Meio Ambiente & Sociedade
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- Bernardo Aleixo Paiva
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1 Meio Ambiente & Sociedade Quinta feira 08 de setembro de 2011 Módulo III: Espaço, Região, Lugar e Paisagem
2 O objetivo de nossa aula hoje é apresentar alguns conceitos balizadores da ciência geográfica, sempre em interface com o meio ambiente: são as categorias geográficas de espaço, região, lugar e paisagem. O ambiente e o território são outras categorias. A primeira analisamos na aula passada. E o território, com seus desdobramentos, será objeto de uma aula à frente.
3 As categorias geográficas em tela, enquanto áreas de conhecimento, possuem uma interface importante na relação do homem com o meio, aqui entendido como o meio ambiente, ou mesmo o entorno natural onde ocorre a vida. Vamos iniciar com o espaço.
4 ESPAÇO Sob uma perspectiva física, o espaço é concreto ou físico, que se insere na interface litosferahidrosfera-atmosfera. O espaço constitui-se, desta forma, no espaço de todos os seres vivos (incluindo o ser humano), espaço este formado a 4,5 bilhões de anos. Desde então acumularam-se mudanças profundas.
5 ESPAÇO Até os anos 1950 os geógrafos trabalhavam com o conceito de superfície terrestre, com destaque para a região, a paisagem e o território. O conceito de espaço não era central. A partir de então, com a geografia quantitativa, o conceito de espaço tornou-se central, especialmente na geografia humana.
6 Esta corrente definia a geografia como a ciência que estuda a organização espacial. Focava na lógica que estabelece os padrões de distribuição espacial dos fenômenos, além das relações que conectam pontos diferentes do espaço. ESPAÇO
7 ESPAÇO Era necessário entender a lógica do comportamento dos agentes sociais, e desta forma explicar a localização das atividades humanas e os fluxos de pessoas, mercadorias e informações que conectam os diferentes pontos de interesse.
8 ESPAÇO A partir de meados dos anos 1970 o conceito de espaço foi totalmente redefinido pela geografia crítica. Esta corrente afirmava que o espaço era uma instância social, assim como a cultura, a política e a economia. Como produto social, o espaço era capaz de refletir os processos e conflitos, influenciando-os.
9 ESPAÇO Para alguns geógrafos críticos (Milton Santos, Ruy Moreira, David Harvey, entre outros), o objeto de estudo da geografia é o espaço. O espaço concebido de forma humanizada e politizada, tal qual uma instância social.
10 ESPAÇO O espaço, enquanto categoria geográfica, é encarado como "uno e múltiplo". Conforme o conceito de Milton Santos (1997), o espaço geográfico constitui "um sistema de objetos e um sistema de ações. SANTOS, M. A Natureza do Espaço. Técnica e Tempo. Razão e Emoção. 2º Edição. São Paulo: Hucitec, l997.
11 ESPAÇO Tais sistemas não são considerados de forma isolada, mas num contexto singular, no qual ocorre a história, ou no qual a realidade acontece. Ainda segundo Santos, o espaço é formado por um conjunto indissociável, solidário e, por vezes, contraditório.
12 A natureza era selvagem no começo. ESPAÇO Era formada por objetos naturais que, ao longo da história, são substituídos por objetos fabricados, objetos técnicos, mecanizados. E, na atualidade, substituídos por objetos cibernéticos. Isto faz com que a natureza, artificializada, funcione como uma máquina.
13 Percebe-se, desta forma, que na concepção de espaço se desdobram outras categorias analíticas, que produzem outros significados, quando levados em consideração: a natureza, a sociedade e o ESPAÇO tempo.
14 ESPAÇO O espaço constitui, portanto, uma categoria central na geografia, é seu próprio objeto. A concepção de espaço admite uma percepção de espaço absoluto, espaço receptáculo, espaço continente, lugar de ocorrência dos fenômenos etc. Possui, desta forma, dimensões específicas: é demarcável, delimitável, localizável, de forma absoluta. A cartografia de base, associada à localização absoluta (coordenadas geográficas), tornou-se o suporte desta concepção.
