STORYTELLING. Paulo Stenzel
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- Patrícia Maria de Belem Sá Faro
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1 STORYTELLING Paulo Stenzel
2 QUANDO ESTA SESSÃO TERMINAR, TEREMOS ESCRITO UMA HISTÓRIA. MAS ANTES
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4 STORYTELLING, A MAIS ANTIGA NOVIDADE DO MUNDO. Cultura oral - desde que o homem desenvolveu a linguagem anos; Necessidade de preservar e de construir uma identidade: religião e mitologia; Motivação e inspiração antes de guerras e de batalhas; Transmissão de cultura através de lendas. STORYTELLING - Paulo Stenzel
5 PESSOAS GOSTAM DE HISTÓRIAS Independe de culturas, é da natureza humana. STORYTELLING - Paulo Stenzel
6 O CONCEITO ESTÁ BANALIZADO Storytelling virou buzzword, tem sido mal utilizado e mal tratado. STORYTELLING - Paulo Stenzel
7 PORQUÊ UTILIZAR STORYTELLING? A retenção de uma informação é maior quando associamos significados emocionais a elementos técnicos por meio de um contexto. Quem tenha visto o filme O Náufrago terá uma forma diferente de ver uma bola da marca Wilson quando comparado a quem nunca tenha visto este filme. Um facto tem 20 vezes mais chances de ser recordado se estiver associado a uma história. Histórias criam ligações emocionais. STORYTELLING - Paulo Stenzel
8 STORYTELLING O que é e o que não é história?
9 PARA HAVER HISTÓRIA, É PRECISO HAVER CONFLITO Um homem numa cabine telefónica não é uma história. História é o homem encurralado, por um atirador, numa cabine telefónica. STORYTELLING - Paulo Stenzel
10 Não há história: O rei fará um discurso. Há história: O rei fará um discurso onde terá de vencer a própria gaguez. Não há história: O homem acordou. Há história: O homem acordou e descobriu que se tinha transformado num inseto.
11 NARRATIVA A jornada do herói Joseph Campbell
12 QUAL É O FILME? Vida normal até que é interrompida pelo chamado à aventura; Resiste ao chamado; Encontra um mentor e aceita a missão; Enfrenta problemas; Prepara-se para uma grande mudança; Supera os obstáculos; Retorna à sua vida e inspira os demais. STORYTELLING - Paulo Stenzel
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15 ISTO É TUDO MUITO BONITO, MAS, E AGORA, COMO É QUE EU APLICO À MINHA MARCA? STORYTELLING - Paulo Stenzel
16 STORYTELLING Entretenimento vs. Negócios
17 ENTRETENIMENTO NEGÓCIOS COMBO Cria-se uma verdade imaginária e plausível e a audiência aceita entrar no jogo. Procuram-se factos concretos e mensuráveis e, então, a audiência concorda, discorda ou considera. Cria-se uma verdade imaginária, mas que tenha pontos de contato com os factos concretos da marca. A audiência entra no jogo para, só depois, concordar, discordar ou considerar.
18 STORYTELLING As histórias vendem?
19 #BUYMYVITARA - SUZUKI VITARA '96 FOR SALE +5,5M de visualizações. + 2 M de propostas.
20 STORYTELLING Quando a coisa é a personagem
21 CURIOSITY
22 PET ROCK By Gary Dahl. U$1.5 M entre Dezembro de 1975 e Fevereiro de 1976
23 IKEA LAMP - SPIKE JONZE
24 STORYTELLING Na comunicação
25 As grandes ideias nascem quando a verdade das pessoas encontra a verdade das marcas. - Leo Burnett
26 As pessoas não partilham marcas, elas partilham histórias. -Plágio
27 Temos storytelling sempre que criamos uma narrativa da marca.
28 Isto é storytelling.
29 Isto também é storytelling.
30 ISTO NÃO É STORYTELLING Não permite uma narrativa. A comunicação encerra-se por si. A mensagem é curta e objetiva. Estes anúncios também são necessários. Mas, definitivamente, não são storytelling.
31 ALGUNS CASOS De sucesso, quase sucesso e de tiros nos próprios pés
32 QUANDO O PÚBLICO DESCOBRE QUE NÃO É BEM ASSIM
33 QUANDO O PÚBLICO DESCOBRE QUE NÃO É NADA ASSIM
34 EXPLORAR O UNIVERSO DA MARCA. Uma boa história com a marca nem sempre é a história da própria marca.
35 INDIVIDUALIZAR É MELHOR QUE GENERALIZAR. As estatísticas não criam empatia, as pessoas, sim.
36 NÃO SE LEVE DEMASIADO A SÉRIO. Há mais capacidade de abstração entre a marca e o público do que julga o marketing.
37 NÃO TEM DE SER BARATUCHO SÓ POR SER ONLINE. A qualidade do conteúdo online tem aumentado. E a capacidade crítica do público também.
38 VAMOS TRABALHAR.
39 PARA ESCREVER A TAL HISTÓRIA: Escolham um facto no jornal; Transformem o facto em história; Criem uma personagem instigante; Estruturem a história com uma ação, uma reação e uma transformação final (Jornada do Herói); Comecem a pensar pelo fim; A cada acontecimento, perguntem: como assim? ; Não subestime a influencia de uma única palavra bem ou mal escolhida; Conheçam as especificidades do meio e do público para os quais estão a escrever.
40 BOM TRABALHO!
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