comercialização de gás naural, para o escalão de consumo j, previsas para o ano gás 87

100 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural, Proveios afecos a esa função que não resulam da aplicação das arifas de Comercialização, para o escalão de consumo j, previsos para o ano gás, Margem de comercialização calculada por aplicação do diferencial médio ponderado enre os prazos médios de pagamenos e os prazos médios de recebimenos da função de Comercialização de gás naural, para o escalão de consumo j, previsa para o ano gás, Proveio permiido adicional esabelecido na licença de comercialização de cada comercializador de úlimo recurso, a vigorar durane os períodos de regulação previsos na respeciva licença, considerando o número de clienes para o escalão de consumo j, reporado ao início de cada período de regulação ( p 0 ), Ajusameno no ano gás dos proveios permiidos da função de Comercialização de gás naural, para o escalão de consumo j, relaivo ao ano gás -2. Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. 2 - Os cusos de exploração da função de Comercialização de gás naural, que incluem, nomeadamene, os cusos relaivos a fornecimenos e serviços exernos e cusos com pessoal, são fixados para o primeiro ano gás do período de regulação e evoluem nos resanes anos gás do período de regulação de acordo com a seguine expressão:,,, 1, 100 = 1 = 2, 3 ( 51 ) em que:, Cusos de exploração aceies em condições de gesão eficiene, da função de Comercialização de gás naural, para o escalão de consumo j, previsos para o primeiro ano gás base do período de regulação, Cusos de exploração aceies em condições de gesão eficiene, da função de Comercialização de gás naural, para o escalão de consumo j, previsos para o ano gás -1 Índice de Preços no Consumidor em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano -1 88

101 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural, Parâmero de eficiência associado aos cusos de exploração da função de Comercialização de gás naural, em percenagem Número sequencial do ano gás no período de regulação. A margem de comercialização (, previsa na expressão ( 50 ) é deerminada para o escalão de consumo j, a parir da seguine expressão:,,,,,,,,,,,, ( 52 ),,,,,,,,,,,,,,,,, em que: Cusos com a aquisição de gás naural à acividade de Compra e Venda de gás naural para,, fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso para o escalão de consumo j, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o esabelecido no arigo 100.º e no arigo 101.º Cusos com a aquisição de gás naural em mercados organizados ou aravés de conraação,, bilaeral, em condições aprovadas pela ERSE para o escalão de consumo j, previsos para o ano gás Cusos com a uilização dos erminais de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, para o escalão de consumo j, previsos para o ano gás, Cusos com a uilização do armazenameno suberrâneo de gás naural para o escalão de consumo j, previsos para o ano gás, Proveios a recuperar pelo comercializador de úlimo recurso realhisa, por aplicação da arifa de Uso Global do Sisema para o escalão de consumo j, previsos para o ano gás, Proveios a recuperar pelo comercializador de úlimo recurso realhisa, por aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore para o escalão de consumo j, previsos para o ano gás 89

102 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Proveios a recuperar pelo comercializador de úlimo recurso realhisa, por aplicação das, arifas de Uso da Rede de Disribuição para o escalão de consumo j, previsos para o ano gás, Cusos de exploração aceies em condições de gesão eficiene, da função de Comercialização de gás naural, para o escalão de consumo j, previsos para o primeiro ano gás base do período de regulação, Proveios afecos a esa função, que não resulam da aplicação da arifa de Comercialização, para o escalão de consumo j, previsos para o ano gás Saldo de Clienes da função de Compra e Venda de gás naural, previso para o ano gás, Saldo de Clienes da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN, previso, para o ano gás, Saldo de Clienes da função de Comercialização de gás naural previso para o ano gás, Saldo de Ouros devedores da função de Comercialização de gás naural previso para o ano gás Toal das Vendas de gás naural da função de Compra e Venda de gás naural, para o, escalão de consumo j, previsas para o ano gás, acrescidas de IVA à axa em vigor Toal dos proveios por aplicação das arifas de acesso às redes de ranspore e de, disribuição da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN, para o escalão de consumo j, previsos para o ano gás, acrescidos de IVA à axa em vigor, Toal das Presações de serviços da função de Comercialização de gás naural para o escalão de consumo j, previsas para o ano gás, acrescidas de IVA à axa em vigor., Saldo de Fornecedores da função de Compra e Venda de gás naural, previso para o ano gás Saldo de Fornecedores da função do Acesso à RNTGN e à RNDGN, previso para o ano gás,, Saldo de Fornecedores da função de Comercialização de gás naural, previso para o ano gás, Saldo de Ouros credores da função de Comercialização de gás naural, previso para o ano gás 90

103 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Toal das Compras de gás naural da função de Compra e Venda de gás naural, para o, escalão de consumo j, previsas para o ano gás, acrescidas de IVA à axa em vigor Toal das Compras de gás naural da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à, RNDGN, para o escalão de consumo j, previsas para o ano gás, acrescidas de IVA à axa em vigor, Toal das Compras de gás naural da função de Comercialização de gás naural, para o escalão de consumo j, previsas para o ano gás, acrescidas de IVA à axa em vigor Toal dos Fornecimenos e serviços exernos e de Ouros cusos operacionais da função de, Compra e Venda de gás naural, para o escalão de consumo j, previsos para o ano gás, acrescidos de IVA à axa em vigor. Toal dos Fornecimenos e serviços exernos e de Ouros cusos operacionais da função de, Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN, para o escalão de consumo j, previsos para o ano gás, acrescidos de IVA à axa em vigor., Toal dos Fornecimenos e serviços exernos e de Ouros cusos operacionais da função de Comercialização de gás naural, para o escalão de consumo j, previsos para o ano gás, acrescidos de IVA à axa em vigor. Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Março do ano gás -1, acrescida de um spread a fixar para o período de regulação Número de comercializadores de úlimo recurso realhisas, no ano gás. 3 - O proveio permiido (, seguine expressão: ) previso na expressão ( 50 ) é deerminado a parir da,, ( 53 ) em que:, Número de clienes, para o escalão de consumo j, reporado ao início de cada período de regulação Valor adicional por cliene esabelecido na respeciva licença de comercialização de cada comercializador de úlimo recurso, em euros por cliene por ano. 91

104 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 4 - O ajusameno (, previso na expressão ( 50 ) é deerminado a parir da seguine expressão:,,,, 1 ( 54 ) 100 em que:, Proveios facurados, pelo comercializador de úlimo recurso realhisa, para o escalão de consumo j, por aplicação da arifa de Comercialização, no ano gás -2, Compensação, do comercializador de úlimo recurso realhisa, pela aplicação das arifas de comercialização, para o escalão de consumo j, no ano gás -2, calculada de acordo com o arigo 84º, Proveios permiidos da função de Comercialização de gás naural do comercializador de úlimo recurso realhisa, calculados aravés da expressão ( 50 ), para o escalão de consumo j, com base nos cusos ocorridos no ano gás -2 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual. O ajusameno (, não se aplica nos dois primeiros anos dese regulameno. Secção IX Compensação pela aplicação da uniformidade arifária Arigo 80.º Compensação pela aplicação da arifa de Energia 1 - A compensação, do comercializador de úlimo recurso realhisa, pela aplicação da arifa de Energia, é dada pela expressão: ~ ~ CUR CUT = R Rf ( 32 ) TE, CUR TE, CUR CVGN, em que: CUT CUR Compensação, do comercializador de úlimo recurso realhisa, pela TE, aplicação da arifa de Energia, no ano gás 92

105 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural ~ Proveios permiidos da função de Compra e Venda de gás naural, R CUR CVGN, previsos para o ano, calculado de acordo com o Arigo 77.º ~ Proveios a facurar por aplicação da arifa de Energia, no ano gás R f CUR TE, Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. Arigo 81.º Compensação pela aplicação da arifa de Uso Global do Sisema 1 - A compensação, do operador da rede de disribuição, pela aplicação da arifa de Uso Global do Sisema, é dada pela expressão: ~ ORD ~ ORD CUT = R UGS, Rf ( 33 ) UGS, ORD UGS, em que: CUT ORD UGS, Compensação, do operador da rede de disribuição, pela aplicação da arifa de Uso Global do Sisema, no ano gás ~ Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição, por R ORD UGS, aplicação da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelos operadores da rede de disribuição, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Arigo 67.º ~ Proveios a facurar, pelo operador da rede de disribuição, por aplicação R f ORD UGS, da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelos operadores da rede de disribuição, no ano gás Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. Arigo 82.º Compensação pela aplicação da arifa de Uso da Rede de Transpore 1 - A compensação, do operador da rede de disribuição, pela aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore, é dada pela expressão: ~ ORD ~ ORD CUT = R URT, Rf ( 34 ) URT, ORD URT, em que: 93

106 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural CUT ORD URT, Compensação, do operador da rede de disribuição, pela aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore, no ano gás ~ Proveios a recuperar, pelo operador da rede de disribuição, por R ORD URT, aplicação da arifa de Uso da Rede de Transpore a aplicar pelos operadores da rede de disribuição às enregas a clienes, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Arigo 68.º ~ Proveios a facurar, pelo operador da rede de disribuição, por aplicação R f ORD URT, da arifa de Uso da Rede de Transpore a aplicar pelos operadores da rede de disribuição às enregas a clienes, no ano gás Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. Arigo 83.º Compensação pela aplicação das arifas de Uso da Rede de Disribuição 1 - A compensação, do operador da rede de disribuição, pela aplicação das arifas de Uso da Rede de Disribuição, é dada pela expressão: ~ ORD ~ CUT = RURD, Rf ( 35 ), ORD URD, ORD URD em que: CUT ORD Compensação, do operador da rede de disribuição, pela aplicação das URD, arifas de Uso da Rede de Disribuição, no ano gás ~ Proveios permiidos da acividade de Disribuição de gás naural, previsos R ORD URD, para o ano gás, calculados de acordo com o Arigo 69.º ~ Proveios a facurar por aplicação das arifas de Uso da Rede de R f ORD URD, Disribuição, no ano gás Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. Arigo 84.º Compensação pela aplicação das arifas de Comercialização 1 - A compensação, do comercializador de úlimo recurso realhisa, pela aplicação das arifas de Comercialização, é dada pela expressão: 94

107 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural CUT CUR C, ~ CUR = ~ CUR ( 36 ) R Rf C C j, j, j em que: CUT, CUR C Compensação, do comercializador de úlimo recurso realhisa, pela aplicação das arifas de Comercialização, no ano gás ~ Proveios permiidos da função de Comercialização de gás naural, do CUR R C j, Comercializador de úlimo recurso realhisa, no escalão de consumo j, previsos para o ano gás, calculados de acordo com o Erro! A origem da referência não foi enconrada. ~ Proveios a facurar, pelo Comercializador de úlimo recurso realhisa, CUR R f C j, por aplicação da arifa de Comercialização no escalão de consumo j, no ano gás Salvo indicação em conrário, os valores são expressos em euros. Arigo 85.º Compensação arifária dos comercializadores de úlimo recurso realhisas 1 - A compensação mensal do comercializador de úlimo recurso realhisa, no ano, resula da seguine expressão: CUT CUR m, CUT = CUR TE, + CUT 12 CUR C, ( 37 ) em que: CUT CUR Compensação, do comercializador de úlimo recurso realhisa, pela TE, aplicação da arifa de Energia, no ano gás, calculada de acordo com a expressão ( 32 ) do Arigo 80.º CUT, CUR C Compensação, do comercializador de úlimo recurso realhisa, pela aplicação das arifas de Comercialização, no ano gás, calculada de acordo com a expressão ( 36 ) do Arigo 84.º 2 - Os monanes das compensações referidas no número anerior serão objeco de facuração enre os comercializadores de úlimo recurso realhisas, nos ermos a definir pela ERSE. 95

108 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 86.º Compensação arifária dos operadores da rede de disribuição 1 - A compensação mensal do operador da rede de disribuição, no ano, resula da seguine expressão: CUT ORD m, CUT = ORD UGS, + CUT ORD URT, 12 + CUT ORD URD, ( 38 ) em que: CUT ORD UGS, Compensação, do operador de rede de disribuição, pela aplicação da arifa de Uso Global do Sisema, no ano gás, calculada de acordo com a expressão ( 33 ) do Arigo 81.º CUT ORD URT, Compensação, do operador de rede de disribuição, pela aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore, no ano gás, calculada de acordo com a expressão ( 34 ) do Arigo 82.º CUT ORD URD, Compensação, do operador de rede de disribuição, pela aplicação das arifas de Uso da Rede de Disribuição, no ano gás, calculada de acordo com a expressão ( 35 ) do Arigo 83.º. 2 - Os monanes das compensações referidas no número anerior serão objeco de facuração enre os operadores da rede de disribuição, nos ermos a definir pela ERSE. Secção X Incenivo à promoção do desempenho ambienal Arigo 87.º Planos de Promoção do Desempenho Ambienal 1 - Os Planos de Promoção do Desempenho Ambienal são mecanismos de incenivo à melhoria do desempenho ambienal. 2 - Podem apresenar Planos de Promoção do Desempenho Ambienal as seguines enidades: a) Operador de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL. b) Operador do armazenameno suberrâneo. c) Operador da rede de ranspore de gás naural. 96

109 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural d) Operadores das redes de disribuição de gás naural. 3 - Os Planos de Promoção do Desempenho Ambienal devem ser apresenados aé 15 de Dezembro do ano gás que anecede o início de cada período de regulação. 4 - A apresenação dos Planos de Promoção do Desempenho Ambienal é condição necessária para a aceiação dos cusos previsos no Arigo 58.º, Arigo 59.º, Arigo 60.º, Arigo 61.º, Arigo 65.º e Arigo 69.º. 5 - Os Planos de Promoção do Desempenho Ambienal são realizados para cada período de regulação. Arigo 88.º Coneúdo dos Planos de Promoção do Desempenho Ambienal 1 - Os Planos de Promoção do Desempenho Ambienal devem coner os seguines elemenos: a) Descrição dealhada dos objecivos a aingir. b) Descrição dealhada das acções a desenvolver. c) Esimaiva, devidamene jusificada, dos cusos com as acções a desenvolver, discriminadas por nível de pressão ou função regulada, quando aplicável. d) Descrição dealhada dos benefícios ambienais esperados com cada acção. e) Descrição dos indicadores de realização e eficiência a aingir. 2 - Consideram-se indicadores de realização os indicadores que permiam medir o sucesso da medida proposa em ermos de cumprimeno dos objecivos, nomeadamene os ambienais. 3 - Consideram-se indicadores de eficiência os indicadores que permiam aferir se os incenivos esão a ser uilizados de modo eficiene, ou seja, que cumprindo o objecivo previso, apresenem os menores cusos. Arigo 89.º Cusos máximos dos Planos de Promoção do Desempenho Ambienal A ERSE aprova, aé 1 de Seembro do ano que anecede cada período de regulação, os cusos máximos que podem ser aceies, para efeios arifários, com cada Plano de Promoção do Desempenho Ambienal. 97

110 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 90.º Aprovação dos Planos de Promoção do Desempenho Ambienal 1 - Cabe à ERSE a aprovação dos Planos de Promoção do Desempenho Ambienal. 2 - A ERSE aprovará o ipo de medidas a implemenar e os cusos máximos a considerar para efeios arifários. 3 - Na aprovação das medidas, a ERSE só considerará as que conribuam para a melhoria direca do desempenho ambienal das enidades indicadas no Arigo 87.º e que não sejam imposas por lei. 4 - Para efeios do disposo no número anerior e a íulo indicaivo, a ERSE privilegiará, enre ouras, as medidas que reúnam os seguines criérios: a) Sejam volunárias. b) Resulem de esudos ou colaborações de naureza cienífica com enidades empenhadas na preservação e melhoria do ambiene. c) Tenham carácer permanene, mesmo após er cessado o incenivo. Arigo 91.º Apresenação dos relaórios de execução dos Planos de Promoção de Desempenho Ambienal 1 - A apresenação dos relaórios de execução dos Planos de Promoção do Desempenho Ambienal é condição necessária para a aceiação dos cusos previsos no Arigo 58.º, Arigo 59.º, Arigo 60.º, Arigo 61.º, Arigo 65.º e Arigo 69.º. 2 - O relaório de execução de cada Plano de Promoção do Desempenho Ambienal deve ser apresenado pelas enidades que enham um Plano de Promoção de Desempenho Ambienal. 3 - Os relaórios de execução dos Planos de Promoção de Desempenho Ambienal são realizados para cada ano do período de regulação. 4 - O relaório de execução do Plano de Promoção do Desempenho Ambienal deve ser apresenado à ERSE aé 15 de Dezembro do ano gás seguine àquele a que diz respeio. 98

111 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 92.º Coneúdo dos Relaórios de Execução dos Planos de Promoção de Desempenho Ambienal 1 - Os relaórios de execução dos Planos de Promoção de Desempenho Ambienal devem coner os seguines elemenos: a) Descrição dealhada do nível de cumprimeno dos objecivos proposos no Plano. b) Descrição dealhada das acções desenvolvidas. c) Descrição dos cusos com as medidas desenvolvidas, discriminadas por nível de pressão ou função, quando aplicável. d) Comparação dos cusos reais com os cusos orçamenados. e) Descrição dealhada dos benefícios ambienais alcançados com cada acção. f) Valores verificados para os indicadores de realização previsos no Plano. g) Valores verificados para os indicadores de eficiência previsos no Plano. Arigo 93.º Aprovação dos Relaórios de Execução do Plano de Promoção do Desempenho Ambienal 1 - Cabe à ERSE a aprovação dos relaórios de execução dos Planos de Promoção do Desempenho Ambienal. 2 - A ERSE aprovará os cusos a considerar para efeios arifários. Arigo 94.º Regiso conabilísico 1 - Os cusos relaivos aos Planos de Promoção do Desempenho Ambienal devem ser individualizados em ermos de regisos conabilísicos das enidades que os promovam. 2 - Os monanes relaivos aos cusos operacionais e ao invesimeno, inscrios nos Planos de Promoção do Desempenho Ambienal, não podem ser considerados nouras acividades reguladas. 3 - Cabe às enidades referidas no Arigo 87.º, que esejam a execuar um Plano, garanirem o disposo no número anerior. 99

112 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 95.º Reafecação de cusos 1 - Durane a execução dos Planos de Promoção do Desempenho Ambienal, as enidades indicadas no Arigo 87.º podem soliciar a reafecação de cusos enre acções previsas no Plano, bem como enre anos de exercício. 2 - Para efeios do número anerior, o pedido de reafecação, a dirigir à ERSE, deve incluir os seguines elemenos: a) Jusificação para a reafecação soliciada. b) Reorçamenação para os anos que ainda esejam por execuar. Arigo 96.º Divulgação e fiscalização 1 - A ERSE divulga, designadamene aravés da sua página na inerne, as acções, bem como os seus resulados, desenvolvidas no âmbio dos Planos de Promoção do Desempenho Ambienal, idenificando os cusos operacionais, os invesimenos e os benefícios ambienais alcançados. 2 - Para efeios do número anerior, a ERSE pode realizar acções de inspecção e fiscalização das medidas que beneficiaram dos incenivos. Secção XI Incenivo à Promoção da Eficiência no Consumo Arigo 97.º Plano de Promoção da Eficiência no Consumo 1 - O Plano de Promoção da Eficiência no Consumo é composo por um conjuno de medidas que enham por objecivo a melhoria da eficiência no consumo de gás naural. 2 - A ERSE esabelece as regras para aprovação dos procedimenos associados ao Plano, bem como das regras a seguir na avaliação das medidas para a promoção da eficiência no consumo. 3 - Os procedimenos e regras referidos no número anerior, devem ser esabelecidos em norma complemenar, a aprovar pela ERSE. 100

113 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 4 - Aé à aprovação das regras referidas no n.º 2 -, os operadores de rede e os comercializadores de úlimo recurso podem apresenar proposas de medidas de promoção da eficiência no consumo de gás naural. Arigo 98.º Cusos com o Plano de Promoção da Eficiência no Consumo 1 - Os cusos com o Plano de Promoção da Eficiência no Consumo são considerados para efeios arifários, nos ermos do Arigo 64.º. 2 - Para além dos cusos que resulam dos projecos seleccionados, podem ser considerados cusos adminisraivos relaivos à gesão do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo. Arigo 99.º Divulgação A ERSE divulga, designadamene aravés da sua página na inerne, as acções realizadas no âmbio do Plano de promoção da Eficiência no Consumo, idenificando os cusos e os benefícios alcançados. 101

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115 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Capíulo V Processo de cálculo das arifas reguladas Secção I Meodologia de cálculo das arifas de Energia Arigo 100.º Meodologia de cálculo da arifa de Energia da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso 1 - A arifa de Energia da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, é esabelecida por forma a proporcionar os proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, previsos no Arigo 71.º. 2 - Os preços da arifa de Energia da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, são calculados por forma a proporcionar os proveios ~ CUR R G CV,, de acordo com a seguine expressão: ~ = ( 39 ) CUR E R G G CV, W + WGC TWCUR, com: Comercializador de úlimo recurso realhisa em que: ~ Proveios permiidos da acividade de Compra e Venda de gás naural para R CURG CV, fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, previsos para o ano gás W Energia dos fornecimenos ao comercializador de úlimo recurso realhisa, previsa para o ano gás W GC Energia dos fornecimenos à acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, previsa para o ano gás EG CUR TW, Preço de energia da arifa de Energia da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, 103

