HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA
|
|
|
- Armando Padilha Carreiro
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA Daisy C. Bitencourt Soares Flávia Moojen Brollo Carlos Kupski UNITERMOS HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA; ÚLCERA PÉPTICA. KEYWORDS UPPER GASTROINTESTINAL BLEEDING; PEPTIC ULCER. SUMÁRIO A hemorragia digestiva é uma das emergências médicas mais comuns e uma complicação séria em pacientes internados gravemente enfermos. A úlcera péptica é uma das suas principais causas. A maioria dos pacientes para espontaneamente de sangrar, mas em cerca de 20% dos casos é necessária uma endoscopia digestiva alta (EDA) de urgência terapêutica após estabilização hemodinâmica. SUMMARY Gastrointestinal bleeding is one of the most common medical emergencies and serious complication in hospitalized critically ill patients. A peptic ulcer is one of its main causes. Most patients stop spontaneous bleeding, but about 20% of the cases an upper endoscopy (UE) after the therapeutic urgency hemodynamic stabilization is required. INTRODUÇÃO A conduta inicial para um paciente com quadro de sangramento digestivo envolve a caracterização da hemorragia através de uma anamnese e um exame físico minuciosos e concomitantemente de uma avaliação da estabilidade hemodinâmica do paciente com estimativa das perdas volêmicas. Pacientes com hemorragia digestiva aguda alta normalmente se apresentam com hematêmese (vômitos com sangue vivo, coágulos ou escuro) e/ou melena (fezes pretas, pastosas e com odor fétido). Nos casos de sangramentos profusos pode se apresentar como enterorragia (sangue vivo ou coágulos exteriorizados pelo reto).
2 Na anamnese, questionar o paciente sobre uso de medicações como AINES, aspirina, anticoagulantes e antiagregantes plaquetários é de grande importância para orientar e excluir possíveis etiologias. Uso de álcool, sangramento digestivo prévio, doença hepática e coagulopatias também devem ser investigados. Da mesma forma, alguns sintomas devem ser questionados como parte da avaliação da severidade do sangramento e para avaliação de fontes em potencial. Sintomas como tontura, confusão, angina e extremidades frias sugerem um quadro severo. O exame físico tem papel de suma importância para determinação da estabilidade hemodinâmica. O examinador deve estar voltado aos sinais clínicos de hipovolemia que incluem: Taquicardia ao repouso sugere hipovolemia leva a moderada Hipotensão ortostática sugere perda de volume de no mínimo 15-20% O exame físico também deve incluir: Toque retal avalia a cor das fezes e possíveis etiologias (melena x enterorragia) Palpação abdominal dor abdominal importante associada a rigidez e sinais de irritação peritoneal sugerem perfuração de víscera oca. Se o paciente encontra-se instável hemodinamicamente deve-se proceder a ressuscitação volêmica, obtendo-se dois acessos venosos calibrosos abocath em veia antebraquial anterior e iniciar infusão de solução salina/ringer Lactato 1000 a 2000 ml em 30 a 45 min, instalando cateter para medida de pressão venosa central caso haja hipotensão ou choque. Os exames de laboratório que devem ser solicitados incluem: hemograma com plaquetas, provas de coagulação (TP e KTTP). A tipagem sanguínea (sistema ABO e Rh) e a reserva de hemoderivados, principalmente de concentrado de hemácias, deverão ser feitas de acordo com as condições clinicas do paciente. Deve-se realizar transfusão sanguínea se a hemoglobina estiver abaixo de 7 g/dl para maioria dos pacientes (incluindo aqueles com doença arterial coronariana estável) ou se estiver abaixo de 9 g/dl para aqueles pacientes com doença arterial coronariana instável. Igualmente deve-se proceder transfusão naqueles com choque persistente após a infusão rápida de soluções salinas. Se o paciente apresentar sinais de hepatopatia crônica como ascite, encefalopatia portossistemica ou sinais periféricos de hipertensão portal (telangiectasias,eritema palmoplantar) iniciar imediatamente terlipressina (1-2 mg EV em bolus e após até 2mg de 4/4hs) ou octreotide (50mcg em bolus e 50mcg de hora/hora de manutenção, mantendo por 3 a 5 dias em infusão
