RELAÇÃO SUAS e SISTEMA DE JUSTIÇA
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- Letícia Mônica Beppler de Caminha
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1 RELAÇÃO SUAS e SISTEMA DE JUSTIÇA ENCONTRO GESTORES MUNICIPAIS SC Maio 2017 Denise Colin
2 CONCEITO DE SISTEMA palavra derivada do latim systema conjunto ordenado de elementos interdependentes possuem atributos e funções especiais funcionam interligados e interagem entre si de modo a formar um todo organizado em prol de um objetivo comum
3 CARACTERÍSTICAS DE SISTEMAS PÚBLICOS Abertos, incompletos e em permanente construção, com especificidades e pontos de interseção Constituem prestações públicas qualificadas e profissionalizadas, dependentes de normatizações e regulações próprias Vinculados às responsabilidades específicas, com serviços e confinaciamento continuados Pressupõem ordem e uniformidade de princípios e de conceitos: leis orgânicas
4 ESPECIFICIDADES DO SUAS Sistema público, único, descentralizado, participativo, com padrão de atendimento e de cofinanciamento normatizado e pactuado entre as esferas de governo Responsável pela oferta de serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais por níveis de proteção social (básica e especial) e com base no diagnóstico e realidades socioterritoriais Organizado com fundo público para cofinanciamento compartilhado entre os entes federados Estruturado com instâncias de gestão, pactuação (CIT, CIB) e deliberação (Conselhos, Conferências) Participação e controle social da política pública por meio de diversos instrumentos (audiências públicas, portais transparência, fóruns, comissões, conselhos, conferências, etc)
5 ESPECIFICIDADES DO SISTEMA DE JUSTIÇA Composto por diferentes órgãos independentes: Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública Dotados de autonomia política e administrativa Estruturas e finalidades diferenciadas de atuação Atribuições distintas: judiciais e extrajudiciais Carreiras próprias com movimentações frequentes nas entrâncias e instâncias Formação diferenciada e autonomia funcional: conhecimentos, habilidades e atitudes Linguagem própria: uso técnico dos termos Tratamento das áreas de intervenção por segmento e por atribuição setorial Prevalência na ação judicial do atendimento das demandas individuais frente às coletivas Baixo domínio do funcionamento dos sistemas públicos e do diagnóstico socioterritorial Procedimentalização das demandas sociais Judicialização das políticas públicas
6 ÓRGÃOS QUE COMPÕEM O SISTEMA DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO atribuição de administrar a Justiça tem por função jurisdicional a tutela dos direitos subjetivos; dos direitos fundamentais e dos direitos individuais abstratos representa o Estado na missão de aplicar as leis, vigiar sua execução e reparar violações às relações jurídicas
7 ÓRGÃOS QUE COMPÕEM O SISTEMA DE JUSTIÇA MINISTÉRIO PÚBLICO instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado incumbido da defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis atua no âmbito individual e coletivo, por meio de ações preventivas, punitivas e de fiscalização, bem como de fomento à estruturação e ofertas qualificadas de políticas públicas Art. 31, LOAS define que o MP deve zelar pela efetiva aplicação de suas previsões.
