INFECÇÕES GASTROINTESTINAIS
|
|
|
- Davi Canejo Desconhecida
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Ciências Farmacêuticas Disciplina de Microbiologia Básica - Integral INFECÇÕES GASTROINTESTINAIS Diarreia e Alimentos Contaminados André Cruz Amantea Artur Caminero Gomes Soares Daniele Ho Giovanna Girardelli Batista Isabella Paulino Otvos Victor Barbosa Tohmé Willian Maranhão
2 Trato GastroIntestinal (TGI) Superior: boca, faringe, esôfago e estômago Inferior: intestino delgado e intestino grosso Anexos: fígado, pâncreas, glândulas salivares
3 Trato GastroIntestinal (TGI) Função: Suprir a digestão dos alimentos Promover a absorção de água, eletrólitos e nutrientes Promover a eliminação de resíduo alimentar não digerido, células descamadas e substâncias secretadas na luz do intestino.
4 A microbiota intestinal Nº células microbianas são encontradas ao longo do TGI: 100 trilhões (10 14) Composta de a espécies diferentes Mutualismo Formação de uma barreira sobre o epitélio intestinal Metabolização e aquisição de nutrientes e outras substâncias Desenvolvimento do sistema imune Compete contra bactérias patogênicas por espaço, nutrientes, receptores do hospedeiro
5 Enterobacteriaceae O lipopolissacarídeo (LPS) termoestável é o principal antígeno da parede celular e consiste em três componentes: o polissacarídeo O somático mais externo, um polissacarídeo central comum a todas as Enterobactericeae (antígeno comum de enterobactéria) e o lipídio A. O polissacarídeo central é importante para a classificação do microrganismo como um membro da família Enterobacteriaceae; o polissacarídeo O é importante para a classificação epidemiológica das cepas dentro da espécie; e o lipídio A, componente do LPS, é responsável pela atividade endotóxica, um importante fator de virulência.
6 Enterobacteriaceae A classificação epidemiológica (sorológica) das Enterobacteriaceae se baseia em três principais grupos de antígenos: o polissacarídeo O somático, o antígeno capsular (K) (polissacarídeos tipo-específicos) e as proteínas flagelares (H).
7 Escherichia coli É uma bactéria Gram-negativa, mesófila (temperatura ótima 39 C), neutrófila (ph ótimo entre 6 e 7) e não halófila (cresce em baixas concentrações de sal). Pode ser cultivada em meio Ágar MacConkey, EPM, Mili e Agar Citrato de Simons. A bactéria E. coli é encontrada normalmente na microbiota do cólon, em humanos e outros animais. Patogênica: Em imunocomprometidos ou em casos de comprometimento da barreira intestinal epitelial. Existem clones de E. coli com fatores de virulência que permitem maior adaptação a novos nichos, alterando a composição da microbiota.
8 Escherichia coli - Relação Mutualística Todo o filo Gammaproteobacteria, do qual E. coli faz parte, representa menos de 1% das bactérias intestinais. Escherichia pode desempenhar um papel nutricional no trato intestinal, pela síntese de vitaminas, particularmente vitamina K. Por sua natureza aeróbia facultativa, esse organismo provavelmente também auxilia no consumo de oxigênio, tornando o intestino grosso anóxico. Linhagens selvagens de Escherichia raramente apresentam exigências em relação a qualquer fator de crescimento, sendo capazes de crescer a partir de uma grande variedade de fontes de carbono e energia, como açúcares, aminoácidos, ácidos orgânicos e assim por diante.
9 Infecções gastrointestinais causadas por E.coli A maioria das linhagens de Escherichia coli não é patogênica (como Escherichia coli K-12), sendo membros comuns da microbiota entérica do colo de seres humanos; Poucas linhagens são potenciais patógenos, sendo estas linhagens patogênicas agrupadas com base no tipo de toxina que produzem e nas doenças específicas que acarretam (como a linhagem O157:H7 (EHEC)); Com a ingestão de bactérias patogênicas (ou suas enterotoxinas), estas passam a colonizar o intestino e causar danos ao hospedeiro;
10 Infecções gastrointestinais causadas por E.coli A transmissão da doença ocorre normalmente pela rota fecal/oral, por meio de alimentos e água contaminados. Entre os sintomas mais comuns estão a diarreia (fezes anormais (líquidas), caracterizada por evacuações frequentes e envolve perda aumentada de fluidos e eletrólitos), disenteria (distúrbio inflamatório do TGI associado com sangue e pus nas fezes e acompanhado por sintomas de dor, febre, cólicas abdominais), náuseas, vômito e desconforto abdominal.
11 Infecções gastrointestinais causadas por E.coli
12 Infecções gastrointestinais causadas por E.coli As doenças alimentares de origem bacteriana são bastante subnotificadas no Brasil! As bactérias da família Enterobacteriaceae são responsáveis por 95% dos casos das infecções! A E. coli, encontrada em alimentos e água, é indicadora de contaminação fecal. A E. coli pode causar 5 tipos de infecções diferentes diarreiogênicas, que diferem no mecanismo de patogenicidade!
13 Áreas em desenvolvimento são as mais afetadas ( América do Sul, África e Ásia) Surtos de diarréias são esporádicos e sua incidência é variável em todo mundo, aflorando em locais com condições sanitárias precárias.
