Introdução à lógica e programação
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- Sarah Caldeira Cerveira
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1 Introdução à lógica e programação Matheus Schiavini PIBID FÍSICA 2014 UNIPAMPA CAMPUS BAGÉ *O presente trabalho foi realizado com apoio do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência PIBID (Edital 2013), da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior-Brasil.
2 Atividades Instalação do SCRATCH Introdução à lógica de Programação Atividades práticas
3 O que é o Scratch? É uma plataforma com fins didáticos, para introduzir a programação de jeito fácil e rápido a qualquer classificação de usuário. Ele envolve a programação em bloco com um design divertido e simples.
4 É necessário o uso de: Lógica de programação; Operadores lógicos; Ferramentas.
5 Lógica Para programarmos em scratch precisamos primeiro entender o que é a lógica de programação. É a técnica de desenvolver algoritmos (sequências lógicas) para atingir determinados objetivos dentro de certas regras baseadas na Lógica matemática e em outras teorias básicas.
6 Cada pessoa tem uma lógica diferente para usar!
7 Operadores lógicos: AND (E); NOT (NÃO); OR (OU); Obs: há também os menos usados como: NOR, XOR, XNOR e NAND;
8 Operadores lógicos trabalham com um tipo de informação, que deve entrar no sistema e ser interpretado pelo operador lógico. Informações que entram no sistema podem ser chamadas de variáveis, que vão ser analisadas de acordo com o operador ou processo.
9 AND: Operador lógico no qual a resposta da operação é verdade (1) se ambas as variáveis de entrada forem verdade:
10 NOT: O operador do contra, ele inverte a variável de entrada e é visto de forma mais simples:
11 OR: Operador lógico no qual a resposta da operação é verdade (1) se pelo menos uma das variáveis de entrada for verdade:
12 Ferramentas: Algumas outras ferramentas que são achadas para programar com o scratch, são os operadores numéricos ( + ; - ; = ; * ; / ;), comandos de movimento (andar XX passos; apontar para direção XX;), e os laços de repetição.
13 * Laços de repetição: Laço de repetição tem por função repetir alguma função de várias formas: -> SEMPRE: a função dentro do laço será repetida para sempre; -> SEMPRE SE: só ira repetir/acontecer caso haja uma condição a ser satisfeita; -> REPETIR ATÉ: Um número XX de vezes que pode ser pré-determinado ou informado; Até satisfazer a função; Até não satisfazer mais a função;
14 Referências Scratch. Disponível em: < ted > Acesso em: 06 novembro de UNIVATES. CENTRO UNIVERSITÁRIO. Manual do Scratch. In: II OLINFU, FORBELLONE, A. L. V., EBERSPACHER, H. F. Lógica de programação : aconstrução de algoritmos e estruturas de dados. São Paulo : Makron, 1993.
15 NAND: Operador lógico que é oposto ao AND; A B s > todas as entradas falsas -> saída verdadeira > uma entrada verdadeira e outra falsa -> saída verdadeira > uma entrada falsa e outra verdadeira -> saída verdadeira > ambas entradas verdadeiras -> saída falsa
16 NOR: É o operador oposto do OR, ou seja a saída será verdadeira se as duas entradas forem falsas: A B s > todas as entradas verdadeiras -> saída falsa > uma entrada verdadeira e outra falsa -> saída falsa > uma entrada falsa e outra verdadeira -> saída falsa > ambas entradas falsas -> saída verdadeira
17 XOR: O operador XOR, seria o exclusivo, ou seja, a saída será verdadeira se e somente se UMA das entradas forem verdadeiras, logo se tivermos duas entradas verdadeiras a saída será falsa: A B s > todas as entradas verdadeiras -> saída falsa > uma entrada verdadeira e outra falsa -> saída verdadeira > uma entrada falsa e outra verdadeira -> saída verdadeira > ambas entradas falsas -> saída falsa
18 XNOR: É o oposto ao XOR, como no XOR tínhamos saída verdadeira quando somente UMA das entradas forem verdadeiras, com o XNOR a saída será verdadeira se as entradas forem iguais: A B s > todas as entradas verdadeiras -> saída verdadeira > uma entrada verdadeira e outra falsa -> saída falsa > uma entrada falsa e outra verdadeira -> saída falsa > ambas entradas falsas -> saída verdadeira
