ENSAIOS DE STUTTGART REPRODUÇÃO EM LABORATÓRIO
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- Neusa Ventura Ferretti
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1 ENSAIOS DE STUTTGART RERODUÇÃO EM LABORATÓRIO Andrea Corrêa Rocha (1); Maria das Graças Duarte Oliveira (1); aulo Sérgio Oliveira Resende (1); Alberto Vilela Chaer (2) (1) Acadêmicos de Engenharia Civil, Universidade Católica de Goiás ; [email protected] (2) rofessor M.Sc., Departamento de Engenharia Universidade Católica de Goiás Av. Universitária, 1440 St. Universitário Goiânia GO alavras Chaves: Concreto Armado, Mecanismos de Ruptura, Ensaios de Stuttgart. Resumo Os Ensaios de Stuttgart realizados na Alemanha, no início do século passado, pelos pesquisadores Leonhardt e Walther são um marco histórico para o desenvolvimento do estudo teórico do Concreto Armado. Seus resultados comprovaram experimentalmente a primeira teoria cientificamente consistente, que são as idéias fundamentais de Mörsch (Teoria Clássica de Mörsch) e, em seguida, surgem as primeiras redações de normas para o cálculo e construção em concreto armado, o que fez com que a utilização deste material iniciasse a conquista de um mercado em todo o mundo. Conseqüentemente, os estudos do Concreto Armado (dimensionamento, detalhamento e execução) foram amplamente explorados, gerando prescrições e recomendações cada vez mais precisas e melhor elaboradas, em função dos avanços que a evolução tecnológica tem propiciado para o homem. Com o objetivo de reproduzir este experimento nas dependências do Laboratório de Materiais de Construção do Departamento de Engenharia da Universidade Católica de Goiás, a partir de uma Viga de Referência, foram moldadas várias vigas de seção retangular em Concreto Armado, onde se variaram as armaduras de flexão e cisalhamento, com o arranjo e direcionamento das barras, enrijecendo e/ou fragilizando trechos das vigas, de modo a permitir o desenvolvimento de diferentes situações de ruptura, para a observação, análise e compreensão do comportamento de vigas de seção retangular em Concreto Armado, em função das condições de detalhamento das armaduras longitudinal e transversal. Os ensaios propiciaram a verificação dos seguintes mecanismos de ruptura: Tração na Flexão ura, Tração por Cisalhamento na Flexão Simples, Compressão por Cisalhamento na Flexão Simples e Deslizamento de Armadura por Deficiência de Comprimento de Ancoragem. O resultado desta pesquisa constitui-se parte do material didático da Disciplina Estruturas de Concreto Armado I, facilitando aos acadêmicos a compreensão dos Modelos de Ruptura de Vigas de Seção Retangular, bem como auxiliando no aprendizado de posicionamento de Armaduras de Flexão e Cisalhamento. 46º Congresso Brasileiro do Concreto 1
2 1 Histórico A partir de 1867, Monier obteve patentes para a construção de tubos, lajes e pontes, tendo êxito na execução de diversas obras em concreto armado, mesmo sem qualquer fundamentação científica, por métodos puramente empíricos. Anos depois, em 1902, E. Mörsch elabora os primeiros textos teóricos sobre comportamento estrutural de peças em concreto armado, com especial enfoque para vigas prismáticas de seção retangular. Após a compra dos direitos, pela Alemanha, da patente Monier, a empresa que futuramente seria mundialmente conhecida por Wayss & Freitag passou a impulsionar os primeiros ensaios de laboratório em peças de concreto armado. Estes experimentos foram realizados inicialmente pelos pesquisadores Leonhardt e Walther, o que ficou conhecido como Ensaios de Stuttgart. Com os resultados dos Ensaios de Stuttgart, comprovou-se experimentalmente a primeira teoria cientificamente consistente, que são as idéias fundamentais de Mörsch (Teoria Clássica de Mörsch) e, logo em seguida, surgem as primeiras redações de normas para o cálculo e construção em concreto armado, o que fez com que a utilização deste material iniciasse a conquista de um mercado em todo o mundo. Conseqüentemente, os estudos do Concreto Armado (dimensionamento, detalhamento e execução) foram amplamente explorados, gerando prescrições e recomendações cada vez mais precisas e melhor elaboradas, em função dos avanços que a evolução tecnológica tem propiciado para o homem. Devemos, portanto, enaltecer todos os pesquisadores que têm se dedicado ao estudo do Concreto Armado, sem nos esquecer, jamais, que tudo se iniciou com a simplicidade dos Ensaios de Stuttgart, um marco para a história do Concreto Armado, nestes últimos 100 anos. 2 Fundamentação Teórica 2.1 Modelo Experimental Idealização estrutural Seja uma viga de seção retangular biapoiada, conforme esquematização, figura 1. A B C D DMF a a a DEC Figura 1 Idealização estrutural. Diagramas de Momento Fletor e Esforço Cortante 46º Congresso Brasileiro do Concreto 2