15 ESPAÇO Num contexto dialético, David Harvey (1980) concebe o espaço, ao mesmo tempo, absoluto (com existência material), relativo (como relação entre objetos) e relacional (espaço que contém e que está contido nos objetos). HARVEY, D. A Justiça Social e a Cidade. São Paulo: Hucitec, 1980
16 ESPAÇO Explicando: O objeto existe somente na medida em que contém e representa dentro de si próprio as relações com outros objetos. Importa também considerar que, para Harvey, o espaço não é nem um, nem outro em si mesmo, podendo transformar-se em um ou outro, dependendo das circunstâncias.
17 ESPAÇO Muitos autores trabalham as diferentes perspectivas do espaço. Santos(1982) se refere ao espaço como a acumulação desigual de tempos, o que significa conceber espaço como heranças. Num mesmo espaço verificam-se tempos diferentes, tempos tecnológicos diferentes. Disto resulta inserções diferentes do lugar no sistema ou na rede mundial (mundo globalizado). Resultam também diferentes ritmos e coexistências nos lugares.
18 ESPAÇO Percebido o espaço, vamos explorar o conceito de região
19 REGIÃO Uma região pode ser qualquer área geográfica, delimitada em diversas escalas, cujo contorno forme uma unidade distinta com características determinadas, como se fosse um recorte temático do espaço. De uma forma geral, uma região costuma ser menor que um país. Ou abranger vários países.
20 Origem do termo: REGIÃO A noção de Região está ligada à Europa Ocidental e Meridional dos séculos XVIII e XIX (sociedades préindustrializadas ou em vias de industrialização). Neste contexto haviam compartimentos do espaço, a Europa estava fechada, em termos de produção/consumo, dialetos lingüísticos, grupos étnicos, organização social e, basicamente, caracterizadas por atividades rurais.
21 REGIÃO Essas regiões européias encontravam-se isoladas umas das outras, apresentando características de homogeneidade. Assim entendendo, o mapa da Europa era um grande MOSAICO DE REGIÕES. NESTE SENTIDO A REGIÃO ASSUME UMA IDENTIDADE: UMA ENTIDADE IDEOGRÁFICA. ESTA ENTIDADE IDEOGRÁFICA NÃO ERA CAPAZ DE SE REPRODUZIR EM OUTRAS PARTES DO MUNDO.
22 REGIÃO As regiões com aspectos semelhantes podiam ser, na melhor das hipóteses, agrupadas com designações bem amplas, mas sem significado especifico: REGIÕES TROPICAIS, REGIÕES MEDITERRÂNEAS, REGIÕES TEMPERADAS, REGIÕES DE DESÉRTICAS ETC.
23 REGIÃO Nos dias de hoje, podemos destacar quatro abordagens para classificação regional: HOMOGENEIDADE DOS LUGARES, a região com características mais homogêneas. Critério utilizado em programas de Governo; POLARIZAÇÃO DA REGIÃO, em regra quando contém um lugar urbano central, por exemplo, em programas de desenvolvimento, como a Zona Franca de Manaus;
24 PLANEJADA, quando é politicamente orientada, por exemplo, sob o critério de expansão de uma atividade, como a fronteira agrícola; REGIÃO SISTEMA ABERTO, sendo aquela em que estabelece relações entre todos os elementos de uma dada região, numa visão dinâmica, por exemplo, na definição de Sistema Ambiental utilizados no Zoneamento Ecológico Econômico.