3 continua) a ruptura de varizes esofágicas é um importante diagnostico diferencial com o sangramento secundário a doença péptica. Na suspeita de doença orificial ou de lesão em TGI baixo é mandatória a realização de retoscopia e/ou colonoscopia para investigação. A passagem de um cateter nasogastrico é controverso, e pode ser útil na diferenciação da fonte do sangramento (alto x baixo). A presença de sangue vivo, borra de café, ou coágulos no aspirado confirma hemorragia digestiva alta. No entanto a cateterização pode ser negativa se o sangramento já tiver cessado ou tiver origem posterior ao piloro fechado. Quando há suspeita de HDA não-varicosa a infusão de inibidores de bomba de prótons (IBP), preferencialmente de forma continua, deve ser instituída. Altas doses de terapia antisecretora com infusão intravenosa de IBP, no cenário de uma úlcera sangrante, reduz significativamente as taxas de ressangramento. O uso de agentes procinéticos como eritromicina e metoclopramida promovem o esvaziamento gástrico, melhorando a visualização durante a endoscopia e promovendo a limpeza de sangue, coágulos e resíduos alimentares. A EDA é o principal exame diagnóstico e terapêutico na HDA e é responsável pelo diagnostico etiológico em 90% dos casos. A úlcera péptica é a principal causa de HDA contribuindo com 35-50% dos casos. A EDA contribui também, significativamente, para avaliar os pacientes com maior risco de ressangramento, por meio da identificação de fatores prognósticos para a recidiva hemorrágica. Diagnosticada uma lesão sangrante a terapia endoscópica promove a hemostasia e previne a recorrência do sangramento na maioria dos pacientes. Os achados endoscópicos em pacientes com úlcera péptica podem ser descritos de acordo com a classificação de Forrest. Essa classificação é utilizada como indicador para risco de sangramento. A aparência endoscópica ajuda o endoscopista a determinar quais lesões necessitarão de terapia endoscópica (Tabela 1). Tabela 1 - Prevalência e ressangramento Descrição Forrest Prevalência(%) Risco de Ressangramento (%) Base Limpa III 42 5 Hematina na base IIc Coagulo aderido IIc Vaso visível vermelho IIa Sangramento tipo porejamento Ib Sangramento ativo em jato Ia % Vários tipos de terapia endoscópica são descritos, incluindo injeção endoscópica de soluções esclerosantes e vasoativas adrenalina, métodos térmicos - eletrocoagulação mono e bipolar e métodos mecânicos - clipes hemostáticos. Há uma tendência em favor da utilização conjunta de um método
4 injetável e um método térmico. Pode haver ressangramento (15 a 20%) nas primeiras 72 horas após a hemostasia endoscópica das lesões. Para aqueles pacientes que não respondem a terapia endoscópica e se apresentam com sangramento continuo, o tratamento cirúrgico deve ser considerado. Este é cada vez menos frequente, atualmente, devido ao sucesso terapêutico dos bloqueadores de bomba de prótons e da terapia endoscópica. A maioria das abordagens terapêuticas tem como objetivo cessar o sangramento e prevenir a sua recorrência. Em muitas situações de urgência, a melhor opção terapêutica é apenas a gastro ou duodenotomia com localização do sangramento e ulcerorrafia, principalmente quando o paciente encontra-se instável hemodinamicamente. Nestes casos o tratamento medicamentoso deve ser, obrigatoriamente, instituído no pós operatório. Em casos de pacientes com alto risco cirúrgico pode-se tentar abordagem usando radiologia intervencionista através da técnica da embolização. CONCLUSÃO A hemorragia digestiva alta é uma situação extremamente prevalente nas emergências hospitalares e o manejo precoce e adequado dessa afecção muda de forma importante o prognóstico desses pacientes. As medidas de ressuscitação volumétrica são prioridade no atendimento inicial de um paciente com quadro de hemorragia digestiva aguda, ficando para um momento posterior a investigação etiológica deste sangramento.
5 Diagnóstico inicial Anamnese/exame físico/lab Octreotide/Terlipressina/IBP(se suspeita de hemorragia varicosa) Avaliação e estabilização hemodinâmica Retoscopia/colonoscopia (suspeita de lesão orificial ou TGI inferior): posteriormente EDA NÃO Hemostasia da área sangrante SIM Sangramento contínuo Evidencia de ressangramento UTI Tratamento Cirúrgico Endoscopia Alta da UTI Se sangramento persiste Observação clinica 24-48hs CIRURGIA Alta Hospitalar Figura 1 - ROTINA DE ATENDIMENTO DA HEMORRAGIA DIGESTIVA REFERÊNCIAS 1. Rohde L, Oswaldt, AB. Rotinas em cirurgia digestiva. Porto Alegre, Artmed, Rockey, DC. Major causes of upper gastrointestinal bleeding in adults [Database on internet] Aug 14 [update 2014 Jul; cited 2014 Jul 31]. In: Uptodate. Available: Rank=2&anchor=H3#H3. Topic 2644 Version Saltzman. JR. Approach to acute upper gastrointestinal bleeding in adults [Database on internet] May 16 [update 2014 Jul; cited 2014 Jul 31]. In: Uptodate. Available: Rank=2&anchor=H2#H2. Topic 2548 Version 39.0.
