Efeitos Biológicos do Ultra-som Terapêutico
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- Júlio Barateiro Molinari
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1 Painel Setorial de Equipamentos de Fisioterapia por Ultra-som Efeitos Biológicos do Ultra-som Terapêutico Prof. Dr. Rinaldo R J Guirro Programa de Pós-graduação em Fisioterapia Universidade Metodista de Piracicaba
2 Aplicação Clínica
3 Recursos Eletro-Foto-Térmicos Ultra-som Estimulação elétrica Laser Ultra-violeta Ondas Curtas Micro-ondas
4 Efeito Biológico X Tecnologia
5 Publicações Equipamentos Usados Nacionais GUIRRO, R.; SERRÃO, F.; ELIAS, D. BUCALON, A.J. Calibration of Therapeutic Ultrasound Equipment. Physiotherapy, 83 (8), , Equipamentos Nacionais Novos GUIRRO, R; SANTOS, S.C.B. Evaluation of the acoustic intensity of the new equipment of therapeutic ultrasound. Ultrasonics, (39) , 2002.
6 Efeito Biológico X Parâmetros Absorção da energia Freqüência da terapia Intensidade do ultra-som Tempo de aplicação
7 Energia Aplicada E = P x t Onde: E Joule P Watts T - Segundos
8 Teste da Cavitação
9 Seleção da Intensidade Ação terapêutica Área a ser irradiada Profundidade do tecido Tempo de aplicação Freqüência do ultra-som Regime do pulso
10 Relação Intensidade X Potência Intensidade (Wcm -2 ) Potência (W) (ERA de 4.0 cm 2 ) Contínuo P 1/1 P 1/4 P 1/
11 Formação e Capacitação O profissional deve ter boa formação acadêmica A responsabilidade do profissional na aquisição e manutenção dos equipamentos
12 US - Mecanismos de Interação Efeito Térmico Efeitos Mecânicos Cavitação Estável Força de Radiação Microfluxo Acústico
13 Literatura Dyson et al. (1968) - tecido de reparação Drastichová (1973) - resistência da pele Pospisilová (1976) - tecido conjuntivo Harvey et al. (1978) - síntese de fibroblastos Dyson & Suckling (1978) - cicatrização ulceras Hogan et al. (1982) - fluxo sanguíneo em tecidos cronicamente isquêmicos Alves (1988) - queimados Fyfe & Chall (1982) - liberação dos grânulos mastócitos
14 Literatura Hilário (1993) - cicatrização de ulceras Guirro et al. (1994) - resistência tênsil muscular Guirro et al. (1998) - osteogênese Guirro et al. (1999) - inibição bacteriana Ronano (2001) - Cicatrização tendão Crisci (2001) - Regeneração nervosa Robertrson e Backer (2001) Revisão da eficiência do US Amâncio (2003) - Melhora do enxerto cutâneo
15 Bioefeitos do ultra-som Condução nervosa Moore et al. (2000) US contínuo (C) e pulsado (P 50%) e placebo 1 e 3 MHz, 1W/cm 2, 8 minutos Alteração da latência sensitiva e motora do nervo mediano relacionada aos efeitos térmicos.
16 US - Efeito Térmico Draper et al. (1995)
17 US - Efeito Térmico Draper et al. (1997)
18 Bioefeitos do ultra-som Temperatura Holcomb e Joyce (2003) diferentes equipamentos - temperatura intramusculares diferentes. Merrick et al. (2003) 6 voluntários saudáveis 24 e 48 hs - 3 equipamentos diferentes (aplicação aleatória) - parâmetros iguais (3 MHz, 1,5 W/cm 2, 10 min, área). diferentes alterações de temperatura em diferentes modelos de equipamentos.
19 Bioefeitos do ultra-som Temperatura Gallo et al. (2004) músculo gastrocnêmio (US Contínuo e Pulsado) delineamento (crossover) parâmetros P (3 MHz, 1,0 W/cm 2, 50% duty cycle, 10 min) C (3 MHz, 0,5 W/cm 2, 10 min) não há diferença da temperatura entre Contínuo e Pulsado
20 Bioefeitos do ultra-som Temperatura Draper, Castel e Castel (1995) Relação direta entre a intensidade e aumento da temperatura tecidual Cameron (1999) Hayes et al. (2004) 3 MHz aquece mais que 1MHz
21 Bioefeitos do ultra-som Tecido Conjuntivo Draper et al. (1998) Sujeitos (n=40) US (3 MHz, 1,5 W/cm 2, 7 min; tríceps sural) Periodicidade de 2 x dia (5 dias) incremento da maleabilidade articular
22 US - Efeitos Terapêuticos Dependem da fase de reparação - inflamação aguda - Inflamação subaguda (proliferação celular) - inflamação crônica (remodelamento) Dyson (1988)
23 US - Fase Inflamatória Aguda Acelera a resposta inflamatória Aumenta a permeabilidade das membranas Aumento do influxo de cálcio nos mastócitos Estimula a liberação de grânulos dos mastócitos Liberação de histamina e heparina Liberação de serotonina e fatores de lesão Aumento do tecido de granulação
24 US - Fase Subaguda Proliferativa Proliferação de fibroblastos e cels.endoteliais Abreviação do processo inflam atório polim orfonucleares m ononucleares Neoform ação de vasos Aum ento da síntese de colágeno
25 US - Fase Crônica - Remodelamento Melhora nas propriedades m ecânicas do tecido - aumento da resistência à tração Melhora da elasticidade - aumento da extensibilidade do tecido colágeno - produz uma reação inflamatória suave
26 US - Efeitos Biológicos Aumento na circulação sanguínea Relaxamento muscular Aumento na permeabilidade da membrana Aumento da regeneração ou reparação Aumento da resistência do tecido conjuntivo Redução da dor Aumento do metabolismo celular Efeito esclerolítico Aumento da temperatura
27 Efeitos Biológicos O que é necessário para atingir os Efeitos Biológicos na prática clínica? Boa formação dos profissionais; Ações de Educação e Fiscalização pelas Entidades de Classe; Certificação dos Equipamentos / Empresas; Atualização dos equipamentos disponíveis nas clínicas / consultórios; Remuneração compatível com o serviço prestado.
28 OBRIGADO
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