6.06 SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO
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- Amadeu Marroquim de Caminha
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1 DESCRITIVO TÉCNICO DE SUPORTE À ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DOS CAMPEONATOS DAS PROFISSÕES 6.06 SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO Esta descrição técnica consiste do desenvolvimento dos seguintes elementos: Descrição Geral da Profissão; Metodologia de Concepção da Prova; Critérios de Avaliação; Requisitos Gerais/Específicos de Segurança e Higiene; Gestão da Competição/Prova; Infra-Estruturas e Equipamentos; Layout-tipo da Competição; Actividades de Promoção da Profissão. Nos termos do Regulamento em vigor, esta Descrição Técnica está aprovada pela Comissão Técnica do SkillsPortugal. Carlos Fonseca Delegado Técnico do SkillsPortugal Março de 2012 DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 1/20
2 Ficha técnica: Título SkillsPortugal - Descrição Técnica da competição de Segurança e Higiene do Trabalho Promotor e Elaborador Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. Departamento de Formação Profissional R. de Xabregas, Lisboa Tel: (+351) Web-Site: Equipa Técnica Conceptore(s) Pedro Silveira Carlos Diogo Coordenação Geral e Aprovação Carlos Fonseca Palavras com aplicação em género devem aplicar-se automaticamente também ao outro Notas: CLUSTER/ÁREA DE ACTIVIDADE: Serviços sociais, pessoais e turismo Correspondência com Referenciais Técnicos Nacionais e Internacionais Técnico/a de higiene e saúde no trabalho (Nível 4 de Formação do QNQ) Observações: Portugal, através do Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP), é membro fundador da WorldSkills International (WSI) e da WorldSkills Europe (WSE), estando representado nos Comités Estratégicos e Técnicos das referidas Organizações. Cabe ao IEFP a promoção, organização e realização de todas as actividades relacionadas com os Campeonatos das Profissões. A Descrição Técnica é o instrumento que elenca as condições de desenvolvimento da competição contextualizada no âmbito de uma determinada profissão. DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 2/20
3 Índice SECÇÃO 0 - PREÂMBULO (Pág. 5) SECÇÃO I - DESCRIÇÃO GERAL DA PROFISSÃO (Pág. 5) Designação e contexto (Pág. 5) Designação Cluster/Área de actividade Importância da profissão para a sociedade Descrição da profissão (Pág. 5) Processo de trabalho Actividades e competências associadas Âmbito da profissão no campeonato das profissões (Pág. 9) Contexto Desenvolvimento SECÇÃO II - METODOLOGIA DE CONCEPÇÃO DA PROVA (Pág. 9) Formato da prova (Pág. 9) Requisito para a construção da prova (Pág. 9) Exigências gerais Duração total Responsabilidade e prazos de elaboração (Pág. 11) Divulgação da prova (Pág. 11) Descrição genérica da prova (Pág. 11) Esquema de Avaliação (Pág. 11) Selecção da Prova (Pág. 11) SECÇÃO III - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO (Pág. 12) Processo de Avaliação (Notação Objectiva/Subjectiva) (Pág. 12) Critérios de Avaliação (Pág. 12) SECÇÃO IV - REQUISITOS GERAIS/ESPECÍFICOS DE SEGURANÇA & HIGIENE (Pág. 13) Requisitos Gerais de Segurança (Pág. 13) Requisitos específicos de Segurança & Higiene da profissão (Pág. 14) SECÇÃO V - GESTÃO DA COMPETIÇÃO/PROVA (Pág. 14) Nomeação do Presidente de Júri (Pág. 14) Responsabilidades do Presidente de Júri (Pág. 14) SECÇÃO VI - INFRA-ESTRUTURAS E EQUIPAMENTOS DE SUPORTE ÀS PROVAS (Pág. 15) 6.1 Enquadramento (Pág. 15) Infra-estruturas técnicas (Pág. 15) Material genérico a utilizar na competição (Pág. 15) Equipamentos específicos da profissão (Pág. 15) Ferramentas a utilizar na competição (Pág. 16) Materiais, Equipamentos e Ferramentas proibidas (Pág. 16) Sustentabilidade económica/financeira e ambiental do evento/competição (Pág. 16) DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 3/20
4 SECÇÃO VII - LAYOUT-TIPO DA COMPETIÇÃO/PROVA (Pág. 17) Layout genérico do espaço da competição (Pág. 17) Layout-Tipo de referência do posto de trabalho (Pág. 18) 7.3- Outras características do posto de trabalho (Pág. 19) SECÇÃO VIII - ACTIVIDADES DE PROMOÇÃO DA PROFISSÃO (Pág. 19) ANEXOS: Anexo 1 Links a vídeos e outra informação promocional com exemplos da competição e do processo de trabalho (Pág. 19) Anexo 2 Ficha de Segurança da profissão (Pág. 20) DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 4/20