14 A diarréia em crianças pode ser severa e prolongada, com elevada percentagem de casos fatais; uma taxa de 50% de letalidade tem sido relatada nos países em desenvolvimento. No Brasil a incidência é 30% em crianças pobres abaixo dos 6 meses
15
16 Patótipos Escherichia coli E.coli Enterotoxigênica Enteropatogênica Enteroinvasiva Enterohemorrágica Enteroagregativa
17 Transmissão: contaminação oral-fecal Manifestação clínica: diarreia aquosa, não sanguinolenta, com ou sem febre. Epidemiologia: diarreia infantil em países em desenvolvimento (subnutridas, E.coli Enterotoxigênica (ETEC) desnutridas, lactentes, fatal); causa comum da diarreia do viajante ( Viajar expande a mente e relaxa o intestino, causada também por Shigella, Salmonella, vírus, protozoários, parasitas), ETEC causa bacteriana mais comum Fator de virulência: fímbrias (fatores de colonização antigênica) se aderem no epitélio intestinal; produzem enterotoxinas estáveis ao calor (cepas ST, STa e STb) e enterotoxinas sensíveis ao calor (cepas LT, LTI e LTII), não invasiva
18 Prevenção -contra-colera-oferece-cobertura-adicional-para-e-coli-enterotoxigenica.aspx
19 Mecanismo da ETEC No lúmen intestinal a ETEC se adere ao epitélio intestinal através da produção de fatores de colonização (CF). Enterotoxinas sensíveis ao calor (LT, heat-labile enterotoxin)) ativa a adenilato ciclase aumentando camp, ativa PKA, fosforila CFTR, libera cloreto. Enterotoxina estável ao calor (ST, heat-stable enterotoxin) ativa guanilato ciclase aumentando GMP, ativa PKA, fosforila CFTR e libera cloreto. A saída excessiva de cloreto favorece a saída de sódio (manter neutralidade) e de água (osmose) para o lúmen intestinal caracterizando a desidratação.
20 E.coli Enterotoxigênica (ETEC) Defesa inespecífica do organismo: acidez gástrica (HCl), motilidade do intestino delgado e população da microbiota. Defesa específica: as informações ainda são superficiais, IgA (mucosas, é passado para o neonato via aleitamento) dirigida contra antígenos da superfície. Controle: PREVENÇÃO da ETEC (bons hábitos de higiene, saneamento básico, lavar alimentos), amamentação de lactentes (principalmente onde ETEC é endêmico) Tratamento: reposição de fluidos e eletrólitos por via oral e intravenosa, uma vez instalada a diarreia, o tratamento com antibióticos em casos graves da doença mas deve ser feito com cautela (resistência a antibióticos).
21 Tratamento A maioria das pessoas infectadas se recuperará dentro de alguns dias, sem exigir nenhum tratamento específico. As fluoroquinolonas (quinolona de 2ªgeração) demonstraram ser uma terapia eficaz. As quinolonas (bactericida) agem na DNA-girase (topoisomerase II) Tomar antibióticos para prevenir a infecção por ETEC geralmente não é recomendado. (Resistência a quinolona = alteração na enzima DNA-girase, bomba de efluxo, mudança na permeabilidade) A ETEC é frequentemente resistente a antibióticos comuns, incluindo trimetoprim-sulfametoxazol e ampicilina.
22 Patótipos Escherichia coli E.coli Enterotoxigênica Enteropatogênica Enteroinvasiva Enterohemorrágica Enteroagregativa
23 Escherichia coli enteropatogênica (EPEC) Inicialmente, todas as cepas de E. coli que induzem diarréia foram nomeadas como E. coli enteropatogênicas (EPEC). Estudos posteriores permitiram que as E. coli enteropatogênicas fossem classificadas em diferentes grupos de acordo com seus mecanismos de infecção e fatores de virulência produzidos (Kaper, 1994).
24 Escherichia coli enteropatogênica (EPEC) Fator de virulência: Fímbrias formadoras de feixes, com efeito de fixação e ofuscamento (BfpA (EAF+ ), EspB ) Mecanismo: Possuem plasmídeos com genes que codificam um fator de aderência (adesão à mucosa intestinal) e depois de aderida a bactéria destrói as microvilosidades.
25 Mecanismo da EPEC 1- EPEC expressa em sua superfície as adesinas BfpA (Subunidade A dos pili formadores de feixe de EPEC), a adesina intimina e filamentos curtos de EspA (Proteína A secretada de EPEC). 2- As células bacterianas se aderem ao epitélio intestinal através dos filamentos de BfpA e EspA, e o sistema de secreção do tipo III transloca Tir (receptor translocado de intimina) e outras proteínas efetoras para o citoplasma. As proteínas efetoras ativam vias de sinalização que levam a alteração do citoesqueleto e perda das microvilosidades locais.
26 Mecanismo da EPEC 3- Os filamentos de EspA são perdidos da superfície bacteriana, a intimina se liga ao Tir resultando na ligação íntima, com acúmulo de actina na interface com a bactéria. Na última fase, ocorre a formação do pedestal típico da lesão de adesão e desvanecimento (A/E) causada pela grande quantidade de elementos do citoesqueleto no local da adesão por EPEC. 4- Ao final, esse processo leva a perda eletrolítica e eventual morte celular
27 Mecanismo da EPEC
28 Defesa específica: EPEC Defesas Resposta imune contra EPEC e EHEC é detectada no leite de lactantes com a presença de altos níveis de anticorpos IgA contra as proteínas EspA, EspB, intimina e BfpA. Também foram detectados, no soro de crianças, altos níveis de anticorpos IgG anti-espa, EspB, intimina, BfpA e Tir. Anticorpos anti-bfpa e anti-espb também foram encontrados em fezes de crianças
29 Controle: EPEC O que fazer? Notificação de Surtos Encorajamento de mães a amamentarem seus filhos até 6 meses de idade Orientações quanto ao preparo e higiene rigorosa de mamadeiras e outras refeições Lavagem rigorosa das mãos Cuidados com equipamentos como termômetros nos centros médicos e maternidades Cuidados com a água do banho do bebê...
