Experiência do Município do Salvador
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- Geovane Castelo Fidalgo
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1 Experiência do Município do Salvador
2 Por que não se registram as despesas incorridas sem autorização orçamentária? Por que não se aplicam regras de depreciação, exaustão e amortização? Por que não se faz provisões de férias e décimo terceiro? Não se pode aplicar o Regime de Competência para receitas e despesas? Qual o regime da contabilidade pública nacional? Porque muitas vezes utilizava-se da Lei como escudo para não aplicar os Princípios Fundamentais de Contabilidade.
3 Regime Orçamentário Pertencem ao exercício financeiro: As receitas nele arrecadadas As despesas nele legalmente empenhadas. Teoria Contábil As receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado do período em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. A despesa e a assunção de compromisso serão registradas segundo o regime de competência.
4 Art A contabilidade evidenciará os fatos ligados à administração orçamentária, financeira, patrimonial e industrial. Art As alterações da situação líquida patrimonial, que abrangem os resultados da execução orçamentária, bem como as variações independentes dessa execução e as superveniências e insubsistências ativas e passivas, constituirão elementos da conta patrimonial. Art A Demonstração das Variações Patrimoniais evidenciará as alterações verificadas no patrimônio, resultantes ou independentes da execução orçamentária, e indicará o resultado patrimonial do exercício.
5 Formação de grupos de trabalho CFC e STN para estudo e proposições acerca da convergência às normas internacionais; Formação dos GT STN para discussão das normas; Publicação pelo CFC das NBC TSP; Implantação do PCASP e DCASP; Publicação das Instruções de Procedimentos Contábeis - IPC Consulta Pública para Plano de Implantação dos Procedimentos Contábeis Patrimoniais; Publicação do Plano de Implantação dos Procedimentos Contábeis Patrimoniais (Portaria nº 548/2015).
6 Estabelecer prazos-limite com vistas à consolidação das contas públicas; Validação de dados no Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro; Padronização dos procedimentos contábeis adotados na Federação, levando-se em conta os aspectos legais e o contexto de convergência às normas contábeis internacionais; Comparabilidade entre os entes; Adequada consolidação das contas públicas; Instrumentalização do controle interno, externo e social.
7 Os Procedimentos Contábeis Patrimoniais PCP compreendem o reconhecimento, a mensuração, o registro, a apuração, a avaliação e o controle do patrimônio público.
8 Reconhecimento dos Créditos a Receber Reavaliação dos Bens Patrimoniais Depreciação, Amortização e Exaustão dos Bens Reconhecimento dos Ativos e Passivos Contingentes Controle da Divida Pública Ativa e Passiva Obrigações por competência
9 Implantação gradual ou implantação em bloco? O que avaliar? Analisar as rotinas existentes utilizadas pelas UG s; Prazo de implantação (prazo interno); Pessoas; Prazo final imposto (prazo externo, legal); Analisar necessidades de aquisição / customização de sistemas; Equipe técnica ou contratação de mão-de-obra especializada? Definir requisitos e regras de negócio para os sistemas.
10 A informação está bem estruturada em relação a processos e sistemas? Lançamento e cobrança dos créditos tributários já instituídos; Existência de sistema informatizado para gerenciamento e arrecadação das receitas tributárias; A integração entre sistemas administrados num mesmo Órgão é menos complexa; Inexistindo integração, a contabilização é possível.
11 Há especialistas interna corporis que possam discutir o assunto? Existência de equipe interna com conhecimento do negócio; O investimento em treinamento de usuários não tem custo elevado
12 Materialidade dos valores a serem incorporados ao Patrimônio; Fornecimento de novos parâmetros para projeção de receitas; Simplicidade da rotina contábil; Transparência e controle social.
13 Podemos subdividir o projeto em etapas? O prazo fatal para implantação permite alguma subdivisão do processo? Há tempo suficiente para desenhar o processo e rotinas, integrar os sistemas, testar, homologar e acompanhar o funcionamento?
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15 Escolha de quais tributos terão os créditos contabilizados Elementos do Tributo Fato gerador 15 Contribuinte ou Responsável Legal Base de Cálculo Alíquota
16 Fato gerador e princípio da competência Momento de conhecimento pelo fisco da ocorrência do fato gerador e constituição do crédito tributário.