25 REGIÃO é considerado o espaço no qual estão imbricadas dialeticamente formas especiais de luta de classes: o econômico e o político. Estes se fundem e assumem uma forma especial refletida no produto social e nas interações com o meio ambiente. REGIÃO
26 Existem ainda, quanto à região: REGIÃO O Estudo Regional que enfatiza os aspectos rurais (entre outros) de uma determinada área; O Estudo Regional dedicado a aspectos históricos, cujo destaque está no processo de povoamento; O Estudo Regional com foco na questão urbana, onde a cidade é colocada como a mola propulsora do desenvolvimento de deterninada região; O Estudo Regional com ênfase no aspecto tecnocrático, ou seja, preocupado com o desenvolvimento social e espacial.
27 REGIÃO As regiões já foram entendidas como sínteses de elementos físicos e sociais em integração, conforme uma abordagem da geografia tradicional. O foco central era a descrição da paisagem. Neste sentido a região era uma paisagem diferenciada. O geógrafo clássico com mais destaque no estudo da região foi Paul Vidal de La Blache.
28 REGIÃO No que tange à abordagem quantitativa da geografia, a região era pensada como uma divisão de área, cuja definição partia de critérios de homogeneidade e/ou de relações funcionais. Por exemplo, os belts ou cinturões da agricultura norte-americana (cinturão do trigo, cinturão do milho etc.). No tocante às regiões de influência as cidades são exemplos de regiões funcionais.
29 REGIÃO A região, abordada pela geografia humana, é concebida com base em critérios econômicos e políticoadministrativos. Também é vista como espaço de identidade e de pertencimento. Desta forma a região é um espaço mais amplo do que o lugar e onde vivem as pessoas com as quais um determinado indivíduo se identifica. Por exemplo, um nordestino (nascido e criado na região nordeste) tende a crer que os nordestinos têm um jeito próprio de ser, assumindo a região como o espaço em que vivem pessoas iguais a ela, mesmo que não conheça todo o nordeste.
30 REGIÃO De acordo com a geografia crítica a região passou para um plano secundário. Os geógrafos críticos se identificam mais com os conceitos de espaço e território. Geógrafos como Yves Lacoste e Soja procuraram trabalhar as questões regionais destacando uma perspectiva mais crítica.
31 REGIÃO Milton Santos, também, elaborou uma proposta de regionalização do território. Em virtude da crise do planejamento regional, à partir dos anos 1980, o conceito de região não tem sido muito trabalhado pela geografia e nem pela economia regional. Hoje o conceito mais usado é o de território.
32 REGIÃO Vamos examinar agora o conceito de lugar
33 LUGAR O lugar é um conceito operacional em Geografia. Tendo por base a cartografia, o lugar torna-se o espaço geográfico na escala local: é a dimensão pontual. Por longo tempo o lugar foi tratado na Geografia como único e auto- explicável.
34 LUGAR O lugar mais recentemente - é resgatado na Geografia como conceito fundamental. Passa a ser analisado de forma mais abrangente.
35 LUGAR Lugar, desta forma, constitui a dimensão da existência. Manifesta-se através de cotidianos compartilhados entre diversos atores: pessoas, empresas e instituições, em permanente cooperação e conflito. Nesta perspectiva o lugar é a base da vida (Milton Santos, 1997).
36 O conceito de lugar se relaciona ao da existência, vez que induz um tratamento geográfico ao mundo vivido (Milton Santos, 1997). LUGAR Este tratamento assume diferentes dimensões. Por um lado o lugar dá espaço para uma visão subjetiva vinculada a percepções emotivas. É o caso do sentimento topofílico (experiências felizes), conforme Yu-Fu Tuan (1975).
37 Por outro lado, o lugar abarca as respostas e experiências que registramos sobre o ambiente no qual vivemos, o que nos leva a compreender o lugar através de nossas necessidades existenciais: localização, posição, mobilidade, interação com os objetos e/ou com as pessoas. É o nosso estar no mundo, a partir do lugar como espaço de existência e coexistência. LUGAR
38 LUGAR O lugar também pode ser trabalhado na perspectiva de um mundo vivido, levando em conta outras dimensões do espaço geográfico (Santos, 1997), tais quais: os objetos, as ações, a técnica e o tempo. SANTOS, M. A Natureza do Espaço. Técnica e Tempo. Razão e Emoção. 2º Edição. São Paulo: Hucitec, l997.