3 O ensaio consiste no carregamento gradativo de uma viga retangular biapoiada (convenientemente dimensionada pela teoria clássica de Mörsch), com duas cargas concentradas simétricas. O carregamento é aumentado até que venha a atingir o valor que leve a viga à ruptura, permitindo, numa mesma peça, a observação da flexão pura (sem a presença do cisalhamento) no trecho BC e da flexão simples (com a presença do cisalhamento) nos trechos AB e CD Trajetória das tensões principais Num primeiro estágio de carregamento, a viga não apresenta fissuras, pois o concreto da fibra inferior não atingiu a tensão de ruptura à tração. Os pontos da peça não fissurada estão sob estado plano de tensões, com as trajetórias de tensões principais de tração e de compressão esquematizadas na figura 2. < f < f compressão tração Figura 2 Trajetória das Tensões rincipais Estádio I anorama de fissuração Com o aumento da carga, a tensão de ruptura à tração é atingida no trecho central e começam a aparecer as primeiras fissuras verticais que se estendem até pouco abaixo da linha neutra. Nesta fase os esforços de tração são absorvidos pela armadura. No início deste estágio, nos trechos extremos o concreto não atinge a tensão de ruptura, mas o aumento progressivo da carga, até o colapso, forçará toda a viga a trabalhar fissurada, com exceção de regiões muito pequenas, próximas aos apoios. Neste trecho, em presença das tensões cisalhantes, as fissuras são inclinadas, figura 3. Figura 3 Fissuras Verticais (Flexão ura) Fissuras Inclinadas (Flexão Simples) Estádio II 46º Congresso Brasileiro do Concreto 3
4 O panorama de fissuração da peça ao atingir o estado limite último pode ser muito diferente daquele que poderia se prever da análise das trajetórias de tensões elásticas, pois depende do arranjo para a distribuição das armaduras (figura 4). 2.2 Modelo de Treliça Arranjo de armadura Em princípio existiriam duas possibilidades para o arranjo das armaduras. Uma primeira, teoricamente possível, é baseada na idéia da substituição local de material, onde barras de armadura seriam distribuídas por todo volume da peça estrutural, de modo que ao se abrir uma fissura já existiria uma armadura capaz de absorver a tração liberada do concreto. Neste caso, a distribuição dos esforços internos seguiria o mesmo padrão de antes da fissuração. orém, nada garante que este arranjo seja o mais eficiente para a segurança em relação aos estados limites e nem o mais econômico. A segunda baseia-se no fato de que uma parte das barras de aço é mais bem aproveitada quando empregada de forma concentrada, em posições preferenciais da estrutura. Este é o princípio dos arranjos de armaduras padronizadas, estabelecidas de acordo com modelos nos estados limites últimos das peças estruturais. Estes modelos devem sempre garantir a estabilidade, global e local, da peça Treliça de Mörsch ara o trecho central da viga, onde as seções transversais estão solicitadas à flexão pura, o modelo típico consiste de seções resistentes formadas por um banzo comprimido de concreto e um banzo tracionado correspondente à armadura longitudinal disposta junto à face inferior. ara os trechos extremos, sob flexão simples, o modelo idealizado é o de uma treliça, que considera a interação entre o momento fletor e a força cortante. A treliça tem banzos longitudinais, comprimidos e tracionados, como no trecho central, ligados por diagonais comprimidas e tirantes. As diagonais comprimidas, ditas bielas, representam o concreto entre as fissuras. Os tirantes, verticais ou inclinados, representam a armadura transversal da viga, completando o esquema estático da treliça e costurando as fissuras, figura 4. 3 Modelos de Ruptura Figura 4 Treliça de Mörsch Segundo SÜSSEKIND (1985), podemos relacionar vários tipos de ruptura possíveis de ocorrerem, figura 5. 46º Congresso Brasileiro do Concreto 4