RECOMENDAÇÕES PARA O TRATAMENTO DE DOENTES COM HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA DE CAUSA NÃO VARICOSA
RECOMENDAÇÕES PARA O TRATAMENTO DE DOENTES COM HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA DE CAUSA NÃO VARICOSA 1. INTRODUÇÃO A hemorragia digestiva alta não varicosa (HDA) é uma causa frequente de emergência. A incidência
QUESTÕES COMENTADAS HEMORRAGIAS DIGESTIVAS
QUESTÕES COMENTADAS DE HEMORRAGIAS DIGESTIVAS Hospital da Polícia Militar de Minas Gerais - HPM - 2012 Endoscopia A Hemorragia Digestiva Alta (HDA) pode ser dividida didaticamente em HDA de causa varicosa
Hemorragia Digestiva Baixa Aguda - abril 2018 Por Livia Arraes - Endoscopia Terapêutica -
Hemorragia digestiva é a principal causa de hospitalização devido a doenças do trato gastrointestinal nos Estados Unidos, sendo 30 a 40% dos casos devido a hemorragia digestiva baixa (HDB). Na maioria
Hemorragia Digestiva Alta Avaliação Inicial
Hemorragia Digestiva Alta Avaliação Inicial Marcos Tulio Meniconi III Clínica Cirúrgica rgica do HC da FMUSP Curso Continuado de Cirurgia CBC Maio-2006 Importância do problema na prática médica Incidência:
Hemorragia Digestiva. Introdução
Hemorragia Digestiva Introdução Afim de fazermos um link cerebral entre abordagem, diagnóstico e tratamento, resolvemos discutir a hemorragia digestiva como um capítulo. É desta forma que ela irá se apresentar
Dr. Fabio Del Claro. Hemorragias Digestivas Alta Parte I INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO. Dr. Fabio Del Claro. Hemorragias digestivas altas (HDA)
Dr. Fabio Del Claro Formado pela Faculdade de Medicina do ABC SP Residência em Cirurgia Geral pela Faculdade de Medicina do ABC SP Residência em Cirurgia Plástica pela Faculdade de Medicina do ABC Título
Hemorragia digestiva alta. Olympio Meirelles
Hemorragia digestiva alta Olympio Meirelles Curso continuado do CBCSP 2014 Hemorragia Digestiva Alta Papiro de Ebers (3000 a.c.) Acima do ângulo de Treitz (Sivak, 1987) USA: 100 internações/100.000 > 2
Factores associados ao insucesso do controlo hemostático na 2ª endoscopia terapêutica por hemorragia digestiva secundária a úlcera péptica
Factores associados ao insucesso do controlo hemostático na 2ª endoscopia terapêutica por hemorragia digestiva secundária a úlcera péptica Serviço de Gastrenterologia do Centro Hospitalar do Algarve, Hospital
HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA: DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL E ABORDAGEM
HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA: DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL E ABORDAGEM Felipe Lied Lunardi Juliana Ferreira Machado Carlos Kupski UNITERMOS SISTEMA DIGESTIVO; HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA/ diagnóstico diferencial;
HEMORRAGIA DIGESTIVA BAIXA
HEMORRAGIA DIGESTIVA BAIXA Luana Adamy Lenhardt Karina Meneguzzi Julia Souto Meneghetti Lúcio Sarubbi Fillmann UNITERMOS HEMORRAGIA GASTROINTESTINAL; COLONOSCOPIA. KEYWORDS GASTROINTESTINAL HEMORRHAGE;
Causas mais comuns em 85% dos casos: úlcera péptica varizes esofágicas diverticulose cólica angiodisplasia. Cirurgia necessária em 5-10% dos casos.
22. Hemorragia digestiva aguda Causas mais comuns em 85% dos casos: úlcera péptica varizes esofágicas diverticulose cólica angiodisplasia Cirurgia necessária em 5-10% dos casos. Hemorragia digestiva alta
10ª edição do Curso Continuado em Cirurgia Geral do CBCSP. Estado Atual do Tratamento da Hemorragia Digestiva Alta devida a Hipertensão Portal
10ª edição do Curso Continuado em Cirurgia Geral do CBCSP Estado Atual do Tratamento da Hemorragia Digestiva Alta devida a Hipertensão Portal Tratamento Clínico Roberto Gomes Jr. Médico assistente do serviço
Dr. Fabio Del Claro. Hemorragias Digestivas Alta Parte II. Etiologia HEMORRAGIAS DIGESTIVA ALTAS NÃO VARICOSAS. Dr.