30 Patótipos Escherichia coli E.coli Enterotoxigênica Enteropatogênica Enteroinvasiva Enterohemorrágica Enteroagregativa
31 Escherichia coli Enteroinvasiva (EIEC) Semelhante à Shigella ssp. Sintomas: colite inflamatória, diarreia aquosa, febre, mal estar, semelhante a ETEC Penetra pela célula M do intestino Apoptose do macrófago Invasão pela membrana basolateral da célula epitelial
32 Mecanismo da EIEC Invadem enterócitos por endocitose, seguida de lise do endossomo. Multiplicação intracelular Movimentação dentro do citoplasma, mediado pela nucleação com actina celular (polimeriza em um só sentido), com formação de protusões, em direção à célula epitelial adjacente Possui um plasmídeo de virulência que codifica um sistema de secreção de tipo III e uma proteína de membrana externa de 120 kda chamada IcsA, que induz a polimerização da actina e forma protusões.
33 Escherichia coli enteroinvasiva (EIEC) Este sistema de secreção de tipo III secreta múltiplas proteínas, como IpaA, IpaB, IpaC e IpgD, que medeiam os eventos de sinalização epitelial, rearranjos do citoesqueleto, absorção celular, lise de vacuolo endocítico, etc. Aerobactina: captação de ferro Diagnóstico: PCR (plasmídeo) Tratamento: Reidratação, com reposição de sais
34 Patótipos Escherichia coli E.coli Enterotoxigênica Enteropatogênica Enteroinvasiva Enterohemorrágica Enteroagregativa
35 Escherichia coli Enterohemorrágicas (EHEC) Linhagem de Escherichia coli produtoras de toxina Shiga (STEC) também produzem verotoxina, uma enterotoxina similar à produzida por Shigella dysentiriae; A STEC mais amplamente distribuída é a E. coli O157:H7; Essas cepas representam clones que evoluíram da EPEC e que expressam o fator A/E (lesão attachment-effacement). Também adquiriram a toxina Shiga (Stx-1, Stx-2 ou ambas);
36 Escherichia coli Enterohemorrágicas (EHEC) As cepas EHEC que produzem as duas toxinas Shiga e lesão A/E são mais patogênicas que as cepas que produzem apenas uma toxina Shiga; SHU tem sido associada à produção de Stx-2, que é capaz de destruir as células endoteliais do glomérulo. Os danos às células endoteliais levam à ativação de plaquetas e à deposição de trombina, que por sua vez resultam na diminuição da filtração glomerular e falha renal aguda;
37 Escherichia coli Enterohemorrágicas (EHEC) As toxinas Shiga também estimulam a expressão de citocinas inflamatórias (p. ex., fator de necrose tumoral-γ [TNF]-γ, interleucina-6 [IL]6); Contaminação: Ingestão de alimento ou água contaminados com STEC; Patogenicidade: Infecção do intestino delgado, onde se desenvolve e produz verotoxina; Sintomas: diarreia aquosa inicial seguida de diarreia sanguinolenta (colite hemorrágica) com cólicas abdominais; pouca ou nenhuma febre; pode progredir para a síndrome hemolítico-urêmica (SHU);
38 Escherichia coli Enterohemorrágicas (EHEC) Tratamento: Reside fundamentalmente na reposição hidroeletrolítica, oral ou endovenosa, dependendo do quadro de desidratação apresentado pelo doente. O uso de antibióticos não é recomendado no caso de infecção por EHEC. Em casos mais graves, como na SHU, pode ser necessário recorrer a tratamentos como hemodiálise. Prevenção: Aplicação de boas práticas com o objetivo de reduzir a contaminação fecal ao longo da cadeia alimentar.
39 Patótipos Escherichia coli E.coli Enterotoxigênica Enteropatogênica Enteroinvasiva Enterohemorrágica Enteroagregativa
40 Escherichia coli Enteroagregativa (EAEC) As bactérias são caracterizadas pela autoaglutinação, como em um arranjo de tijolos empilhados ; O processo é mediado pela fímbria de aderência agregativa I (AAF/I), adesinas semelhantes ao PFF responsável pela formação de microcolônias de EPEC. Também foram descritas outras fímbrias de aderência agregativa (AAF/II, AAF/III). Após aderência de EAEC à superfície do intestino, a secreção de muco é estimulada, levando à formação de um biofilme espesso. Esse processo protege as bactérias agregadas dos antibióticos e de células fagocíticas.
41 Escherichia coli Enteroagregativa (EAEC) Dois grupos de toxinas estão associados a EAEC: a toxina enteroagregativa termoestável, que é antigenicamente relacionada à toxina termoestável de ETEC; e a toxina codificada por plasmídeo (Pet). Ambas as toxinas induzem secreção de fluidos; Pacientes infectados manifestam inflamação intestinal, marcado pela presença de lactoferrina fecal e citocinas pró-inflamatórias, notadamente interleucina-8 (IL-8). Sintomas: Diarreia aquosa persistente com desidratação; É uma bactéria associada a diarreia crônica e retardo do crescimento em crianças.
42 Referências BROOKS, G. F.; CARROLL, K. C.; MORSE, S. A.; MIETZNER, T. Microbiologia Médica: de Jawetz, Melnick e Adelberg. 26 ed.porto Alegre: AMGH Editora Ltda TORTORA, G. J.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L. Microbiologia.. 10 ed. São Paulo: Artmed Editora S.A AZEVEDO, A. Bactérias associadas a infecções gastrointestinais. Rio de Janeiro, UFRJ. Disponível em: < C3%B5es-gastrointestinais.pdf> TIMENETSKY, J; BARBIERI, BD. Glossário de Bactérias com Importância Médica. São Paulo, ICB- USP. Disponível em: < Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo Centro de Vigilância Epidemiológica - CVE ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/hidrica/ecoli_enteropato.pdf
43 Referências FARFAN-GARCIA, Ana Elvira et al. Mecanismos de virulencia de Escherichia coli enteropatógena. Rev. chil. infectol., Santiago, v. 33, n. 4, p , agosto Disponível em < Acessado em out MADIGAN, M. T., et. al. Microbiologia de Brock. Tradução : Alice Freitas Versiani... [et al.] 14ª Ed. Porto Alegre : Artmed, 2016.
