CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO
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- Walter Galindo Casqueira
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3 CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO (...) É O RAMO DA CIÊNCIA CONTÁBIL QUE APLICA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA AS TÉCNICAS DE REGISTRO DOS ATOS E FATOS ADMINISTRATIVOS, APURANDO RESULTADOS E ELABORANDO RELATÓRIOS PERIÓDICOS, LEVANDO EM CONTA AS NORMAS DE DIREITO FINANCEIRO (LEINº4.320/64), OS PRINCÍPIOS GERAIS DE FINANÇAS PÚBLICAS E OS PRINCÍPIOS DE CONTABILIDADE. (MOTA, 2009, P. 222)
4 CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO O OBJETIVO DA CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO É FORNECER AOS USUÁRIOS INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS E OS ASPECTOS DE NATUREZA ORÇAMENTÁRIA, FINANCEIRA E FÍSICA DO PATRIMÔNIO DA ENTIDADE DO SETOR PÚBLICO E SUAS MUTAÇÕES, EM APOIO AO PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO; À ADEQUADA PRESTAÇÃO DE CONTAS; E O NECESSÁRIO SUPORTE PARA A INSTRUMENTALIZAÇÃO DO CONTROLE SOCIAL. NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA 16.1
5 CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO O OBJETO DA CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO É O PATRIMÔNIO PÚBLICO PATRIMÔNIO PÚBLICO É O CONJUNTO DE DIREITOS E BENS, TANGÍVEIS OU INTANGÍVEIS, ONERADOS OU NÃO, ADQUIRIDOS, FORMADOS, PRODUZIDOS, RECEBIDOS, MANTIDOS OU UTILIZADOS PELAS ENTIDADES DO SETOR PÚBLICO, QUE SEJA PORTADOR OU REPRESENTE UM FLUXO DE BENEFÍCIOS, PRESENTE OU FUTURO, INERENTE À PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS OU À EXPLORAÇÃO ECONÔMICA POR ENTIDADES DO SETOR PÚBLICO E SUAS OBRIGAÇÕES. NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA 16.1
6 Depois de relembrar... Vejamos:
7 REGIMES CONTÁBEIS DA CONTABILIDADE PÚBLICA É comum encontrar na doutrina contábil a interpretação do artigo 35 da lei nº 4.320/1964, de que na área pública o regime contábil é um regime misto, ou seja, regime de competência para a despesa e de caixa para a receita: Art. 35. Pertencem ao exercício financeiro: I as receitas nele arrecadadas; II as despesas nele legalmente empenhadas.
8 REGIMES CONTÁBEIS DA CONTABILIDADE PÚBLICA Contudo, a contabilidade aplicada ao setor público, assim como qualquer outro ramo da ciência contábil, obedece aos princípios fundamentais de contabilidade. dessa forma, aplica-se o princípio da competência em sua integralidade, ou seja, tanto na receita quanto na despesa. Na verdade, o artigo 35 refere-se ao regime orçamentário e não ao regime contábil, pois a contabilidade é tratada em título específico, no qual determina-se que as variações patrimoniais devem ser evidenciadas, sejam elas independentes ou resultantes da execução orçamentária.
9 REGIMES CONTÁBEIS DA CONTABILIDADE PÚBLICA Observa-se que, além do registro dos fatos ligados à execução orçamentária, exige-se a evidenciação dos fatos ligados à administração financeira e patrimonial, exigindo que os fatos modificativos sejam levados à conta de resultado e que as informações contábeis permitam o conhecimento da composição patrimonial e dos resultados econômicos e financeiros de determinado exercício. A contabilidade deve evidenciar, tempestivamente, os fatos ligados à administração orçamentária, financeira e patrimonial, gerando informações que permitam o conhecimento da composição patrimonial e dos resultados econômicos e financeiros. Portanto, com o objetivo de evidenciar o impacto no Patrimônio, deve haver o registro da receita em função do fato gerador, observando-se os Princípios da Competência e da Oportunidade.
10 FORMALIDADES DO REGISTRO CONTÁBIL A entidade do setor público deve manter procedimentos uniformes de registros Contábeis, por meio de processo manual, mecanizado ou eletrônico, em Rigorosa ordem cronológica, como suporte às informações. São características do registro e da informação contábil: Comparabilidade os registros e as informações contábeis devem possibilitar a análise da situação patrimonial de entidades do setor público ao longo do tempo e estaticamente, bem como a identificação de semelhanças e diferenças dessa situação patrimonial com a de outras entidades.
11 CARACTERÍSTICAS DO REGISTRO CONTÁBIL Compreensibilidade as informações apresentadas nas demonstrações contábeis devem ser entendidas pelos usuários. Para esse fim, presume--se que estes já tenham conhecimento do ambiente de atuação das entidades do setor público. Todavia, as informações relevantes sobre temas complexos não devem ser excluídas das demonstrações contábeis, mesmo sob o pretexto de que são de difícil compreensão pelos usuários. Confiabilidade o registro e a informação contábil devem reunir requisitos de verdade e de validade que possibilitem segurança e credibilidade aos usuários no processo de tomada de decisão. Fidedignidade os registros contábeis realizados e as informações apresentadas devem representar fielmente o fenômeno contábil que lhes deu origem. Imparcialidade os registros contábeis devem ser realizados e as informações devem ser apresentadas de modo a não privilegiar interesses específicos e particulares de agentes e/ou entidades.