5 SECÇÃO 0 - PREÂMBULO As competições a desenvolver no âmbito dos eventos SkillsPortugal, caracterizam-se como sendo competições de desempenho profissional, assentes em critérios de elevada exigência, desenvolvidos no quadro do perfil de competências de cada profissão, visando o desenvolvimento, pelos concorrentes, de um produto, bem ou serviço, com valor económico no mercado de trabalho. Esta Descrição Técnica, constitui-se como o instrumento de harmonização das condições técnicas de desenvolvimento da competição a nível nacional (inter-ligada às internacionalmente estabelecidas) considerando as competências e o processo de trabalho exigido pelo mercado de trabalho, a metodologia de concepção e de organização da prova, critérios de avaliação, requisitos de segurança e ambientais, infra-estruturas, equipamentos, materiais, ferramentas e consumíveis necessários, layout-tipo e características da competição e dos postos de trabalho, assim como, actividades de promoção da profissão. SECÇÃO I DESCRIÇÃO GERAL DA PROFISSÃO Designação e contexto Designação Técnico/a de higiene e saúde no trabalho Cluster/Área de actividade Serviços sociais pessoais Importância da profissão para a sociedade Estima-se que anualmente morrem cerca de dois milhões de trabalhadores devido a acidentes de trabalho e doenças profissionais. Em todo o mundo ocorrem 270 milhões de acidentes de trabalho e são registadas mais de 160 milhões de doenças profissionais. A sinistralidade laboral tem um impacto negativo na sociedade, consubstanciada em custos sociais e económicos. Cabe ao Técnico de Segurança e Higiene do Trabalho fazer a ponte entre os intervenientes do mundo do trabalho, trabalhadores, empregadores e o Estado, de forma a cooperarem no sentido de adquirirem uma cultura de segurança sólida e consequente Descrição da profissão Processo de trabalho O Técnico de Segurança e Higiene do Trabalho é o profissional que, com base na legislação e normalização de segurança e higiene do trabalho, individualmente ou integrado numa equipa multidisciplinar desenvolve, coordena, e controla as actividades de prevenção de riscos profissionais, utilizando as técnicas, os produtos e equipamentos adequados. Nota: Ver Perfil Profissional no Catálogo Nacional de Qualificações em Actividades e competências associadas Considerando a correspondência entre os diversos referenciais técnicos existentes em Portugal e os disponibilizados pela WorldSkills e EuroSkills, o profissional desta área desempenha a (s) seguintes actividades: DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 5/20
6 ACTIVIDADES 1. Colaborar no planeamento e na implementação do sistema de gestão de prevenção da empresa Participar na elaboração de diagnósticos que permitam caracterizar o processo produtivo; 1.2. Participar na elaboração do plano de prevenção de riscos profissionais; 1.3. Participar na elaboração ou desenvolvimento de planos específicos de prevenção e protecção exigidos pela legislação; 1.4. Participar na definição dos procedimentos a adoptar em situações de emergência, designadamente, de combate ao sinistro, de evacuação e de primeiros socorros. 2. Colaborar no processo de avaliação de riscos profissionais Identificar perigos associados às condições de segurança, aos contaminantes químicos, físicos e biológicos e à organização e carga de trabalho; 2.2. Estimar riscos a partir de metodologias e técnicas adequadas aos perigos detectados; 2.3. Valorar riscos a partir da comparação dos resultados obtidos na estimativa dos riscos com critérios de referência previamente estabelecidos. 3. Desenvolver e implementar medidas de prevenção e de protecção Propor medidas de prevenção e de protecção observando, nomeadamente, os princípios gerais de prevenção e as disposições legais; 3.2. Implementar e acompanhar a execução das medidas de prevenção e de protecção; 3.3. Assegurar a eficiência dos sistemas necessários à operacionalidade das medidas de prevenção e de protecção implementadas, acompanhando as actividades de manutenção dos sistemas e equipamentos de trabalho e verificando o cumprimento dos procedimentos pré-estabelecidos; 3.4. Gerir o aprovisionamento e a utilização de equipamentos de protecção individual e assegurar a instalação e manutenção da sinalização de segurança; 3.5. Avaliar a eficácia das medidas implementadas através da reavaliação dos riscos e da análise comparativa com a situação inicial. 4. Colaborar na concepção de locais, postos e processos de trabalho Participar nas vistorias aos locais de forma a assegurar o cumprimento das medidas de prevenção e de protecção preconizadas; 4.2. Participar na integração das medidas de prevenção e de protecção na concepção de processos de trabalho e na organização dos postos de trabalho. 5. Colaborar no processo de utilização de recursos externos nas actividades de prevenção e de protecção Participar na identificação de recursos externos e no processo da sua contratação; 5.2. Acompanhar a acção dos serviços contratados, disponibilizando a informação e contribuindo para a obtenção dos meios necessários à sua intervenção, promovendo a sua articulação com os diversos sectores da empresa e participando na implementação das respectivas medidas; 5.3. Participar no processo de avaliação do desempenho dos serviços contratados e da adequabilidade e viabilidade das medidas preconizadas. 6. Assegurar a organização da documentação necessária ao desenvolvimento da prevenção na empresa Elaborar registos e organizar e actualizar documentação através do tratamento e arquivo regular da informação; 6.2. Garantir a acessibilidade da informação, identificando os destinatários e utilizadores e assegurando o envio da respectiva documentação. DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 6/20