24/11/2015. Biologia de Microrganismos - 2º Semestre de Prof. Cláudio 1. O mundo microbiano. Profa. Alessandra B. F. Machado
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA, MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA Relação bactéria-hospedeiro Profa. Alessandra B. F. Machado O mundo microbiano Os microrganismos são ubíquos.
Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde. Rejane Maria de Souza Alves COVEH/DEVEP/SVS/MS 2006
Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Rejane Maria de Souza Alves COVEH/DEVEP/SVS/MS 2006 Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Vigilância Epidemiológica da Síndrome Hemolítica
Shigella. Topicos. Prof. Assoc. Mariza Landgraf. Introdução. Características da doença Tratamento Prevenção e Controle 03/04/2017
Shigella Prof. Assoc. Mariza Landgraf Depto Alimentos e Nutrição Experimental Topicos Introdução Histórico Características do microorganismo Fatores Características da doença Tratamento Prevenção e Controle
PATOGENICIDADE BACTERIANA
PATOGENICIDADE BACTERIANA Fatores de de Virulência Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará Curso de Licenciatura Plena em
Infecção Intestinal/ Coprocultura
Microbiologia Clínica Infecção Intestinal/ Coprocultura Carlos Cardoso Biomédico Salvador, 2012 Infecção do Trato Urinário Patogenia Aderência Invasão Toxinas Reação inflamatória Colonização Infecção
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP
1 MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP 2 RESUMO:-MECANISMOS DE IMUNIDADE INATA DO HOSPEDEIRO CONTRA AGENTES INFECCIOSOS - BARREIRAS 1. Barreiras
Bactérias Gram negativas de grande relevância em saúde humana
Bactérias Gram negativas de grande relevância em saúde humana Prof. Cláudio Galuppo Diniz GN oportunistas: Infecções endógenas Contaminantes secundários em lesões GN patógenos obrigatórios: Doenças do
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP RESUMO:-MECANISMOS DE IMUNIDADE INATA DO HOSPEDEIRO CONTRA AGENTES INFECCIOSOS
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas Metazoários) Prof. Helio José Montassier / FCAVJ-UNESP
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas Metazoários) Prof. Helio José Montassier / FCAVJ-UNESP RESUMO:-MECANISMOS DE IMUNIDADE INATA DO HOSPEDEIRO CONTRA AGENTES
Escherichia coli e o Surto de Colite na Europa
Escherichia coli e o Surto de Colite na Europa Generalidades Prof.Dr. Josias Rodrigues Laboratório de Bacteriologia Médica Departamento de Microbiologia e Imunologia IBB/UNESP Email: [email protected]
Resposta inicial que, em muitos casos, impede a infecção do hospedeiro podendo eliminar os micróbios
Resposta inicial que, em muitos casos, impede a infecção do hospedeiro podendo eliminar os micróbios Células da imunidade inata (macrófagos e neutrófilos) chegam rapidamente e em grande número no foco
Bactérias associadas às infecções gastrointestinais
Bactérias associadas às infecções gastrointestinais Infecções do trato gastrointestinal (TGI) Infecções do trato gastrointestinal (TGI) Intoxicações Ingestão de toxinas pré-formadas produzidas por bactérias
COLIBACILOSE. Sinonímia Bacillus coli, Bacterium coli e Bacilo do colon. Curso branco
COLIBACILOSE Sinonímia Bacillus coli, Bacterium coli e Bacilo do colon. Curso branco COLIBACILOSE Conceito A Colibacilose é uma doença que ocorre: em todas as espécies animais e homem causada por Escherichia
Vírus associados à surtos alimentares (Rotavirus, Norovirus e Hepatite A)
Vírus associados à surtos alimentares (Rotavirus, Norovirus e Hepatite A) Disciplina : Microbiologia Curso: Nutrição Professora: Adriana de Abreu Corrêa ([email protected]) DOENÇAS TRANSMITIDAS POR
Vigilância Sanitária de Alimentos. Bactérias causadoras de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs)- II
Vigilância Sanitária de Alimentos Bactérias causadoras de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs)- II Clostridium perfringens Intestino Microbiota normal Solo Água Produto cárneo Clostridium perfringens
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas Metazoários) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas Metazoários) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP RESUMO:-MECANISMOS DE IMUNIDADE INATA DO HOSPEDEIRO CONTRA AGENTES
Bactérias de interesse clínico transmitidas por alimentos
Bactérias de interesse clínico transmitidas por alimentos Profa. Vânia Lúcia da Silva Microrganismos patogênicos causadores de doenças Principais patógenos bacterianos veiculados por alimentos: Clostridium
Microbiota Normal do Corpo Humano
Microbiota Normal do Corpo Humano Microbiota Microbiota Microflora Flora indígena São termos usados para denominar os microrganismos que habitam o corpo humano e interagem de forma benéfica. Flora normal
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias e Vírus) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias e Vírus) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP RESUMO:- MECANISMOS DE IMUNIDADE INATA DO HOSPEDEIRO CONTRA AGENTES INFECCIOSOS - BARREIRAS
Doenças Transmitidas por Alimentos. Prof.: Alessandra Miranda
Doenças Transmitidas por Alimentos Prof.: Alessandra Miranda Origem das Doenças Biológica Química Físicas Grupos Vulneráveis Crianças de 0 a 5 anos Mulheres grávidas Doentes e pessoas com baixa imunidade
03/11/2011. Bactérias de interesse clínico transmitidas por alimentos. Microrganismos patogênicos causadores de doenças. Profa. Vânia Lúcia da Silva
Bactérias de interesse clínico transmitidas por alimentos Profa. Vânia Lúcia da Silva Microrganismos patogênicos causadores de doenças Principais patógenos bacterianos veiculados por alimentos: Clostridium
Importância do sistema digestivo para o equilíbrio do organismo. Exploratório 9 l Ciências Naturais 9.º ano
Importância do sistema digestivo para o equilíbrio do organismo Em que consiste a nutrição e quais são as suas etapas? A nutrição consiste no processo através do qual os organismos asseguram a obtenção
DIARRÉIA AGUDA e DESIDRATAÇÃO
DIARRÉIA AGUDA e DESIDRATAÇÃO Profª Mariane Alves Franco Pediatria - UEPA 1- Conceito Diarréia Aguda (DA): aumento de freqüência e volume das evacuações, diminuição da consistência das fezes, pela maior
SISTEMA DIGESTÓRIO. Prof a Cristiane Oliveira
SISTEMA DIGESTÓRIO Prof a Cristiane Oliveira SISTEMA DIGESTÓRIO QUAIS SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS? Conjunto de órgãos que realizam a ingestão dos alimentos, sua digestão e a absorção dos produtos resultantes;
Giardíase. - É a principal parasitose intestinal (com maior incidência do que a ascaridíase e a amebíase).