Dr. Fabio Del Claro Formado pela Faculdade de Medicina do ABC SP Residência em Cirurgia Geral pela Faculdade de Medicina do ABC SP Residência em Cirurgia Plástica pela Faculdade de Medicina do ABC Título
HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL DE SÃO PAULO MAITÊ XAVIER FRECHIANI DE CASTRO
HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL DE SÃO PAULO MAITÊ XAVIER FRECHIANI DE CASTRO PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES ATENDIDOS COM QUEIXAS SUGESTIVAS DE HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA NO SETOR DE
HEMORRAGIAS DIGESTIVAS
HEMORRAGIAS DIGESTIVAS ABORDAGEM 1. ESTABILIZAR 2. LOCALIZAR 3. TRATAR E PREVENIR NOVOS SANGRAMENTOS. HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA (80%). HEMORRAGIA DIGESTIVA BAIXA (ângulo de Treitz) COMO LOCALIZAR? Utilizar
ENFERMAGEM CUIDADOS DE ENFERMAGEM. Aula 10. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM CUIDADOS DE ENFERMAGEM Aula 10 Profª. Tatiane da Silva Campos Cuidado de Enfermagem em Hemorragia CUIDADOS DE ENFERMAGEM A hemorragia é uma complicação, grave, que pode resultar em choque hipovolêmico
HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA LESÕES PÉPTICAS
HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA LESÕES PÉPTICAS Laercio G. Lourenço Disciplina de Gastroenterologia Cirúrgica Departamento de Cirurgia UNIFESP Etiologia Mais freqüentes: HDA Varicosa: Varizes esofágicas Gastropatia
ESTÔMAGO ANATOMIA FISIOLOGIA ULCERA PÉPTICA
ESTÔMAGO ANATOMIA FISIOLOGIA ULCERA PÉPTICA ANATOMIA IRRIGAÇÃO Artérias gástricas esquerda (ramo do tronco celíaco) e direita (ramo da a. hepática própria), ao longo da curvatura menor. Artérias gastroepiplóica
Para o sangramento de varizes gástricas, realiza-se o tratamento com injeção de cianoacrilato, TIPSS ou cirurgia.
Varizes Hemorrágicas Hemostasia das Varizes Hemorrágicas Agudas Aproximadamente metade dos pacientes com ressangramento precoce sangrará dentro de três a quatro dias após o sangramento inicial. Alguns
O FARMACÊUTICO NA ASSISTÊNCIA AO PACIENTE COM HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA
CENTRO DE CAPACITAÇÃO EDUCACIONAL FARMÁCIA HOSPITALAR E CLÍNICA O FARMACÊUTICO NA ASSISTÊNCIA AO PACIENTE COM HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA LORENA CAMPOS ARRUDA RECIFE, 2015. 2 CENTRO DE CAPACITAÇÃO EDUCACIONAL
Hemorragia digestiva alta 05/03/2013. Tércio Pinto / Rui Barros
Hemorragia digestiva alta 05/03/2013 Tércio Pinto / Rui Barros Hemorragia digestiva alta 05/03/2013 Tércio Pinto / Rui Barros Questões a esclarecer O que temos de fazer antes da endoscopia digestiva alta?
Manejo da hemorragia digestiva varicosa
Manejo da hemorragia digestiva varicosa Alberto Queiroz Farias Professor-Associado e Livre-Docente Departamento de Gastroenterologia da USP Hemorragia digestiva no cirrótico HDA Recursos técnicos Protocolos
1. INTRODUÇÃO. 2. OBJETIVO Os objetivos desse protocolo são:
Página: 1/5 1. INTRODUÇÃO A anticoagulação é um procedimento frequente em unidades de terapia intensiva e sua utilização implica em riscos para o paciente. Assim, é importante que esse procedimento seja
FÓRUM MUNDIAL DE RESGATE, REMOÇÃO, TRATAMENTO DE VÍTIMAS DO TRAUMA E A ÉTICA NO ATENDIMENTO DA EMERGÊNCIA DE 16 A 21 DE AGOSTO DE 2005
FÓRUM MUNDIAL DE RESGATE, REMOÇÃO, TRATAMENTO DE VÍTIMAS DO TRAUMA E A ÉTICA NO ATENDIMENTO DA EMERGÊNCIA DE 16 A 21 DE AGOSTO DE 2005 TRATAMENTO CONSERVADOR DE VÍSCERAS MACIÇAS NO TRAUMA DISCIPLINA DE
Hemorragia Digestiva Baixa (HDB) HDB é o sangramento agudo que ocorre com origem distal ao ângulo de Treitz.