8 ÓRGÃOS QUE COMPÕEM O SISTEMA DE JUSTIÇA DEFENSORIA PÚBLICA Instituição permanente e essencial à administração da Justiça competência de: prestar orientação jurídica; de garantir a defesa e a promoção dos direitos humanos, dos direitos individuais e coletivos de forma integral e gratuita, em todos os graus, aos que comprovarem insuficiência de recursos, como forma de garantir o direito do cidadão de acesso à Justiça
9 CNJ e CNMP Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP): distinções Comissões do CNMP: especialização temática Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH) do Conselho Nacional de Procuradores Gerais (CNPG): comissões por áreas e segmentos
10 SOLICITAÇÕES MAIS FREQUENTES PARA O SUAS Realização de vistorias, diligências, inspeções e visitas domiciliares Elaboração de relatórios, estudos sociais, laudos e perícias Revisão dos casos de interdição (Lei Inclusão Social) Inclusão em serviços e benefícios socioassistenciais Inscrição em cadastros Orientações e acompanhamento de casos específicos Pedidos de informações Determinações judiciais
11 Vistoria/Diligências/Visitas x Atendimento Socioassistencial Toda atividade que implique em deslocamento e verificação in locu de situações que requeiram análise técnica, através da utilização dos instrumentais teórico-metodológicos e técnicooperativos apropriados Objetivo: subsidiar decisão institucional na defesa do direito social, individual ou coletivo Obs: trabalhador e gestor do SUAS que definem o serviço, o referencial teórico e instrumental técnico a ser utilizado
12 Inspeção x Rede Proteção Fiscalização e verificação das condições de funcionamento de estabelecimentos públicos ou privados, que desenvolvem serviços de relevância pública, mediante a utilização de instrumento de coleta de dados e com a elaboração de relatório conclusivo Objetivo: verificar o efetivo funcionamento, a qualidade e as condições do atendimento prestado Obs: papel CMAS e do gestor - inscrição, assessoramento e monitoramento do funcionamento dos serviços rede de proteção protocolo de funcionamento, com definição das responsabilidade de cada órgão e fluxo de atendimento Integração dos respectivos Sistemas (SUAS, SUS, Educação, Trabalho, Garantia de Direitos diversos públicos, SINASE, Sistema de Justiça, etc)
13 Relatório/Estudo/Laudo/Perícia Apresentação descritiva e interpretativa de uma situação ou expressão da questão social, resultado de estudo social, contendo os sujeitos envolvidos, as finalidades, os procedimentos adotados, o contexto, o desenvolvimento e a análise da situação, evidenciando seus determinantes e sugerindo as possibilidades de enfrentamento e encaminhamentos Objetivo: subsidiar a manifestação ou decisão dos órgãos do Sistema de Justiça Obs: articulação para realizar o acompanhamento socioassistencial ou por outros serviços de políticas públicas e discussão na rede proteção
14 IMPACTOS DISTORCIDOS PARA O SUAS Atendimento à reivindicação de direitos através de demandas concretas e individuais Possibilidade de desorganização dos serviços e comprometimento dos recursos financeiros e materiais disponíveis Função corretiva dos problemas manifestos em detrimento da gestão da política pública Requisições equivocadas aos trabalhadores do SUAS Complexidade das tarefas impostas a profissionais sem proximidade com a temática ou domínio dos conhecimentos específicos necessários à execução
15 ARTICULAÇÃO ENTRE OS SISTEMAS Relatórios de acompanhamento dos casos atendidos: previsão nos Cadernos de Orientações Técnicas e na nota Técnica do MDS, porém sem finalidade investigativa, e distinto dos laudos periciais Comunicação de situações encontradas pelos serviços socioassistenciais Notificações obrigatórias: situações de violência e ameaça a terceiros Intercâmbio de informações: Registro Mensal de Atendimento (RMA); Censo SUAS; diagnóstico socioterritorial; Relatórios de Gestão; legislações e normativas do SUAS; Cadernos de Orientação dos Serviços e Benefícios Socioassistenciais; Resoluções CNJ e CNMP; Leis Orçamentárias; Procedimentos
16 ARTICULAÇÃO ENTRE OS SISTEMAS Intercâmbio de formação: Edição de normativas nacionais e estaduais conjuntas que orientem a rede de proteção e os integrantes do sistema de justiça Participação das reuniões de representação nacionais (FONSEAS, CONGEMAS, CNMP, CNPG) e similares em âmbito estadual DisseminaçãodoconhecimentosobreoSUASeoSistemade Justiça: cursos, encontros, material didático Desenvolvimento de esforços de cooperação e integração: escolas de formação, campanhas, publicações Preparação de material específico para os integrantes dos respectivos Sistemas