5 B A C E Armação transversal D 3.1 Ruptura por flexão região A Figura 5 Modelos de Ruptura (SÜSSEKIND (1895)) Vigas subarmadas Concreto dimensionado por excesso. O processo de ruptura se inicia pelo aço, ao ultrapassar seu limite de escoamento. Grande acréscimo de deformação na fibra tracionada. Diminuição da área comprimida, até que a mesma entra em processo de ruptura por excesso de compressão Vigas superarmadas Armadura dimensionada em excesso. A ruptura se dará, diretamente, pelo esmagamento das fibras comprimidas de concreto. O colapso da peça se dará antes que o aço das fibras tracionadas tenha entrado em escoamento. Não será antecedida de grandes deformações, sendo chamada Ruptura sem aviso prévio. 3.2 Ruptura de cisalhamento, por tração região B Armação longitudinal principal É o tipo mais comum de ruptura por cisalhamento, resultante da deficiência na armadura transversal destinada a absorver as trações que surgem por influência dos esforços cortantes. A peça tende a se dividir em duas partes, ficando caracterizada uma linha borda a borda. 3.3 Ruptura por compressão da mesa devido ao esforço cortante região C A deficiência de armação transversal de tração, além da ruptura típica de tração (armadura de cisalhamento insuficiente) pode ocorrer uma ruptura por compressão na mesa superior. Ruptura esta explicável pelo fato de que sendo baixa a armação de cisalhamento o aço atinge logo o limite de escoamento. O que acarreta intensa fissuração do concreto (fissuras inclinadas) ao longo de seu comprimento, penetrando as fissuras na região da mesa comprimida pela flexão que assim debilitada, pode entrar em processo de ruptura por esmagamento do concreto, apesar de a seção a que pertence estar submetida a momento fletor inferior àquele que atua no meio do vão da viga. 3.4 Ruptura por ancoragem deficiente da armadura principal (longitudinal) região D Armação principal de tração da viga está solicitada sobre o apoio (onde teoricamente se pensaria em solicitação nula), de modo que precisa ser convenientemente ancorada, sob 46º Congresso Brasileiro do Concreto 5
6 pena de ocorrência de um tipo de ruptura em que a peça entra bruscamente em colapso devido a um deslizamento da armadura longitudinal, usualmente se propagando e provocando também uma ruptura ao longo da altura da viga. 3.5 Ruptura de cisalhamento, por esmagamento da biela comprimida região E Larguras bw muito reduzidas, face às solicitações atuantes, as tensões principais de compressão poderão atingir valores excessivamente elevados, incompatíveis com a capacidade de resistência do concreto por compressão, quando solicitado simultaneamente por tração perpendicular (estado duplo). Teremos, então, uma ruptura por esmagamento de concreto (como se houvesse um pilar inclinado no interior da viga). 4 Ensaios experimentais ara se reproduzir os Ensaios de Stuttgart, de acordo com as condições oferecidas pelo Laboratório de Materiais de Construção do Departamento de Engenharia da UCG, optouse por utilizar formas metálicas padrão existentes e as adaptações da prensa universal para carregamento em dois pontos de aplicação e os apoios das vigas, de acordo com os dispositivos apropriados, em dois pontos simétricos. A seguir, mostramos as etapas de preparação das peças, ensaios e resultados. 4.1 Detalhamento da Viga de Referência A figura 6 mostra o detalhamento da Viga de Referência, a ser moldada em forma metálica padrão de 75cm de comprimento, com seção quadrada de lado 15cm. 3 tf 3 tf 27,5 27,5 2Ø6.3 c= , ,5 2Ø6.3 c/6 4Ø6.3 c/5 3Ø6.3 c/5 4Ø6.3 c/5 2Ø6.3 c/ Ø8.0 c= Ø6.3 c=54 Figura 6 Viga de Referência - detalhamento 46º Congresso Brasileiro do Concreto 6
7 4.2 Materiais utilizados Os materiais utilizados para a produção do concreto (agregados e cimento), bem como o aço empregado são apresentados na tabela 1, a seguir. Tabela 1 Caracterização dos materais Materiais BRITA 1 BRITA 2 AREIA D.M.C. (mm) 19,0 25,0 2,4 Massa Unitária (Kg/dm 3 ) 1,46 1,46 1,44 Massa Específica (Kg/dm 3 ) 2,79 2,79 2,63 M.F. 6,80 7,47 2,70 CIMENTO Massa específica Resíduo na peneira Àrea específica Tempo de pega (h:min) Resistência à compressão (Ma) (g/cm 3 ) nº 200 (%) (cm 2 /g) Início Fim 1 dia 3 dias 7 dias 3,01 1, :20 3:50 13,2 26,6 37,2 AÇO Amostra N.º Diâmetro (mm) Categoria Limite de escoamento (Mpa) Limite de resistência (Mpa) Alongamento (%) 01 6, ,3 02 8,0 CA , , ,2 46º Congresso Brasileiro do Concreto 7