7 7. Colaborar nos processos de informação e formação dos trabalhadores e demais intervenientes nos locais de trabalho Identificar necessidades de informação e participar na concepção de conteúdos e suportes de informação; 7.2. Difundir suportes de informação, participar em sessões de sensibilização e prestar informações; 7.3. Participar na avaliação da eficácia do programa de informação, utilizando instrumentos adequados e identificando desvios entre a informação transmitida e as práticas; 7.4. Participar na identificação de necessidades de formação, na definição de objectivos e conteúdos de formação, na selecção de instrumentos pedagógicos e na identificação dos meios e condições de desenvolvimento da formação; 7.5. Ministrar ou acompanhar acções de formação e participar no processo de avaliação dos formandos; 7.6. Participar na avaliação do programa de formação, utilizando instrumentos adequados e avaliando o impacto da formação ao nível dos comportamentos e das disfunções diagnosticadas. 8. Colaborar na integração da prevenção no sistema de comunicação da empresa Participar na implementação de procedimentos de comunicação, assegurando a difusão da informação relativa a prevenção junto dos destinatários; 8.2. Participar na avaliação da adequabilidade dos instrumentos de informação e da eficácia dos procedimentos de comunicação. 9. Colaborar no desenvolvimento de processos de consulta e de participação dos trabalhadores Apoiar tecnicamente as actividades de consulta e o funcionamento dos órgãos de participação dos trabalhadores da empresa no âmbito da prevenção; 9.2. Participar na análise das propostas resultantes da participação dos trabalhadores. 10. Colaborar no desenvolvimento das relações da empresa com os organismos da rede de prevenção Recolher os elementos necessários às notificações obrigatórias; Organizar os elementos necessários à obtenção de apoio técnico de organismos da rede, identificando as respectivas competências e capacidades e disponibilizando a informação necessária ao apoio a solicitar; Acompanhar o desenvolvimento de auditorias e inspecções. COMPETÊNCIAS SABERES 1. Língua inglesa ou francesa (interpretação de documentação técnica). 2. Informática na óptica do utilizador. 3. Legislação, regulamentos e normas sobre Segurança, Higiene e Saúde do Trabalho. 4. Noções básicas de organização do trabalho. 5. Noções básicas de ergonomia. 6. Noções básicas de estatística e probabilidades. 7. Noções básicas de química, electricidade, mecânica, acústica e termodinâmica. 8. Noções básicas de ventilação industrial. 9. Noções básicas de desenho técnico. 10. Noções básicas de toxicologia. 11. Segurança do trabalho. 12. Higiene do trabalho. 13. Gestão da prevenção. 14. Avaliação de riscos profissionais. 15. Medidas de prevenção e de protecção. 16. Procedimentos de emergência. DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 7/20
8 17. Noções básicas de comunicação e de informação. 18. Relações interpessoais e dinâmica de grupos. 19. Noções de pedagogia. SABERES-FAZER 1. Aplicar técnicas de planeamento ao sistema de gestão da prevenção e à elaboração do plano de prevenção de riscos profissionais da empresa. 2. Identificar situações que exigem a elaboração de planos específicos de prevenção e de protecção. 3. Identificar as situações que exigem planos de emergência e recolher a informação relativa aos recursos disponíveis. 4. Aplicar os procedimentos estabelecidos nos planos de emergência. 5. Utilizar técnicas adequadas à avaliação dos riscos associados às condições de segurança e higiene no trabalho, aos factores ergonómicos e psicossociais e à organização do trabalho. 6. Seleccionar medidas de prevenção e de protecção em função da avaliação dos diferentes riscos e tendo em conta as disposições legais e os princípios gerais de prevenção. 7. Operacionalizar a implementação de sistemas e equipamentos de prevenção e de protecção. 8. Aplicar técnicas e procedimentos de verificação da funcionalidade de sistemas e equipamentos de prevenção e de protecção. 9. Seleccionar equipamentos de protecção individual em função das características dos utilizadores, da natureza dos riscos e dos tipos de trabalho. 10. Identificar e caracterizar os diversos sinais de segurança e definir a sua localização. 11. Identificar recursos externos e necessidades de contratação. 12. Identificar informação e outros meios da empresa necessários à acção dos recursos externos. 