116 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural aplicável às enregas aos comercializadores de úlimo recurso, no ano gás. 3 - As quanidades de energia a considerar no cálculo da arifa de Energia da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, são as quanidades fornecidas a cada comercializador de úlimo recurso, previsas para o ano gás, no referencial de enrada na RNTGN. 4 - As quanidades de energia referidas no número anerior são deerminadas de acordo com as disposições do Regulameno de Relações Comerciais. 5 - Os preços da arifa de Energia da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, são esabelecidos anualmene e revisos rimesralmene. 6 - No primeiro rimesre de cada ano gás os preços da arifa de Energia da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso são os esabelecidos no n.º 2 dese arigo e nos resanes rimesres do ano gás o preço a aplicar é reviso nos ermos do Arigo 101.º. Arigo 101.º Meodologia de cálculo da revisão rimesral das arifas de Energia da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso 1 - Os preços da arifa de Energia da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, são revisos de modo a proporcionar os proveios indicados na seguine expressão: ~ R CUR G CVq, = W q, + W GC q, TW E G CUR q, ( 40 ) com: q Comercializador de úlimo recurso realhisa Trimesre q de cada ano gás, com q = 2º rimesre, 3º rimesre ou 4º rimesre em que: ~ CUR R G Proveios a facurar na acividade de Compra e Venda de gás naural para CVq, fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, revisos para o rimesre q e seguines, do ano gás 104

117 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural W q, Energia dos fornecimenos ao comercializador de úlimo recurso realhisa, previsa no rimesre q, para esse rimesre e para os resanes rimesres aé final do ano gás W GCq, Energia dos fornecimenos a clienes no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, previsa no rimesre q, para esse rimesre e para os resanes rimesres aé final do ano gás E TW G CURq, Preço de energia da arifa de Energia da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, aplicável às enregas aos comercializadores de úlimo recurso, no rimesre q e seguines, do ano gás. 2 - O ajuse a aplicar aos preços da arifa de Energia da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, é deerminado de acordo com a seguine expressão: Δ TW E G E E = TW G TW G CURq, CUR q, CUR q 1, ( 41 ) em que: E Δ TW G Ajuse do preço de energia da arifa de Energia da acividade de Compra e CURq, Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, aplicável às enregas aos comercializadores de úlimo recurso, no rimesre q e seguines, do ano gás E TW G CURq, Preço de energia da arifa de Energia da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, aplicável às enregas aos comercializadores de úlimo recurso, a vigorar no rimesre q e seguines, do ano gás E TW G CURq 1, Preço de energia da arifa de Energia da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso, aplicável às enregas aos comercializadores de úlimo recurso, em vigor no rimesre q-1 do ano gás. 105

118 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 102.º Meodologia de cálculo da arifa de Energia da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes 1 - A arifa de Energia da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes é esabelecida por forma a proporcionar os proveios permiidos da função de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, previsos no Arigo 73.º. 2 - Os preços da arifa de Energia da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, aplicável aos fornecimenos a clienes com consumos anuais iguais ou superiores a 2 milhões de m 3 (n), são calculados por forma a proporcionar os proveios ~ CUR R GC CVGN,, de acordo com a seguine expressão: ~ R CUR GC CVGN, ( 1+ γ ) = W Π TW + W TW n i n i, j j E GC AP E GC ( 42 ) com: n i Nível de pressão n (n = MP e BP) Opção arifária i do nível de pressão n j Nível de pressão j (j = MP e BP com j n) Rede de disribuição em que, com n = MP e BP: ~ Proveios permiidos da função de Compra e Venda de gás naural a grandes R CURGC CVGN, clienes da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, previsos para o ano gás W Energia fornecida no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo n i, recurso a grandes clienes, a clienes com um consumo anual igual ou superior a 2 milhões de m 3 (n), ligados na rede de disribuição, da opção arifária i do nível de pressão n, previsa para o ano gás W AP Energia fornecida no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, a clienes com um consumo anual igual ou superior a 2 milhões de m 3 (n), ligados na rede de ranspore em AP, previsa para o ano gás 106

119 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural TW EGC Preço de energia da arifa de Energia da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, no ano gás γ Facor de ajusameno para perdas e auoconsumos na rede de disribuição, j no nível de pressão j. 3 - As quanidades a considerar no cálculo da arifa de Energia da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes são as energias fornecidas aos clienes finais do comercializador de úlimo recurso grossisa, no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, previsas para o ano gás, referidas à saída da rede de ranspore ou, no caso dos clienes ligados nas redes de disribuição abasecidas por GNL, à enrada dessa rede de disribuição, aravés dos respecivos facores de ajusameno para perdas e auoconsumos. 4 - Os preços da arifa de Energia da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes são os que resulam da conversão dos preços calculados no n. o 2 -, para os vários níveis de pressão e opções arifárias, por aplicação dos facores de ajusameno para perdas e auoconsumos. 5 - Os preços da arifa de Energia da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes são esabelecidos anualmene e revisos rimesralmene. 6 - No primeiro rimesre de cada ano gás os preços da arifa de Energia da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes são os esabelecidos no n.º 2 dese arigo e nos resanes rimesres do ano o preço a aplicar é reviso nos ermos do Arigo 103.º. Arigo 103.º Meodologia de cálculo da revisão rimesral das arifas de Energia da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes 1 - Os preços da arifa de Energia da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, aplicável aos fornecimenos a clienes com consumos anuais iguais ou superiores a 2 milhões de m 3 (n), são revisos rimesralmene de modo a proporcionar os proveios indicados na seguine expressão: ~ ( 1+ γ ) CUR E E R GC = W Π GC + GC n j TWq W iq AP q TW CVGNq,,, q, n i, j ( 43 ) com: n Nível de pressão n (n = MP e BP) 107

120 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural i Opção arifária i do nível de pressão n j Nível de pressão j (j = MP e BP com j n) q Rede de disribuição Trimesre q de cada ano gás, com q = 2º rimesre, 3º rimesre ou 4º rimesre em que, com n = MP e BP: ~ R CURGC Proveios a facurar no âmbio da função de Compra e Venda de gás naural a CVGNq, grandes clienes da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, revisos para o rimesre q e seguines, do ano gás W Energia fornecida no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo n i q, recurso a grandes clienes, a clienes com um consumo anual igual ou superior a 2 milhões de m 3 (n), ligados na rede de disribuição, da opção arifária i do nível de pressão n, previsa para o rimesre q e seguines do ano gás W AP q, Energia fornecida no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, a clienes com um consumo anual igual ou superior a 2 milhões de m 3 (n), ligados na rede de ranspore em AP, previsa para o rimesre q e seguines do ano gás TW EGC Preço de energia da arifa de Energia da acividade de Comercialização de q, úlimo recurso a grandes clienes, para o rimesre q e seguines do ano gás γ Facor de ajusameno para perdas e auoconsumos na rede de disribuição, j no nível de pressão j. 2 - O ajuse a aplicar aos preços da arifa de Energia da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes é deerminado de acordo com a seguine expressão: Δ TW E GC E E = TW GC TW GC q, q, q 1, ( 44 ) em que: E Δ TW GC Ajuse do preço de energia da arifa de Energia da acividade de q, Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, no rimesre q e seguines, do ano gás EGC q TW, Preço de energia da arifa de Energia da acividade de Comercialização de 108

121 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural úlimo recurso a grandes clienes, a vigorar no rimesre q e seguines, do ano gás TW EGC Preço de energia da arifa de Energia da acividade de Comercialização de q 1, úlimo recurso a grandes clienes, em vigor no rimesre q-1 do ano gás. Arigo 104.º Meodologia de cálculo da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas 1 - A arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas é esabelecida por forma a proporcionar os proveios permiidos da função de Compra e Venda de gás naural dos comercializadores de úlimo recurso realhisas, previsos no Arigo 77.º. 2 - Os preços da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas, aplicável aos fornecimenos a clienes com consumos anuais inferiores a 2 milhões de m 3 (n), são calculados por forma a proporcionar, de forma agregada, os proveios definidos no Arigo 77.º, de acordo com as seguines expressões: ~ = ~ CUR CUR ( R + ΔR ) CUR RCVGN, CVGN, BP<, 1 ~ R CUR CVGN, = ( 1+ γ ) W Π n i in, j j TW E ( 45 ) ( 46 ) com: n i Nível de pressão n (n = MP e BP) Opção arifária i do nível de pressão n j Nível de pressão j (j = MP e BP com j n) Rede de disribuição em que, com n = MP e BP: ~ Proveios a recuperar por aplicação da arifa de Energia dos comercializadores CUR R CVGN, de úlimo recurso realhisas, previsos para o ano gás ~ Proveios permiidos da função de Compra e Venda de gás naural do R CUR CVGN, comercializador de úlimo recurso realhisa, previsos para o ano gás 109

122 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural W Energia fornecida a clienes do comercializador de úlimo recurso realhisa n i, na opção arifária i, do nível de pressão n, previsa para o ano gás Δ R CUR Ajusameno dos proveios da arifa de Energia de cada comercializador de BP<, 1 úlimo recurso realhisa, no âmbio dos fornecimenos aos consumidores em BP<, previso para o ano gás, por aplicação do valor anualizado equivalene aos ajusamenos rimesrais referenes ao ano gás -1, deerminado nos ermos do Arigo 106.º E TW Preço de energia da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas, no ano gás γ Facor de ajusameno para perdas e auoconsumos na rede de disribuição, j no nível de pressão j. 3 - As quanidades a considerar no cálculo da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas são as energias fornecidas aos clienes de cada comercializador de úlimo recurso realhisa, previsas para o ano gás, referidas à saída da rede de ranspore ou, no caso dos clienes ligados nas redes de disribuição abasecidas por GNL, à enrada dessa rede de disribuição, aravés dos respecivos facores de ajusameno para perdas e auoconsumos. 4 - Os preços da arifa de Energia a aplicar pelos comercializadores de úlimo recurso realhisas aos seus fornecimenos a clienes são os que resulam da conversão dos preços calculados no n. o 2 -, para os vários níveis de pressão e opções arifárias, por aplicação dos facores de ajusameno para perdas e auoconsumos. 5 - Os preços da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas são esabelecidos anualmene e revisos rimesralmene. 6 - No primeiro rimesre de cada ano gás os preços da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas são os esabelecidos no n.º 2 - dese arigo e nos resanes rimesres do ano o preço a aplicar é reviso nos ermos do Arigo 105.º. 7 - Aos fornecimenos a clienes em BP cujo consumo anual seja inferior ou igual a m 3 (n) não se aplicam as revisões rimesrais de preços, devendo o preço anual esabelecido no n.º 2 - dese arigo incorporar o ajuse anual deerminado no Arigo 106.º. 110

123 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 105.º Meodologia de cálculo da revisão rimesral da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas 1 - Os preços da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas, aplicável aos fornecimenos a clienes com consumos anuais inferiores a 2 milhões de m 3 (n) e superiores a m 3 (n), são revisos rimesralmene de modo a proporcionar os proveios indicados na seguine expressão: ( 1+ γ ) ~ CUR E R CVGN = W Π TW, q, n i n iq, j j q ( 47 ) com: n i Nível de pressão n (n = MP e BP) Opção arifária i do nível de pressão n j Nível de pressão j (j = MP e BP com j n) q Rede de disribuição Trimesre q de cada ano gás, com q = 2º rimesre, 3º rimesre ou 4º rimesre em que, com n = MP e BP: ~ Proveios a facurar por aplicação da arifa de Energia dos comercializadores CUR R CVGNq, de úlimo recurso realhisas, revisos para o rimesre q e seguines, do ano gás W Energia fornecida a clienes do comercializador de úlimo recurso realhisa n i q, na opção arifária i do nível de pressão n, previsa para o rimesre q e seguines, do ano gás E TW q, Preço de energia da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas, para o rimesre q e seguines, do ano gás γ Facor de ajusameno para perdas e auoconsumos na rede de disribuição, j no nível de pressão j. 2 - O ajuse a aplicar aos preços da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas aplicável aos fornecimenos a clienes com consumo anual superior a m 3 (n) é deerminado de acordo com a seguine expressão: 111

124 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural E E E = TW TW q, q, q 1 Δ TW, ( 48 ) em que: Δ E TW Ajuse do preço de energia da arifa de Energia dos comercializadores de q, úlimo recurso realhisas aplicável aos fornecimenos a clienes com consumo anual superior a m 3 (n), no rimesre q e seguines, do ano gás E TW q, Preço de energia da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas aplicável aos fornecimenos a clienes com consumo anual superior a m 3 (n), a vigorar no rimesre q e seguines, do ano gás E TW Preço de energia da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso q 1, realhisas aplicável aos fornecimenos a clienes com consumo anual superior a m 3 (n), em vigor no rimesre q-1 do ano gás. Arigo 106.º Meodologia de cálculo do ajuse anual da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas a aplicar aos fornecimenos em BP com consumo anual inferior ou igual a m 3 (n) 1 - O ajuse anual da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas no âmbio dos fornecimenos em BP< e a aplicar ao preço de energia é dado pela seguine expressão: ΔTW 4 E E TW + TW 1 q, 1 E q= 2 E = TW BP<, ( 49 ) com: q Trimesre q de cada ano gás, com q = 2 para o 2º rimesre, q = 3 para o 3º rimesre e q = 4 para o 4º rimesre em que: E Δ TW Ajuse anual do preço da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo BP<, 1 recurso realhisas a aplicar aos fornecimenos em BP<, referene ao ano gás -1 e a recuperar nas arifas do ano gás 112

125 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural E TW 1 Preço de energia da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso realhisas, no ano gás -1, calculado nos ermos do Arigo 104.º TW E Preço de energia da arifa de Energia dos comercializadores de úlimo recurso q, 1 realhisas aplicável aos fornecimenos em BP>, em vigor no rimesre q do ano gás -1, calculado nos ermos do Arigo 105.º. 2 - O ajusameno dos proveios da arifa de Energia de cada comercializador de úlimo recurso realhisa, no âmbio dos fornecimenos aos consumidores de BP<, no ano gás, por aplicação do valor anualizado equivalene aos ajusamenos rimesrais referenes ao ano gás -1, referidos no Arigo 77.º e no Arigo 104.º, é deerminado de acordo com a seguine expressão: E ( 1+ γ )( + γ ) ( ΔTW ) CUR Δ BP<, 1 = W BP< i MP 1, BP BP<, i R 1 ( 50 ) com: i Opção arifária i do ipo de fornecimeno BP< Rede de disribuição em que: Δ R CUR Ajusameno dos proveios da arifa de Energia de cada comercializador de BP<, 1 úlimo recurso realhisa, no âmbio dos fornecimenos em BP<, no ano gás, por aplicação do valor anualizado equivalene aos ajusamenos rimesrais referenes ao ano gás -1 W BP Energia fornecida a clienes do comercializador de úlimo recurso realhisa < i, na opção arifária i, de BP<, previsa para o ano gás. 113

126 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Secção II Meodologia de cálculo da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL Arigo 107.º Meodologia de cálculo da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL 1 - Os preços da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL são calculados por forma a que o seu produo pelas quanidades físicas envolvidas proporcione o monane de proveios permiidos ao operador do erminal de GNL, definidos no Arigo 57.º, de acordo com as seguines expressões: ~ ~ ~ ~ = (51 ) OT recgnl armgnl reggnl R UTRAR, R UTRAR, + R UTRAR, + RUTRAR, ~ cis reggnl recgnl ( W + W ) ( + ) TW recgnl R UTRAR, 1 RAR UTRAR, = γ (52 ) ~ armgnl armgnl armgnl R UTRAR, Wa, d TWaUTRAR, d = (53 ) ~ R reggnl UTRAR, reggnl reggnl UTRAR, reggnl reggnl UTRAR, reggnl UTRAR, = Cu TCu + W TW + NC TFcc (54 ) em que: ~ Proveios permiidos da acividade de Recepção, armazenameno e OT R UTRAR, regaseificação de GNL, previsos para o ano gás ~ Proveios a recuperar pelo operador do erminal de GNL por aplicação dos recgnl R UTRAR, ermos de recepção da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, previsos para o ano gás ~ Proveios a recuperar pelo operador do erminal de GNL por aplicação dos armgnl R UTRAR, ermos de armazenameno da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, previsos para o ano gás ~ Proveios a recuperar pelo operador do erminal de GNL por aplicação dos reggnl R UTRAR, ermos de regaseificação da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, previsos para o ano gás 114

127 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural cis W Energia das enregas de GNL ao ranspore por rodovia, previsas para o ano gás reggnl W Energia das enregas na RNTGN, previsas para o ano gás recgnl UTRAR TW, Preço de energia do ermo de recepção de GNL da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, no ano gás armgnl d Wa, Energia armazenada no erminal de GNL, previsa para cada dia d, no ano gás TWa armgnl UTRAR Preço de energia armazenada do ermo de armazenameno de GNL da arifa, de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, para cada dia, no ano gás reggnl Cu Capacidade uilizada das enregas na RNTGN, previsas para o ano gás reggnl UTRAR TCu, Preço de capacidade uilizada do ermo de regaseificação e carregameno de GNL da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, no ano gás reggnl UTRAR TW, Preço de energia do ermo de regaseificação e carregameno de GNL da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, no ano gás NC Número de carregamenos de camiões ciserna no erminal de GNL, previso para o ano gás reggnl UTRAR TFcc, Preço do ermo fixo, aplicável ao carregameno de camiões ciserna, do ermo de regaseificação e carregameno de GNL da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, para cada carregameno, no ano gás γ RAR Facor de ajusameno para perdas e auoconsumos na recepção, armazenameno e regaseificação de GNL. 2 - O preço reggnl UTRAR TFcc, é deerminado com base na esruura de acivos e cusos de exploração afecos à ilha de carga de camiões ciserna e num número anual de carregamenos de referência, correspondendo a um regime de funcionameno esperado para o erminal de GNL. 115

128 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 3 - A esruura de preços de capacidade uilizada e de energia do ermo de regaseificação e carregameno de GNL da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL deve repercuir a esruura de cusos incremenais de capacidade e de energia, por aplicação de um facor muliplicaivo, aravés das seguines expressões: reggnl reggnl UTRAR = futrar, reggnl UTRAR TCu, Ci Cu ( 55 ) reggnl reggnl UTRAR = futrar, reggnl UTRAR TW, CiW ( 56 ) em que: reggnl Ci Cu UTRAR Cuso incremenal da capacidade uilizada na regaseificação de GNL reggnl Ci W Cuso incremenal de energia na regaseificação de GNL UTRAR reggnl f Facor a aplicar ao cuso incremenal de capacidade e de energia da UTRAR, regaseificação de GNL, no ano gás. Secção III Meodologia de cálculo das arifas de Uso do Armazenameno Suberrâneo Arigo 108.º Meodologia de cálculo das arifas de Uso do Armazenameno Suberrâneo 1 - Os preços das arifas de Uso do Armazenameno Suberrâneo são calculados por forma a que o seu produo pelas quanidades físicas envolvidas proporcione o monane de proveios permiidos aos operadores de armazenameno suberrâneo, definidos no Arigo 61.º, de acordo com as seguines expressões: ~ ~ ~ = (57 ) OAS IE AS R UAS, RUAS, + RUAS, ~ I E ( W + W ) TWUAS IE R UAS,, = (58 ) ~ AS R UAS, = Wad, TWaUAS, p, p d p (59 ) 116

129 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural em que: ~ Proveios permiidos da acividade de Armazenameno suberrâneo, previsos OAS R UAS, para o ano gás ~ Proveios a recuperar pelo operador do armazenameno suberrâneo por IE R UAS, aplicação dos ermos de injecção e exracção da arifa de Uso do Armazenameno Suberrâneo, previsos para o ano gás ~ Proveios a recuperar pelo operador do armazenameno suberrâneo por AS R UAS, aplicação dos ermos de armazenameno da arifa de Uso do Armazenameno Suberrâneo, previsos para o ano gás I W Energia das injecções no armazenameno suberrâneo, previsas para o ano gás E W Energia das exracções do armazenameno suberrâneo, previsas para o ano gás TW Preço de energia da arifa de Uso do Armazenameno Suberrâneo, no ano UAS, gás Wa, d Energia armazenada previsa para cada dia d, do período arifário p, no ano gás TWa Preço de energia armazenada da arifa de Uso do Armazenameno UAS, p, Suberrâneo, para cada dia d, do período arifário p, no ano gás. 2 - Os proveios a recuperar pelos operadores de armazenameno suberrâneo pela aplicação de cada ermo da arifa de Uso do Armazenameno Suberrâneo às injecções e exracções de energia e à energia armazenada, referidos no número anerior, são deerminados com base na esruura de cusos da acividade de Armazenameno suberrâneo de gás naural, para o ano gás, deerminados no Arigo 61.º. 117