8 4.3 Condição de apoio e aplicação do carregamento As fotos 1 e 2 ilustram a colocação da viga para ser ensaiada, bem como a condição de apoio em dois pontos e aplicação de carregamento simétrico, também em dois pontos. Foto 1 Viga posicionada na prensa 5 Modelos de ruptura Foto 2 Apoio Aplicação de Carregamento 46º Congresso Brasileiro do Concreto 8
9 5.1 Ruptura por tração na Flexão ura Armadura para modelo de ruptura região A Armadura de Flexão fragilizada, para permitir a Ruptura por Tração na Flexão ura. Foto 3 Armadura para ruptura região A Viga Ensaiada Foto 4 Viga rompida por Flexão ura (=1,45 tf) Configuração de Ruptura T T Foto 5 Modelo de ruptura fissuras verticais entre as cargas 46º Congresso Brasileiro do Concreto 9
10 5.2 Ruptura de Cisalhamento por tração Inexistência de Armadura de Cisalhamento, no trecho entre as cargas e os apoios, para permitir a Ruptura por Tração na Flexão Simples Armadura para modelo de ruptura região B Foto 6 Armadura para ruptura região B Viga Ensaiada Foto 7 Viga rompida por Cisalhamento por tração (=3,25 tf) Configuração de Ruptura T T Foto 8 Modelo de ruptura fissuras inclinadas entre a carga e o apoio 46º Congresso Brasileiro do Concreto 10
11 5.3 Ruptura de Cisalhamento por esmagamento da biela comprimida Enrijecimento da Armadura de Flexão inferior e enrijecimento da Armadura de Cisalhamento, no trecho entre as cargas e os apoios, para permitir a Ruptura por Compressão (esmagamento) das Bielas Inclinadas Armadura para modelo de ruptura região E Foto 9 Armadura para ruptura região E Viga Ensaiada Foto 10 Viga rompida por esmagamento da biela comprimida (=5,0 tf) Configuração de Ruptura C C C C Foto 11 Modelo de ruptura esmagamento inclinado entre a carga e o apoio 46º Congresso Brasileiro do Concreto 11
12 5.4 Ruptura por deficiência de ancoragem Interrupção da Armadura de Flexão inferior nos apoios Armadura para modelo de ruptura região D Foto 12 Armadura para ruptura região D Viga Ensaiada Foto 13 Viga rompida por deficiência de ancoragem nos apoios (=5,0 tf) Configuração de Ruptura Foto 14 Modelo de ruptura deficiência de ancoragem da armadura de flexão 46º Congresso Brasileiro do Concreto 12
13 5.5 Ruptura da Viga de Referência Armadura da Viga de Referência, conforme detalhamento no item Armadura Foto 15 Armadura Viga de Referência Viga Ensaiada Foto 16 Viga rompida (=6,28 tf) Configuração de Ruptura Foto 17 Modelo de ruptura 46º Congresso Brasileiro do Concreto 13
14 6 Conclusões e sugestões para trabalhos futuros Diversos Modelos de Ruptura verificados nos Ensaios de Stuttgart foram reproduzidos em laboratório, a saber: Ruptura por Tração na Flexão ura, Ruptura por Tração devido ao Cisalhamento, Ruptura por Compressão devido ao Cisalhamento, Ruptura por Tração devido à Deficiência de Comprimento de Ancoragem. A Metodologia utilizada com o arranjo e direcionamento das armaduras, enrijecendo e/ou fragilizando trechos das vigas, conduziu aos resultados esperados, confirmando as hipóteses, revelando que a pesquisa teve êxito, segundo os propósitos a que foi desenvolvida. ara trabalhos futuros sugere-se o estudo com Concreto de Elevado Desempenho e a utilização de modelos reduzidos, para uma melhor logística e transporte nas dependências do laboratório. O resultado desta pesquisa constitui-se parte do material didático da Disciplina Estruturas de Concreto Armado I, do Curso de Engenharia Civil, do Departamento de Engenharia da Universidade Católica de Goiás, facilitando aos acadêmicos a compreensão dos Modelos de Ruptura de Vigas de Seção Retangular, bem como auxiliando no aprendizado de osicionamento de Armaduras de Flexão e Cisalhamento. 7 Referências SÜSSEKIND, J. C. Curso de Concreto. Vol. I. Editora Globo, Rio de Janeiro, ÉBOLI, C. R. Concreto Armado II Vigas em Concreto Armado. Notas de Aula. Escola de Engenharia. Departamento de Mecânica Aplicada e Estruturas. UFRJ. NBR rojeto de Estruturas de Concreto rocedimento. ABNT, CHAER, A. V., et al.. Notas de Aula da disciplina Estruturas de Concreto Armado I. Curso Engenharia Civil. Departamento de Engenharia. Universidade Católica de Goiás. Conteúdo disponibilizado para fotocópias, com autorização do autor. Goiânia-GO, º Congresso Brasileiro do Concreto 14
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