13. Identificar instrumentos, domínios e conteúdos dos registos relativos à prevenção dos riscos profissionais. 14. Aplicar técnicas de organização da documentação. 15. Aplicar técnicas de identificação de necessidades de informação dos diferentes destinatários e utilizadores. 16. Aplicar técnicas de identificação de necessidades de formação dos diferentes destinatários e utilizadores. 17. Aplicar técnicas de comunicação em sessões de sensibilização, na concretização de acções de formação e na difusão da informação. 18. Aplicar técnicas de avaliação da eficácia da informação. 19. Aplicar técnicas de avaliação da eficácia da formação. 20. Organizar informação técnica a disponibilizar aos orgãos de participação e às actividades de consulta dos trabalhadores em domínios específicos da prevenção. 21. Identificar domínios e conteúdos das notificações obrigatórias. 22. Identificar organismos da rede de prevenção e respectivas competências. 23. Apoiar auditorias e inspecções externas no sentido de disponibilizar informação e outros meios necessários. SABERES-SER 1. Compreender e adaptar-se a diferentes contextos organizacionais e a diferentes grupos. 2. Tomar iniciativa no sentido de encontrar soluções adequadas na resolução de situações concretas de risco. 3. Facilitar o relacionamento interpessoal com os interlocutores internos e externos com vista ao desenvolvimento de um bom nível de cooperação. 4. Motivar os trabalhadores na adopção de comportamentos seguros no exercício da actividade profissional. 5. Comunicar, a nível individual e em público, com interlocutores diferenciados. Nota: Ver Perfil Profissional no Catálogo Nacional de Qualificações em DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 8/20
9 1.3 - Âmbito da profissão no campeonato das profissões Contexto O âmbito da profissão no Campeonato das profissões consiste em classificar o desempenho profissional dos jovens concorrentes profissionais, de acordo com a natureza e critérios de avaliação da prova a desenvolver. Para além da competição propriamente dita, poderão, paralelamente, no espaço de competição existir outras actividades de promoção da profissão, tais como demonstrações. Os visitantes poderão de forma fácil observar o trabalho em desenvolvimento e perceber quais as competências requeridas pelo profissional. O projecto e o produto acabado, sempre que possível, serão expostos para os visitantes observarem Desenvolvimento Uma competição modular, visando a avaliação, individual, das diferentes competências necessárias a um exercício profissional exemplar. O Teste consiste no trabalho prático e a avaliação do conhecimento teórico está, apenas, limitado ao estritamente necessário para levar a efeito o projecto. Cada concorrente terá, de forma independente e autónoma, desenvolver tarefas associadas ao planeamento e à criatividade, organização e gestão do tempo, aplicação de métodos de trabalho, limpeza e higienização dos espaços, segurança e higiene do trabalho, comunicação e atitude, etc. O concorrente será submetido a uma avaliação técnica rigorosa assente no desenvolvimento do trabalho no âmbito dos seguintes módulos: Avaliação de risco Elaboração do plano de trabalhos Promover uma acção de formação e informação sobre a remoção de MCA; Supervisão dos trabalhos de remoção de MCA; Relatório final. SECÇÃO II METODOLOGIA DE CONCEPÇÃO DA PROVA Formato da prova A prova é constituída por:. uma prova única com diferentes módulos Requisito para a construção da prova Exigências gerais: Regra geral, o Projecto de Prova deve: Estar em conformidade com a Descrição Técnica actual; Respeitar as exigências e as normas de avaliação internacionalmente prescritas (WorldSkills e EuroSkills); Ser acompanhado por uma grelha/ficha de avaliação que será finalizada/validada antes do inicio da competição; Ser testada antes de ser proposta à Comissão Técnica, para garantir que foi testado o seu funcionamento/ construção/ realização dentro do tempo previsto etc.- (segundo as exigências da profissão), assim como a fiabilidade e a adequação da lista de Infra-estruturas. No projecto deve constar uma prova da sua exequibilidade dentro do tempo previsto. Por exemplo, a fotografia de um projecto realizado segundo os parâmetros do projecto de prova, com o auxílio do DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 9/20