Hemorragia Digestiva Baixa (HDB) HDB é o sangramento agudo que ocorre com origem distal ao ângulo de Treitz. Epidemiologia o Menos freqüente que a HDA o Mais em idosos o 24% de tds as HDs o 20-27 casos
Embolização nas Hemorragias Digestivas
Embolização nas Hemorragias Digestivas Francisco Leonardo Galastri Cirurgião Endovascular e Radiologista Intervencionista Departamento de Radiologia Vascular Intervencionista do Hospital Israelita Albert
Choque hipovolêmico: Classificação
CHOQUE HIPOVOLÊMICO Choque hipovolêmico: Classificação Hemorrágico Não-hemorrágico Perdas externas Redistribuição intersticial Choque hipovolêmico: Hipovolemia Fisiopatologia Redução de pré-carga Redução
Cintilografia com hemácias marcadas com 99mTc-PYP
Análise das Imagens Cintilografia com hemácias marcadas com 99mTc-PYP Imagem 1: Análise da Imagem 1: Cintilografia com hemácias marcadas com 99m Tc-PYP para pesquisa de hemorragia digestiva: concentração
Sangramentos em Bypass Gástrico. Dr Roberto Rizzi Clinica Dr Roberto Rizzi Centro de Excelencia em Cirurgia Bariatrica - HMSL
Sangramentos em Bypass Gástrico Dr Roberto Rizzi Clinica Dr Roberto Rizzi Centro de Excelencia em Cirurgia Bariatrica - HMSL Incidência decadente 2005 = Mason EE (Obes Relat Dis 2005) = 4,4% 2012 = Schauer
Síndromes Coronarianas Agudas. Mariana Pereira Ribeiro
Síndromes Coronarianas Agudas Mariana Pereira Ribeiro O que é uma SCA? Conjunto de sintomas clínicos compatíveis com isquemia aguda do miocárdio. Manifesta-se principalmente como uma dor torácica devido
Resultados da Validação do Mapeamento. Administrar medicamentos vasoativos, se adequado.
Intervenções de Enfermagem da Classificação das Intervenções de Enfermagem (NIC) para o diagnóstico de Volume de líquidos deficiente em pacientes vitimas de trauma Quadro 1- Reestruturação dos níveis de
PROTOCOLO MÉDICO SEPSE E CHOQUE SÉPTICO
Página: 1 de 6 1. INTRODUÇÃO: Considerar SEPSE e CHOQUE SÉPTICO quando: - Temperatura >38 C ou < 36 C - FR >20 ou paco2 12.000 ou leucopenia 10% de bastões - Hipotensão induzida
Hospital São Paulo SPDM Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina Hospital Universitário da UNIFESP Sistema de Gestão da Qualidade
DESCRITOR: Página:! 1/! 1. INTRODUÇÃO Estima-se que anualmente são realizadas cercas de 240 milhões de procedimentos cirúrgicos em todo mundo, sendo que a taxa de mortalidade para pacientes com menos de
Estabelecer os critérios para transfusão de hemocomponentes, otimizar o uso e aumentar a segurança transfusional.
Página: 1/7 1. INTRODUÇÃO A transfusão de concentrado de hemácias ou outro produto sanguíneo é comum nas unidades de terapia intensiva (UTI). Estima-se que mais de 40% dos pacientes recebam uma ou mais
PROTOCOLO DE MANUTENÇÃO DO POTENCIAL DOADOR DE ORGÃOS
Data de 1. Definições: Procedimento que detalha o manejo de pacientes com morte encefálica, com potencial para doação de órgãos 2. Objetivos Traçar as diretrizes para manutenção do potencial doador de
Seminário Grandes Síndromes
Seminário Grandes Síndromes TEMA: DISPEPSIA Residente: Paloma Porto Preceptor: Dr. Fortunato Cardoso DEFINIÇÃO De acordo com os critérios de Roma III, dispepsia é definida por 1 ou mais dos seguintes sintomas:
- Descrito na década de 70, mas com aumento constante na incidência desde os anos 90
INTRODUÇÃO - Descrito na década de 70, mas com aumento constante na incidência desde os anos 90 - Caracterizada pela infiltração de eosinófilos na mucosa esofágica - Pode ser isolada ou como manifestação
Data Versão/Revisões Descrição Autor 06/06/ Proposta inicial F.A.A.C; M.C.V, S.R.P.T
UTIPrCL06 1 de 6 Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial F.A.A.C; M.C.V, S.R.P.T 1 Objetivo Fornecer um sistema seguro de administração de heparina por
I Curso de Choque Faculdade de Medicina da UFMG INSUFICIÊNCIA DE MÚLTIPLOS ÓRGÃOS MODS
I Curso de Choque Faculdade de Medicina da UFMG INSUFICIÊNCIA DE MÚLTIPLOS ÓRGÃOS MODS Alterações Hematológicas Anatomia. Circulação. Distribuição. Função. Adaptação x Disfunção. Alterações Hematológicas
SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR PROTOCOLO DENGUE
PROTOCOLO DENGUE 1 2 CRITÉRIOS DE INTERNAÇÃO PARA DENGUE A identificação precoce dos casos é de vital importância para tomar decisões e implementar medidas de maneira oportuna, visando principalmente o
TRAUMA ADBOMINAL. Prof.ª Leticia Pedroso
TRAUMA ADBOMINAL Prof.ª Leticia Pedroso TRAUMA DE ABDOME Anatomia interna Cavidade do corpo que contém estruturas, órgãos e vasos calibrosos: Órgãos sólidos fígado, baço, pâncreas, rins. Órgãos ocos esôfago,