17 ARTICULAÇÃO ENTRE OS SISTEMAS Disseminação, para as carreiras jurídicas, do conhecimento sobre o SUAS Inserção do tema nos currículos dos cursos de direito Previsão no programa dos concursos de ingresso e dos cursos de vitaliciamento e de formação continuada Formação em nível estadual e nacional aos atuais integrantes Estímulo à produção e à divulgação de estudos, teses e pesquisas
18 ARTICULAÇÃO ENTRE OS SISTEMAS Atendimento conjunto das demandas: Constituição da Rede de Proteção Social composta porórgãosgestoresdaspolíticassociaissetoriaisede defesa de direitos, e do sistema de justiça Mapeamento e especificação dos serviços e equipamentos das políticas sociais, local e regional Realização de reuniões periódicas para discussão dos temas Elaboração de protocolos e fluxos de atendimento Instituição de sistemas de informação compartilhados Acompanhamento do efetivo funcionamento dos Conselhos, Conferências e Fundos
19 FLUXOS OPERACIONAIS INTERINSTITUCIONAIS Construção a partir da consideração: das especificidades locais e regionais do papel dos diferentes integrantes da rede das necessidades da pessoa/família em situação de vulnerabilidade e/ou de violação dos direitos Formalização através de protocolos de atendimento integrado
20 ATUAÇÃO EM REDE Definição das atribuições e especificidades dos diversos órgãos e instituições envolvidos Identificação dos pontos de intersecção Prevenção contra a sobreposição e o paralelismo das ações Horizontalidade nas relações entre os envolvidos Preservação das competências próprias de cada órgão ou instituição articulada
21 ARTICULAÇÃO NA PSB PAIF Definição do fluxo para encaminhamento e atendimento das famílias em situação de vulnerabilidade, particularmente com procedimentos judiciais e extrajudiciais Discussão conjunta na rede de proteção SCFV Complementar ao PAIF, PAEFI, Medidas Socioeducativas, PETI Organizado por ciclo de vida ou intergeracional como forma de estabelecer grupos de pertencimento e de viabilizar acesso aos bens públicos e apropriação da cidade
22 ARTICULAÇÃO NA PSE MÉDIA COMPLEXIDADE PAEFI Definição de fluxo para cumprimento Lei Maria da Penha/Estatuto Idoso/Lei Inclusão Social/ECA e Protocolos de Atendimento de Indivíduos e Famílias em Situação de Violência (ex: Foz) Definição de fluxo para atendimento dos Disque Denúncias Instituição da ficha integrada de notificação Estabelecimento da Rede Intersetorial de Atendimento
23 ARTICULAÇÃO NA PSE MÉDIA COMPLEXIDADE MSE (Liberdade Assistida e de Prestação de Serviços à Comunidade) Adoção das modalidades de mediação de conflito Centro POP e abordagem social PETI Aplicação dos eixos do Programa: prevenção; proteção; defesa e responsabilização
24 Serviços de Acolhimento ARTICULAÇÃO NA PSE ALTA COMPLEXIDADE Reordenamento dos serviços de acolhimento conforme parâmetros do SUAS: criança e adolescente, adultos e famílias, residências inclusivas Elaboração de Protocolo e Fluxos de Atendimento (Ex: Recife, Curitiba) Encaminhamentos resultantes das demandas apontadas nas visitas periódicas junto às unidades de acolhimento e de socioeducação - Resoluções do CNMP e CNJ Instituição de Programas de Família Acolhedora e de Guarda Subsidiada Organização da Central de Acolhimento Estruturação dos serviços regionais de média e alta complexidade: CREAS; Unidades de Acolhimento Integração com serviços regionais do SUS: CAPs; Hospitais de referência
25 AVANÇOS Documentos Normativos e Orientações Técnicas do MDS: esclarecendo as funções da AS, dos serviços e atribuições profissionais. Carta de Constituição de Estratégias em Defesa da Proteção Integral dos Direitos da Criança e do Adolescente: definindo ações específicas a cada órgão e suas complementariedade. Edição do Provimento nº 36/2014: melhoria da estrutura das varas da infância e juventude e fiscalização da tramitação dos processos de adoção e destituição do poder familiar. Recomendações CNJ nº02/2006 e nº09/2007: composiçãodas equipes interprofissionais junto à Justiça de Infância/Juventude e Juizados de Violência Doméstica. Registro de Pedidos de Providências ao CNJ e CNMP e Ações Civis Públicas sobre o tema. MP: debates para apoiar o reordenamento dos serviços de acolhimento; GT sobre População em Situação de Rua, Termo de Cooperação Técnica MP/MDS; regionalização das equipes técnicas
26 PROVIMENTO nº 36/ CNJ Recomenda aos juízes de direito a atuação integrada com os órgãos de gestão das políticas de assistência social, educação e saúde, nos âmbitos municipal e estadual, especialmente no que se refere à aplicação de medidas protetivas para crianças e adolescentes e suas respectivas famílias. Condena, expressamente, o uso de expressões admoestadoras, a exemplo de sob pena de crime de desobediência ou prisão (artigo 6º, incisos I e II).