10 material e do equipamento previsto, segundo os conhecimentos requeridos e imperativamente dentro dos tempos definidos; Quando for executado um protótipo, este deverá ser exposto durante o Campeonato; Todas as provas devem ser fornecidas em suporte informático, em formato DWG para os desenhos, Excel para as grelhas de avaliação e Word para a descrição da prova ou outro em função da especificidade da Prova. Devem ser utilizados os templates fornecidos pelo Comité Técnico; As provas devem estar de acordo com as regras de Segurança e Higiene específicas para aquela profissão, não devendo a sua execução colocar os concorrentes em situação de perigo, e quando isso for inevitável, devem ser previstos meios de protecção adequados; As provas devem ter em atenção aspectos associados à sustentabilidade, visando por um lado a minimização dos custos associados à sua organização, e por outro o respeito pelas normas ambientais e consequentemente a diminuição da pegada ecológica associada ao evento; A competição desenvolver-se-á em torno de uma simulação da remoção de materiais com amianto, designadamente de telhas de fibrocimento com amianto e isolamento de uma tubagem em lã de amianto (ver o layout da prova). Serão utilizadas, como é óbvio, telhas de fibrocimento sem fibras de amianto (naturocimento - NT) do tipo P177 NT, em conformidade com a norma NP EN 494, e lã de rocha em substituição da lã de amianto. A parte prática da prova consistirá na remoção de telhas de fibrocimento e do isolamento de uma tubagem por dois trabalhadores da empresa patrocinadora, sendo os trabalhos supervisionados pelos concorrentes. Durante a remoção serão criadas várias situações irregulares, não conformidades, que deverão ser detectadas pelos concorrentes. Antes da remoção dos MCA os dois trabalhadores participarão numa acção de formação, ministrada pelos concorrentes, sobre os riscos associados à exposição a poeiras de amianto. A prova centrar-se-á essencialmente na: Identificação dos perigos a que os trabalhadores se encontram expostos nos trabalhos de remoção de Materiais com Amianto (MCA); Avaliação dos riscos associados às actividades de remoção de materiais com amianto e indicação das medidas preventivas; Elaboração e execução do plano de trabalhos relativos à remoção de materiais com amianto; Elaboração de uma instrução de segurança Promoção de uma acção de formação sobre os trabalhos de remoção de MCA e a utilização de EPI s; Supervisão dos trabalhos de remoção de MCA. Será disponibilizada, pela organização, a seguinte informação: Legislação específica; Directivas comunitárias; Manuais de boas práticas; EPI s (fornecidos pelo patrocinador) Duração total A prova é constituída por 5 módulos e deverá ser desenhada para uma execução num período compreendido entre as 18 e as 22 horas, seguindo a seguinte estrutura modular: A - Avaliação de risco; B - Elaboração do plano de trabalhos C - Promover uma acção de formação e informação sobre a remoção de MCA D - Supervisão dos trabalhos de remoção de MCA; E - Relatório final. DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 10/20
11 2.3 - Responsabilidade e prazos de elaboração A prova/módulos é/são desenvolvidos por um técnico altamente especializado na profissão em questão, com experiência relevante no âmbito dos campeonatos das profissões, tendo como factor preferencial formação específica no âmbito do SkillsPortugal, e será indicado pela Comissão Técnica do SkillsPortugal. O Prazo de execução da prova é, por norma, 2 meses antes do início do campeonato, altura em que a mesma será divulgada no site do SkillsPortugal. As excepções aos prazos e divulgação são sempre autorizadas pelo Comité Técnico, tendo por base o exposto no ponto seguinte Divulgação da prova As provas serão divulgadas no site do SkillsPortugal, em: ( Nota: Apenas provas de detecção de avarias ou similares não serão divulgadas. De acordo com o conteúdo da prova e parecer do respectivo conceptor, esta poderá ser divulgada na íntegra, parcialmente ou apenas a sua estrutura. Esta prova será/não será divulgada na íntegra/em parte Quando divulgadas na totalidade, devem sê-lo com uma antecedência máxima de 2 meses podendo sofrer uma alteração de, pelo menos, 30% antes de iniciar a Competição, sem que essa alteração implique em qualquer caso, alterações à Lista de Infra-estruturas previamente aprovada. Quando houver lugar a alteração, cada jurado deve ser portador de uma proposta de alteração à prova divulgada, sendo a selecção feita por votação, antes do início da competição Descrição genérica da prova O SkillsPortugal dispõe de uma metodologia e modelo de elaboração da prova, disponível para download em ( podendo-se, ainda, aceder a uma bateria de provas usadas em campeonatos anteriores. A descrição genérica da prova, nos termos da metodologia e modelo em vigor integra os seguintes itens: Orientações gerais para a equipa de jurados (antes, durante e após a realização das provas); Time-Table/desenvolvimento da prova; Orientações para os concorrentes; Caracterização e descrição da prova; Critérios, Sub-Critérios e aspectos a avaliar e notações associadas; Ficha de classificação por concorrente; Acta e Termo de Aceitação Esquema de Avaliação Cada prova (modular) deve ser acompanhada por um esquema de avaliação baseado nos critérios de avaliação definidos no presente Descritivo Técnico. O esquema/matriz de avaliação é desenvolvido pelo(s) técnicos que constroem a prova. O esquema/matriz final deve ser desenvolvido e aprovado por todos os jurados (peritos) da competição Selecção da Prova Nos casos em que haja lugar à selecção de uma prova ou de um modelo de suporte ao desenvolvimento da mesma, a sua selecção far-se-á através de votação dos jurados antes da competição. DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 11/20
