A VERDADE SOBRE AS MUDANÇAS NO CÓDIGO FLORESTAL
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- Gabriel Henrique Marreiro Neto
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1 A VERDADE SOBRE AS MUDANÇAS NO CÓDIGO FLORESTAL Por Tibério Leonardo Guitton e João Carlos de Petribú Dé Carli Filho * * aluno do curso de Direito Ambiental formado em Engenharia Agronômica. 1
2 A VERDADE SOBRE AS MUDANÇAS NO CÓDIGO FLORESTAL O Projeto de Lei de Conversão aprovado na Comissão Mista que analisa a Medida Provisória nº , que altera o Código Florestal e a regulamentação da reserva legal nas propriedades rurais, não implicará na devastação da Amazônia, pois mais de 80% da região já se encontra devidamente protegida. Dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) demonstram que 87,2% da região amazônica são ocupados por terras indígenas, Unidades de Conservação (Parques Nacionais, Reservas Biológicas, Reservas Extrativistas etc), terras do patrimônio da União ou públicas em geral. A superfície ocupada pelos imóveis rurais representa apenas 25,6% da região, sendo que 50% ou 12,8% do total da região são reservas legais mantidas por particulares, conforme a proposta do relator. Áreas legalmente protegidas (terras indígenas e Unidades de Conservação), terras devolutas e área ocupada por imóveis rurais particulares nos estados que compõem a Amazônia Legal UF SUPERFÍCIE TERRITORIAL (Em milhões de Hectares) Áreas Indígenas + Unidades de Conservação (Em %) Terras da União, públicas, arrecadas pelo INCRA e outras (Em %) IMÓVEIS RURAIS (Em %) AC 15,4 30,3 39,6 30,9 AM 156,8 38,5 53,7 7,8 AP 14,2 21,8 66,2 12,3 PA ( 1/ ) 124,7 31,9 43,9 24,2 RO 23,8 51,5 24,4 24,0 RR 22,5 71,4 17,8 10,6 MT 90,7 14,0 33,4 52,6 TO( 2/ ) 27,8 16,6 21,2 62,3 Totais Σ = 475,9 32,3 42,1 25,6 Fonte dos dados básicos: IBAMA (1994); INCRA (1996); ( 1/ ) Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins JAICA, Relatório Final (1998); ( 2/ ) Dados atualizados pela equipe técnica do GESR/IDESP, Pará (1997). S = Símbolo de somatória. Os dados oficiais disponíveis indicam que: 2
3 1) O Estado de Roraima já tem 71,4% de sua superfície territorial legalmente protegida, fora o percentual correspondente às terras públicas. Em termos de proteção legal, é seguido por Rondônia, com 51,5%. 2) Os imóveis rurais na Amazônia Legal, com exceção de Mato Grosso e Tocantins, ocupam percentuais pouco significativos em relação aos percentuais que englobam as áreas protegidas e as terras públicas ou integrantes do patrimônio da União. 3) Os parques nacionais (unidades de conservação) e as reservas indígenas, cuja fiscalização é de responsabilidade do Governo, ocupam 32,3% da área da Amazônia Legal. As terras devolutas, arrecadadas pelo Incra e outras, ocupam 42,1%. Os imóveis rurais ocupam apenas 25,6% da área total, conforme mostra a seguinte representação esquemática dos percentuais de ocupação territorial: 3
4 ÁREAS PROTEGIDAS x IMÓVEIS RURAIS Montante das áreas legalmente protegidas, que inclui as áreas indígenas, as Unidades de Conservação (parques, reservas extrativistas, estações ecológicas, etc) e as terras públicas, devolutas da União, arrecadadas pelo Incra e outras; que somam 75,4% da superfície da Amazônia. Montante da área ocupada pelos imóveis rurais particulares, que totalizam 25,6% da região, conforme Cadastro Rural do Incra. 4) Antes de 1997, o Código Florestal determinava que 50% das propriedades rurais da região Amazônica deviam ser mantidas como área de reserva legal. O projeto do relator mantém estes percentuais até a conclusão do zoneamento econômico-ecológico pelos Estados, configurando a seguinte representação esquemática dos percentuais de ocupação territorial: 4