Giardíase Parasito Reino: Protozoa Filo: Sarcomastigophora (porque possui flagelo) Ordem: Diplomonadida Família: Hexamitidae Gênero: Giardia Espécie: Giardia lamblia - É a principal parasitose intestinal
Identificação de Bacilos Gram-negativos
Identificação de Bacilos Gram-negativos QUESTÕES PARA AS PROVAS; CONTEÚDO DAS AULAS; HORÁRIO DE ATENDIMENTO ON-LINE; blog do professor: http://chicoteixeira.wordpress.com Bacilos Gram-Negativos Não-Fermentadores
ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS. Parte 2. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS Parte 2 Profª. Tatiane da Silva Campos Doenças comuns no intestino: - Úlcera Duodenal: semelhante à gástrica; Sintomas: Dor epigástrica que alivia com os alimentos
ESPECIALIZAÇÃO EM MICROBIOLOGIA APLICADA UNIOESTE PROF. RAFAEL ANDRADE MENOLLI
ESPECIALIZAÇÃO EM MICROBIOLOGIA APLICADA UNIOESTE PROF. RAFAEL ANDRADE MENOLLI Imunologia Definição: estudo do sistema imune (SI) e dos mecanismos que os seres humanos e outros animais usam para defender
Doenças veiculadas por água contaminada
Doenças veiculadas por água contaminada FORMAS DE CONTAMINAÇÃO Contato da pele com água contaminada; Ingestão de água contaminada; Ausência de rede de esgoto, falta de água ou práticas precárias de higiene;
Resposta imune inata (natural ou nativa)
Universidade Federal do Pampa Campus Itaqui Curso de Nutrição Imunologia Resposta imune inata (natural ou nativa) Profa. Dra. Silvana Boeira Acreditou-se por muitos anos que a imunidade inata fosse inespecífica
A Salmonella em avicultura. Ana Martins Funchal, 15 de Março 2010
A Salmonella em avicultura Ana Martins Funchal, 15 de Março 2010 Introdução A Salmonellose é uma das toxi-infecções alimentares mais comuns e amplamente disseminada por todo o mundo. Salmonellose : agravamento
Patogênese das doenças bacterianas e relação bactéria-hospedeiro
Universidade Federal de Juiz de Fora Departamento de Parasitologia, Microbiologia e Imunologia Patogênese das doenças bacterianas e relação bactéria-hospedeiro Vânia Lúcia da Silva Qual a importância de
IMTSP. Doenças Transmitidas por Alimentos e Água. Profa. Dra.Luciana R. Meireles J. Ekman Laboratório de Protozoologia
IMTSP Doenças Transmitidas por Alimentos e Água Profa. Dra.Luciana R. Meireles J. Ekman Laboratório de Protozoologia [email protected] Gastroenterites Ingestão de água e alimentos microorganismos patogênicos
2.3. Sistema Digestivo
Ciências Naturais 9º ano Unidade 2 Organismo humano em equilíbrio Sistemas de Órgãos e Metabolismo Celular Nutrientes Energia CÉLULA Dióxido de Carbono Oxigénio Água Água Mitocôndria Os sistemas de órgãos
Doenças de origem alimentar. alimentar
Doenças de origem alimentar Definições Intoxicação alimentar Ingestão de alimento contendo toxina produzida pelo microrganismo. Exemplo: Botulismo, estafilococose. Definições Infecção alimentar Ingestão
13/10/2016 DOENÇA. Patogênese de bactérias anaeróbias. Definições. Infecção: Estabelecimento da bactéria capaz de produzir
Definições Infecção: Estabelecimento da bactéria capaz produzir doença no corpo humano ou animal. Patogênese bactérias anaeróbias Prof. Dr. Mario Julio Avila-Campos http://www.icb.usp.br/bmm/mariojac Doença:
D I S C I P L I N A D E S E M I O L O G I A U N I V E R S I D A D E D E M O G I D A S C R U Z E S FA C U L D A D E D E M E D I C I N A
D I S C I P L I N A D E S E M I O L O G I A U N I V E R S I D A D E D E M O G I D A S C R U Z E S FA C U L D A D E D E M E D I C I N A A U L A 0 8 D I A R R E I A PORTO, Celmo Celeno. Semiologia Médica.