CONSULTA EM GASTROENTEROLOGIA CÓDIGO SIA/SUS:
CONSULTA EM GASTROENTEROLOGIA CÓDIGO SIA/SUS: 03.01.01.007-2 INDICAÇÕES: 1. DISPEPSIA OU DOENÇA DO REFLUXO 2. DIARRÉIA CRÔNICA 3. PANCREATITE CRÔNICA 4. NÓDULOS SÓLIDOS OU CÍSTICOS NO PÂNCREAS 5. FALHA
Curso Avançado em Gestão Pré-Hospitalar e Intra-Hospitalar Precoce do Enfarte Agudo de Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST
Curso Avançado em Gestão Pré-Hospitalar e Intra-Hospitalar Precoce do Enfarte Agudo de Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST Perante a suspeita clínica de Síndrome coronária aguda (SCA) é crucial
Orientação para preparo de. Endoscopia Digestiva Alta
Orientação para preparo de Endoscopia Digestiva Alta ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA o que é videoendoscopia? Endoscopia digestiva alta (também conhecida como gastroscopia, endoscopia gastrointestinal alta,
Manejo clínico da ascite
Manejo clínico da ascite Prof. Henrique Sérgio Moraes Coelho XX Workshop Internacional de Hepatites Virais Recife Pernambuco 2011 ASCITE PARACENTESE DIAGNÓSTICA INDICAÇÕES: ascite sem etiologia definida
HEMOCENTRO RP PROCEDIMENTO OPERACIONAL SANGRIA TERAPÊUTICA
P.: 01/05 1. OBJETIVO Padronizar o atendimento de solicitação de Sangria Terapêutica, ST, nas Agências Transfusionais do HCRP. *1 2. APLICAÇÃO Na realização de Sangria Terapêutica ou flebotomia terapêutica.
Hemofilia: Tratamento de Reposição sob Demanda. Mônica Hermida Cerqueira
Hemofilia: Tratamento de Reposição sob Demanda Mônica Hermida Cerqueira Agenda 1. O que é o tratamento de reposição sob demanda. 2. Como determinar a percentagem da elevação do fator e a frequencia de
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA. Prof. Adélia Dalva
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA Prof. Adélia Dalva 1. O tratamento emergencial da hipovolemia grave, em uma unidade de pronto atendimento, causada por choque hemorrágico, compreende as seguintes condutas terapêuticas,
CATETERISMO CARDÍACO. Prof. Claudia Witzel
CATETERISMO CARDÍACO CATETERISMO CARDÍACO Método diagnóstico invasivo É avaliada a presença ou não de estreitamentos nas artérias coronárias secundário às "placas de gordura" além do funcionamento das
Seminário ME3: Choque. Orientador: Gabriel MN Guimarães
Seminário ME3: Choque Orientador: Gabriel MN Guimarães Definição de choque Definições de choque Tema polêmico. Choque circulatório vs choque não circulatório: Hipoglicemia, hipoinsulinemia, intoxicações,
SABAA SISTEMATIZAÇÃO DO ATENDIMENTO BÁSICO DO ABDOME AGUDO
SABAA SISTEMATIZAÇÃO DO ATENDIMENTO BÁSICO DO ABDOME AGUDO ANAMNESE - 1º PASSO SABAA Caracterização da dor abdominal: Evolução (início e duração) Localização Irradiação Intensidade e tipo Agravo Alivio
VII Congresso Norte-Nordeste Nordeste de Gastroenterologia Teresina, 6 a 9 de junho de 2007
VII Congresso Norte-Nordeste Nordeste de Gastroenterologia Teresina, 6 a 9 de junho de 2007 Hipertensão Porta: Papel da cirurgia Orlando Jorge Martins Torres Núcleo de Estudos do Fígado - UFMA Cirurgia
Hemorragia Digestiva Alta (HDA)
Hemorragia Digestiva Alta (HDA) Emergência de causa gastrointestinal muito comum Etiologia o Doença ulcerosa péptica o Rotura de varizes hemorrágicas o Esofagite erosiva o Lesão de Mallory-Weiss: lacerações
Fluidoterapia. Vias de Administração. Fluidoterapia. Fluidoterapia. Fluidoterapia. Fluidoterapia. Enteral Via oral Via intra retal
Vias de Administração Enteral Via oral Via intra retal Parenteral Via Subcutânea Via Intramuscular Via endovenosa Via Intra Óssea Via Intra Cardíaca Via Intra Traqueal Via Epidural Via Subaracnóidea Via
Transplante renal intervivos (Doador)
Título: ANESTESIA PARA TRANSPLANTE RENAL REVISÃO DATA 00 10/2015 ELABORADO POR: AVALIADO POR: CÓDIGO POP.HUB-DM- PÁGINA 4/4 HOMOLOGADO POR: Luís Cláudio de Araújo Ladeira Gabriel Magalhães Nunes Guimarães
R1CM HC UFPR Dra. Elisa D. Gaio Prof. CM HC UFPR Dr. Mauricio Carvalho
R1CM HC UFPR Dra. Elisa D. Gaio Prof. CM HC UFPR Dr. Mauricio Carvalho CASO CLÍNICO Homem, 45 anos, com cirrose por HCV foi admitido com queixa de fraqueza e icterícia de início recente. O paciente possuía
ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS. Parte 1. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS Parte 1 Profª. Tatiane da Silva Campos Trato Gastrointestinal Esôfago Estômago Intestino Intestino Grosso Delgado Reto Fonte: www.google.com.br/imagens acessado em
Broncoscopia. Certificado pela Joint Commission International. Padrão Internacional de qualidade em atendimento médico e hospitalar.