5 PROJETO DO RELATOR Montante das áreas legalmente protegidas, que inclui as áreas indígenas, as Unidades de Conservação (parques, reservas extrativistas, estações ecológicas, etc) e as terras públicas, devolutas da União, arrecadadas pelo Incra e outras; que somam 75,4% da superfície da Amazônia. Montante da área passível de exploração agrícola dos imóveis rurais, totaliza 12,8%, conforme dados do Cadastro rural do Incra. Montante da área preservada de Reserva Legal nos imóveis rurais, que totaliza 12,8% conforme dados do Cadastro rural do Incra. 5) Com a edição da Medida Provisória 1956, a ocupação territorial da região amazônica modificou-se, determinando que 80% das propriedades rurais deveriam ser destinados à reserva legal, restando apenas 20% para a atividade agropecuária. A representação esquemática abaixo demonstra os percentuais de área ocupados conforme o texto da MP e o projeto sugerido pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama). 5
6 O PROJETO DO CONAMA Montante das áreas legalmente protegidas, que inclui as áreas indígenas, as Unidades de Conservação (parques, reservas extrativistas, estações ecológicas, etc) e as terras públicas, devolutas da União, arrecadadas pelo Incra e outras; que somam 75,4% da superfície da Amazônia. Montante da área passível de exploração agrícola dos imóveis rurais, que totaliza 5,12% da região, conforme proposta do Conama. Montante de Reserva Legal nos imóveis rurais, que equivale a 20,48% da Amazônia. O relatório do deputado Moacir Micheletto (PMDB-PA) à Medida Provisória apenas mantém o quadro anterior, definido pelo Código Florestal. Não significa, no entanto que, se aprovado, fique liberado o desmatamento nestas áreas. Para que o produtor abra uma área na Amazônia precisa obter um licenciamento do Ibama, que poderá ou não ser concedido. ZONEAMENTO ECONÔMICO-ECOLÓGICO DEFINIRÁ VOCAÇÃO AGRÍCOLA OU AMBIENTAL DAS ÁREAS 6
7 A adoção do zoneamento econômico-ecológico como o instrumento que definirá, com base em critérios técnicos e científicos, a vocação das diversas regiões brasileiras para a agricultura ou para a preservação, é a principal inovação introduzida pelo Projeto de Lei de Conversão do deputado Moacir Micheletto (PMDB-PR), relator da Medida Provisória nº , que modifica o Código Florestal brasileiro e altera a regulamentação da reserva legal nas propriedades rurais. O texto final aprovado na Comissão Mista do Congresso, no último dia , foi o resultado de diversas audiências públicas e exaustiva discussão nas Comissões de Agricultura, Meio Ambiente e da Amazônia, da Câmara. Às sugestões dos parlamentares foram adicionados 70% das propostas discutidas e aprovadas no âmbito do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), além de sugestões de entidades de classe e ambientais. As demais alterações propostas pelo relator são: Ł Manutenção dos índices de reserva legal atualmente em vigor no Código Florestal brasileiro nas áreas de floresta (50%) até a conclusão do zoneamento econômico-ecológico nos Estados amazônicos. Ł As propriedades rurais localizadas nos cerrados amazônicos do Acre, Amazonas e Amapá deverão manter 35% de reserva legal e os demais Estados permanecem em 20%. Ł Manutenção dos atuais 20% de reserva legal nas propriedades localizadas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, inclusive nos cerrados, pelo mesmo prazo. Ł Ampliação ou redução da área de reserva legal na Amazônia para 80% ou 20%, conforme os indicativos do zoneamento e a critério dos governos estaduais. Ł As áreas de preservação permanente poderão ser computadas para efeito de manutenção do percentual de reserva legal. 7