Resposta Imunológica celular. Alessandra Barone
Resposta Imunológica celular Alessandra Barone Resposta mediada pelos linfócitos T: TCD4 e TCD8 Resposta contra microrganismos que estão localizados no interior de fagócitos e de células não fagocíticas
Staphylococcus aureus
Intoxicação Estafilocócica Agente causador: Staphylococcus aureus Staphylococcus aureus Uma das causas mais prevalentes de gastrenterites ao redor do mundo Intoxicação clássica ingestão de 1 ou mais toxinas
Boca -Faringe - Esôfago - Estômago - Intestino Delgado - Intestino Grosso Reto - Ânus. Glândulas Anexas: Glândulas Salivares Fígado Pâncrea
Sistema Digestório Boca -Faringe - Esôfago - Estômago - Intestino Delgado - Intestino Grosso Reto - Ânus Glândulas Anexas: Glândulas Salivares Fígado Pâncrea A maioria dos mamíferos mastiga o alimento
Imunologia. Introdução ao Sistema Imune. Lairton Souza Borja. Módulo Imunopatológico I (MED B21)
Imunologia Introdução ao Sistema Imune Módulo Imunopatológico I (MED B21) Lairton Souza Borja Objetivos 1. O que é o sistema imune (SI) 2. Revisão dos componentes do SI 3. Resposta imune inata 4. Inflamação
AMEBÍASE E GIARDÍASE
DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA As doenças de veiculação hídrica são causadas, principalmente, por micro-organismos de origem entérica (animal e/ou humana), transmitidos basicamente pela rota fecal-oral,
Vigilância Sanitária de Alimentos. Bactérias causadoras de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs)
Vigilância Sanitária de Alimentos Bactérias causadoras de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs) Doenças Transmitidas por Alimentos Surto: Dois ou mais envolvidos que ingeriram um alimento em comum
Disciplina: Controle de Qualidade Série: 2ª Turmas: L/N/M/O Curso: Técnico em Agroindústria
Disciplina: Controle de Qualidade Série: 2ª Turmas: L/N/M/O Curso: Técnico em Agroindústria Contaminação dos alimentos Professora: Roberta M. D. Cardozo Contaminação dos Alimentos Você já se sentiu ou
O processo digestivo
O processo digestivo Esôfago Estômago e intestino delgado Intervenções cirúrgicas Reação enzimática Influência do processo digestivo na Microbiota Obesidade e hábitos alimentares Doenças Agudas ou Crônicas
IMUNIDADE INATA. Profa. Rosa Maria Tavares Haido Profa. Associada Disciplina de Imunologia
Profa. Rosa Maria Tavares Haido Profa. Associada Disciplina de Imunologia Barreiras Físicas Pele e Mucosas integridade colonização rompimento Cirurgia,queimadura, perfuração. Etc. aderência Pili, PTN M,
Célula bacteriana. Membrana plasmática Parede celular Cápsula. DNA associado ao mesossomo. Mesossomo
Reino Monera Célula bacteriana Mesossomo DNA associado ao mesossomo Membrana plasmática Parede celular Cápsula Enzimas relacionadas com a respiração, ligadas à face interna da membrana plasmática Flagelo
Giardia duodenalis Giardíase
Parasitologia Biotecnologia Giardia duodenalis Giardíase Prof. Paulo Henrique Matayoshi Calixto Características Primeiramente descrita em 1681 por Anthon van Leeuwenhoek em suas próprias fezes; Acomete
Giardíase Giardia lamblia
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA Campus Itaqui Curso de Nutrição Parasitologia Giardíase Giardia lamblia Mestrando : Félix Munieweg [email protected] Classificação taxonômica G. lamblia G. intestinalis
ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS. Parte 1. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS Parte 1 Profª. Tatiane da Silva Campos Trato Gastrointestinal Esôfago Estômago Intestino Intestino Grosso Delgado Reto Fonte: www.google.com.br/imagens acessado em
Aulas Multimídias Santa Cecília. Profª Ana Gardênia
Aulas Multimídias Santa Cecília Profª Ana Gardênia SISTEMA DIGESTÓRIO HUMANO Definição Nutrição Alimentos Anatomia Fisiologia www.infopedia.pt/$sistema-digestivo,2 Digestão É o conjunto de transformações
Profª Drª Maria Luiza Poiatti Unesp - Campus de Dracena
Profª Drª Maria Luiza Poiatti Unesp - Campus de Dracena [email protected] Probióticos: Definição Probiótico significa a favor da vida Segundo a FAO/WHO, Microrganismos vivos que ao serem administrados
Sistema Digestório. Prof. Jair Nogueira
Sistema Digestório Função sistema digestivo Constituição sistema digestivo Digestão Deglutição Movimentos Peristálticos Absorção Disfunções do sistema digestivo Prof. Jair Nogueira Sistema Digestivo -
É um termo usado nas águas que, após utilização humana, apresentam as suas características naturais elevadas.