Broncoscopia Certificado pela Joint Commission International Padrão Internacional de qualidade em atendimento médico e hospitalar. Centro de Endoscopia 11 3549 1428 Agendamento de Exames 11 3549 1000 O
Tromboembolismo Pulmonar Embolia pulmonar
Tromboembolismo Pulmonar Embolia pulmonar Forma mais comum de doença pulmonar aguda na população hospitalar adulta (3 a causa de óbito nos EUA), mais comum em idosos e em homens: 85% dos casos são provenientes
Estratificação de risco cardiovascular no perioperatório
Estratificação de risco cardiovascular no perioperatório André P. Schmidt, MD, PhD, TSA/SBA Co-responsável pelo CET do Serviço de Anestesia e Medicina Perioperatória do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.
Resolução CNRM Nº 11, de 10 de agosto de 2005
Resolução CNRM Nº 11, de 10 de agosto de 2005 Dispõe sobre conteúdos do Programa de Residência Médica de Cirurgia Geral e Cirurgia Geral Programa Avançado. O Presidente da Comissão Nacional de Residência
9º Imagem da Semana: Radiografia Tórax
9º Imagem da Semana: Radiografia Tórax Enunciado Paciente do sexo masculino, 39 anos, atendido no Pronto Atendimento com quadro de dor abdominal difusa, intensa e de início súbito, com cerca de 3 horas
Úlceras de Perna. Definição Epidemiologia Etiologia Manifestações Clínicas Diagnóstico Diferencial Tratamento 2015 ENF.
ÚLCERAS DE PERNA Úlceras de Perna Definição Epidemiologia Etiologia Manifestações Clínicas Diagnóstico Diferencial Tratamento 2015 ENF.ª MARTA MIRANDA 2 2015 ENF.ª MARTA MIRANDA 3 2015 ENF.ª MARTA MIRANDA
Tromboembolismo Pulmonar. Fernanda Queiroz
Tromboembolismo Pulmonar Fernanda Queiroz EMBOLIA PULMONAR DEFINIÇÃO: É a obstrução de vasos da circulação arterial pulmonar causada pela impactação de particulas cujo diâmetro seja maior do que o do vaso
HEMORRAGIAS. Prof. Raquel Peverari de Campos
HEMORRAGIAS É um termo aplicado para descrever sangramento intenso. Hemorragia é a ruptura de vasos sanguíneos, com extravasamento de sangue. A gravidade da hemorragia se mede pela quantidade e rapidez
ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS. Parte 2. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS Parte 2 Profª. Tatiane da Silva Campos Doenças comuns no intestino: - Úlcera Duodenal: semelhante à gástrica; Sintomas: Dor epigástrica que alivia com os alimentos
Entendendo a DRGE. & a Terapia com Stretta. GERD (gerd): Doença do Refluxo Gastroesofágico
Entendendo a DRGE & a Terapia com Stretta GERD (gerd): Doença do Refluxo Gastroesofágico O que é DRGE? Quando o músculo entre seu estômago e o esôfago se torna fraco, o conteúdo do estômago, tal como ácido
HEMORRAGIAS. É um termo aplicado para descrever sangramento intenso. Hemorragia é a ruptura de vasos sanguíneos, com extravasamento de sangue.
HEMORRAGIAS É um termo aplicado para descrever sangramento intenso. Hemorragia é a ruptura de vasos sanguíneos, com extravasamento de sangue. A gravidade da hemorragia se mede pela quantidade e rapidez
Punções: abdominal, vesical e torácica
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE CLÍNICA CIRÚRGICA Disciplina de Técnica Operatória e Cirurgia Experimental Punções: abdominal, vesical e torácica [email protected] http://labtoce.ufsc.br
Guia Prático da Residência em Cirurgia Geral R1, R2 e R3
Guia Prático da Residência em Cirurgia Geral R1, R2 e R3 Conteúdo Prático e Teórico Atividades Práticas R1 nos Rodízios obrigatórios e facultativos Ambulatório Consultas eletivas. História e exame físico
Cirrose Hepatica. Cirrose Hepática e Hipertensão Porta
Cirrose Hepatica Cirrose Hepática e Hipertensão Porta O que é Cirrose Hepática? A definição é histológica: necrose fibrose nódulos de regeneração desarranjo arquitetônico o Inflamação o disfunção endotelial
Profa. Dra. Larissa Gorayb F Mota
COAGULOPATIAS Profa. Dra. Larissa Gorayb F Mota COAGULOPATIAS Doenças hemorrágicas: alteração no mecanismo de coagulação Congênitas: hemofilia, doença de von Willebrand, deficiência de fatores de coagulação
Processo Seletivo Unificado de Residência Médica 2017 PADRÃO DE RESPOSTAS ANGIORRADIOLOGIA E CIRURGIA VASCULAR
Processo Seletivo Unificado de Residência Médica 2017 PADRÃO DE RESPOSTAS ANGIORRADIOLOGIA E CIRURGIA VASCULAR Situação-Problema 1 A) Tromboembolismo Pulmonar Tromboembolismo Pulmonar maciço TEP TEP maciço
Os tumores neuroendócrinos retais expressam marcadores como cromogranina e sinaptofisina, embora nem sempre sejam positivo.