8 Ł Isenção da recomposição das áreas destinadas à reserva legal para as propriedades de até 25 hectares, em qualquer parte do País. Ł Introdução da figura da servidão florestal, pela qual o proprietário rural renuncia voluntariamente, em caráter temporário ou permanente, aos direitos de supressão à corte raso para uso alternativo do solo, transformando a área em Cotas de Reserva Florestal (CRF). Significa que poderá manter em sua propriedade uma reserva ecológica temporária ou permanente, sem perder o direito a futuro manejo da área. Ł Criação da Cota de Reserva Florestal (CRF), permitindo ao proprietário rural compensar a inexistência de reserva legal no imóvel com a aquisição de Título de CRF. Ł Autorização ao Executivo Federal para a instituição do Bônus de Conservação Ambiental, de forma a compensar financeiramente os proprietários rurais limitados em suas atividades por exigência da legislação ambiental. Ł Autorização ao Executivo Federal para instituir programa de fomento à recomposição de reserva legal e reflorestamento de áreas degradadas ou abandonadas com o fornecimento gratuito de sementes e mudas de essências florestais aos pequenos produtores. Ł Isenção de pagamento do Imposto Territorial Rural (ITR) sobre as áreas de florestas naturais, nativas e plantadas, existentes na propriedade rural em percentagem superior às destinadas à manutenção da preservação permanente e da reserva legal. 8
9 ANEXOS Cálculo das áreas de cerrado ao nível de Estado e Municípios e cálculo da ocupação territorial por propriedades particulares em áreas de cerrado AMAPÁ Município Área estimada de cerrado Área ocupada pelas propriedades rurais Em % Em milhões de ha Área da Unidade Em milhões de ha Em % Em milhões de ha Calçoene 1, ,68 0,079 Amapá 0,92 75,5 0,69 0,099 Cutias 0, ,1 0,020 Macapá 0, ,49 0,249 Itaubal 0,16 76,5 0,12 0,027 Santana 0, ,04 0,010 Totais - - 2,12 0,484 AMAZONAS Município Área estimada de cerrado Área ocupada pelas propriedades rurais Em % Em milhões de ha Área da Unidade Em milhões de ha Em % Em milhões de ha Humaitá 3, ,52 0,35 0,014 Manicoré 4,8283 6,77 0,33 0,034 Novo Aripuanã 4,1394 3,36 0,14 0,0584 Apuí 5,4022 8,57 0,46 0,0363 Maués 3, ,0 0,40 0,0208 Totais 1,68 0,1635 RORAIMA Município Área estimada de cerrado Área ocupada pelas propriedades rurais Em % Em milhões de ha Área da Unidade Em milhões de ha Em % Em milhões de ha Uirimutã 0, ,805 Não tem imóveis Pacaraima 0, ,803 Não tem imóveis Amaraji 2,847 22,77 0,512 Não tem imóveis Comtá 0,766 39,28 0,301 Não tem imóveis Normandia 0, ,70 0,025 Boavista 0, ,43 0,643 Bonfim 0, ,81 0,621 Alto Alegre 2,60 4,57 0,12 0,0132 Totais 4,481 1,302 9
10 10
11 TABELA 1. Áreas alteradas de florestas e de cerrados na Amazônia Legal (Em milhões de hectares) Florestas Cerrados Total Estados Total Alterada % Total Mun. (alter + Cer) Acre 15,4 1,3 8, ,3 Amapá 13,2 0,2 1,51 0,93 2 1,1 Amazonas 156,1 2,7 1,73 0,14 1 2,8 Maranhão 15,5 9,9 63,9 14, ,9 Mato Grosso 58,5 11,9 20,3 42, ,1 Pará 121,8 17,6 14,5 5, ,4 Rondônia 22,4 4,9 21,9 3,2 12 8,1 Ror aima 18,8 0,5 2,2 3,9 2 4,4 Tocantins 2,1 2, , ,5 Total 423,8 51,5 12,0 95, ,7 Fonte: Feanrside, 1997; INPE, 1997 e Pereira et al
12 12
13 Cálculo de ocupação das áreas de cerrado do Maranhão em sua parte amazônica Município Área Total da Área estimada de Área de Cerrado Ocupada pelas Propriedades Rurais Unidade cerrado Em ha Em % Em ha Em Nº de Em ha (INCRA) Nº de imóveis Em ha ajustados ao Em % de cerrado Reserva de 20% Reserva de 35% Área acrescida Imóveis (INCRA) Ajustado ao % de cerrado % de cerrado ALTO PARNAIBA , , ,20 688, ,2 54, , , ,98 BALSAS , , , , ,1 76, , , ,27 BARRA DO , , , , ,1 42, , , ,72 CORDA BENEDITO LEITE , , ,40 248, ,4 71, , , ,11 CAMPESTRE DO , , ,00 0 0,00 0,00 0,00 0,00 MARANHAO CAROLINA , , ,40 549, ,4 41, , , ,01 ESTREITO , , ,40 714, ,4 79, , , ,46 FEIRA NOVA DO , , ,00 0 0,00 0,00 0,00 0,00 MARANHAO FERNANDO , , ,00 0 0,00 0,00 0,00 0,00 FALCAO FORMOSA DA , , ,00 0 0,00 0,00 0,00 0,00 SERRA NEGRA FORTALEZA DOS , , ,20 795, ,2 124, , , ,03 NOGUEIRAS GRAJAU , , , , ,82 129, , , ,42 JATOBA , , ,00 0 0,00 0,00 0,00 0,00 LAJEADO NOVO , , ,00 0 0,00 0,00 0,00 0,00 LORETO , , ,70 456, ,7 56, , , ,56 MIRADOR , , ,20 369, ,34 22, , , ,05 NOVA COLINAS , , ,00 0 0,00 0,00 0,00 0,00 NOVA IORQUE , , ,90 171, ,9 52, , , ,04 PARAIBANO , , ,80 172, ,4 67, , , ,36 PASTOS BONS , , ,00 584, , , , ,30 PORTO FRANCO , , , , ,1 192, , , ,12 13