ESGOTO É um termo usado nas águas que, após utilização humana, apresentam as suas características naturais elevadas. Conforme o uso predominante: Comercial Industrial Doméstico No Brasil são produzidos
Prof. Ms. Elton Pallone de Oliveira. Exames laboratoriais: definição, tipos, indicação, cuidados pré e pós exame. Parasitológico
Prof. Ms. Elton Pallone de Oliveira Exames laboratoriais: definição, tipos, indicação, cuidados pré e pós exame. Parasitológico Prof. Ms. Elton Pallone de Oliveira Objetivos Saber a definição, tipos, indicações
Resposta Inata. Leonardounisa.wordpress.com
Resposta Inata t: @professor_leo Inst: @professorleonardo Leonardounisa.wordpress.com Características Primeira linha de defesa Estão presentes antes do encontro com o agente agressor São rapidamente ativados
IMPORTÂNCIAS DAS BACTÉRIAS
Cultura bacteriana A N T I B I O G R A M A IMPORTÂNCIAS DAS BACTÉRIAS * NA ECOLOGIA Ciclo do nitrogênio e decompositoras * NA INDÚSTRIA ALIMENTÍCEA Vinagre, Queijos, Coalhadas, Iogurtes etc. * NA INDÚSTRIA
Escherichia coli. Fonte:
Escherichia coli Fonte: www.harbinson.fslife.co.uk Escherichia coli X Humanos TGI recém-nascidos Membro da microbiota intestinal Problemas imunocomprometidos falhas barreiras gastrointestinais E. coli:
Nutrição e metabolismo celular
Nutrição e metabolismo celular Nutrição - Conjunto de processos que fornecem ao organismo os nutrientes necessários à sua sobrevivência. Ocorre desde a entrada do alimento no corpo até à passagem dos nutrientes
Conceitos Gerais Relação Parasita Hospedeiro. Prof. Cor
Parasitologia Humana Conceitos Gerais Relação Parasita Hospedeiro Prof. Cor Divisão da Parasitologia MICROBIOLOGIA: bactéria, fungos e vírus PARASITOLOGIA: protozoários, helmintos e artrópodes Microbiota
03/03/2015. Acúmulo de Leucócitos. Funções dos Leucócitos. Funções dos Leucócitos. Funções dos Leucócitos. Inflamação Aguda.
Acúmulo de Leucócitos Os leucócitos se acumulam no foco inflamatório seguindo uma sequência de tempo específica Neutrófilos (6-12 h) Monócitos: Macrófagos e céls. dendríticas (24-48 h) Linfócitos e plasmócitos
Microbiologia ambiental Água necessidade para microrganismos uso na produção e processamento alimentos fonte de contaminações análise e tratamento de
Microbiologia ambiental Água necessidade para microrganismos uso na produção e processamento alimentos fonte de contaminações análise e tratamento de água Microbiologia ambiental Água desuniformidade microrganismos
1.4 Metodologias analíticas para isolamento e identificação de micro-organismos em alimentos
Áreas para Submissão de Resumos (1) Microbiologia de Alimentos Trabalhos relacionados com micro-organismos associados aos alimentos: crescimento, identificação, biossíntese, controle, interação com o hospedeiro,
Alterações no Trato Urinário
Alterações no Trato Urinário PPCSA Profª Daniele C D Zimon Profª Adriana Cecel Guedes Aparelho Urinário Rim Infecções do Trato Urinário As infecções do trato urinário (ITUs) são causadas por micoorganismos
APP: Human Body (Male) Sistemas Humanos. Prof. Leonardo F. Stahnke. Sistema Digestório
APP: Human Body (Male) Sistemas Humanos Prof. Leonardo F. Stahnke Sistema Digestório Desempenha a função de mastigação, insalivação e deglutição; digestão; absorção de nutrientes e água; e defecação. Compreende
V OBTENÇÃO DE MATÉRIA PELOS SERES HETEROTRÓFICOS MULTICELULARES
ES JOSÉ AFONSO 10/11 PROFª SANDRA NASCIMENTO UNIDADE 1 Obtenção de Matéria V OBTENÇÃO DE MATÉRIA PELOS SERES HETEROTRÓFICOS MULTICELULARES Digestão extracelular e extracorporal 2 Os filamentos que compõem
DIARREIAS DOS SUÍNOS(1)
INTRODUÇÃO DIARREIAS DOS SUÍNOS(1) As doenças entéricas representam um problema importante na suinocultura tecnificada, devido às grandes perdas econômicas associadas com estas patologias. Os problemas
GIARDÍASE. Profª Drª Iana Rafaela F. Sales
GIARDÍASE Profª Drª Iana Rafaela F. Sales [email protected] INTRODUÇÃO PRIMEIRO PROTOZOÁRIO INTESTINAL HUMANO A SER CONHECIDO Animalúnculos móveis em suas próprias fezes (1681) INTRODUÇÃO MORFOLOGIA
ENFERMAGEM DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS. OUTRAS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS Aula 4. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS Aula 4 Profª. Tatiane da Silva Campos Caxumba = Parotidite Infecciosa aguda, caracterizada por febre e aumento de volume de uma ou mais glândulas salivares,
Microbiologia Geral SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Instituto Federal de Alagoas - Campus Piranhas ENGENHARIA AGRONÔMICA. Patogenicidade e Imunologia
Microbiologia Geral SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Instituto Federal de Alagoas - Campus Piranhas ENGENHARIA AGRONÔMICA Patogenicidade e Imunologia Prof.(a) Juliana Moraes Piranhas 2018 Patogenicidade 1 ALGUNS
SISTEMA DIGESTÓRIO. 8º ano/ 2º TRIMESTRE Prof Graziela Costa 2017
SISTEMA DIGESTÓRIO 8º ano/ 2º TRIMESTRE Prof Graziela Costa 2017 Tubo Digestório Boca -Faringe - Esôfago - Estômago - Intestino Delgado - Intestino Grosso Reto - Ânus Glândulas Anexas: Glândulas Salivares
Universidade Federal de Juiz de Fora Departamento de Parasitologia, Microbiologia e Imunologia. Genética bacteriana. Vânia Lúcia da Silva
Universidade Federal de Juiz de Fora Departamento de Parasitologia, Microbiologia e Imunologia Genética bacteriana Vânia Lúcia da Silva A célula bacteriana Genoma informação genética de uma célula (cromossomo
GABARITO: PROVA ESCRITA
1 Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Alimentos GABARITO: PROVA ESCRITA EDITAL 005/2014-PPGTA - SELEÇÃO DE CANDIDATOS PARA O PROGRAMA
Universidade Federal Fluminense Resposta do hospedeiro às infecções virais
Universidade Federal Fluminense Resposta do hospedeiro às infecções virais Disciplina de Virologia Departamento de Microbiologia e Parasitologia (MIP) Mecanismos de resposta inespecífica Barreiras anatômicas
ROTAVÍRUS Juliana Aquino
Juliana Aquino A infecção pelo rotavírus varia de um quadro leve, com diarréia aquosa e duração limitada à quadros graves com desidratação, febre e vômitos. Estima-se que essa doença seja responsável por
DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ÁGUA E ALIMENTOS 1
DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ÁGUA E ALIMENTOS 1 Denominações Correspondentes: Doenças Transmitidas por Água e Alimentos (DTAs) Doenças Veiculadas por Água e Alimentos Enfermidades Veiculadas por Água e Alimentos
Ciências Naturais 9.º ano Fonte: Planeta Terra Santillana.