130 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Secção IV Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de Transpore Arigo 109.º Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de Transpore a aplicar pelo operador da rede de ranspore 1 - Os preços das arifas de Uso da Rede de Transpore a aplicar pelo operador da rede de ranspore às enregas em AP e à energia enrada nas redes de disribuição abasecidas a parir de GNL são calculados por forma a que o seu produo pelas quanidades físicas envolvidas proporcione o monane de proveios permiidos ao operador da rede de ranspore, definidos no Arigo 65.º, de acordo com as seguines expressões: ~ ORT ORT ORT ORT R URT, Cu TCu URT, + Wp ΔTWpURT, + W TW URT, = (60 ) em que: ~ Proveios permiidos da acividade de Transpore de gás naural, previsos ORT R URT, para o ano gás Cu Capacidade uilizada das enregas em AP e das quanidades associadas à energia enrada nas redes de disribuição abasecidas a parir de GNL, previsas para o ano gás TCuURT ORT, Preço da capacidade uilizada da arifa de Uso da Rede de Transpore, no ano gás W Energia das enregas em AP e das quanidades associadas à energia enrada nas redes de disribuição abasecidas a parir de GNL, previsa para o ano gás ORT URT TW, Preço de energia da arifa de Uso da Rede de Transpore, no ano gás Wp Energia em períodos de pona das enregas em AP e das quanidades associadas à energia enrada nas redes de disribuição abasecidas a parir de GNL, previsa para o ano gás Δ TWp ORT URT, Acréscimo do preço de energia em períodos de pona da arifa de Uso da Rede de Transpore, no ano gás. 118

131 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 2 - A esruura dos preços de capacidade uilizada e de energia da arifa de Uso da Rede de Transpore devem repercuir a esruura dos cusos incremenais por aplicação de um facor muliplicaivo, aravés das seguines expressões: ORT URT URT URT TCu, = f Ci Cu ( 61 ) TW ORT URT URT, f URT = Ci Wfp ( 62 ) ORT URT URT URT, = f Ci Wp ORT URT Δ TWp TW, ( 63 ) em que: URT Ci Cu Cuso incremenal da capacidade uilizada na rede de ranspore URT Ci Wp Cuso incremenal da energia em períodos de pona na rede de ranspore URT Ci Wfp Cuso incremenal da energia em períodos fora de pona na rede de ranspore URT f Facor a aplicar ao cuso incremenal de capacidade e de energia da rede de ranspore, no ano gás Wfp Energia em períodos fora de pona das enregas em AP e das quanidades associadas à energia enrada nas redes de disribuição abasecidas a parir de GNL, previsa para o ano gás. 3 - As quanidades das enregas em AP esabelecidas no n.º 1 devem ser referidas à saída da RNTGN e as quanidades associadas à energia enrada nas redes de disribuição abasecidas a parir de GNL devem ser referidas à enrada da respeciva rede de disribuição. Arigo 110.º Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de Transpore a aplicar pelos operadores das redes de disribuição 1 - Os preços da arifa de Uso da Rede de Transpore a aplicar por cada operador de rede de disribuição às enregas a clienes são os que resulam da conversão dos preços calculados no n.º 2, para os vários níveis de pressão e opções arifárias, por aplicação dos facores de ajusameno para perdas e auoconsumos, e endo por base os perfis de consumo referidos no n.º Os preços das arifas de Uso da Rede de Transpore a aplicar por cada operador de redes de disribuição a considerar para a conversão, referida no número anerior, são calculados por 119

132 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural forma a que o seu produo pelas quanidades físicas definidas no n. o 4 - proporcione o monane de proveios a recuperar pelos operadores das redes de disribuição, deerminados para cada rede de disribuição, definidos no Arigo 68.º, de acordo com as seguines expressões: ~ ~ ORD = ~ R = Rf ORD ORD R URT, URT, URT, ~ Rf ORD URT, i W MP i = i Wp MP i MP BP BP MP ( 1+ γ ) + Wp ( 1+ γ ) ( 1+ γ ) MP BP BP MP ( 1+ γ ) + W ( 1+ γ ) ( 1+ γ ) TW i i i i ORD URT, Δ TWp ORD URT, + ( 64 ) ( 65 ) com: Rede de disribuição i Opção arifária i em que: ~ Proveios a facurar pelos operadores das redes de disribuição por aplicação ORD R URT, da arifa de Uso da Rede de Transpore às enregas a clienes, previsos para o ano gás ~ Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição por aplicação R ORD URT, da arifa de Uso da Rede de Transpore a aplicar pelos operadores das redes de disribuição às enregas a clienes, previsos para o ano gás ~ Proveios a facurar pelo operador da rede de disribuição por aplicação da R f ORD URT, arifa de Uso da Rede de Transpore a aplicar pelos operadores das redes de disribuição às enregas a clienes, previsos para o ano gás MP Wp Energia em períodos de pona das enregas a clienes em MP do operador da i rede de disribuição, da opção arifária i, previsa para o ano gás MP W Energia das enregas a clienes em MP do operador da rede de disribuição, i da opção arifária i, previsa para o ano gás BP i Wp Energia em períodos de pona das enregas a clienes em BP do operador da rede de disribuição, da opção arifária i, previsa para o ano gás 120

133 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural BP W Energia das enregas a clienes em BP do operador da rede de disribuição, i da opção arifária i, previsa para o ano gás Δ TWp ORD URT, Acréscimo do preço da energia em períodos de pona da arifa de Uso da Rede de Transpore dos operadores da rede de disribuição, no ano gás TW URT ORD, Preço de energia da arifa de Uso da Rede de Transpore dos operadores da rede de disribuição, no ano gás γ MP Facor de ajusameno para perdas e auoconsumos em MP na rede de disribuição γ BP Facor de ajusameno para perdas e auoconsumos em BP na rede de disribuição. 3 - A esruura dos preços de energia das arifas de Uso da Rede de Transpore coincide com a esruura dos cusos incremenais de energia na rede de ranspore previsa no Arigo 109.º. 4 - As quanidades a considerar no cálculo das arifas de Uso da Rede de Transpore são as energias das enregas a clienes em cada rede de disribuição, por período arifário, previsas para o ano gás, devidamene ajusadas para perdas e auoconsumos e referidas à saída da RNTGN ou, no caso das redes de disribuição abasecidas a parir de GNL, referidas à enrada da respeciva rede de disribuição. 5 - Para efeios do número anerior, nas enregas a clienes com periodicidade de leiura superior a um mês, são considerados perfis de consumo. Secção V Meodologia de cálculo da arifa de Uso Global do Sisema Arigo 111.º Meodologia de cálculo da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelo operador da rede de ranspore 1 - O operador da rede de ranspore recupera os proveios no âmbio da arifa de Uso Global do Sisema por aplicação da arifa definida no presene arigo às suas enregas em AP e às quanidades associadas à energia enrada nas redes de disribuição abasecidas a parir de GNL. 121

134 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 2 - Os preços da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelo operador da rede de ranspore, são calculados por forma a que o seu produo pelas quanidades físicas envolvidas proporcione o monane de proveios a recuperar pelo operador da rede de ranspore, definidos no Arigo 64.º, de acordo com a seguine expressão: ~ R = W TW ORT UGS, UGS ( 66 ) em que: ~ Proveios permiidos da acividade de Gesão écnica global do sisema ao ORT R UGS, operador da rede de ranspore, previsos para o ano gás UGS TW Preço de energia da arifa de Uso Global do Sisema, no ano gás W Energia enregue, previsa para o ano gás. 3 - As enregas esabelecidas no número anerior devem ser referidas à enrada nas redes de disribuição. 4 - Para efeios do n.º 3 -, incluem-se as quanidades associadas à energia enrada nas redes de disribuição abasecidas a parir de GNL. Arigo 112.º Meodologia de cálculo da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelos operadores das redes de disribuição 1 - Os preços da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelos operadores das redes de disribuição às enregas a clienes são os que resulam da conversão dos preços calculados no n.º 2, para os vários níveis de pressão e opções arifárias, por aplicação dos facores de ajusameno para perdas e auoconsumos. 2 - Os preços da arifa de Uso Global do Sisema a considerar para a conversão referida no número anerior, são calculados por forma a que o seu produo pelas quanidades físicas definidas no n.º 3 - proporcione o monane de proveios a recuperar por cada operador da rede de disribuição, definido no Arigo 67.º, de acordo com a seguine expressão: ~ ~ = ORD ~ R = Rf ORD R ORD UGS, UGS, UGS, ( 67 ) 122

135 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural ~ Rf ORD UGS BP MP UGS MP MP ( 1+ γ ) ( 1+ γ ) TW + W ( 1+ γ ) BP i i UGS, = W TW ( 68 ) i com: i Opções arifárias i de cada nível de pressão MP e BP em que: ~ Proveios a recuperar pelos operadores das redes de disribuição por R ORD UGS, aplicação da arifa de Uso Global do Sisema, previsos para o ano gás ~ Proveios a recuperar pelo operador da rede de disribuição por aplicação R ORD UGS, da arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelos operadores das redes de disribuição, previsos para o ano gás ~ Proveios a facurar pelo operador da rede de disribuição por aplicação da R f ORD UGS, arifa de Uso Global do Sisema a aplicar pelos operadores das redes de disribuição, previsos para o ano gás MP W Energia enregue a clienes em MP, na rede de disribuição, na opção i arifária i, previsa para o ano gás BP W Energia enregue a clienes em BP, na rede de disribuição, na opção i arifária i, previsa para o ano gás UGS TW Preço de energia da arifa de Uso Global do Sisema, a aplicar pelos operadores das redes de disribuição, no ano gás γ MP Facor de ajusameno para perdas e auoconsumos em MP, para o operador de rede de disribuição γ BP Facor de ajusameno para perdas e auoconsumos em BP, para o operador de rede de disribuição. 3 - As quanidades a considerar no cálculo da arifa de Uso Global do Sisema são a energia enregue a clienes, previsa para o ano gás. 123

136 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Secção VI Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de Disribuição Arigo 113.º Meodologia de cálculo das arifas de Uso da Rede de Disribuição a aplicar pelos operadores das redes de disribuição 1 - Os preços das arifas de Uso da Rede de Disribuição a aplicar pelos operadores das redes de disribuição às enregas a clienes são os que resulam da conversão dos preços calculados no n.º 2, para os níveis de pressão a jusane e opções arifárias por aplicação dos facores de ajusameno para perdas e auoconsumos e endo por base os perfis de consumo referidos no n.º Os preços das arifas de Uso da Rede de Disribuição em MP e de Uso da Rede de Disribuição em BP, a considerar para a conversão referida no número anerior, são calculados por forma a que o seu produo pelas quanidades físicas definidas no n.º 4 proporcione o monane de proveios permiidos na acividade de Disribuição de gás naural, definidos no Arigo 69.º, de acordo com as seguines expressões: ~ ~ ORD ORD ORD R = = URD, RURD, RfURD, ~ ( 69 ) ~ Rf ORD URD, ~ ~ = Rf + Rf ( 70 ) ORD URD MP, ORD URD BP, em que: ~ Proveios permiidos da acividade de Disribuição de gás naural, dos ORD R URD, operadores da rede de disribuição, previsos para o ano gás ~ Proveios permiidos da acividade de Disribuição de gás naural, do operador R ORD URD, da rede de disribuição, previsos para o ano gás ~ Proveios a facurar pelo operador da rede de disribuição, por aplicação das R f ORD URD, arifas de Uso da Rede de Disribuição, previsos para o ano gás ~ Proveios a facurar pelo operador da rede de disribuição, por aplicação da ORD R f URD MP, arifa de Uso da Rede de Disribuição em MP, previsos para o ano gás ~ Proveios a facurar pelo operador da rede de disribuição, por aplicação da R f ORD URD BP, arifa de Uso da Rede de Disribuição em BP, previsos para o ano gás. 124

137 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural e ~ Rf ORD URD MP, = Cu L i i + NC + i MP i, BP URD BP URD BP [ Wp ( TCu ) ] URD MP, δ + ΔTWp + W TW ( 1+ γ ) i, MP L i, TCu TF URD MP, URD MPL, + Wp + MP K i, ΔTWp MP, URD MP, + W i, MP i, TW MP, URD MP, + ( 71 ) ~ Rf ORD URD BP, = + + i BP> URD BP> URD BP> URD ( Cu TCu BP > + Wp ΔTWpBP> + W TW ) + i,, i,, i, BP>, BP< BP< URD BP< URD ( Cu TCu + Wp ΔTWp + W TW ) L i i i, URD BP <, BP> NC TF Li, URD BP> L, + i, L i BP<, BP< NC TF Li, i, URD BP< L, BP<, + ( 72 ) com: i Opções arifárias i de cada nível de pressão MP e BP L Tipo de sisema de medição ou periodicidade de leiura L (L=D,M e O) Rede de disribuição em que, com m = MP, BP> e BP<: TCu URD Preço da capacidade uilizada da arifa de Uso da Rede de Disribuição, no m, nível de pressão ou ipo de fornecimeno m, no ano gás Δ TWp URD Acréscimo de preço da energia em períodos de pona da arifa de Uso da m, Rede de Disribuição, no nível de pressão ou ipo de fornecimeno m, no ano gás URD TW Preço de energia da arifa de Uso da Rede de Disribuição, no nível de m, pressão ou ipo de fornecimeno m, no ano gás URD m L TF, Preço do ermo fixo da arifa de Uso da Rede de Disribuição, no nível de pressão ou ipo de fornecimeno m, na opção de leiura L, no ano gás m i Cu, Capacidade uilizada das enregas a clienes do nível de pressão ou ipo de 125

138 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural fornecimeno m, do operador da rede disribuição, da opção arifária i, previsas para o ano gás m i Wp, Energia em períodos de pona das enregas a clienes do nível de pressão ou ipo de fornecimeno m, do operador da rede disribuição, da opção arifária i, previsas para o ano gás m W i, Energia das enregas a clienes do nível de pressão ou ipo de fornecimeno m, do operador da rede disribuição, da opção arifária i, previsas para o ano gás m L i NC, Número de clienes ligados à rede de disribuição, do operador da rede disribuição, no nível de pressão ou ipo de fornecimeno m, na opção de leiura L, no ano gás γ m Facor de ajusameno para perdas e auoconsumos, no nível de pressão ou ipo de fornecimeno m, para o operador da rede de disribuição δ Facor que relaciona, por efeio de simulaneidade, a energia em períodos de pona enregue a clienes da rede de disribuição em BP com a capacidade diária máxima do ano em cada pono de ligação da rede de BP à rede de MP, na rede de disribuição. 3 - A esruura dos preços das arifas de Uso da Rede de Disribuição deve repercuir a esruura dos cusos incremenais por aplicação de um facor muliplicaivo comum de acordo com as seguines expressões: TCu URD URD m, f URD m = Ci Cu ( 73 ) URD URD URD URD m, m m, Δ TWp = f Ci Wp TW ( 74 ) URD ml, URD URD m TF = f CiNC + CiMed L ( 75 ) URD m TW = CiWfp URD m ( 76 ) em que: URD Ci Cu m Cuso incremenal de capacidade uilizada, do nível de pressão ou ipo de fornecimeno m 126

139 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural URD Ci Wp m Cuso incremenal de energia em períodos de pona do nível de pressão ou ipo de fornecimeno m URD CiNC Cuso incremenal, por cliene, ligado ao roço periférico, não incorporado no m preço da ligação, do nível de pressão ou ipo de fornecimeno m CiMed Cuso incremenal, por cliene, associado à medição, leiura e processameno L de dados, no ano gás URD f Facor a aplicar aos cusos incremenais das capacidades, energias e dos ermos fixos das redes de disribuição em MP e BP, no ano gás URD CiWfp Cuso incremenal de energia em período fora de pona, do nível de pressão m ou ipo de fornecimeno m. 4 - As quanidades a considerar no cálculo das arifas de Uso da Rede de Disribuição são as capacidades uilizadas, as energias por período arifário, devidamene ajusadas para perdas e auoconsumos aé à enrada de cada uma das redes, e o número de clienes ligados nessa rede, em função do nível de pressão. 5 - Para efeios do número anerior, nas enregas a clienes com periodicidade de leiura superior a um mês são considerados perfis de consumo. Secção VII Meodologia de cálculo das arifas de Comercialização Arigo 114.º Meodologia de cálculo da arifa de Comercialização da acividade de comercialização de úlimo recurso a grandes clienes 1 - O preço da arifa de Comercialização da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes é calculado por forma a que o seu produo pelas quanidades físicas definidas no n.º 2 proporcione o monane de proveios permiidos na função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, definidos no Erro! A origem da referência não foi enconrada., de acordo com as seguines expressões: ~ R CURGC C = j n i NC j ni, TF CGC ( 77 ) 127

140 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural com: j Rede de ranspore ou rede de disribuição, j n Nível de pressão n (n = AP, MP e BP) i Opções arifárias i do nível de pressão n em que: R ~ CURGC C Proveios permiidos da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, previsos para o ano gás TF CGC Preço do ermo fixo da arifa de Comercialização da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, no ano gás NC Número de clienes, em cada mês, da acividade de Comercialização de j n i, úlimo recurso a grandes clienes, ligados à rede j, no nível de pressão n e da opção arifária i, previso para o ano gás. 2 - As quanidades a considerar no cálculo da arifa de Comercialização da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes correspondem ao número de clienes do comercializador de úlimo recurso grossisa no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, na rede de ranspore ou em cada rede de disribuição e em cada nível de pressão. Arigo 115.º Meodologia de cálculo da arifa de Comercialização dos comercializadores de úlimo recurso realhisas 1 - Os preços da arifa de Comercialização dos comercializadores de úlimo recurso realhisas são calculados por forma a que o seu produo pelas quanidades físicas definidas no n.º 2 proporcione o monane de proveios permiidos a cada comercializador de úlimo recurso realhisa na função de Comercialização de gás naural, definidos no Erro! A origem da referência não foi enconrada., de acordo com as seguines expressões: ~ R CUR C j, ~ CUR = ~ R = Rf C j, CUR C j, ( 78 ) 128

141 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural ~ Rf CUR C j, = m i NC m i j, TF C j ( 79 ) com: m Nível de pressão m (m = MP e BP) i Opções arifárias i do nível de pressão m j Escalão de consumo (j = MC, se consumo anual > m 3 (n) ou clienes em MP, e j = OC, se clienes em BP com consumo anual m 3 (n)) em que: ~ Proveios permiidos da função de Comercialização de gás naural dos CUR R C j, comercializadores de úlimo recurso realhisas, no escalão de consumo j, previsos para o ano gás ~ Proveios permiidos da função de Comercialização de gás naural, do CUR R C j, comercializador de úlimo recurso realhisa, no escalão de consumo j, previsos para o ano gás ~ CUR Rf Proveios a facurar pelo comercializador de úlimo recurso realhisa por C j, aplicação da arifa de Comercialização, no escalão de consumo j, previsos para o ano gás TF C j Preço do ermo fixo da arifa de Comercialização, dos comercializadores de úlimo recurso realhisas, a aplicar a clienes do escalão de consumo j, no ano gás NC Número de clienes em cada mês, no escalão de consumo j, do m i j, comercializador de úlimo recurso realhisa, no nível de pressão m e da opção arifária i, previso para o ano gás. 2 - As quanidades a considerar no cálculo da arifa de Comercialização dos comercializadores de úlimo recurso realhisas correspondem ao número de clienes de cada comercializador de úlimo recurso realhisa, em cada nível de pressão e opção arifária, de acordo com o respecivo consumo anual. 129

142 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Secção VIII Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso Subsecção I Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes Arigo 116.º Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes 1 - Os preços das arifas de Venda a Clienes Finais aplicáveis pelo comercializador de úlimo recurso grossisa, no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, a fornecimenos a clienes com consumo anual igual ou superior a 2 milhões de m 3 (n), são calculados por forma a que o seu produo pelas quanidades físicas definidas no n.º 2 - proporcione o monane de proveios a recuperar pelo comercializador de úlimo recurso, no âmbio da comercialização de úlimo recurso a grandes clienes de acordo com a seguine expressão: ~ ~ ~ ~ ~ ~ = ( 80 ) R CURGC CURGC CURGC CURGC CURGC CURGC TVCF, RCVGN, + RUGS, + RURT, + RURD, + RC, em que: ~ Proveios permiidos do comercializador de úlimo recurso grossisa, na R CURGC TVCF, acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais, previsos para o ano gás ~ Proveios a recuperar pelo comercializador de úlimo recurso grossisa, no R CURGC CVGN, âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, por aplicação da arifa de Energia da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, coincidindo com os proveios permiidos na função de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes, previsos para o ano gás ~ Proveios a recuperar pelo comercializador de úlimo recurso grossisa, no R CURGC UGS, âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, por aplicação das arifas de Uso Global do Sisema, previsos para o ano gás 130

143 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural ~ Proveios a recuperar pelo comercializador de úlimo recurso grossisa, no R CURGC URT, âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, por aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore, previsos para o ano gás ~ Proveios a recuperar pelo comercializador de úlimo recurso grossisa, no R CURGC URD, âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, por aplicação das arifas de Uso da Rede de Disribuição, previsos para o ano gás ~ Proveios a recuperar pelo comercializador de úlimo recurso grossisa, no R CURGC C, âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, por aplicação da arifa de Comercialização, coincidindo com os proveios permiidos na função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, previsos para o ano gás. e ~ R CURGC TVCF, + NC n D = W n TF TVCFGC D nd TW TVCFGC nd + Wp W ' + ' + Cu nd ΔTWp TVCFGC nd TW TVCFGC n TRIi, n' TRIi, n i TVCF TCu GC n' TRIi, n' TRIi, + NC + Cu nd n' TRIi, TCu TF TVCFGC nd TVCFGC n' TRIi, + + ( 81 ) com: n Nível de pressão n (n = AP, MP e BP) n Nível de pressão n (n = MP e BP) i Escalão de consumo i de cada opção arifária do nível de pressão MP e BP em que: ~ Proveios a recuperar pelo comercializador de úlimo recurso grossisa, no R CURGC TVCF, âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais, no ano gás W Energia dos fornecimenos do comercializador de úlimo recurso grossisa, nd no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, a clienes com regiso de medição diário, no nível de pressão n, previsa para o ano gás, não incluindo as opções arifárias de aplicação 131