17 Lançamento direto ou de ofício (IPTU,ISS autônomo, TFF, TVS): Regulado por lei; Imputado após procedimento de verificação pelo sujeito ativo da obrigação tributária. Lançamento por declaração (ITIV): O cálculo do valor devido depende de informações prestadas pelo contribuinte Lançamento por homologação (ISS) Procedimentos feitos pelo sujeito passivo; Fato gerador seguido da informação ao fisco.
18 Os fluxos devem ser instituídos considerando, no mínimo: O tipo de lançamento do crédito tributário; O prazo de constituição do crédito em relação à arrecadação orçamentária.
19 Ocorrência do fato gerador persistente D Créditos Tributários a Receber Lançamento de ofício sob critérios já estabelecidos em Lei; Contabilização do crédito constituído: C 4.1 ou 4.2 Impostos, taxas, contribuições de melhoria ou demais contribuições Arrecadação Contabilização da Arrecadação
20 D Caixa e Equivalente de Caixa C Créditos Tributários a Receber D Receita a Realizar C Receita Realizada D Disponibilidade C Disponibilidade
21 Fato gerador D Créditos Tributários a Receber em Cobrança Administrativa Lançamento do crédito tributário Contabilização do crédito tributário Cobrança Administrativa Contabilização da Cobrança Administrativa C Créditos Tributários a Receber Inscrição em Dívida Ativa
22 D Controles de Inscrição em Dívida Ativa C Créditos a Inscrever D Dívida Ativa Tributária C Créditos em Cobrança Administrativa D Créditos a Inscrever C Créditos Inscritos a receber
23 Fluxo tributário Concretização da hipótese do fato gerador Emissão de documento fiscal Informação ao Fisco Pagamento Homologação pelo fisco
24 Prestação do Serviço Prestação do Serviço Emissão de Nota Eletrônica Emissão de Nota Convencional Contabilização do Crédito Pagamento Pagamento e contabilização da baixa e da receita Contabilização da receita com regime de caixa Declaração Mensal do Contribuinte Declaração Mensal do Contribuinte
25 Contrato de Compra e Venda Contribuinte Requer Transferência Declaração do Contribuinte Cálculo do Imposto por declaração Contabilização do Crédito Pagamento Pagamento e contabilização da baixa e da receita Contabilização da receita com regime de caixa
26 Sempre que o fisco discordar do valor informado nos lançamentos por homologação ou declaratórios; Autos de Infração; Impugnações; Parcelamentos Administrativos.
27 Levantamento dos requisitos necessários para registro, com base no normativo que disciplina o assunto. Identificação de atores envolvidos no processo de registro contábil. Identificação de necessidades de alterações de Sistemas. Identificação de rotinas contábeis existentes. Criação de rotina contábil para possibilitar o registro. Homologação de rotina contábil disponibilizada. Homologação de rotina contábil com integração com outros Sistemas. Atualização/elaboração de Procedimentos Contábeis. Publicar Norma e Procedimentos Contábeis.
28 Imunidade concedida; Parecer favorável à impugnação; Anistia e remissões; Isenções; Compensação de créditos.
29 Correção de Erro da Administração D 4.1 ou 4.2 Impostos, taxas, contribuições de melhoria ou demais contribuições C Créditos Tributários Remissão e anistia D Desincorporação de Ativos C Créditos Tributários Compensação de créditos registro integral da receita orçamentária e da despesa orçamentária
30 Cominações pecuniárias Descumprimento de obrigação acessória O lançamento tributário é o procedimento administrativo tendente a verificar a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente, identificar o seu sujeito passivo, determinar a matéria tributável e calcular ou por outra forma definir o montante do crédito tributário, aplicando, se for o caso, a penalidade cabível. (Machado, Hugo de Brito).
31 Construímos muros demais e pontes de menos. Isaac Newton
32 Luciana Borges Teixeira Fontes de pesquisa: MCASP 6ª Edição; PIPCP; NBC TSP; IPC 02; CTN; CTR Município do Salvador; Fabretti, Laudio Carmargo. Contabilidade Tributária. Atlas,10ª edição; Machado, Hugo de Brito. Curso de Direito Tributário, Malheiros Editores,18ª edição..
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