12 SECÇÃO III CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Processo de Avaliação (Notação Objectiva/Subjectiva) QUANTIFICAÇÃO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO CONCORRENTE Ref. Módulo Natureza da Avaliação Subjectiva Objectiva Total A Avaliação de risco B Elaboração do plano de trabalhos C Elaboração do plano de trabalhos D Promover uma acção de formação e informação sobre a remoção de MCA E Supervisão dos trabalhos de remoção de MCA 5 5 F Relatório final 5 5 Total Critérios de Avaliação Orientações gerais para a atribuição dos critérios: Avaliação Objectiva Sim X pontos (em que X corresponde à notação para dada avaliação desde que diferente de zero). Não 0 pontos Avaliação Subjectiva (Escala de avaliação de 1 a 10) Perfeito = 10 pontos; Muito bom = 9 pontos; Bom = 8 pontos; Razoavelmente bom = 7 pontos; Suficiente = 6 pontos; Médio = 5 pontos; Insuficiente = 4 pontos; Mau = 3 pontos; Muito mau = 2 pontos; Não pode ser avaliado = 1 ponto. De acordo com o prescrito no regulamento da competição, a avaliação de natureza subjectiva deverá ser efectuada por uma equipa mínima de 3 jurados, os quais utilizarão um cartão de votação próprio do Skillsportugal. A diferença entre a votação máxima e mínima não deverá, nunca, ser superior a 3 pontos. Sempre que se verifique uma diferença superior, a equipa de jurados argumentará as suas votações e voltará a classificar até que a diferença se situe dentro do parâmetro previsto. A classificação final dessa avaliação é a média aritmética das classificações observadas. DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 12/20
13 Critérios específicos: Orientações para a atribuição dos critérios: Secção A: Avaliação de riscos Identificação dos perigos relacionados com os trabalhos de remoção de amianto Quantificação e priorização do risco associado à remoção de MCA Indicação das medidas de controlo do risco e o prazo de implementação Notificação da exposição ao amianto Secção B: Elaboração de plano de trabalhos Dados de identificação Informações sobre o local de realização dos trabalhos Factores com incidência no plano de remoção, demolição Organização e preparação da zona de trabalho com amianto Métodos de trabalho Remoção dos resíduos Limpeza da zona de trabalho Descrição e características dos materiais e equipamentos utilizados Procedimentos de emergência Pedido de autorização para a remoção de MCA Secção C: Planificação e realização de uma acção de formação sobre a remoção de MCA Conteúdo da formação programa de formação Clareza dos assuntos abordados; Demonstração da utilização correcta dos EPI s Avaliação da formação pelos trabalhadores Secção D: Supervisão dos trabalhos de remoção de MCA Identificação das irregularidades detectadas nos trabalhos de remoção de MCA; Desempenho do concorrente (Técnico de Segurança e Higiene do Trabalho) na fase de remoção dos materiais com amianto; Secção E: Relatório final Estrutura Conteúdo Aspecto gráfico NOTAS ADICIONAIS: São consideradas Infracções: - Não cumprimento pelas regras de higiene e segurança no trabalho; - Qualquer comunicação com o público ou jurado sem prévia autorização do Presidente do Júri (ou quem este delegar); - Utilização de materiais, equipamentos não autorizados no critério/prova; - Utilização de produtos de marca concorrente à do patrocínio (sem tapar a marca); (NB: As infracções só serão aceites para discussão quando, na falta de prova física, for observada por 2 jurados no mínimo). SECÇÃO IV REQUISITOS GERAIS/ESPECÍFICOS DE SEGURANÇA & HIGIENE Requisitos Gerais de Segurança Uma Visão Partilhada - Zero acidentes! Temos o objectivo comum da criação de uma acção preventiva e de cultura de segurança no Campeonato das Profissões. O Skills Portugal quer familiarizar todas as equipas participantes com a visão zero incidentes. DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 13/20