144 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural ransiória TVCF TW GC Preço de energia na arifa de Venda a Clienes Finais da acividade de nd Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, aplicável a clienes, no nível de pressão n, com regiso de medição diário, no ano gás Wp Energia em períodos de pona dos fornecimenos no âmbio da acividade de nd Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes a clienes, com regiso de medição diário, no nível de pressão n, previsa para o ano gás, não incluindo as opções arifárias de aplicação ransiória TVCF ΔTWp GC n D Acréscimo de preço da energia em períodos de pona na arifa de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, aplicável a clienes, no nível de pressão n, com regiso de medição diário, no ano gás Cu Capacidade uilizada dos fornecimenos no âmbio da acividade de nd Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes a clienes, com regiso de medição diário, no nível de pressão n, previsa para o ano gás, não incluindo as opções arifárias de aplicação ransiória TVCF TCc GC Preço da capacidade uilizada na arifa de Venda a Clienes Finais da nd acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes cliene, no nível de pressão n, com regiso de medição diário, no ano gás NC Número de clienes no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo nd recurso a grandes clienes, com regiso de medição diário, no nível de pressão n, previso para o ano gás, não incluindo as opções arifárias de aplicação ransiória TF TVCFGC Preço do ermo arifário fixo, na arifa de Venda a Clienes Finais da D acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, no nível de pressão n, com regiso de medição diário, no ano gás W n' TRI i, Energia dos fornecimenos do comercializador de úlimo recurso grossisa, no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, no nível de pressão n, do escalão de consumo i e na opção arifária de aplicação ransiória rinómia, previsa para o ano gás TW TVCF GC n' TRI i, Preço de energia na arifa de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, no nível de pressão n, no escalão de consumo i, na opção arifária de aplicação ransiória rinómia, 132

145 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural no ano gás NC n' TRI i, Número de clienes no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, no nível de pressão n, no escalão de consumo i, na opção arifária de aplicação ransiória rinómia, previso para o ano gás TF TVCF GC n' TRI i, Preço do ermo arifário fixo na arifa de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, aplicável a clienes, no nível de pressão n, no escalão de consumo i, na opção arifária de aplicação ransiória rinómia, no ano gás Cu n' TRI i, Capacidade uilizada dos fornecimenos do comercializador de úlimo recurso grossisa, no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, no nível de pressão n, no escalão de consumo i, na opção arifária de aplicação ransiória rinómia, previsa para o ano gás TCu TVCF GC n' TRI i, Preço da capacidade uilizada na arifa de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, no nível de pressão n, no escalão de consumo i, na opção arifária de aplicação ransiória rinómia, no ano gás. 2 - As quanidades a considerar no cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes são deerminadas pelo número de clienes, pelas capacidades uilizadas, capacidades e energias, por período arifário, relaivas aos fornecimenos a clienes do comercializador de úlimo recurso grossisa, no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, discriminadas por rede de ranspore ou disribuição, por escalão de consumo, opção arifária, periodicidade de leiura e nível de pressão, previsas para o ano gás. 3 - Os preços das arifas de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes devem resular da soma dos preços das seguines arifas por acividade, aplicáveis em cada rede, de ranspore e de disribuição, em cada nível de pressão e periodicidade de leiura, e por opção arifária, pelo comercializador de úlimo recurso grossisa: arifa de Uso Global do Sisema, arifa de Uso da Rede de Transpore, arifas de Uso da Rede de Disribuição, arifa de Energia e arifa de Comercialização. 4 - Os preços das arifas de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes são esabelecidos anualmene no âmbio do presene arigo, sendo os preços de energia revisos rimesralmene, de forma adiiva, no âmbio do Arigo 103.º. 133

146 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 117.º Mecanismo de limiação de acréscimos resulanes da convergência das arifas de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes para arifas adiivas 1 - A aplicação do sisema arifário adiivo às arifas de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, nos ermos do n. o 3 - do Arigo 116.º, deve ser efecuada de forma gradual, aravés da uilização do mecanismo esabelecido no presene arigo. 2 - Para efeios de convergência para arifas adiivas, calculam-se as seguines variações arifárias: a) Variação arifária global δ GC = GC GC Tx Qx + Tx n x nd 1 GC nd ~ R CURGC TVCF, n' i x n' TRIi, 1 Qx GC n' TRIi, ( 82 ) e ~ R CUR GC TVCF, = Tx Qx + Tx n x GC n D GC n D n' i x GC n' TRIi, Qx GC n' TRIi, ( 83 ) com: n Nível de pressão n (n = AP, MP e BP) n Nível de pressão n (n = MP e BP) i Escalão de consumo i de cada opção arifária do nível de pressão MP e BP x Termo arifário x da opção arifária correspondene ao escalão de consumo i, do nível de pressão n ou n D Tipo de sisema de medição e periodicidade de leiura diária em que: δ GC Variação arifária global das arifas de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes ~ Proveios permiidos do comercializador de úlimo recurso grossisa por CUR R GC TVCF, aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, no ano gás 134

147 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural GC Tx Preço do ermo arifário x da opção arifária aplicável a clienes ligados do nd nível de pressão n, no ano gás GC Qx Quanidade do ermo arifário x da opção arifária aplicável a clienes do nível nd de pressão n, previsa para o ano gás GC Tx n ' TRIi, Preço do ermo arifário x aplicável a clienes do escalão de consumo i, na opção arifária de aplicação ransiória rinómia, do nível de pressão n, no ano gás GC Qx Quanidade do ermo arifário n x aplicável a clienes do escalão de consumo i, ' TRI i, na opção arifária de aplicação ransiória rinómia, do nível de pressão n, previsa para o ano gás. b) Variação por opção arifária associada à aplicação de arifas adiivas δ GC, a n Tx x = Tx x GC, a nd GC nd 1 Qx Qx GC nd GC nd ( 84 ) com: a Relaivo a arifas adiivas em que: GC, a n δ Variação arifária da opção arifária aplicável a clienes no nível de pressão n, associada à aplicação de arifas adiivas da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes Tx GC a n D, Preço do ermo arifário x da opção arifária aplicável a clienes no nível de pressão n, resulane da aplicação de arifas adiivas da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, no ano gás GC Tx Preço do ermo arifário x da opção arifária aplicável a clienes ligados no n D nível de pressão n, resulane da aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, no ano gás GC Qx Quanidade do ermo arifário x da opção arifária aplicável a clienes do nível n D de pressão n, no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, previsa para o ano gás. 135

148 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 3 - Para as arifas de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes as variações arifárias por opção arifária do nível de pressão n ( GC δ n ) são deerminadas de acordo com a seguine expressão: GC GC, a GC IP GC, a δ n = Min δ n ; Θ n se δ n δ IP 1 δ GC n GC GC GC GC, a ( δ δ ) n GC, a n GC = δ fd se δ < δ GC ( 85 ) ( 86 ) onde cada GC fd é deerminado por forma a serem recuperados os proveios oais associados às arifas de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes esabelecidos no Arigo 116.º, com: a Relaivo a arifas adiivas em que: δ GC Variação arifária da opção arifária aplicável, no âmbio da acividade de n Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, a clienes no nível de pressão n, associada à aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes IP IP 1 Evolução do índice de preços implícios no consumo privado, no ano gás GC Θ Facor que esabelece o limie máximo da variação arifária da opção arifária n aplicável a clienes no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, no nível de pressão n, no ano gás, em função da evolução do índice de preços implícios no consumo privado GC fd Parâmero que raduz a proporção da descida arifária relaiva associada à aplicação de arifas adiivas, para o comercializador de úlimo recurso grossisa no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes. 4 - Para efeios de deerminação das variações dos preços de cada opção arifária calculam-se as variações de preços associadas à aplicação de arifas adiivas de acordo com a seguine expressão: 136

149 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural δ x GC, a n Tx = Tx GC, a nd GC nd 1 ( 87 ) com: a Relaivo a arifas adiivas em que: GC, a x n δ Variação do preço do ermo arifário x, da opção arifária aplicável, no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, a clienes ligados no nível de pressão n, associada à aplicação de arifas adiivas da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes 5 - Os preços de cada opção arifária são deerminados de acordo com as seguines expressões: GC D Tx = δ x GC n Tx GC n D 1 ( 88 ) com: GC GC, a GC IP GC, a δ xn = Min δx n ; Θxn se δx GC n δn IP 1 δx GC n GC n GC n GC GC, a ( δ δx ) = δ fd se δ x < δ n n GC, a n GC n ( 89 ) ( 90 ) GC onde fd n é deerminado por forma a serem recuperados os proveios da opção arifária aplicável a clienes ligados no nível de pressão n, no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, em que: GC δ x n Variação do preço do ermo arifário x, da opção arifária aplicável no nível de pressão n, no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes GC Θ x n Facor que esabelece o limie máximo da variação de cada preço, da opção arifária aplicável, no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes correspondene ao nível de pressão n, no ano gás, em função da evolução do índice de preços implícios no consumo privado GC fd Parâmero que raduz a proporção da descida arifária relaiva dos preços no n 137

150 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural nível de pressão n, associada à aplicação de arifas adiivas da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes. 6 - Excepuam-se da aplicação dese mecanismo as opções arifárias de aplicação ransiória, as quais esão sujeias a uma evolução arifária indexada à das opções das arifas com esruura adiiva, nos ermos da seguine expressão: GC ntri em que: GC GC ( + μ ) δ δ = 1 n n ( 91 ) GC δ Variação arifária da opção arifária de aplicação ransiória rinómia, aplicável TRI n a clienes do nível de pressão n, da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes GC μ Facor aplicável à variação arifária da opção arifária de aplicação ransiória n da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, al GC n que μ 0 e δ GC ntri IP IP 1 GC δ Variação da opção arifária das arifas de Venda a Clienes Finais da n acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes aplicável a clienes do nível de pressão n, que subsiui a opção arifária de aplicação ransiória rinómia. 7 - Os facores fixação de arifas. GC μ n, deerminados no número anerior, serão esabelecidos no processo de Arigo 118.º Ajusamenos resulanes da convergência para um sisema arifário adiivo nas arifas de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes 1 - A exisência de arifas de Venda a Clienes Finais da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes com preços ransioriamene diferenes dos que resulam da aplicação do princípio da adiividade, nos ermos esabelecidos no arigo anerior, conduz à necessidade de ajusar os proveios facurados por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais aos proveios permiidos e a recuperar pelo comercializador de úlimo recurso grossisa, no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, aravés do esabelecido no presene arigo. 138

151 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 2 - Os ajusamenos resulanes da convergência para um sisema arifário adiivo, a incorporar nos proveios permiidos da função de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes no ano gás e previsos no Arigo 73.º, são dados pela seguine expressão: Δ R [ Rf CURGC ( Rf CURGC + Rf CURGC + Rf CURGC + Rf CURGC + Rf CURGC )] CURGC TVCF, 2 = TVCF, 2 CVGN, 2 UGS, 2 URT, 2 URD, 2 C, i E ( 92 ) em que: Δ R CURGC Ajusameno resulane da convergência para arifas adiivas, no ano gás -2, TVCF, 2 a incorporar nos proveios do ano gás, da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes Rf CURGC Proveios facurados pelo comercializador de úlimo recurso grossisa, no TVCF, 2 âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais, no ano gás -2 Rf CURGC Proveios facurados pelo comercializador de úlimo recurso grossisa, no CVGN, 2 âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, por aplicação da arifa de Energia da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, no ano gás -2 Rf CURGC Proveios facurados pelo comercializador de úlimo recurso grossisa, no UGS, 2 âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, por aplicação da arifa de Uso Global do Sisema, no ano gás -2 Rf CURGC Proveios facurados pelo comercializador de úlimo recurso grossisa, no URT, 2 âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, por aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore, no ano gás -2 Rf CURGC Proveios facurados pelo comercializador de úlimo recurso grossisa, no URD, 2 âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, por aplicação das arifas de Uso da Rede de Disribuição, no ano gás -2 Rf CURGC Proveios facurados pelo comercializador de úlimo recurso grossisa, no C, 2 âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, por aplicação das arifas de Comercialização da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, no ano gás

152 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual. Subsecção II Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso realhisas Arigo 119.º Meodologia de cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso realhisas 1 - Os preços das arifas de Venda a Clienes Finais de cada comercializador de úlimo recurso realhisa, aplicáveis a fornecimenos a clienes com consumo anual inferior a 2 milhões de m 3 (n), são calculados por forma a que o seu produo pelas quanidades físicas definidas no n.º 2 - proporcione o monane de proveios a recuperar pelo comercializador úlimo recurso realhisa, no âmbio dos fornecimenos aos seus clienes de acordo com a seguine expressão: ~ R CUR TVCF, ~ CUR = ~ CUR R = Rf = + TVCF, TVCF, ~ CUR ( ~ CUR CUR CUR CUR + ~ + ~ Rf Rf Rf + Rf ~ Rf ) CVGN, UGS, URT, URD, C, ( 93 ) em que: ~ Proveios permiidos dos comercializadores de úlimo recurso realhisas na CUR R TVCF, acividade de Comercialização de gás naural, previsos para o ano gás ~ Proveios permiidos do comercializador de úlimo recurso na acividade de R CUR TVCF, Comercialização de gás naural, previsos para o ano gás ~ Proveios a facurar pelo comercializador de úlimo recurso, por aplicação R f CUR TVCF, das arifas de Venda a Clienes Finais, previsos para o ano gás ~ Proveios a facurar pelo comercializador de úlimo recurso, por aplicação da R f CUR CVGN, arifa de Energia, previsos para o ano gás ~ Proveios a facurar pelo comercializador de úlimo recurso, por aplicação da R f CUR UGS, arifa de Uso Global do Sisema, previsos para o ano gás ~ Proveios a facurar pelo comercializador de úlimo recurso, por aplicação R f CUR URT, das arifas de Uso da Rede de Transpore, previsos para o ano gás 140

153 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural ~ Proveios a facurar pelo comercializador de úlimo recurso, por aplicação R f CUR URD, das arifas de Uso da Rede de Disribuição, previsos para o ano gás ~ Proveios a facurar pelo comercializador de úlimo recurso, por aplicação da R f CUR C, arifa de Comercialização, previsos para o ano gás. e ~ Rf CUR TVCF, + NC + + = nd n W TF W W nd TW TVCF nd + TVCF nd + Wp nd ΔTWp TVCF + Cu + + Wp Cu TCu TVCF nd, TVCF TVCF + TVCF ' ' Δ n' TW NC ' n TF ' n TWp ' n',,, n, i Mi, n L i Li n Li Li Li Mi, TVCF TVCF TVCF TW + NC TF TCu n' ' n' ' n' ' n',,, n, i TRI i, n s i si n si si si TRIi, nd nd + + ( 94 ) com: n Nível de pressão n (n = AP, MP e BP) n Nível de pressão n (n = MP e BP) D L s i Comercializador de úlimo recurso realhisa, para fornecimenos a clienes com consumo anual inferior a 2 milhões de m 3 (n) Tipo de sisema de medição e periodicidade de leiura diário Tipo de sisema de medição e periodicidade de leiura L (L= mensal (M) e superior a mensal (O)) Opção arifária de aplicação ransiória s (s = rinómia (TRI) e binómia) de cada nível de pressão MP e BP Escalão de consumo i de cada opção arifária do nível de pressão MP e BP em que: W Energia fornecida a clienes do comercializador de úlimo recurso, com nd regiso de medição diário, no nível de pressão n, previsa para o ano gás, não incluindo as opções arifárias de aplicação ransiória TVCF TW Preço da energia na arifa de Venda a Clienes Finais, do comercializador de nd 141

154 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural úlimo recurso, com regiso de medição diário, no nível de pressão n, no ano gás Wp Energia em períodos de pona dos clienes do comercializador de úlimo nd recurso, com regiso de medição diário, no nível de pressão n, previsa para o ano gás, não incluindo as opções arifárias de aplicação ransiória TVCF ΔTWp n D Acréscimo de preço da energia em períodos de pona na arifa de Venda a Clienes Finais, do comercializador de úlimo recurso, com regiso de medição diário, no nível de pressão n, no ano gás Cu Capacidade uilizada dos clienes do comercializador de úlimo recurso, com nd regiso de medição diário, no nível de pressão n, previsa para o ano gás, não incluindo as opções arifárias de aplicação ransiória TVCF TCu Preço da capacidade uilizada na arifa de Venda a Clienes Finais, do nd comercializador de úlimo recurso, com regiso de medição diário, no nível de pressão n, no ano gás NC Número de clienes do comercializador de úlimo recurso, com consumo nd anual superior a m 3 (n) e com regiso de medição diário, no nível de pressão n, previso para o ano gás, não incluindo as opções arifárias de aplicação ransiória TVCF TF Preço do ermo arifário fixo, na arifa de Venda a Clienes Finais, do nd comercializador de úlimo recurso, aplicável a clienes com consumo anual superior a m 3 (n) e com regiso de medição diário, no nível de pressão n, no ano gás W n L i, Energia fornecida a clienes do comercializador de úlimo recurso, no ' escalão de consumo i, com periodicidade de leiura L, no nível de pressão n, previsa para o ano gás, não incluindo as opções arifárias de aplicação ransiória TW TVCF n' Li, Preço da energia na arifa de Venda a Clienes Finais, do comercializador de úlimo recurso, no escalão de consumo i, com periodicidade de leiura L, no nível de pressão n, no ano gás NC Número de clienes do comercializador de úlimo recurso, no escalão de n' L i, consumo i, com periodicidade de leiura L, no nível de pressão n, previso para o ano gás, não incluindo as opções arifárias de aplicação ransiória 142

155 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural TF TVCF n' Li, Preço do ermo arifário fixo na arifa de Venda a Clienes Finais, do comercializador de úlimo recurso, no escalão de consumo i, com periodicidade de leiura L, no nível de pressão n, no ano gás Wp Energia em períodos de pona dos clienes do comercializador de úlimo n ' M i, recurso, no escalão de consumo i, com periodicidade de leiura mensal, no nível de pressão n, previsa para o ano gás, não incluindo as opções arifárias de aplicação ransiória ΔTWp TVCF n' Mi, Acréscimo de preço da energia em períodos de pona na arifa de Venda a Clienes Finais, do comercializador de úlimo recurso, no escalão de consumo i, com periodicidade de leiura mensal, no nível de pressão n, no ano gás W n' si, Energia fornecida a clienes do comercializador de úlimo recurso, no escalão de consumo i, na opção arifária de aplicação ransiória s, no nível de pressão n, previsa para o ano gás TW TVCF n' si, Preço da energia na arifa de Venda a Clienes Finais, do comercializador de úlimo recurso, no escalão de consumo i, na opção arifária de aplicação ransiória s, no nível de pressão n, no ano gás NC n' si, Número de clienes do comercializador de úlimo recurso, no escalão de consumo i, na opção arifária de aplicação ransiória s, no nível de pressão n, previso para o ano gás TF TVCF n' si, Preço do ermo arifário fixo na arifa de Venda a Clienes Finais, do comercializador de úlimo recurso, no escalão de consumo i, na opção arifária de aplicação ransiória s, no nível de pressão n, no ano gás Cu n' TRI i, Capacidade uilizada dos clienes do comercializador de úlimo recurso, no escalão de consumo i, na opção arifária de aplicação ransiória rinómia, no nível de pressão n, previsa para o ano gás TCu TVCF n' TRI i, Preço da capacidade uilizada na arifa de Venda a Clienes Finais, do comercializador de úlimo recurso, no escalão de consumo i, na opção arifária de aplicação ransiória rinómia, no nível de pressão n, no ano gás. 2 - As quanidades a considerar no cálculo das arifas de Venda a Clienes Finais são deerminadas pelo número de clienes, pelas capacidades uilizadas e energias, por período 143

156 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural arifário, relaivas aos fornecimenos a clienes de cada comercializador de úlimo recurso realhisa, discriminadas por escalão de consumo, opção arifária, periodicidade de leiura e nível de pressão, previsas para o ano gás. 3 - Os preços das arifas de Venda a Clienes Finais devem resular da soma dos preços das arifas por acividade, aplicáveis em cada rede de disribuição, em cada nível de pressão e periodicidade de leiura, e por opção arifária, pelos comercializadores de úlimo recurso realhisas: arifa de Uso Global do Sisema, arifa de Uso da Rede de Transpore, arifas de Uso da Rede de Disribuição, arifa de Energia e arifa de Comercialização. 4 - Os preços das arifas de Venda a Clienes Finais deerminados no âmbio do presene arigo, são esabelecidos anualmene, sendo os ermos de energia revisos rimesralmene, de forma adiiva, no âmbio do Arigo 105.º. Arigo 120.º Mecanismo de limiação de acréscimos resulanes da convergência das arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso realhisas para arifas adiivas 1 - A aplicação do sisema arifário adiivo às arifas de Venda a Clienes Finais de cada comercializador de úlimo recurso realhisa, nos ermos do n. o 3 - do Arigo 119.º, deve ser efecuada de forma gradual, aravés da uilização do mecanismo esabelecido no presene arigo. 2 - Para efeios de convergência para arifas adiivas, calculam-se as seguines variações arifárias: a) Variação arifária global δ = Tx Qx + Tx Qx n Li, 1 n Li, n L i x n' s i x ~ R CUR TVCF, n' si, 1 n' si, ( 95 ) e ~ R CUR TVCF, = Txn L Qxn L + Txn s Qxn s i, i, ' i, ' i, n L i x n' s i x ( 96 ) com: n Nível de pressão n (n = AP, MP e BP) n Nível de pressão n (n = MP e BP) 144