Os tumores neuroendócrinos (TNE) retais correspondem a 34% dos tumores neuroendócrinos do TGI, ficando atrás em incidência apenas dos TNE de delgado. A incidência de tumores neuroendócrinos retais tem
DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO
Serviço e Disciplina de Clínica Cirúrgica Sessão Clínica- 31/08/2018 Auditório 1 -Hospital Escola Álvaro Alvim Relatora: Fernanda Cordeiro da Silva R2 DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO CONCEITO Afecção
Processo Seletivo Unificado de Residência Médica 2017 PADRÃO DE RESPOSTAS ANGIORRADIOLOGIA E CURURGIA ENDOVASCULAR
Processo Seletivo Unificado de Residência Médica 2017 PADRÃO DE RESPOSTAS ANGIORRADIOLOGIA E CURURGIA ENDOVASCULAR Situação-Problema 1 A) Tromboembolismo Pulmonar Tromboembolismo Pulmonar maciço B) Angiotomografia
Abordagem da sepse na emergência Rodrigo Antonio Brandão Neto
Abordagem da sepse na emergência Rodrigo Antonio Brandão Neto Perguntas as serem respondidas Esse paciente tem choque? Quais os critérios de sepse? Qual abordagem inicial ao choque neste paciente? Quais
Um caso de trombose venosa esplâncnica: dificuldades e particularidades. Vaz AM; Eusébio M; Antunes A; Queirós P; Gago T; Ornelas R; Guerreiro H.
Um caso de trombose venosa esplâncnica: dificuldades e particularidades Vaz AM; Eusébio M; Antunes A; Queirós P; Gago T; Ornelas R; Guerreiro H. Sexo feminino, 66 anos. Antecedentes pessoais: - 3 abortos
Hemorragias no cancro avançado
Hemorragias no cancro avançado Introdução As hemorragias terminais agudas ocorrem em até 10% dos doentes com cancro [1] e nas doenças hematológicas malignas podem atingir os 26% [2]. Num estudo realizado
RESPOSTA RÁPIDA 107/2013
RESPOSTA RÁPIDA 107/2013 SOLICITANTE Emerson de Oliveira Corrêa Juiz de Direito Município de Candeias - MG NÚMERO DO PROCESSO 0120.13.000607-1 DATA 15/06/2013 SOLICITAÇÃO O autor, pessoa de poucos recursos
CHEGOU UMA CRIANÇA NO PLANTÃO
CHEGOU UMA CRIANÇA NO PLANTÃO EMERGÊNCIAS CIRURGICAS PEDIÁTRICAS CAUSAS INFLAMATÓRIAS APENDICITE - MAIS FREQUENTE. DIVERTICULITE DE MECKEL. COLECISTITE. CAUSAS INFLAMATÓRIAS PERITONITES RELACIONADA A VÁLVULAS
PROPOFOL SEDATION DURING ENDOSCOPIC PROCEDURES: SAFE AND EFFECTIVE ADMINISTRATION BY REGISTERED NURSES SUPERVISED BY ENDOSCOPISTS
Serviço de Endoscopia Gastrointestinal Hospital das Clínicas Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo PROPOFOL SEDATION DURING ENDOSCOPIC PROCEDURES: SAFE AND EFFECTIVE ADMINISTRATION BY REGISTERED
, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (a) médico (a)
TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização
DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO EM PEDIATRIA
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CENTRO DE CIENCIAS MÉDICAS E FARMACÊUTICAS LIGA ACADÊMICA DE PEDIATRIA DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO EM PEDIATRIA ACADÊMICA: CAMILA DE OLIVEIRA SILVA 1º ANO-
SANGUE PLAQUETAS HEMOSTASIA
SANGUE PLAQUETAS HEMOSTASIA Fisiologia Molecular BCT 2S/2011 Universidade Federal de São Paulo EPM/UNIFESP DISTÚRBIOS RELACIONADOS ÀS HEMÁCEAS CASO 1: Paciente portador de úlcera péptica Diagnóstico: Anemia