12 CARACTERÍSTICAS DO REGISTRO CONTÁBIL Integridade os registros contábeis e as informações apresentadas devem reconhecer os fenômenos patrimoniais em sua totalidade, não podendo ser omitidas quaisquer partes do fato gerador. Objetividade o registro deve representar a realidade dos fenômenos patrimoniais em função de critérios técnicos contábeis preestabelecidos em normas ou com base em procedimentos adequados, sem que incidam preferências individuais que provoquem distorções na informação produzida. Representatividade os registros contábeis e as informações apresentadas devem conter todos os aspectos relevantes. Tempestividade os fenômenos patrimoniais devem ser registrados no momento de sua ocorrência e divulgados em tempo hábil para os usuários.
13 CARACTERÍSTICAS DO REGISTRO CONTÁBIL Uniformidade os registros contábeis e as informações devem observar critérios padronizados e contínuos de identificação, classificação, mensuração, avaliação e evidenciação, de modo que fiquem compatíveis, mesmo que geradas por diferentes entidades. Esse atributo permite a interpretação e a análise das informações, levando-se em consideração a possibilidade de se comparar a situação econômico-financeira de uma entidade do setor público em distintas épocas de sua atividade. Utilidade os registros contábeis e as informações apresentadas devem atender às necessidades específicas dos diversos usuários. Verificabilidade os registros contábeis realizados e as informações apresentadas devem possibilitar o reconhecimento das suas respectivas validades. Visibilidade os registros e as informações contábeis devem ser disponibilizados para a sociedade e expressar, com transparência, o resultado da gestão e a situação patrimonial da entidade do setor público.
14 DO REGISTRO CONTÁBIL A entidade do setor público deve manter sistema de informação contábil refletido em plano de contas que compreenda: a terminologia de todas as contas e sua adequada codificação, bem como a identificação do subsistema a que pertence, a natureza e o grau de desdobramento, possibilitando os registros de valores e a integração dos subsistemas; a função atribuída a cada uma das contas; o funcionamento das contas; a utilização do método das partidas dobradas em todos os registros dos atos e dos fatos que afetam ou possam vir a afetar o patrimônio das entidades do setor público, de acordo com sua natureza orçamentária, financeira, patrimonial e de compensação nos respectivos subsistemas contábeis; contas específicas que possibilitam a apuração de custos; tabela de codificação de registros que identifique o tipo de transação, as contas envolvidas, a movimentação a débito e a crédito e os subsistemas utilizados.
15 DO REGISTRO CONTÁBIL A entidade do setor público deve manter sistema de informação contábil refletido em plano de contas que compreenda: contas específicas que possibilitam a apuração de custos; tabela de codificação de registros que identifique o tipo de transação, as contas envolvidas, a movimentação a débito e a crédito e os subsistemas utilizados. O registro deve ser efetuado em idioma e moeda corrente nacionais, em livros ou meios eletrônicos que permitam a identificação e o seu arquivamento de forma segura. Quando se tratar de transação em moeda estrangeira, esta, além do registro na moeda de origem, deve ser convertida em moeda nacional, aplicando a taxa de câmbio oficial e vigente na data da transação.
16 ELEMENTOS ESSENCIAIS DO REGISTRO CONTÁBIL: A data da ocorrência da transação; A conta debitada; A conta creditada; O histórico da transação de forma descritiva ou por meio do uso de código de histórico padronizado, quando se tratar de escrituração eletrônica, baseado em tabela auxiliar inclusa em plano de contas; O valor da transação; O número de controle para identificar os registros eletrônicos que integram um mesmo lançamento contábil. (Fonte: Manual de contabilidade aplicada ao setor público parte IV plano de contas aplicado ao setor público, 3ª ed )
17 PLANO DE CONTAS É a estrutura básica da escrituração contábil, formada por um conjunto de contas, previamente estabelecido, que permite obter as informações necessárias à elaboração de relatórios gerenciais e demonstrações contábeis, de acordo com as características gerais da entidade, possibilitando a padronização de procedimentos contábeis. O plano de contas de uma entidade tem como objetivo atender, de maneira uniforme e sistematizada, ao registro contábil dos atos e fatos praticados pela entidade, de forma a proporcionar maior flexibilidade no gerenciamento e consolidação dos dados e atender às necessidades de informações dos usuários. O plano de contas é responsável pela transparência dos lançamentos contábeis, pois demonstra ordenadamente todos os fatos ocorridos durante um período da administração pública.