157 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural i x L s Comercializador de úlimo recurso Escalão de consumo i de cada opção arifária do nível de pressão MP e BP Termo arifário x da opção arifária correspondene à periodicidade de leiura L e escalão de consumo i, do nível de pressão n ou n Tipo de sisema de medição e periodicidade de leiura L (L= diária, mensal e superior a mensal) Opção arifária de aplicação ransiória s (s = rinómia e binómia) de cada nível de pressão MP e BP em que: δ Variação arifária global das arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso ~ Proveios permiidos dos comercializadores de úlimo recurso realhisas na CUR R TVCF, acividade de Comercialização de gás naural, previsos para o ano gás Tx n Li, Preço do ermo arifário x da opção arifária correspondene à periodicidade de leiura L e escalão de consumo i, do nível de pressão n, no ano gás Qx n Li, Quanidade do ermo arifário x da opção arifária correspondene à periodicidade de leiura L e escalão de consumo i, do nível de pressão n, previsa para o ano gás Tx n ' si, Preço do ermo arifário x do escalão de consumo i, na opção arifária de aplicação ransiória s, do nível de pressão n, no ano gás Qx Quanidade do ermo arifário n x do escalão de consumo i, na opção arifária ' s i, de aplicação ransiória s, do nível de pressão n, previsa para o ano gás. b) Variação por opção arifária associada à aplicação de arifas adiivas δ a n oi Tx x = Tx x a n oi, n oi, 1 Qx Qx n oi, n oi, ( 97 ) com: a Relaivo a arifas adiivas 145

158 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural em que: δ a n oi Variação arifária da opção arifária o (correspondene à periodicidade de leiura L ou opção arifária de aplicação ransiória s), no escalão de consumo i, do nível de pressão n, associada à aplicação de arifas adiivas pelo comercializador de úlimo recurso Tx a n o i, Preço do ermo arifário x da opção arifária o (correspondene à periodicidade de leiura L ou opção arifária de aplicação ransiória s), do escalão de consumo i, do nível de pressão n, resulane da aplicação de arifas adiivas, no ano gás Tx Qx n o i, n o i, Preço do ermo arifário x da opção arifária o (correspondene à periodicidade de leiura L ou opção arifária de aplicação ransiória s), do escalão de consumo i, do nível de pressão n, resulane da aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais do comercializador de úlimo recurso, no ano gás Quanidade do ermo arifário x da opção arifária o (correspondene à periodicidade de leiura L ou opção arifária de aplicação ransiória s), do escalão de consumo i, do nível de pressão n, relaiva aos clienes do comercializador de úlimo recurso, previsa para o ano gás. 3 - As variações arifárias por escalão de consumo i da opção arifária associada à periodicidade de leiura L, do nível de pressão n ( δ seguine expressão: n Li ) são deerminadas de acordo com a a IP a δ n L = Min δ n L ; Θ n L i i i se δn L δ IP i ( 98 ) 1 a a δ n L = δ fd δ δ i n se δ < δ L i n L i ( 99 ) onde cada fd é deerminado por forma a serem recuperados os proveios oais agregados associados às arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso esabelecidos no Arigo 119.º, com: a Relaivo a arifas adiivas 146

159 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural em que: δ Variação arifária da opção arifária correspondene à periodicidade de leiura n L i L, no escalão de consumo i, do nível de pressão n, associada à aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais do comercializador de úlimo recurso IP IP 1 Evolução do índice de preços implícios no consumo privado, no ano gás Θ Facor que esabelece o limie máximo da variação arifária da opção arifária n Li correspondene à periodicidade de leiura L, no escalão de consumo i, do nível de pressão n, no ano gás, em função da evolução do índice de preços implícios no consumo privado fd Parâmero que raduz a proporção da descida arifária relaiva associada à aplicação de arifas adiivas. 4 - Para efeios de deerminação das variações dos preços de cada opção arifária calculam-se as variações de preços associadas à aplicação de arifas adiivas de acordo com a seguine expressão: δ x a n L i Tx = Tx a n Li, n Li, 1 ( 100 ) com: a Relaivo a arifas adiivas em que: δ a x n L i Variação do preço do ermo arifário x, da opção arifária correspondene à periodicidade de leiura L, no escalão de consumo i, do nível de pressão n, associada à aplicação de arifas adiivas pelo comercializador de úlimo recurso 5 - Os preços de cada opção arifária são deerminados de acordo com as seguines expressões: n L = x, n L Tx i i n L i, 1 Tx δ ( 101 ) com: a IP a δ xn L = Min δx n L ; Θxn L i i i se δx n δ IP Li n L 1 i ( 102 ) 147

160 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural a = a δxn L δ n L fd n L δ n L δx i i i n L se δ x i i n L < n i δ L i ( 103 ) onde fd n L é deerminado por forma a serem recuperados os proveios da opção arifária do i comercializador de úlimo recurso correspondene à periodicidade de leiura L, no escalão de consumo i, no nível de pressão n, com: a Relaivo a arifas adiivas em que: δ x Variação do preço do ermo arifário x, da opção arifária correspondene à n L i periodicidade de leiura L, no escalão de consumo i, do nível de pressão n do comercializador de úlimo recurso Θ x n Facor que esabelece o limie máximo da variação de cada preço, da opção L i arifária correspondene à periodicidade de leiura L, no escalão de consumo i, do nível de pressão n, no ano gás, em função da evolução do índice de preços implícios no consumo privado fd Parâmero que raduz a proporção da descida arifária relaiva dos preços da n L i opção arifária correspondene à periodicidade de leiura L, no escalão de consumo i, do nível de pressão n, associada à aplicação de arifas adiivas. 6 - Excepuam-se da aplicação dese mecanismo as opções arifárias de aplicação ransiória, as quais esão sujeias a uma evolução arifária indexada à das opções das arifas com esruura adiiva, nos ermos da seguine expressão: n s i ( + μ ) n' n' Di δ ' = 1 δ s i ( 104 ) com: D Tipo de sisema de medição com regiso diário dos dados de consumo n Nível de pressão n (n = MP e BP) em que: δ Variação arifária da opção arifária de aplicação ransiória s, no escalão de n' s i consumo i, do nível de pressão n, do comercializador de úlimo recurso 148

161 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural μ Facor aplicável à variação arifária da opção arifária de aplicação ransiória n' si IP dos comercializadores de úlimo recurso, al que μ n' 0 e δ s ' i n s i IP 1 n' Di δ Variação da opção arifária das arifas de Venda a Clienes Finais do comercializador de úlimo recurso aplicável a clienes com medição com regiso diário, que subsiui a opção arifária de aplicação ransiória s, no escalão de consumo i, do nível de pressão n. 7 - Os facores μ n' si, deerminados no número anerior, serão esabelecidos no processo de fixação de arifas. Arigo 121.º Ajusamenos resulanes da convergência para um sisema arifário adiivo nas arifas de Venda a Clienes Finais dos comercializadores de úlimo recurso realhisas 1 - A exisência de arifas de Venda a Clienes Finais de cada comercializador de úlimo recurso realhisa com preços ransioriamene diferenes dos que resulam da aplicação do princípio da adiividade, nos ermos esabelecidos no arigo anerior, conduz à necessidade de ajusar os proveios facurados por aplicação das arifas de Venda a Clienes Finais aos proveios permiidos e a recuperar por cada comercializador de úlimo recurso realhisa, aravés do esabelecido no presene arigo. 2 - Os ajusamenos resulanes da convergência para um sisema arifário adiivo, a incorporar nos proveios permiidos da função de Compra e Venda de gás naural de cada comercializador de úlimo recurso realhisa no ano gás e previsos no Arigo 77.º, são dados pela seguine expressão: ΔR CUR TVCF, 2 = Rf + Rf CUR TVCF, 2 CUR C, 2 )] + CUT 1 + CUR TE, 2 i E ( Rf CUR CVGN, 2 + Rf CUR UGS, 2 + Rf CUR URT, 2 + Rf CUR URD, 2 + ( 105 ) 149

162 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural em que: Δ R CUR Ajusameno resulane da convergência para arifas adiivas, no ano gás -2, TVCF, 2 a incorporar nos proveios do ano gás, do comercializador de úlimo recurso Rf CUR Proveios facurados pelo comercializador de úlimo recurso por aplicação TVCF, 2 das arifas de Venda a Clienes Finais, no ano gás -2 CUT CUR TE, 2 Compensação do comercializador de úlimo recurso realhisa, pela aplicação da arifa de Energia, no ano gás -2, calculada de acordo com o Arigo 80.º Rf CUR Proveios facurados pelo comercializador de úlimo recurso por aplicação CVGN, 2 da arifa de Energia, no ano gás -2 Rf CUR Proveios facurados pelo comercializador de úlimo recurso por aplicação UGS, 2 da arifa de Uso Global do Sisema, no ano gás -2 Rf CUR Proveios facurados pelo comercializador de úlimo recurso por aplicação URT, 2 das arifas de Uso da Rede de Transpore, no ano gás -2 Rf CUR Proveios facurados pelo comercializador de úlimo recurso por aplicação URD, 2 das arifas de Uso da Rede de Disribuição, no ano gás -2 Rf CUR Proveios facurados pelo comercializador de úlimo recurso por aplicação C, 2 das arifas de Comercialização, no ano gás -2 E i 1 Taxa de juro EURIBOR a rês meses, em vigor no úlimo dia do mês de Dezembro do ano gás -1, acrescida de meio pono percenual. 150

163 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Capíulo VI Procedimenos Secção I Disposições Gerais Arigo 122.º Frequência de fixação das arifas 1 - As arifas esabelecidas nos ermos do presene regulameno são fixadas uma vez por ano e ajusadas rimesralmene nos ermos previsos no presene regulameno. 2 - Os procedimenos associados à fixação e acualização das arifas são definidos na Secção X dese capíulo. 3 - A íulo excepcional, por decisão da ERSE, pode ocorrer uma revisão anecipada. 4 - Os procedimenos associados a uma fixação excepcional são definidos na Secção XI dese capíulo. Arigo 123.º Período de regulação 1 - O período de regulação é de rês anos. 2 - Para cada período de regulação são fixados os valores dos parâmeros incluídos nas expressões que esabelecem os monanes de proveios permiidos em cada uma das acividades dos operadores de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, dos operadores de armazenameno suberrâneo, do operador de ranspore de gás naural, do operador de mudança logísica de comercializador, dos operadores de disribuição de gás naural, do comercializador do SNGN, do comercializador de úlimo recurso grossisa e dos comercializadores de úlimo recurso realhisas. 3 - Para além dos parâmeros definidos no número anerior, são fixados os valores de ouros parâmeros referidos no presene regulameno, designadamene os relacionados com a esruura das arifas. 4 - Os procedimenos associados à fixação normal dos parâmeros, previsa nos n. os 2 e 3, são definidos na Secção XII dese capíulo. 151

164 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 5 - A íulo excepcional, podem ser revisos os parâmeros de um dado período de regulação no decorrer do referido período. 6 - Os procedimenos associados à revisão excepcional, previsa no número anerior, são definidos na Secção XIII dese capíulo. Secção II Informação periódica a fornecer à ERSE pelos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL Arigo 124.º Informação a fornecer à ERSE pelos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL 1 - Os operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL devem apresenar à ERSE as conas reguladas, elaboradas de acordo com o presene regulameno e com as regras esabelecidas nas normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE, incluindo oda a informação que permia idenificar, de forma clara, os cusos, proveios, acivos, passivos e capiais próprios associados à acividade de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, bem como os resanes elemenos necessários à aplicação do presene regulameno. 2 - Os operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL devem apresenar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, as conas reguladas verificadas no ano gás anerior (-2), incluindo balanço, demonsração de resulados, respecivos anexos e os invesimenos acompanhados por um relaório, elaborado por uma empresa de audioria, comprovando que as conas e as regras conabilísicas para efeios de regulação observam o esabelecido no presene regulameno e nas normas e meodologias complemenares. 3 - As conas reguladas a enviar à ERSE, pelos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, aé 15 de Dezembro de cada ano, devem coner a seguine informação: a) Esimaiva do balanço, da demonsração de resulados e do orçameno de invesimenos, para o ano gás em curso (-1). b) Valores previsionais do balanço, da demonsração de resulados, para o ano seguine (). c) Valores previsionais dos invesimenos, ransferências para exploração, comparicipações e amorizações do exercício, desagregado pelas funções de Recepção, de Armazenameno e de Regaseificação, para odos os anos seguines aé final da concessão. 152

165 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 4 - Os valores do balanço e da demonsração de resulados para o ano gás seguine são elaborados considerando que se manêm em vigor as arifas esabelecidas para o ano gás em curso (-1). 5 - Os invesimenos referidos nos n. os 2 e 3, para além dos valores em euros, devem ser acompanhados por uma caracerização física das obras, com indicação das daas de enrada em exploração. 6 - Os operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, os diagramas de carga de gás naural relaivos ao ano gás anerior (-2), com discriminação diária e por uilizador, em unidades de volume e de energia, relaivamene a: a) GNL recepcionado, por origem. b) GNL enregue para enchimeno de navios meaneiros, no erminal. c) GNL armazenado no início e no final de cada período (ano gás ou dia, conforme o caso). d) GNL carregado em camiões ciserna. e) Gás naural regaseificado e injecado no gasoduo. 7 - Os operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL devem ainda enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, informação discriminada por uilizador, relaivamene ao ano gás anerior (-2), sobre: a) Número e daa das descargas de navios meaneiros, em cada mês. b) Número mensal de carregamenos em camiões ciserna. 8 - Os operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, os balanços de gás naural relaivos ao ano gás anerior (-2), ao ano gás em curso (-1) e para os anos gás seguines aé final da concessão, em unidades de volume e de energia, com a seguine desagregação: a) GNL recepcionado, por origem. b) GNL enregue para enchimeno de navios meaneiros, no erminal. c) GNL armazenado no início e no final de cada ano gás. d) GNL carregado em camiões ciserna. e) Gás naural regaseificado e injecado no gasoduo. f) Trocas comerciais de gás naural no armazenameno de GNL no erminal, enre uilizadores. 153

166 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 9 - Para efeios de aceiação dos cusos relacionados com a promoção do desempenho ambienal, os operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL devem apresenar à ERSE, aé 15 de Dezembro do ano gás que anecede o início de cada período de regulação, um Plano de Promoção do Desempenho Ambienal de acordo com o previso na Secção X do Capíulo IV Os operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, com visa à fixação de arifas, devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, informação sobre quanidades facuradas, suficienemene discriminada em capacidade de regaseificação uilizada, energia enregue pelo erminal de GNL e energia armazenada em cada dia no erminal de GNL, verificadas durane o ano gás -2, com desagregação mensal As quanidades referidas no número anerior devem ser discriminadas enre enregas à rede de ranspore e enregas em GNL a camiões ciserna Os operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, com visa à fixação de arifas, devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro do ano que anecede o início de cada período de regulação, a informação sobre cusos incremenais referidos no Arigo 107.º Os operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, com visa à fixação de arifas, devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro do ano que anecede o início de cada período de regulação, o valor anual dos invesimenos realizados ou previsos bem como as quanidades a saisfazer por esses invesimenos, discriminadas por variável de facuração, por forma a, nomeadamene, susenar o cálculo dos cusos incremenais referidos no número anerior A desagregação da informação referida nese arigo e no arigo seguine deve permiir a aplicação do presene regulameno, sem prejuízo do cumprimeno das normas e meodologias complemenares a emiir pela ERSE. Arigo 125.º Desagregação da informação conabilísica da acividade de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL 1 - Os operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL relaivamene à acividade de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL devem apresenar para cada ano gás os cusos, os proveios e as imobilizações desagregados pelas funções de Recepção, de Armazenameno e de Regaseificação. 154

167 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 2 - A informação referida no número anerior deve ser acompanhada das chaves e criérios de reparição subjacenes à sua elaboração e discriminada por forma a evidenciar as seguines rubricas: a) Valores bruos e amorizações acumuladas do imobilizado corpóreo e incorpóreo, desagregado por rubrica de imobilizado. b) Imobilizado corpóreo e incorpóreo, em curso, desagregado por rubrica de imobilizado. c) Valores bruos e amorizações acumuladas das comparicipações desagregados por rubrica de imobilizado. d) Transferências para exploração, regularizações, alienações e abaes desagregados por rubrica de imobilizado. e) Amorizações do exercício relaivas ao imobilizado aceie para regulação, desagregadas por rubrica de imobilizado. f) Amorização do exercício das comparicipações desagregadas por rubrica de imobilizado. g) Resanes cusos operacionais desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. h) Proveios com a aplicação do ermo de recepção da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL. i) Proveios com a aplicação do ermo de armazenameno da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL. j) Proveios com a aplicação do ermo de regaseificação da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL. ) Trabalhos para a própria empresa desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. l) Ouros proveios que não resulem da aplicação da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. 3 - A informação referida no número anerior deverá ser desagregada aé ao 4º nível de acordo com o POC. 4 - Os proveios com a aplicação da arifa de Uso do Terminal de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL devem ser desagregados por enregas à RNTGN e a camiões cisernas. 155

168 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 5 - Os operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, devem individualizar os cusos, proveios, acivos e passivos associados às ilhas para abasecimeno de camiões cisernas. 6 - Os operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, relaivamene à acividade de Recepção, Armazenameno e Regaseificação de GNL, devem apresenar, para cada ano gás, os cusos incorridos nesa acividade com a promoção do desempenho ambienal, de acordo com o relaório de execução do Plano de Promoção do Desempenho Ambienal, conforme o previso na Secção X do Capíulo IV, desagregados por função sempre que aplicável. Secção III Informação periódica a fornecer à ERSE pelos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural Arigo 126.º Informação a fornecer à ERSE pelos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural 1 - Os operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural devem apresenar à ERSE as conas reguladas, elaboradas de acordo com o presene regulameno e com as regras esabelecidas nas normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE, incluindo oda a informação que permia idenificar, de forma clara, os cusos, proveios, acivos, passivos e capiais próprios associados à acividade dos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, bem como os resanes elemenos necessários à aplicação do presene regulameno. 2 - Os operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural devem apresenar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, as conas reguladas verificados no ano gás anerior (-2), incluindo balanço, demonsração de resulados, respecivos anexos e os invesimenos, acompanhados por um relaório, elaborado por uma empresa de audioria, comprovando que as conas e as regras conabilísicas para efeios de regulação observam o esabelecido no presene regulameno e nas normas e meodologias complemenares. 3 - As conas reguladas a enviar à ERSE pelos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, aé 15 de Dezembro de cada ano, devem coner a seguine informação: a) Esimaiva do balanço, da demonsração de resulados e do orçameno de invesimenos, para o ano gás em curso (-1). 156

169 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural b) Valores previsionais do balanço, da demonsração de resulados e dos invesimenos, para o ano gás seguine (). 4 - Os valores do balanço e da demonsração de resulados para o ano gás seguine () são elaborados considerando que se manêm em vigor as arifas esabelecidas para o ano gás em curso (-1). 5 - Os invesimenos referidos nos n. os 2 e 3, para além dos valores em euros, devem ser acompanhados por uma caracerização física das obras, com indicação das daas de enrada em exploração. 6 - Os operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, os balanços de gás naural relaivos ao ano gás anerior (-2), com discriminação diária, ao ano gás em curso (-1) e ao ano gás seguine (), com valores anuais. 7 - Os balanços de gás naural referidos no pono anerior devem coner a seguine informação suficienemene discriminada, por uilizador, em unidades de volume e de energia: a) Gás naural armazenado no início e no final de cada período (ano ou dia gás, conforme o caso). b) Gás naural injecado nas cavernas. c) Gás naural exraído das cavernas. d) Trocas comerciais de gás na infra-esruura de armazenameno suberrâneo, enre uilizadores. 8 - Para efeios de aceiação dos cusos relacionados com a promoção do desempenho ambienal, os operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural devem apresenar à ERSE, aé 15 de Dezembro do ano gás que anecede o início de cada período de regulação, um Plano de Promoção do Desempenho Ambienal, de acordo com o previso na Secção X do Capíulo IV. 9 - Os operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, com visa à fixação de arifas, devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, a informação sobre quanidades facuradas, suficienemene discriminada em valores mensais de energia injecada no armazenameno suberrâneo, energia exraída no armazenameno suberrâneo e energia armazenada em cada dia no armazenameno suberrâneo, verificadas durane o ano gás Os operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, com visa à fixação de arifas, devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro do ano que anecede cada período de regulação, informação que permia ober a esruura de cusos referida no Arigo 108.º. 157

