Projecto 1. Simulação e Layout de um circuito lógico usando lógica complementar
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- Aníbal Aragão Marreiro
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1 Electrónica III 2011/2012 FCT Prof. Dr. José Bastos Projecto 1 Simulação e Layout de um circuito lógico usando lógica complementar André Cardoso nº40648 MIEET
2 Índice de Conteúdos Síntese Teórica...3 CMOS...3 Tecnologia Orbit CN Objectivos...4 Desenvolvimento do Projecto...5 Tabela de Verdade...5 Mapas de Karnaugh...5 Tabela Geral...7 Circuitos associados a cada saída...8 Inversor...8 Circuito O Simulaçã o do circuito O Circuito O Simulaçã o do circuito O Circuito O Simulaçã o do circuito O Circuito O Simulaçã o do circuito O Circuito O Simulaçã o do circuito O Medição dos tempos de propagação (tplh e tphl)...16 tplh e tphl para a saida O tplh e tphl para a saida O tplh e tphl para a saida O tplh e tphl para a saida O tplh e tphl para a saida O Calculos dos tplh e tphl teóricos...22 O4 tplh e tphl...22 O3 tplh e tphl...23 O2 tplh e tphl...23 O1 tplh e tphl...24 O0 tplh e tphl...24 Tabela geral de comparação dos tempos de propagação:...25 Layout das saídas em LASI...26 Conclusão
3 Índice de Figuras Illustration 1: NAND de duas entradas...3 Illustration 2: Circuito Inversor...8 Illustration 3: Circuito O Illustration 4: Simulação do circuito O Illustration 5: Circuito O Illustration 6: Simulação do circuito O Illustration 7: Simulação do circuito O Illustration 8: Circuito O Illustration 9: Simulação do circuito O Illustration 10: Circuito O Illustration 11: Simulação do circuito O Illustration 12: tplh para a saída O Illustration 13: tphl para a saída O Illustration 14: tplh para a saída O Illustration 15: tphl para a saída O Illustration 16: tplh para a saída O Illustration 17: tphl para a saída O Illustration 18: tplh para a saída O Illustration 19: tphl para a saída O Illustration 20: tplh para a saída O Illustration 21: tphl para a saída O Illustration 22: Layout em LASI da saída O Illustration 23: Layout em LASI da saída O Illustration 24: Layout em LASI da saída O
4 Síntese Teórica CMOS CMOS é uma sigla para complementary metal-oxide-semiconductor.é um tipo de tecnologia empregue no fabrico de circuitos integrados.o Complementary vem do facto de que esta tecnologia utiliza dois tipos de transistores MOSFET, o NMOS e o PMOS. Estes transistores complementam-se um ao outro. Illustration 1: NAND de duas entradas Esta tecnologia é usada hoje em dia em larga escala na produção de circuitos integrados, as grandes vantagens desta tecnologia são os baixos consumos de energia(que conduz a uma baixa dissipação de calor) e a possibilidade de alta densidade de integração em circuitos, comparativamente com outras tecnologias como a TTL (que usa transistores bipolares). 3
5 Tecnologia Orbit CN20 A tecnologia que vamos utilizar para construir os circuitos é chamada Orbit CN20, e é constituida por um conjunto de regras muito específicas para o layout do circuito. Este conjunto de regras pode ser encontrado com mais detalhe na literatura, sendo que só vou evidenciar algumas das regras mais importantes, como por exemplo o facto de todas as medidas serem em microns(u).a partir daqui todas as outras regras estão relacionadas, por exemplo, a largura minima da região N-Well são 3 microns e a separação minima entre regiões N-Wells é de 9 microns.os contactos devem ser feitos com uma largura minima de 2 microns e as camadas de polisilicio(que formam os gates) devem ter uma largura e espaçamento entre elas de também 2 microns razão para qual este tecnologia também ser conhecida por Orbit 2 micron process. Objectivos O objectivo principal do projecto é desenhar um circuito em PSPICE que funcione à máxima frequência de operação possivel, ou seja tentando minimizar os tempo de propagação das portas. Vai também ser muito importante dimensionar bem os transistores para que os tempos de propagação sejam os esperados.o objectivo secundário deste projecto é desenhar o layout das saídas em LASI com a menor área possível. 4