Sistema digestivo Ciências Naturais 9.º ano Fonte: Planeta Terra Santillana http://isidrodafonseca.wordpress.com Porque nos alimentamos? Todos os seres vivos necessitam de obter matéria e energia permitem
DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS (DTA)
Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Rurais Departamento de Medicina Veterinária Preventiva Disciplina de Saúde Pública DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS (DTA) Francielle Liz Monteiro
PARASITOSES EMERGENTES e OPORTUNISTAS
PARASITOSES EMERGENTES e OPORTUNISTAS Parasitoses emergentes: Doenças parasitárias comuns em animais e que têm sido assinaladas com maior frequência no homem ultimamente. Parasitoses emergentes Motivos:
Sumário. Anatomia funcional do trato gastrintestinal e dos órgãos que drenam nele 1
Sumário SEÇÃO I Capítulo 1 A resposta integrada a uma refeição Anatomia funcional do trato gastrintestinal e dos órgãos que drenam nele 1 Objetivos / 1 Visão geral do sistema gastrintestinal e de suas
Nutrição, digestão e sistema digestório. Profª Janaina Q. B. Matsuo
Nutrição, digestão e sistema digestório Profª Janaina Q. B. Matsuo 1 2 3 4 Nutrição Nutrição: conjunto de processos que vão desde a ingestão do alimento até a sua assimilação pelas células. Animais: nutrição
Transporte Intracelular Tráfego vesicular: secreção e endocitose
Transporte Intracelular Tráfego vesicular: secreção e endocitose Prof. Dr. Luis Lamber0 Março 2017 O sistema de endomembranas RE, Complexo de Golgi, endossomos, lisossomos e membrana plasmá6ca compõem
APLV - O que é a Alergia à Proteína do Leite de Vaca: características, sinais e sintomas. Dra. Juliana Praça Valente Gastropediatra
APLV - O que é a Alergia à Proteína do Leite de Vaca: características, sinais e sintomas Dra. Juliana Praça Valente Gastropediatra Reações Adversas a Alimentos Imunomediadas: Alergia alimentar IgE mediada
Bases ecológicas da resistência bacteriana às drogas
Bases ecológicas da resistência bacteriana às drogas Drogas antimicrobianas: mecanismo de ação Um aspecto do controle do crescimento dos microrganismos envolve a utilização de fármacos no tratamento de
Inflamação aguda e crônica. Profa Alessandra Barone
e crônica Profa Alessandra Barone Inflamação Inflamação Resposta do sistema imune frente a infecções e lesões teciduais através do recrutamento de leucócitos e proteínas plasmáticas com o objetivo de neutralização,
Enterobactérias- Bacilos Gram Negativos. Profa.Alessandra Barone Prof.Archangelo P. Fernandes
Enterobactérias- Bacilos Gram Negativos www.profbio.com.br Profa.Alessandra Barone Prof.Archangelo P. Fernandes Características gerais Família: Enterobacteriaceae Anaeróbios facultativos; Gram negativos;
Alterações microbianas em alimentos Wladimir Padilha da Silva
Universidade Federal de Pelotas Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos Disciplina de Princípios e Métodos de Conservação de Alimentos Alterações microbianas em alimentos Wladimir
Carbúnculo ou antraz Bacillus anthracis
Carbúnculo ou antraz Bacillus anthracis CARBÚNCULO OU ANTRAZ (EM INGLÊS, ANTHRAX) É UMA DOENÇA INFECCIOSA AGUDA PROVOCADA PELA BACTÉRIA BACILLUS ANTHRACIS O NOME DA DOENÇA VEM DO GREGO, ANTHRAX, QUE QUER
Patogenia Viral II. Rafael B. Varella Prof. Virologia UFF
Patogenia Viral II Rafael B. Varella Prof. Virologia UFF Patogenia: interação de fatores do vírus e do hospedeiro, com consequente produção de doença Patogenia das viroses Processo de desenvolvimento de
Sistema Digestório. Prof. MSc. Leandro Felício
Sistema Digestório Prof. MSc. Leandro Felício INTRODUÇÃO Alimentos - fonte de matéria e energia Organismos autótrofos - produzem o próprio alimento (ex: bactérias, cianobactérias, algas e plantas). Organismos
Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde PET Parasitologia. Giardia lamblia. Aluna: Gabriela Floro 4º Período - Nutrição
Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde PET Parasitologia Giardia lamblia Aluna: Gabriela Floro 4º Período - Nutrição Introdução Giardia: parasitos do intestino delgado de mamíferos,