170 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 11 - Os operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural devem enviar à ERSE aé 15 de Dezembro de cada ano, a informação necessária à caracerização da uilização das infraesruuras de armazenameno com visa à fixação dos períodos arifários referidos no Arigo 39.º A desagregação da informação referida nese arigo e no arigo seguine deve permiir a aplicação do presene regulameno, sem prejuízo do cumprimeno das normas e meodologias complemenares a emiir pela ERSE. Arigo 127.º Desagregação da informação conabilísica da acividade de Armazenameno Suberrâneo de Gás Naural 1 - Os operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural devem apresenar para cada ano gás os cusos, os proveios e as imobilizações discriminados por forma a evidenciar as seguines rubricas: a) Valores bruos e amorizações acumuladas do imobilizado corpóreo e incorpóreo, desagregado por rubrica de imobilizado. b) Imobilizado corpóreo e incorpóreo, em curso, desagregado por rubrica de imobilizado. c) Valores bruos e amorizações acumuladas das comparicipações desagregados por rubrica de imobilizado. d) Transferências para exploração, regularizações, alienações e abaes desagregados por rubrica de imobilizado. e) Amorizações do exercício relaivas ao imobilizado aceie para regulação, desagregadas por rubrica de imobilizado. f) Amorização do exercício das comparicipações desagregadas por rubrica de imobilizado. g) Resanes cusos operacionais desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. h) Proveios com a aplicação da arifa de Uso do Armazenameno Suberrâneo, por comercializador. i) Trabalhos para a própria empresa desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. j) Ouros proveios da acividade de Armazenameno Suberrâneo de gás naural que não resulem da aplicação da arifa de Uso do Armazenameno Suberrâneo, desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. 158

171 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 2 - A informação referida no número anerior deverá ser desagregada aé ao 4º nível de acordo com o POC e ser acompanhada das chaves e criérios de reparição subjacenes à reparição enre cusos com a injecção e exração de energia e energia armazenada Os operadores de Armazenameno Suberrâneo de gás naural, relaivamene à acividade de Armazenameno Suberrâneo de gás naural, devem apresenar para cada ano gás os cusos incorridos nesa acividade com a promoção do desempenho ambienal, conforme o relaório de execução do Plano de Promoção do Desempenho Ambienal, de acordo com o previso na Secção X do Capíulo IV. Secção IV Informação periódica a fornecer à ERSE pelo operador logísico de mudança de comercializador Arigo 128.º Informação a fornecer à ERSE pelo operador logísico de mudança de comercializador 1 - O operador logísico de mudança de comercializador deve apresenar à ERSE as conas reguladas, elaboradas de acordo com o presene regulameno e com as regras esabelecidas nas normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE, incluindo oda a informação que permia idenificar, de forma clara, os cusos, proveios, acivos, passivos e capiais próprios associados à acividade de Operação Logísica de Mudança de Comercializador de gás naural, bem como os resanes elemenos necessários à aplicação do presene regulameno. 2 - O operador logísico de mudança de comercializador deve apresenar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, as conas reguladas verificados no ano gás anerior (-2), incluindo balanço, demonsração de resulados, respecivos anexos e os invesimenos acompanhados por um relaório, elaborado por uma empresa de audioria, comprovando que as conas e as regras conabilísicas para efeios de regulação observam o esabelecido no presene regulameno e nas normas e meodologias complemenares. 3 - As conas reguladas a enviar à ERSE pelo operador logísico de mudança de comercializador, aé 15 de Dezembro de cada ano, devem coner a seguine informação: a) Esimaiva do balanço, da demonsração de resulados e do orçameno de invesimenos, para o ano gás em curso (-1). b) Valores previsionais do balanço, da demonsração de resulados e dos invesimenos, para o ano gás seguine (). 159

172 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 4 - A desagregação da informação referida nese arigo e no arigo seguine deve permiir a aplicação do presene regulameno, sem prejuízo do cumprimeno das normas e meodologias complemenares a emiir pela ERSE. Arigo 129.º Desagregação da informação conabilísica da acividade de Operação Logísica de Mudança de Comercializador 1 - O operador logísico de mudança de comercializador deve apresenar, para cada ano gás, os cusos, os proveios e as imobilizações discriminados por forma a evidenciar as seguines rubricas: a) Valores bruos e amorizações acumuladas do imobilizado corpóreo e incorpóreo, desagregado por rubrica de imobilizado. b) Imobilizado corpóreo e incorpóreo, em curso, desagregado por rubrica de imobilizado. c) Valores bruos e amorizações acumuladas das comparicipações desagregados por rubrica de imobilizado. d) Transferências para exploração, regularizações, alienações e abaes desagregados por rubrica de imobilizado. e) Amorizações do exercício relaivas ao imobilizado aceie para regulação, desagregadas por rubrica de imobilizado. f) Amorização do exercício das comparicipações desagregadas por rubrica de imobilizado. g) Resanes cusos operacionais desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. h) Proveios da acividade de Operação Logísica de Mudança de Comercializador, ransferidos da acividade de Gesão Técnica Global do Sisema. i) Trabalhos para a própria empresa desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. j) Ouros proveios da acividade de Operação Logísica de Mudança de Comercializador que não resulem de ransferências da acividade de Gesão Técnica Global do Sisema, com a desagregação que permia idenificar a sua naureza. 2 - A informação referida no número anerior deverá ser desagregada aé ao 4º nível de acordo com o POC. 160

173 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Secção V Informação periódica a fornecer à ERSE pelo operador da rede de ranspore de gás naural Arigo 130.º Informação a fornecer à ERSE pelo operador da rede de ranspore de gás naural 1 - O operador da rede de ranspore de gás naural deve apresenar à ERSE as conas reguladas, elaboradas de acordo com o presene regulameno e com as regras esabelecidas nas normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE, incluindo oda a informação que permia idenificar, de forma clara, os cusos, os proveios, os acivos, os passivos e os capiais próprios associados às acividades do operador da rede de ranspore de gás naural, bem como os resanes elemenos necessários à aplicação do presene regulameno. 2 - O operador da rede de ranspore de gás naural deve apresenar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, as conas reguladas verificados no ano gás anerior (-2), incluindo balanço, demonsração de resulados, respecivos anexos e os invesimenos, por acividade, acompanhados por um relaório, elaborado por uma empresa de audioria, comprovando que as conas e as regras conabilísicas para efeios de regulação observam o esabelecido no presene regulameno e nas normas e meodologias complemenares. 3 - As conas reguladas a enviar à ERSE pelo operador da rede de ranspore de gás naural, aé 15 de Dezembro de cada ano, devem coner a seguine informação: a) Esimaiva do balanço, da demonsração de resulados e do orçameno de invesimenos, por acividade, para o ano gás em curso (-1). b) Valores previsionais do balanço, da demonsração de resulados, por acividade, para o ano gás seguine (). c) Valores previsionais dos invesimenos, ransferências para exploração, comparicipações e amorizações do exercício para os anos gás seguines aé final da concessão. 4 - As chaves e criérios de reparição subjacenes à elaboração das demonsrações financeiras por acividade. 5 - Os valores do balanço e da demonsração de resulados para o ano gás seguine () são elaborados considerando que se manêm em vigor as arifas esabelecidas para o ano gás em curso (-1). 161

174 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 6 - Os invesimenos referidos nos n. os 2 e 3, para além dos valores em euros, devem ser acompanhados por uma caracerização física das obras, com indicação das daas de enrada em exploração. 7 - O operador da rede de ranspore de gás naural deve enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, os balanços de gás naural relaivos ao ano gás anerior (-2), com discriminação diária, ao ano gás em curso (-1) e para os anos gás seguines, com valores anuais, aé final da concessão. 8 - Os balanços de gás naural, referidos no pono anerior, devem coner a seguine informação suficienemene discriminada, por uilizador, em unidades de volume e de energia: a) Exisências de gás naural na RNTGN no início e no final de cada período (ano ou dia gás, conforme o caso). b) Gás naural injecado na RNTGN, por pono de enrada. c) Gás naural exraído da RNTGN, por pono de enrega. d) Trocas comerciais de gás no gasoduo, enre uilizadores. 9 - Para efeios de aceiação dos cusos relacionados com a promoção do desempenho ambienal, o operador de ranspore de gás naural, deve apresenar à ERSE, aé 15 de Dezembro do ano gás que anecede o início de cada período de regulação, um Plano de Promoção do Desempenho Ambienal, de acordo com o previso na Secção X do Capíulo IV O operador da rede de ranspore, com visa à fixação de arifas, deve enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, a seguine informação sobre quanidades facuradas, suficienemene discriminada em valores mensais de energia, capacidade uilizada, energia em períodos de pona e número de clienes, verificadas durane o ano gás -2: a) Enregas a cada operador de rede de disribuição direcamene ligada à rede de ranspore. b) Enregas a clienes direcamene ligados à rede de ranspore O operador da rede de ranspore, com visa à fixação de arifas, deve enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, informação sobre a energia, capacidade uilizada e energia em períodos de pona, à enrada nas redes de disribuição abasecidas a parir de GNL, com desagregação mensal, uilizada no âmbio da facuração da arifa do Uso da Rede de Transpore e da arifa do Uso Global do Sisema, verificadas durane o ano gás O operador da rede de ranspore de gás naural, com visa à fixação de arifas, deve enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, os cusos incremenais de capacidade e de energia referidos no Arigo 109.º. 162

175 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 13 - O operador da rede de ranspore de gás naural, com visa à fixação de arifas, deve enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro do ano gás que anecede o início de cada período de regulação, o valor anual dos invesimenos realizados ou previsos bem como a energia diária e anual, discriminada por pono de enrada e por pono de saída, por forma a, nomeadamene, susenar o cálculo dos cusos incremenais referidos no número anerior O operador da rede de ranspore de gás naural deve enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, a informação necessária à caracerização da uilização das infra-esruuras da rede de ranspore com visa à fixação do período de pona para efeios arifários, referido no Arigo 19.º A desagregação da informação referida nese arigo, no Arigo 131.º e no Arigo 132.º deve permiir a aplicação do presene regulameno, sem prejuízo do cumprimeno das normas e meodologias complemenares a emiir pela ERSE. Arigo 131.º Desagregação da informação conabilísica da acividade de Transpore de gás naural 1 - O operador da rede de ranspore de gás naural, relaivamene à acividade de Transpore de gás naural, deve apresenar, para cada ano gás, a informação discriminada por forma a evidenciar as seguines rubricas: a) Valores bruos e amorizações acumuladas do imobilizado corpóreo e incorpóreo, desagregado por rubrica de imobilizado. b) Imobilizado corpóreo e incorpóreo, em curso, desagregado por rubrica de imobilizado. c) Valores bruos e amorizações acumuladas das comparicipações desagregados por rubrica de imobilizado. d) Transferências para exploração, regularizações, alienações e abaes desagregados por rubrica de imobilizado. e) Amorizações do exercício relaivas ao imobilizado aceie para regulação, desagregadas por rubrica de imobilizado. f) Amorização do exercício das comparicipações desagregadas por rubrica de imobilizado. g) Cusos associados ao planeameno, operação e manuenção da rede de ranspore. h) Cusos com o ranspore de GNL por rodovia. i) Cusos incorridos nesa acividade com a promoção do desempenho ambienal, conforme o relaório de execução do Plano de Promoção do Desempenho Ambienal, de acordo com o previso na Secção X do Capíulo IV. j) Resanes cusos desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. 163

176 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural ) Proveios com a aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore. l) Proveios provenienes da aribuição da capacidade das infra-esruuras, em siuação de congesionameno, nos ermos previsos no Regulameno do Acesso às Redes, às Infraesruuras e às Inerligações. m) Trabalhos para a própria empresa desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. n) Ouros proveios decorrenes da acividade de Transpore de gás naural e que não resulam da aplicação das arifas de Uso da Rede de Transpore, desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. 2 - A informação referida no número anerior deverá ser desagregada aé ao 4º nível de acordo com o POC. Arigo 132.º Desagregação da informação conabilísica da acividade de Gesão Técnica Global do Sisema 1 - O operador da rede de ranspore de gás naural, relaivamene à acividade de Gesão Técnica Global do Sisema, deve apresenar para cada ano gás, a informação discriminada por forma a evidenciar as seguines rubricas: a) Valores bruos e amorizações acumuladas do imobilizado corpóreo e incorpóreo, desagregado por rubrica de imobilizado. b) Imobilizado corpóreo e incorpóreo, em curso, desagregado por rubrica de imobilizado. c) Valores bruos e amorizações acumuladas das comparicipações desagregados por rubrica de imobilizado. d) Transferências para exploração, regularizações, alienações e abaes desagregados por rubrica de imobilizado. e) Amorizações do exercício relaivas ao imobilizado aceie para regulação, desagregadas por rubrica de imobilizado. f) Amorização do exercício das comparicipações desagregadas por rubrica de imobilizado. g) Cusos do operador de mudança de comercializador. h) Cusos com a gesão de sisema, nomeadamene, das quanidades de gás naural uilizadas para fazer face à operação inradiária do sisema, de acordo com as regras esabelecidas no Regulameno de Operação das Infra-esruuras. 164

177 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural i) Cusos relaivos ao Plano de Promoção da Eficiência no Consumo aprovados pela ERSE, de acordo com o esabelecido na Arigo 98.º do Capíulo IV dese regulameno. j) Resanes cusos do exercício associados à acividade de Gesão Técnica Global do Sisema desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. ) Proveios com a aplicação da arifa de Uso Global do Sisema. l) Trabalhos para a própria empresa desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. m) Ouros proveios decorrenes da acividade de Gesão Técnica Global do Sisema que não resulem da aplicação da arifa de Uso Global do Sisema, desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. 2 - A informação referida no número anerior deverá ser desagregada aé ao 4º nível de acordo com o POC. Secção VI Informação periódica a fornecer à ERSE pelos operadores da rede de disribuição de gás naural Arigo 133.º Informação a fornecer à ERSE pelos operadores da rede de disribuição de gás naural 1 - Os operadores da rede de disribuição de gás naural devem fornecer à ERSE as conas reguladas, elaboradas de acordo com o presene regulameno e com as regras esabelecidas nas normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE, incluindo oda a informação que permia idenificar de forma clara os cusos, proveios, acivos, passivos e capiais próprios, por acividade, bem como os resanes elemenos necessários à aplicação do presene regulameno. 2 - A informação a enviar à ERSE referida no número anerior deve excluir os cusos, proveios, acivos, passivos e capiais próprios relacionados com ouras acividades, nomeadamene, gás propano e elecomunicações e ser acompanhada dos respecivos criérios de reparição. 3 - Os operadores da rede de disribuição de gás naural devem fornecer à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, as conas reguladas verificadas no ano gás anerior (-2), incluindo balanço, demonsração de resulados, respecivos anexos e os invesimenos, por acividade, acompanhados de um relaório elaborado por uma empresa de audioria comprovando que as 165

178 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural conas e as regras conabilísicas para efeios de regulação se enconram nos ermos do esabelecido no presene regulameno e nas normas e meodologias complemenares. 4 - As conas reguladas a enviar à ERSE pelos operadores da rede de disribuição de gás naural, aé 15 de Dezembro de cada ano, devem coner a seguine informação: a) Esimaiva do balanço, da demonsração de resulados e do orçameno de invesimenos, por acividade, para o ano gás em curso (-1). b) Valores previsionais do balanço e da demonsração de resulados, para o ano gás seguine (). c) Valores previsionais dos invesimenos, ransferências para exploração, amorizações e comparicipações, por acividade para cada um dos anos gás seguines, aé final da concessão. 5 - Os valores do balanço e da demonsração de resulados esimados, para o ano gás seguine (), são elaborados considerando que se manêm em vigor as arifas esabelecidas para o ano gás em curso (-1). 6 - Os operadores da rede de disribuição devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, os balanços de gás naural relaivos ao ano gás anerior (-2) ), com discriminação diária, ao ano gás em curso (-1) e para cada um dos anos gás seguines, com valores anuais, aé final da concessão. 7 - Os balanços de gás naural, referidos no pono anerior, devem coner a seguine informação, discriminada por nível de pressão, em unidades de volume e de energia: a) Gás naural injecado na rede de disribuição, por pono de enrada. b) Gás naural exraído da rede de disribuição, por ponos de enrega agregados por ipo de leiura. 8 - Para efeios de aceiação dos cusos relacionados com a promoção do desempenho ambienal, os operadores das redes de disribuição de gás naural, devem apresenar à ERSE, aé 15 de Dezembro do ano gás que anecede o início de cada período de regulação, um Plano de Promoção do Desempenho Ambienal, de acordo com o previso na Secção X do Capíulo IV. 9 - Os operadores das redes de disribuição, com visa à fixação de arifas, devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, a seguine informação sobre quanidades facuradas, discriminada mensalmene, por nível de pressão, por ipo de leiura (eleconagem, mensal ou oura periodicidade) e por escalão de consumo e em energia, capacidade uilizada, energia em períodos de pona e número de clienes, verificadas durane o ano gás -2: 166

179 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural a) Enregas ao comercializador de úlimo recurso grossisa e a cada comercializador de úlimo recurso realhisa. b) Enregas a ouros comercializadores ou clienes que sejam agenes de mercado O operadores da rede de disribuição, com visa à fixação de arifas, devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro do ano que anecede o início de cada período de regulação, os cusos incremenais referidos no Arigo 113.º Os operadores das redes de disribuição, com visa à fixação de arifas, devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro do ano que anecede o início de cada período de regulação, o valor anual dos invesimenos realizados ou previsos bem como a energia diária e anual, discriminada por pono de enrada, e o número de clienes, por forma a, nomeadamene, susenar o cálculo dos cusos incremenais referidos no número anerior Os operadores das redes de disribuição, com visa à fixação de arifas, devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro do ano que anecede o início de cada período de regulação, os cusos incremenais associados à medição, leiura e processameno de dados, incluindo os equipamenos de medição, relaivos aos vários ipos de periodicidade de leiura e de equipamenos de medição, referidos no Arigo 113.º Os operadores das redes de disribuição, com visa à fixação de arifas, devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, os perfis de consumo, a que se referem o Arigo 110.º e Arigo 113.º, para clienes com regiso de medição não diário, discriminados por nível de pressão, opção de leiura e escalão de consumo Nos anos gás correspondenes ao primeiro período de regulação, a informação referida no n.º 9 - deve adicionalmene ser discriminada por calibre de conador, para clienes com consumos anuais enre m 3 (n) e 2 milhões de m 3 (n) Os operadores das redes de disribuição devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, a informação necessária à caracerização da uilização das infra-esruuras da respeciva rede de disribuição com visa à fixação do período de pona para efeios arifários, referido no Arigo 19.º Os operadores das redes de disribuição devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, informação sobre o coeficiene de simulaneidade dos consumos nas redes de disribuição em BP, referido no Arigo 113.º Os operadores das redes de disribuição devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro do primeiro ano do período de regulação, proposa fundamenada relaiva ao limiar de consumo a 167

180 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural parir do qual as arifas de MP podem ser oferecidas de forma opcional aos clienes em BP, endo em consideração princípios de equidade A desagregação da informação referida nese arigo, no Arigo 134.º e no Arigo 135.º deve permiir a aplicação do presene regulameno, sem prejuízo do cumprimeno das normas e meodologias complemenares a emiir pela ERSE. Arigo 134.º Desagregação da informação conabilísica da acividade de Disribuição de gás naural 1 - Os operadores da rede de disribuição de gás naural, relaivamene à acividade de Disribuição de gás naural, devem apresenar, para cada ano gás, a informação discriminada por forma a evidenciar as seguines rubricas: a) Valores bruos e amorizações acumuladas do imobilizado corpóreo e incorpóreo, desagregado por rubrica de imobilizado. b) Imobilizado corpóreo e incorpóreo, em curso, desagregado por rubrica de imobilizado. c) Valores bruos e amorizações acumuladas das comparicipações desagregados por rubrica de imobilizado. d) Transferências para exploração, regularizações, alienações e abaes desagregados por rubrica de imobilizado. e) Amorizações do exercício relaivas ao imobilizado aceie para regulação, desagregadas por rubrica de imobilizado. f) Amorização do exercício das comparicipações desagregadas por rubrica de imobilizado. g) Cusos associados ao planeameno, operação e manuenção da rede de disribuição. h) Cusos incorridos nesa acividade com a promoção do desempenho ambienal, conforme o relaório de execução do Plano de Promoção do Desempenho Ambienal, de acordo com o previso na Secção X do Capíulo IV. i) Resanes cusos desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. j) Proveios com a aplicação das arifas de Uso da Rede de Disribuição. ) Trabalhos para a própria empresa desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. l) Ouros proveios decorrenes da acividade de Disribuição de gás naural e que não resulam da aplicação das arifas de Uso da Rede de Disribuição, desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. 168