6 Desenvolvimento do Projecto Tabela de Verdade Esta tabela de verdade foi construida com base no Output fornecido pelo professor. Como é possivel ver esta tabela é composta por 3 entradas {I2, I1, I0} e 5 saídas {O4, O3, O2, O1, O0} I2 I1 I0 O4 O3 O2 O1 O Tabela 1 Tabela de Verdade das saídas em relação às entradas Mapas de Karnaugh Os mapas de karnaugh são a forma mais simples de simplificar expressões booleanas, e serão eles que vão ser usados para as nossas saídas. O4 = I0.I1.I2 + I0.I1.I2 Tabela 2 Mapa de Karnaugh da saída O4 5
7 O3 = I0.I1 Tabela 3 - Mapa de Karnaugh da saída O3 O2 = I0.I2 + I0.I1 + I0.I1.I2 Tabela 4 - Mapa de Karnaugh da saída O2 O1 = I1.I2 + I0.I1 Tabela 5 - Mapa de Karnaugh da saída O1 6
8 O0 = I0.I1 + I0.I1 + I1.I2 Tabela 6 - Mapa de Karnaugh da saída O0 Tabela Geral das expressões boleanas Saída Expressão Mínima PDN PUN Var. CMOS* O4 I0.I1.I2 + I0.I1.I2 (I0+I1+I2).(I0+I1+I2) I0.I1.I2 + I0.I1.I2 I0,I0,I1,I2,I2 O3 I0.I1 (I0+I1) I0.I1 I0,I1 O2 I0.I2 + I0.I1 + I0.I1.I2 (I0+I2).(I0+I1).(I0+I1+I2) I0.I2 + I0.I1 + I0.I1.I2 I0,I0,I1,I1,I2,I2 O1 I1.I2 + I0.I1 (I1+I2).(I0+I1) I1.I2 + I0.I1 I0,I1,I2 O0 I0.I1 + I0.I1 + I1.I2 (I0+I1).(I0+I1).(I1+I2) I0.I1 + I0.I1 + I1.I2 I0,I0,I1,I1,I2 Tabela 7 Resumo das funções lógicas para implementar nos circuitos * Variáveis de entrada para o circuito CMOS 7
9 Circuitos associados a cada saída Nesta secção apresentarei o circuito e a respectiva simulação, para ser possivel comparar a saída com o circuito montado. Ao analisar o output gerado no ultimo subgráfico, é possivel comparar com os dados da tabela de verdade e verificar que os circuitos se encontram bem montados e que estão a fazer a sua respectiva função lógica. O Circuito abaixo é o inversor que foi usado nos circuitos seguintes {O4, O3, O2, O1; O1} quando necessário uma entrada negada. Inversor Illustration 2: Circuito Inversor 8
10 Circuito O4 Illustration 3: Circuito O4 Simulação do circuito O4 Illustration 4: Simulação do circuito O4 9
11 Circuito O3 Illustration 5: Circuito O3 Simulação do circuito O3 Illustration 6: Simulação do circuito O3 10
12 Circuito O2 Simulação do circuito O2 Illustration 7: Simulação do circuito O2 11
13 Circuito O1 Illustration 8: Circuito O1 Simulação do circuito O1 Illustration 9: Simulação do circuito O1 12
14 Circuito O0 Illustration 10: Circuito O0 Simulação do circuito O0 Illustration 11: Simulação do circuito O0 13
15 As Configurações usadas na fonte geradora de pulsos são as seguintes: V1 V2 TD TR TF PW PER VI ns 0.1ns 0.1ns 10ns 20ns VI ns 0.1ns 0.1ns 20ns 40ns VI ns 0.1ns 0.1ns 40ns 80ns Tabela 8 Tabela com as configurações dos VPulses 14
16 Medição dos tempos de propagação (tplh e tphl) O tempo de propagação de uma porta lógica indica o tempo que uma variação de valor lógico numa das suas entradas demora a fazer efeito na saída. Então para as medições verifiquei sempre qual era a entrada imediatamente antes que estava a provocar a subida na saída(ou descida). Para isso sempre que, por exemplo, estava a medir um tempo de propagação LOW-HIGH, tinha que ver qual era a descida que estava a influenciar esta subida, de tal forma que por vezes nos gráfico se encontrem as fontes inversoras. As janelas de observação também foram ajustadas para encontrar o ponto mais próximo de VDD/2, neste caso 2,5 V. Porque esta é a tensão de comutação. tplh e tphl para a saida O4 Illustration 12: tplh para a saída O4 Illustration 13: tphl para a saída O4 15
17 tplh e tphl para a saida O3 Illustration 14: tplh para a saída O3 Illustration 15: tphl para a saída O3 16
18 tplh e tphl para a saida O2 Illustration 16: tplh para a saída O2 Illustration 17: tphl para a saída O2 Nota: Este foi o tempo de propagação que mais se distancia do seu tempo de propagação de LOW para HIGH, tal poderá ser devido ao circuito não ser simples, e ter alguma assimetria. 17
19 tplh e tphl para a saida O1 Illustration 18: tplh para a saída O1 Illustration 19: tphl para a saída O1 18
20 tplh e tphl para a saida O0 Illustration 20: tplh para a saída O0 Illustration 21: tphl para a saída O0 19
21 Calculos dos tplh e tphl teóricos kp = μ Cox = (V Ω) 1 W NMOS min = m L NMOS min = m V t NMOS = V V t PMOS = V C j P MOS = F C j N MOS = F L DE = m V DD = 5V Cálculo de R NMOS e R PMOS que depois será sempre igual 1 1 RNMOS= [ ( W = L ) (VDD Vt)] [ ( ) ( )] = Ω 1 1 RPMOS= [ ( W = L ) (VDD Vt)] [ ( ) ( )] = Ω *V t considerado em módulo. Agora que já se descobriu o valor das resistências já se pode avançar para o cálculo dos tempos de propagação em worst case tplh =0.7 RPMOS CLOAD tplh =0.7 RPMOS [CJPMOS LDE W PMOS+CJNMOS LDE W NMOS] tphl=0.7 RNMOS CLOAD tphl=0.7 RNMOS [CJPMOS LDE W PMOS+CJNMOS LDE W NMOS] O4 tplh e tphl tplh =0.7 RPMOS [ ( W PMOS) ( W NMOS)] tplh =0.7 RPMOS [ W PMOS W NMOS] tplh = [ W PMOS W NMOS] tplh = [ (108w) (36w)] tplh = [ ( ) ( )] 20