27 RECOMENDAÇÃO Nº 33/16 - CNMP Art. 1º As Procuradorias Gerais de Justiça dos Ministérios Públicos dos Estados e do Distrito Federal e Territórios deverão: I promover estudos destinados a equipar as comarcas e foros regionais com mais de (cem mil) habitantes, com Promotorias de Justiça com atribuição exclusiva em matéria de infância e juventude, encaminhando o resultado para este Conselho Nacional do Ministério Público no prazo assinalado; II promover, quando a comarca atingir (trezentos mil) habitantes, a criação de uma promotoria adicional especializada e com atribuições exclusivas em infância e juventude; Art. 2º As Procuradorias Gerais de Justiça dos Ministérios Públicos dos Estados e do Distrito Federal e Territórios deverão também: I estruturar todas as Promotorias de Justiça com atribuição exclusiva em matéria de infância e juventude, bem como os Centros de Apoio Operacionais em matéria de infância e juventude ou órgão equivalente, com equipes multidisciplinares compostas de, ao menos, um psicólogo, um pedagogo e um assistente social, sem prejuízo de um número de Oficiais de Promotoria e/ou Assessores Jurídicos compatível com a demanda do serviço e com a necessidade de prestar atendimento
28 ATUAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO Reconfiguração a partir da atuação extrajudicial e MP Resolutivo: mediação de conflitos audiências públicas termos de ajustamento de conduta recomendações administrativas Valorização da aproximação com a sociedade: projetos institucionais envolvimento comunitário atuação em rede articulação interinstitucional acompanhamento dos Conselhos, Conferências e Fundos Atuação planejada e regionalizada: Áreas especializadas Equipe Técnica de Apoio (assistentes sociais e auditores)
29 QUESTÕES A SUPERAR NO SUAS Equipes de referência que ainda não atendem aos parâmetros da NOB/RH Precarização de vínculos trabalhistas e rotatividade das equipes de referência Capacitação insuficiente para a qualificação do trabalho social Cobertura incipiente de atendimento na PSE nos municípios pequenos e desigualdade no acesso (urbano e rural) Aprimoramento de parâmetros nacionais para o trabalho social com famílias e no cumprimento de medidas socioeducativas Fortalecimento do trabalho em rede intersetorial e interinstitucional
30 QUESTÕES A SUPERAR NO SISTEMA DE JUSTIÇA Equipes de referência do SUAS ocupando lacunas de equipes interprofissionais de outros órgãos do Sistema e da rede (Poder Judiciário, Ministério Público, Delegacias Especializadas, Defensoria Pública, Conselhos Tutelares) Estados e municípios que não contam com acesso à Defensoria Pública Número insuficiente de varas e promotorias especializadas e de equipes interprofissionais, levando ao direcionamento para o SUAS de demandas de estudo psicossocial do Sistema de Justiça Confusão entre Visitas, Estudos Sociais e Relatórios de Acompanhamento (SUAS) X Diligências, Visitas, Laudos e Perícias solicitadas Necessidadedeconstruçãodevínculosdeconfiançaefortalecimentoda função protetiva da família X Investigação e responsabilização da família/do agressor.
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