18 PLANO DE CONTAS O Tesouro Nacional promoveu mais uma ação do seu Planejamento Estratégico no sentido de padronizar os procedimentos contábeis entre os entes da Federação (União, Estados, DF e Municípios), visando a consolidação das contas públicas e a sua convergência metodológica e conceitual às Normas Internacionais e às Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público, conforme estabelecem a Portaria MF 184/2008 e o Decreto n /2009. Trata-se da primeira versão do Plano de Contas da Administração Pública Federal - (PCASP União), desenvolvido pela Coordenação-Geral de Contabilidade da União CCONT e a Coordenação-Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação CCONF, em conjunto com o Grupo Técnico de Procedimentos Contábeis e as setoriais contábeis da União.
19 PLANO DE CONTAS O Plano foi editado até o sétimo nível tendo por base o Plano de Contas Aplicado ao Setor Público PCASP, instituído pela Portaria STN 751/2009. Esta iniciativa apoiará o processo de construção dos Planos de Contas por parte dos Estados, Distrito Federal e Municípios. No Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP) as contas contábeis são classificadas segundo a natureza das informações que evidenciam: Contas com Informações de Natureza Patrimonial: são as contas que registram, processam e evidenciam os fatos financeiros e não financeiros relacionados com as variações qualitativas e quantitativas do patrimônio público, representadas pelas contas que integram o Ativo, Passivo, Patrimônio Líquido, Variações Patrimoniais Diminutivas (VPD) e Variações Patrimoniais Aumentativas (VPA);
20 PLANO DE CONTAS No Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP) as contas contábeis são classificadas segundo a natureza das informações que evidenciam: Contas com Informações de Natureza Orçamentária: são as contas que registram, processam e evidenciam os atos e os fatos relacionados ao planejamento e à execução orçamentária, representadas pelas contas que registram aprovação e execução do planejamento e orçamento, inclusive Restos a Pagar; Contas com Informações de Natureza Típica de Controle: são as contas que registram, processam e evidenciam os atos de gestão cujos efeitos possam produzir modificações no patrimônio da entidade do setor público, bem como outras que tenham função precípua de controle, seja para fins de elaboração de informações gerenciais específicas, acompanhamento de rotinas, elaboração de procedimentos de consistência contábil ou para registrar atos que não ensejaram registros nas contas patrimoniais, mas que potencialmente possam vir a afetar o patrimônio.
21 PLANO DE CONTAS 1. Ativo; 2. Passivo e Patrimônio Líquido; 3. Variações Patrimoniais Diminutivas; O PCASP está dividido em 8 classes: 4. Variações Patrimoniais Aumentativas; 5. Controles da aprovação do planejamento e orçamento; 6. Controles da execução do planejamento e orçamento; 7. Controles devedores; 8. Controles credores.
22 PLANO DE CONTAS A natureza da informação evidenciada pelas contas das quatro primeiras classes, 1 a 4, é Patrimonial, ou seja, informa a situação do Patrimônio da Entidade Pública. A natureza da informação das contas das duas classes seguintes, 5 e 6, é Orçamentária, pois nessas classes são feitos os controles do Planejamento e do Orçamento, desde a aprovação até a execução. Por fim, a natureza da informação das contas das duas últimas classes, 7 e 8, é de controle, pois nessas classes são registrados os atos potenciais e diversos controles. O registro contábil deve ser feito pelo método das partidas dobradas e os lançamentos devem debitar e creditar contas que apresentem a mesma natureza de informação, seja 16 patrimonial, orçamentária ou de controle.
23 Assim, os lançamentos estarão fechados dentro das classes 1, 2, 3 e 4 ou das classes 5 e 6 ou das classes 7 e 8, conforme figura abaixo:
24 Assim, os lançamentos estarão fechados dentro das classes 1, 2, 3 e 4 ou das classes 5 e 6 ou das classes 7 e 8, conforme figura abaixo:
25 ESTRUTURA DO PLANO DE CONTAS A estrutura básica do Plano de Contas em nível de classe/grupo subgrupo consiste na seguinte disposição:
26 PATRIMONIAL PLANO DE CONTAS SIMPLIFICADO
27 PLANO DE CONTAS SIMPLIFICADO
28 PLANO DE CONTAS SIMPLIFICADO
29 CONTROLE PLANO DE CONTAS SIMPLIFICADO
30 PLANO DE CONTAS SIMPLIFICADO
31 REFERÊNCIAS CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE: CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO: NBCS T 16.1 A BRASÍLIA: CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, DISPONÍVEL EM: < CONTENT/UPLOADS/2013/01/SETOR_PÚBLICO.PDF>. ACESSO EM 01 MAR KOHAMA, HÉLIO. CONTABILIDADE PÚBLICA: TEORIA E PRÁTICA. 11ª ED. SÃO PAULO: ATLAS,2010. MOTA, FRANCISCO GLAUBER LIMA. CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO. BRASÍLIA: EDITORA GESTÃO PÚBLICA, SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL. MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO. DISPONÍVEL EM: < /6E874ADB-44D7-490C-8967-B0ACD3923F6D>. ACESSO EM 26 FEV SILVA, LINO MARTINS DA. CONTABILIDADE GOVERNAMENTAL: UM ENFOQUE ADMINISTRATIVO.
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