14 A abordagem zero incidente significa promover a consciencialização de todas as equipas participantes para a importância da Segurança e Saúde Ocupacional. Isto significa avaliar os perigos e os riscos, em conformidade com todas as normas de segurança, a operação segura das ferramentas e máquinas, uso de equipamento de protecção pessoal, manutenção de equipamentos de protecção individual em bom estado e manutenção de uma boa gestão do local da competição. Política de Segurança A segurança é uma responsabilidade partilhada entre a organização do SkillsPortugal, os voluntários, os delegados, observadores, concorrentes, jurados e chefes de oficina. A Segurança deve constituir uma componente integral das actividades da competição, juntos, vamos criar uma cultura de segurança e assim assegurar uma competição bem sucedida. Todos os participantes têm o direito de conhecer, participar e direito de recusa. Esperamos a compreensão e a responsabilidade de todos no cumprimento e respeito das regras de segurança constantes no Manual de Segurança e Higiene, o qual reflecte a legislação nacional. O Manual respectivo encontra-se divulgado no site do SkillsPortugal em ( Requisitos específicos de Segurança & Higiene da profissão O Manual de Segurança e Higiene do Skills Portugal integra uma ficha de segurança específica da profissão, a qual é de cumprimento OBRIGATÓRIO, e organiza-se em torno dos seguintes items: Procedimentos Gerais; Segurança de Máquinas, Substâncias Perigosas e Limpeza; Perigos/Riscos significativos da profissão; Equipamento de protecção Individual. Nota: A Ficha de Segurança desta profissão encontra-se, igualmente, no Anexo 2 desta Descrição Técnica. SECÇÃO V GESTÃO DA COMPETIÇÃO/PROVA Nomeação do Presidente de Júri O Presidente do Júri é nomeado pela Comissão Organizadora, sob proposta do Delegado Técnico do SkillsPortugal, antes do certame, para as diversas fases do Campeonato das Profissões. O Presidente do Júri deverá, preferencialmente, ser um técnico com experiencia reconhecida na área e, preferencialmente, ter participado em vários Campeonatos nas suas fases Regionais, Nacionais e Internacionais, sendo, ainda, relevante, a participação em acções de formação SkillsPortugal Responsabilidades do Presidente de Júri São responsabilidades do Presidente de Júri: Elaborar provas para a fase Regional e Nacional do Campeonato das Profissões; Manter actualizado o presente Descritivo Técnico através da dinamização dos jurados procurando contributos para a revisão e melhoria da Descrição Técnica. Os contributos deverão ser comunicados por escrito ao Presidente do Júri pelos Jurados que as compilará num só documento para ser discutido pelo colectivo de Júri. Antes de abandonar o local da competição, o Presidente do Júri e o Delegado Técnico organizarão a discussão e revisão da Descrição Técnica da Profissão; Gerir a competição de acordo com as normas ditadas pelo Regulamento da Competição e pelo presente Descritivo Técnico, tendo presentes os princípios de Equidade e Transparência, com vista à selecção do melhor representante de Portugal nas Competições Internacionais; DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 14/20
15 Em caso de conflito durante a Competição, deverá o Presidente de Júri conseguir consenso no seio do Júri. Em caso de impossibilidade de resolução do problema, deve ser solicitada a presença do Delegado Técnico dos Campeonatos para mediar o conflito; Sempre que no decurso da competição se detecte a necessidade de prolongamento do tempo de competição, esta deverá ser proposta ao Delegado Técnico/Comissão Organizadora para aprovação até ao final do 2º dia de Competição. Todas as alternativas possíveis devem ser estudadas antes de pedir ou aprovar um alargamento do tempo da Competição. SECÇÃO VI INFRA-ESTRUTURAS E EQUIPAMENTOS DE SUPORTE ÀS PROVAS Enquadramento A prova será elaborada com base no listado e descrito neste capítulo. Não obstante a prova deve ser acompanhada da lista exaustiva, que identifique e especifique, de forma precisa, qualitativa e quantitativa, os consumíveis e matérias específicos a preparar por concorrente. No âmbito das listas de infra-estruturas, materiais e equipamentos referenciados nesta descrição técnica, não são tidos em consideração a indicação a qualquer marca comercial. Será na base da prova a elaborar que, em função dos apoios e patrocínios que se vierem a verificar ou, na ausência destes, que se identificarão os modelos e/ou marcas a considerar no desenvolvimento das provas Infra-estruturas técnicas Potência eléctrica monofásica adequada à potência necessária (3,45 Kva zona interior parte teórica) Iluminação artificial apropriada, iluminância média de 500 lux Água (quente/fria) / esgoto Ar comprimido Internet (somente para jurados) Um quadro eléctrico volante (pimenteiro) monofásico provido com disjuntores de 15 A e interruptor diferencial de alta sensibilidade (I n 30 ma) Zona exterior parte prática; Material genérico a utilizar na competição Toda a lista de materiais genéricos a seguir identificados são fornecidos pelo organizador ou entidade(s) patrocinadora(s) da competição e a quantidade deverá ser adequada ao n.º de concorrentes e jurados em competição. Mesas e Cadeiras Quadro branco + canetas Materiais de limpeza Extintor de incêndio e Kit primeiros socorros Cacifos Material de economato diverso Computador e impressora a cores Balde de recolha do lixo, pá e vassoura Relógio de parede Equipamentos específicos da profissão Toda a lista de infra-estruturas e equipamentos específicos a seguir identificados são fornecidos pelo organizador ou entidade(s) patrocinadora(s) da competição e a quantidade deverá ser adequada ao n.º de concorrentes em competição. DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 15/20