14 RIACHAO , , , , , , , ,90 RIBAMAR , , ,00 0 0,00 0,00 0,00 0,00 FIQUENE SAMBAIBA , , ,80 460, ,8 76, , , ,47 SAO DOMINGOS , , ,00 0 0,00 0,00 0,00 0,00 DO AZEITAO SAO FELIX DE , , ,30 125, ,3 14, , , ,50 BALSAS SAO JOAO DO , , ,00 0 0,00 0,00 0,00 0,00 PARAISO SAO PEDRO DOS , , ,00 0 0,00 0,00 0,00 0,00 CRENTES SAO RAIMUNDO , , ,60 537, ,6 55, , , ,19 DAS MANGABEIRAS SITIO NOVO , , ,00 537, ,2 47, , , ,28 SUCUPIRA DO , , ,10 260, ,215 49, , , ,68 NORTE TASSO FRAGOSO , , ,90 294, ,9 48, , , ,59 TUNTUM , , ,50 96, ,3 40, , , ,35 Totais , , , , , , ,39 Cálculo de ocupação das áreas de cerrado do Maranhão em sua parte nordestina Município ANAPURU S BARAO DE GRAJAU Área da Unidade Área estimada de cerrado Área de Cerrado Ocupada pelas Propriedades Rurais Em ha Em% Em ha Em Nº de Imóveis Em ha Em % de cerrado Reserva de 20% Reserva de Área acrescida 35% , ,10 63, , , , , ,70 60, , , ,41 14
15 BREJO , ,10 83, , , ,42 BURITI , ,70 56, , , ,46 BRAVO BURITIRAN ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 A COLINAS , ,50 63, , , ,93 FORTUNA , ,50 46, , , ,38 GOVERNA ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 DOR EDISON LOBAO LAGOA DO ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 MATO MAGALHA , ,60 47, , , ,49 ES DE ALMEIDA MATA , ,00 42, , , ,25 ROMA MILAGRES ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 DO MARANHA O MONTES , ,70 87, , , ,36 ALTOS NINA , ,20 74, , , ,23 RODRIGUE S PASSAGE , ,20 65, , , ,43 M FRANCA SANTA ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 FILOMENA DO MARANHA O SANTA , ,20 52, , , ,98 15
16 QUITERIA DO MARANHA O SANTANA ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 DO MARANHA O SÃO , ,40 48, , , ,61 BERNARD O SÃO , ,00 5, , , ,45 DOMINGO S DO MARANHA O SÃO , ,10 38, , , ,22 FRANCISC O DO MARANHA O SÃO JOAO , ,10 66, , , ,67 DOS PATOS SUCUPIRA ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 DO RIACHAO TUTOIA , ,20 177, , , ,98 URBANO SANTOS , ,60 125, , , ,64 16
Módulo introdutório de Formação dos Orientadores de Estudo INSTITUIÇÃO RESPONSÁVEL: Universidade Federal do Maranhão PERÍODO:
Módulo introdutório de dos Orientadores de Estudo 2100055 ACAILANDIA MUNICIPAL 2100105 AFONSO CUNHA MUNICIPAL 2100154 AGUA DOCE DO MARANHAO MUNICIPAL 2100204 ALCANTARA MUNICIPAL 2100303 ALDEIAS ALTAS MUNICIPAL
CÓDIGOS DO MARANHÃO. Fonte: Anexo da resolução 263 de 08/06/2001
CÓDIGOS DO Fonte: Anexo da resolução 263 de 08/06/2001 UF MUNICÍPIO CÓDIGO DE ÁREA MA AÇAILÂNDIA 99 MA AFONSO CUNHA 98 MA ÁGUA DOCE DO 98 MA ALCÂNTARA 98 MA ALDEIAS ALTAS 99 MA ALTAMIRA DO 98 MA ALTO ALEGRE
Total de homens Total de mulheres
Nome do população população 2100055 Açailândia 88.320 52.093 51.920 78.241 25.772 104.013 2100105 Afonso Cunha 4.680 3.001 2.956 3.272 2.685 5.957 2100154 Água Doce do Maranhão 9.703 6.026 5.564 3.124
UF Município Micro-Região Classificação Tipo
MA Açailândia Imperatriz Média Renda Inferior Estagnada MA Afonso Cunha Coelho Neto Baixa Renda Estagnada MA Água Doce do Maranhão Baixo Parnaíba Maranhense Baixa Renda Estagnada MA Alcântara Litoral Ocidental
Ensino Médio TEMPO INTEGRAL (3) Rural. Urbana
ANUAL DO FUNDO, POR ENTE GOVERNAMENTAL - - MARANHÃO ACAILANDIA 0,0 1.043,3 7.708 3.508 4.099 1.992 0 0,0 0,0 0,0 108,0 1.016,7 0,0 0,011396201009 18.898.740,41 AFONSO CUNHA 0,0 119,3 450 533 441 123 0
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