22 tplh = [ ] tplh = [ ] tplh = tphl=0.7 RNMOS [ ( W PMOS) ( W NMOS)] tphl=0.7 RNMOS [ W PMOS W NMOS] tphl= [ ] tphl= Como o C LOAD só se calcula uma vez, quando se faz o tphl basta apenas alterar a resistencia R PMOS para R NMOS. O que torna as contas mais rápidas. O3 tplh e tphl tplh = [ (36w) (12w)] tplh = [ ( ) ( )] tplh = [ ] tplh = [ ] tplh = tphl= [ ] tphl= O2 tplh e tphl tplh = [ (126w) (36w)] tplh = [ ( ) ( )] tplh = [ ] tplh = [ ] tplh = tphl= [ ] tphl=
23 O1 tplh e tphl tplh = [ (72w) (24w)] tplh = [ ( ) ( )] tplh = [ ] tplh = [ ] tplh = tphl= [ ] tphl= O0 tplh e tphl tplh = [ (108w) (36w)] tplh = [ ( ) ( )] tplh = [ ] tplh = [ ] tplh = tphl= [ ] tphl= Os valores dos w que foram tidos em conta foram aqueles que estavam em contacto directo com a saída, os outros desprezaram-se. Para o cálculo dos tempo apenas se tinha que somar todos os w que influenciavam. 22
24 Tabela geral de comparação dos tempos de propagação: Teóricos Medidos tplh tphl tplh tphl O p p p p O p p p p O p p p 1.27n O p p p p O p p p p Tabela 9 Tabela resumo dos tempos de propagação teóricos e medidos. Nota: Valores arredondados a duas casas décimais. Nota 2: Valores em picómetros (10-12 = p) 23
25 Layout das saídas em LASI Illustration 22: Layout em LASI da saída O3 Illustration 23: Layout em LASI da saída O1 Saída O3 com a active layer do PMOS a 36u Saída O1 com a active layer do PMOS a 36u e e a active layer do NMOS a 6u, tal como no a active layer do NMOS a 12u, tal como no circuito Spice. circuito Spice. 24
26 Illustration 24: Layout em LASI da saída O0 Saída O0 com a active layer do PMOS a 36u e a active layer do NMOS a 18u, tal como no circuito Spice. 25
27 Conclusão Podemos concluir que, como se esperava, os valores teóricos dispersam-se um pouco dos valores do SPICE, mas não muito, pois continuam a andar na mesma ordem de grandeza(o picómetro).e em como qualquer experiencia os valores variam sempre. Em relação ao cálculo teóricos dos tempos de propagação, tenho a dizer que os achei muito baixos, mesmo sendo em worst case. O mais lento não passa os 400p o que é bastante bom. Em relação aos valores medidos podemos tecer mais alguns comentários. Em primeiro podemos dizer que os valores foram diferente mais não muito, e acertaram todos na mesmo ordem de grandeza, o que mostra que está tudo a bater certo. Depois em relação ao seu dimensionamento também podemos dizer que está na medida certa de acordo com a sua posição(obedecendo as regras de dimensionamento de transistores NMOS e PMOS). Podemos apontar onde houve as falhas se nos inclinar-mos para os inversores, pois ao os usarmos, é como se tivessemos a adicionar o seu tempo de propagação(que também o tem). Mas também não havia necessidade de usar fontes geradoras de pulsos invertidas, pois os meus graficos não possuiam glitches que passavam os 2,5 v para serem considerados 1(binário). Mas com isto já percebemos que não podemos desprezar o inversor, como fizemos, porque de certa forma ele tem a sua influencia nos valores medidos dos tplh e tphl. Se quisemos esmiuçar mais o porquê dos resultados não serem mais certos ainda podiamos analisar se as entradas negadas estavam perto da saída, porque isso também pode ter alguma influência, porque afinal de contas estamos a lidar com valores muito pequenos e todos os detalhes contam. Um resultado prático que também está um pouco fora de contexto foi a medição de O2(o tphl) que está algo desfasado do tplh, isso pode ser devido ao que já foi falado anteriormente, mas também pode ser devido à complexidade do circuito ou mesmo da sua assimetria, pois nesta tecnologia a simetria é a base da velocidade(tal como as dimensões dos transistores). 26
28 Bibliografia Livros/Sebentas Apontamentos do Prof. José Bastos, Apontamentos das aulas, da minha autoria. Web Links CMOS Design Rules, S. Tewksbury, Notes/Notes-LASI-Design/LASI-SKT/DesignRules/designrulesTewks.doc 27
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