181 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural m) Monane da compensação pela aplicação das arifas de Uso da Rede de Disribuição. 2 - A informação referida no número anerior deverá ser desagregada aé ao 4º nível de acordo com o POC. Arigo 135.º Desagregação da informação conabilísica da acividade de Acesso à RNTGN 1 - Os operadores da rede de disribuição, relaivamene à acividade de Acesso à RNTGN, devem apresenar, para cada ano gás, a seguine reparição de cusos: a) Cusos relacionados com o uso da rede de ranspore. b) Cusos relacionados com o uso global do sisema. 2 - Os operadores da rede de disribuição, relaivamene à acividade de Acesso à RNTGN, devem apresenar para cada ano gás a seguine reparição de proveios: a) Proveios decorrenes da aplicação da arifa de Uso da Rede de Transpore, por ermo de capacidade, variável e fixo. b) Proveios decorrenes da aplicação da arifa de Uso Global do Sisema, por ermo de energia. 3 - Os operadores da rede de disribuição devem apresenar, para cada ano gás o monane de compensação pela aplicação da arifa de Uso Global do Sisema e pela aplicação da arifa de Uso da Rede de Transpore. Secção VII Informação periódica a fornecer à ERSE pelo comercializador do SNGN Arigo 136.º Informação a fornecer à ERSE pelo comercializador do SNGN 1 - O comercializador do SNGN deve enviar à ERSE as conas reguladas, elaboradas de acordo com o presene regulameno e com as regras esabelecidas nas normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE, incluindo oda a informação que permia idenificar, de forma clara, os cusos, proveios, acivos, passivos e capiais próprios associados à acividade de Compra e Venda de gás naural, no âmbio da gesão dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho, bem como os resanes elemenos necessários à aplicação do presene regulameno. 169

182 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 2 - O comercializador do SNGN deve enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, as conas reguladas verificadas no ano gás anerior (-2), incluindo balanço, demonsração de resulados, respecivos anexos, acompanhados de um relaório, elaborado por uma empresa de audioria, comprovando que as conas e as regras conabilísicas para efeios de regulação se enconram nos ermos do esabelecido no presene regulameno e nas normas e meodologias complemenares. 3 - O comercializador do SNGN deve enviar à ERSE os conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho. 4 - O comercializador do SNGN deve enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, as quanidades (em unidades de energia e de volume) e os preços CIF, na froneira poruguesa ou à enrada do erminal de GNL, das imporações de gás naural ao abrigo dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho, referenes ao ano gás anerior (-2) devidamene audiados por enidade exerna, discriminados mensalmene e por conrao de fornecimeno. 5 - O comercializador do SNGN deve enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, as quanidades (em unidades de energia e de volume) e os preços CIF, na froneira poruguesa ou à enrada do erminal de GNL, das imporações de gás naural ao abrigo dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho, esimadas para o ano gás em curso (-1) e previsas para o ano gás seguine (), discriminados mensalmene e por conrao de fornecimeno, assim como os resanes cusos associados, nomeadamene, cusos com o uso do erminal de GNL e cusos com o acesso ao armazenameno suberrâneo de gás naural. 6 - A informação referida no número anerior deve ser revisa rimesralmene, para os rimesres seguines do ano gás, e enviada à ERSE, aé 15 dias após o início de cada rimesre. 7 - O exposo no número anerior não se aplica no úlimo rimesre do ano gás. 170

183 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 137.º Desagregação da informação conabilísica da acividade de Compra e Venda de gás naural, no âmbio da gesão dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho 1 - O comercializador SNGN, relaivamene à acividade de Compra e Venda de gás naural, no âmbio da gesão dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação do da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho, deve apresenar para cada ano gás, a seguine reparição de cusos: a) Cusos com a aquisição de gás naural no âmbio dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho, por fornecedor. b) Cusos com o uso do erminal de GNL. c) Cusos com o acesso ao armazenameno suberrâneo de gás naural. d) Cusos com a aquisição de gás naural no âmbio dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho, com o uso do erminal de GNL e com o acesso ao armazenameno suberrâneo de gás naural impuados às vendas aos cenros elecroproduores com conraos de fornecimeno celebrados em daa anerior à publicação do Decreo-Lei n.º 140/2006, de 26 de Julho. e) Cusos com a aquisição de gás naural no âmbio dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho, com o uso do erminal de GNL e com o acesso ao armazenameno suberrâneo de gás naural impuados às quanidades excedenárias de gás naural f) Resanes cusos associados à acividade de Compra e Venda de gás naural, no âmbio da gesão dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho, com a desagregação que permia idenificar a sua naureza. 2 - O comercializador do SNGN, relaivamene à acividade de Compra e Venda de gás naural, no âmbio da gesão dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho, deve apresenar, para cada ano gás, a seguine reparição de proveios: a) Proveios com a venda de gás naural ao comercializador de úlimo recurso grossisa. 171

184 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural b) Valores facurados no mercado a comercializadores e a clienes que sejam agenes no mercado, incluindo exporações, resulanes das quanidades excedenárias de gás naural, c) Ganhos comerciais com a venda das quanidades excedenárias de gás naural. d) Ouros proveios decorrenes da acividade de Compra e Venda de gás naural, no âmbio da gesão dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho, que não resulam da venda de gás naural ao comercializador de úlimo recurso grossisa, no âmbio da gesão dos conraos de aprovisionameno de longo prazo em regime de ae or pay celebrados em daa anerior à publicação da Direciva 2003/55/CE, de 26 de Junho, com a desagregação que permia idenificar a sua naureza. 3 - A informação referida no número anerior deverá ser desagregada aé ao 4º nível de acordo com o POC. Secção VIII Informação periódica a fornecer à ERSE pelo comercializador de úlimo recurso grossisa Arigo 138.º Informação a fornecer à ERSE pelo comercializador de úlimo recurso grossisa 1 - O comercializador de úlimo recurso grossisa deve enviar à ERSE as conas reguladas, elaboradas de acordo com o presene regulameno e com as regras esabelecidas nas normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE, incluindo oda a informação que permia idenificar, de forma clara, os cusos, proveios, acivos, passivos e capiais próprios associados à acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso e à acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes, bem como os resanes elemenos necessários à aplicação do presene regulameno. 2 - O comercializador de úlimo recurso grossisa deve enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, as conas reguladas verificadas no ano gás anerior (-2), incluindo balanço, demonsração de resulados, respecivos anexos, acompanhados de um relaório, elaborado por uma empresa de audioria, comprovando que as conas e as regras conabilísicas para efeios de regulação se enconram nos ermos do esabelecido no presene regulameno e nas normas e meodologias complemenares. 3 - As conas reguladas a enviar à ERSE pelo comercializador de úlimo recurso grossisa, aé 15 de Dezembro de cada ano, devem coner a seguine informação: 172

185 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural a) Esimaiva do balanço e da demonsração de resulados, para o ano gás em curso (-1). b) Valores previsionais do balanço e da demonsração de resulados para o ano gás seguine (). 4 - Os valores do balanço e da demonsração de resulados esimados para o ano gás seguine () são elaborados considerando que se manêm em vigor as arifas esabelecidas para o ano gás em curso (-1). 5 - O comercializador de úlimo recurso grossisa deve enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, o balanço de gás naural relaivo ao ano gás anerior (-2), com discriminação diária, ao ano gás em curso (-1) e para cada um dos anos seguines, com valores anuais, aé final da concessão. 6 - Os balanços de gás naural, mencionados no pono anerior, devem coner a seguine informação, em unidades de volume e de energia: a) Quanidade de gás adquirido, por fornecedor, com discriminação mensal. b) Volume de gás fornecido, por cliene, com discriminação mensal. 7 - Quanidades envolvidas na facuração do uso do armazenameno suberrâneo e na facuração do uso do erminal de GNL. 8 - O comercializador de úlimo recurso grossisa, relaivamene à função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, com visa à fixação de arifas, deve enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, informação sobre quanidades facuradas a clienes finais, suficienemene discriminada mensalmene, por rede a que os clienes esejam ligados, nível de pressão e em energia, capacidade uilizada, energia em períodos de pona e número de clienes, verificadas durane o ano gás A desagregação da informação referida nese arigo, no Arigo 137.º, no Arigo 140.º, no Arigo 141.º e no Erro! A origem da referência não foi enconrada. deve permiir a aplicação do presene regulameno, sem prejuízo do cumprimeno das normas e meodologias complemenares a emiir pela ERSE O comercializador de úlimo recurso grossisa deve enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro, os criérios uilizados na reparição das demonsrações financeiras por acividade e na acividade de Comercialização de Úlimo Recurso a grandes clienes os criérios uilizados na reparição por funções. 173

186 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 139.º Desagregação da informação conabilísica da acividade de Compra e venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso 1 - O comercializador de úlimo recurso grossisa deve apresenar, a informação discriminada por forma a evidenciar as seguines rubricas: a) Cusos com a aquisição de gás naural ao comercializador do SNGN, no âmbio da acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso. b) Vendas de gás naural aos comercializadores de úlimo recurso realhisas, por comercializador. c) Vendas de gás naural ao comercializador único recurso grossisa para fornecimeno a grandes clienes. Arigo 140.º Desagregação da informação conabilísica na função de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes 1 - O comercializador de úlimo recurso grossisa deve apresenar, para cada ano gás, a seguine reparição de cusos: a) Cusos com a aquisição de gás naural à acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso. b) Cusos com a aquisição de gás naural aravés de conraos bilaerais, por fornecedor. c) Cusos com a aquisição de gás naural nos mercados organizados. d) Cusos com o uso dos erminais de GNL. e) Cusos com o acesso aos armazenamenos suberrâneos de gás naural. f) Resanes cusos associados à função de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes, com a desagregação que permia idenificar a sua naureza. 2 - O comercializador de úlimo recurso grossisa deve apresenar, para cada ano gás, a seguine reparição de proveios: a) Proveios decorrenes da aplicação da arifa de Venda a Clienes Finais. b) Resanes proveios associados à função de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes, com a desagregação que permia idenificar a sua naureza. 174

187 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 3 - A informação referida nos n.º 1 -e no n.º 2 - deverá ser desagregada aé ao 4º nível de acordo com o POC. Arigo 141.º Desagregação da informação conabilísica da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN 1 - O comercializador de úlimo recurso grossisa, relaivamene à função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN, deve apresenar para cada ano gás a seguine reparição de cusos: a) Cusos com o uso global do sisema. b) Cusos com o uso da rede de ranspore de gás naural. c) Cusos com o uso da rede de disribuição de gás naural. Arigo 142.º Desagregação da informação conabilísica da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes 1 - O comercializador de úlimo recurso grossisa, relaivamene à função de Comercialização de gás naural a grandes clienes, deve apresenar, para cada ano gás, a informação discriminada por forma a evidenciar as seguines rubricas: a) Cusos desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. b) Proveios da aplicação da arifa de Comercialização a grandes clienes. c) Ouros proveios decorrenes da função de Comercialização de gás naural a grandes clienes que não resulam da aplicação da arifa de Comercialização, desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. 2 - A informação referida no número anerior deverá ser desagregada aé ao 4º nível de acordo com o POC. 175

188 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Arigo 143.º Informação rimesral a fornecer à ERSE pelo comercializador de úlimo recurso grossisa no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes 1 - O comercializador de úlimo recurso grossisa no âmbio da acividade de Comercialização de úlimo recurso a grandes clienes deve enviar, rimesralmene, para os rimesres seguines aé final do ano gás, a seguine informação: a) Cusos e respecivas quanidades com a aquisição de gás naural à acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso. b) Cusos e respecivas quanidades com a aquisição de gás naural aravés de conraos bilaerais, por fornecedor. c) Cusos e respecivas quanidades com a aquisição de gás naural nos mercados organizados. d) Cusos com o uso dos erminais de GNL e quanidades adquiridas aravés de conraos bilaerais e nos mercados organizados. e) Cusos com o acesso aos armazenamenos suberrâneos de gás naural e quanidades adquiridas aravés de conraos bilaerais e nos mercados organizados. 2 - A informação referida no número anerior deve ser enviada à ERSE aé 15 dias após o início de cada rimesre. 3 - O exposo no número anerior não se aplica no úlimo rimesre do ano gás. Secção IX Informação periódica a fornecer à ERSE pelos comercializadores de úlimo recurso realhisas de gás naural Arigo 144.º Informação a fornecer à ERSE pelo comercializador de úlimo recurso realhisa de gás naural 1 - Os comercializadores de úlimo recurso realhisas de gás naural devem enviar à ERSE as conas reguladas, elaboradas de acordo com o presene regulameno e com as regras esabelecidas nas normas e meodologias complemenares emiidas pela ERSE, incluindo oda a informação que permia idenificar de forma clara os cusos, proveios, acivos, passivos e 176

189 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural capiais próprios, bem como os resanes elemenos necessários à aplicação do presene regulameno. 2 - A informação a enviar à ERSE referida no número anerior deve excluir os cusos, proveios, acivos, passivos e capiais próprios relacionados com ouras acividades, nomeadamene, gás propano e elecomunicações e ser acompanhada dos respecivos criérios de reparição. 3 - Os comercializadores de úlimo recurso realhisas devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, as conas reguladas verificadas no ano gás anerior (-2), incluindo balanço, demonsração de resulados, respecivos anexos e os invesimenos, acompanhados de um relaório, elaborado por uma empresa de audioria, comprovando que as conas e as regras conabilísicas para efeios de regulação se enconram nos ermos do esabelecido no presene regulameno e nas normas e meodologias complemenares. 4 - Os comercializadores de úlimo recurso realhisas apenas devem reparir as demonsrações de resulados, os invesimenos, os acivos fixos e as comparicipações por função. 5 - Os comercializadores de úlimo recurso realhisas devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro, as chaves e criérios de reparição uilizados na elaboração das demonsrações financeiras por função. 6 - As conas reguladas a enviar à ERSE pelo comercializador de úlimo recurso realhisa, aé 15 de Dezembro de cada ano, devem coner a seguine informação: a) Esimaiva do balanço, da demonsração de resulados e do orçameno de invesimenos, para o ano gás em curso (-1). b) Valores previsionais do balanço, da demonsração de resulados e dos invesimenos, para o ano gás seguine (). 7 - Os valores do balanço e da demonsração de resulados esimados para o ano gás seguine (), são elaborados considerando que se manêm em vigor as arifas esabelecidas para o ano gás em curso (-1). 8 - Os comercializadores de úlimo recurso realhisas devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, o balanço de gás naural relaivo ao ano gás anerior (-2) ), com discriminação diária, ao ano gás em curso (-1) e ao ano gás seguine (), com valores anuais. 9 - Os balanços de gás naural mencionados no pono anerior devem coner a seguine informação, em unidades de energia e de volume: 177

190 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural a) Quanidade de gás naural adquirido ao comercializador de úlimo recurso grossisa, com discriminação mensal. b) Quanidade de gás naural fornecido a clienes finais, com discriminação mensal, por nível de pressão e por rede de ranspore e disribuição Os comercializadores de úlimo recurso realhisas, devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, a informação relaiva aos fornecimenos de gás naural aos clienes, discriminada em quanidade, número e ipo de clienes, esimada para o ano gás em curso (-1) e previsa para o ano gás seguine () Os comercializadores de úlimo recurso realhisas, com visa à fixação de arifas, devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro de cada ano, informação sobre quanidades facuradas a clienes finais, discriminada mensalmene por nível de pressão, opção arifária, ipo de leiura e escalão de consumo e em energia, capacidade uilizada, energia em períodos de pona e número de clienes, verificadas durane o ano gás anerior (-2) A desagregação da informação referida nese arigo, no Arigo 145.º, no Arigo 146.º e no Erro! A origem da referência não foi enconrada. deve permiir a aplicação do presene regulameno, sem prejuízo do cumprimeno das normas e meodologias complemenares a emiir pela ERSE. Arigo 145.º Desagregação da informação conabilísica da função de Compra e Venda de gás naural dos comercializadores de úlimo recurso realhisas 1 - Os comercializadores de úlimo recurso realhisas, relaivamene à função de Compra e Venda de gás naural, devem apresenar para cada ano gás a seguine reparição de cusos: a) Cusos com a aquisição de gás naural à acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso. b) Cusos com a aquisição de gás naural aravés de conraos bilaerais, por fornecedor. c) Cusos com a aquisição de gás naural nos mercados organizados. d) Cusos com o uso dos erminais de GNL. e) Cusos com o acesso aos armazenamenos suberrâneos de gás naural. f) Resanes cusos associados à função de Compra e Venda de gás naural, com a desagregação que permia idenificar a sua naureza. 2 - Os comercializadores de úlimo recurso realhisas devem apresenar, para cada ano gás, a seguine reparição de proveios: 178

191 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural a) Proveios decorrenes da aplicação da arifa de Venda a Clienes Finais descriminadas por ipo de cliene. b) Resanes proveios associados à função de Compra e Venda de gás naural a grandes clienes, com a desagregação que permia idenificar a sua naureza. 3 - A informação referida nos n.º 1 -e no n.º 2 - deverá ser desagregada aé ao 4º nível de acordo com o POC. 4 - O comercializador de úlimo recurso realhisa deve apresenar, para cada ano gás o monane de compensação pela aplicação da arifa de Energia. Arigo 146.º Desagregação da informação conabilísica da função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN dos comercializadores de úlimo recurso realhisas 1 - Os comercializadores de úlimo recurso realhisas, relaivamene à função de Compra e Venda do Acesso à RNTGN e à RNDGN, devem apresenar para cada ano gás a seguine reparição de cusos: a) Cusos com o uso global do sisema. b) Cusos com o uso da rede de ranspore de gás naural. c) Cusos com o uso da rede de disribuição de gás naural. Arigo 147.º Desagregação da informação conabilísica da função de Comercialização de gás naural dos comercializadores de úlimo recurso realhisas 1 - Os comercializadores de úlimo recurso realhisas, relaivamene à função de Comercialização de gás naural, devem apresenar, para cada ano gás, os cusos e os proveios desagregados por escalão de consumo. 2 - A informação referida no número anerior deve ser acompanhada das chaves e criérios de reparição subjacenes à sua elaboração e discriminada por forma a evidenciar as seguines rubricas: a) Cusos desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. b) Proveios da aplicação da arifa de Comercialização. c) Ouros proveios decorrenes da função de Comercialização de gás naural e que não resulam da aplicação da arifa de Comercialização, desagregados de forma a permiir idenificar a sua naureza. 179

192 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 3 - A informação referida no número anerior deverá ser desagregada aé ao 4º nível de acordo com o POC. 4 - Os comercializadores de úlimo recurso realhisas devem apresenar, para cada ano gás, o monane da compensação pela aplicação da arifa de Comercialização, por escalão de consumo. Arigo 148.º Informação rimesral a fornecer à ERSE pelo comercializador de úlimo recurso realhisa de gás naural 1 - Os comercializadores de úlimo recurso realhisas devem enviar, rimesralmene, para os rimesres seguines aé final do ano gás, a seguine informação: a) Cusos e respecivas quanidades com a aquisição de gás naural à acividade de Compra e Venda de gás naural para fornecimeno aos comercializadores de úlimo recurso. b) Cusos e respecivas quanidades com a aquisição de gás naural aravés de conraos bilaerais, por fornecedor. c) Cusos e respecivas quanidades com a aquisição de gás naural nos mercados organizados. d) Cusos com o uso dos erminais de GNL e quanidades adquiridas aravés de conraos bilaerais e nos mercados organizados.. e) Cusos com o acesso aos armazenamenos suberrâneos de gás naural e quanidades adquiridas aravés de conraos bilaerais e nos mercados organizados A informação referida no número anerior deve ser enviada à ERSE aé 15 dias após o início de cada rimesre. 3 - O exposo no número anerior não se aplica no úlimo rimesre do ano gás. Secção X Fixação das Tarifas Arigo 149.º Fixação das arifas 1 - A ERSE, com visa à definição dos acivos fixos a remunerar, nos ermos do esabelecido no Capíulo IV, procede a uma análise da informação recebida dos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, dos operadores de armazenameno 180

193 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural suberrâneo de gás naural, do operador da rede de ranspore de gás naural, do operador logísico de mudança de comercializador de gás naural, dos operadores da rede de disribuição de gás naural, do comercializador de úlimo recurso grossisa e dos comercializadores de úlimo recurso realhisas, designadamene a relaiva aos invesimenos verificados no ano gás anerior (-2), aos invesimenos esimados para o ano gás em curso (-1) e aos invesimenos previsos para cada um dos anos gás seguines, aé final da concessão. 2 - A ERSE, com visa à definição dos cusos e proveios aceies para efeios de regulação, procede a uma análise da informação recebida dos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, dos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, do operador da rede de ranspore de gás naural, do operador logísico de mudança de comercializador de gás naural, dos operadores da rede de disribuição de gás naural, do comercializador do SNGN, do comercializador de úlimo recurso grossisa e dos comercializadores de úlimo recurso realhisas, nos ermos das secções aneriores do presene Capíulo. 3 - A apreciação, referida no número anerior, conduz a uma definição dos cusos e proveios a considerar para efeios de regulação. 4 - A ERSE esabelece o valor dos proveios permiidos para cada uma das acividades dos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, dos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, do operador da rede de ranspore de gás naural, do operador logísico de mudança de comercializador de gás naural, dos operadores da rede de disribuição de gás naural, do comercializador do SNGN, do comercializador de úlimo recurso grossisa e dos comercializadores de úlimo recurso realhisas, aé 15 de Abril de cada ano. 5 - A ERSE elabora proposa de arifas reguladas, para o período compreendido enre 1 de Julho do ano em curso e 30 de Junho do ano seguine, aé 15 de Abril de cada ano. 6 - A ERSE envia a proposa à Auoridade da Concorrência. 7 - A ERSE envia a proposa ao Conselho Tarifário, para efeios de emissão do parecer previso no arigo 48.º dos Esauos da ERSE, anexo ao Decreo-Lei n.º 97/2002, de 12 de Abril. 8 - A proposa referida no n.º 5 - é, igualmene, enviada aos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, aos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, ao operador da rede de ranspore de gás naural, ao operador logísico de mudança de comercializador de gás naural, aos operadores da rede de 181