16 Um computador portátil por concorrente; Uma pen disk de 2 Gb por concorrente; Um computador portátil por jurado; Uma secretária por concorrente; Uma mesa para os jurados; Uma cadeira ergonómica por concorrente; Uma cadeira ergonómica por jurado; Uma impressora a cores ligada em rede com os computadores; Uma mesa para a colocação da impressora; Tomadas duplas por cada um dos equipamentos referidos nesta lista; Duas resmas de papel A4; Um datashow e ecrã de projecção; Uma televisão LCD e um leitor de DVD; Uma mesa para a colocação de EPI,s; Um quadro eléctrico volante (pimenteiro) monofásico provido com disjuntores de 15 A e interruptor diferencial de alta sensibilidade (I n 30 ma); Ferramentas a utilizar na competição Toda a lista de ferramentas a seguir identificados são fornecidos pelo organizador ou entidade(s) patrocinadora(s) da competição e a quantidade deverá ser adequada ao n.º de concorrentes em competição. Legislação e directivas comunitárias aplicáveis e um guia de boas práticas CARIT, por concorrente Equipamentos a fornecer pela(s) entidade(s) patrocinadora(s) Fornecimento de um pequeno edifício conforme o layout; Telhas de naturocimento cobertura e revestimento de uma parede conforme layout; Tubagem com isolamento de lã de rocha e Cabina de descontaminação; Equipamento de protecção individual: máscaras de protecção respiratória; óculos de protecção; fatos de protecção Tyvek; Sinalização risco de exposição ao amianto; Andaime certificado; Plásticos destinados à recolha dos resíduos Líquidos aglutinantes; Aplicador de líquidos aglutinantes ou de água com produtos molhantes Aspirador com filtro HEPA; Ferramentas diversas utilizadas na remoção de materiais com amianto Materiais, Equipamentos e Ferramentas proibidas Na área de trabalho é apenas permitido o equipamento/material fornecido. No caso da existência de empresa(s) patrocinadora(s) do Evento, qualquer equipamento, material, utensílio e/ou produto de outra(s) empresa(s) presente no posto de trabalho do(a) concorrente deverá ocultar a marca, sob pena de penalização do concorrente no critério HST da respectiva prova. Os jurados devem informar, claramente, sobre os tipos de materiais e equipamentos que não devem circular na área da competição Sustentabilidade económica/financeira e ambiental do evento/competição Em cada competição, os Jurados devem rever e melhorar a lista de infra-estruturas, tendo em conta os princípios da sustentabilidade. Tendo em vista a optimização dos recursos, deve constar apenas o indispensável, evitando o desnecessário e o excessivo. DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 16/20
17 Sempre que possível devera ser dada preferência a materiais com menor impacto ambiental. Igualmente, deverão ser previstas na ficha de avaliação da prova, formas de penalizar os concorrentes pelo desperdício que produzam. Nas profissões em que o factor criatividade seja determinante, os materiais complementares (que não sejam comuns a todos os concorrentes) devem ser da responsabilidade dos concorrentes. Nestas profissões a sustentabilidade deve constar nos critérios de avaliação SECÇÃO VII LAYOUT-TIPO DA COMPETIÇÃO/PROVA Layout genérico de referência do espaço da competição PARTE PRÁTICA (Exterior) DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 17/20
18 Exemplo fotográfico Layout-tipo de referência do posto de trabalho PARTE TEÓRICA (Zona Interior) DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 18/20
19 Exemplo fotográficos Outras características adicionais do posto de trabalho Cada posto de trabalho deverá ser dotado com tomadas de corrente/monofásico para alimentar o computador; Devem ser colocadas tomadas de correntes junto da impressora, do projector de vídeo do LCD e da mesa dos jurados; Ligação dos computadores em rede com a impressora. SECÇÃO VIII ACTIVIDADES DE PROMOÇÃO DA PROFISSÃO Sempre que as condições o permitam, deverá a organização, os patrocinadores e a equipa de jurados trabalhar no espaço contíguo à competição formas de promover a profissão, as quais poderão ser de demonstração, através de meios audiovisuais ou de espaços de experimentação, onde os visitantes sejam convidados a experimentar operações específicas da profissão. Anexos: Anexo 1 Links a vídeos e outra informação promocional com exemplos da competição e do processo de trabalho; DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 19/20
20 Anexo 2 Ficha de Segurança da profissão DESCRITIVO TÉCNICO (V1/ ) 20/20
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