19 Obrigado!
20 Pedro Fernando Dorneles Edson Kakuno Novembro de 2014
21 Componentes Fonte:
22 Características Básicas
23 Pinos Digitais Função Entrada I INPUT pinomode (led, INPUT) 0 1,0 V Baixo (LOW) Função Saída O OUTPUT pinomode (led, OUTPUT) 0,0 V Baixo (LOW) 5,0 V Alto (HIGH) 3,0 5,0 V Alto (HIGH)
24 Pinos Analógicos (Somente Entrada) Função Entrada I INPUT pinomode (led, INPUT) Para realização de medidas um conversor analógico digital A/D gera uma representação digital (valores discretos) de uma grandeza analógica (valores contínuos) Tensões são convertidas em uma série de números binários (sinais digitais)
25 O conversor A/D do Arduino: É de 10 bits Recebe sinal de entrada analógica de tensão variável de 0,0 V a 5,0 V Pode assumir os valores binários de 0 ( ) a 1023 ( ) 2 10 = 1024 combinações É capaz de capturar 1024 níveis discretos de um determinado sinal É sensível a tensões de aproximadamente 5,0 mv (5,0 V/1023 = 4,89 mv) para tensão de referência igual a 5,0 V. É sensível a tensões de aproximadamente 1,1 mv (1.1 V/1023) para tensão de referência igual a 1,1 V.
26 Representação Decimal/Binária
27 Diagrama de Blocos
28 Ambiente de programaç ão
29 Exemplo de programação const int LDR = 0; const int Led = 6; int ValorLido = 0; void setup() { Serial.begin (9600); pinmode(led, OUTPUT); } void loop() { ValorLido = analogread(ldr); Serial.println(ValorLido); if (ValorLido < 50) { digitalwrite(led, HIGH); } else{ digitalwrite(led, LOW); } }
30 Atividade Prática Com base no Guia do Projeto 1 monte o circuito mostrado acima, digite o código no ambiente de programação do Arduino e, finalmente, realize testes para apagar e acender o Led.
31 PLX-DAQ : Interface Arduino e Excel O programa PLX-DAQ está disponível em:
32 Código para medida de temperatura float Temp=0; float ValorSensor=0; float tempo=0; void setup(){ Serial.begin(28800); Serial.println("CLEARDATA"); Serial.println("LABEL,Time,tempo,Temp"); } void loop(){ analogreference(internal); ValorSensor = analogread(1); Temp = (1.1* ValorSensor * 100)/1023; tempo = millis(); tempo = tempo/1000; Serial.print("DATA,TIME,"); Serial.print(tempo); Serial.print(",");Serial.println(Temp); Serial.print(","); Serial.println("ROW,SET,2"); delay(1000); }
33 Código para medidas de médias de temperatura float Temp11=0 // variáveis float Temp12=0; float Temp13=0; float Temp14=0; float Temp15=0; float Temp16=0; float Temp17=0; float Temp18=0; float Temp19=0; float Temp110=0; float Temp1=0; float tempo=0; float ValorSensor1 = 0;
34 Setup void setup(){ Serial.begin(28800); Serial.println("CLEARDATA"); Serial.println("LABEL,Time,tempo,Temp1"); }
35 Loop void loop(){ analogreference(internal);// tensão de referência (1.1 V) ValorSensor1 = analogread(1);// primeira medida Temp11 = (1.1* ValorSensor1 * 100)/1023; // Medida em graus Celsius - Leitura de 1023 equivale a 1.1 V e cada 10 mv 1 ºC. delay(10); ValorSensor1 = analogread(1);// segunda medida Temp12 = (1.1* ValorSensor1 * 100)/1023; delay(10); ValorSensor1 = analogread(1); Temp13 = (1.1* ValorSensor1 * 100)/1023; delay(10);...
36 Continuando Temp1=(Temp11+Temp12+Temp13+Temp14+Temp15+Temp16+Temp17+ Temp18+Temp19+Temp110)/10;// média das 10 medidas tempo = millis(); tempo = tempo/1000; Serial.print("DATA,TIME,"); Serial.print(tempo); Serial.print(","); Serial.println(Temp1); Serial.print(","); Serial.println("ROW,SET,2"); delay(1000); }
37 Referências ARDUINO. Disponível em: Acesso em 10 de outubro de CAVALCANTE, M. A., TAVOLARO, C. R. C & ELIO MOLISANI, E. Física com Arduino para iniciantes. Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 33, n ROCHA, F. S. & GUADAGNINI, P. H. Projeto de um sensor de pressão manométrica para ensino de física em tempo real. Trabalho submetido para publicação na Revista Brasileira de Ensino de Física. WRASSE, A., SANTOS, R., TONEL, A. P., KAKUNO, E. M. & DORNELES, P. Carrinho automatizado como recurso facilitador na construção e interpretação de gráficos da cinemática. In: XX SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE FÍSICA SNEF 2013 São Paulo, SP.
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