39 LUGAR Resulta dessas dimensões sua visão de mundo vivido local global. Para Santos as relações de ordem objetiva em articulação com relações subjetivas são expressões do lugar, enquanto as relações verticais resultam do poder hegemônico, que estão imbricadas com relações horizontais de coexistência e resistência. Razão porque o lugar tem forte expressão no contexto atual da Geografia.
40 LUGAR Passamos ao conceito de paisagem
41 PAISAGEM Numa visão clássica, a paisagem seria a expressão materializada das relações do homem com a natureza em determinado espaço. O limite da paisagem estava diretamente relacionada à possibilidade visual. Ou seja, paisagem é o que está diante dos olhos.
42 PAISAGEM Para outros estudiosos, a paisagem era concebida como o conjunto das interações homem e meio, analisada em duas possibilidade: forma (configuração) e funcionalidade (interação de fatores geográficos, incluindo a economia e a cultura humana).
43 A paisagem é algo além do visível. PAISAGEM É o resultado de um processo de articulação entre elementos. Assim, a paisagem pode ser estudada sob a perspectiva exclusivamente natural (paisagens naturais) ou sob a perspectiva humana (paisagens culturais).
44 PAISAGEM A paisagem é proposta como o "resultado sobre uma certa porção do espaço, da combinação dinâmica e, portanto, instável dos elementos físicos, biológicos e antrópicos que, interagindo dialeticamente uns sobre os outros, fazem da paisagem um conjunto único e indissociável em contínua evolução (Bertrand, 1968). BERTRAND, G. Paisage y Geografia Física Global. In MENDOZA, J.G.; JIMINES, J.M. y CANTERO, N. O. (Orgs) El pensamiento geográfico. Estudio interpretativo y antologia de textos (de Humboldt a las tendências radicales). Madrid: Alianza Editorial, 1982.
45 PAISAGEM Por sua vez Santos (1997) concebe paisagem como a expressão materializada do espaço geográfico, interpretando-a como forma. Neste sentido considera paisagem como um constituinte do espaço geográfico (sistema de objetos). "Paisagem é o conjunto de formas que, num dado momento, exprimem as heranças que representam as sucessivas relações localizadas entre o homem e a natureza". Ou ainda, a paisagem se dá como conjunto de objetos reais concretos.
46 PAISAGEM Sob esta perspectiva paisagem e espaço se diferenciam: paisagem é "transtemporal" juntando objetos passados e presentes, uma construção transversal juntando objetos; espaço é sempre um presente, uma construção horizontal, uma situação única.
47 Ou ainda: PAISAGEM Paisagem é um sistema material, nessa condição, relativamente imutável. Espaço é um sistema de valores, que se transforma permanentemente.
48 PAISAGEM A paisagem pode ser percebida como um conceito operacional. Ou seja, nos permite analisar o espaço geográfico sob uma conjunção de elementos naturais e tecnificados, sócioeconômicos e culturais.
49 PAISAGEM Analisando o conceito de paisagem é possível concebê-la enquanto forma (formação) e funcionalidade (organização). Não obrigatoriamente entendendo forma funcionalidade como uma relação de causa e efeito. Mas percebendo a paisagem como um processo de constituição e reconstituição de formas, em plena conjugação com a dinâmica social.
50 PAISAGEM Mais longe, a paisagem pode ser analisada como a materialização das condições sociais de existência. Nela poderão persistir elementos naturais ou a natureza artificializada. O conceito de paisagem privilegia a coexistência de objetos e ações sociais, manifestada na sua face econômica e cultural.
51 SEGUNDO E TERCEIRO MOMENTO
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