194 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural disribuição de gás naural, ao comercializador do SNGN, ao comercializador de úlimo recurso grossisa e aos comercializadores de úlimo recurso realhisas. 9 - O Conselho Tarifário emie o parecer sobre a proposa arifária aé 15 de Maio A ERSE, endo em aenção os evenuais comenários e sugesões da Auoridade da Concorrência e o parecer do Conselho Tarifário, procede à aprovação do arifário para o ano seguine A ERSE envia o arifário aprovado, nos ermos do número anerior, para a Imprensa Nacional, com visa à sua publicação aé 15 de Junho, no Diário da República, II Série A ERSE procede à divulgação do parecer do Conselho Tarifário, acompanhado de uma noa explicaiva das razões de uma evenual não consideração de proposas consanes do parecer, aravés da sua página na inerne A ERSE procede à divulgação a odos os ineressados das arifas e preços aravés de brochuras e da sua página na inerne. Arigo 150.º Tarifas para o primeiro ano gás do novo período de regulação 1 - A ERSE, com base na informação económico-financeira recebida nos ermos do Arigo 154.º, define os acivos a remunerar e os cusos relevanes para regulação do operador de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, dos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, do operador da rede de ranspore de gás naural, do operador logísico de mudança de comercializador de gás naural, dos operadores da rede de disribuição de gás naural, do comercializador do SNGN, do comercializador de úlimo recurso grossisa e dos comercializadores de úlimo recurso realhisas, para o primeiro ano gás do novo período de regulação. 2 - A apreciação da informação apresenada nos ermos dos números aneriores conduz a uma definição dos valores a adopar na fixação das arifas do primeiro ano gás do novo período de regulação () aé 15 de Abril. 3 - O disposo no arigo anerior é aplicável à fixação das arifas para o primeiro ano gás do novo período de regulação. 4 - Havendo moivos suficienes, a ERSE pode alerar as daas previsas nese arigo. 182

195 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Secção XI Fixação excepcional das arifas Arigo 151.º Início do processo 1 - A ERSE, em qualquer momeno, pode iniciar um processo de aleração das arifas, por sua iniciaiva ou na sequência de aceiação de pedido apresenado pelo operador de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, pelos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, pelo operador da rede de ranspore de gás naural, pelo operador logísico de mudança de comercializador de gás naural, pelos operadores da rede de disribuição de gás naural, pelo comercializador do SNGN, pelo comercializador de úlimo recurso grossisa, pelos comercializadores de úlimo recurso realhisas ou por associações de consumidores com represenaividade genérica dos ermos da Lei n.º 24/96, de 31 de Julho. 2 - O processo de aleração das arifas fora do período normal esabelecido na Secção X do presene Capíulo pode ocorrer se, nomeadamene, no decorrer de um deerminado ano, o monane previso de proveios resulanes da aplicação de uma ou mais arifas reguladas nesse ano se afasar significaivamene do monane que serviu de base ao esabelecimeno das referidas arifas, pondo em risco o equilíbrio económico-financeiro das empresas reguladas no curo prazo. 3 - As novas arifas são esabelecidas para o período que decorre aé ao fim do próximo mês de Junho. 4 - A ERSE dá conhecimeno da decisão de iniciar uma revisão excepcional das arifas à Auoridade da Concorrência, ao Conselho Tarifário, aos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, aos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, ao operador da rede de ranspore de gás naural, ao operador logísico de mudança de comercializador, aos operadores da rede de disribuição de gás naural, ao comercializador do SNGN, ao comercializador de úlimo recurso grossisa, aos comercializadores de úlimo recurso realhisas e às associações de consumidores. Arigo 152.º Fixação excepcional das arifas 1 - A ERSE solicia aos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, aos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, ao operador da rede de ranspore de gás naural, ao operador logísico de mudança de comercializador, aos operadores da rede de disribuição de gás naural, ao comercializador do SNGN, ao 183

196 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural comercializador de úlimo recurso grossisa e aos comercializadores de úlimo recurso realhisas a informação que considera necessária ao esabelecimeno das novas arifas. 2 - A ERSE, com base na informação referida no número anerior, elabora proposa de novas arifas. 3 - A ERSE envia a proposa à Auoridade da Concorrência. 4 - A ERSE envia a proposa ao Conselho Tarifário, para efeios de emissão do parecer previso no arigo 48.º dos Esauos da ERSE, anexo ao Decreo-Lei n.º 97/2002, de 12 de Abril. 5 - A proposa referida no n.º 2 é, igualmene, enviada aos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, aos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, ao operador da rede de ranspore de gás naural, ao operador logísico de mudança de comercializador, aos operadores da rede de disribuição de gás naural, ao comercializados do SNGN, ao comercializador de úlimo recurso grossisa e aos comercializadores de úlimo recurso realhisas. 6 - O Conselho Tarifário emie o parecer sobre a proposa arifária no prazo máximo de 30 dias conínuos após recepção da proposa. 7 - A ERSE, endo em aenção os evenuais comenários e sugesões da Auoridade da Concorrência procede à aprovação final das novas arifas. 8 - A ERSE envia as arifas aprovadas, nos ermos do número anerior para a Imprensa Nacional, com visa a publicação no Diário da República, II Série. 9 - A ERSE procede, igualmene, à divulgação do parecer do Conselho Tarifário, acompanhado de uma noa explicaiva das razões de evenual não consideração de proposas consanes do parecer. Secção XII Fixação dos parâmeros para novo período de regulação Arigo 153.º Balanços de gás naural 1 - O operador de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, o os operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, o operador da rede de ranspore de gás naural, os operadores da rede de disribuição de gás naural, o comercializador de 184

197 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural úlimo recurso grossisa e os comercializadores de úlimo recurso realhisas devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro do ano anerior ao início de um novo período de regulação, o balanço de gás naural referene ao ano gás anerior (-2), ao ano gás em curso (-1) e os balanços de gás naural previsos para cada um dos anos seguines aé final da concessão. 2 - Os balanços de gás naural apresenados por cada enidade devem referir-se apenas às acividades desenvolvidas pela respeciva enidade e devem coner oda a informação necessária para a aplicação do presene regulameno. 3 - Os balanços previsionais de gás naural, apresenados de acordo com o previso nos arigos aneriores, são sujeios à apreciação da ERSE. Arigo 154.º Informação económico-financeira 1 - O operador de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, o os operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, o operador da rede de ranspore de gás naural, o operador logísico de mudança de comercializador de gás naural, os operadores da rede de disribuição de gás naural, o comercializador de úlimo recurso grossisa e os comercializadores de úlimo recurso realhisas devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro do ano anerior ao início de um novo período de regulação, as conas reguladas verificadas no ano gás anerior (-2), incluindo balanço, demonsração de resulados, respecivos anexos e os invesimenos, por acividade, acompanhados por um relaório, elaborado por uma empresa de audioria, comprovando que as conas e as regras conabilísicas para efeios de regulação observam o esabelecido no presene regulameno e nas normas e meodologias complemenares. 2 - O operador de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, os operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, o operador da rede de ranspore de gás naural, o operador logísico de mudança de comercializador de gás naural, os operadores da rede de disribuição de gás naural, o comercializador de úlimo recurso grossisa e os comercializadores de úlimo recurso realhisas, devem enviar à ERSE, aé 15 de Dezembro do ano anerior ao início de um novo período de regulação, a seguine informação: a) Esimaiva do balanço, da demonsração de resulados e do orçameno de invesimenos, por acividade, para o ano gás em curso (-1). b) Valores previsionais do balanço, da demonsração de resulados e dos invesimenos, por acividade, para cada um dos anos gás do novo período de regulação. c) Valores previsionais dos invesimenos, ransferências para exploração, comparicipações e amorizações do exercício para os anos gás seguines aé final da concessão. 185

198 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 3 - Os valores do balanço e da demonsração de resulados esimados para o ano gás em curso (-1) e previsos para cada um dos anos do período de regulação são elaborados considerando que se manêm em vigor as arifas esabelecidas para o ano gás em curso (-1). 4 - Os invesimenos referidos nos n. os 1 e 2, para além dos valores em euros, são acompanhados por uma adequada caracerização física das obras, com indicação das daas de enrada em exploração das obras mais significaivas. Arigo 155.º Fixação dos valores dos parâmeros 1 - A ERSE, com base na informação disponível, designadamene a informação recebida nos ermos dos arigos aneriores, esabelece valores para os parâmeros referidos nos n. os 2 e 3 do Arigo 123.º. 2 - A ERSE envia aos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, aos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, ao operador da rede de ranspore de gás naural, ao operador logísico de mudança de comercializador de gás naural, aos operadores da rede de disribuição de gás naural, ao comercializador de úlimo recurso grossisa e aos comercializadores de úlimo recurso realhisas, os valores dos parâmeros esabelecidos. 3 - A ERSE envia ao Conselho Tarifário os valores dos parâmeros, para efeios de emissão de parecer. 4 - O Conselho Tarifário emie parecer no prazo máximo de 30 dias conínuos. 5 - O parecer do Conselho Tarifário é ornado público pela ERSE. 6 - Havendo moivos suficienes, a ERSE pode alerar as daas previsas nese arigo. Secção XIII Revisão excepcional dos parâmeros de um período de regulação Arigo 156.º Início do processo 1 - A ERSE, em qualquer momeno, pode iniciar um processo de aleração dos parâmeros relaivos a um período de regulação em curso, por sua iniciaiva ou na sequência de aceiação de pedido apresenado pelo operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, pelos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, pelo 186

199 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural operador da rede de ranspore de gás naural, pelo operador logísico de mudança de comercializador de gás naural, pelos operadores da rede de disribuição de gás naural, pelo comercializador do SNGN, pelo comercializador de úlimo recurso grossisa e pelos comercializadores de úlimo recurso realhisas. 2 - A ERSE dá conhecimeno da sua inenção de iniciar uma revisão excepcional dos parâmeros ao Conselho Tarifário, aos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, aos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, ao operador da rede de ranspore de gás naural, ao operador logísico de mudança de comercializador de gás naural, aos operadores da rede de disribuição de gás naural, ao comercializador do SNGN, ao comercializador de úlimo recurso grossisa e aos comercializadores de úlimo recurso realhisas, indicando as razões jusificaivas da iniciaiva. 3 - O Conselho Tarifário emie parecer sobre a proposa da ERSE, no prazo de 30 dias conínuos. 4 - Os operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, os operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, o operador da rede de ranspore de gás naural, o operador logísico de mudança de comercializador de gás naural, os operadores da rede de disribuição de gás naural, o comercializador do SNGN, o comercializador de úlimo recurso grossisa e os comercializadores de úlimo recurso realhisas podem enviar à ERSE comenários à proposa referida no n.º 2, no prazo de 30 dias conínuos. 5 - A ERSE, com base nas resposas recebidas nos ermos dos arigos aneriores, decide se deve prosseguir o processo de revisão excepcional dos parâmeros. 6 - A ERSE dá conhecimeno da sua decisão ao Conselho Tarifário, aos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, aos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, ao operador da rede de ranspore de gás naural, ao operador logísico de mudança de comercializador de gás naural, aos operadores da rede de disribuição de gás naural, ao comercializador do SNGN, ao comercializador de úlimo recurso grossisa, aos comercializadores de úlimo recurso realhisas e às associações de consumidores com represenaividade genérica nos ermos da Lei n.º 24/96, de 31 de Julho. Arigo 157.º Fixação dos novos valores dos parâmeros 1 - No caso de a ERSE decidir prosseguir o processo de revisão, com visa ao esabelecimeno dos novos valores para os parâmeros, solicia a informação necessária aos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, aos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, ao operador da rede de ranspore 187

200 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural de gás naural, ao operador logísico de mudança de comercializador de gás naural, aos operadores da rede de disribuição de gás naural, ao comercializador do SNGN, ao comercializador de úlimo recurso grossisa e aos comercializadores de úlimo recurso realhisas. A ERSE, com base na informação disponível, esabelece os novos valores para os parâmeros. 2 - A ERSE envia os valores esabelecidos nos ermos do número anerior aos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, aos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, ao operador da rede de ranspore de gás naural, ao operador logísico de mudança de comercializador de gás naural, aos operadores da rede de disribuição de gás naural, ao comercializador do SNGN, ao comercializador de úlimo recurso grossisa e aos comercializadores de úlimo recurso realhisas. 3 - As enidades referidas no número anerior enviam, no prazo de 30 dias conínuos, comenários aos valores esabelecidos pela ERSE. 4 - A ERSE analisa os comenários recebidos, revendo evenualmene os valores esabelecidos. 5 - A ERSE envia aos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, aos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, ao operador da rede de ranspore de gás naural, ao operador logísico de mudança de comercializador de gás naural, aos operadores da rede de disribuição de gás naural, ao comercializador do SNGN, ao comercializador de úlimo recurso grossisa e aos comercializadores de úlimo recurso realhisas os novos valores esabelecidos nos ermos do número anerior. 6 - A ERSE envia ao Conselho Tarifário os valores esabelecidos nos ermos do n.º 5, para efeios de emissão do parecer. 7 - O Conselho Tarifário emie parecer no prazo máximo de 30 dias conínuos. 8 - A ERSE esabelece os valores definiivos depois de receber o parecer do Conselho Tarifário, enviando-os aos operadores de erminal de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL, aos operadores de armazenameno suberrâneo de gás naural, ao operador da rede de ranspore de gás naural, ao operador logísico de mudança de comercializador de gás naural, aos operadores da rede de disribuição de gás naural, ao comercializador do SNGN, ao comercializador de úlimo recurso grossisa, aos comercializadores de úlimo recurso realhisas e às associações de consumidores com represenaividade genérica dos ermos da Lei n.º 24/96, de 31 de Julho. 9 - O parecer do Conselho Tarifário é ornado público pela ERSE. 188

201 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Secção XIV Documenos complemenares ao Regulameno Tarifário Arigo 158.º Documenos Sem prejuízo de ouros documenos esabelecidos no presene regulameno, são previsos os seguines documenos complemenares decorrenes das disposições dese regulameno: a) Tarifas em vigor a publicar nos ermos da lei, no Diário da República, II Série. b) Parâmeros esabelecidos para cada período de regulação. c) Normas e meodologias complemenares. Arigo 159.º Elaboração e divulgação 1 - Sempre que a ERSE enender que se orna necessário elaborar um documeno expliciando regras ou meodologias necessárias para saisfação do deerminado no presene regulameno, informa o Conselho Tarifário da sua inenção de proceder à respeciva publicação. 2 - A ERSE dá ambém conhecimeno às enidades reguladas, soliciando a sua colaboração. 3 - Os documenos referidos no número anerior são ornados públicos, nomeadamene aravés da página da ERSE na inerne. 189

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203 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Capíulo VII Garanias adminisraivas e reclamações Secção I Garanias adminisraivas Arigo 160.º Admissibilidade de peições, queixas e denúncias Sem prejuízo do recurso ao ribunais, as enidades ineressadas podem apresenar juno da ERSE quaisquer peições, queixas ou denúncias conra acções ou omissões das enidades reguladas que inervêm no SNGN, que possam consiuir inobservância das regras previsas no presene regulameno e não revisam naureza conraual. Arigo 161.º Forma e formalidades As peições, queixas ou denúncias, previsas no arigo anerior, são dirigidas por escrio à ERSE, devendo das mesmas consar obrigaoriamene os fundamenos de faco que jusificam, bem como, sempre que possível, os meios de prova necessários à sua insrução. Arigo 162.º Insrução e decisão À insrução e decisão sobre as peições, queixas ou denúncias apresenadas aplicam-se as disposições consanes do Código do Procedimeno Adminisraivo. 191

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205 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Capíulo VIII Disposições finais e ransiórias Secção I Disposições ransiórias Arigo 163.º Informação a enviar nos primeiros anos de aplicação do Regulameno Tarifário Nos primeiros dois anos do primeiro período de regulação as quanidades facuradas, a que se refere o número 10 - do Arigo 124.º, o número 9 - do Arigo 126.º, o número 10 - do Arigo 130.º, o número 11 - do Arigo 130.º, o número 9 - do Arigo 133.º, o número 8 - do Arigo 144.º e o número 11 - do Arigo 144.º, devem ser subsiuídas pelas quanidades previsas facurar em e -1, para as variáveis de facuração que não exisam anes da enrada em vigor do Regulameno Tarifário. Arigo 164.º Manuenção do equilíbrio económico e financeiro dos operadores das infra-esruuras 1 - O cálculo dos cusos com capial referido no Arigo 58.º, no Arigo 59.º, no Arigo 60.º, no Arigo 65.º e no Arigo 69.º do presene regulameno, conduz a um perfil de recuperação desses cusos, em função de quanidades de gás naural previsas consumir aé ao final da respeciva concessão ou licença de disribuição de gás naural auónoma de serviço público, assegurando a manuenção do equilíbrio económico e financeiro do conrao. 2 - No caso de, pela aplicação das regras esabelecidas em qualquer dos arigos referidos no número anerior, o cálculo das arifas de gás naural para o primeiro ano gás conduza a uma variação arifária significaiva face às arifas de gás naural em vigor, calculadas anes da aplicação das esabelecidas no presene regulameno, a ERSE pode, durane um período de empo a esabelecer, ajusar os perfis de recuperação dos cusos de capial referidos no n.º 1, de modo a ser possível, aé final do referido período de empo, convergir para o perfil inicial de recuperação dos cusos. 3 - Para efeios do disposo no número anerior, a ERSE jusifica, na proposa de arifas e preços para o gás naural e ouros serviços para o primeiro ano de regulação e parâmeros para o primeiro período de regulação a enviar ao Conselho Tarifário, às empresas reguladas e às demais enidades previsas no presene regulameno, a necessidade da aleração do perfil de recuperação dos cusos de capial inicialmene previsos. 193

206 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural Secção II Disposições finais Arigo 165.º Pareceres inerpreaivos da ERSE 1 - As enidades que inegram o sisema gasisa podem soliciar à ERSE pareceres inerpreaivos sobre a aplicação do presene regulameno. 2 - Os pareceres emiidos nos ermos do número anerior não êm carácer vinculaivo. 3 - As enidades que soliciarem os pareceres não esão obrigadas a seguir as orienações conidas nos mesmos, sendo al circunsância levada em consideração no julgameno das peições, queixas ou denúncias. 4 - O disposo no número anerior não prejudica a presação de informações referenes à aplicação do presene regulameno às enidades ineressadas, designadamene aos consumidores. Arigo 166.º Norma remissiva Aos procedimenos adminisraivos previsos nese Regulameno e não especificamene regulados aplicam-se as disposições do Código de Procedimeno Adminisraivo. Arigo 167.º Fiscalização e aplicação do Regulameno 1 - A fiscalização e aplicação do cumprimeno do disposo no presene regulameno é da compeência da ERSE. 2 - No âmbio da fiscalização dese regulameno, a ERSE goza das prerrogaivas que lhe são conferidas pelo Decreo-Lei n.º 97/2002, de 12 de Abril, e esauos anexos ao mesmo diploma. Arigo 168.º Enrada em vigor 1 - As disposições do presene regulameno enram em vigor no dia seguine ao da daa de publicação dese regulameno, sem prejuízo do disposo nos números seguines. 194

207 Regulameno Tarifário do Secor do Gás Naural 2 - As arifas das acividades de ranspore, de armazenameno suberrâneo e de recepção, armazenameno e regaseificação de GNL serão fixadas pela ERSE, ao abrigo das disposições do presene regulameno, para enrarem em vigor a parir de 1 de Julho de Aé à daa referida no número anerior as concessionárias devem aplicar o regime provisório esabelecido no Arigo 69.º do Decreo-Lei n.º 140/2006, de 26 de Julho. 4 - As resanes arifas previsas no presene regulameno serão aprovadas pela ERSE ao abrigo das disposições e procedimenos esabelecidos nese regulameno, para enrarem em vigor a parir de 1 de Julho de Aé à daa de enrada em vigor das arifas aprovadas pela ERSE a que se refere o número anerior, as arifas são deerminadas e fixadas segundo o regime dos acuais conraos de concessão e licenças, aplicando-se-lhes o regime provisório esabelecido no Arigo 69.º do Decreo-Lei n.º 140/2006, de 26 de Julho, por analogia e com as necessárias adapações, considerando a naureza das suas acividades. 6 - Para efeios do número anerior, as empresas reguladas abrangidas pelo presene regulameno devem enviar à ERSE, para homologação, as respecivas arifas, acompanhadas da respeciva fundamenação, aé 30 de Novembro de As arifas homologadas pela ERSE só podem enrar em vigor 15 dias após a daa da sua homologação. 195

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